AZ João Pessoa

Primeira conversa do Projeto das Profissões do Colégio AZ João Pessoa é com o médico Antônio Fernando Soares

Entender qual a sua missão no mundo. Foi com essa lição que os alunos de 2ª e 3ª Séries do Ensino Médio do Colégio AZ João Pessoa deixaram o auditório da unidade de Tambaú no fim da manhã desta segunda-feira (08). Neste dia, aconteceu a primeira edição do ‘Projeto das Profissões’ na escola e o palestrante foi o Dr. Antônio Fernando Soares, que é Médico, Mestre em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento pela UFPE e Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba/Afya. A Diretora Geral do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, abriu o evento (online e presencial) ressaltando a importância do projeto para dar mais segurança aos jovens que estão se despedindo do Ensino Médio e ainda têm dúvida sobre que profissão seguir na vida.

Em sua fala, Verônica destacou a importância de se manter uma rotina de estudos até as provas do Enem. “Há quem defenda que o aluno dê uma amenizada no ritmo de estudos próximo das provas, mas, particularmente, eu entendo que é preciso que o estudante mantenha seu ritmo de estudos e deixe para relaxar após as provas passarem”, disse Verônica, reiterando que, neste aspecto, há opiniões divergentes. “O que importa é que cada aluno encontre seu próprio ritmo e chegue às provas preparado para os desafios que o Enem impõe”, comentou a diretora, passando a palavra para Dr. Fernando Soares.

O Médico, de apenas 38 anos, abriu sua fala resgatando a recente notícia do falecimento da cantora Marília Mendonça para introduzir a ideia de missão. Para ele, esse é o principal ponto no momento da escolha de uma profissão. “Ela, Marília, passou por essa vida rapidamente. Não cobrava pelas composições que fazia, dava. Teve tempo de ter filho, alcançar o corpo que queria… enfim. Cumpriu sua missão, que com certeza tinha e foi embora aos 26 anos de idade. Assim somos nós em nossas escolhas profissionais. Vocês devem chamá-las de missão. Por isso, não se permita ser medíocre. Seja o melhor em qualquer atividade. Viva a sua missão, o seu chamado”, defendeu o médico.

Na Medicina, Dr. Fernando falou de sua trajetória, dos obstáculos que enfrentou depois que trocou a bola e as quadras de basquete pelos livros; da vocação ou não para plantões; de professores carrascos na Universidade e que não agregam, só oprimem; e do mercado de trabalho. Perguntado sobre a etapa mais difícil do curso, Dr. Fernando disparou: “Foi entrar no curso”, disse sorrindo. Mas, depois de assustar, explicou: “Eu não sabia o que queria até que tive um insight e me perguntei o que seria de mim se eu, de repente, perdesse meu pai e minha mãe. A partir daí, eu que gostava muito de como funcionava o cérebro, decidi pela Medicina. No entanto, eu tinha exatos 100 dias para estudar e fazer a prova. Estudei tanto que tive uma estafa mental. Fiz a prova com Dengue e quando passei eu fiquei com a vaga que todos queriam: a 80ª colocação. A última, mas entrei”, contou.

Ao final, deixou uma frase do pai da medicina, Hipócrates, para reflexão de todos: “Curar quando possível, aliviar quase sempre, consolar sempre”. Dr. Fernando indicou aos alunos que seguirão pelo caminho da Medicina que não visassem prestígio, dinheiro, mas que escolhessem fazer o bem sempre. O resto seria consequência. Disse também que “Medicina Humanizada” é um pleonasmo. Para ele é um disparate dizer tal coisa, afinal de contas, a Medicina é para Humanos, do contrário seria “Medicina Veterinária Humanizada”.

“Sejam sempre sinceros consigo mesmos. No consultório, no plantão, na vídeoaula, onde quer que seja, exerça sempre a Medicina. Pensem sempre que do outro lado é alguém que você ama, como sua esposa, seu mãe, pai, filho, e use sempre uma linguagem acessível, do contrário você está falando diante de um espelho, ou seja, para você mesmo. A Medicina Humanizada é um pleonasmo. Claro que é. É uma relação de médico-paciente, e o médico tem um papel importante no equilíbrio biopsicossocial de cada um que ele atende”, concluiu.

Alunos adoraram o Projeto

Para as alunas Daniela Guimarães e Marina Morais, ambas da 3ª Série e postulantes à Medicina, a palestra foi muito clara e orientadora. “Gostei muito da forma como ele falou. Informações importantes, como por exemplo, como ele decidiu e alcançou o curso, e também como ele encara a profissão”, disse Daniela Guimarães.

