Asplan

Estação experimental de Camaratuba produz insumos biológicos de combate à pragas de cana-de-açúcar

            A Paraíba possui dois laboratórios que produzem insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais no Estado: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha. Os laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba produzem, mensalmente, 15 milhões de Cotesia flavipes (Vespas) e três toneladas de Metahizium anisopliae (Fungo). A Estação Experimental é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba.  Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica.

Segundo o biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino, a produção da Cotesia flavipes, uma vespa utilizada no combate à Broca-Comum, é vendida nos mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Já o fungo Metarhizium amisopliae, para o controle da Cigarrinha, é vendido no mercado paraibano. Os associados da Asplan recebem os insumos gratuitamente, bastando para isso apenas solicitar o material. De acordo com o biológo, estas pragas são corriqueiras na região Nordeste e costumam incidir mais entre o período de março à agosto, devido as condições climáticas, que ficam, nesta época, favoráveis para o surgimento e proliferação das pragas.

A Estação Experimental foi instalada em 1979, através de um convênio entre o extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e a Asplan. Desde 1989, a Associação assumiu a Estação e buscou novos parceiros para dar continuidade as pesquisas que vinham sendo desenvolvidas. Atualmente, uma equipe formada por 12 profissionais, entre auxiliares técnicos, técnicos de nível médio e superior, trabalha no local. A área possui 220 hectares, sendo 80 deles para o cultivo de cana-semente e também uma área de plantação destinada à pesquisa agrícola. Os demais 140 hectares constituem área de preservação ambiental, já que a Estação está localizada em reserva de Mata Atlântica. Quem tiver interesse em adquirir os insumos ou conhecer os laboratórios basta ligar para a Asplan no 3241-6424 ou na Estação através do celular 98859-1288.

Estação experimental de Camaratuba produz insumos biológicos de combate à pragas de cana-de-açúcar

            A Paraíba possui dois laboratórios que produzem insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais no Estado: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha. Os laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba produzem, mensalmente, 15 milhões de Cotesia flavipes (Vespas) e três toneladas de Metahizium anisopliae (Fungo). A Estação Experimental é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de convênios com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Meteorologia e Secretaria de Agricultura da Paraíba.  Os insumos produzidos na Estação são registrados e aprovados para uso da agricultura orgânica.

Segundo o biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino, a produção da Cotesia flavipes, uma vespa utilizada no combate à Broca-Comum, é vendida nos mercados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Já o fungo Metarhizium amisopliae, para o controle da Cigarrinha, é vendido no mercado paraibano. Os associados da Asplan recebem os insumos gratuitamente, bastando para isso apenas solicitar o material. De acordo com o biológo, estas pragas são corriqueiras na região Nordeste e costumam incidir mais entre o período de março à agosto, devido as condições climáticas, que ficam, nesta época, favoráveis para o surgimento e proliferação das pragas.

A Estação Experimental foi instalada em 1979, através de um convênio entre o extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e a Asplan. Desde 1989, a Associação assumiu a Estação e buscou novos parceiros para dar continuidade as pesquisas que vinham sendo desenvolvidas. Atualmente, uma equipe formada por 12 profissionais, entre auxiliares técnicos, técnicos de nível médio e superior, trabalha no local. A área possui 220 hectares, sendo 80 deles para o cultivo de cana-semente e também uma área de plantação destinada à pesquisa agrícola. Os demais 140 hectares constituem área de preservação ambiental, já que a Estação está localizada em reserva de Mata Atlântica. Quem tiver interesse em adquirir os insumos ou conhecer os laboratórios basta ligar para a Asplan no 3241-6424 ou na Estação através do celular 98859-1288.

Produtores canavieiros da Paraíba fornecem dados para estudo sobre Custos de Produção de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol no Brasil

 

Pesquisadores do Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – PECEGE, que estão realizando um estudo em parceria com a Escola Superior de Agricultura ‘‘Luiz de Queiroz’’ – ALQ e Universidade de São Paulo -USP, com apoio da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), estiveram reunidos com diretores e produtores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, no último dia 20.  O objetivo foi colher dados sobre os custos de produção de cana no Estado até a entrega da matéria-prima na esteira das usinas, que é o terceiro maior produtor do Nordeste.

