AZ João Pessoa

Colégio GEO apresentará projetos pedagógicos para o ano de 2020 aos seus colaboradores

Um Projeto Pedagógico confere identidade à escola. É ele quem mostra a intenção da escola e de seus profissionais em realizarem um trabalho de qualidade e, por que não dizer, de personalidade própria. E para fortalecer essa linha de propósitos, o colégio GEO criou o “GEO Experience Colaboradores”, um evento que acontecerá na noite desta quinta-feira (15), no auditório do GEO Tambaú, destinado a apresentar todos os projetos pedagógicos da escola para o ano de 2020 aos seus colaboradores. O objetivo é compartilhar todas as informações sobre a proposta de ensino do GEO com os profissionais da área administrativa da escola das duas unidades: Tambaú e Sul.

A reunião acontecerá das 19h às 20h30 e contará com presença do professor Roberto de Oliveira, diretor do GEO, que comandará a ação. Na ocasião, a direção do colégio GEO e as coordenações pedagógicas da escola mostrarão seus objetivos pedagógicos para o próximo ano e apresentarão os projetos do colégio para os funcionários da área administrativa. O objetivo é fazer com que todos profissionais conheçam melhor a escola. Essa é a primeira vez que o evento é realizado para os colaboradores. “Os projetos do GEO são resultados de reflexões coletivas de nossos profissionais e de coordenações pedagógicas que pensam em como a escola e seus alunos podem ser ainda melhores no que fazem. E, nesse contexto, os profissionais do administrativo também estão incluídos, afinal de contas, eles também são parte de um grupo coeso e de identidade”, afirma o professor Roberto.

Vale ressaltar que além do programa de ensino regular da escola, que cumpre calendário proposto todos os anos pelo Ministério da Educação (MEC), o GEO vai além e também trabalha com outros projetos pedagógicos que perpassam o dia a dia do aluno. “Olimpíadas do Conhecimento”, “Projeto Fluência”, “Educacross”, “Monitoria” e “Super Colegial”, são alguns projetos que tiveram grande adesão do alunado e foram destaques desses últimos anos e que continuam a ser desenvolvidos pela escola dentro da proposta de expandir conhecimentos.

Para o professor Roberto de Oliveira, todo projeto pedagógico é uma construção e é preciso envolver a todos nesse processo. “Estar sempre renovando a prática pedagógica para elevar a qualidade do ensino é algo que alcançamos sempre que temos uma equipe pensando e caminhando na mesma direção”, ressaltou o diretor. Ele salientou ainda que cada projeto nasce de um pensamento ou necessidade coletiva, vislumbrando caminhos para melhorar a atuação da escola. “Não é algo que um diretor faça sozinho ou professor, mas um grupo, docentes e sua coordenação. Depois de projetado, o projeto precisa de todos para ajudar o aluno a alcançar suas vitórias e a se construir como cidadão do mundo”, concluiu o professor Roberto, convidando a todos para conhecer ainda melhor os projetos que vem por aí.

‘As agressões nossas de todo dia’ foi tema de palestra exclusiva do psicólogo Davoli para colaboradores do GEO em João Pessoa

O que fazer para melhorar as relações interpessoais, evoluir como ser humano, como trabalhar o egocentrismo que nasce e cresce com cada um de nós que se supõe o centro das atenções e distinguir isso de egoísmo, fazer uma reflexão sobre as regras das relações sociais que, atualmente, estão muito confusas, ter clareza sobre o que é certo, errado, o que pode ou não pode, e impor limites para não agredir o outro, não culpar o outro, sobretudo, no ambiente escolar. Essas foram algumas das reflexões trabalhadas durante uma palestra, exclusiva, do psicólogo e palestrante, Guilherme Davoli, para todos os colaboradores do Colégio GEO de João Pessoa. O encontro, realizado na unidade Tambaú, na noite desta quarta-feira (07), foi voltado para educadores, coordenadores e funcionários de todos os setores da instituição, que tem uma preocupação também com a formação cidadã de seus colaboradores.

