Asplan
Produtores associados à Asplan terão suporte técnico para se adequarem às exigências do Ministério do Trabalho em relação à SST do eSocial
A partir de janeiro de 2023, todos os empregadores brasileiros deverão enviar periodicamente informações de Saúde e Segurança do Trabalhador (SST) por meio do eSocial, substituindo assim os formulários físicos utilizados para envio da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e do Perfil Profissiográfico (PPP). E as empresas que não enviarem as informações pagarão multas que não são baixas. Na Paraíba, os produtores canavieiros terão um suporte técnico da Associação dos Plantadores de Cana (Asplan) para se adequar a atual legislação trabalhista.
A gerente Administrativa da entidade, Kiony Vieira, explica que a Asplan montou uma equipe técnica para orientar e ajudar seus associados para se adequarem e atenderem as exigências das novas normas do Ministério do Trabalho em relação ao eSocial. Além disso, segundo Kiony, a entidade vai adquirir um Programa que possibilitará a inclusão dos dados referentes aos eventos S-2210, S-2020 e S-2240. “Montamos uma equipe própria com um Engenheiro de Segurança do Trabalho, ampliamos o contrato com nosso Médico do Trabalho e já dispomos de um Técnico de Segurança do Trabalho que continuará dando orientações e suporte. De forma que esses profissionais, mais uma secretária que agendará os atendimentos, darão o suporte necessário para que nossos associados possam se adequar e cumprir com o que determina a legislação a partir de janeiro do próximo ano”, afirma Kiony.
Ela adianta que a equipe fará o CAT, PGR, PPP, o ASO e o PCMSO. Os testes específicos, a exemplo de audiometrias, exames toxicológicos, entre outros, Assim como os exames previstos no PCMSO deverão ser realizados pelos associados em clínicas especializadas e habilitadas para tal função. Kiony destaca ainda que a Asplan municiará seus associados das informações necessárias, mas, que eles é que serão responsáveis por transmitir as informações para o eSocial, tanto que cada produtor/empregador deverá indicar o responsável para receber os arquivos. Caberá também a cada produtor/empregador manter os programas atualizados, assim como os exames necessários previstos dentro do PCMSO e ainda contratar o serviço especializado para realização das medições previstas nos PGR, que incluem nível de luminosidade, ruído, vibração, calor, exposição a produtos, etc.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra que essa iniciativa é mais uma contribuição da entidade para auxiliar o produtor canavieiro paraibano. “Nós já temos o nosso Departamento Técnico, mas, diante do nível de exigência da legislação trabalhista referente às informações do eSocial e das particularidades de nossa atividade, avaliamos que deveríamos ampliar essa assistência, daí decidimos montar essa equipe para orientar e ajudar os nossos associados a cumprir a lei trabalhista e não ser penalizado”, reitera o presidente, lembrando que não haverá custo adicional ao produtor para utilização deste serviço, bastando apenas que ele agende seu atendimento.
Para o diretor do Departamento Técnico da Associação (DETEC), Neto Siqueira, essa ação da Asplan reforça, ainda mais, o compromisso com seus associados. “A nossa entidade está atenta, através de seus variados setores, às demandas que o mercado exige na questão da capacitação técnica, orientação, auxílio em diversas questões e agora disponibilizando mais esse serviço gratuito que, com certeza, dará um aporte fundamental ao produtor canavieiro neste processo de adequação a essa nova norma em vigor”, finaliza Neto.


Asplan prestigia homenagem a Dr. Murilo Tavares de Melo fundador do grupo Olho D’Água com inauguração de barragem em Aliança
Otimizar a oferta de água para manter a regularidade das safras de cana-de-açúcar, assegurando a alta produtividade de suas indústrias. Foi com esse objetivo que o Grupo Olho D’Água, que possui 50 mil hectares de área agriculturável, dos quais 70% já são beneficiados com irrigação, inaugurou nesta quarta-feira (9), a Barragem Dr. Murilo Tavares de Melo. Localizada no município de Aliança (PE), a barragem homenageia o patriarca que, em 1994, começou as atividades do Grupo Olho D’Água, que é uma referência em cultivo de cana e produção de açúcar e etanol nas regiões Norte e Nordeste. Uma delegação da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) prestigiou a inauguração do novo reservatório de água que tem capacidade para 17,8 milhões de metros cúbicos de água.