Marina Morais além de participar na palestra com perguntas, também fez a entrega de uma lembrança do AZ ao Médico e agradeceu a disponibilidade do profissional para vir até o colégio repassar sua experiência. “E perguntei, por exemplo, como se conseguia emprego sendo recém-formado médico. Eu queria saber se era pela entrega de currículos e ele orientou quanto a editais de residência médica e network. Muito bom saber”, disse a aluna.

O Projeto das Profissões seguirá com outras visitas de profissionais à escola para que eles expliquem as práticas de suas profissões, desafios, vantagens e desvantagens do cotidiano de suas carreiras para ajudar os alunos em suas escolhas futuras. As palestras ocorrerão sempre das 10h30 às 12h30. A ideia é aproximar o aluno do ambiente acadêmico e do mercado de trabalho. Nesta quarta-feira (11), será a vez da professora e advogada, Waleska Vasconcelos.

Projeto do Colégio AZ João Pessoa leva profissionais de diversas áreas para conversar com os alunos do Ensino Médio

Mesmo no final do Ensino Médio, muitos jovens ainda podem ter dúvida sobre que profissão seguir. Pensando nisso, o Colégio AZ João Pessoa promoverá, entre os dias 08 e 12 de novembro, o seu ‘Projeto das Profissões’, destinado a todos os alunos das 3ª Séries do Ensino Médio. O projeto se materializa na visita de profissionais de diversas áreas à escola para que eles expliquem as práticas de suas atividades, desafios, vantagens e desvantagens do cotidiano de suas carreiras contribuindo, a partir daí, com os alunos em suas escolhas. As palestras ocorrerão sempre das 10h30 às 12h30 no auditório da escola, em Tambaú.

Para o primeiro dia de palestra do ‘Projeto das Profissões’, dia 08, foi convidado o Dr. Antônio Fernando Soares, que é Mestre em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento pela UFPE, Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba/Afya e Preceptor do Programa de Residência em Clínica Médica e Medicina da Família da SMS – João Pessoa – PB. Na ocasião, o palestrante vai tirar dúvidas dos alunos em relação à carreira de médico e ao curso de Medicina, expondo também as disciplinas que devem compor a grade curricular do curso e as questões mais atuais dentro da área, procurando aproximar o aluno do ambiente acadêmico e também profissional.

O ‘Projeto das Profissões’ já faz parte do calendário de eventos tradicionais do AZ. A Diretora Geral do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, afirmou que a ideia não é só fazer teste vocacional, mas dar uma orientação profissional aos alunos. “Queremos que o aluno analise seus talentos e habilidades e observe o que cada profissional vai trazer de informação para ele. Essa conversa com o profissional da área pretendida é importante porque é geralmente nesses momentos que o jovem decide entre uma área e outra, uma profissão e outra que estava em dúvida”, disse a diretora.

Colégio AZ João Pessoa ganha 2º lugar nacional em concurso sobre uso de plataforma de jogos para aprendizagem

O Colégio AZ João Pessoa foi destaque no encerramento do 1º Fórum Educalover do país, realizado nesta última quinta-feira (28) de forma online. O evento marcou os seis anos de existência da Educacross, que é a maior plataforma de aprendizagem divertida do Brasil e usada por diversas escolas para atingir diretrizes apontadas pela Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Na oportunidade, foi divulgada a lista dos vencedores do Concurso Educalovers (baseado em cases sobre o uso da plataforma). Uma professora do Colégio AZ João Pessoa ficou com a 2ª colocação. Outra professora foi homenageada com Menção Honrosa.

A professora polivalente, Josélia Grangeiro, que foi homenageada pelo cofundador da plataforma, Reginaldo Gotardo, com a Menção Honrosa, foi convidada a participar ao vivo do Fórum. O Gerente de Operações do Educacross, Rodrigo Lucas, encarregou-se de falar a respeito. Na ocasião, ele frisou que Josélia é sempre muito participativa e foi escolhida entre outros tantos profissionais para representar todos os Educalovers, nome que se dá aos educadores que já utilizam há um tempo a Educacross.

