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Três alunos da PB que se destacaram na OBA foram convidados pela Agência Espacial Brasileira para conhecer o projeto aeroespacial do Brasil

Agência Espacial Brasileira para conhecer o projeto aeroespacial do Brasil

Os estudantes estão entre as 100 melhores notas do Brasil na OBA e vão conhecer

o INPE, ITA além de participar de oficinas de fabricação de foguetes, dentre outras atividades

Que estudante dedicado, curioso e com pretensões à área se Pesquisa não gostaria de conhecer o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB) ou o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e participar de oficinas de fabricação de foguetes e palestras com os presidentes dessas instituições? Pois três alunos do Colégio GEO que tiveram suas notas da 22º Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) entre as 100 melhores do país estão com um encontro marcado para participar da XVII Jornada Espacial, em São Paulo, entre os dias 1 e 7 de dezembro. O convite partiu da Agência Espacial Brasileira (AEB) que realiza a jornada com os estudantes que obtiveram os melhores desempenhos nas olimpíadas, especialmente, nas questões de Astronáutica, realizada em maio deste ano.

Os alunos convidados foram Breno Rodrigues Coelho e Vito Elias de Queiroga, do 3º Ano do Ensino Médio do GEO Tambaú, alunos do Professor Paulo Henrique Vasconcelos; e Guilherme Parnaíba Nunes, do 1º Ano do Ensino Médio do GEO Sul, aluno do professor Sandro Marques. Eles se destacaram entre os cerca de 800 mil estudantes brasileiros do ensino fundamental e médio que participaram da edição 2019 da OBA. A prova aconteceu no dia 17 de maio, na sede de cada escola inscrita. A avaliação contou com dez questões: sete de astronomia e três de astronáutica. Segundo os organizadores, há uma alta incidência de questões abrangendo cálculo, principalmente a parte de Astronáutica. Para ser selecionado para a Jornada Espacial, o estudante precisa ter uma pontuação elevada, especialmente, nas questões de Astronáutica.

Segundo o professor de Física e coordenador do projeto de Olimpíadas do Conhecimento do colégio GEO, Paulo Henrique Vasconcelos, esse ano o GEO teve um resultado bem expressivo, tendo em vista que foram selecionados três alunos do colégio diante de um universo de 11 de toda capital paraibana. “Eles já participam de olimpíadas do conhecimento, como a de astronomia e já conseguiram resultados similares. Ano passado também tivemos selecionados no GEO Tambaú. A grande novidade é que este ano temos representante do GEO Sul também e do 1º Ano, o que nos deixa bem felizes” comentou o professor, frisando que os alunos têm a oportunidade de assistir aulas em seu contra turno para certas olimpíadas dentro do projeto Olimpíadas do Conhecimento.

As Olímpiadas do Conhecimento têm ganhado cada vez mais espaço na rotina de estudantes que pretendem ingressar em uma Universidade ou atuar com a área de pesquisa. “Muitas faculdades já tem como cotas os estudantes medalhistas em Olimpíadas do Conhecimento. A Unicamp já é uma delas e agora a USP, que vai destinar 113 vagas a medalhistas de Olímpiadas. Isso é muito bom para elas porque terão estudantes dedicados e compromissados com o conhecimento, com a pesquisa levando longe o nome da Instituição”, destacou Paulo Henrique.

Jornada Espacial: o convite que pode definir uma carreira

O convite para participar da Jornada Espacial é um momento único na vida de um estudante. Além de também enriquecer o seu currículo e dar destaque à escola participante desse processo, quem recebe um convite desses muda sua relação com a ciência. “Eles visitarão a NASA brasileira. O primeiro dia, que será no INPE, mas também terá o ITA, o Memorial, O instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE, eles conhecerão o laboratório de construção de satélites, conhecerão o projeto aeroespacial brasileiro os foguetes, inclusive, participarão de uma oficina de foguetes. Além disso, assistirão a palestras de especialistas em satélites e foguetes, presidente das instituições visitadas”, citou o professor Paulo. Ele salientou que visitas como essas muitas vezes definem carreiras. “Tem gente que depois de visitas como essas decidiram por realizar vestibular para o ITA e hoje estão nos Estados Unidos” comentou,

A divulgação dos nomes dos alunos que ganharam medalhas na OBA será no dia 17 próximo, na página da OBA. Os meses seguintes serão para definição de datas para entrega pelas Escolas dos certificados e eventuais medalhas aos seus alunos, numa cerimônia especial. Vale salientar que os estudantes mais bem classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2020. A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Alunas do colégio GEO vencem fase estadual da Olimpíada Brasileira de Geografia e vão representar a Paraíba na etapa nacional

