Author: News Comunicação

Diferenciais do Colégio AZ João Pessoa destacam escola como espaço de vanguarda na cidade

A constante transformação digital vivenciada no mundo inteiro tem levado às escolas uma nova geração de alunos, com comportamentos mais autônomos, comunicativos e em contato com culturas de todo o globo. Em razão disso, muitos pais também tem procurado uma nova escola, capaz de preparar seus filhos para os novos desafios do mundo. O Colégio AZ em João Pessoa é uma escola voltada a esse propósito e que se propõe a ir além do conteúdo pedagógico e, também por isso, se coloca como um espaço de vanguarda na capital paraibana.

E a escola oferece projetos exclusivos e elaborados dentro desta forma mais ampla de educar, tais como, como a Liga das Corujinhas, a plataforma UBBU, o My Life, o Educacross, bem como o próprio “Ciclo PDCA”. A diretora da escola, Verônica Monteiro, explica que a escola está em sintonia com a educação do futuro, que exige protagonismo dos indivíduos. “A sociedade é o ambiente de provocações para essa nova geração. Então, não existe mais aquela sala de aula silenciosa, com conteúdos impositivos. Hoje ela é barulhenta, cheia de protagonismo, atividade, dinâmica e a escola precisa estar em sintonia com esse movimento. No AZ não existe espaço para passividade, nem num método ultrapassado baseado na memorização. Hoje, os alunos são extremamente ativos e posicionados e a escola precisa estar em sintonia com esse movimento”, disse ela.

O método da memorização em que o aluno muitas vezes “decorava” um conteúdo para uma determinada prova é ultrapassado. No AZ o aluno aprenda de verdade o conteúdo antes que novos aprendizados sejam inseridos no seu cotidiano. Trata-se do método PDCA, metodologia muito conhecida no mundo empresarial e que consiste em planejar (Plan), executar (Do), checar (Check) e atuar (Act) na correção das falhas que aparecem no processo. “Esse é um novo modo de pensar sobre a produção do conhecimento e a escola contemporânea estimula isso. No PDCA, o aluno identifica o erro, compreende onde falhou e corrige. Nesse movimento, ele assiste à aula, desenvolve o conteúdo através de exercícios de habilidade, faz testes, obtém o resultado e se ele não atingiu um bom desempenho em algum conteúdo, é porque ele precisa melhorar e faz todo o processo novamente para aprender”, explica a diretora.

Já os outros programas são estímulos para cada tipo de faixa etária. A plataforma Educacross, por exemplo, é formada por mais de 2 mil jogos, com mais de 2 milhões de desafios aliados à inteligência artificial e gamificação para desenvolver o engajamento e a aprendizagem em Matemática, Raciocínio Lógico e, mais recentemente, Português, no Ensino Fundamental. Este ano, o AZ João Pessoa ganhou o 2º lugar no Concurso Educalovers (baseado em cases sobre o uso da plataforma). Na escola o Educacross é utilizado de duas formas pelos alunos: livremente, através do que chamam de “Ilha de Matemática” ou direcionada, através de “Missões”. Nas Missões, os professores selecionam conteúdos específicos para exercitarem e com prazo para ser contabilizado para pontuação.

Aulas de informática? Não. Isso é outra coisa do passado. O AZ trabalha com o que chamam de ‘pensamento computacional’ através de uma plataforma digital chamada Ubbu que ensina Ciência da Computação e Programação usando vídeos, jogos divertidos e projetos desafiadores a crianças dos seis aos 12 anos. O aluno começa a estudar a história do computador até desenvolver programação e chegar a um projeto. Linguagem binaria, coeficientes, algoritmos, robótica, linguagem mesmo de programação. A experiência teve início em 2020, ainda no colégio GEO, e tem “feito a cabeça” das crianças com aulas distribuídas uma vez na semana na grade curricular.

Mas, o conhecimento técnico sem o emocional não adianta. Então, o colégio AZ também pensou nisso. A capacidade de se relacionar bem com os outros e consigo mesmo, mobilizar-se, articular-se e colocar em prática seus conhecimentos, lidar com as diferenças e gerenciar suas emoções são trabalhados no programa My Life de Educação Socioemocional. O projeto é alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e proporciona a formação integral de seus alunos para que eles desenvolvam seus potenciais e se tornem pessoas de sucesso. Baseado em vivências e conteúdos ampliados, o My Life foi criado através de uma parceria do Instituto Ayrton Senna com o Conexia Educação (Grupo SEB).