“Josélia representa nossa grande rede Educalovers. Ela é uma das mais engajadas no projeto. Viemos homenageá-la com uma Menção Honrosa pela sua participação ativa e entusiasmo”, comentou ele. Josélia agradeceu, emocionada. “Educacross é simplesmente tudo o que há de melhor na matemática. Eu que adoro a disciplina, mesmo sendo professora polivalente, digo sem demagogia, que é maravilhoso. É uma desmistificação da matemática”, disse a professora.

No final do evento, o cofundador da Educacross, Reginaldo Gotardo, anunciou os cases – “Relato de Experiência Educacross” – premiados do Concurso Educacross. Com o 2º lugar ficou a professora de Matemática do AZ João Pessoa, Luciana Figueiredo. Em vídeo, gravado por alunos, inclusive, ela demonstrou na lousa digital, como ensina Matemática com a ajuda de missões da Educacross.

Érica Stamato, que é psicopedagoga e também cofundadora da Educacross, elogiou a professora Luciana pelo uso criativo da plataforma em sala de aula. “Ela mostrou como vincular, na prática, a plataforma e o ensino na sala. Navegação completa. Inspirador demais”, disse Stamato a Luciana, que também entrou ao vivo para receber as honras. “É diversão e prazer, dois elementos naturais do ser humano. Trabalho há 5 anos com a Educacross e procurei engajar meus alunos também. Melhorei muito no engajamento, gamificação, metodologia e inteligência artificial. Sou uma professora disruptiva”, salientou Luciana, feliz com o reconhecimento.

Durante todas as quintas-feiras de outubro, educadores de diversas escolas espalhadas pelo país e que utilizam a plataforma Educacross no ensino de Português e Matemática se reuniram de forma online para a troca de conhecimento. O evento foi 100% online e gratuito para toda a comunidade de educadores do Brasil.
Nesta 1ª edição, o Fórum trouxe atrações especiais, dicas de especialistas no assunto, palestras, stand up comedy e sorteios com prêmios. No último dia de evento (28), os educadores receberam um dos cofundadores da plataforma, Reginaldo Gotardo, e convidados especiais, e ele também fez a divulgação dos selecionados do concurso Educalovers.

Educacross no Colégio AZ João Pessoa

A plataforma é formada por mais de 2 mil jogos, com mais de 2 milhões de desafios aliados à inteligência artificial e gamificação para desenvolver o engajamento e a aprendizagem em Matemática, Raciocínio Lógico e, mais recentemente, Português, no Ensino Fundamental. No AZ João Pessoa a Educacross é utilizada de duas formas pelos alunos: livremente, através do que chamam de “Ilha de Matemática” ou direcionada, através de “Missões”. Nas Missões, os professores selecionam conteúdos específicos para exercitarem e com prazo para ser contabilizado para pontuação.

A ideia surgiu em 2016 e foi idealizada não somente para satisfazer o gosto dos estudantes pelos jogos digitais, mas incentivá-los, por meio das atividades colaborativas, a pensar e a expressar suas ideias, melhorar capacidades cognitivas, trabalhar seus reflexos, raciocínio lógico, bem como seu foco e concentração

Escolas precisam estar preparadas para encarar os desafios do Novo Ensino Médio

Durante anos, o que se concebia sobre o Ensino Médio era a necessidade de fazer bem feito para realizar uma boa prova de vestibular e ingressar no ensino superior. Isso significava uma relação vertical do aluno com a escola, na qual ele aprendia um conjunto pré-estabelecido de disciplinas e alcançava nota para, lá na frente, saber em que área do conhecimento (Saúde, Exatas ou Humanas) ele escolheria seguir no curso de nível superior. Mas, isso está mudando. Desde 2017, quando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi promulgada, as escolas sabiam que teriam até 2022 para implantar o Novo Ensino Médio, que altera essa educação de modo a fortalecer o projeto de vida do estudante e o seu protagonismo para construção de conhecimento. “A aprendizagem vai muito além de um processo de acumulação e nós já enxergávamos isso e estamos prontos para 2022”, destaca a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Veronica Monteiro.

Desenvolver a autonomia e protagonismo dos estudantes é uma das funções da nova escola e isso nem sempre foi fácil no Ensino Médio, explica Veronica, lembrando que sempre que se pensava em mudanças se esbarrava na necessidade de preparar para uma prova de vestibular. “Então, o Conselho Nacional de Educação vem avaliando isso há tempos e assim criaram estratégias com foco diferente. Achavam, por exemplo, que com o ENEM, uma prova contextualizada, reflexiva, a escola mudaria, mas isso não aconteceu”, relembra Verônica, justificando o contexto de mudança.

