Author: News Comunicação

Deputado reforça importância das Secretarias Municipais de Saúde do sertão regularem pacientes oncológicos para o Hospital do Bem

Funcionando desde 2018 em Patos, o Hospital do Bem, unidade oncológica que faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) vem prestando relevantes serviços aos pacientes com câncer no sertão. Nos primeiros anos atendendo quatro tipos de câncer – mama, Útero, Próstata e Pele –, desde o ano passado que a unidade, que integra a rede estadual de saúde, passou a atender outros tipos da doença, mas, mesmo assim, alguns municípios ainda encaminham pacientes com câncer para se tratar em Campina Grande ou João Pessoa, mesmo tendo um excelente serviço mais próximo de casa. “É preciso reforçar que nós temos um ótimo serviço em Patos, com uma grande estrutura de material e equipe técnica que acolhe e trata muito bem os pacientes oncológicos e que precisa ser mais conhecida”, disse hoje (10), o deputado estadual Jeová Campos.

O parlamentar faz esse alerta porque vivenciou em sua família o caso de um parente que tem câncer e mora em Cajazeiras, mas, ao invés da Secretaria de Saúde do município dele encaminhá-lo para Patos, fez o registro para tratamento em João Pessoa. “Esse meu parente, está desde setembro do ano passado com diagnóstico fechado, com todos os exames e laudos requisitados prontos, esperando para ser chamado para iniciar seu tratamento quimioterápico. Se ele tivesse sido regulado para Patos, ao invés de João Pessoa, provavelmente já estaria fazendo seu tratamento há tempo e talvez até estivesse terminando”, desabafou o parlamentar.

“O parente a que me refiro, depois que soube que em Patos ele poderia ter tratamento, voltou a Secretaria Municipal de Cajazeiras e pediu o redirecionamento de seu caso para Patos, o que já foi feito, com agendamento de consulta na mesma semana no ambulatório do Hospital do Bem, para essa sexta-feira (11) e, a depender desta consulta ele já deve começar a quimioterapia”, contou Jeová, agradecendo a agilidade do Hospital do Bem em marcar a consulta. “Semana passada, eu fiz uma declaração criticando o tempo de espera dos pacientes com câncer da Paraíba para terem acesso ao serviço de quimioterapia e agora estou aqui elogiando a agilidade da Central de Regulação e do Hospital do Bem. A gente tem que fazer críticas onde cabem ressalvas e elogiar quando o serviço público funciona bem”, reiterou o deputado.

Sobre o Hospital do Bem

Inaugurado em setembro de 2018, o Hospital do Bem não funciona de portas abertas. Os pacientes precisam ser regulados através das Secretarias Municipais de Saúde que fazem o agendamento através da Central de Regulação do Estado. A regulação se dá de forma ágil e rápida, uma vez que tudo é feito através de um sistema remoto. Uma vez regulado pelo sistema é marcado a consulta com o médico daquela especialidade e após a consulta é definido o tratamento e suas etapas. Além de atendimento ambulatorial, o paciente do Hospital do Bem dispõe de serviços de quimioterapia, internação, cirurgia e exames de imagens, além de punções e biópsias. A unidade tem 25 leitos e uma sala de quimioterapia com capacidade para atender dez pacientes simultaneamente. Prioritariamente, os serviços do Hospital do Bem são direcionados para a população dos municípios que compõem a 3ª macrorregião de saúde do Estado e os pacientes ainda dispõem de um Centro de Diagnóstico, que funciona todos os dias e está instalado dentro do Complexo Hospitalar de Patos, com a disponibilidade de exames de ultrassonografia com Doppler, tomografia, colposcopia, colonoscopia, endoscopia, eletrocardiograma e Raio X. Há ainda um laboratório de análises clínicas próprio que funciona 24h.