E pensando nos pequenininho da Educação Infantil o Colégio AZ também possui uma metodologia própria e inovadora para alcançar os resultados esperados inclusive os descritos na BNCC. A Liga das Corujinhas é um programa alicerçado no brincar e aprender. Ele estimula o desenvolvimento integral das crianças por meio do multiletramento e da multidisciplinaridade com auxílio de uma plataforma digital com jogos lúdicos e envolventes destinados também à promoção da cultura digital escolar.

E por falar em diferenciais, a estrutura física do AZ João Pessoa, voltada para o aprendizado, a troca cultural, o lazer e a convivência também destaca a escola no mercado paraibano da Educação. A nova arquitetura escolar (projeto assinado pelo escritório SZarquitetura) marca externamente a paisagem urbana de quem passar pela avenida Sen. Ruy Carneiro, em Manaíra. Internamente, tem o foco de integrar espaço e projeto pedagógico com criatividade e modernidade. “Nosso proposta é tornar o ambiente escolar mais acolhedor, onde o aluno além de ser estimulado a estudar possa também sentir mais alegria e entusiasmo em estar no colégio. É uma arquitetura escolar moderna que vai fazer muita diferença no dia a dia”, afirma Veronica, destacando que o AZ João Pessoa é uma escola de vanguarda, inovadora, diferenciada, moderna, antenada com a tecnologia e culturalmente engajada. E as matrículas para 2022 já podem ser feitas pelo www.azjoaopessoa.com.br.

Hospital Regional de Patos realiza 186 atendimentos e 11 cirurgias no fim de semana do Natal

O balanço de atendimentos no final de semana do Natal na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) mostra que, entre às 18h do último dia 24 até a meia noite deste domingo (26), 186 pacientes deram entrada na unidade, sendo que destas, 36 pessoas por causa de sinistros de trânsito. A unidade, que integra a rede estadual de saúde, realizou ainda 11 cirurgias, sendo dez procedimentos de emergência e uma cirurgia eletiva.

O dia de maior movimento foi no domingo, quando aconteceram 94 atendimentos na Urgência e Emergência da unidade, seguido do plantão do sábado, quando foram atendidas mais 74 pessoas. Na sexta-feira, entre as 18h e a meia-noite, outros 18 pacientes deram entrada na unidade com demandas diversas. Comparando os dados do plantão deste final de semana com o anterior, houve uma queda de 1% nos atendimentos de urgência e emergência e um aumento de 9% nos sinistros de trânsito.

Das 36 pessoas que se envolveram em sinistros de trânsito, a grande maioria delas, ou seja, 33 pacientes se acidentaram com motocicletas, houve ainda um caso envolvendo automóvel e outro sinistro de atropelamento. Oito pacientes tiveram que ficar internados para cuidados posteriores devido à gravidade dos ferimentos provocados pelos sinistros de trânsito. Dos pacientes que se envolveram em sinistros de trânsito, 30 eram do sexo masculino e outros cinco eram mulheres.

A maior demanda de acidentados foi oriunda da cidade de Patos, com 19 casos no total, seguida de Matureia, com três casos, e Coremas, com dois acidentados. As demais cidades registraram um caso cada uma, são elas: Cacimba de Areia, Catingueira, Conceição, Itaporanga, Piancó, Santa Luzia, São Bento, São José do Bonfim, São Mamede, Condado, Malta e de Olho D’água.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dor abdominal, queda da própria altura, dor no peito, dificuldade de respirar, dor renal, agressão física, desmaio, queda de nível, contusão diversa/pancada, dor de cabeça, entre outros motivos.

Das 11 cirurgias realizadas neste final de semana, quatro foram Vascular, três cirurgia geral, a mesma quantidade de cirurgia ortopédica e ainda um procedimento urológico.

Jeová foi o único deputado do sertão que votou a favor dos policiais e contra as mudanças nas regras da aposentadoria aprovada pela ALPB

A aprovação das mudanças nas regras de aposentadoria dos policiais proposta pelo Governo do Estado e aprovada pela Assembleia Legislativa na semana passada não teve o apoio, nem o voto do deputado estadual Jeová Campos. Apesar de fazer parte da base de apoio do governo, o parlamentar votou contra o Projeto 3.378/2021, que dispõe sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado da Paraíba (SPSM/PB). Jeová foi o único deputado do sertão a votar a favor dos policiais e contra as mudanças propostas.