A barragem, que foi construída em menos de um ano, tem uma extensão de coroamento de 240 metros, um volume total de solo de 350 mil metros cúbicos e altura de 26 metros e faz parte da primeira etapa de um grande projeto de irrigação para 4 mil hectares, dos quais 1,2 mil hectares serão irrigados por gotejo, e outros 2,8 mil por aspersão. Dos R$ 74,2 milhões do custo da obra, R$ 58,8 milhões são recursos financiados pelo Banco do Nordeste (BNB).
O diretor do Departamento Técnico (DETEC) da Asplan, Neto Siqueira, que integrou a comitiva dos produtores de cana paraibanos que foram prestigiar o evento, enaltece a visão empreendedora do Grupo e de seu fundador. “Dr. Murilo Tavares de Melo é uma referência no setor industrial canavieiro, um homem de muita visão e coragem, que deixou um legado importantíssimo para o setor e que continua a inspirar seus descendentes e o setor sucroenergético não apenas no Nordeste, mas em todo o país”, destacou Neto.
Informações veiculadas na Imprensa destacam que as três usinas do Grupo respondem por uma capacidade industrial de moagem 4,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano, pela produção de 300 mil toneladas de açúcar refinado, cristal e demerara, por 170 milhões de litros de etanol, álcool e aguardente e a geração de 80 mil MWh de energia ao ano.





Produtores canavieiros paraibanos assistem palestras sobre aumento de produtividade e rentabilidade da ICL e Vertt Agrícola
“O caminho da eficiência e rentabilidade é o único que garante o sucesso de um empreendimento”. Essa frase tão bem empregada no mundo dos negócios também se adéqua perfeitamente à agricultura que está, cada vez mais, focada em soluções que potencializem os ganhos de produção. E foi justamente esse o foco de um encontro promovido pelo Departamento Técnico (DETEC) da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) em sua sede, em João Pessoa, nesta terça-feira (8). Desta vez, o momento foi partilhado com representantes da ICL, empresa líder global de fertilizantes em nutrição controlada, e a Vertt Agrícola, representante de Produtos Agrícolas.
O Consultor de Desenvolvimento de Mercado da ICL, Muriel Panosso, apresentou dados globais da ICL e falou do Polyblen, um fertilizante de solo com grânulos constituídos de nitrogênio e potássio revestidos por uma camada de enxofre e de polímeros que é liberado gradualmente, de acordo com a necessidade da cultura. Ao falar das vantagens do uso do produto, ele destacou a qualidade granulométrica do Polyblen, inclusive, fazendo uma demonstração de seu padrão que, segundo estudos, está acima da média usual de seus concorrentes. Ele também apresentou resultados de experimentos realizados em lavouras de cana-de-açúcar que atestam ganhos de produtividade com uma diferença superior a 15 toneladas/hectare. “Há um estudo desenvolvido pelo professor Pedro Henrique Cerqueira Luz, da USP, em uma usina do interior paulista que comprova um ganho de produtividade de 16% com o uso do Polyblen comparado ao tratamento convencional”, afirmou o consultor, lembrando que não há produto similar no mercado. Ainda segundo Muriel, o produto tem fórmulas específicas para cada tipo de cultura.
Em sua participação, o consultor da ICL ainda falou sobre as vantagens do uso do Phusion, um fertilizante fosfatado com quatro tecnologias e oito nutrientes no mesmo grânulo, sobre o Longevus, um condicionador de solo que propicia ganhos de produtividade tanto na cana planta, algo em torno de 10,2%, quanto na cana soca, com índices que chegam a 13,5%, e ainda sobre a tecnologia foliar Supera. “A agricultura caminha para a eficiência e rentabilidade e nós temos a nutrição assertiva na boca da planta, respeitando as demandas e fases de cada cultura”, destacou Muriel, lembrando ainda que a ICL detém o selo ‘Mais Integridade’ outorgado pelo MAPA.
Em seguida, o diretor da Vertt Agrícola, Paulo Henrique, falou das vantagens do uso do Fast Result, um produto formado por basicamente fósforo e nitrogênio, que possibilita a redução de uso de 50% da dose de glifosato e dispensa adjuvantes. Paulo também apresentou resultados de experimentos feitos em campos de várias usinas, a exemplo da Monte Alegre e Miriri, na Paraíba, e Cucaú e Estivas, em Pernambuco, que comprovam a eficácia do uso do Fast Resulte a superioridade de resultados comparado a9o uso de outros produtos. Ele também apresentou detalhes de uma campanha de vendas que tem, entre outras vantagens, a possibilidade de prazo médio de pagamento de produtos de 120 dias, mas com pedidos feitos até o dia 30 de novembro.
