Author: News Comunicação
Hospital Regional de Patos amplia capacidade de atendimento e disponibiliza mais seis UTIs para casos de Covid-19
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), que é uma das referências da rede estadual de saúde para atendimento de pacientes com coronavírus, vai ampliar sua capacidade de atendimento para casos graves da doença com a disponibilidade de mais seis leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no setor de isolamento Covid. Com os novos leitos que estarão disponíveis a partir desta quinta-feira (24), a unidade passa a ter 26 vagas de UTI. Além destes leitos, o Complexo tem mais 23 Enfermarias Clínicas destinadas exclusivamente para pacientes com Covid-19.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca a importância destes novos leitos. “Ampliar a capacidade de atendimento, justamente, num momento em que estamos percebendo um aumento no número de casos de Covid, inclusive, de evoluções mais graves da doença, muito nos tranquiliza. Agradecemos ao governador João Azevedo e ao secretário Dr. Geraldo Medeiros que se anteciparam a essa segunda onda de contágio ampliando os leitos nas unidades de saúde da rede”, destaca o diretor.
A equipe do Complexo, junto com a direção e o pessoal da manutenção terminou os últimos ajustes e detalhes de instalação dos equipamentos da nova UTI na noite desta quarta-feira (22). “Foi um esforço conjunto de todos para que tudo ficasse pronto para podermos disponibilizar esses novos leitos já a partir desta quinta-feira, coincidentemente, o dia em que também se comemora o Natal”, destacou Francisco, agradecendo o empenho de sua equipe para que tudo ficasse pronto. O espaço onde vai ficar os novos leitos de UTI foi totalmente reformado, com novas instalações elétricas, hidráulicas e rede de gases.
Os novos leitos fazem parte de um processo de ampliação de vagas nos hospitais referências da rede pública estadual anunciado pelo governador João Azevedo dias atrás. Além do Complexo Hospitalar de Patos, o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, foi contemplado com mais 10 leitos, o Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, com a oferta de mais cinco vagas e ainda o Hospital de Clínicas de Campina Grande, com a abertura de mais 15 leitos.
- Complexo Regional de Patos ganha mais seis leitos de UTI Covid
- Direção e profissionais do Complexo após conclusão das novas UTIs Covid da unidade
- Espaço dos novos leitos da UTI do Complexo de Patos
- Novos leitos de UTIs Covid-19 do Complexo
- Os novos leitos dispõem de todo o suporte para pacientes graves de Covid-19
- Os novos seis leitos de UTIs Covid-19 do Complexo começa a funcionar nesta quinta-feira
- Profissionais do Complexo que ajudaram na instalação da UTI
- Técnicos fazem os últimos ajustes de equipamentos na nova UTI do Complexo de Patos
Hospital Regional de Patos fechou balanço de novembro com o registro de quase quatro mil atendimentos
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) fechou o balanço de suas atividades em novembro com um saldo de 3.878 atendimentos, sendo 2.841 na Urgência e Emergência e mais 1037 atendimentos ambulatoriais. Os dados consolidados apontam ainda que a unidade, que é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano, inclusive no atendimento a pacientes com Covid-19, realizou 279 cirurgias, a maior parte delas de Ortopedia, e ainda 9.901 exames clínicos.
Das 279 cirurgias realizadas em novembro, 138 foram de Ortopedia, 65 procedimentos foram de cirurgia geral, outras 47 Oncológicas, 18 cirurgia Vascular, nove Bucomaxilo, além de um procedimento de Otorrino e outro de cirurgia plástica reparadora. Em relação ao mês anterior, que registrou 326 cirurgias, houve uma redução de 14% no número de procedimentos. “Essa redução se deu em função da demanda, não de restrição da unidade”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Em novembro também foram realizados pelo Complexo um total de 1.866 exames de Raio X, 1.811 tomografias computadorizadas, 319 Ultrassonografias e Ecocardiogramas, 437 Eletrocardiogramas, 51 diagnósticos por Anatomia Patológica e Citopatologia, seis Endoscopias, quatro Ressonância Magnética, três Imunohisoquímica e ainda uma Colonoscopia.