“A escola é, se não a única, uma das únicas fontes onde essas questões podem ser trabalhadas, porque a sociedade chegou a tal nível que as pessoas pararam de dialogar, de trocar ideias, de pensar valores, conceitos e tudo mais. E o individualismo que é alimentado pelo uso excessivo da Internet, das redes sociais, de uma sociedade extremamente consumista, pode e deve ser quebrado dentro do ambiente escolar, porque na escola é possível criar situações de reaprendizado ao diálogo, onde jovens de uma mesma faixa etária, podem exercitar essa questão e tomar decisões em grupo”, explicou o psicólogo, dizendo que, desta forma, o jovem começa a perceber a importância do mundo para o outro e não apenas para ele mesmo.

Segundo o psicólogo, uma das coisas fundamentais nesse reaprendizado ao diálogo, são as atividades em grupo. “Não me refiro aquela ideia antiga de juntar uma turma para fazer um trabalho em grupo, mas, a uma visão diferente de trabalhar em conjunto, tanto que ao dar uma nota para um trabalho, o professor deve analisar o conteúdo, mas também o esforço do grupo em buscar as respostas”, enfatizou Davoli. Isto porque, segundo o palestrante, o mercado de trabalho hoje não quer alguém muito bom apenas no que faz, mas, ele busca alguém que sabe conversar, trabalhar em equipe, ajudar o outro, pensar como colaborador e não apenas como funcionário. “Neste contexto, a escola tem um papel fundamental, assim como a família. A escola não vai salvar o mundo, mas, ela ajuda a melhorar e iniciativas dessa do GEO, de reunir seus colaboradores em torno desta temátca, torna a escola um local ainda mais preparado para essa conduta”, disse ele.

Durante sua apresentação, Davoli ainda trabalhou questões como bullyng, suicídio, depressão, a distinção entre egocentrismo e egoísmo, empoderamento e ainda sobre o uso e importância das redes sociais. Sobre este último item, Davoli foi enfático: “As redes sociais, talvez, sejam as ferramentas mais fantásticas dos últimos anos, só que ninguém sabe usar direito, mas, a culpa não é delas, são as pessoas que se acomodaram com as redes sociais. Quer ver um exemplo do mal uso da internet. Uma coisa é eu usar o Google para responder uma pergunta e outra é virar escravo do Google e não pesquisar mais nada. A Internet é para dar uma ideia e estimular a pesquisa, mas não é isso que a gente vê hoje em dia. A rede social é fantástica, mas a conversa de verdade, olho no olho, precisa acontecer e é isso que vai na contramão das relações sociais”, reiterou Davoli.

Redes Sociais

Sobre o uso de redes sociais, como parte das atividades direcionadas aos colaboradores, houve ainda uma apresentação do diretor geral do SEB, Alessandro Marques. Ele começou mostrando um vídeo sobre “Revolução Industrial’, que foca as mudanças da sociedade, a partir da evolução tecnológica e seu impacto em vários setores do mundo moderno e depois, intercalando informações e apresentação de slides, Alessandro abordou diversos aspectos do bom e mau uso das redes sociais, a postura que pessoas responsáveis têm que ter no uso das redes, os limites para a liberdade de expressão, os cuidados necessários em manifestações públicas na rede, o caminho sem volta de publicações e suas implicações jurídicas, entre outros aspectos.

“As redes sociais são fantásticas e têm inúmeras possibilidades de uso, mas, é preciso ter cuidado ao se manifestar em redes sociais, porque o limiar da liberdade individual é tênue e muitas vezes difuso. O que é publicado não sai do ar. Publicou, já era, portanto, é preciso ter muita consciência e responsabilidade ao usar. Coisas aparentemente permitidas, não são e são passíveis de processos judiciais, demissões, destruição de reputações, etc, portanto, precisamos pensar antes de publicar”, disse Alessandro, pedindo, especial atenção ao uso do watzap. “Foi constatado que 77% dos incidentes no ambiente escolar são originados em grupos de watzap, portanto, redobrem o cuidado”, reiterou Alessandro, encerrando o evento dos colaboradores que contou com a presença do Guilherme Davoli.