O agrônomo da COAF, Geraldo Barros, fez uma breve explanação, reforçando a importância do uso adequado e correto dos produtos disponíveis no mercado, enaltecendo que a busca pela longevidade do canavial será sempre mais assertiva que a renovação. “Os altos custos que a renovação requer sempre serão muito maiores”, enfatizou ele.
E, finalizando o evento, o agrônomo Luis Augusto, do DETEC da Asplan, reforçou a importância de momentos como esse. “Primeiro quero agradecer a todos que participaram deste evento técnico e nos trouxeram informações relevantes sobre produtividade e rentabilidade na agricultura, especialmente, da cultura da cana-de-açúcar, ampliando os nossos conhecimentos e lembrar que os produtos precisam ser testados e nós vamos acompanhar os resultados para poder repassar as informações aos associados da Asplan”, disse Luis. O diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira e o primeiro vice-presidente da Asplan, Pedro Neto, que prestigiaram o momento, avaliaram como muito proveitoso o compartilhamento de informações sobre manejos, tecnologias e experimentos.








A safra 21/22 foi dramática e a perspectiva para 22/23 é de positividade, mas, com margens mais achatadas afirma João Rosa
“A safra 2021/22 foi dramática, com um nível de utilização de capacidade instalada caindo de 90% para 75%, deixando ¼ das indústrias ociosas por falta de cana-de-açúcar, com impactos consideráveis nos custos de produção em torno de 40%. A safra 2022/23 deve ser mais positiva, mas com margens mais achatadas”. Essa afirmação foi feita pelo gestor do Pecege Projetos e Consultoria, João Rosa, durante a palestra ‘Gestão de Custos Sucroenergéticos: análise das safras 21/22 e 22/23’, proferida na sede da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), nesta quarta-feira (19), em João Pessoa. O evento foi uma realização do Departamento Técnico (DETEC) da entidade, com apoio das empresas Crop e da Fertilizantes Yara Brasil.
O estudo que balizou o achado destes dados foi feito com um universo de 58 grupos agroindustriais, representantes de 116 unidades em diversos locais do país e encontra-se na fase de consolidação. Os resultados finais, segundo João Rosa, serão divulgados no dia 17 de novembro, durante um evento online. De acordo com o levantamento, a diferença dos custos de produção entre as regiões Sul/Sudeste e Nordeste não foram relevantes nesta safra e estão quase que praticamente igualados. Dados preliminares levantados pelo Pecege e apresentados por João Rosa aos produtores paraibanos mostram que os custos de produção de cana na safra 21/22, no Nordeste, ficou em 147, enquanto que no Centro/Sul ficou em 148. Na preparação do solo, por exemplo, enquanto no Centro/Sul foi de 2.749, no Nordeste o resultado preliminar aponta um valor de 2.187. No investimento do plantio por hectare, a diferença é ainda menor ficando em 6.977 no Centro/Sul e 6.794 no Nordeste.
Comparando os valores de referência dos dados das safras 20/21 com a 21/22, os custos operacionais de produção de cana por tonelada aumentou de 103 para 148. O estudo mostra ainda que na safra 21/22 o custo que mais pesou na produção de cana em relação à formação do canavial foi o da operação, respondendo por 51%, seguido dos custos com mudas (21%) e fertilizantes (14%). Nos tratos com soca, o custo com a operação também foi o que mais pesou, respondendo por 44%, seguido de fertilizantes (31%) e fungicidas (21,1%).
Sobre as perspectivas apontadas, a Pecege trabalha para a safra 22/23 com um valor para formação do canavial entre 13 a 20 mil, de tratos com cana soca, de 3,5 a 6 mil, de um custo operacional em R$/tonelada de 160 a 170, com uma produtividade/TCH de 75, uma ATR de 136 e com uma perspectiva de moagem de 543 milhões de toneladas. Em relação ao custo x preço, o gestor do Pecege lembrou que na safra 21/22 o custo se elevou e o preço se elevou ainda mais e que a perspectiva na safra 22/23 é que o custo aumente e o preço, por sua vez, lateralize/caia.
“A grande questão é não focar na quantidade de cana produzida, mas no ATR por hectare alcançado e lembrar que a cana tem ciclos de oscilação históricos para cima e para baixo e que para se manter com equilíbrio no mercado é preciso fazer um planejamento de cinco anos para frente”, disse João Rosa, lembrando que o produtor ao invés de querer atingir três dígitos de TCH, precisa focar nos dois dígitos de TAH e não deve confundir produtividade com ‘produtivaidade’ e que o custo em R$/ha, no geral, pouco tem a dizer.
