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Asplan faz alerta sobre agressão ao meio ambiente e desrespeito às áreas de Preservação Permanente na Paraíba
De acordo com o Código Florestal Brasileiro, são consideradas áreas de preservação permanente (APP) aquelas protegidas nos termos da lei, cobertas ou não por vegetação nativa, com as funções ambientais de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade e o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. Os produtores de cana da Paraíba estão em consonância ao que determina a Lei, inclusive, no que diz respeito ao Cadastro Ambiental Rural, no entanto, enquanto os produtores respeitam o CFB, invasores de terras ocupam, desordenadamente, APP’s que deveriam ser preservadas.
Para tratar desta problemática, a diretoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está se reunindo com representantes dos órgãos ambientais e de fiscalização da legislação para buscar uma solução para essa questão, através da intensificação das fiscalizações nas propriedades invadidas, ao mesmo tempo em que quer debater formas de recuperar as áreas degradadas por essas ocupações ilegais. “O que está acontecendo hoje é que os donos das propriedades respeitam a legislação ambiental, cumprem o que determina a Lei e os invasores de terras simplesmente ocupam essa áreas e depredam o meio ambiente sem que nada ou quase nada se faça para corrigir isso, por isso, estamos convocando os órgãos competentes para colocar essa questão e cobrar uma providência, inclusive com a disposição de reflorestar as áreas degradadas”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.
Nesta segunda-feira (06), pela manhã, o dirigente canavieiro, junto com representantes da diretoria da Associação, se reuniu com o superintendente do IBAMA, Bartolomeu Amaral, para tratar deste assunto. Segundo José Inácio, além do IBAMA outros órgãos, a exemplo da SUDEMA e Ministério Público Estadual e Federal serão contatados com o mesmo objetivo. “O produtor rural paraibano já está fazendo a sua parte, mas de nada adianta para o Meio Ambiente a gente cumprir a Lei e preservar as áreas de APP se outras pessoas, alheias a lida no campo, fazem o contrário. Os órgãos fiscalizadores precisam estar atentos a isso”, finalizou José Inácio.
O superintendente do IBAMA disse que vai se reunir com sua equipe de técnicos e realizar vistorias onde está ocorrendo esse desrespeito à lei de preservação das APP’s e, consequentemente, um crime ambiental. Segundo ele, se for constatada irregularidades o órgão vai intervir dentro de suas competências e exigir que não apenas as áreas de APP’s sejam desocupadas, mas, também revitalizadas.
O que diz a Lei sobre APP
São áreas de preservação permanente as florestas e demais formas de vegetação natural que estejam situadas ao longo dos rios ou de qualquer curso d’água desde o seu nível mais alto, cuja largura mínima deverá ser:
– de 30 metros para os cursos d’água de até dez metros de largura;
– de 50 metros para os cursos d’água que tenham entre dez e 50 metros de largura;
– de cem metros para os cursos d’água que tenham entre 50 e 100 metros de largura;
– de 200 metros para os cursos d’água que tenham entre 200 e 600 metros de largura;
– de 500 metros para os cursos d’água que tenham largura superior a 600 metros.
Prefeito de Petrolina visita a Asplan e fala do esplendor que o projeto de fruticultura irrigada promoveu no seu município
O prefeito de Petrolina (PE), Miguel Coelho, fez uma visita nesta sexta-feira (03), a sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Na ocasião, ele conversou com diretores e associados da entidade sobre o pool de desenvolvimento do município que administra, com ênfase na importância da fruticultura irrigada daquela região de Pernambuco, que criou grandes oportunidades de negócio, gerou muitos empregos e projetou Petrolina internacionalmente. O presidente da Asplan, José Inácio, fez uma projeção de um futuro similar para a Paraíba, lembrando que o canal Acauã-Araçagi, com seus 16 mil hectares de terras irrigadas, pode se inspirar no empreendedorismo de Petrolina e promover um salto de desenvolvimento para o estado.
“Petrolina deu certo pelo esforço de muitos e já a algum tempo ocupa lugar de destaque no polo de fruticultura do país om uma área produtiva de mais de 40 mil hectares, com uma média de empregabilidade de três trabalhadores por hectare”, disse o prefeito. Ele lembrou que o sucesso do empreendedorismo de Petrolina se deveu a conjunção de vários fatores. “O bom uso da água, o emprego da tecnologia, a força do trabalho, o aporte de políticas públicas são questões que explicam o sucesso do projeto Nilo Coelho”, reiterou Miguel Coelho, destacando que seria salutar a troca de experiência e soma de esforços entre Pernambuco a Paraíba. “Acredito na soma de esforços como principal alavancador do sucesso de qualquer empreendimento e estou à disposição”, afirmou o prefeito, que estava acompanhado do deputado estadual da Paraíba, Bruno Cunha Lima.