Palestra de Davoli sobre mercado de trabalho ajuda estudantes do 3º ano do GEO a refletirem sobre suas próprias escolhas profissionais

Entender que profissões mudam diante de um mercado de trabalho oscilante, e que devemos estar prontos para a mudança; que uma profissão é parte da gente, não deve escravizar e que sua escolha não resolve a vida; e que se vive para fazer a diferença no mundo, movimentar ideias próprias ou de outras pessoas. Essa foi a essência da palestra do psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, que abriu o segundo semestre letivo dos alunos da 3ª Série do Ensino Médio do GEO Tambaú e do GEO Sul, na manhã desta quinta-feira (08). A proposta da apresentação, intitulada “Sonhos, desafios e perspectivas do mercado de trabalho”, faz parte do projeto GEO de educar para a vida e teve o objetivo de ajudar os jovens estudantes com informações que os ajudem na tomada de decisões que os impactarão pelo resto de suas vidas.

O evento, que teve início às 7h30 no GEO Tambaú e depois, às 10h, no GEO Sul, foi aberto pelo professor Roberto de Oliveira, diretor do GEO João Pessoa. Na ocasião, ele perguntou se os alunos descansaram nas férias e destacou o quanto momentos de descanso e reflexão como o da palestra em questão são importantes para eles, perto de escolher uma profissão, o façam de forma mais tranquila e segura. “Muitos de vocês passaram o mês de julho estudando. Tudo bem. Isso é bom, mas sem exagero. Vocês estão em um momento muito importante da vida. Precisam de orientação para pensar nos desafios que a vida trará com a finalização do Ensino Médio e estamos aqui para ajudá-los, não apenas nas salas de aula, mas, também através de outras atividades como essa”, destacou o diretor.

Em seguida, o psicólogo Guilherme Davoli, começou sua palestra falando em depressão. Ele explicou que a doença é diferente de “tristeza” e comentou que ela é muito comum nesta fase da vida que os jovens estão em função da pressão de escola, pais, família e amigos para realizar bem uma escolha. “Na depressão não temos claro nosso propósito, não compreendemos nossa realidade. Tristeza sabemos. Estamos tristes pela morte de alguém, pela decepção do fim de uma relação, enfim. Então, mais importante do que passar no exame é saber o que vocês querem fazer. Saber qual o propósito disso. Temos então, o sonho. Assim, estaremos livres da depressão”, disse Guilherme.

Ele confirmou que metade dos 127 alunos presentes no auditório do GEO Tambaú não tinha certeza do curso que fariam no ano que vem. “Se vocês ainda não escolheram, conversem com as pessoas. Não fiquem na pesquisa do Google. Quer fazer Direito? Converse com um advogado. Não aquele seu tio, mas alguém de fora da família. Vá ao Forúm. Veja qual o clima. Ele vai fazer parte de você e a atividade tem que dar sentido ao seu dia, não escravizá-lo”, orientou, acrescentando que se deve ter muito cuidado com a expressão “sou bom nisso”. É comum o aluno que acha que é bom em matemática e vai fazer engenharia ou gosta de biologia e vai fazer odontologia. “A verdade é que no decorrer do curso a necessidade da matemática vai diminuindo. Se for ortodentista, tem mais a ver com mecânica e funilaria do que com qualquer outra coisa”, brincou Guilherme.

O coordenador pedagógico do Ensino Médio do GEO Tambaú, André Luís, comentou que a palestra assume uma grande importância e necessidade nesse momento da vida dos alunos, tendo em vista que essa é uma decisão muito “solitária” e que é importante que a escola ajude nesse sentido também. “Eles estão cercados de uma insegurança que é normal nessa fase da vida. E quando a escola abre esse espaço é quando eles conversam, abrem um pouco de suas preocupações e a gente também consegue colocar ideias novas para eles. São muito produtivas as situações como essas”, avaliou o coordenador.