Por isso, o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional “mexeram” nas áreas do conhecimento – Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias. A proposta é ter uma base de componentes curriculares gerais e outra parte de itinerários formativos. A proposta é que os estudantes possam escolher em qual área querem aprofundar seus conhecimentos ao longo do Ensino Médio.

“A base geral composta pelos componentes curriculares não aprofunda o indivíduo social, formador, crítico, com uma formação holística, humana, de conhecimento geral de mundo. Com a formalização da nova proposta, o estudante passa a ser um agente ativo na construção do conhecimento e não apenas um receptor de informações, a BNCC propôs um olhar especial ao projeto de vida de forma individualizada, promovendo um ensino mais dialógico, capaz de atender às demandas dos jovens e tornando-os melhor preparados para lidar com os desafios da atualidade”, afirma a diretora do AZ.

Verônica explica ainda que esse é um movimento de mudança de modelo mental. “Através das competências e habilidades sinalizadas nas normativas da BNCC, o aluno precisa sair do Novo Ensino Médio com fundamentos de formação humana, comportamental e social. Para isso, entra o currículo socioemocional e saímos da aprendizagem e ensino de memorização, de só intelectualidade e aquisição de conhecimento. Vamos então para uma formação inteira, mais completa, que prepara o aluno para o mercado que ele vai encontrar e que valoriza o humano como protagonista e não mais a empresa”, reforça Veronica.

Como exemplo, a diretora citou o caso de alguém que vai optar pela Medicina. Ela destacou que ao médico será exigido, por exemplo, uma visão mais holística de sua atividade. “Qual o seu projeto de vida na Medicina? Ele vai entender logo cedo que faz parte de um mundo globalizado. Como eu trato isso e como me vejo nisso tudo? A ideia é desenvolver uma autoconfiança para estar e se relacionar dentro deste contexto. Nossas gerações não foram preparadas para isso. Muitas empresas estão tendo dificuldade com isso e estamos tendo que ampliar essa visão de mundo desses jovens hoje”, reforça Veronica.

A nova abordagem, segundo a diretora geral do AZ João Pessoa, possibilita aos jovens a ideia de que o mercado está para além de uma formação específica. Na Medicina, por exemplo, ela frisou que o médico, em breve, precisará rever seu papel na sociedade. “Num futuro próximo, o individuo vai poder se auto avaliar em algumas situações. Um bom exemplo da nova geração de médicos é uma profissional que levou a música para estudar pacientes com Alzheimer e depois escreveu um livro. Esta é uma profissional com uma visão mais ampla e é isso que esse novo Ensino Médio quer estimular”, avaliou.

Na prática, portanto, o Novo Ensino Médio têm o objetivo de aprofundar as aprendizagens, consolidar a formação integral dos estudantes, promover a incorporação de valores universais, como a ética, e desenvolver habilidades que permitam que os alunos sejam capazes de tomar decisões dentro e fora da escola. No AZ, alguns itinerários nesse contexto já estão consolidados em forma de mini cursos que preparam o aluno para as demandas do mercado de trabalho. São eles: Ciências e Saúde; Empreendedorismo (startups) e Visão de Mundo (para quem quer ampliar horizontes).

Minicursos AZ

Na escola, os minicursos serão implantados nos 1º anos, a partir de 2022, com 60 horas/aula no primeiro semestre e mais 60 horas/aula no segundo semestre, podendo o aluno mudar de curso no decorrer do ano sem problema algum. Além dos minicursos, os alunos terão mais 60 horas/aula de projeto de vida, ou seja, do projeto sociemocional. “No AZ começamos a educação socioemocional com o My Life, com os pequenininhos, mas vamos até o Ensino Médio com o projeto de vida ensinando sobre autocontrole, conflitos e afetos e a sociedade. O objetivo é fazer o aluno se enxergar no todo. Escolho uma graduação. Mas, qual o projeto de vida com minha profissão no futuro? Muitas pessoas não deram certo em suas profissões porque não se localizaram no mundo e no seu projeto de vida”, reitera a diretora geral do AZ João Pessoa.