Três alunas do 1º Ano do Colégio GEO Tambaú são as atuais campeãs paraibanas da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG). O resultado da OBG foi publicado na última sexta-feira (30) e essa foi a primeira vez que o GEO participou de uma Olímpia de Geografia. A competição, inclusive, rendeu um total de 25 alunos medalhistas na fase estadual para o GEO em suas duas unidades (Tambaú e Sul), sendo seis medalhas de ouro, 11 de prata e oito de bronze. No pódio da Paraíba, a equipe de meninas do 1º Ano conseguiu a maior nota entre as medalhas de ouro e está, conforme informações da organização da competição, entre as 27 melhores notas do país, por isso, elas também receberam o direito de representar a Paraíba na fase nacional, que acontecerá em outubro, no campus da Unicamp, em Campinas (SP). A fase Internacional acontece em Istambul, na Turquia.

A OBG é uma olimpíada científica para estudantes das escolas públicas e particulares do Brasil, desde o 9° ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio que, divididas em equipes de três pessoas, submetem-se às provas, neste caso, elaboradas pela Unicamp. O GEO, segundo o professor de Geografia, Carlos Campos, nunca havia inscrito alunos para a competição, que também ficou desativada durante três anos em função da falta de recursos destinados à Olimpíada. “Quando eu soube que havia retornado, lancei a proposta para os alunos e começamos a trabalhar nisso”, comentou o professor, destacando que a OBG tem três etapas até a nacional, com provas online. “Na nacional, além da prova, também vai ter um desafio para as equipes, mas as meninas, embora muito novas, estão bem preparadas”, disse.

As alunas Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques, ficaram muito alegres com a conquista “Não esperávamos ser a melhor equipe dentre as que levaram ouro. Foi uma surpresa abrir meu e-mail naquela sexta-feira e encontrar o convite da OBG para a fase nacional”, comentou Danielly, sendo acompanhada pelas amigas Bruna e Letícia. “Ficamos impressionadas porque na nossa escola mesmo tínhamos concorrentes muito bons do 3º Ano. Tem equipe que ficou com uma diferença de apenas cinco pontos. Isso é pouco demais diante de um universo de 1.500 pontos da prova inteira”, ressaltou Letícia.

Para a etapa nacional elas não escondem o segredo da preparação. “Muita dedicação. Estudamos sempre em biblioteca, sempre em busca do que não encontramos respostas e, por isso, temos uma expectativa muito boa para a fase nacional, embora vamos concorrer com as melhores equipes do país e ainda temos que encarar o desafio que nem sabemos”, concluiu Bruna, que foi a responsável por unir o grupo.

O professor Carlos Campos afirmou que em todas as etapas, as avaliações sempre abordaram toda a Geografia: econômica, humana, física, geopolítica, rompendo com o dualismo geografia física x geografia humana que deve estar expressa nas metodologias de ensino e aprendizagem contidas na formação desses estudantes. Neste caso, a grande surpresa para todos foi realmente o destaque de uma equipe do 1º Ano. “Elas tem apenas 15 anos e estão lidando com questões que tiveram que ir atrás, lógico, sempre com o meu apoio que estou aqui para orientá-las, mas são conteúdos que, por exemplo, elas ainda não viram em sala de aula. São meninas dedicadas, interessadas e esforçadas, além de muito inteligentes. Isso me deixa muito feliz porque mostra que elas podem ir muito além do que imaginam”, avaliou Carlos Campos.

A fase nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia vai acontecer na sede da Unicamp, em Campinas, nos dias 18 19 e 20 de outubro. As provas da OBG são realizadas em quatro fases, sendo três online e uma final presencial: 1ª e 2ª fases com 20 questões objetivas cada e a 3ª fase com apenas 10 problemas de múltipla escolha. A colocação final é dada com base no número total de acertos nas três fases iniciais, sendo definidos os dois times finalistas de cada estado ( 01 escola particular e 01 escola pública) para a quarta etapa do torneio, para a qual seguem as alunas do GEO em outubro, representando a Paraíba.

Pais e filhos do GEO Tambaú vivem momentos inesquecíveis com sessão exclusiva de ‘O Pequeno Príncipe’

Pais e filhos do Colégio GEO Tambaú tiveram um encontro especial, nesta sexta-feira (30), com o enredo de um dos livros mais traduzidos no mundo: “O Pequeno Príncipe”, obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry. A história ganhou uma adaptação especial para os palcos produzida pelo Grupo VemArt, de Fortaleza, exclusiva, em Homenagem aos pais dos alunos. A iniciativa fez parte do projeto “Dia da Família II” que chegou ao seu fim agora em agosto.