O presidente da Asplan, destacou a importância dos produtores canavieiros da Paraíba que, bem lembrou ele, não planta apenas cana-de-açúcar, mas, também outras culturas, a exemplo de banana, abacaxi e ainda são criadores de gado e atuam na produção de camarão de cativeiro. “A Paraíba tem tudo para deslanchar com esse canal Acauã-Araçagi, que precisa ser eficaz no que se propõe a fazer, que é promover desenvolvimento, através da geração de emprego e renda, nos seus 16 mil hectares de terras irrigadas”, disse José Inácio. Ele lembrou também da importância do voto nas próximas eleições e do compromisso que os eleitores têm que ter com a mudança na política do país. “É preciso não apenas votar, mas, saber escolher os candidatos priorizando àqueles que são do bem e que exercem a política com postura ética, visando o bem da sociedade e se for simpatizante das causa do campo, melhor ainda”, reiterou José Inácio.
O diretor da Asplan, Raimundo Nonato, presente na ocasião, reforçou a fala de José Inácio, destacando a importância do bem votar e complementando que o país vive um momento muito delicado, mas, que está nas mãos dos brasileiros mudar essa situação. “Precisamos saber escolher nossos candidatos nas próximas eleições. Não votar só piora a situação. Precisamos nos posicionar e votar em quem merece nos representar”, destacou Nonato.
Programa de gestão rural é apresentado a Produtores de cana-de-açúcar da Paraíba
Imagina um software que possibilita que o produtor rural tenha total controle de despesas e receitas da propriedade. Isso já existe no mercado e esse programa foi apresentado, nesta segunda-feira (30), aos produtores que integram a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A apresentação da ferramenta e das vantagens em tê-la disponível foi feita pelo diretor da eAgro, a empresa que representa o software, Raphael Ivan, no mini auditório da entidade.O software que gerencia informações desde mão-de-obra, passando por insumos, maquinários, consumo de energia, combustível, etc, de forma bem detalhada, já está sendo utilizado por 15 produtores canavieiros da Paraíba.
O produtor Pedro Neto, é um dos que já começa a sentir a diferença do uso desta nova ferramenta de gerenciamento da propriedade rural. “Comecei a usar a apenas 40 dias, mas apesar do pouco tempo já notei diferença e a eficiência em relação a apresentação dos números e custos da propriedade, pois a gente consegue identificar onde se está gastando mais ou menos, e a partir daí tem uma melhor percepção de onde podemos corrigir os erros e ainda ter todos os dados da propriedade numa plataforma só”, afirma Pedro. Segundo ele, para tanto, é preciso que o produtor alimente o programa todo dia, com informações das atividades agrícolas. “Eu já senti diferença e comecei com a parte de atividade e despesa com mão-de-obra e insumos e agora já vou começar com a parte de maquinário e já deu para notar a eficiência do software”, reitera ele que usa a ferramenta na fazenda Santa Fé, localizada em Pedras de Fogo.
E a Asplan, pensando nos seus associados, partiu na frente e fez uma parceria com a empresa eAgro para que seus associados tenham um valor diferenciado referente a mensalidade de uso do Programa que, neste caso, não é cobrado pelo tamanho da propriedade. “Como o produtor não tem como interferir no preço final do seu produto, temos que fazer nossa parte reduzindo nossos custos e só com números e organização que poderemos saber onde podemos enxugar e reduzir esses custos de produção e nisso, esse Programa parece ser muito eficiente”, destaca o presidente da Associação, José Inácio de Morais, lembrando que o valor de uso do Programa pelos associados ficou bem acessível. Quem tiver interesse, contatar o Departamento Técnico da Asplan (DETEC).