Estudantes paraibanos foram campeões no Futsal e na Natação

Além de feras na sala de aula e nos estudos, os alunos do Colégio GEO também se mostraram bons também nos esportes. Sendo assim, quando eles participam de competições há medalhas e troféus e, no mínimo, boas colocações. E as conquistas mais recentes vieram, por exemplo, de dois atletas que foram disputar campeonatos em São Luís (MA) e, em Maceió (AL). Trata-se a vitória do aluno Pedro Henrique Oliveira Souto, do 6º Ano B, do GEO/AZ Tambaú, no Futsal e de Carlos Eduardo Borges (Cadu), do 3°Ano A, do GEO Sul. Pedro Henrique fez história conquistando a primeira Taça Brasil de Futsal Masculino Sub-11 para o Nordeste e Cadu ganhou medalhas e Troféu no Norte Nordeste Kako Caminha pela colocação de seu clube na competição de Natação.

No Futsal, Pedro Henrique e sua equipe “Meninos da Paraíba”, tornaram-se os primeiros nordestinos a serem Campeões Brasileiros de Futsal Sub-11 Masculino. O troféu foi disputado no último dia 09, na cidade de São Luís (MA). A mãe de Pedro Henrique, Val Buriti, explicou que a decisão foi emocionante no Ginásio da Apcef. “Ficamos muito orgulhosos. A equipe derrotou o Atlético Mineiro por 5 x 3 e fez história”, disse ela, acrescentando que ele treinou muito para a competição. “Eu que acompanho tudo. Os treinos foram bem intensos desde agosto. No mês de setembro, ele treinava três vezes por semana, sendo cada treino de duas horas de duração para a Taça Brasil, fora o treino normal do clube que é duas vezes na semana”, detalhou a mãe, lembrado que o estudante também não descuida dos estudos.

Pedro Henrique, que joga como Ala na equipe, começou a jogar futsal aos cinco anos de idade no esporte Clube Cabo Branco e competiu pelo clube até o ano de 2019. No Cabo Branco, Pedro Henrique conquistou quatro vezes o vice-campeonato paraibano. Em 2020, a mãe conta que ele mudou de clube, mas continuou a ver o sucesso do filho atleta, agora fazendo história no esporte paraibano. “Ele joga desde os quatro anos de idade e aos cinco anos ele já era federado”, destacou Val, falando da importância de investir no talento do filho também como atleta.

A natação, sempre um esporte forte da Paraíba

E os talentos vão além das quadras. Na piscina, a Paraíba também deu show, recentemente, em Maceió. Cadu, como é conhecido carinhosamente o aluno Carlos Eduardo Borges, trouxe para a Paraíba o Troféu Norte Nordeste Kako Caminha disputado entre os dias 02 e 09 de outubro. Cadu conquistou o terceiro lugar geral de clubes representando o Clube Acqua R1. Além disso, ele também ganhou o 2º lugar no revezamento 4×50 medley (individual); 2º lugar revezamento 4×50 livre (individual); e 3º lugar da categoria mirim 1 (clube).

A mãe de dele, Clarissa Fernandes, explicou que o filho nada desde os quatro anos de idade e tem exemplos em casa, visto que ela e Manoel, o pai, nadam na equipe Master. “Ele está na equipe do clube desde novembro do ano passado. Hoje, além dele, pai e mãe são atletas de natação Master. O pai, Manoel, já foi medalhista do campeonato nacional por duas vezes”, comentou Clarissa, com muito orgulho do filho. “Muita emoção ver que nosso filho também gosta de nadar e tem talento”, finaliza Clarissa.

Colégio AZ João Pessoa abre concurso de bolsas de estudo para todos os níveis de ensino

A capital paraibana já sabe que o Colégio GEO agora é o AZ João Pessoa. A novidade agora é que a escola, líder em aprovação no Enem em outros concursos no Rio de Janeiro, abriu inscrições para um Concurso de Bolsas de Estudo. A iniciativa tem o objetivo de dar ao estudante paraibano a possibilidade de ter acesso à educação de qualidade por meio do concurso de bolsas que podem chegar a até 100% de desconto para o ano letivo de 2022.

Para se inscrever os pais ou responsáveis devem acessar as redes sociais do AZ João Pessoa ou o site (www.azjoaopessoa.com.br) ou o instagram (@azjoaopessoa) preencher os dados e informar a série pretendida, com nome completo do responsável do aluno, telefone, data e horário da visita à escola. No instagram, basta clicar no link que está na bio do perfil e fazer a inscrição para participar. O site também oferece a mesma facilidade: no topo da página o internauta já encontra o link para a inscrição. A data das provas seletivas serão divulgadas nas redes sociais do colégio.