Na abertura do evento, o diretor do GEO Sul, o professor Roberto de Oliveira, parabenizou a todos os pais pelo seu empenho em ser sempre o melhor e pediu que cada filho se dirigisse ao seu pai e dissesse: “Tu me tornas eternamente responsável por me amar”. Foi uma forma de introduzir e adiantar as lições que a peça iria apresentar a todos. Por último, ele apresentou o novo diretor do GEO Tambaú, Danilo Abdala, que se colocou à disposição de cada pai e mãe do GEO. “Sou educador e pai, então, conheço bem as dúvidas e angustias de vocês. Chego para agregar e conto com vocês nesta jornada”, comentou o dirigente.

O convite da sessão exclusiva de “O Pequeno Príncipe” foi direcionado aos alunos do Geozinho (Ensino Infantil e Fundamental I) e teve o objetivo de trabalhar lições relativas aos valores humanos, assim como a famosa frase da obra ‘Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas’. Antes de o grupo VemArt ganhar o palco, porém, a Coordenadora da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Railda Azevedo, agradeceu a todos pela presença e chamou as crianças para darem as boas-vindas aos seus pais com exposições de música e de teatro.

Nessas apresentações, os pequenos destacaram temas que também foram tratados na peça como a importância do carinho, da amizade, dos laços afetivos na família. A primeira foi uma encenação do Ensino Fundamental onde as crianças falaram da importância do abraço. Na ocasião, o Ensino Infantil cantou a música “Cativar”, d’O Pequeno Príncipe. Por fim, foi a vez da aluna Lílian Gabriela e a professora Michele arrancar aplausos do público ao apresentarem a música “Trevo de quatro folhas” de Ana Vitória e Tiago Iorc.

Após as exposições dos alunos, as luzes foram apagadas e a equipe VemArt entrou em cena com seu texto, figurino e cenário. Encenaram o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem salientou que a necessidade de cativar uns aos outros, mas que só se pode exigir do outro aquilo que ele pode dar.

A peça trouxe um mundo de fantasia com sua estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades exemplo disso foi a reação dos pais após o espetáculo.

Bruno Wanderley, pai de Júlia, do 1º Ano, e Davi, do Infantil III, afirmou que a escolha da peça foi extremamente acertada. “A peça é acolhedora, nos transmite uma mensagem de resgate de nossa humanidade, nos dá lições que temos que ensiná-las a nossos filhos para que eles possam ser felizes dando valor às relações, ao afeto à família”, comentou.
O pai de Caio, do 5º Ano, e de Daniel, do Infantil V, Thiago Queiroga, elogiou a iniciativa do GEO. “Foi muito bom vim aqui e ter esse momento com meus filhos. Foi muito bonito. E outros pais, como Anderson Rangel, pai João Gabriel, do 4º Ano, também compartilharam a mesma opinião. “Foi muito bacana a ação do GEO. Trouxe minha esposa, mãe também”, frisou ele.

Alunos aprendem matemática de um jeito diferente e isso tem destacado o GEO em rankings nacionais

O ensino tradicional da Matemática, com o auxílio de quadro, canetas, livros e cadernos para fazer “contas” está com os dias contados. Mas, isso não é novidade, afinal, estamos lidando com um outro perfil de aluno: aquele que já nasceu imerso em um ambiente conectado e interativo. São os chamados “nativos digitais”, acostumados a telas e estímulos desde os primeiros dias de vida. Por isso, vislumbrando um ensino cada vez mais virtual para desenvolver as habilidades de seu “público”, o colégio GEO, em parceria com a startup Cross Reality – que criou a plataforma Educacross, vem trabalhando o estudo da Matemática de forma diferente. A escola utiliza a “gameficação” para o ensino da disciplina e os resultados tem colocado o GEO nos primeiros lugares no ranking nacional de escolas que usam a ferramenta.

Dedicada a alunos do 1º à 5º ano do Ensino Fundamental, a plataforma Educacross, segundo a coordenadora do projeto no GEO, a orientadora educacional Raquel Guerra, oferece centenas de jogos e atividades matemáticas (daí a expressão “gameficação”) que englobam todo o conteúdo do currículo escolar. A proposta é que alunos aprendam brincando em ambientes que possam ser competitivos ou colaborativos em jogos baseados em situações-problema. “É uma plataforma de letramento matemático, que utiliza como linguagem de ensino a gameficação, ou seja, ensina através de jogos”, comentou ela.