Deputado Jeová Campos critica aprovação de projeto que altera regras de registro de agrotóxicos e diz que Lula revogará

“O Brasil já liberou mais de dois mil agrotóxicos nos últimos quatro anos e essa lei chega para incentivar ainda mais o uso desenfreado de veneno na produção de alimentos no Brasil. Isso é um absurdo e se ela também for aprovada no Senado e sancionada por Bolsonaro, certamente terá vida breve, pois Lula, que será nosso próximo presidente, com certeza, não vai concordar com tal descalabro que compromete a saúde do brasileiro que, cada vez mais, adoece com câncer também causado por uso indiscriminado de agrotóxicos em nossos alimentos”, afirmou hoje (10), o deputado estadual e presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Jeová Campos.

O parlamentar se referia ao Projeto de Lei 6299/02 aprovado nesta terça-feira (09) pela Câmara dos Deputados, por 301 votos a favor, 150 contra e duas abstenções. O PL revoga a lei atual sobre agrotóxicos (Lei 7.802/89), mantendo alguns de seus dispositivos e revogando outros fixando prazo para a obtenção de registro de agrotóxicos no Brasil, centralizando no Ministério da Agricultura as tarefas de fiscalização e análise desses produtos para uso agropecuário e ainda prevê a concessão de registro temporário se o prazo não for cumprido.

“De fato a legislação que rege essa matéria é antiga, data de 1989 e não atende mais as necessidades técnicas de avaliação dos produtos, mas, daí a liberar o uso de agrotóxicos desta forma, centralizar decisões importantes apenas no Ministério da Agricultura, que hoje defende o agronegócio, é como bem disse a Miriam Leitão: é entregar o galinheiro para a raposa tomar conta”, afirmou Jeová, lembrado que esse ‘PL do Veneno’ é um retrocesso na política nacional de produção de alimentos. “Esse governo está acabando com o país e agora quer comprometer a saúde dos brasileiros e nós não podemos aceitar isso calados”, criticou o parlamentar, destacando que se o PL for aprovado no Senado do jeito que está uma série de exigências que tornam mais seguro a produção de alimentos no país deixam de existir em detrimento da saúde do povo. “Vamos lutar contra isso, mas, se for aprovado e sancionado, Lula revogará em 2023”, finaliza Jeová.

Complexo de Patos tem apresentado altas taxas de ocupação em todas as áreas da unidade

O caso do Sr. João Freire de Oliveira, de 61 anos, que estava aguardando uma vaga no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), desde a última segunda-feira (07), e conseguiu ser transferido da UPA Dr. Otávio Pires de Lacerda nesta quarta-feira (09), ilustra bem a situação da alta demanda vivenciada pela unidade e que tem lotado enfermarias e UTIs nas últimas semanas. E a lotação dos leitos não se restringe aos casos de pacientes com Covid. “Por mais esforços que a nossa equipe faça para remanejar leitos e colocar leitos extras, é preciso reiterar que nossa capacidade é de 156 leitos, dos quais 130 se destinam a internação em vários setores da unidade, incluindo os pacientes com Covid, e 26 leitos destinados a Urgência e Emergência”, afirma o diretor geral do CHRDJC, Francisco Guedes, lembrando que quando não há mais leitos disponíveis, só é possível admitir novos pacientes com a alta dos que estão internos.

O diretor técnico do Complexo, Dr. Pedro Augusto, lembra que a unidade teve um ambiente tranquilo em novembro e dezembro, mas, que em janeiro e até agora em fevereiro começou o agravamento de uma situação epidemiológica com o aumento dos casos de Covid e da gripe Influenza, além de uma crescente demanda por pacientes que necessitam de cirurgias e internações em função de outras doenças e problemas. “No plantão do último final de semana, por exemplo, a gente teve um aumento de quase 50% nos atendimentos de Urgência e Emergência em relação ao final de semana anterior e realizamos 26 cirurgias, sendo 20 de emergência e boa parte deste pacientes precisaram ficar internados para cuidados posteriores”, explica o médico.

Outras questões que também limitam a disponibilidade e rotatividade de leitos é a longa permanência de pacientes em UTIs e Enfermarias. “Atualmente, temos pacientes que estão na UTI à 39 dias, 38 dias, 30 dias, 26 dias e até um paciente que completou 107 dias de internação na UTI Covid”, afirma a Chefe do Núcleo Médico do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade que acompanha o fluxo nas UTIs cotidianamente. Nas enfermarias também têm pacientes que já estão no hospital há 22 dias, 20 dias, 19 dias, 18 dias e 15 dias. “Só a vacância e rotatividade de leitos nas situações de alta médica, de transferência ou de óbitos”, reitera a médica.