No final da palestra, o diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira, agradeceu a participação do representante da Pecege e reiterou a importância do produtor se planejar previamente e estar atento ao bom uso da tecnologia e das ferramentas disponíveis para melhorar sua lavoura e seus resultados. “Essa será uma safra técnica e daqui em diante quem não acompanhar a evolução tecnológica, as práticas modernas de produção, nutrição, etc, não vai conseguir resultados satisfatórios”, afirmou Neto, lembrando que o DETEC da Asplan está à disposição dos associados para orientações, apoio técnico e suporte no que o produtor precisar. No final da palestra, os presentes participaram de um almoço na sede da Asplan.












Distinguir antes o cenário da cana é fundamental para o melhor aproveitamento das tecnologias disponíveis afirma Dr. Sérgio Guassi
“É preciso entender antes de qualquer ação o cenário da lavoura para definir o melhor e mais apropriado manejo nutricional”. Essa afirmação abriu a palestra proferida pelo Dr. Sérgio Guassi, da QuatroS, sobre ‘Manejo nutricional com anti estresse oxidativo em cana-de-açúcar’, na manhã desta quarta-feira (19), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. O evento, direcionado aos produtores canavieiros, faz parte do ciclo de palestras promovido pelo Departamento Técnico (DETEC) da entidade e, nesta edição, teve o apoio das empresas Crop e da Fertilizantes Yara Brasil.
Na abertura dos trabalhos, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, deu as boas-vindas aos participantes e enalteceu a importância de encontros com esse direcionamento técnico. “Qualquer ação que venha para nos ajudar nessa batalha cotidiana de melhoria de produtividade e tratos culturais terá todo o nosso apoio”, afirmou José Inácio. O diretor da Asplan e da Crop, Raimundo Nonato, também falou na abertura enaltecendo a importância do uso da tecnologia como aliada do produtor na busca de melhores resultados. “Em 1977, quando cheguei aqui na implantação da Giasa, nós sofremos muito para produzir cana nos tabuleiros de areia. Hoje, dispomos de tecnologia avançada para o enfrentamento das situações adversas” disse ele. Tanto José Inácio, quanto Nonato também lembraram do momento político que o Brasil vive e da responsabilidade que cada cidadão tem na escolha de seus representantes.
Dr. Sérgio Guassi iniciou sua palestra destacando a importância do conhecimento das condições da lavoura para definição das melhores práticas. “É fundamental entender o ciclo da cana, é preciso as boas práticas agronômicas para que a tecnologia possa agir em sua plenitude. Para que a junção do conhecimento com a tecnologia produza os resultados esperados”, disse ele. Como dicas elementares, mas, fundamentais, ele lembrou que o ajuste do plantio, respeitando a época mais favorável, e a rotação de cultura para oxigenar o solo são imprescindíveis. “Estudos mostram que esse ajuste quando não realizado adequadamente pode comprometer até 26% do teto produtivo da cultura. Quanto a rotatividade, ela potencializa a produção por causa da disponibilidade de mais matéria orgânica”, lembrou ele.
Sobre o efeito da temperatura no cultivo da cana-de-açúcar, o palestrante lembrou que entre 25º a 32ºC é a temperatura mais favorável ao desenvolvimento, maior que 32º C há restrição no crescimento e que temperaturas muito baixas, em torno de 5ºC, podem provocar a morte da planta. Sobre o consumo ideal de água, segundo estudos, 1 TCH necessita de 10 a 15mm, o que equivaleria a 100 TCH de 1000 a 1500mm, no ciclo, distribuídos de forma uniforme.
Em relação aos tipos de estresse na cultura canavieira, o palestrante elencou a radiação solar baixa ou alta, a temperatura mínima ou máxima, o déficit ou excesso hídrico, o desequilíbrio nutricional e o planejamento inadequados dos tratos culturais como fatores preponderantes. Sobre a necessidade de controlar o estresse, ele lembrou que as tecnologias atuam diretamente nos processos fisiológicos da planta, aumentando a eficiência de uso de nutrientes, estimulando o desenvolvimento vegetativo e amenizando os estresses ocasionados a planta pelos fatores bióticos e abióticos.
No final de sua participação, o Dr. Sérgio Guassi mostrou diversos experimentos e trabalhos de campo com resultados positivos tanto no que diz respeito ao aumento do açúcar, quanto da produtividade, com o uso do bioestimulante Biotrac. Ele lembrou ainda que a aplicação foliar deve levar em consideração o tempo e que deve ser evitada em horários mais quentes e em dias de muito vento. A palestra foi encerrada com uma breve explanação de produtos Yara e diferenciais da marca.