Além disso, outra vantagem do Educacross é o “mapeamento pedagógico”, onde a ferramenta é responsável por recolher e tratar todos os dados coletados a respeito do desempenho da criança. Ao mesmo tempo, oferece aos professores e gestores a avaliação contínua do aluno. No GEO, Raquel conta que o Educacross é utilizado de duas formas pelos alunos: livremente, através do que chamam de “Ilha Matemática” ou direcionada, através de “Missões”. “Nas Missões, os professores selecionam conteúdos específicos para exercitarem e com prazo para ser contabilizado para pontuação”, explicou.

Livremente ou orientado, o uso pelo aluno é sempre observado. A plataforma capta toda a interação do aluno no jogo e transforma esses dados em análise de desempenho detalhado, ou seja, essas informações proporcionam ao gestor a leitura do desempenho dos alunos e, com isso, também propicia os redirecionamentos no ensino da melhor forma, gerando o que chamam de “letramento matemático”. O letramento matemático, de acordo com Raquel, diz respeito à relação da matemática com o cotidiano. Assim, ela explica que os exercícios da plataforma são baseados em áreas: raciocínio lógico, leitura de gráficos e resolução de problemas nas quatro operações fundamentais de matemática.

São mais de 1.500 jogos de Matemática com gameficação adaptativa, análise da interação e desempenho dos alunos. “Em posse dessas informações, as intervenções tornam-se ainda mais precisas e eficazes”, frisou Raquel, apontando os resultados. “Ano passado, o GEO teve seis alunos classificados entre as oito melhores notas nacionais no ranking nacional das escolas que utilizam a ferramenta. O GEO Sul obteve o primeiro lugar em nível nacional. Isso demonstra como a ferramenta tem sido atrativa para alunos e professores”, comemora a orientadora educacional.

O professor Roberto Oliveira, diretor do GEO, disse que é preciso adaptar a forma de ensino para dialogar com as novas gerações de maneira assertiva para gerar resultados cada vez mais positivos. “Os alunos dessa geração não estão “programados” para passar horas olhando para uma lousa e ouvindo palestras sobre um mesmo assunto. Então, procuramos falar a mesma linguagem deles e isso tem gerado respostas muito positivas”, destacou o dirigente.

Criada justamente para melhorar o baixo desempenho dos estudantes em matemática, a plataforma tem acesso fácil e rápido. Conforme informações constantes na própria página do programa na internet, os estudantes podem ter acesso aos seus “perfis” por meio de login para acesso dos roteiros das tarefas e desafios. No ano de 2014, a plataforma passou por testes em diversas escolas e, em 2015 começou a ser disponibilizada para várias escolas no Brasil. A startup Cross Reality é brasileira, da cidade de Ribeirão Preto (SP) e, até 2018, estava presente em oito estado brasileiros com o Educacross sendo utilizado por cerca de 14 mil estudantes.

Gestão de melhoria no GEO amplia direção das unidades para melhor desenvolver as atividades das duas escolas de João Pessoa

Integrar, sintonizar, melhor acompanhar e gerir as ações e atividades do dia a dia na escola. É com esses propósitos que o colégio GEO anunciou, na noite dessa terça-feira (27), durante Encontro de Alinhamento com todos os colaboradores das duas unidades GEO – Tambaú e Sul – que cada uma delas passará a contar com um diretor geral. Assim, o professor Roberto Oliveira que acumulava a função de diretor geral das duas unidades, há pouco mais de um ano, passa a responder, exclusivamente, pela direção do GEO Sul, enquanto que o pedagogo e gestor educacional, Danilo Abdala, vai atuar como diretor do GEO Tambaú.

De acordo com o professor Roberto, o foco desta nova estrutura organizacional é melhorar, ainda mais, os processos do GEO em João Pessoa. “Queremos consolidar com ainda mais entusiasmo, objetividade, celeridade e participação, esse nosso jeito singular de educar, fortalecendo a sinergia entre as duas instituições de ensino que passam a ser geridas agora por dois diretores”, explicou ele, enaltecendo que, desta forma, a sinergia entre as duas unidades será fortalecida e a resolutividade das ações se dará de forma mais eficaz em cada uma delas. Na ocasião, Roberto agradeceu a confiança da direção do grupo em delegar para ele a tarefa de gerir as duas unidades e o apoio dos colaboradores que o ajudaram nesta grande missão.

