AZ João Pessoa

Projeto socioemocional do Colégio AZ – Trabalha questões ligadas ao autoconhecimento, relações interpessoais e respeito às diferenças

O My Life está alinhado a uma base pedagógica de formação proativa, foi criado em parceria com o Instituto Ayrton Senna e é exclusivo das escolas do grupo SEB.

Uma pessoa inteligente tecnicamente, mas que não tenha a capacidade de se relacionar bem com os outros e consigo mesma, mobilizar-se, articular-se e colocar em prática seus conhecimentos ou que não saiba lidar com as diferenças e gerenciar suas emoções ficará excluída do mercado de trabalho no século XXI. Isso é fato e é com essa preocupação que o Colégio AZ João Pessoa trabalha o programa My Life de Educação Socioemocional. O projeto é alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é compõe a formação integral dos estudantes para que desenvolvam seus potenciais e se tornem pessoas de sucesso. Baseado em vivências e conteúdos ampliados, o My Life foi criado através de uma parceria do Instituto Ayrton Senna com o Conexia Educação (Grupo SEB) e tem deixado os pais satisfeitos com os resultados.

“Quem imaginava que o Instituto Ayrton Senna atuava apenas com a filantropia para ampliar o acesso da criança e adolescente à Educação, engana-se. A expertise da instituição vai muito além disso. Como uma das grandes pesquisadoras em Educação no Brasil, o instituto vem atuando também em projetos para a implantação de currículos alinhados à BNCC, um documento estruturado com competências gerais que devem nortear as escolas na busca não apenas das habilidades cognitivas, mas também socioemocionais, como: projeto de vida, autoconhecimento, empatia, relacionamento, cidadania, dentre outras”, destaca a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Veronica Monteiro.

Ela lembra que o programa My Life é trabalhado nos Ensinos Fundamental II e Médio no AZ e envolve metodologias e avaliações a partir de conteúdo programático de educação bilíngue e utilização de plataforma digital que integra escola, aluno e família. Segundo a coordenadora do Ensino Fundamental do AZ João Pessoa, Milagres Saldanha, o My Life é um projeto de extrema importância que agrega e completa a proposta pedagógica da escola. “É nosso projeto socioemocional que não só atende às habilidades emocionais e competências da BNCC, mas se configura em um grande projeto de vida, onde o estudante é estimulado a iniciar sua construção a partir do 6º Ano do Fundamental II até a 3ª Série do Ensino Médio, aqui no Colégio AZ”, disse Milagres.

“O AZ possui uma proposta que envolve a desconstrução de um ensino baseado na memorização. A escola nasceu com um indicativo de evolução não só acadêmica, mas integral do aluno. Assim, a parceria da Conexia Educação – que integra o Grupo SEB do qual o AZ também faz parte, com o Instituto Ayrton Senna permitiu a construção de aplicativos e materiais apoiados em bases pedagógicas da própria escola e proporcionou ao estudante o desenvolvimento de competências para atuar com proatividade, respeitar diferenças, lidar com suas emoções, agir com responsabilidade, bem como “aprender a aprender”, ou seja, saber se utilizar do volume de informações disponíveis no mundo conectado”, reforça a diretora Veronica.

Elísia Andrade, mãe de Júlia Carraro, do 6º Ano do AZ João Pessoa, afirmou que a sua experiência com o My Life foi de extrema importância para o desenvolvimento da autoconfiança e a descoberta de competências que sua filha não tinha conhecimento. “Como mãe, vejo minha filha descobrindo habilidades que ela não sabia que tinha e isso tem proporcionado autoconfiança para se posicionar. Somos novatos, viemos de Minas Gerais, também de escolas do grupo SEB, e aqui minha filha se adaptou bem, mas o programa ajudou porque é bom no sentido de mostrar a ela o quão competente ela é em algumas áreas e o que ela precisa melhorar. Além disso, estimula e envolve o aluno nesse processo de crescimento socioemocional que hoje está tão conturbado devido ao momento que estamos vivendo”, declarou Elísia.

Para Elísia, o programa é uma oportunidade de crescimento para os alunos. “Eu acho que o programa é tão importante quanto os componentes curriculares tradicionais como Geografia, Português, Matemática. Essa é uma geração líquida que não se prende a nada, que pensa que sabe tudo, mas não tem conhecimento apurado de nada, não se dedica a aprofundar. Para essa geração, o My Life vem a acrescentar não só para o indivíduo, mas também para família. Ele vem dar tranquilidade a questões que temos vivido como, por exemplo, falar sobre drogas. A autoconfiança para tratar de temas como esse é muito importante para o aluno porque faz com que ele se posicione diante disso tudo”, concluiu Elísia Andrade.

O objetivo do My Life é a construção de uma vida com mais significado. Milagres explicou que o programa orienta o estudante para o amadurecimento pessoal, a expansão das habilidades emocionais, a transformação intrapessoal e interpessoal. “Assim, ele poderá estabelecer relações mais frutíferas e saudáveis”, disse ela, detalhando a metodologia utilizada. “Hoje, o projeto integra o currículo uma vez na semana com professor qualificado para as aulas. O professor é um mediador e a aula se desdobra a partir de vivências e das trilhas que o estudante tem que desenvolver na realização de cada temática proposta”, disse.