O diretor e o vice diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira e Pedro Neto, responderam os questionamentos dos pesquisadores e detalharam as informações sobre os custos que envolvem a produção de cana na Paraíba, especificamente, no tocante à produção e entrega da matéria-prima na esteira da usina. “Repassamos todos os dados relativos aos custos de produção local referente a safra 2017/2018, ressaltando que os preços pagos pela matéria-prima não remuneraram os custos de produção na referida safra”, destaca Neto Siqueira.

Ainda segundo o diretor do Detec, apesar da Paraíba manter a média da produção, o lucro da atividade na atual safra ficou comprometido em função da redução de preço, algo em torno de 25%. “A remuneração paga pela tonelada da cana não cobriu os custos de produção já que para termos uma boa lucratividade a tonelada deveria estar em torno de R$ 100,00, mas, a média desta safra ficou em torno de R$ 80,00 muito abaixo do que esperávamos e distante do que foi pago na safra de 2016, cujo valor ficou em R$ 108,00”, afirma Neto Siqueira.

De acordo com o analista da PECEGE, João Marcos Meneghel, esse levantamento está sendo feito em nível nacional, em entidades representativas tanto dos produtores, quanto das indústrias. Após a coleta de dados e posterior detalhamento, as informações sobre Custos de Produção de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol no Brasil serão publicadas no portal e aplicativo Sucroenergético Pecege-Esalq/USP. “Esse estudo é uma ferramenta inovadora destinada a empresas e instituições que buscam praticidade na pesquisa por informações sobre essa temática que facilitam o processo de tomada de decisão”, destaca João Marcos.

Pré-candidato ao governo pelo PSB debate com setor agropecuário e diz que terá um olhar atento para o segmento produtivo paraibano

O pré-candidato a governador da Paraíba pelo PSB, João Azevedo, participou de um encontro, nesta quarta-feira (20), com representantes de entidades ligadas ao setor agropecuário do estado. Durante o evento, realizado no auditório da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, João falou sobre os avanços da Paraíba nos últimos sete anos, disse que o atual governo já tem e ele também terá um olhar atento para o setor agropecuário e mostrou que está afinado com os pleitos do setor que, entre outras reivindicações, pediu ao candidato que construa estradas e revitalize as já existentes por onde passa o escoamento da produção, priorize os produtores com a água do canal Acauã-Araçagi, amplie o programa de cana-semente, entre outros itens.

O atual secretário de Agricultura da Paraíba, Rômulo Montenegro, foi quem abriu o evento e fez uma retrospectiva dos principais avanços do setor nos governos de Ricardo Coutinho, com ênfase, no segmento agrícola já que a maioria da plateia do encontro era formada por trabalhadores e produtores rurais. O presidente da Asplan, José Inácio, falou em seguida e destacou a importância do governo ter um olhar diferenciado para o segmento e apoiá-lo em suas demandas. “Nós somos um setor vital para a economia estadual, que geramos milhares de empregos, mas, ainda não temos o devido reconhecimento, respeito e atenção”, disse José Inácio..

Em seguida e durante quase uma hora, João Azevedo falou sobre os avanços que a Paraíba teve nos últimos anos, fazendo um contraponto com a situação de outros estados do país, e lembrou que a Paraíba desponta como a melhor da região Nordeste. “O crescimento da Paraíba foi de 36,1% e hoje nós temos a melhor renda per capita do Nordeste e isso tudo é fruto de uma gestão responsável, trabalhadora e que vê o estado como um todo”, disse ele.

O presidente da Asplan, José Inácio aproveitou a oportunidade e entregou ao candidato um documento com cinco pleitos do setor, que além da construção de estradas, pede a definição de diretrizes de uso das águas do canal Acauã-Araçagi, uma resposta mais efetiva nos casos de cumprimento de mandatos judiciais de reintegração de posse de terras invadidas, a formalização de um convênio para ampliar a produção de insumos biológicos e o estímulo ao cooperativismo. O pré-candidato disse que irá avaliar todos os pleitos e assumiu o compromisso de levar o maior número de propostas possíveis para seu Plano de Governo, mas, de antemão já adiantou que a construção de estradas será prioridade de seu governo, assim como o apoio ao cooperativismo. Sobre o uso das águas do canal Acauã-Araçagi, João disse que a Embrapa está realizando um estudo e que ele balizará as diretrizes de uso das águas do canal.