“Eu não poderia votar a favor de uma proposta que retira direitos e que traz perdas salariais significativas para uma categoria tão importante para a segurança pública em nosso estado”, disse Jeová ao justificar sua posição contrária às propostas. Ele destaca que a matéria aprovada, e que ainda será sancionada pelo governador João Azevêdo, fixa requisitos para a passagem para a inatividade militar, muda a forma de fixar o valor dos benefícios de inatividade militar e as regras de pensão por morte militar, através de revogação e alterações em dispositivos do Estatuto dos Militares (Lei nº 3.909/1977) e da Lei da Remuneração (Lei nº 5.701/1993), além da Lei nº 4.816/1986.

O parlamentar cita que dentre os prejuízos que a categoria terá, caso a proposta aprovada pela ALPB passa e a ser Lei, está a redução de proventos para graduação superior, do adicional de inatividade e a revogação do artigo que aumentou a permanência dos Coronéis na ativa, o que poderá travar as promoções, além disso, do jeito que o texto foi aprovado, o militar não vai mais se aposentar com a patente adiante, mas com a que estava na ativa.

Grupo A. Cândido realizou Missa de Natal restrita aos colaboradores do administrativo e manutenção em respeito aos protocolos de não aglomeração

Mais um ano chega ao fim e o momento, como sempre, é de renovar as esperanças por dias melhores. Pensando assim, nesta segunda-feira (20) e aproveitando o momento de oração da semana, a direção do Grupo A. Cândido, realizou a sua Missa de Natal na garagem da Unitrans, em Água fria. A solenidade, que foi realizada este ano de forma bastante restrita, tendo sido apenas para os setores administrativos e de manutenção das empresas Unitrans e Santa Maria em respeito aos protocolos da pandemia, foi conduzida pelo padre Robson de Oliveira, pároco da Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa. O evento foi marcado por mensagens otimistas para 2022 e o agradecimento da direção das empresas aos seus colaboradores diante dos desafios vividos nestes dois últimos anos de enfrentamento à Covid-19.

O diretor do Grupo A. Cândido, Alberto Pereira, fez uma breve retrospectiva dos acontecimentos recentes, falou das dificuldades que tiveram que ser superadas e ainda persistem, agradeceu a colaboração dos funcionários para que as empresas pudessem superar as adversidades e desejou um Feliz Natal a todos e um ano com boas novas. “Estes últimos dois anos foi um tempo de muita aflição, dificuldades, onde enfrentamos o inusitado, mas, também foi o momento em que tivemos que nos reinventar, sermos ainda mais fortes, de entender que unidos sempre seremos mais fortes e sobretudo, de manter a fé, porque é ela quem nos sustenta nos momentos de aflição e dificuldades”, disse Alberto, desejando em seguida um Feliz Natal e um 2022 mais alegre e próspero para todo mundo.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, aproveitou a ocasião para destacar que em 2022 o Grupo A. Cândido completará 70 anos de existência e que este é o momento de acreditar que dias melhores virão para todos, tendo em vista o afastamento do período mais complicado da pandemia que tirou vidas e empregos de muita gente. “Foram dois anos muito difíceis para todos nós. Paramos nossas atividades por três meses durante lockdown e isso trouxe repercussão negativa para diversos setores. O nosso foi ainda mais difícil. Mas, agora é tempo de pensar em prosperidade. Algumas pessoas que saíram da empresa durante esse momento até já conseguimos trazer de volta e aos poucos nós vamos nos ajustando e retomando a nossa rotina”, comentou a dirigente.

“Em 2022 chegamos a 70 anos de vida de nosso Grupo, que começou com meu avô, o Sr. Argemiro Cândido. Se chegamos até aqui é porque tivemos um grupo de colaboradores também coeso, unido e isso não é fácil. Queremos aqui agradecer ao compromisso de todos, principalmente, durante os momentos mais difíceis que passamos. Que no próximo ano continuemos firmes no nosso propósito de oferecer sempre o melhor serviço ao nosso usuário e a defender o transporte coletivo público, e que vocês continuem acreditando e confiando nas decisões que tomamos até hoje”, destacou a diretora da Santa Maria, Larissa Nascimento.

O evento que também contou com falas dos colaboradores Ricardo, da Unitrans, e Mário, da Unidas, também contou com a participação do diretor do Sintur – Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de João Pessoa, Isaac Júnior. Todos reforçaram as dificuldades vividas pelo sistema de transporte público em tempos de pandemia e da superação no enfrentamento dos desafios que a situação exigiu de todos.