O My Life foi desenvolvido com base nos dois principais pilares da Conexia, a Tecnologia e a Educação Bilíngue. “Essa construção se dá atendendo à especificidade de cada série e nível de entendimento dos estudantes na busca do autoconhecimento, do gerenciamento de suas emoções, tudo para que eles possam administrar suas habilidades emocionais para se conhecerem melhor e assim se relacionarem de maneira positiva e construtiva com os demais. Isso é inteligência emocional”, finaliza Milagres.

Atleta paraibano Daniel Azevedo ganha seis medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze no Torneio Norte Nordeste de Natação

Ele chegou ao Maranhão para disputar as provas do Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva como um dos favoritos, mas, terminou o campeonato como um dos mais premiado atletas da competição com a conquista de seis medalhas de Ouro, três de Prata e duas de Bronze e ainda ficou no 2º lugar no revezamento Medley Masculino e em terceiro no revezamento Livre. Estamos falando do atleta paraibano Daniel Azevedo que vem despontando no cenário nacional e internacional de Natação como um dos melhores nadadores de sua categoria, a Juvenil 2. Com apenas 16 anos, Daniel desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade e uma marca registrada de suas competições é sempre estar no pódio e, desta vez, em São Luis (MA), não foi diferente. Daniel também empatou tecnicamente com o atleta Gabriel Bandeira, do Amapá, em número de pontos absolutos na competição geral e ficou em segundo lugar como o atleta mais eficiente do Torneio. Como Gabriel tinha nadado 10 provas e Daniel nove, o troféu ficou com o Amapá.

Daniel foi campeão na prova dos 100 Costas, uma de suas modalidades de melhor performance, com o tempo de 57.83. A medalha de ouro nos 50 Borboleta foi conseguida com o tempo de 25.75, nos 50 Peito, ele sagrou-se campeão com o tempo de 29.89, nos 50 Livre ele terminou a prova com 23,98, nos 50 Costas ele foi vencedor com o tempo de 26.34 e nos 100 Peito fez o melhor tempo em 1.05.22.

E além de ganhar essas seis provas ( 50 Borboleta, 50 Livre, 50 Peito, 50 Costas, 100 Costas, 100 Peito) ficar em segundo lugar três vezes ( 200 Peito, 200 Medley e Revezamento Medley) e em terceiro duas vezes ( 100 Borboleta e Revezamento Livre), Daniel ainda conseguiu baixar seus tempos nas provas de 50 Livre (era 25.04 e baixou para 23.98), 50 Peito (era 31.48 baixou para 29.89), 50 Costas (era 26.67 baixou para 26.34), 50 Borboleta (era 26.73 baixou para 25.75), 100 Costas (era 58.83 baixou para 57.83), 100 Peito (era 1.07.12 baixou para 1.05.22), 200 Peito ( era 2.35.40 para 2.25.53), 200 Medley ( era 2.12.87 para 2.09.87) e 100 Borboleta ( era 58.73 e baixou para 57.63).

Para o atleta, que passou um tempo sem treinar em 2020, teve poucas competições ano passado e que no começo deste ano teve Covid, essa retomada gradativa aos campeonatos nacionais, este ano, está sendo muito positiva. “Ano passado foi difícil. Mas, não quero olhar para trás, o importante é que retomamos os treinos e os campeonatos e pelos resultados das provas que venho participando, especialmente, essa última, avalio que estou melhorando e chegando aos meus objetivos que, neste torneio, além de ganhar as competições era conseguir baixar meus tempos. Estou voltando para a Paraíba com seis medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze, um resultado até melhor do que projetei e com melhores tempos”, disse Daniel que estava acompanhado de sua mãe, a odontóloga, Danielle Azevedo.

O Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva foi disputado na cidade de São Luís (MA), entre os dias 23 e 25 de setembro. O nadador paraibano é campeão brasileiro e sul americano e é um dos atletas contemplados com o programa Bolsa Esporte, do Governo do Estado. “Esse apoio do Governo é muito importante para os atletas, pois é uma ajuda de custo que contribuiu com algumas despesas”, agradece Daniel que é estudante do 2º Ano do Ensino Médio do Colégio Geo/AZ João Pessoa.

A diretora geral da escola, Veronica Monteiro, parabenizou o atleta e lembrou que além de um grande nadador, Daniel é também um excelente aluno. “Daniel é atencioso, dedicado aos estudos tanto quanto a Natação, tem excelentes notas e a vantagem de dispor da plataforma AZ de estudos que pode ser acessada, via aplicativo, a hora que nossos alunos desejarem e de onde eles estiverem”, destacou Veronica, lembrando que por causa das competições, Daniel tem abonado suas faltas na escola, mas que sempre repõe as atividades e provas sem nenhum prejuízo para seu currículo.