“O pré-candidato tem bastante experiência, uma vez que foi secretário de governo e foi bom recebê-lo aqui e conhecer um pouco de suas propostas, como será com qualquer candidato que queira se reunir com a classe produtiva para ouvir nossos pleitos e expôs suas ideias”, disse José Inácio, lembrando que a Asplan, por ser uma entidade apartidária, está de braços abertos para realizar encontros similares com os demais postulantes ao cargo de governo estadual.

O pré-candidato avaliou positivamente o debate. “Foi um encontro literalmente muito produtivo, onde pude expor a nossa visão e projetos e o que nosso governo fará não apenas em prol do setor produtivo, mas, sobretudo da Paraíba”, disse João. Além dos associados da Asplan, o pré-candidato dialogou com representantes de cooperativas, indústria sucroalcooleira, de entidades ligadas a agropecuária, com a Federação dos Trabalhadores, com a Faepa e com outras entidades ligadas ao agronegócio estadual.

A Faepa também se fez presente ao encontro
A Faepa também se fez presente ao encontro
Diretoria da Asplan com o pré-candidato João Azevedo
Diretoria da Asplan com o pré-candidato João Azevedo
João Azevedo disse que terá um olhar atento para o setor produtivo
João Azevedo disse que terá um olhar atento para o setor produtivo
O presidente da Asplan, José Inácio recebeu o pré-candidato antes do encontro
O presidente da Asplan, José Inácio recebeu o pré-candidato antes do encontro
O presidente da Asplan, José Inácio, entregou um documento com pleitos do setor a João Azevedo
O presidente da Asplan, José Inácio, entregou um documento com pleitos do setor a João Azevedo
O secretário de Agricultura da Paraíba, Rômulo Montenegor intermediou o encontro
O secretário de Agricultura da Paraíba, Rômulo Montenegor intermediou o encontro

João Azevedo debate com representantes do setor agropecuário paraibano seu plano de governo

O pré-candidato ao governo do estado, João Azevedo (PSB) vai debater, na próxima quarta-feira (20), com representantes do setor agropecuário paraibano, suas propostas e plano de governo para um dos setores mais importantes da economia do estado. O debate será realizado no auditório da Associação dos Plantadores de Cana da paraíba (Asplan), a partir das 10h, e é aberto ao público interessado. Os organizadores da ação afirmam que o pré-candidato que ainda está elaborando seu plano de governo quer além de expor, conhecer quais são as principais demandas do setor para incluí-las em sua proposta de gestão.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que já confirmou participação no debate, explica que a Associação cedeu o espaço para a realização do evento, assim como pode ceder a qualquer um dos postulantes ao cargo. “Nós somos um entidade apartidária que defende o setor produtivo, especificamente, o setor canavieiro e por isso estamos de portas abertas para conhecer as propostas de todos os candidatos”, destaca o dirigente canavieiro. Ainda segundo ele, esses debates são importantes não apenas para conhecer o plano de governo dos candidatos em relação ao setor agropecuário, mas, sobretudo, para colocar as prioridades do setor.

O secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Rômulo Montenegro, reitera a importância do evento. “Será um momento de aprofundar o debate sobre o futuro da agropecuária na Paraíba e conhecer as propostas do pré-candidato para um setor vital para a economia e desenvolvimento do estado”, afirma Rômulo.

Além de José Inácio e diretores da Asplan, também confirmaram presença no debate representantes da Organização das Cooperativas do Brasil na Paraíba, da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/PB), da Associação Paraibana dos Criadores de Caprinos e Ovinos (Apacco), da Sociedade Rural Brasileira na Paraíba, do Sindicato da Indústria e do Álcool (Sindálcool) e da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agricultura Familiar da Paraíba (Fetag).