O concurso de bolsas de estudo do AZ está disponível para todas as séries, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Em todas as seleções, para o Ensino Fundamental anos Finais e Médio serão aplicadas provas e vivência com direção/gestores/professores e pais. Para a Educação Infantil e Fundamental anos Iniciais será aplicada a vivência com professoras/gestão/ direção e pais.

A diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Veronica Monteiro destaca que essa é uma grande oportunidade do estudante paraibano ter acesso a uma excelente e diferenciada escola através de bolsas de estudos. “O aluno AZ dispõe de projetos especiais, conta com uma plataforma própria com mais de 49 mil vídeos aulas, uma super equipe de professores, uma metodologia que o estimula a ser protagonista de seu próprio caminhar e tem maiores chances de ter sucesso e alcançar seus objetivos”, disse Veronica, acrescentando que com o concurso isso tudo pode ser conseguido também com descontos.

Escola AZ João Pessoa traz método de aprendizagem que estimula o aluno a superar dificuldades e a gostar de estudar

Já não é novidade que para se sair bem nos estudos o aluno não precisa estudar “muito”, mas precisa estudar bem, ou seja, ter um método que o faça superar suas dificuldades ao longo do caminho da aprendizagem e, sobretudo, identificar os erros e superá-los. Pensando assim, o AZ João Pessoa aposta num processo chamado “Ciclo PDCA”. A metodologia é muito conhecida no mundo empresarial e consiste em planejar (Plan), executar (Do), checar (Check) e atuar (Act) na correção das falhas que aparecem nas ações executadas. Esse é um novo modo de pensar sobre a produção do conhecimento e a escola contemporânea e vanguardista, como o AZ, já utiliza esse modelo de agir com ótimos resultados.

“Acabou aquele tempo em que os alunos memorizavam muitas coisas para realizar uma avaliação e o que se errava refletia apenas na nota e era esquecido. No Ciclo PDCA o estudante é estimulado a aprender porque ele volta ao erro, compreende em que falhou e corrige. Nesse movimento, o aluno assiste à aula, desenvolve o conteúdo através de exercícios de habilidade, faz a prova, obtém o resultado e se ele não atingiu uma boa performance, em algum conteúdo, é porque ele precisa melhorar. Então, ele assiste a uma vídeo aula sobre o conteúdo que falhou e volta no processo. Assim, ele vai para a “Folha Z” e reavalia sua competência. Ao atingir o resultado esperado, considera-se o conteúdo aprendido e ele vai para a próxima avaliação com esse obstáculo vencido”, explica a diretora do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro.

Essa metodologia mais completa do estudar, explica Veronica, encontra no processo AZ um amplo e vasto campo de conhecimento. “Os fundadores do AZ tiveram um olhar diferente para a escola que muda significativamente ao longo do tempo. Os alunos de hoje, por exemplo, são da geração tecnológica e a gente não pode continuar instituindo uma escola que não avançou nesse processo de atender a necessidade deles. Antes tínhamos a certeza absoluta que a necessidade do aluno era aprender e ter conhecimento, memorizar, fazer prova e esse escola não atende mais a isso. Os estudantes hoje têm o conteúdo que pesquisam na palma da mão e eles são desafiadores, estão pesquisando algo sobre o que o professor está falando até na sala de aula e muitas vezes a informação até já mudou”, esclareceu Verônica.

O AZ nasceu, portanto, para “entregar” uma escola diferente da que se materializou e que não tem mais avanços. “Foi então que um conceito que é a gestão, gestão administrativa, de processos, PDCA, foi enxergado e aplicado ao desenvolvimento do conhecimento. A partir do momento em que planejo, desenvolvo, checo e eu atuo observando se meu desempenho é satisfatório ou não, se eu tive erros no percurso, metas que não alcancei, eu posso recuar e atuar naquele gap que ficou”, explanou a diretora.

Bárbara Almeida, do 6º Ano, é uma aluna que utiliza de forma muito eficiente a plataforma AZ e o Ciclo PDCA. O pai dela, Arimateia Almeida, elogiou a plataforma e o avanço da filha com o método. “Barbara vem utilizando a plataforma AZ desde o ano passado e temos visto que é muito interessante como a plataforma foi desenhada. Quando ela precisa, principalmente, nos momentos de atividades, de exercícios no horário pós-aula, e ela precisa de um entendimento melhor sobre determinado conteúdo, ela faz a busca dentro dos vídeos disponibilizados na plataforma do AZ e ela consegue superar a dificuldade que estava sentindo sobre o assunto”, disse o pai, destacando que a filha se adianta porque percebe sua necessidade de melhoramento antes das provas.