No revezamento, que rendeu a medalha de Prata para o grupo dos quatro atletas paraibanos, participaram da disputa que começou com Arthur Leal, que nadou os 50 Costas, depois Daniel, que nadou os 50 Peito, Miguel Leal, nos 50 Borboleta e Flávio Eugênio, que encerrou a prova com os 50 Livre. “O segundo lugar foi uma conquista muito boa, pois o nível das equipes estava muito bom”, destacou Daniel que essa semana já retoma os treinos na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa, sob a coordenação de seu treinador, Stephano Vieira. Daniel integra a equipe do Clube Acqua R1 e também recebe apoio do Colégio Geo/AZ João Pessoa.

Premiação de melhor atleta da competição geral

Além de ter ganho as seis medalhas de Ouro, as três de Prata e as duas de Bronze, Daniel quase traz para a Paraíba o troféu de Atleta Mais Eficiente da competição na pontuação geral na Categoria Juvenil 2, já que ele teve o mesmo número de pontos – 163 – que o atleta do Amapá, Gabriel Bandeira. Mas, ele ficou em segundo lugar por causa do índice técnico. “Mesmo ele nadando uma prova a menos, já que Daniel nadou nove provas individuais e o outro nadador tinha competido em 10 provas, ele acabou tendo a mesma pontuação do atleta que levou o troféu, mas, como o outro atleta teve um maior índice técnico foi o que desempatou a decisão. Contudo, Daniel foi mais eficiente, já que pontuou a mesma coisa, tendo uma prova a menos”, explica Danielle, a mãe de Daniel, lembrando que na competição existiam mais de 100 atletas homens, de várias categorias e ele conseguiu ficar em segundo lugar absoluto, atingindo 163 pontos para o Clube Acqua R1.

Alunos do AZ estudam Ciência da Computação e Programação usando vídeos, jogos divertidos e projetos desafiadores através do Ubbu

Aulas de ‘computação’ ou ‘informática’ são coisas do passado. Agora esses conceitos foram atualizados e as escolas precisam estar atentas à nova geração de estudantes que buscam, sobretudo, conteúdos e formas de informação digital. Pensando nisso, o AZ trabalha com o que chamam de ‘pensamento computacional’ através de uma plataforma digital chamada Ubbu que ensina Ciência da Computação e Programação usando vídeos, jogos divertidos e projetos desafiadores. Os estudantes do GEO, dos seis aos 12 anos de idade que já vivenciam essa experiência desde 2020, terão agora com o AZ ainda mais conteúdo, através das aulas que acontecem uma vez na semana.

Segundo a Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental do AZ, Sara de Oliveira, através do pensamento computacional a criança vai além e se prepara melhor para as competências do futuro. “O aluno começa a estudar a história do computador até desenvolver programação e chegar a um projeto. Linguagem binária, coeficientes, algoritmos, robótica, linguagem mesmo de programação. É uma necessidade até dessas crianças que já nasceram na era digital”, comentou a coordenadora.

A plataforma Ubbu foi pensada para preparar o estudante para os novos desafios do mundo do trabalho, mas os resultados são imediatos. Estudos mostram que com o desenvolvimento do pensamento computacional as crianças resolvem problemas de forma mais rápida e melhoram seus desempenhos em matérias exatas. “São pessoas que vão para o mercado de trabalho com o pensamento lógico mais apurado e resolutivo”, reforça a coordenadora pedagógica. No Ubbu cada aula é composta por vários recursos que podem ou não ser recorrentes, tais como, vídeos, jogos, atividades e quizzes e os recursos estão organizados como slides, na ordem que devem ser dados na aula. Cada recurso tem instruções associadas onde o aluno encontrará informações de apoio à aula, resoluções de exercícios, e introduções e conclusões (no slide inicial e final de cada aula).

Ana Flávia, aluna do 6º ano do GEO Tambaú, afirmou que o Ubbu é um dos projetos de que mais gosta na escola. “Se quisermos fazer um jogo mais na frente, por exemplo, o programa ajuda a fazer isso junto a aplicativos. Na aula aprendemos a fazer os comandos de robôs também, temos projetos a realizar e a entregar. É muito bom e desafiador”, declarou Ana Flávia.

Vale frisar que o projeto de formação digital interliga conhecimentos e metodologias que desenvolvem nos alunos várias competências de pensamento computacional como o reconhecimento de padrões ou algoritmia; competências cognitivo-motoras; e outras essenciais que farão a diferença no futuro do aluno, como o pensamento crítico e a colaboração, sustentabilidade e cidadania, isso tudo através da tecnologia.