Curiosidade e flexibilidade não podem faltar

Ainda de acordo com o psicólogo, além de ter um propósito, ou seja, saber que “o ser o humano mexe com o mundo e com as ideias”, características como flexibilidade para a mudança e curiosidade para aprender fazem parte de um profissional do futuro. Ele enfatizou que se perguntassem a ele qual a perspectiva do mercado no futuro ele responderia que não sabe. “Ele é oscilante. Quando eu me formei, em 1979, havia 22 profissões apenas. Hoje são 187 cadastradas no Brasil. E a cada dia estão surgindo novas e deixando de existir outras. Isso é parte das mudanças trazidas pelas tecnologias. Exemplo disso é que antes o médico oncologista fazia tudo sozinho em um centro cirúrgico. Hoje, temos os físicos médicos que atuam junto e isso muda a configuração de um ambiente de trabalho. Precisamos estar prontos para essas mudanças, trabalhar naquilo que pode ser nossa fraqueza e seguir em frente, sempre curiosos e prontos para fazer mais do que o trabalho contratado, trabalhar em grupo, aprender mais”, comentou.

Ao final, ele lembrou a todos que a escola, pais e família esperaram muito por esse momento e que todos compreendem que é uma fase difícil. “Todos protegeram vocês para que chegassem até aqui. Ano que vem será diferente”, disse Guilherme, dando algumas dicas. “Quando for estudar deixem o celular desligado e quando for pegar, esperem uns 10 minutos. Pega uma fruta, uma agua. Isso é neurociência. Você está com informações importantes na cabeça e se pegar no celular, abrir a rede social, vai ‘entrar’ novas informações, estas sem importância para você e cheia de poluição visual”, afirmou.

A busca pela excelência

Para encerrar o encontro, o professor Roberto de Oliveira frisou a necessidade de se buscar não o sucesso, mas a excelência. “Fazer o que nos faz feliz. Esse é o ponto. assim, investimos toda nossa dedicação porque gostamos daquilo. O segredo é tentar ser feliz no que se faz. Ter um propósito e buscar a excelência”, afirmou o diretor. A fala do professor Roberto, inclusive, trouxe pontos que também chamaram a atenção de Lucas França, da 3ª Série A. “A palestra foi muito cativante e me mostrou que só devemos competir conosco mesmo. Não ser melhor do que ninguém, mas superar nossos desafios, alcançar nossos propósitos. Ele me deu uma nova visão e fiquei muito satisfeito”, comentou o estudante.

Já Maria Lucy Lopes, está entre aqueles que ainda não escolheram o curso e, por isso, também ficou muito feliz com a orientação que teve na manhã desta quinta-feira. “Achei sensacional a palestra. Prestei atenção a todos os pontos e absorvi também as dicas para fazer essa escolha mais acertada”, disse ela.

Além de passar toda a matéria do currículo para os alunos, também é papel da escola instigá-los! Sobretudo provocá-los e orientá-los rumo à capacidade de pensar criativa, original e criticamente e, se possível, vendo e participando de experimentos que mostrem na prática o que eles viram na teoria. É é justamente com esse propósito que o professor de ciências, Fábio Henrique de Andrade, frequentemente leva seus alunos para o laboratório, como fez nesta sexta-feira (09), com a turma do 6º ano manhã, da unidade GEO Sul, para estudarem o fenômeno da formação do solo e da ação da natureza ao longo dos anos

“É preciso repensar o estudo, torná-lo mais dinâmico e atrativo para essa garotada que vive conectada e não se contenta apenas com a teoria, por isso, gosto das aulas do laboratório que além de contextualizar o aprendizado, na prática, coloca os alunos como agentes do assunto estudado porque eles atuam verdadeiramente, se empolgam e assimilam mais o assunto colocando a ‘mão na massa’”, destaca Fábio.