Durante o Encontro de Alinhamento, o pedagogo Danilo Abdala se apresentou e falou de seu entusiasmo em vir somar esforços e conhecimentos no GEO. “Vim para João Pessoa para motivar, ensinar, inspirar e incentivar as pessoas diariamente, sejam nossos colaboradores, sejam nossos alunos e contribuir para fortalecer a imagem do GEO, uma escola que sem dúvida alguma faz história na educação desta cidade”, destacou o novo diretor da unidade Tambaú. Danilo, que já começa as atividades nesta quarta-feira (28) quando será apresentado aos alunos, também pediu aos colaboradores que enaltecessem o entusiasmo por terem a oportunidade de trabalhar numa instituição de ensino como o GEO. “Temos muitos diferenciais e devemos ter orgulho de enaltecê-los e divulgá-los onde quer que estejamos”, disse o diretor do GEO Tambaú. O professor Roberto encerrou o Encontro de Alinhamento agradecendo a participação dos colaboradores que lotaram o auditório do GEO Tambaú.

Sobre o novo diretor

Graduado em Administração Escolar e Supervisão Escolar – Pedagogia, pela PUC Minas, e com MBA – Pós-graduação em Gestão de Negócios, pelo Centro Universitário UNA-MG, o novo diretor do GEO Tambaú, Danilo Almeida Abdala, tem 57 anos e há quase 30 atua na área de gestão educacional, tendo experiência na Rede Promove, no Grupo Educare, na Rede Pitágoras/ Kroton, na Teacom – Educação e Treinamento, no Instituto Hartmann Regueira, no Grupo LEYA – Leya Educação, na RS EDUCACIONAL, onde exerceu diversos cargos ligados à área da Educação.

Novos banheiros do GEO Tambaú são concluídos e também incluem outros espaços para deficientes

A construção, reforma e ampliação dos banheiros da unidade Tambaú, do colégio GEO, foram concluídos. A obra, que estava prevista nas ações de melhoria interna da instituição, além de ampliar a oferta de banheiros, também melhorou a acessibilidade para alunos deficientes. As ações incluíram a reforma geral dos dois banheiros feminino e masculino, além da construção de duas novas baterias de sanitários feminino e masculino, dobrando assim, a atual disponibilidade destes espaços da escola. Além disso, o projeto incluiu a construção de novos banheiros para deficientes que ainda estão sendo concluídos.

Os novos espaços são modernos, mais amplos, bonitos e confortáveis, sendo os banheiros do térreo destinados, exclusivamente, para os alunos do Geozinho e os banheiros do 1º andar somente serão utilizados pelos alunos do Fundamental II e do Ensino Médio. “Esse foi mais um compromisso de melhoria assumido com os pais de nossos alunos que estamos concretizando”, destaca o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembrando que outras ações já executadas ou em execução, a exemplo do reforço com a segurança humana e eletrônica na escola, a instalação de catracas eletrônicas nas entradas e a ampliação do número de câmeras nas duas unidades GEO também fazem do pacote de melhorias implantadas ao longo deste ano.

Ex-aluno GEO é aceito na Washburn University e é o único paraibano de um grupo de 13 brasileiros na conceituada instituição

Uma educação plural e um inglês afiado levaram Luiz Antônio Gomes Pontes de Alcântara, de apenas 17 anos, ex-aluno GEO, a ser aceito na Washburn University, em Topeka, no estado do Kansas (EUA). As aulas do College tiveram início semana passada, mas Luiz já se sente em casa, visto que está no Kansas já há um ano, quando interrompeu, no meio de 2018, o 3º ano do Ensino Médio no GEO para fazer um intercâmbio e concluir os estudos nos Estados Unidos da América. Sua desenvoltura durante as avaliações (aplicação) para a Washburn University chamou a atenção da instituição, que elogiou o colégio GEO pela formação plural do jovem. Hoje, Luiz, que é o único paraibano na instituição, inspira seus colegas mostrando que com a educação proporcionada pela escola paraibana e interesse próprio, todos podem ir longe.

A professora universitária, Débora Gerlane de Alcântara, mãe de Luiz, explica que o sucesso do filho deveu-se principalmente ao conhecimento que ele adquiriu de forma “geral”, sem muita especialização, como é muito comum nos EUA. “Ele sempre foi bom aluno. Nunca gostou de destaque, mas sempre esteve entre os melhores da turma. Sabia de química, física, história. De tudo. Diferente do que acontece nos Estados Unidos que é tudo meio que especializado desde o início”, comentou. “Quando ele foi terminar o ensino médio nos Estados Unidos, sempre tirava A nas matérias e foi até laureado como melhor da turma na época”, disse a mãe.

Ela ressalta que Luiz ingressou no GEO no 1º Ano do Ensino Médio e isso, aliado a interesses pessoais, com certeza o preparou para o que ele está vivendo hoje. “A atenção especial dele pelo inglês – desde os 14 anos que ele, inclusive, dedicava-se a isso – foi extremamente importante. Mas, a educação mais abrangente da escola que ele recebeu fez a diferença também”, salientou Débora, contando que exemplo disso foi quando o filho foi fazer a prova de nivelamento da Washburn University.