No AZ o aluno aprende jogando e se conecta melhor com atendência que desenvolve a confiança, o raciocínio lógico e a concentração   

Pesquisas no mundo inteiro já mostraram que jogar é uma das maneiras mais naturais e prazerosas que o ser humano possui para aprender. É uma estratégica cognitiva para explorar o desconhecido e vencê-lo. Basta lembrar-se da primeira infância, quando a criança ainda brinca de encaixar os blocos de madeira: ali ela experimenta, descobre e, assim, aprende. Essa é a dinâmica dos jogos. É por entender a incrível contribuição que essa ferramenta pode dar ao estudante, o Colégio AZ João Pessoa também investe na Educacross, uma plataforma de jogos já conhecida e bastante trabalhada pelos alunos no GEO Tambaú.         A plataforma é formada por mais de dois mil jogos, com mais de dois milhões de desafios aliados à inteligência artificial e gameficação para desenvolver o engajamento e a aprendizagem em Matemática, Raciocínio Lógico e, mais recentemente, Português, no Ensino Fundamental. A ideia surgiu em 2016 e foi idealizada não somente para satisfazer o gosto dos estudantes pelos jogos digitais, mas incentivá-los, por meio das atividades colaborativas, a pensar e a expressar suas ideias, melhorar capacidades cognitivas, trabalhar seus reflexos, raciocínio lógico, bem como seu foco e concentração.          A Coordenadora Pedagógica do Ensino Infantil e Fundamental Anos Iniciais do AZ, Sara Oliveira, explica que a proposta tem dado certo e os alunos (de 5 a 12 anos) têm chegado ao Ensino Médio muito mais confiantes. Ela destacou que a Educacross é utilizada de duas formas pelos alunos: livremente, através do que chamam de “Ilha Matemática” ou direcionada, através de “Missões”. Nas Missões, os professores selecionam conteúdos específicos para exercitarem e com prazo para ser contabilizado na pontuação.                “Temos uma ilha em que o aluno pode andar livremente e acessar o conteúdo direcionado à idade e turma. Toda vez que ele acessa a plataforma, ela dá uma devolutiva se ele está mais adiantado que sua turma, se ele tem alcançado as habilidades dos estudantes de sua idade ou mesmo se ele o aluno tem uma competência maior. O dash board informa tanto à escola, como informa aos pais e ao aluno, o resumo de como anda o desempenho dele e isso é muito bacana porque ele vai se auto avaliando, vai se alinhando e ficando mais confiante”, disse Sara.      O Educacross  utiliza os resultados dos jogos e os coloca em um ranking local e nacional de escolas que usam a ferramenta. Aluska Valentina, do 3º Ano, é uma das campeãs no assunto. Ela ingressou no GEO em 2020 e hoje é 1º lugar no ranking Educacross do colégio. “Minha filha se desenvolveu e aprendeu muito no Educacross. Esse foi um programa que ela se interessou logo e alcançou os primeiros lugares”, diz a mãe de Aluska, Joelma Moura. “Ela é super atenciosa, estudiosa. Só tenho a agradecer à escola, à equipe. Quero que Aluska vá até a Universidade estudando com essa equipe”, comentou Joelma. E não é de hoje que a escola apresenta ótimos resultado: o GEO foi tricampeão nacional no Educacross.        Durante o isolamento causado pela pandemia, o Educacross foi um dos aplicativos de jogos mais procurados na internet. A plataforma de Ensino e Aprendizagem de Lógica e Matemática criada pela Edtech Cross Reality, nascida na Incubadora da Supera Parque, campus da USP, em Ribeirão Preto, liberou gratuitamente o acesso para as escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Hoje, a plataforma está presente em todo o país e com forte presença do Nordeste.

Daniel Azevedo confirma favoritismo e já acumula três vitórias no Torneio Norte Nordeste de Natação disputado no Maranhão

Das quatro provas que participou até agora no Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva, sendo duas ontem (23) e mais duas nesta sexta-feira (24) pela manhã, o nadador paraibano Daniel Azevedo foi vencedor em três delas – 100 Costas, 50 Borboleta e 50 Peito – e vice-campeão no revezamento. Além de ganhar a medalha de Ouro nas três provas, o atleta ainda conseguiu baixar seus tempos. O campeonato está sendo disputado na cidade de São Luís (MA), entre os dias 23 e 25 de setembro e Daniel está inscrito para nadar oito modalidades, na categoria Juvenil 2. O nadador paraibano é campeão brasileiro e sul americano e é um dos atletas contemplados com o programa Bolsa Esporte, do Governo do Estado.

Daniel ganhou a prova dos 100 Costas, uma de suas modalidades de melhor performance, com o tempo de 57.83. A medalha de ouro nos 50 Borboleta foi conseguida com o tempo de 25.75 e nos 50 Peito, ele sagrou-se campeão com o tempo de 29.89. “Eu estou muito feliz pelos resultados, consegui baixar meu tempo e pretendo melhorar ainda mais nas outras provas”, disse Daniel antes de subir ao pódio e deixar-se fotografar com a três medalhas de Ouro ganhas ontem e hoje.

No revezamento, que rendeu a medalha de Prata para o grupo dos quatro atletas paraibanos, participaram da disputa que começou com Arthur Leal, que nadou os 50 Costas, depois Daniel, que nadou os 50 Peito, Miguel Leal, nos 50 Borboleta e Flávio Eugênio, que encerrou a prova com os 50 Livre. “O segundo lugar foi uma conquista muito boa, pois o nível das equipes aqui está muito bom”, destacou Daniel que ainda tem mais quatro provas para mostrar o seu talento.