O diretor do Complexo explica que várias ações internas já foram adotadas para minimizar essa questão da falta de leitos frente à essa alta demanda de pacientes que necessitam de internação. “Uma das enfermarias do Hospital do Bem com 11 leitos, foi direcionada para acolher os pacientes da Ortopedia, essa semana colocamos cinco leitos extras na área vermelha, aumentando a capacidade de atendimento para nove pacientes, já que lá já existiam quatro leitos, redirecionamos pacientes de clínica cirúrgica para o setor de ortopedia, entre outras ações”, destaca Francisco Guedes, lembrando que os últimos dias não têm sido tempos fáceis. “Todos os dias a gente tem que se reinventar para poder atender a população em suas necessidades, mas é preciso que todos entendam que qualquer unidade de saúde, seja ela pública ou privada, tem suas limitações, mas estamos fazendo o nosso melhor”, reitera ele.

O censo de ocupação de leitos da noite desta terça-feira (08) mostrava que todos os sete leitos da Clínica Médica Masculina e todos os cinco leitos da Clínica Médica Feminina também estavam ocupados. Os 12 leitos de Ortopedia do Complexo e os outros 11 que funcionam no Hospital do Bem também estavam lotados. Os 10 leitos de UTI Covid também estavam ocupados na noite desta terça-feira, assim como os 11 leitos da área amarela (sendo um deles extra) também permanecia lotado. Os seis leitos de cirurgia geral e vascular masculino e os seis leitos de cirurgia geral e vascular feminino também estavam com sua capacidade máxima ocupada neste dia 8/02.

No setor Covid

Em relação a ocupação de leitos Covid no Complexo, o boletim da manhã desta quinta-feira (10) mostra que dos 10 leitos de UTI Covid, nove estão ocupados e dos 32 leitos de enfermaria Covid dezessete estão ocupados e mais dois pacientes já estão regulados para serem internados no setor de isolamento Covid da unidade.

Deputado Jeová Campos cumpre agenda em Brasília com pautas sobre recursos hídricos, educação e saúde

O deputado estadual Jeová Campos anunciou na sessão da ALPB, desta terça-feira (08), que vai cumprir agenda em Brasília, no restante desta semana. Em pauta, a questão do aproveitamento das águas da Transposição do Rio São Francisco e ainda a situação do Hospital Universitário Júlio Bandeira ( HUJB ) , de Cajazeiras. “É preciso aprofundar o debate sobre o que fazer com as águas da Transposição do Rio São Francisco e também defender que o hospital universitário infantil continue a atender de portas abertas”, disse Jeová ao anunciar a viagem

“Se antes a nossa luta era para a chegada das águas, que agora é real, o momento pede agora uma política de governo para aproveitar essa riqueza hídrica, seja na pesca, na agricultura, enfim, pouco adianta ter água corrente no Rio Piranhas e não ter projetos para aproveitar essa riqueza de forma inteligente e que promova o desenvolvimento e progresso”, disse o parlamentar que vai bater em ministérios afins para ver se há algum encaminhamento neste sentido pelo Governo Federal e sugerir algumas ações neste sentido.

Segundo o deputado, ele vai aproveitar essa agenda em Brasília para ir à sede do Ministério da Educação para tratar desta questão do Hospital Universitário de Cajazeiras. “Não tem sentido a unidade deixar de prestar os serviços de pronto atendimento às crianças de Cajazeiras e região. Isso representa um retrocesso para a saúde da região e prejuízo para as crianças que não mais terão pronto atendimento em Pediatria na unidade”, afirmou Jeová, que vai sugerir aos ministros da Educação, Milton Ribeiro, e da Saúde, Marcelo Queiroga, que contratem, em caráter de urgência, médicos Pediatras para o hospital.