Alexandre Lima, da Feplana, e outras pessoas do meio produtivo são homenageados e recebem Prêmio Mérito Rural
O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, foi uma das personalidades homenageadas com o Prêmio Mérito Rural 2018 e recebeu o troféu Henrique Vieira de Albuquerque Melo. A honraria é uma iniciativa da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba e do Senar, em reconhecimento a pessoas que se destacam na defesa dos interesses dos produtores e na luta pelo desenvolvimento da agropecuária. A solenidade de entrega do prêmio, que contemplou 15 agraciados, entre pessoas e instituições, aconteceu nesta quinta-feira (26), em João Pessoa.
O presidente da CNA, João Martins, prestigiou o evento e também foi um dos homenageados da noite com o prêmio especial. A solenidade foi conduzida pelo cerimonialista Aldo Schuller e coordenada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba, Mário Borba.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio, prestigiou o evento e destacou a importância desta iniciativa da Federação. “É interessante essa forma de reconhecimento que premia pessoas que estão, de alguma forma, contribuindo com o sucesso, desenvolvimento e projeção do setor produtivo paraibano” disse José Inácio, destacando entre os homenageados pela ligação com a Asplan, o industrial Gilvan Celso, da Miriri, o professor Emídio Cantidío, da UFRPE, que também é consultor da Asplan e ainda o presidente da Feplana, Alexandre Lima.
As premiações foram divididas nas categorias agroindústria, produtor rural, pesquisa e ensino, formação profissional rural, liderança, educação formal e assistência técnica. Foram feitas ainda duas homenagens “In memoriam”, além de um reconhecimento em honra ao mérito.
Produtores do Rio Grande do Sul conhecem produção de insumos biológicos na Estação de Camaratuba
Um grupo de produtores do Rio Grande do Sul que participam de atividade de formação do Grupo de Agroecologia Gaia, da unidade Uers, em Cachoeira do Sul, coordenado pela professora Janaina Tauli Bernardo, está na Paraíba com a missão de realizar uma visita técnica para buscar subsídios sobre ações ligadas ao campo que possam ser aproveitadas naquela região. A visita técnica incluiu uma passagem pela sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e ainda uma apresentação do processo produtivo de insumos biológicos, na Estação de Camaratuba, realizada nesta quarta-feira (25).
Na Estação, os produtores conheceram os dois laboratórios que produzem insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha. Nos laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba, que produzem, mensalmente, 15 milhões de Cotesia flavipes (Vespas) e três toneladas de Metahizium anisopliae (Fungo), os visitantes conheceram todas as etapas do processo laboratorial e anda receberam explicações técnicas do biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino.
A Estação Experimental é mantida pela Asplan, através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica e distribuídos, gratuitamente, para os produtores de cana associados e ainda vendidos no mercado paraibano, pernambucano e do Rio Grande do Norte. A visita desta quarta-feira foi acompanhada pelo diretor técnico do DETEC da Asplan, Neto Siqueira, que representou a diretoria da Associação na ocasião, agradeceu a visita tanto da pesquisadora, professora Janaína, como dos produtores, parabenizando-os pela iniciativa de aprender com o trabalho da Asplan e por querer projetar um laboratório semelhante ao da Paraíba para atender a demanda dos produtores daquela região.
Experimento aumenta produtividade da fazenda Maracanã em 24 toneladas a mais de cana-de-açúcar por hectare
Um experimento com o produto Superstart 13.33.08 da Yara conseguiu aumentar a produtividade da fazenda Maracanã, em 24 toneladas a mais por hectare. Esses e outros dados do estudo de campo foram apresentados aos proprietários da fazenda, Raimundo Nonato e Neto Siqueira, na última sexta-feira (13), pelos representantes da Yara Fertilizantes, o consultor comercial, Lenildo Rodrigues, a assistente comercial, Lais Franco e o representante comercial da marca na Paraíba, Mosart Cavalcante. A apresentação, que aconteceu na sala de reunião da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), ainda contou com a participação de diretores e associados das entidade.
Localizada em Santa Rita, o experimento foi realizado em parte da fazenda Maracanã entre os meses de junho de 2017, época do plantio, até a colheita da cana, em maio deste ano. De acordo com a assistente comercial da Yara, Lais Franco, a realização deste experimento mostra o empenho da empresa em não apenas vender o produto, mas, comprovar sua eficácia. “Atualmente, além de vender o produto, nós mostramos os resultados na prática”, afirma ela, que foi a responsável pelas medições in loco. Lais lembrou que para não haver dúvidas com relação a seriedade do trabalho, todas as medições de altura, perfil, largura, etc, eram feitas por um funcionário da fazenda.