Estoque da farmácia do Hospital de Queimadas tem medicamentos e insumos para suprir a demanda da unidade nos próximos três meses

Referência para 16 municípios da região do entorno de Campina Grande, o Hospital Geral de Queimadas, que integra a rede estadual de saúde, atua com ambulatório, atendimentos de urgência, inclusive, ginecológicas, como maternidade, com internações clínicas e pediátricas e ainda com cirurgias de emergência e eletivas. E para assegurar a assistência que a população precisa dentro desta diversa prestação de serviço, a unidade tem especial atenção com os estoques de medicamentos, insumos e materiais. Atualmente, o estoque da Farmácia da unidade tem material suficiente para suprir toda a rotina para os próximos três meses, sem necessitar de fazer novos pedidos nestes próximos 90 dias.

A diretora Administrativa do Hospital, Eva Cordeiro, explica que a direção tem um olhar atento a essa questão e sempre se antevê nas compras. “A gente sempre trabalhou com uma margem de segurança para que dê tempo do produto chegar aqui antes que haja a falta, inclusive, porque como somos um serviço público precisamos obedecer todos os trâmites legais que passa por cotação, licitação, etc e isso demanda certo tempo e mesmo concluindo esse processo e fazendo o pedido há uma tempo para a mercadoria ser entregue, mas, ultimamente, estamos numa situação ainda mais tranquila porque conseguimos nos organizar de tal forma que o hospital tem estoque de produtos e insumos, não apenas na Farmácia, mas também no almoxarifado, que nos permite trabalhar com bastante tranquilidade”, destaca a diretora.

Na Farmácia, além da disponibilidade de medicamentos de uso regular para os próximos três meses, ainda há ainda a disponibilidade de itens que são considerados mais caros, a exemplo da Imunoglobulina anti-Rh, que tem uma matéria-prima importada que varia de preço em função do valor do dólar no mercado. O farmacêutico da unidade, João Paulo Guedes, explica que o soro é um anticorpo pronto, obtido a partir de sangue humano, que neutraliza o fator Rh e impede que a gestante desenvolva a eristoblastose fetal. “Esse soro identifica e neutraliza os anticorpos anti-Rh produzidos pelas mães do grupo sanguíneo Rh- negativo grávidas de bebês Rh+ positivo”, reitera ele.

A coordenadora da Farmácia, Maria Duarte Eulálio, complementa que além dos medicamentos, o estoque inclui diversos materiais médico hospitalar, a exemplo de filtros reanimadores para bomba de infusão, bombas, fios guias e outros materiais de alto custo. Segundo ela, com o pedido de insumos para a Farmácia que estão programados para chegar em dezembro, o hospital estará suprido até março de 2022. “Isso é muito bom porque nós temos a garantia de um atendimento pleno, em todas as necessidades de nossos pacientes”, finaliza a farmacêutica. A diretora administrativa lembra que outros setores da unidade, a exemplo do departamento de Nutrição e Manutenção também trabalham com estoques que asseguram o pleno funcionamento do hospital nas suas mais variadas necessidades. “Estamos vivendo um dos melhores momentos da unidade atualmente”, finaliza Eva Cordeiro.

Hospital Regional de Patos realiza 188 atendimentos na e 19 cirurgias no final de semana

A

Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou, entre as 18h do último dia 17 até a meia-noite deste o domingo (19), o atendimento a 188 pacientes, dos quais 32 eram pessoas que se envolveram em sinistros de trânsito. A unidade, que integra a rede estadual de saúde, realizou ainda 19 cirurgias, sendo oito procedimentos de emergência e mais 11 eletivos.

O dia de maior movimento foi o domingo, quando aconteceram 88 atendimentos na Urgência e Emergência da unidade, seguido do plantão do sábado, quando foram atendidas mais 65 pessoas. Na sexta-feira, entre as 18h e a meia-noite, outras 35 pessoas deram entrada na unidade com demandas diversas. Comparando os dados do plantão deste final de semana com o anterior, houve uma queda de 3% nos atendimentos de urgência e emergência e um aumento de 7% nos sinistros de trânsito.

Das 32 pessoas que se envolveram em sinistros de trânsito, a maioria delas, ou seja, 27 pacientes se acidentaram com motocicletas, houve ainda três sinistros envolvendo automóvel, um sinistro com uso de bicicleta e ainda outro com um veículo de tração animal.

A maior demanda de acidentados foi oriunda da cidade de Patos, com 14 casos no total, seguida de Piancó, com três casos, e de Coremas, Emas e São José de Espinharas, que tiveram dois acidentados cada uma, mas também houve vítimas das cidades de Boa Ventura, Imaculada, Mãe D´água, Matureia, Santa Teresinha, São José do Bonfim, Uiraúna e Teixeira.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, dor na coluna, dor no peito, dor pélvica, náusea e vômito, dor no tórax, agressão física, entorse ou torção,dor na perna, queda de nível, troca de SNE/SVD, entre outros motivos.