O pai disse ainda que ela é muito autônoma nos seus estudos e que a plataforma também ajudou nisso. “É bem interessante. Estamos gostando e tem atendido as expectativas. Bárbara tem se superado, cada vez mais, e tem tido muita facilidade em navegar pela plataforma. Quando eu peço para ela fazer os percursos ela vai lá e faz tudo e me apresenta a plataforma. Então, é bem interessante e bem fácil, bem didática e está de parabéns a escola por ter implantado a plataforma AZ”, concluiu.

Sobre a autonomia do aluno, Verônica Monteiro destacou que esse é um dos direcionamentos da própria Base Nacional do Currículo Comum – BNCC. “Lá se fala muito em autonomia. A aprendizagem nasce na própria pessoa. O estudante é protagonista de tudo isso, ele não é mais passivo”, afirmou, acrescentando que é uma mudança de modelo mental e essa mudança é gradativa. “Envolve muitos fatores do ser humano, é cognitivo, ele é socioemocional, mas, o fato é que o PDCA junto com o aporte de nossa plataforma AZ, que tem mais de 49 mil vídeos-aulas exclusivas, dão aos nossos estudantes diferenciais significativos de aprendizagem e crescimento”, assegura a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa.

Colégio AZ João Pessoa faz parceria com a National Geographic Learning e amplia ensino de inglês da escola para 2022

Já imaginou combinar Ciências e Inglês de forma inspiradora no dia a dia do seu filho? Pois, na Escola AZ João Pessoa é assim. E em 2022, a escola traz para a sala de aula uma novidade que é a parceria com o National Geographic Learning para a aprendizagem do idioma Inglês. Essa novidade e inovação vai possibilitar que os alunos estudem a vida do planeta Terra e suas diferentes culturas no ambiente escolar. A sensibilização dos professores do AZ para o uso dos conteúdos impressos e digitais acontecerá em duas datas: 21 e 28 de outubro, na sede do Colégio AZ João Pessoa, em Tambaú. Toda capacitação é feita por instrutores do National Geographic e será online.

O professor de inglês do AZ e coordenador do projeto Fluência, Aku Eric, explicou que a primeira sessão tem o objetivo de apresentar aos professores e direção a proposta do National Geographic Learning. Em seguida, o corpo docente terá treinamentos específicos para cada segmento/série de livros que será usado. O objetivo é desenvolver e aplicar os materiais de aprendizagem que reflitam o trabalho da National Geographic para professores e alunos em qualquer parte do mundo. “Serão compartilhadas histórias de exploradores, escritores, cientistas em sala de aula e isso será incrível”, comentou Aku.

Para a diretora geral do Colégio AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, o ensino de inglês na escola será ainda mais cativante e motivador. “A compreensão da natureza e da Ciência através das histórias da vida real da National Geographic será uma oportunidade de conhecimento única para os nossos alunos. É o ensino associado à vida real, ao cotidiano e voltado para crianças e jovens conectados com um mundo globalizado”, declarou a dirigente, salientando que o ensino do Inglês, através do Fluência, é aplicado na Educação Infantil, Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2 e no Ensino Médio.

Estudante participa de sua 1ª competição Norte-Nordeste e traz títulos para a Paraíba

O estudante paraibano José Ronildo Filho, do 4º Ano do Colégio GEO/AZ João Pessoa, acaba de trazer para a Paraíba títulos do Campeonato Norte-Nordeste Mirim e Petiz de Natação, realizado nos dias 01 e 02 de outubro, em Maceió. O estudante, de apenas nove anos de idade, ganhou pelo Clube o 1º lugar petiz 2; o 3º lugar Mirim 1 pelo revezamento em equipe e o 3º lugar geral de toda competição. Além disso, Ronildo ainda foi medalhista de Prata pelo revezamento Livre e Medley. Ele competiu pelo Acqua R1, do Clube Cabo Branco e foi treinado pela técnica Ana Paula.

Essa foi a primeira competição de Ronildo e a família está muito orgulhosa. Para pai, mãe e irmã que acompanharam o campeonato de perto, foi uma emoção e surpresa imensa receber os resultados de quem foi orientado a participar para apenas se divertir. “Essa foi a primeira competição que ele participou por conta da pandemia que suspendeu as competições. Eu tive esse privilégio de acompanhar. Eu disse vamos e vamos nos divertir”, comentou Gabrielly Carvalho, irmã do atleta.