- Hospital Regional de Patos é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano
- O Complexo de Patos realizou 279 cirurgias em novembro
- O Complexo realizou no seu Centro de Imagens 1.811 tomografias computadorizadas em novembro
Morte de adolescente por doença rara reitera importância da implantação do teste do pezinho ampliado na rede de saúde da PB
Conhecida como Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose, a Fibrose Cística é uma doença genética, que pode ser diagnosticada pelo Teste do Pezinho. Ela atinge 1 a cada 10 mil nascidos vivos no Brasil e poderia ter sido diagnosticada precocemente no adolescente Pedro Lucas Lins Leite, de 14 anos, que faleceu nesta quinta-feira (17), no Hospital Universitário, em João Pessoa, por complicações da doença associada ao Covid-19, caso a Paraíba já tivesse, à época em que ele nasceu, o Teste do Pezinho Ampliado à disposição na rede pública de saúde. Coincidentemente, o adolescente é parente do deputado estadual Jeová Campos, autor da Lei 11.566/19 que disponibiliza o teste ampliado nas unidades da rede de saúde paraibana, em vigor há mais de um ano. O teste está em vias de ser implantado no Estado faltando, para isso, a conclusão da licitação das compras dos kits e insumos para realização dos exames.
“Por ironia do destino, acabo de perder um parente por complicações de uma doença que se tivesse sido diagnosticada precocemente poderia ter sido tratada a tempo de não comprometer a qualidade, nem o tempo de vida de meu primo”, lamentou o parlamentar que destinou este ano, exclusivamente, sua emenda impositiva no valor de R$ 1,2 milhão para ajudar na implantação do teste ampliado na Paraíba. “Fiz essa destinação porque acho importante que esse teste seja disponibilizado o mais rápido possível, dada a importância dele no futuro e na qualidade de vida das próximas gerações de paraibanos. Essa política preventiva para diagnosticar precocemente as doenças raras é fundamental para dar garantia de melhor qualidade de vida”, reitera Jeová, que se solidarizou com o luto da mãe, Maria Lúcia, e do pai do adolescente, Pedro Herculano.
Em entrevista publicada no site do Ministério da Educação (https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/fibrose-cistica-atinge-1-a-cada-10-mil-nascidos-vivos-no-brasil), a médica pneumologista pediatra, professora doutora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFG e supervisora do Programa de Residência em Pneumologia Pediátrica do HC-UFG/Ebserh, Lusmaia Damasceno Camargo Costa, explica que a Fibrose Cística é uma doença genética, rara e ainda sem cura. “Também chamada de Doença do Beijo Salgado ou Mucoviscidose devido ao fato de que o muco é viscoso, ou seja, as secreções do organismo são mais espessas do que o normal, dificultando a sua eliminação. Trata-se de uma doença de origem genética, transmitida de pais portadores para seus filhos. Não é uma doença contagiosa. Apesar de rara, no Brasil, a Fibrose Cística é uma das doenças raras mais comuns, atingindo 1 a cada 10 mil nascidos vivos no país. Com o desenvolvimento científico e a melhoria da assistência aos pacientes, a sobrevida vem aumentando a cada ano. Dados de registros internacionais apontam uma sobrevida média atual de cerca de 40 anos.
Ainda segunda a médica, a doença pode ser identificada a partir da suspeita clínica, pelos sinais de alarme, ou pelo Teste do Pezinho, ou ainda por ter um parente que tem a doença. “A partir da suspeita, é solicitado o Teste do Suor, que realiza o diagnóstico da doença, além do teste genético, que confirma e especifica qual o tipo de defeito genético (mutação) que a pessoa apresenta. Ressalto que o Teste do Pezinho ou Teste de Triagem Neonatal é fundamental e quanto mais cedo se detectar a doença e iniciar o tratamento, melhor será a qualidade de vida do paciente”, atesta a profissional de saúde.
- Pedro Lucas tinha apenas 14 anos
Não queremos tirar nada de ninguém apenas receber a nossa parte de geração de créditos de Carbono diz presidente da Asplan
A Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, que instituiu o ativo de crédito de descarbonização (CBios) deixou de fora o mais importante elo desse processo que são os produtores, uma vez que é no campo que acontece a maior parte de captura de carbono. “Como um Programa que se propõe a estimular a baixa emissão de CO2 deixa de fora quem participa diretamente dessa ação, uma vez que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala?”, questiona o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, os produtores não querem tirar nada das indústrias, apenas receber o que lhes é de direito.
O dirigente canavieiro reitera que da forma como o Renovabio foi concebido só contemplou as indústrias deixando de fora quem, de fato, participa ativamente da redução da emissão de CO2, que é quem planta. “Não estamos pleiteando nada de ninguém, nem muito menos queremos tirar os dividendos das indústrias. Queremos o que é nosso por justiça e merecimento. Não é no processo industrial que se reduz a emissão de CO2, é em todo o processo produtivo no campo”, reforça José Inácio, lembrando que as indústrias que produzirem com 100% de sua matéria-prima não vão precisar dividir o CBios com ninguém.