No total, nesta competição disputada em São Luís, Daniel vai nadar os 50 Borboleta, 50 Costas, 50 Peito, 50 Livre, 100 Borboleta, 100 Costas, 100 Peito, 200 Medley, 200 Peito, fora os revezamentos. “Eu treinei bastante e estava confiante de bons resultados e estou muito feliz e espero ganhar outras medalhas até o final do campeonato”, comentou o nadador que é campeão brasileiro e sul americano. Daniel integra a equipe do Clube Acqua R1, é orientado pelo treinador Stephano Vieira, que o acompanha nos treinos que acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa.

Atleta paraibano Daniel Azevedo participa em São Luís do Torneio Norte Nordeste de Natação como um dos favoritos

O atleta paraibano Daniel Azevedo se prepara para disputar mais uma competição de natação. Desta vez, ele participará do Torneio Norte Nordeste de Clubes Inverno – Troféu Walter Figueiredo Silva, que será realizado na cidade de São Luís (MA), no período de 23 a 25 de setembro. Nesta quinta-feira (23), Daniel participa de sua primeira prova competindo pelo melhor tempo dos 50 metros Borboleta. Nadando na categoria Juvenil 2, o atleta que é campeão brasileiro e sul americano, disputará mais oito modalidades até o dia 25. Ele declarou que vai para o torneio com o desejo de reduzir suas marcas, principalmente, no nado Costas, sua competição de melhor performance.

Daniel desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade. Uma marca registrada já de suas competições é sempre estar no pódio. No seu perfil mantido pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA, o resumo traz 10 participações internacionais com 6 medalhas de ouro; 56 participações em campeonatos nacionais, com 12 medalhas de ouro, 10 de prata e 6 de bronze; além de 158 medalhas de ouro em campeonatos estaduais e nada menos que 20 recordes nacionais e dois internacionais quebrados por ele. Uma de suas melhores marcas foi nos Jogos Sul Americanos Escolares, em Assunção – Paraguai, quando concluiu a prova dos 50 metros costas com 27.92 segundos, ficando com a medalha de ouro na categoria.

No Torneio Norte Nordeste, Daniel disputa pela categoria Juvenil 2 e vai nadar os 50 Borboleta, 50 Costas, 50 peito, 50 livre, 100 Borboleta, 100 Costas, 100 Peito, 200 Medley, 200 Peito, fora os revezamentos. “Estou bastante ansioso para essa competição. Treinei bastante porque quero baixar todos meus tempos, principalmente costas e medley e sair, se possível, com medalha em todas as provas”, comentou o nadador. A competição acontecerá em piscina de 25 metros.

Nos 50 metros nado costas, Daniel tem a marca dos 27´´39 ( 1º N/NE); nos 100 Costas 58´´83 (1º N/ NE); nos 100 Borboleta 58´´73 (1º N/NE); nos 50 Peito 31´´48 ( 1º N/NE); nos 200 Peito 2´30´´51 (1º N/NE); e nos 100 Peito 1´07´´12 (1º N/NE). O atleta integra a equipe do Clube Acqua R1, é orientado pelo treinador Stephano Vieira, que o acompanha nos treinos que acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa e concilia muito bem suas atividades de atleta de ponta, com a rotina de estudante da 2ª Série do Ensino Médio, do Colégio GEO, em João Pessoa. Ele treina antes e depois das aulas, a depender do dia, sendo os treinos pela manhã junto com os primeiros raios de sol na cidade mais oriental das Américas, onde o sol nasce primeiro.

A nova geração de alunos precisa de um novo conceito de escola  daí porque o AZ atende todas as expectativas dos estudantes         