Das 19 cirurgias realizadas neste final de semana, nove foram Oncológicas, cinco Vascular, três Cirurgias Geral, uma BucoMaxilo e outra Ortopédica.

Na história do Brasil a atividade canavieira sempre foi vista sob a ótica da estratégia econômica e deve continuar assim

Não é de hoje que a cana-de-açúcar sobrevive bravamente às intempéries brasileiras. Como grande atividade econômica, de expressivos aspectos sociais, inclusive, ela sempre fez jus à atenção dos governos, desde a Colônia até a República. E não é para menos: como protagonista da ocupação efetiva da do Brasil Colônia, mais de 500 anos depois, é a cana-de-açúcar que continua sendo a grande aliada na geração de emprego e renda, principalmente, no Nordeste do Brasil. Na região, a matéria-prima do século XXI para a produção de uma matriz energética limpa e renovável está, mais uma vez, como bem disse o consultor do setor sucroenergético, Gregório Maranhão, em seu recente artigo: “está pronta, mais uma vez, para contribuir”.

Nas últimas décadas, a cadeia sucroenergética passou por importantes transformações e mudanças institucionais que impactaram diretamente em sua cadeia produtiva. Mesmo assim, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o setor sucroenergético ainda participa com 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, em estudo sobre “A Dinâmica Dos Empregos Formais Na Agroindústria Sucroenergética De 2000 A 2016”, o Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – CEPEA-Esalq/USP, destaca que a atividade também apresenta alto nível de formalização dentro do agronegócio: enquanto na atividade agrícola da cultura de cana-de-açúcar 80% das pessoas ocupadas são empregadas com carteira assinada, para a agricultura brasileira de modo geral essa taxa é de apenas 17%.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, José Inácio de Morais, isso significa força e sobrevivência. O dirigente afirmou que é preciso também confiança no setor. “Resgatar a história para provar o valor da atividade canavieira às vezes se faz necessário. Precisamos da confiança do governo para fazer o que sabemos fazer, que é produzir”, comentou José Inácio. Ele destacou ainda o contexto mundial e a necessidade de investimento nos campos. “Agora, vários países estão se voltando novamente para a produção de etanol de cana por ser um combustível renovável. Está acontecendo uma verdadeira revolução tecnológica voltada para práticas sustentáveis. Isso deve ser o gatilho para uma nova forma de ver o mundo e os combustíveis e com a cana sempre se adaptando”, comentou o dirigente, destacando a importância da atividade canavieira no contexto brasileiro.

Desde o século XVI convivendo com desafios de todas as ordens, a atividade canavieira sempre esteve presente na história da construção do país. Em seu artigo, o consultor Gregório Maranhão, frisou que pelos seus aspectos econômicos e relação custo-benefício, a cana-de-açúcar sempre teve seu destaque estratégico e depois institucional em vários momentos da história do Brasil. “Logo no início, a exploração do pau Brasil, abrindo clareiras na exuberante mata atlântica litorânea, para permitir na sequência, dar lugar ao plantio da cana-de-açúcar, trazida da Ilha da Madeira onde já era cultivada há vários anos, e que foi aqui aclimatada com grande sucesso no massapé tropical nordestino”, lembra Maranhão, frisando também as dificuldades à época pela carência de mão de obra, contando apenas com os indígenas, resistentes à submissão aos conquistadores.

Com a vinda de escravos africanos, a atividade se expandiu surpreendentemente: nos primeiros tempos da ocupação já se “contava com cerca de 30 engenhos produtores de açúcar e aguardente, capazes de carregar cinquenta navios por ano, com o produto destinado à exportação”. Tudo isso, segundo Gregório Maranhão, despertou o interesse e cobiça de outras nações, e foi iniciado o período das invasões. A partir daí, a cana-de-açúcar, sua produção, comercialização, moldaram as circunstâncias políticas e a atividade passou a necessitar de arcabouço institucional de controle e proteção.

“Vale ressaltar que desde sempre, observou-se que a atividade canavieira, sob a ótica da relação custo-benefício, mereceu a particular atenção da gestão governamental (…) alcançando todo o séc. XX e até este início de séc. XXI, período marcado pela segunda guerra mundial em 1939/45, pela criação no Governo Vargas do Instituto do Açúcar e do Álcool IAA, em 1933”, escreveu Maranhão, destacando o papel primordial do IAA.