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, aproveitou que Jeová vai à Brasília e pediu ao parlamentar para solicitar do Governo Federal a liberação das águas do São Francisco. “As águas do São Francisco estão inundando cidades com as cheias e aqui na Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará está faltando água. Boqueirão está somente com 28% de água. Não tem sentido nenhum o Rio com esse volume enorme de água e o Governo Federal segurando essa água porque não quer pagar os custos com gastos de energia para mover os equipamentos de bombeamento. Veja se consegue sensibilizar o ministro para liberar isso o quanto antes”, disse Galdino, desejando a Jeová uma boa viagem e assegurando que os requerimentos do parlamentar serão votados em plenário.

ALPB aprova Moção de Aplauso a estudante Yasmin Lucena autora de artigo sobre a importância da leitura

Recentemente, a jovem estudante paraibana Yasmim Lucena Lins, de apenas 13 de idade, surpreendeu a todos com um brilhante artigo, intitulado ‘A Importância da Leitura na Formação do Individuo e da Sociedade’. E, nesta terça-feira (08), os deputados estaduais aprovaram uma Moção de Aplauso reconhecendo o talento desta estudante paraibana. A iniciativa em homenagear a estudante foi do deputado Jeová Campos e foi aprovada, por unanimidade, durante sessão nesta terça-feira (08).

“Yasmin Lucena Lins, como dito acima, tem apenas 13 de idade, mas possui uma capacidade de entendimento de um jovem de idade mais adulta. Não temos dúvida que tudo isto é fruto de uma educação de qualidade. O Professor e Filósofo Paulo Freire destacava que a ‘Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo, portanto, a homenageada deve ter o reconhecimento deste Poder Legislativo Estadual Paraibano pelo que representa para a educação paraibana”, justificou Jeová.

A seguir, a íntegra do artigo:

“A leitura auxilia a vida desde o momento em que aprende[1]se os primeiros símbolos, portanto, esta não está vinculada somente a livros, mas também à imagens do cotidiano. O hábito de ler, seja por prazer, estudar ou para se informar, gera inúmeros benefícios como: estimulação da criatividade e da imaginação, maior conhecimento da norma culta e da língua escrita, formação de senso crítico e de interpretação e dinamismo do raciocínio, Contudo, muitos não desenvolvem tal costume, devido estrutura de ensino fraco, baixo estímulo ou a maior familiaridade com a tecnologia.

Para além disso, estudiosos apontam que o ato de ler é muito importante e prazeroso na medida em que reduz o estresse ao mesmo tempo que estimula reflexões. Por este motivo, esta prática deve ser desenvolvida desde a infância, assim teremos mais facilidade no desenvolvimento educacional dos indivíduos e da sociedade, sendo que tanto leitura quanto escrita são práticas sociais de suma importância que proporcionam o desenvolvimento do intelecto, cognição e comunicação humana.

Por ano, o brasileiro lê em média 2,43 livros, segundo pesquisas vários fatores contribuem para a falta de costume em ler, como analfabetismo, desigualdade social e falta de estrutura educacional que atinge 11,8 milhões de brasileiros de acordo com o IBGE. O estudo revelou que 30% da população nunca comprou um livro. Deste modo, leitura e informação são fundamentais na formação de uma sociedade consciente, sendo elas o meio de construirmos nossas próprias idéias e conceitos, criarmos e discernimos fatos e opiniões. A leitura nos completa, orienta, ajuda a discutir, fundamentar e questionar ideias, conceitos e normas. Somos o que somos enquanto sociedade, aprendendo cada vez mais a nos construir, através de leituras ou estudos éticos responsáveis pela nossa formação como cidadãos a optar a agir em nosso contexto social, pois um país rico é um país de leitores”.

Jeová chama atenção para a atual problemática de falta de pediatras para atendimento no Hospital Universitário Infantil de Cajazeiras

“Hoje, em Cajazeiras, estamos vivendo um momento bastante sensível no que diz respeito ao atendimento às crianças. E qual é o problema? É o reduzido número de pediatras de plantão, por causa do afastamento de alguns profissionais por conta do Covid e por outros motivos, mas, o fato é que por conta disso estão querendo reduzir o atendimento à população e acabar com o pronto-atendimento. Sinceramente, isso é um retrocesso profundo que prejudicará as crianças de Cajazeiras e região”, disse hoje (08) o deputado estadual Jeová Campos, durante sessão da ALPB.