   Um novo desafio se descortina à frente da Educação em todo o mundo: como educar e atrair a atenção de crianças, adolescentes e jovens cada vez mais conectados e com acesso a um grande acervo de informações? Como tornar a escola e a sala de aula interessante quando tudo o que tínhamos antes tem se tornado antiquado e obsoleto? A escola AZ, que chegou agora em João Pessoa, apresentou respostas a essas perguntas para mais de 200 pais de alunos que participaram na noite desta quarta-feira (15), de uma reunião híbrida, com presenças na escola e também de forma remota. O evento, a primeira reunião de pais depois da transição da marca GEO para AZ, foi aberto e intermediado pela diretora geral do AZ João Pessoa, Veronica Monteiro, contou também com a participação do diretor e idealizador do projeto AZ, Felipe Sundin e ainda do CEO da Conexia Educação, Sandro Bonás.           Em razão da constante transformação digital vivenciada no mundo inteiro, a mais nova geração de alunos que chega às escolas tem comportamentos muito diferentes das crianças e adolescentes do passado: são extremamente mais autônomos, ativos, posicionam-se em seus grupos, são mais comunicativos e estão em contato com pessoas em todos os continentes.  Tendo em vista essa nova personalidade, o CEO da Conexia Educação, Sandro Bonás, explicou aos pais que a escola está desenvolvendo a educação do futuro, já que sociedade hoje exige protagonismo, afinal, ela será o ambiente de provocações para essa nova geração.          “A nova escola deve preparar aquele que vai encarar esses desafios. Por isso, vamos para uma sala barulhenta, de provocações, sem passividade. Estamos formando adultos para enfrentarem o mundo lá fora e não faremos isso formando alunos para a memorização de conteúdos, um método antigo e tradicional da educação”, explicou Sandro, acrescentando que o papel dos professores também já não é mais o mesmo de outros tempos e, a partir disso, o ensino para nova geração exige muito mais da administração e pedagogia escolar.            E essa foi a “deixa” para o diretor do AZ, Felipe Sundin, entrar em cena e contar a história sobre uma ideia que virou realidade em 2006, quando quatro amigos, já professores com experiência em pré-vestibular, uniram-se para uma perspectiva mais individualizada de atendimento. “Ensino para a alta performance. Esse é o objetivo do AZ. No entanto, essa performance não é apenas na evolução acadêmica, mas também no desenvolvimento social, dos esportes, aquela apresentação da feira de ciências, etc”, comentou  Felipe, detalhando a metodologia do AZ para alcançar excelentes resultados. “Sob o aspecto cognitivo, essa é uma geração que precisamos provocar. Não é assistir aula e fazer prova. A aprendizagem se dá através do erro e posterior identificação dele e correção de rumos”, defendeu o fundador do AZ.          Ao final, ver sorriso e satisfação estampados no rosto de cada pai, cada mãe presente à reunião, levou a diretora geral do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, a agradecer a presença de todos e parabenizar os pais pelo acompanhamento ativo das propostas pedagógicas e da mudança  que o Grupo SEB, gestor do GEO e agora do AZ, pretende fazer. “Gostamos muito do tradicional, mas nossos filhos estão em contato com o mundo todo. Não existem barreiras físicas para eles, que estão sempre conectados. Por isso precisamos de uma mudança conceitual de escola e estamos aqui para isso e o AZ atende perfeitamente essa nova proposta de ensino/aprendizado”, reiterou Verônica.          Dayanna Peixoto, é mãe de Cecília, matriculada em outra escola de João Pessoa, mas, ontem ela compareceu à reunião do AZ com grande contentamento. “Eu acabo de chegar do Rio de  Janeiro e já conhecia a escola e toda sua proposta, estou muito feliz com a chegada deles aqui em João Pessoa e minha filha já vem para cá ano que vem”, adiantou Dayanna.          Outras mães também elogiaram o método e a proposta do AZ. Joelma Moura, que tem sua única filha, Aluska Valentina, do 3º ano, já matriculada no AZ João Pessoa, aposta na metodologia porque já vê os resultados. “Aluska é medalhista já em programas de aprendizagem do GEO, que já utiliza as soluções AZ. Estou ainda mais confiante”, comentou a mãe. Marcela Gondin, jornalista e mãe de dois alunos, um no 5º e outro no 7º ano, também destacou a vivencia já dos alunos com a plataforma AZ. “Eles já estão afinados com a plataforma. Agora a escola AZ veio para acrescentar ainda mais”, comentou.             O Comerciante Lauro Firmino, pais de três alunos GEO, sendo que o mais velho já está na universidade, onde ingressou este ano, e do Arthur, do 6º ano e de Lauro, do 2º Ano do Ensino Médio, destaca a confiança na escola. “O meu filho mais velho concluiu os estudos aqui, o meu do meio, está aqui desde a alfabetização e o mais novo também é aluno Geo, hoje AZ. Confio na escola, já decidi que eles cont9nuarão aqui em 2022 e acho que essa mudança é positiva porque reflete a preocupação da escola em continuar evoluindo!”, disse Lauro que estava presencialmente na reunião.          A escola AZ tem o foco personalizado de estudos e uma metodologia que estimula a autonomia, o protagonismo e o gosto pelo estudo através da provocação, do desafio e do uso de ferramentas tecnológicas já que, desde pequenos, essa geração já está familiarizada com os dispositivos. Estamos em uma época em que é preciso mudar as ações, mudar de conceito, aperfeiçoar os processo e atrair mais interesse do aluno e o AZ entrega tudo isso”, finalizou Veronica, lembrando que a escola não passa apenas pela mudança de uma marca, mas, também de todos os processos internos.

O que os pais devem levar em consideração no momento de escolher uma escola para matricular seus filhos

Mesmo após identificar o que se considera ser a educação ideal para o filho, os pais ainda encontram dificuldades para fazer a melhor opção na escolha da escola. E isso é uma preocupação recorrente, principalmente, quando o final do ano se aproxima e os colégios começam a divulgar as matrículas. Quem já está satisfeito com a escolha, não tem muito trabalho, inclusive, porque as escolas costumam facilitar a rematrícula de alunos veteranos, mas, quem quer mudar de instituição precisa estar atento para não incorrer em erros que podem afetar diretamente o interesse pelos estudos, os resultados do estudante e, principalmente, essa relação escola/família.

“É preciso escolher uma escola que, de fato, atenda aquilo que se acredita enquanto valores, que tem atitudes, propostas, filosofia de aprendizagem e desenvolvimento do aluno associado e comum naquilo que se acredita como célula familiar. É importante que escola e família tenham pontos de vistas comuns e, sobretudo, ver o quanto a instituição pode contribuir na formação do cidadão de uma forma integral e não apenas na questão pedagógica e intelectual”, avalia a diretora geral da Escola AZ João Pessoa, Veronica Monteiro.