Gregório lembra que o IAA funcionou durante mais de sessenta anos como agência reguladora setorial, disciplinando a interação entre os agentes participantes da cadeia produtiva, Usinas, Fornecedores de Cana e trabalhadores do Campo e da Indústria. “O IAA foi o advento do Proálcool concebido em caráter emergencial pelo Governo Militar como reação a crise do petróleo de 1973, bem como das enormes dificuldades que atravessava o Setor na ocasião, com o risco de demissão de milhares de trabalhadores”, argumentou o consultor, reiterando que a cana pode ser a solução para a crise do desemprego na região mais carente do Brasil, que é o Nordeste.

Semob encerra programa Humanizar 2021 com entrega de certificados e até medalha de Ser Humano Nota 10

Esse não foi um ano fácil, mas, mesmo com todos os problemas causados por uma pandemia que parou diversos setores e fechou as portas de empresas – algumas definitivamente – o sistema de transporte público de João Pessoa continuou mantendo o compromisso e sua qualidade de serviço. O atendimento, que é e sempre foi um dos pontos mais importantes compartilhados pelas empresas que formam o Grupo A. Cândido (Unitrans e Santa Maria), este ano de 2021 teve um importante apoio do projeto Humanizar, desenvolvido pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP). Nesta sexta-feira (17), aconteceu o encerramento do programa no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria, com a presença de representantes públicos do sistema e operadores. A ocasião foi uma oportunidade para valorizar o Humanizar como ação educativa e pequenas ações de empatia e humanidade no trânsito.

Com o tema “Humanização no atendimento do nosso cliente interno e externo”, a 5ª edição do Humanizar envolveu de forma singular 21 operadores – despachantes, coordenadores de área e fiscais – da Unitrans que participaram de 16 módulos do projeto entre os dias 27 de agosto e 10 de dezembro. Tendo em vista o amparo que proporcionou a muitos que perderam familiares e que conseguiram, através de exemplos e ensinamentos, praticar a empatia, o Humanizar cumpriu um papel importante tanto no trabalho, quanto na vida dessas pessoas.

O projeto é uma parceria com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de João Pessoa (Sintur-JP) e o Sest/Senat e tem o objetivo de sensibilizar os operadores do sistema de transporte público para otimizar o trabalho oferecido por eles. De acordo com a psicóloga da Semob, Sandra Araújo, facilitadora do Humanizar, este ano, o programa abordou temas como as relações interpessoais na qualidade do atendimento, resolução de conflitos, comunicação, ética e comportamento, trabalhando as emoções como: medo, raiva, tristeza, calma e alegria.

Em sua fala de abertura do evento, Sandra destacou a importância das parcerias e agradeceu a todas as empresas de transporte coletivo na pessoa do gerente de tráfego da Unitrans, Alisson Ricarte. “Alisson foi uma força para todas as empresas não só para o consórcio dele, mas todas as empresas. Antes víamos empresa por empresa, hoje não. É um sistema que hoje está muito unido e preocupado em melhorar ainda mais e Alisson fez isso muito bem”, comentou ela, que entregou certificados para cerca de 40 lideranças, entre coordenadores de área, despachantes e chefes de tráfego das empresas concessionárias de transporte.

Mas, o desafio maior de todos eles, para o gerente Alisson Ricarte, não esteve em assistir às 16 aulas online, mas em ser multiplicador desse conhecimento. “São mais de 600 pessoas para quem eles precisam repassar o que aprenderam”, frisou Alisson, explicando que essa é a verdadeira aprendizagem para mudar o mundo: a que acontece de forma coletiva.

O Superintendente Executivo da Semob, Marcos Antônio Souto Maior Filho, também falou sobre o trabalho conjunto e parcerias para a melhoria do sistema. “Esse é o programa que deveria ser feito sempre. Nós incentivaremos sempre. Falo pelo executivo, pelo prefeito”, disse o dirigente, agradecendo a todos. “A palavra é agradecimento nesse momento. Agradecimento e parabenização por um trabalho desse constante e indiscutivelmente necessário”, frisou ele.

Necessário também foi o que achou o despachante Gutemberg Souza. Ele foi chamado ao palco por Sandra porque ele foi um dos participantes que afirmou mais ter sentido a mudança que o programa fez não apenas no seu trabalho, mas na sua vida. “Quero agradecer a todos. Todos eles viram que eu precisava de apoio. Viram meu problema no Humanizar”, disse ele, referindo-se a desafios vividos no seio da família e que mexeram com seu emocional durante a pandemia.

Sandra lembrou a dificuldade que foi durante esses dois anos lidar com tanta insegurança, desesperança e negativismo. “O que foi levar todos esses sentimentos para casa? Demissão, a empresa fazendo malabarismos. Foi muita dor”, destacou a psicóloga.