“Em artes, eles puxam muito mais para a literatura, e Luiz até se surpreendeu porque se saiu super bem em algo que não fazia parte de seu cotidiano, mas que fazia parte de um universo de conhecimento que ele tinha adquirido na escola, em João Pessoa”, comentou Débora, fazendo questão de falar sobre a importância que o colégio GEO teve nesse processo. “A escola está muito preparada para levar seu aluno a fazer uma universidade no exterior e queremos mostrar isso com o exemplo de Luiz e o elogio que recebemos de fora. Eles colocaram a escola brasileira como uma escola de qualidade, que oferece um conhecimento holístico e plural aos seus estudantes”, destacou ela.

A professora explicou ainda que Luiz tem um interesse especial por cálculo, o que o levou a fazer o pré-engenharia, um College dentro da Washburn University. “Ele vai cursando as disciplinas e daqui a um ano quando for escolher, ele pode fazer engenharia, arquitetura, mas com certeza algo nessa área 1, de cálculo”, afirmou.

Hoje, a oferta de cursos superiores no exterior é realmente diversa. A Washburn University, por exemplo, oferece mais de 200 áreas de estudo. Fundada em 1865, hoje ela tem, aproximadamente, sete mil alunos (graduação e pós-graduação), dentre eles, mais de 225 alunos internacionais e 13 brasileiros. Luiz é o único paraibano da instituição. Vale ressaltar que Luiz foi fazer o intercâmbio no Kansas com recursos próprios de sua família. Estudou em escola pública americana para concluir o Ensino Médio e fez testes para três Universidades, sendo a Washburn University escolhida por ele. Hoje ele tem uma bolsa de 50% da mensalidade (o máximo oferecido a estrangeiros) e já assumiu a página brasileira da Washburn em um dos seus primeiros dias no campus! Em breve, Luiz – que assina o Instagram como @luyerz – estará gravando vídeos mostrando como é a vida de um brasileiro em uma universidade dos EUA.

Como estudar no exterior?

A maioria das universidades realiza uma avaliação holística para a seleção dos estudantes. Nesse momento, o perfil do aluno é avaliado por completo, por meio de redações, histórico escolar, cartas de recomendação, entrevistas pessoais e, claro, boas notas em testes de proficiência, sendo TOEFL e IELTS os mais aceitos. Intercâmbios no Ensino Médio, como fez Luiz, são ótimos momentos para se investir na vida profissional que se quer desenvolver no futuro. Seja para aperfeiçoar o inglês, seja para ter novos horizontes ou, por que não, lançar-se em uma carreira iniciada no exterior.

Colégio GEO disponibiliza sistema de matrículas online para novos e atuais alunos

“A escola pode aperfeiçoar o artista, criá-lo, nunca, porque não se melhora senão o que já existe”. Essa frase do antropólogo italiano, Paolo Mantegazza resume bem a forma GEO de educar e orientar seus alunos. Isto porque, a escola entende e atua não para criar, mas, para ampliar as possibilidades de crescimento e desenvolvimento de seus alunos, dando-lhes as ferramentas necessárias para alçarem voos solos até onde seus sonhos permitirem. E quem quiser aproveitar esse mundo de infinitas possibilidades de aprendizado e crescimento, já pode garantir sua vaga para o ano letivo de 2020. A renovação de matricula para alunos veteranos e a reserva de vagas para novos estudantes começou nesta quinta-feira (22) e pode ser feita tanto de forma online como presencial, em qualquer uma das duas unidades GEO – Tambaú ou Sul.

E quem se antecipar e fizer a matrícula logo, tem descontos no pagamento da primeira parcela que varia de 12,51%, para quem fizer a matrícula em agosto, 9,83%, quando efetuar em setembro, 7,12%, para matrículas feitas em outubro e ainda um desconto de 4,37% se a vaga for garantida em novembro. A partir deste mês, a cobrança será integral. As matrículas estão abertas para todos os segmentos: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Os interessados já podem acessar o site www.colegiogeo.com.br e garantir vagas ou dirigir-se a uma das duas unidades GEO, que há uma equipe especialmente focada para esse atendimento nos dois colégios.