A experiência vivida pelos alunos da 6ª série hoje versou sobre a formação do solo e a transformação que ele tem através da ação da natureza, com a ação do Sol, da chuva, da temperatura. Segundo o professor, foi feita simulações da ação do Sol na rocha, usando lâminas de vidro de laboratório (numa simulação de rochas), recipientes de louca refratária, álcool gel, pegadores de laboratório para entender como se dá a ação do Sol nas rochas. “Simulamos em poucas horas a ação que a natureza leva muitos anos para executar”, destaca o professor, lembrando que as aulas práticas desenvolvem as habilidades da turma e também os estimula ainda mais e estudar sobre os assuntos. “Dessa forma, eles colocam não só a mão na massa, como percebem claramente os fenômenos como se processam”, destaca Fábio.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que na escola, os alunos são constantemente, levados a pensarem além da teoria, tendo estímulos a partir de várias atividades e projetos que lhes proporcionam um aprendizado mais amplo. “Os alunos GEO têm acesso a uma educação muito mais completa, envolvente, marcante e estimulante e, neste contexto, as aulas práticas, de campo, nos laboratórios, fazem muita diferença”, finaliza o diretor.

Alunos da 3ª Série do GEO participarão de palestra sobre perspectivas do mercado de trabalho

Com o início do segundo semestre letivo e o fim de ano mais próximo, é hora de começar a pensar nos desafios que a vida trará com a finalização do Ensino Médio. A escolha de uma profissão, as profundas mudanças que a tecnologia tem nos proporcionando, novas regras para os negócios que estão sempre surgindo, diferentes maneiras de desenvolver talentos, de tornar-se bem-sucedido, são questões latentes nas mentes de jovens que estão na 3ª série do Ensino Médio. Pensando em ajudá-los a melhorar a tomada de decisões, o colégio GEO trará, nesta quinta-feira (08), o psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, para uma palestra exclusiva para todos os alunos da 3ª série do GEO Tambaú e Sul.

A palestra desta quinta-feira (08), intitulada “Sonhos, desafios e perspectivas do mercado de trabalho” está programada para acontecer das 07h10 às 8h50 no GEO Tambaú e das 10h às 11h20 no GEO Sul. O objetivo do GEO é auxiliar seus alunos em seus dilemas, trazer para eles perspectivas de um mercado em mudança, que requer profissionais extremamente qualificados e com vocação para suas atividades. Para o professor Roberto de Oliveira, os jovens não podem mais escolher uma profissão através do que “ouvem falar”. É preciso saber o que está fazendo. “A maior parte dos jovens consegue perceber a necessidade de colocação no mercado de trabalho, mas não se dá conta da importância de se realizar pessoal e profissionalmente. Quando entram no mercado, muitos se decepcionam porque não procuraram saber e nem a atender as exigências do mercado na profissão que escolheram”, comentou o professor Roberto.

Segundo ele, os alunos saem do Ensino Médio sem ter contato com experiências que poderiam colaborar com a decisão sobre sua carreira como, por exemplo, palestras que poderiam apresentar-lhes novas profissões, ou atividades voltadas a orientação vocacional. “No GEO prezamos por um processo de ensino que não se restringe à grade curricular para se ter boas notas no ENEM. O GEO sempre teve uma preocupação em formar cidadãos e, para isso, traz temas que fazem com que esses jovens reflitam sobre suas vidas num aspecto mais amplo”, disse Roberto, lembrando das ações que o GEO já realizou nesse sentido.

Preparando para os desafios da vida

Nesta última quarta-feira (07), por exemplo, Guilherme Davoli, que dará a palestra para os alunos da 3ª Série, também fez, no dia 07, uma apresentação para os colaboradores da escola sobre o uso responsável das redes sociais. Em março desse ano, outro momento importante, foi quando o GEO trouxe o escritor e psicólogo Clínico, Rossandro Klinjey, para fazer uma palestra aos pais de alunos e educadores da escola interessados no aprimoramento do relacionamento entre pais, filhos e escola. O evento, marcado por um público de duas mil pessoas que compareceu ao Centro de Convenções de João Pessoa, abordou a relação família-escola, destacando que é salutar a definição de papeis e atribuições de responsabilidades.

A ideia de trazer palestrantes está dentro de um processo educacional que enxerga uma realidade plural de informações. “O GEO tem um projeto pedagógico/educacional que o diferencia enquanto escola porque nosso foco não é apenas preparar o aluno para o ingresso na universidade, o que é atestado pelos ótimos índices de aprovação no ENEM, mas, para a vida em sociedade a qual exige que cada um saiba o seu papel e a melhor forma de vivenciá-lo”, finaliza o professor Roberto.