Os ganhos financeiros com o CBios, de acordo com José Inácio, precisam ser divididos para toda a cadeira sucroenergética e não apenas com as indústrias como está acontecendo agora. “Já perdemos a parte que nos cabe desse mercado de crédito de carbono na safra passada, estamos perdendo nesta também e não é justo que isso continue acontecendo. O que pleiteamos é uma justa revisão no Programa do Renovabio para que os produtores também sejam incluídos nos ganhos e contemplados com a parte que lhes é correspondente”, afirma José Inácio.
Segundo o dirigente da Asplan, a esperança da classe recai sobre o Projeto de Lei (PL 3149), de autoria do deputado federal paraibano, Efraim Filho, que tramita na Câmara e que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. “Esse PL tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio e esperamos que ele seja aprovado o mais breve possível. Não é possível que os deputados não votem favoráveis a uma matéria que corrige uma distorção absurda dessa”, disse José Inácio, adiantando que caso isso não ocorra, a categoria irá entrar na Justiça para corrigir essa distorção.
- José Inácio, presidente da Asplan
Comissão de Desenvolvimento da ALPB se posiciona contra privatização da gestão das águas da Transposição
Durante reunião remota na última segunda-feira (14), a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa deliberou que a Casa se colocará contra a privatização da gestão das águas do projeto de Transposição do Rio São Francisco como está propondo o governo Jair Bolsonaro. Aproveitando a decisão da Comissão, o deputado Jeová Campos propôs que a deliberação seja comunicada a bancada federal paraibana e as demais autoridades ligadas à questão de recursos hídricos do país, além da presidência da Câmara, do Senado e ao presidente Jair Bolsonaro.
“As águas da Transposição chegam para resolver um problema secular do setor setentrional do Nordeste e não tem sentido, a esse altura, depois de investimentos vultosos iniciados no governo Lula e depois no governo Dilma, já próximo da conclusão das obras, com o canal Caiçara-Engenheiro Ávidos, que a gente entregue à iniciativa privada a gestão das águas”, reforçou o parlamentar paraibano. Para Jeová, a água não pode ser tratada como uma mercadoria.
“Não podemos entregar a gestão das águas ao setor privado da economia, isso tem que ser gerido por uma política de Estado. A água não pode ser encarada como mercadoria, ela é um bem essencial, e um agricultor familiar não poderá fazer o seu roçado se tiver que pagar um valor alto pelo produto. Essa água terá que ser subsidiada e onde uma empresa privada irá subsidiar?”, questionou Jeová.
“Vamos nos posicionar formalmente contra essa privatização, pois precisamos ter um olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida dos nordestinos. Esse sempre foi o foco da Transposição e não pode ser desvirtuado”, finalizou Jeová.
ALPB aprova Projeto de Resolução que concede Medalha ao Padre Djacy Pereira Brasileiro
Os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, na sessão remota desta quarta-feira (16), o Projeto de Resolução 211/2020, de autoria de Jeová Campos, que concede a Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim – ao Padre Djacy Pereira Brasileiro. A justificativa da proposta é que o Padre tem relevantes serviços prestados ao Estado da Paraíba, especialmente, na defesa dos mais humildes e na luta pela conclusão das obras do projeto de Transposição do Rio São Francisco. Foi dele a iniciativa de construir uma cruz de latas e depois acampar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, visando chamando a atenção das autoridades constituídas, especialmente, do governo federal, para a extrema necessidade da execução do projeto de transposição para o povo nordestino.
A Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim, explica o parlamentar que também foi o autor do Projeto que criou essa honraria, é outorgada às personalidades que se destacarem nas áreas educacional e religiosa no Estado da Paraíba. “Pelos relevantes serviços prestados à Paraíba em face da sua atuação com princípios na área religiosa, abraçando diversas causas sociais, tendo em vista a dignidade da pessoa humana, pela luta que travou em favor do povo paraibano, especialmente os mais humildes, com destaque pela sua luta em prol da transposição de águas do Rio São Francisco, Padre Djacy é merecedor desta honraria”, argumentou Jeová, lembrando que o religioso foi membro efetivo do comitê pró-transposição.