Legado do agropecuarista Pompeu Borba orgulha a Paraíba afirma Presidente da Asplan

“Um produtor que sempre teve como referência um bom trabalho, que acreditou e investiu na agropecuária e que viveu mais de 50 anos às custas de seu trabalho no campo, sendo referência não só na região, mas, em todo o país, em genética de qualidade e que deixa um legado que orgulha a Paraíba”, disse hoje (15), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro se referiu ao agropecuarista Pompeu Gouveia Borba, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (14), aos 85 anos, em João Pessoa, onde residia.

Pecuarista, produtor rural e criador, Pompeu começou sua relação com a atividade agropecuária muito jovem, com apenas 15 anos, com a produção de cana-de-açúcar. Anos depois, assumiu a Fazenda Riacho do Navio, onde iniciou seu trabalho em genética e melhoramento, destacando-se como referência nacional como criador da raça Sindi e carneiros Santa Inês.

“Pompeu nos deixa além de um legado muito importante, a lição de que é possível sobreviver da agropecuária com dignidade e o exemplo de um produtor que adorava sua atividade, que tinha orgulho e prazer no que fazia”, afirma José Inácio, lembrando que essa amor pela lida no campo, inspirou seus descendentes que, com certeza, continuarão elevando o setor rural paraibano.

Mudanças na venda do etanol podem baratear preço final do produto ao consumidor final

Os senadores aprovaram na última terça-feira (12) a urgência na tramitação do projeto de decreto legislativo que autoriza o produtor de etanol a vender o produto diretamente aos postos de combustíveis. Essa proposta, defendida por várias entidades ligadas ao setor sucroalcooleiro, entre elas, a União dos Produtores de Cana do Nordeste (Unida), suspende o artigo 6º da Resolução 43/2009, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que obriga o produtor a vender o etanol as distribuidoras ou ao mercado externo. Com a mudança, a indústria teria a flexibilidade de fazer a venda diretamente para os postos o que baratearia os custos, tornando o preço do etanol nas bombas mais vantajoso para o consumidor. Com a urgência na tramitação, a proposta passa a constar na Ordem do Dia da próxima sessão deliberativa do Senado.

Essa solicitação da venda direta do etanol hidratado das usinas /destilarias para os postos de combustíveis, segundo o presidente da Unida e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, na prática, além de agilizar a entrega do produto, reduziria o preço do etanol ao consumidor, ao acabar com a intermediação das distribuidoras. “A legislação brasileira hoje obriga que haja essa intermediação das distribuidoras, que hoje detém o monopólio da compra e venda do álcool. Acontece que essa intermediação gera um custo adicional com a margem da distribuidora, de transporte e da carga tributária, o que causa um impacto significativo e encarece o preço final do produto que com essa venda direta seria mais acessível”, explica o dirigente canavieiro.

O autor do projeto, senador Otto Alencar (PSD-BA), em declarações à Imprensa, coloca que a recente crise institucional causada pelas paralisações de caminhoneiros contra a alta no preço dos combustíveis fez surgir a necessidade de alterar a política de comercialização do setor. Segundo ele, a limitação imposta pela ANP “produz ineficiências econômicas ao impedir o livre comércio através da venda direta entre produtores de etanol e postos de abastecimento”.

A proposta de revogar a proibição, explica José Inácio, não tira da cadeia comercial as distribuidoras. “A proposta é criar uma alternativa dos postos adquirirem o etanol, tanto das distribuidoras, quanto das usinas e das destilarias, incrementando a concorrência do mercado de combustíveis e, consequentemente, a redução no preço do produto para o consumidor final”, reitera o dirigente da Unida.

Apresentação do Renovabio para produtores independentes acontece nesta terça-feira em Brasília e terá a participação da Asplan e Unida

Como participar do Renovabio e de que forma o produtor independente de cana-de-açúcar pode ser inserido no Programa. Essa é a proposta de uma reunião que acontece nesta terça-feira (12), a partir das 10h, na sede da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), em Brasília. O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais e o vice-diretor do Departamento Técnico da Asplan, Pedro Neto, participam do evento para, posteriormente, disseminarem as informações com os associados.

“O Renovabio vai criar um mercado de créditos de descarbonização (CBios) e esse mercado precisa envolver e favorecer também os produtores independentes e não apenas as indústrias, dai ser muito importante conhecer detalhes de como isso pode ser operacionalizado”, afirma José Inácio.