O parlamentar disse que ao deixar de ser uma unidade de portas abertas, mesmo que momentaneamente, a saúde infantil de Cajazeiras voltará aos velhos tempos. “Vamos retroceder ao tempo em que nossas crianças não tinham esse atendimento e que precisavam se deslocar para unidades de outras cidades para serem atendidas. Isso não tem sentido”, reiterou Jeová, destacando que sua fala não era nenhuma crítica ao reitor da UFCG, Antônio Fernandes, mas o relato de uma situação preocupante. “Tenho admiração e respeito por Antônio, mas não posso me calar diante desta situação. Estou colocando o problema aqui e também o meu mandato para juntos encontrarmos uma solução para que o hospital universitário não deixe de atender como hospital de portas abertas, porque se fecharmos essa porta estaremos comprometendo a saúde das crianças do sertão da Paraíba”, disse Jeová, sugerindo a contratação emergencial de profissionais para assegurar esse serviço.

O parlamentar lembrou que o Hospital Infantil Júlio Maria Bandeiro de Melo foi criado em 1971, inicialmente, como uma fundação mantida pelo antigo INPS e que apesar de todas as limitações técnicas, o hospital tinha à frente um homem generoso, de coração cristão que fazia do sacerdócio da Medicina a sua vida. “Dr. Júlio Maria Bandeiro de Melo criou o hospital das crianças de Cajazeiras, que passou por muitas dificuldades até a chegada da UFCG, que fez a incorporação da unidade, o transformado em hospital federal e sendo um hospital federal pôde ter um atendimento mais qualificado”, finalizou Jeová.

Jeová diz que votará favorável aos pleitos dos policiais militares mas faz críticas à politização do movimento

“Qualquer proposta sensata que venha a melhorar a vida dos policiais militares da Paraíba eu votarei a favor, mas, concordo com a fala da deputada Estela de que não podemos circunscrever essa questão da relação do Governo com servidores públicos a uma categoria apenas”, disse hoje (08), o deputado estadual Jeová Campos, durante sessão na ALPB. O parlamentar se referia as matérias que tramitam na Casa que recaem sobre o futuro dos servidores públicos paraibanos, inclusive de Policiais Militares. Em sua fala, Jeová ainda criticou a postura do líder da Oposição, Cabo Gilberto que, segundo ele, está politizando o movimento dos policiais paraibanos com o intuito de enfraquecer o governo.

“Quero dizer ao líder da oposição, deputado Cabo Gilberto, que fique tranquilo, pois vou votar favorável a todas as propostas que melhorem a vida dos agentes de segurança pública, agora eu quero também dizer ao parlamentar que não trate a polícia da Paraíba como partido político, porque a polícia paraibana é um bem querer, uma necessidade, é um desejo de toda a sociedade paraibana e, sem dúvida nenhuma, uma importante categoria dos servidores da Paraíba. Eu tenho familiares na corporação e já disse a eles e agora estou dizendo aqui que vocês não aceitem serem tratados como partido político. Infelizmente, Cabo Gilberto quer transformar a PM num partido político e eu tenho que dizer publicamente que eu não aceito isso”, afirmou Jeová.

Na Polícia Militar não pode existir partido político, reiterou Jeová, o que tem que existir é o partido da segurança pública, o partido do povo paraibano para coibir o crime, para fazer repressão ao crime, mas, essa categoria, para qual eu tiro o chapéu, não pode ser massa de manobra do líder da oposição que está querendo formar um palanque com a categoria para derrubar o governo. “Eu tenho muitas críticas ao atual governo, mas não acho salutar essa conduta do líder da oposição que está incentivando a realização desta greve branca. O governo se tira pelo voto, não desta forma”, finalizou o parlamentar, reafirmando que vai votar em todas as propostas em favor dos militares da Paraíba.