Humanizar capacita para a colaboração

Mas, Gutemberg foi entre muitos auxiliados pelo Humanizar em 2021. A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, que representou também o Sintur na ocasião, encerrou o evento falando que foram dois anos de extrema dificuldade para todos, mas que nessas situações é que as pessoas mais aprendem, unem-se e se fortalecem.

“Perdemos gente pela Covid e também pelas demissões. Tudo isso foi como um trem em movimento que parou num freio brusco”, iniciou a diretora. “Paramos por três meses e vimos que muitos passageiros não sabiam andar de ônibus. Sabia que levava para a escola, por exemplo, mas se o usuário quisesse pegar outra opção, não sabia qual. Quando fizemos mudanças, víamos a dificuldade. E agora? Como vamos ensinar a todos? Quando vocês precisam de informação vocês recorrem a quem? Eles recorrem a nossos funcionários. E hoje nosso grande agradecimento é aos funcionários. Sempre a eles”, disse Lorena.

A diretora continuou explicando que o Humanizar foi de extrema importância nesse processo também porque tratou de temas muito urgentes no momento. Era preciso mais humanidade, mais união nesse período de pandemia. “Todos perdemos algo e estamos juntos e firmes. Espero muito que 2022 consigamos ter de volta tudo o que tínhamos. Até do RH tivemos que retirar e vieram vocês preencher essa lacuna. Para fazer melhor precisamos estar juntos. Quero agradecer a todos vocês do programa Humanizar por esse acolhimento e apoio”, finalizou Lorena Dantas.

Um motorista entre todos – Ser Humano Nota 10

Como o Humanizar contribui para o desenvolvimento das habilidades dos profissionais que lidam com situações vividas no trânsito todos os dias, um de seus participantes, o despachante Carlos Alberto, prestou uma homenagem a um colega motorista. José Maria, que atua na linha circular da Reunidas, foi o primeiro operador a receber a medalha Ser Humano Nota 10, que acabou de ser instituído pela Semob, haja vista a história contada pelo despachante.

Segundo Carlos Alberto, ele estava passando em seu carro particular quando observou o motorista José Maria sair de sua cadeira para ajudar um senhor que tentava subir ao ônibus com muitas sacolas. A ação do motorista, para Carlos, foi um exemplo de atendimento de respeito e qualidade ao usuário e , mais que isso, foi uma atitude humana, digna de conhecimento. “Então, como eu estava dirigindo, não filmei, mas anotei o número do ônibus e linha e passei para o pessoal da Semob para que reconhecessem a ação de José Maria”, disse o despachante, colocando a medalha em torno do pescoço do operador.

Aplaudido por todos, José Maria também recebeu um certificado das mãos da facilitadora da Semob, Fátima Araújo. “É apenas um papel, mas é para que todas as vezes que você olhe, você se lembre de sua ação. Ser humano nota 10 não é fazer tudo perfeito, mas é ter empatia e se colocar no lugar do outro”, explicou ela. Ao final, o motorista ainda ganhou da PRG Material Hidráulico, uma caixa de ferramentas. José Maria, emocionado, agradeceu e disse que deseja que o sistema cresça muito mais porque é com ele que ele sustenta a sua família.

Direção do Hospital de Queimadas reúne equipe para festejar os bons resultados da unidade em 2021 e reforçar compromissos para 2022

Referência para 14 municípios da região metropolitana de Campina Grande em clínica médica, obstetrícia e pediatria, além dos serviços de urgência e emergência para a 15ª região de saúde, o Hospital Geral de Queimadas vem cumprindo metas, superando desafios e ofertando à população de sua abrangência, uma assistência eficiente, ágil e de qualidade. E foi para comemorar tudo isso que a direção da unidade reuniu os funcionários, na noite desta quinta-feira (16). Ao som da voz e violão de Dênis Ferreira, a noite reservou gratas surpresas e memoráveis momentos, como o do sorteio de brindes, dos discursos, dos momentos de reflexão e agradecimentos, da homenagem ao ex-funcionário, Alexandre Cruz, falecido este ano. O evento foi encerrado com um jantar.

O diretor geral do Hospital, Dr. Flávio Daniel, foi um dos que discursou. Ele fez uma breve retrospectiva do ano que se encerra e agradeceu a sua equipe todo o empenho e dedicação para que a unidade não apenas cumprisse as metas, mas, se destacasse como referência de assistência médica/hospitalar na região. “Somos uma unidade referência em qualidade de atendimento, temos uma Casa abastecida com todos os insumos necessários ao pronto atendimento de nossos pacientes, trabalhamos em equipe, onde cada um, em sua competência, dá o melhor de si e isso reflete nos nossos indicadores inclusive, de reconhecimento não apenas de nossos pacientes mas, de toda a sociedade local”, disse ele, agradecendo e já chamando para a renovação deste compromisso em 2022.