Alunos GEO além de metodologia exclusiva para estudos também receberam Cadernos dos últimos cinco exames do Enem como reforço

A metodologia AZ que provoca alta performance acadêmica e, consequentemente, expressivos resultados em aprovação, sejam no Enem ou em outros concursos que medem o conhecimento de estudantes do ensino médio, na Paraíba, está disponível, com exclusividade, para alunos do Colégio GEO. E além de contar com essa metodologia, os alunos das terceiras séries do Ensino Médio da escola, que tem duas unidades em João Pessoa, acabam de ganhar outro reforço significativo para aprimorar conhecimentos e se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio. Trata-se dos Cadernos do Enem com os testes dos últimos cinco exames, totalizando 900 questões. O material está sendo entregue desde a semana passada aos alunos e fazem parte do kit de material AZ dos estudantes das terceiras séries da instituição.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que ao receber os cadernos, os alunos são orientados para resolverem as versões Enem na quantidade de tempo que o exame oferece. Em seguida, os alunos têm uma correção via TRI e podem verificar as questões corrigidas com comentários. “Esse é mais um diferencial do GEO que possibilita ampliar o universo de estudos de nossos alunos, dando-lhe além de uma metodologia comprovadamente eficiente e eficaz, de forma exclusiva, mais um suporte para estudos”, destaca o diretor, lembrando que os alunos já estão fazendo uso dos Cadernos.

Psicólogo Guilherme Davoli dará palestra sobre redes sociais em João Pessoa

sobre redes sociais em João Pessoa

Não há dúvidas de que a modernidade alterou alguns hábitos das pessoas. Se antes se passava tempo em frente à televisão para “relaxar”, hoje, as pessoas também reservam um tempo de seu dia para alimentar a sua rede social e conversar com amigos virtualmente. Porém, a verdade é que a maior parte das pessoas não mede o impacto do que publica ou comenta, principalmente em sua vida profissional e é por isso que a atual discussão sobre redes sociais aborda aspectos de construção de uma imagem pessoal estruturada em personalidade, transparência e repertório. Pensando nisso, o colégio GEO trará, nesta quarta-feira (07), o psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, para uma apresentação, exclusiva, destinada a todos os educadores da escola, no auditório do GEO Tambaú, às 19h.

A ideia é promover um encontro onde tanto o colaborador quanto a direção do GEO reflitam sobre como está sendo utilizada essa importante ferramenta. “É preciso questionar-se na hora que comentar ou publicar alguma imagem. Escrever com erros ortográficos, usar linguagem ofensiva, fazer considerações negativas que envolvam religião, partido e discriminação racial ou social, pode custar caro e essa reflexão é o que queremos provocar na nossa equipe”, destaca o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira.

A palestra, intitulada “O uso responsável das redes sociais e a relação colaborador e a empresa”, reitera o professor Roberto de Oliveira, será uma ótima oportunidade para uma reflexão a respeito das redes. “O que é da esfera privada deve manter-se no privado”, comentou ele, destacando que se tem algo de importante nas redes sociais e que deve ser levado em consideração, além de aproximar familiares e amigos que estão longe, são as oportunidades”, destaca ele.

“Como educadores, é preciso que prestemos mais atenção em nossas redes, sejamos mais responsáveis e tenhamos atenção para não transmitir uma impressão negativa. As redes sociais são ótimas para quem sabe usá-las, tirar partido das vantagens. Acredito que o melhor delas é justamente a oportunidade. Saber quando organizações divulgam em primeira mão as suas novidades, promovem eventos virtuais, abrem canais para discussões online de temas oportunos, e o próprio acesso às informações compartilhadas”, finalizou o professor, apostando que esse será um evento super importante para toda a equipe pedagógica do colégio.