Na justifica do PR, Jeová destaca que “no ano de 2007, com uma “cruz de latas” (que se tornou símbolo da luta por água), de aproximadamente dez metros de altura, Padre Djacy acampou em frente ao Palácio do Planalto e também percorreu diversas cidades da Paraíba, na sua luta pela água. No sertão, a sua maior preocupação foi com as vítimas da seca, seca esta que tanto castigou os sertanejos nos últimos oito anos”, destaca o texto.
“Por essas e outras contribuições, por justiça e mérito, como fruto de reconhecimento pelo incansável trabalho e, especialmente, pelas ousadas e vitoriosas lutas em favor da transposição de águas do Rio São Francisco, amparado em seu lema religioso: na fé, no amor e na luta, não temos dúvidas de que o homenageado, Padre Djacy Pereira Brasileiro, é possuidor de um vasto currículo e se habilita ao recebimento da Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim –Padre Rolim,outorgada pela Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba”, reitera o deputado autor da propositura. O Padre Djacy Pereira Brasileiro, atualmente, mora em João Pessoa, no Bairro dos Bancários, onde atua como vigário numa igreja no mesmo bairro.
Jeová propõe Moção de Pesar pelo falecimento de Francisco Matias Rolim ocorrido nesta quarta-feira em Cajazeiras
“O homem que levou a universidade para Cajazeiras, que fez obras de esgotamento sanitário no município em 1976 e tantas outras ações importantes não será esquecido pelos seus conterrâneos. Chico Rolim será lembrado como um grande líder político do povo cajazeirense”, disse hoje (16), durante sessão remota da Assembléia Legislativa, o deputado Jeová Campos, ao lamentar a morte do ex-prefeito de Cajazeiras Francisco Matias Rolim, mais conhecido como Chico Rolim, que faleceu nesta quarta-feira, aos 98 anos, de causas naturais. O parlamentar propôs uma Moção de Pesar e se solidarizou com a família de Chico Rolim.
Outros deputados da região, a exemplo de Dra. Paula e Júnior Araújo, se acostaram a manifestação e iniciativa de Jeová e pediram para subscrever a Moção de Pesar, assim como também enalteceram a importância do ex-prefeito e político para Cajazeiras. Chico Rolim foi prefeito de Cajazeiras por mais de um mandato, no total ocupou o cargo por 11 anos. Ele também foi candidato a deputado federal, ficando na suplência, mas chegou a assumir o cargo por um período.
Complexo de Patos atinge sua capacidade máxima na UTI Covid e 80% de leitos da enfermaria do isolamento estão ocupados
Mesmo com a expansão gradativa de leitos, eram 10 UTIs no começo da pandemia e agora são 20 leitos de Terapia Intensiva, com mais seis leitos em implantação e disponíveis nos próximos dez dias, o aumento do número de casos de Covid conseguiu lotar a UTI Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) de Patos nesta sexta-feira (11), atingindo 100% de ocupação. Das 19 enfermarias clínicas disponíveis, 17 estão com pacientes com coronavírus, o que representa 80% de ocupação do setor da unidade. “Infelizmente, chegamos a 100% de nossa capacidade de UTI Covid e pacientes que precisem de cuidados intensivos terão que ser atendidos em outras unidades referência da rede de saúde, porque só poderemos receber novos pacientes quando houver uma vacância na UTI, seja por alta ou por óbito”, lamentou o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Um dos hospitais de referência da rede pública estadual para casos de coronavírus no sertão paraibano, o CHRDJC nunca tinha atingido sua capacidade máxima, o que aconteceu nesta sexta-feira. A Chefe do Núcleo de Enfermagem do Complexo, Séfora Cândida, reforça a importância da contribuição da população num momento tão crítico da pandemia como esse. “A pandemia não acabou, inclusive, pelo aumento no surgimento de novos casos, e a vacina ainda não está disponível, portanto, população realmente precisa continuar adotando as medidas de proteção, a fim de contribuir com a redução da contaminação pelo vírus”, reitera ela, lembrando que o uso de máscara, a higienização freqüente das mãos e evitar aglomeração são medidas de prevenção importantíssimas na atual conjuntura.
Sobre leitos Covid
O Complexo tem, atualmente, 20 leitos de UTI Covid e está com 19 leitos de Enfermaria Clínica no isolamento. Nos próximos dias, a unidade ampliará sua capacidade de atendimento na Terapia Intensiva para casos de coronavirus para mais seis leitos, totalizando 26 leitos de UTI Covid. As obras para instalação desses novos leitos está em ritmo acelerado. Os novos espaços é fruto da política de expansão da rede de atendimento aos casos de Covid do Governo Estadual, através da secretaria Estadual de Saúde, que se antecipou com a ampliação de leitos Covid para melhor atender a população nessa segunda onda de contágio.