Para Neto Siqueira, que acompanhou o trabalho de perto, não resta dúvida que o produto realmente funciona e fez a diferença. “O solo desta fazenda é de areia branca, portanto muito pobre e nestes 10 meses de experimento pudemos constatar a diferença de produtividade entre o plantio que recebeu o produto da Yara e do plantio que não recebeu e a diferença foi realmente gritante”, atesta Neto.
O diretor da Asplan, Oscar Gouveia, que também assistiu a apresentação, elogiou a iniciativa da Yara e destacou a importância destes estudos. “Quero parabeniza-los por esse trabalho. Era isso que estava faltando, porque antes o interesse era só vender o produto, hoje além, de vender vocês estão preocupados em comprovar os resultados e isso é muito bom porque nós constatamos na prática se funciona ou não o produto e assim escolhermos o produto que dá melhores resultados”, destacou o Sr. Oscar.
Segundo o consultor comercial, Lenildo Rodrigues, com o aumento da produtividade, a cada R$ 1,00 investido no produto da Yara, os proprietários da fazenda Maracanã ganharam R$ 30,00, tendo um incremento de lucro, por hectare, equivalente a R$ 5 mil. “Isso é um estudo comprobatório, não uma argumentação teórica”, reitera ele. Além da fazenda Maracanã, outras propriedades na Paraíba estão passando por experimentos semelhantes. Segundo os representantes da Yara, no final do ano haverá um evento na Asplan onde serão apresentados os resultados globais deste trabalho de campo.
Previsões meteorológicas apontam para um período de chuvas acima da média na Paraíba entre julho e setembro
Podem preparar os guarda-chuvas, pois as previsões de precipitações na Paraíba para o próximo trimestre (julho, agosto e setembro) é de chuvas acima da média. Essa informação foi repassada para a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), pelo meteorologista, professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas. Luiz Carlos Baldicero Molion.
Ainda segundo o meteorologista, a previsão de chuvas na Paraíba para o último trimestre do ano (outubro, novembro e dezembro) é de precipitações em torno da média que o estado apresentou nos últimos anos. Dados da estação de João Pessoa do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apontam que no trimestre abril/maio/junho, choveu 835mm, e até agora, em julho, já choveu 161mm, sendo, inclusive, registrada uma chuva de 106mm, no último dia 10.
Na opinião do presidente da Asplan, José Inácio de Morais, as previsões são muito positivas. “Saber que teremos chuva acima da média, logo no início da próxima safra, e depois chuvas na média no último trimestre do ano, nos dá um alivio muito grande, pois, quem vive da agricultura sabe o quão importante é ter segurança hídrica e nós só temos essa segurança ou irrigando, que demanda custos e investimentos, ou contando com as chuvas, que nos chegam gratuitamente. Desta forma, saber que teremos chuvas nos traz alegria e tranquilidade”, reitera José Inácio.
Asplan tem novo Médico do Trabalho
Dr. Tarcísio Campos Saraiva de Andrade. Esse é o nome do novo Médico do Trabalho da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Dr. Tarcísio tem a missão, a partir desta semana, de desenvolver um trabalho, sobretudo, preventivo, no Setor Médico da Associação. O profissional, que graduou-se em 1991, pela Universidade Federal da Paraíba, além de ter especialização em Medicina do Trabalho também é anestesista e atua como coordenador do Serviço de Saúde Ocupacional da Unimed. Dr. Tarcísio vai atuar na sede da Asplan, durante quatro dias na semana, sempre pela manhã, além de desenvolver um trabalho de campo, junto dos produtores associados e seus funcionários, a exemplo do que fazia Dr. Heleno.
“Gosto de trabalhar no campo, de orientar preventivamente, de exercer a clínica médica, principalmente, em uma área que a gente sabe que há uma certa carência e muita necessidade da presença de um profissional de saúde, por isso minha expectativa em trabalhar na Asplan é a melhor possível, porque aqui exercerei uma medicina preventiva, de orientação ao trabalhador, principalmente, no que diz respeito a ergonomia, questões relacionadas a pele, a doenças cardiopulmonares, sempre com o objetivo de prevenir que é o grande foco da Medicina do Trabalho”, afirma Dr. Tarcísio.