A Diretora Administrativa, Eva Cordeiro, também se pronunciou, assim como alguns funcionários, a exemplo de Irailma Maciel, que falou em nome das coordenações de setores da unidade. “Chegamos ao final deste ano com nossa unidade plenamente abastecida, com estoque de insumos, medicamentos e materiais os mais diversos, para os próximos 90 dias sem necessitar de novas compras e isso demonstra o equilíbrio que atingimos e que nos dá tranquilidade de atender toda a nossa demanda”, disse Eva Cordeiro. O deputado estadual Doda de Tião e o ex-prefeito de Boqueirão, João Paulo Segundo, prestigiaram o evento e discursaram enaltecendo a importância do Hospital de Queimadas para a região. Os vereadores de Queimadas, Júnior Matuto e Madalena, também se fizeram presentes.

O ex-diretor da unidade, Francisco Guedes que, atualmente, é diretor geral do Complexo de Patos, também prestigiou o momento de confraternização, falou sobre a dinâmica do hospital, agradeceu o tempo em que partilhou momentos com os colegas da unidade e conduziu um momento de reflexão sobre a importância da união de forças para se atingir um objetivo comum. “Enquanto Flávio Daniel e essa equipe de gestão estiver aqui, continuarei com uma mão estendida sobre essa Casa, dando um suporte sempre que possível e necessário for, uma vez que foi aqui, que Deus me deu a benção para impulsionar minha carreira profissional e chegar até Patos. O filho que é grato nunca esquece suas raízes e minhas raízes estão em Queimadas”, disse Francisco, reiterando que o Hospital de Queimadas é outro depois da gestão de Dr. Flávio. Em seguida, Francisco conduziu um momento de reflexão cristã sobre a importância da união de todos para que o Hospital preste um serviço de excelência e para a preparação para a entrada do ano que se inicia breve.

A homenagem ao ex-funcionário Alexandre Cruz, que faleceu esse ano, a projeção de vídeos com as imagens de todos os colaboradores da unidade e de um vídeo motivacional, além do sorteio de vários brindes, doados pelo deputado Doda de Tião, por parceiros da unidade e pelos diretores do hospital, complementaram o roteiro da festa que brindou a Assistente Social, Maria das Graças Ramos, com o objeto de maior valor sorteado na noite: um microondas. A funcionária que não pôde participar do evento, porque estava de plantão, já recebeu seu presente. O Hospital de Queimadas tem 270 funcionários, incluindo o corpo médico e integra a rede estadual de saúde.

Jeová fala de sua emoção ao ver as águas do São Francisco chegarem ao sertão e seguirem seu fluxo para perenizar o Rio Piranhas

A chegada das águas do Rio São Francisco a São José de Piranhas, através do Açude de Engenheiro Ávidos, pelo Riacho Tamanduá, a partir da barragem de Morros, em pleno dezembro seco do Sertão paraibano, foi muito celebrada pelo deputado estadual Jeová Campos, essa semana. Em posse de diversos vídeos que recebeu e que circulam pela internet, inclusive da abertura de comporta da barragem de Morros que dá acesso ao Açude de Engenheiro Ávidos, Jeová falou de sua emoção em ver esse dia histórico finalmente chegar. “A felicidade é tanta que mal cabe em mim. É como se ela transbordasse com a chegada das águas do Velho Chico”, disse o parlamentar.

Mais conhecido como Açude de Boqueirão, Engenheiro Ávidos está no município de São José de Piranhas e é um dos maiores açudes do estado da Paraíba e o maior em se tratando daqueles que abastecem o Rio Piranhas, com capacidade para 255 milhões de metros cúbicos de água. O açude abastece a cidade de Cajazeiras e parte do perímetro irrigado de São Gonçalo (Sousa). “Esse é um momento singular, pois é tão necessário quanto bonito, devido à secura das terras. Essa água traz esperança e abre um novo horizonte de mais possibilidades, de progresso e desenvolvimento”, afirmou o deputado.

“Estou, verdadeiramente, tomado pela felicidade de ver um sonho de tão longos anos, lá desde 1980, estar se realizando. Gratidão infinita por esse momento”, disse o parlamentar que é um dos políticos paraibanos que mais defendeu a realização das obras da Transposição e um dos que mais cobrou do Governo Federal a conclusão dos trechos que ainda estavam inacabados.