Diferenciais do colégio GEO são lembrados em treinamento que marcou o start para as matrículas 2020

‘Para ser insubstituível é preciso ser sempre diferente’. Essa famosa frase da estilista Coco Chanel foi muito bem empregada durante o kick off do colégio GEO, que reuniu os coordenadores pedagógicos das duas unidades de João Pessoa, além da equipe de colaboradores responsáveis pela condução das matrículas de alunos veteranos e novatos. Isto porque, o GEO tem inúmeros diferenciais pedagógicos, projetos e programas extraclasse e ações que o destacam no mercado, inclusive, com bons índices de aproveitamento no ENEM, o que lhe rendeu o primeiro lugar geral de Medicina em 2016, além de excelentes resultados em outras atividades que medem o conhecimento de seus alunos através de testes e avaliações nas mais diversas áreas.

O treinamento, que começou ontem e terminou nesta quinta-feira (1º), e aconteceu no auditório do GEO Tambaú, reviu conceitos e estratégias que vão nortear a conduta destes profissionais nas abordagens de pais, responsáveis e estudantes que já fazem parte da comunidade GEO ou que vão se incorporar a ela a partir de 2020. A consultora Luciene Bomfim e o Analista Comercial do SEB, Denis Marçal conduziram o kick off, uma espécie de pontapé inicial, que focou técnicas de vendas com ênfase nos seis passos do encantamento ao cliente.

“Nosso colégio tem diferenciais de mercado que o destacam como um excelente espaço de conhecimento e centro de formação não apenas no tocante a questão pedagógica, quanto na formação do aluno para a vida, e isso é um fator agregador que precisa ser destacado no momento em que as pessoas nos procuram com a intenção de ser inserido neste contexto através de seus filhos, nossos alunos, e nós precisamos estar preparados para que esse pai ou responsável, saia daqui com a exata noção de nosso potencial e diferenciais. Nós somos um colégio que agrega valor no sentido mais literal da palavra. Estudar no GEO é um investimento, cujo retorno, quando o aluno aproveita as ferramentas que disponibilizamos, é garantido”, destaca o diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembrando que o GEO é a única escola da Paraíba que disponibiliza uma plataforma de estudo personalizada com conteúdo específico direcionado para a área e curso que o estudante escolher.

De acordo com a direção do GEO, as matrículas para o ano letivo 2020, já estarão disponíveis em breve, nas unidades GEO Tambaú e GEO Sul. Os benefícios para matrículas antecipadas ainda serão definidos nos próximos dias. A data para a realização dos testes do Concurso de Bolsa também será divulgada oportunamente, mas, ele deve acontecer já no mês de setembro. As aulas recomeçaram nesta quinta-feira (1º) para todas as turmas e séries, das duas unidades.

Parada Pedagógica marca retomada das atividades do segundo semestre no colégio GEO

As aulas recomeçam nesta quinta-feira (1º), mas a equipe pedagógica das duas unidades do colégio GEO já começou, nesta quarta-feira (31), as atividades com uma ‘Parada Pedagógica”. A ação, que aconteceu no auditório do GEO Tambaú, reuniu professores e gestores em torno do tema ‘Competências Socioemocionais. Como ensinar e avaliar?’. A professora Francisca Paris foi a facilitadora do momento que foi precedido de um café da manhã intitulado ‘Café do Reencontro’. O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, deu as boas-vindas aos integrantes da equipe pedagógica enaltecendo o novo tempo vivido pela instituição.

A Parada Pedagógica reuniu todos os 170 professores das unidades GEO Tambaú e GEO Sul, além dos 15 gestores do colégio e coordenadores. “Esse encontro, cujo objetivo é iniciar um novo semestre refletindo sobre o processo educacional, acontece duas vezes ao ano, no início do ano e na volta do segundo semestre”, explica o professor Roberto.

Os professores se dividiram por segmento, onde fizeram planejamentos e debateram sobre os desafios e as perspectivas para o semestre que se inicia, traçando metas e objetivos para uma melhor qualidade de ensino na escola. A Parte I aconteceu das 8h às 10h e a Parte II, das 10h às 12h.