- A Chefe do Núcleo de Enfermagem do Complexo, Séfora Cândida alerta para os cuidados preventivos
- A UTI Covid de Patos está com sua capacidade máxima nesta sexta-feira (11)
- Todos os 20 leitos da UTI Covid de Patos estão ocupados neste dia 11.12
Serviço Social do Complexo de Patos consegue identificar paciente, mas ainda procura familiares e conhecidos dele
O paciente que até ontem (10) estava internado no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, sem identificação, já foi identificado, porém nenhum familiar ou conhecido dele foi encontrado. O Sr. Antônio Carlos dos Anjos, de 52 anos, ainda está na Ala vermelha, seu quadro inspira cuidados e ele ainda está inconsciente. Quem conseguiu identificar o paciente foi o Serviço Social da unidade que agora procura por alguém que seja parente ou conhecido dele.
O paciente, explica a Coordenadora do Serviço Social do Complexo, Suenia Mota, segundo informações de pessoas que freqüentam o Mercado Público é morador de rua e perdeu a mãe há algum tempo e é visto com freqüência no entorno do mercado. “Algumas pessoas disseram que ele tem uma filha, mas não souberam informar onde ela mora. Devido à gravidade do estado de saúde dele, é importante que a gente localize alguém da família ou algum conhecido”, reforça Suenia.
A Coordenadora do Serviço Social do Complexo lembra ainda que além de toda a assistência e suporte de saúde que estão sendo disponibilizados para o paciente, a unidade está empenhada em localizar os parentes dele. “Nestas circunstâncias, a gente percebe que o serviço de uma unidade de saúde é muito mais amplo do que o atendimento médico. Neste caso, por exemplo, estamos cuidando tanto da saúde dele, como o acolhendo com humanização na medida em que não estamos resumindo nosso papel à assistência médica e hospitalar. Até como missão humanitária, precisamos encontrar alguém que possa acompanhá-lo. Isso faz parte de nosso trabalho também e que muitas vezes nem é percebido pela sociedade”, destaca Suenia.
Ela lembra ainda que antes de ser trazido pelo SAMU para o Regional, na madrugada da quinta-feira (10), o paciente esteve no PA Maria Marques, onde teve uma parada cardíaca, ficou inconsciente e foi intubado, chegando ao hospital sem consciência e nenhuma documentação. “Como o SAMU não fez a ficha do paciente e ele não tinha documentação, nós nem sabíamos que ele já tinha sido atendido no PA. Tanto que fizemos um Boletim de Ocorrência registrando esse fato e só tivemos essa informação após a publicação de uma matéria de nossa assessoria de comunicação que repercutiu na Imprensa local”, explica Suenia, lembrando que se alguém conhecer o paciente ou familiares dele, pode entrar em contato com o Hospital pelo número 3415-7700 e pedir para falar com o Serviço Social.
- Coordenadora do Serviço Social do Complexo, Suenia Mota apela para alguém que conheça o paciente
Serviço Social do Complexo de Patos procura por familiares e conhecidos de paciente que está internado sem identificação e grave
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, está à procura da família ou conhecidos de um homem, que aparenta ter entre 40 e 50 anos, de cor branca, cabelos loiros e com fios brancos, de estatura entre 1,65m e 1,70m, que foi deixado pelo SAMU, na madrugada desta quinta-feira (10), sem nenhuma identificação. O paciente que se encontra em estado grave chegou ao hospital por volta de uma da madrugada, já chegou intubado e sem consciência e encontra-se na Ala Vermelha da unidade em estado considerado grave. O Serviço Social registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Patos, já que não há nenhuma identificação do paciente, nem mesmo a informação de onde o paciente foi encontrado.
“Precisamos localizar alguém que conheça esse senhor até para que seus familiares tomem conhecimento da gravidade da situação e também para identificá-lo, pois ele chegou aqui na unidade sem nenhuma documentação e o pessoal do SAMU nem fez a ficha dele porque também não dispunha de nenhum dado”, destaca a Assistente Social do Complexo que está de plantão na unidade nesta quinta-feira, Jeanércia Fernandes. A única informação que o hospital tem é que ele foi encontrado na rua desacordado, mas nem mesmo a localização do resgate foi informado para a unidade pelo SAMU.



