PL que tramita na ALPB assegura à pacientes com Lupús os mesmos direitos e benefícios sociais de deficientes físicos e intelectuais

Os pacientes diagnosticados com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) poderão, na Paraíba, para efeito jurídico, ter os mesmos direitos e garantias dos benefícios sociais que pacientes atestados com deficiências físicas e intelectuais. Essa equiparação está sendo proposta pelo deputado Jeová Campos, através do Projeto de Lei nº 3.388 /2021. A matéria está tramitando na ALPB e estava na pauta desta segunda-feira (07) da CCJ, mas, por falta de quórum não houve a apreciação. O Lupús é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (em meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão.

O PL, no Art. 1º, estabelece que as pessoas portadoras da doença ficam com os mesmos direitos e garantias dos benefícios sociais das pessoas com deficiência física ou intelectual previstos na Constituição Federal. O §2º do referido projeto determina que fica assegurado também o atendimento prioritário às pessoas portadoras de Lúpus pelos estabelecimentos públicos e privados sediados no Estado da Paraíba, bem como fica assegurado às mesmas o direito ao uso de vagas de estacionamentos reservadas às pessoas com necessidades especiais.

O §3º do Projeto de Lei considera estabelecimentos públicos as agências bancárias, casas lotéricas, educandários, hospitais, clinicas, postos de saúde, farmácias, padarias, supermercados, hipermercados, atacadistas, postos de combustível, bem como todo e qualquer estabelecimento que ofereça atendimento ao público. E para fazer jus ao atendimento prioritário, a pessoa portadora do Lúpus Eritematoso Sistêmico deverá estar munida de documento firmado por profissional médico que ateste a sua condição.

O Art. 5º do PL ainda determina que os estabelecimentos deverão promover a ampla divulgação do conteúdo da lei em suas dependências e que o descumprimento do disposto na lei, sujeitará ao infrator imposição de multa em valor equivalente a 100 (cem) UFR PB vigente na data da aplicação da penalidade

Hospital de Patos registra aumento de 48% nos atendimentos de urgência no final de semana

O plantão de final de semana no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve muitas ocorrências. Entre às 18h da sexta-feira (04) e a meia noite deste domingo (06), a unidade realizou 26 cirurgias, sendo 20 de emergência e seis eletivas e teve um aumento de 48% nos atendimentos de urgência e emergência e de 29% nos sinistros de trânsito, em relação ao final de semana passado. Neste período, 213 pessoas deram entrada na unidade.
O plantão de maior movimento foi o do sábado, quando 97 pessoas foram atendidas, seguido do plantão de domingo quando deram entrada mais 83 pessoas. E das 18h até a meia noite da sexta-feira, mais 33 pessoas passaram pela Urgência e Emergência da unidade. Das 27 pessoas vítimas de sinistros no trânsito, nove precisaram permanecer internadas após os primeiros atendimentos. Foram 25 acidentados com motos e outros dois por atropelamento. Patos foi onde teve mais vítimas, com seis ocorrências, mas o hospital atendeu pacientes acidentados de outros 15 municípios.
Além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, com 26 casos, queda da própria altura (24), dor abdominal (18), dor no peito (10), queda de nível (7), náusea e vômito (6), agressão animal (6), dor no pé (5), agressão física (5), dor nos testículos (5), entre outros motivos.
Das 26 cirurgias realizadas no plantão do final de semana, a maior parte delas foi vascular, seguida de procedimentos de cirurgia geral, com oito casos, cinco cirurgias oncológicas e outras quatro ortopédicas. “Foi um final de semana bastante movimentado, haja vista o alto número de procedimentos cirúrgicos, sendo a maioria de emergência. Também tivemos um aumento de quase 50% no volume de atendimentos na urgência e emergência em relação ao final de semana passado, o que exigiu ainda mais de nossa equipe, que conseguiu atender toda essa demanda”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

No Dia Mundial do Câncer oncologista do Hospital do Bem destaca importância da prevenção e identificação precoce da doença