Questões como localização, quantidade de horas, infraestrutura, método de ensino e valor da mensalidade são pontos fundamentais e que balizarão uma escolha mais assertiva, mas, segundo Veronica, os pais precisam ficar atentos não apenas a grade curricular, mas, sobretudo, o quanto a escola avança na formação sócio emocional dos alunos. “As normas da BNCC reforçam que educar também é atribuição da escola e não somente dos pais, por isso a inclusão na grade curricular da formação sócio emocional das crianças, dos adolescentes e dos jovens é fundamental e importantíssima para que eles aprendam a lidar melhor consigo mesmo e com o outro, além da sociedade”, atesta a diretora.

A educadora lembra que é fundamental que os pais ou responsáveis visitem os colégios e conheçam a proposta ofertada antes da efetivação da matrícula. “Hoje, todas as escolas têm que ter dentro de seu currículo a formação sócio/emocional do aluno e nós do AZ trazemos uma educação para a vida e trabalhamos a questão humana com muita profundidade, inclusive, através da disciplina ‘My Life’, desde os alunos menores até os do ensino médio. Esse é um projeto associado ao Instituto Ayrton Sena, que poucas pessoas sabem que é um dos maiores pesquisadores de Educação no Brasil, além dos trabalhos filantrópicos”, disse a diretora, lembrando que os estudantes AZ são avaliados pelo Instituto, tanto de forma individual, quanto de forma coletiva, através da turma.

Além disso, segundo a educadora, as escolas precisam estar conectadas com as novas tecnologias. “O AZ, por exemplo, está na vanguarda deste processo tecnológico, já que ela surgiu a partir do principio do uso dos recursos tecnológicos dentro da escola, não só o recurso, mas, entendendo isso além do uso das ferramentas”, destaca Veronica, lembrando que o uso das ferramentas digitais no AZ é bastante intenso. “Nós temos uma super plataforma com mais de 49 mil vídeo aulas, que confere para o aluno a possibilidade de um estudo singular e personalizado e, além disso, uma metodologia diferenciada, criada a partir de um processo de gestão que usa o PDCA que permite ao aluno planejar, aprender, testar e identificar onde precisa focar mais, permitindo que ele crie estratégias de estudos para que ele melhore o caminho dele tendo uma alta perfomance”, finaliza Veronica Monteiro. E quem quiser conhecer mais um pouco do AZ João Pessoa pode acessar o azjoaopessoa.com.br.

Mãe de aluna destaca diferenciais dos recursos e ferramentas digitais da metodologia AZ

O uso das ferramentas digitais que já faziam parte da rotina dos alunos antes da pandemia foi ampliado em função da necessidade de se buscar novas soluções para preencher a ausência das aulas presenciais. E nos colégios onde essas ferramentas já eram amplamente utilizadas, a exemplo das Escolas AZ, a dinâmica dos estudos foi melhor direcionada e aproveitada. A mãe da estudante Ana Flávia, do Colégio GEO, agora AZ João Pessoa, do 6º ano do Ensino Fundamental, a secretária executiva, Luciana Alves, não esconde sua satisfação com o método de ensino AZ. “A metodologia, a plataforma e os livros do AZ são riquíssimos e super atualizados. A plataforma, por exemplo, com suas vídeos aulas, são um diferencial à parte neste processo de uso das ferramentas digitais”, afirma Luciana.

Ela destaca que quando o aluno entra na plataforma, as vídeos aulas são algo que ajudam muito no aprendizado. “O aluno que assiste aula do professor, seja em casa ou na escola, se ele tiver alguma dúvida vai à plataforma e assiste a vídeo aula, que normalmente, é curta e consegue entender melhor o assunto e tirar dúvidas. As vídeo aulas são muito dinâmicas e bem explicativas”, atesta ela. Ainda segundo Luciana, até nas aulas de Matemática a plataforma surpreende. “Minha filha tinha medo desta disciplina porque ela achava que misturar letras com números seria muito difícil, mas quando ela conheceu os recursos da plataforma, ela achou muito mais fácil”, disse Luciana, reiterando que essa facilidade se estende a ela que, enquanto mãe, também encontra nos conteúdos digitais do AZ facilidades para orientar sua filha nas tarefas de casa.

No material didático do AZ, destaca a mãe de Ana Flávia, também há outros diferenciais. “No decorrer dos livros, tem lá os conceitos, as definições e em cada capítulo, tem ao lado um glossário e um QR Code para o aluno ampliar e se aprofundar naquele assunto e não ficar somente no que está nas páginas dos livros, ampliando o universo do conhecimento para além do que está nos livros”, explica Luciana.