Ela contou que até sem voz ficou durante a torcida pelo irmão. “Foi emocionante cada vez que ele entrou na piscina. Gritei muito, fiquei sem voz, mas estimulei mesmo dizendo a ele que independente do resultado, ele seria meu campeão”, disse ela, destacando que o nível dos competidores era alto. “Foi uma conquista muito grande pelo nível dos atletas que estavam lá. Ficamos muito contentes, pai, mãe, avós, primos, toda família. Todos estão muito orgulhosos dele”, completou Gabrielly.

Nas categorias em que Ronildo foi medalhista individual, que foram dois revezamentos (Livre e Medley), ele optou pelo nado Craw e no Medley, ele nadou peito. Nas competições pelo Clube, foi a primeira que o Cabo Branco conseguiu o 3º lugar geral do mirim, o 1º lugar no petiz 2 e 3º lugar geral. A mãe de Ronildo, Cleonice Carvalho, falou da dedicação do filho pela Natação. “Ele treina todos os dias após sair do colégio. Mesmo assim, não esperávamos medalha porque os adversários eram muito fortes e ele competiu com atletas do Norte-Nordeste. Antes que ele viajasse eu disse que ele aproveitasse a viagem como presente de dia das crianças, apenas, e ele e os colegas nadaram bravamente”, comentou a mãe.

O pai, Ronildo Carvalho, também disse que a ideia era só se divertir. “Meu filho é um menino muito inteligente, gosta muito de estudar, divertir-se e ele estava querendo ir para a competição e eu disse a ele que ele não se cobrasse, que era primeira competição. Eu disse que ele fosse para se divertir, apenas participar, que nas próximas ele seria melhor. E ele acaba nos trazendo medalhas”, destacou Ronildo.

O incentivo ao desenvolvimento de habilidades e competências para o mundo digital começa desde cedo na Escola AZ

O desenvolvimento infantil é alicerçado no brincar e aprender. É por essa razão que a Educação Infantil precisa ter uma metodologia própria e inovadora para alcançar os resultados esperados, inclusive, descritos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para essa faixa etária dos estudantes. E com o projeto a ‘Liga das Corujinhas’ trabalhado na Escola AZ João Pessoa, isso é feito de forma natural, pois, a partir dele é estimulado o desenvolvimento integral das crianças por meio do multiletramento e da multidisciplinaridade, com auxilio de uma plataforma digital com jogos lúdicos e envolventes destinados também à promoção da cultura digital escolar.

Assim como o Educacross para o Ensino Fundamental, a ‘Liga das Corujinhas’ são jogos digitais que promovem experiências de aprendizagem da linguagem oral (escuta e fala), da construção da linguagem escrita, do pensamento lógico-matemático, além de transformações e relações nos temas relacionados à arte, à natureza e à sociedade. Os jogos de linguagem, por exemplo, é um convite à criança para elaborar sua fala e a exercitar a escuta, compreendendo as regras e convenções que regem um diálogo. São permutas coletivas sob a regência do professor, que se torna um mobilizador.

“Nas brincadeiras, o aluno é que é o protagonista. Observamos que a aprendizagem que envolve jogos é diferenciada justamente porque coloca o aluno como sujeito direto da ação e isso atribui à criança e ao professor novas posições na relação do saber escolar”, argumenta a coordenadora pedagógica do Colégio AZ João Pessoa, Sara Oliveira,

Roberta Meira, mãe de Ana Beatriz, aluna do Infantil V, avalia que a ferramenta ajuda bastante na aprendizagem. “Ela gosta muito da Liga das Corujinhas. Ela faz as missões, explora o aplicativo. Eu, como mãe, percebo como isso ajuda na consolidação do conhecimento de forma despretensiosa, mas eficaz, utilizando o lúdico. É uma forma saudável da criança usar o celular e explorar as atividades, aprendendo da melhor forma”, comentou.

A Liga das Corujinhas disponibiliza jogos para a Educação Infantil contemplando o desenvolvimento de variadas habilidades para essa faixa etária como o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático, da psicomotricidade e também das relações socioafetivas. As atividades também acontecem em ambientes colaborativos. “Isso também contribui para que se desenvolvam a escuta, a linguagem oral ou não, a observação, a autonomia, a empatia e até os princípios éticos da criança”, finalizou a coordenadora pedagógica do Colégio AZ João Pessoa, Sara Oliveira.