O supervisor de captação do GEO, Danyllo Oliveira, explica que a rematrícula do aluno é realizada no próprio site da escola e a vaga é assegurada mediante o pagamento da primeira parcela. Já para os novatos, a confirmação da matrícula é feita com a apresentação de documentos (ver lista no site) e o pagamento da primeira parcela. Os pais ou responsáveis que não conhecerem a escola, já podem agendar uma visita pelo telefone 83-3048-5817. “Nossas visitas precisam ser agendadas porque elas são realizadas pelos nossos coordenadores e incluem além da apresentação da nossa infraestrutura, o detalhamento de nossos projetos pedagógicos e extra curriculares que são os grandes diferenciais do GEO”, destaca Danillo, lembrando que o GEO disponibiliza 22 projetos extra curriculares, sendo a grande maioria deles sem taxas de adesão extra.

Reconhecido pelos bons índices de aprovação no Enem, por ocupar lugar de destaque em Olímpiadas de Conhecimento, utilizar diferenciais tecnológicos no ensino, ter uma equipe pedagógica bem preparada, dispor de espaços modernos, salas de multimídia, de um material didático exclusivo (AZ) que possibilita, por exemplo, aos alunos do Ensino Médio terem um acompanhamento individualizado de seu estudo, o GEO é uma instituição que reúne cerca de três mil estudantes, nas duas unidades Tambaú e Sul (Bancários).

“Nós temos um excelente corpo docente, projetos e proposta pedagógica constantemente atualizados, uma infraestrutura de padrão superior, todas as nossas salas são equipadas com plataformas digitais de aprendizagem, dispomos de laboratórios modernos, salas multimídia, espaços projetados para atividades práticas, e vários projetos extra curriculares, tudo isso aliado a uma proposta pedagógica inovadora, plural em constante evolução que busca à formação integral do aluno e não apenas resultados pontuais”, reitera o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira.

Projetos exclusivos e cases de sucesso colocam colégio de João Pessoa na vanguarda da educação na Paraíba

Ter um Projeto Pedagógico de personalidade própria, único em muitos aspectos e ações, profissionais comprometidos e competentes, uma excelente infraestrutura e ainda ter valores como meta de conduta na educação de crianças e jovens. Esse colégio existe em João Pessoa, se chama GEO e tem duas unidades na capital paraibana. Na noite desta quinta-feira (15), os colaboradores da escola participaram do ‘GEO Experience’, um encontro onde foi reforçado os valores, diferenciais e, sobretudo, a forma GEO de Educar que tem o aporte de, nada menos, que 22 projetos extra curriculares, muitos dos quais exclusivos da instituição na Paraíba.

“Nós levamos muito a sério a missão de educar e empregamos esse verbo no sentido mais amplo da palavra, pois não vendemos um produto, nós temos valores e inúmeros diferenciais que fazem de nossa escola uma referência na formação de crianças e jovens e estamos aqui hoje para alinhar tudo isso com vocês. Temos tudo o que outras escolas têm, mas estamos bem mais além de todas elas”, disse o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, na abertura do encontro, realizado no auditório do GEO Tambaú.

Depois, os coordenadores da cada projeto, por faixa de ensino, apresentaram as ações, com detalhamento de cada atividade. Em relação ao Ensino Fundamental, foram apresentados os projetos ‘Mundo Leitor’, que já rendeu vários prêmios para a escola, o ’Mestre Cuca’ e o ‘Circuito de Psicomotricidade’, o projeto ‘Fluência’, que atinge alunos de outras faixas etárias também, o ‘Binoculo’ e o ‘Educacross’, este último, uma plataforma de letramento m Matemática que é, exclusividade, do GEO João Pessoa.

No Ensino Fundamental II, abordou-se os projetos de ‘Monitoria’, as ‘Aulas de Apoio’, ‘Aulas de Campo’, as ‘Salas de Grow Up’ que possibilitam que os alunos sejam protagonistas e agentes de seu próprio conhecimento e ainda o projeto das ‘Aulas laboratoriais’. Para os alunos do Ensino Médio, focou-se nos projetos ‘Metodologia AZ’, exclusivo do GEO, que dispõe de laboratório de redação online e se constitui numa plataforma que personaliza o estudo do aluno, os ‘Aulões do Enem’, ‘Aulas de Campo’, o ‘Super Colegial’, o ‘High School’, este último, possibilita um aprendizado da língua inglesa com material americano, único na Paraíba, inclusive com entrega do mesmo certificado de curso similar nos EUA.

Outros diferenciais do GEO também foram apresentados, tais como, o evento ‘Provocação Cultural’, que estimula o descobrimento do dom artístico dos alunos, as ‘Olímpiadas do Conhecimento’, que já rendeu para o GEO nada menos que 226 medalhas, o ‘SAC Arte e Cultura’, uma mostra anual de conhecimento programada para acontecer no dia 1º de novembro, as ‘Aulas de Robótica’, que destacam a escola como protagonistas de diversos projetos na área, além das ‘Escolinhas de Esportes’, que têm revelado talentos que já atuam dentro e fora do país, em diversas modalidades, e ainda o diferencial do GEO de dispor de Sala de IPAD e Lousas Digitais Interativas em todas as salas de aula, feito pioneiro e ainda inédito, neste formato, em relação a outras escolas locais.