De acordo com divulgações do Ministério de Minas e Energia (MME) o ponto de destaque, que determinará todo o funcionamento do Renovabio, é a meta proposta. Segundo o modelo criado e proposto pelo MME, a Intensidade de Carbono (IC) deve cair 7% em relação a 2017, passando de 74,25 gCO2/MJ para 68,97 gCO2/MJ. É com base nesse valor que será estabelecido o mercado de créditos de descarbonização (CBios).

Outras atividades

No dia 13, das 10 às 13h, José Inácio tem outra agenda em Brasília. Trata-se da reunião da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool. Em pauta, entre outros assuntos, a iniciativa de rever a determinação da Agência Nacional do Petróleo que impede que as usinas possam vender o etanol diretamente aos postos de combustíveis. “É preciso rever essa determinação porque ela só encarece o produto por causa da elevação do processo logístico que, da forma como é feita hoje, inclui o armazenamento do produto e posterior transporte. Sem a intermediação das distribuidoras, o etanol sairia da indústria diretamente para os postos e chegaria mais barato para o consumidor”, destaca José Inácio.

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado até o fim do ano

O governo federal decidiu prorrogar o prazo do CAR (Cadastro Ambiental Rural) para o final desse ano. O prazo para adesão venceria nesta quinta-feira (31), mas segundo decreto assinado pelo presidente Michel Temer e publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30), os produtores rurais de todo o Brasil terão até 31 de dezembro deste ano para fazer a inscrição. Quem não aderir ao CAR fica impedido de acessar o Programa de Recuperação Ambiental (PRA) pelo qual fará a recomposição de áreas desmatadas e, sem recuperar o passivo ambiental, não pode recorrer a novas linhas de crédito rural.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para os proprietários de imóveis rurais, e se constitui em um importante mecanismo para implementar o Código Florestal. É através dele que são identificadas as áreas de reserva legal e de preservação permanente nas propriedades rurais do país. Com o cadastro, os órgãos ambientais podem saber quem tem passivo ambiental e quem está seguindo o que determina a lei.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, diz que a prorrogação do prazo foi uma grata surpresa para os produtores. “O governo já tinha prorrogado o prazo e tinha anunciado que não o faria mais, mas, teve a sensibilidade de entender que muitos produtores ainda não tinham conseguido aderir ao CAR  e prorrogou o prazo novamente. Esperamos que até o final do ano todos consigam se regularizar”, destacou José Inácio. O dirigente canavieiro lembra que a Associação mantém um plantão permanente, no Departamento Técnico da entidade, em sua sede, em João Pessoa, para tirar dúvidas e orientar os associados como proceder para ficar em dia com o CAR.

 

Projeto Dia + Verde vai ter nova edição neste domingo com apoio da Asplan

Estimular a mudança comportamental na promoção de atitudes e práticas sustentáveis. Esse é o objetivo do projeto Dia + Verde, que anualmente, realiza uma ação de plantio de mudas de árvores nativas em áreas degradadas da malha urbana. Este ano, os idealizadores e voluntários do projeto se reúnem neste domingo (03), no Altiplano, nas proximidades da boate da Caixa Econômica Federal, para fazer o plantio de cerca de 800 mudas nativas doada pelo viveiro municipal de João Pessoa, que doou 500 mudas, e o viveiro do Governo do Estado, que doou 300 mudas, além das 50 do projeto. A ação, que nesta edição tem o apoio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), acontece das 9h ao meio dia.

Criado em 2008, por André Luiz e Hilário Mendonça, numa iniciativa do Ministério Jovem da Igreja Adventista do 7º Dia, com a participação da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA NORDESTE), o projeto já foi responsável pelo plantio de quase 7 mil mudas. A expectativa de voluntários este ano, segundo os organizadores da ação, é a participação em torno de 600 pessoas.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a participação da entidade na ação reforça o compromisso da entidade com o meio ambiente. “A natureza em equilíbrio nos devolve um ar purificado, um clima mais ameno um solo mais produtivo, enfim, melhor qualidade de vida, por isso, ações como essa de replantio devem total apoio da sociedade e, principalmente, de entidades ligadas ao campo como é o nosso caso”, destaca o dirigente canavieiro.