Além da metodologia, ela também destaca programas como o ‘My Life’ como sendo diferenciais do AZ importantes na vida dos estudantes. “Eu custei a entender o objetivo do ‘My Life’, mas minha filha teve uma atividade que a estimulava a se auto definir não apenas dentro do próprio mundo dela, mas, também da coletividade, aprofundando questões mais filosóficas e isso me chamou muita atenção. Eu defino o ‘My Life’ como uma espécie de engatinhar para o mercado de trabalho e acho isso fantástico”, afirma Luciana que lamenta que Ana Flávia terá que mudar de escola em 2022, uma vez que a família, por causa da transferência de seu esposo, o militar Paulo Roberto, está se mudando no final do ano para Brasília.

A diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Veronica Monteiro, destaca que as escolas, em geral, ainda estavam muito ligadas ao modelo tradicional de ensino e pouco utilizavam o uso da tecnologia para um aprendizado personalizado e mais efetivo, mas, a pandemia mudou essa realidade e que ela foi melhor trabalhada nas escolas AZ, que já dispunham de soluções digitais. “Isso nos deu uma dianteira e mais tranquilidade para enfrentar esse processo de aulas remotas e agora híbridas”, afirma a diretora, lembrando que as escolas AZ dispõem de monitorias online, banco de questões em vídeo com mais de 160 mil itens, aplicação de provas e simulados online, correção online de redações, além da disponibilidade de conteúdos em mais de 49 mil videoaulas e vídeos de resolução que permitem o aluno desenvolver um ritmo individualizado e dirigido de estudos. “As escolas AZ ainda dispõem de dashboard (painel de controle) para acompanhamento da jornada de aprendizagem dos estudantes, de forma personalizada, com todos os conteúdos digitais totalmente alinhados à BNCC, às matrizes do Enem e dos principais vestibulares do país”, destaca a diretora. Veronica reforça que somente 9,9% das escolas privadas do país, segundo o INEP, têm em todas as suas salas de aula lousas digitais e o AZ João Pessoa está inserido neste seleto grupo.

Luciana e Paulo Roberto, com a filha Ana Flávia
Luciana e Paulo Roberto, com a filha Ana Flávia
Ana Flavia e a mãe Luciana Alves
Ana Flavia e a mãe Luciana Alves

Confiança na escola fez pai de aluna confirmar renovação de matrícula poucas horas depois de aberto o processo para vagas 2022

Poucas horas depois que o Colégio GEO, agora AZ João Pessoa, abriu o processo de pré-matrículas, para veteranos, e de matrícula, para alunos novatos para o ano letivo de 2022, o Sr. Carlos Antônio Cavalcanti, reservou a vaga de sua filha, Lívia Cavalcanti, que hoje cursa o 9º ano do Fundamental, na unidade Tambaú, e vai ingressar na 1ª Serie do Ensino Médio, a partir do próximo ano. A confiança na escola e a segurança de contar com uma boa equipe pedagógica, segundo o bancário pernambucano, da cidade de Itambé, são questões que ele levou em consideração para continuar acreditando na escola, que passa por uma mudança de marca este ano. Ele foi o primeiro pai a renovar matrícula para 2022.

“Eu sempre me antecipo na renovação da matrícula, porque além de assegurar as vantagens dos descontos que a escola oferta para quem confirma a matrícula antecipadamente, a gente fica tranquilo em relação à vaga. Educação é uma questão primordial para mim e quero para minha filha a melhor escola que ela possa ter”, disse o Sr. Carlos, lembrando que os tempos não estão fáceis, mas, que ofertar um bom colégio para sua filha é uma questão prioritária para ele. Ele conta que desde que mudou de Itambé para João Pessoa, há três anos, que Lívia estuda no GEO e que a escolha do colégio não foi por acaso. “Tive excelentes indicações da escola e não me arrependi da decisão, tanto que já renovei a matrícula dela para 2022”, disse ele, na expectativa de que o AZ venha a surpreendê-lo ainda mais. “Confesso que conheço muito pouco do AZ, mas acredito que o Grupo manterá e até melhorará a qualidade do ensino ofertado, atualmente. É nisso que estamos apostando”, disse ele.

Desde quinta-feira (02), o processo de renovação de matrículas para os alunos veteranos e de reserva de vagas para os novatos está aberto. Para quem já é aluno, o pai ou responsável nem precisa sair de casa para confirmar a vaga para 2022, basta acessar matriculadigital.sebsa.com.br e fazer a rematrícula on-line. “Basta clicar no campo matrícula, inserir o CPF do responsável financeiro e criar uma senha de acesso”, explica a diretora geral do AZ João Pessoa, Veronica Monteiro, reiterando que o melhor momento para fazer a rematrícula é agora. “Quem realizar a rematrícula até 30 de Setembro garante a isenção do índice de reajuste na primeira parcela. E quem optar por fazer o pagamento da primeira parcela à vista, além da isenção do reajuste, ganha um desconto de 5%”, destaca a diretora, lembrado que há ainda outras vantagens.

Para os alunos novatos, o pai ou responsável deve entrar no site da escola azjoaopessoa.com.br e fazer o agendamento da visita. Pode ser presencial ou online. No dia e horários marcados, ele vai até a escola e formaliza a matrícula. O pai também pode ligar para o número (83) 3048-5828, falar com uma atendente e agendar a visita.