Sobre a professora Francisca Paris

Pedagoga, especialista em psicologia da Educação e mestra em educação. Atuou como professora desde a Ed. Infantil até a Universidade. Atuou como coordenadora pedagógica em escolas básicas. Foi Diretora de Departamento e Secretária da Educação de Ribeirão Preto. Foi diretora da Saraiva por mais de 10 anos. Atualmente, é consultora educacional.

Estudantes da Paraíba se destacam e são campeões em várias modalidades em Torneio Internacional de Robótica

Os alunos do Colégio GEO de João Pessoa que participaram, em São Luís (MA), do Torneio Internacional de Robótica (ITR), que aconteceu entre os dias 26 e 29 de junho, retornaram neste domingo a capital paraibana com distinções importantes, inclusive conquistando o primeiro lugar nas competições de Dança (Nível 3), Cabo de Guerra (Níveis 1 e 2), Sumô (Níveis 1,2 e 3), Corridas de Carros Autônomos e Dirigibilidade de Drone. No total, 16 alunos da escola participaram da competição que foi a reta final do Torneio Juvenil de Robótica (TJR), que aconteceu em 2018, em João Pessoa. O evento teve abrangência nacional e tem o objetivo de difundir a Robótica no ambiente escolar da Educação Básica até a Educação Superior.

O GEO competiu em São Luís em seis, das nove modalidades do evento. O professor de Matemática e Robótica, que acompanhou os alunos no Torneio, Jailton Soares, lembra que a preparação dos estudantes para esse evento começou em setembro do ano passado, quando as equipes do GEO conquistaram índices para participar da edição nacional, realizada entre os dias 29/11 a 02/12.18. “Com uma boa performance, os alunos obtiveram, mais uma vez, índices para participar deste torneio Internacional onde tivemos ótimas colocações”, explica ele, que estava acompanhado da professora de dança, Joelma Ferreira.

No computo geral do Torneio, o GEO conquistou treze podius, sendo campeão em todas as seis modalidades que competiu, ou seja, dança, sumô, MMA, cabo de guerra, dirigibilidade de drone e carros autônomos. A equipe DELAY, composta pelos alunos Antônio Farias, Arthur Aranha, Gabriel Oliveira, Ianna Eduarda, Letícia de Melo, Sara Camile, Vito Elias, Breno Rodrigues e Mikael Menezes, conquistou o primeiro lugar na modalidade dança.

A equipe GEOZINHO, formada pelos alunos Isaac Araújo e Yuri Augusto, ficou em primeiro lugar no Cabo de Guerra Nível I, além de ser campeã no Sumo MMA, nível I e terceiro colocado no Sumô Tradicional. Os alunos Akemi Almirante, Diogenes Italiano, Maria Clara e Valentina de pula, integrantes da equipe KILLOR OR RUN GEO THUNDER Kabulosos, conquistaram o campeonato na modalidade Cabo de Guerra Nível II, a segunda colocação no Drone e ficaram em terceiro lugar no Resgate no Plano.

Os alunos Arthur Aranha, Vito Elias e Breno Rodrigues, integrantes da equipe TITANOBOA, conquistaram o primeiro lugar da Dirigibilidade de Drone e também foram campeões no Sumô MMA Nível III, além de quarto lugar no Smô Tradicional. A equipe DELAY, formada pelos estudantes Antônio Farias, Gabriel Oliveira, Ianna Eduarda e Sara Camile, foi a campeã na Corrida de Carros Autônomos. A equipe LINDOBÔ, formada pelos alunos Maxwell Menezes, Mikael Menezes e Yan Faria, conquistou o primeiro lugar no Sumô Nível II. O aluno Hudson Murillo conquistou ainda o quarto lugar no Resgate no Plano.

Nesta etapa internacional, em São Luís, participaram 238 equipes, de 11 estados, além de grupos da Argentina e Uruguai. “Nossa participação foi, de fato, muito expressiva e significante, pois o nível dos estudantes era muito bom e nos destacamos bastante sendo campeões em várias modalidades. Voltamos para João Pessoa com a sensação do dever bem feito”, finaliza o professor Jailton.