O Dia Mundial do Câncer, lembrado dia 4 de fevereiro, é uma iniciativa global da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e busca chamar atenção sobre a importância da prevenção e controle do câncer, além de levar questões atuais sobre a doença à população em geral. A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Xavier, que acompanha a rotina da unidade desde sua inauguração, reitera a importância de se identificar a doença em seu estágio inicial. “Nem sempre um diagnóstico precoce de câncer aumenta as chances de cura. Mas, como regra geral, o prognóstico de uma doença localizada costuma ser mais favorável do que na avançada e quanto mais cedo for descoberta a doença, melhores são as chances de sucesso no tratamento”, destaca a médica, lembrando que isso também melhora a qualidade de vida, já que possibilita a intervenção antes da necessidade de um tratamento mais invasivo.

A equipe do Hospital do Bem, unidade oncológica que faz parte do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), e vem prestado relevantes serviços aos doentes que moram no sertão paraibano diagnosticados com câncer de pele, útero, mama e próstata tem, sistematicamente, abordado com pacientes, acompanhantes e colaboradores a importância da identificação precoce do diagnóstico. “Realizamos, ao longo do ano, várias ações para chamar atenção sobre a importância da prevenção”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ele lembra que além da importância de se diagnosticar a doença em sua fase inicial, é preciso que o paciente tenha o tratamento adequado para seu tipo de câncer e o mais rápido possível.

No Hospital do Bem, por exemplo, quando o paciente chega à unidade para consulta com os exames já feitos e o diagnóstico fechado, ele começa o tratamento de imediato. “Já tivemos pacientes que começaram a quimioterapia no mesmo dia que fizeram a consulta no ambulatório. Mas, isso varia de paciente para paciente e depende de alguns fatores, tais como, quadro clínico do paciente, tipo de lesão, disponibilidade de espaço na sala de quimioterapia, mas, nossos pacientes esperam o mínimo possível para começar o tratamento seja ele medicamentoso ou cirúrgico”, afirma Francisco. Quando o paciente não tem os exames conclusivos, todos os encaminhamentos são feitos pela própria unidade para que se feche o diagnóstico e se comece o tratamento.

Francisco Guedes lembra a importância do Hospital do Bem e do quanto a disponibilidade de serviços oncológicos no sertão mudou a rotina, para muito melhor, dos pacientes do interior. “O Governo do Estado foi muito assertivo em trazer um hospital deste porte e com esse foco para o interior do estado e manter um serviço tão complexo e com uma qualidade desta, pois nossos protocolos são os mesmos dos melhores hospitais referência para pacientes com câncer do país, nossa equipe multiprofissional é bastante competente e comprometida e nossa estrutura também é muito boa e os nossos dados mostram que o serviço é muito importante para a região”, finalizou o diretor.

Dados do Hospital do Bem

Em quatro anos de atuação, atendendo os pacientes do sertão paraibano em quatro tipos de câncer: mama, útero, próstata e pele, o Hospital do Bem, que integra o CHRDJC, já realizou 25.441consultas oncológicas, 2.109 cirurgias, 10.097 sessões de quimioterapia e 1.755 internações. Além destes serviços a unidade também realizou, neste período de quatro anos, 363 punções de mama, 301 biópsias prostáticas, 360 biópsias de pele, 32 biópsias de ovário e 248 biópsias de colo uterino.

Somente no ano passado, o Hospital do Bem realizou 3889 sessões de quimioterapia e o ambulatório de oncologia da unidade realizou 8653 atendimentos. Foram feitos ainda 785 diagnósticos de Anatomia Patológica e Citopatologia, 32 biópsias de colo uterino, 99 biópsias Prostáticas, 58 de nódulos de mama, 18 de ovário e 254 de pele. O ano de 2021 ainda inclui a realização de 119 cirurgias mastológicas, sendo 39 Mastectomias Radicais com Linfadenectomia Axilar, 21 Mastectomias simples com Linfadenectomia Seletiva Guiada (linfonodo sentinela), seis procedimentos de Quadrantectomias com Linfadenectomia Seletiva Guiada, oito Linfadenectomias Axilar Unilateral e 45 Setorectomias de Mama em Oncologia.