“A ideia, foi trazê-los aqui para fazer com que todos vocês conhecessem, em detalhes, todos os diferenciais de nossa escola, cujos projetos são resultados de reflexões coletivas que buscam avançar, cada vez mais, no sentido de dispor para os nossos alunos o que há de mais avançado no ensino, com um projeto pedagógico amplo, rico, inovador que, de fato, possibilita a expansão do conhecimento e isso não é algo que façamos sozinhos, mas, em conjunto, em equipe, por isso conto com todos vocês nessa jornada de avançarmos cada vez mais”, finalizou o professor Roberto, convocando a todos para expandirem essas informações extra muros da escola.

Cinquenta e quatro alunos do GEO viajam sábado para Campina Grande para 2ª fase das Olimpíadas de Química

As olímpiadas científicas existem para dar uma chance a estudantes que se interessam por alguma área do conhecimento e revelar novos talentos na Física, Química, Matemática, Robótica, Informática, Linguística, etc. Hoje, já existem instituições que avaliam e selecionam seus novos alunos através de medalhas alcançadas em olímpiadas do conhecimento. O Colégio GEO, com objetivo de proporcionar essa oportunidade a seus alunos, sempre estimula a participação deles nestes concursos. Exemplo disso é que neste sábado (17), 54 alunos dos 8º e 9° anos vão para a cidade de Campina Grande participar da segunda etapa das Olimpíadas de Química, que vão acontecer na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O professor de Física, Paulo Henrique, que também é coordenador do projeto de “Olimpíadas do Conhecimento” do GEO, afirmou que durante todo o ano são várias as competições que acontecem, cada uma com cerca de três fases. “São várias olimpíadas que acontecem durante o ano no país. Temos a primeira etapa que geralmente acontece com uma prova sendo aplicada na escola mesmo com a supervisão de professores e coordenadores daquela olimpíada em sua esfera estadual. Os selecionados, que atingem certa nota, vão para a segunda fase e assim por diante”, comentou o professor, frisando que a de Olimpíada de Química teve sua primeira fase no primeiro semestre do ano e agora os alunos estão se preparando para a segunda. A coordenação da Olimpíada de Química é da UEPB.

Ele conta que este ano a quantidade de alunos superou e muito a do ano passado nas Olimpíadas de Química. “Temos 54 alunos que vão participar esse ano da segunda fase. Ano passado foram 15 alunos do GEO Tambaú e 15 do GEO Sul. Esse ano temos 17 alunos só dos 9° anos do Tambaú. Estamos melhorando muito”, comemorou o professor. Paulo Henrique lembrou, inclusive, que os alunos do GEO têm dado um show das olimpíadas. Ano passado, por exemplo, estudantes da escola conquistaram três medalhas de Ouro nas Olimpíadas de Física, a mesma quantidade de medalhas de Prata e mais cinco medalhas de Bronze na edição 2018 da olimpíada.

Vale ressaltar que para participar de qualquer olimpíada do conhecimento o aluno não precisa ser “destaque” ou “prodígio”, nada do tipo. Não precisa ser nenhum “gênio” da Física ou da Linguística para participar. Basta ser interessado e comprometido com o conhecimento. O professor Roberto de Oliveira, diretor gral do GEO, afirma que na escola o aluno tem um aprofundamento dos conteúdos já visto, com nível de questões mais elevados para despertar a motivação. Por isso, a palavra ‘interessado’ e não ‘gênio’. “A maior competição que existe em uma olimpíada é aquela feita entre o aluno e suas próprias limitações. Isso é o que leva ao crescimento”, avaliou.

Inspiração

Atualmente, a maior inspiração para os jovens que competem nas olimpíadas é a deputada federal Tábata Amaral, astrofísica e cientista política formada em Harvard. Ela é um exemplo para milhares de jovens que buscam o sucesso através de seu conhecimento. Aos 12 anos, ela começou uma carreira como “atleta” do conhecimento. Ao todo, colecionou mais de 30 medalhas em olimpíadas de das mais diversas áreas e hoje conta sua história em diversos lugares. Em entrevista ao programa Conversa com Pedro Bial, por exemplo, ela atribuiu seu sucesso às olimpíadas. “Consequência de oportunidades que me deram acesso a uma educação de qualidade e também a sonhos bem diferentes”, disse ela.