Especialista em Medicina do Trabalho pela Universidade São Camilo, da Bahia, Dr. Tarcísio também atua na Prefeitura de João Pessoa e vai estar na Asplan durante quatro dias na semana. Uma semana de 2ª a 5ª e a outra de 3ª a 6ª feira, das 8h ao meio-dia. O presidente da Asplan, José Inácio, destaca a importância de contar com a ajuda de um profissional da área. “A melhoria da qualidade de vida de nossos associados e de seus funcionários passa, necessariamente, pela adoção de hábitos mais saudáveis e de práticas preventivas e ai entra o trabalho do Médico do Trabalho que vai nos orientar nestes aspectos. A ideia é prevenir doenças, é buscar uma melhor qualidade de vida”, destaca José Inácio, lembrando que esse serviço de Medicina do Trabalho disponibilizado pela Asplan é gratuito para associados e seus funcionários e inclui além das consultas clínicas, os exames admissionais, periódicos, retorno ao trabalho, mudança de função, além de licenças médicas.
Estação experimental de Camaratuba produz insumos biológicos de combate à pragas de cana-de-açúcar
A Paraíba possui dois laboratórios que produzem insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais no Estado: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha. Os laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba produzem, mensalmente, 15 milhões de Cotesia flavipes (Vespas) e três toneladas de Metahizium anisopliae (Fungo). A Estação Experimental é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica.
Segundo o biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino, a produção da Cotesia flavipes, uma vespa utilizada no combate à Broca-Comum, é vendida nos mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Já o fungo Metarhizium amisopliae, para o controle da Cigarrinha, é vendido no mercado paraibano. Os associados da Asplan recebem os insumos gratuitamente, bastando para isso apenas solicitar o material. De acordo com o biológo, estas pragas são corriqueiras na região Nordeste e costumam incidir mais entre o período de março à agosto, devido as condições climáticas, que ficam, nesta época, favoráveis para o surgimento e proliferação das pragas.
A Estação Experimental foi instalada em 1979, através de um convênio entre o extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e a Asplan. Desde 1989, a Associação assumiu a Estação e buscou novos parceiros para dar continuidade as pesquisas que vinham sendo desenvolvidas. Atualmente, uma equipe formada por 12 profissionais, entre auxiliares técnicos, técnicos de nível médio e superior, trabalha no local. A área possui 220 hectares, sendo 80 deles para o cultivo de cana-semente e também uma área de plantação destinada à pesquisa agrícola. Os demais 140 hectares constituem área de preservação ambiental, já que a Estação está localizada em reserva de Mata Atlântica. Quem tiver interesse em adquirir os insumos ou conhecer os laboratórios basta ligar para a Asplan no 3241-6424 ou na Estação através do celular 98859-1288.
Estação experimental de Camaratuba produz insumos biológicos de combate à pragas de cana-de-açúcar
A Paraíba possui dois laboratórios que produzem insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais no Estado: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha. Os laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba produzem, mensalmente, 15 milhões de Cotesia flavipes (Vespas) e três toneladas de Metahizium anisopliae (Fungo). A Estação Experimental é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba. Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica.
Segundo o biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino, a produção da Cotesia flavipes, uma vespa utilizada no combate à Broca-Comum, é vendida nos mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Já o fungo Metarhizium amisopliae, para o controle da Cigarrinha, é vendido no mercado paraibano. Os associados da Asplan recebem os insumos gratuitamente, bastando para isso apenas solicitar o material. De acordo com o biológo, estas pragas são corriqueiras na região Nordeste e costumam incidir mais entre o período de março à agosto, devido as condições climáticas, que ficam, nesta época, favoráveis para o surgimento e proliferação das pragas.
A Estação Experimental foi instalada em 1979, através de um convênio entre o extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e a Asplan. Desde 1989, a Associação assumiu a Estação e buscou novos parceiros para dar continuidade as pesquisas que vinham sendo desenvolvidas. Atualmente, uma equipe formada por 12 profissionais, entre auxiliares técnicos, técnicos de nível médio e superior, trabalha no local. A área possui 220 hectares, sendo 80 deles para o cultivo de cana-semente e também uma área de plantação destinada à pesquisa agrícola. Os demais 140 hectares constituem área de preservação ambiental, já que a Estação está localizada em reserva de Mata Atlântica. Quem tiver interesse em adquirir os insumos ou conhecer os laboratórios basta ligar para a Asplan no 3241-6424 ou na Estação através do celular 98859-1288.