Asplan promove palestra sobre manejo e gestão de custos no próximo dia 19
Longos períodos de estiagem ou chuvas em excesso causam impactos diretos na produtividade da cana-de-açúcar, mas experimentos agronômicos apontam que o uso de alguns micronutrientes tem auxiliado na maior resistência da cana às condições de estresses climáticos, inclusive, com ganhos de produtividade. Essa é uma das questões que serão abordadas na palestra de Sérgio Guassi, da AgroQuatros, sobre ‘Manejo nutricional com anti estresse oxidativo em cana-de-açúcar’ que acontecerá no próximo dia 19, das 10 às 11h, no auditório da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa.
O evento promovido pela Asplan, com apoio da Crop e da Yara, é uma ação do Departamento Técnico da Associação (Detec) e direcionado para os associados da entidade. Além desta palestra sobre manejo haverá outra abordagem sobre o universo canavieiro com o Sr. João Rosa, da Pecege/ESALQ, que falará sobre ‘Gestão de Custos Sucroenergéticos: análise das safras 21/22 e 22/23, das 11 às 12h.
O diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, lembra que a atividade tem o objetivo de levar informações interessantes e que possam ajudar o produtor canavieiro a melhorar sua produção. “Estamos sempre buscando trazer para a Asplan temas que são de interesse de nossos associados, para ajudá-los a melhorar cada vez mais com conhecimento técnico e científico, além de tecnologias que os ajude a evoluir”, afirma Neto, convidando a todos para participar deste momento. Ele lembra que o evento é gratuito. Para confirmar participação, basta que o produtor ligue para 83-98121-9908 e confirme sua presença.

Queimadas e seus prejuízos às redes elétricas foi tema de palestra da Energisa com produtores de cana-de-açúcar da Paraíba
Os incêndios quando ocorrem de maneira criminosa causam prejuízos não apenas ao dono da propriedade atingida, mas, também prejudica a comunidade servida pela rede de energia do entorno de onde aconteceu o episódio. Desta forma, hospitais, clínicas, indústrias, escolas, por exemplo, que prescindem da energia para funcionar ficam com seus serviços comprometidos em função desta ocorrência que poderia, em muitos casos, ser evitada se houvesse mais cuidado da população. Somente no ano passado, as queimadas provocaram 861 desligamentos na rede de energia em todo o país e alguns destes episódios aconteceram na Paraíba. E foi para abordar esse assunto e ver de que maneira a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) pode contribuir com essa questão, que a entidade reuniu associados na manhã desta segunda-feira (10), em sua sede, em João Pessoa, em torno da palestra do Coordenador de Manutenção de Transmissão da Companhia Energética da Paraíba – Energisa, Eduardo Catarino.
Em sua apresentação, o representante da companhia de energia subsidiária da rede no Estado, exemplificou em vídeos e slides como o produtor canavieiro pode fazer a sua parte para evitar danos à rede elétrica e também proteger seus trabalhadores que transitam em áreas onde passa a tensão da rede. “Nós sabemos que as queimadas ilegais não partem dos produtores que seguem as normas em relação a essa questão, com queimas programadas e acompanhadas, mas, algumas dicas são importantes para evitar problemas quando o assunto é fogo ou outras intercorrências em relação à rede de energia”, disse ele.
Ele lembrou que em caso de incêndios, por exemplo, a companhia só pode religar a rede depois que o fogo estiver totalmente controlado e reforçou que para evitar danos a rede elétrica é preciso que o produtor respeite o limite mínimo de plantio de 15 metros de distância dos postes e de 6,5 metros de altura máxima da plantação próximo a fiações. Outra colocação é de nunca direcionar os jatos de irrigação voltados para a rede elétrica e sempre que possível manter limpos de resíduos que podem gerar fogo nos espaços onde há postes de energia. Ele alertou ainda para a importância da companhia ser acionada ao menor sinal de baixa de fios e de quebra de cabos.
“Leigos acreditam que varas de bambu isolam a energia da rede, mas isso é algo que não procede e pode causar acidentes graves”, disse Eduardo, reiterando que ao menor sinal de anormalidade na rede, a companhia deve ser acionada imediatamente. “Nunca tocar ou tentar afastar ou subir cabos é uma dica que precisa ser seguida à risca”, enfatizou ele. Nestes casos, há um canal de ligação gratuita que pode ser acionado 24h, pelo consumidor: 0800 083 0196. Em caso de incêndios, chamar o 193 do Corpo de Bombeiros.
Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, a palestra foi oportuna e esclarecedora. “Foram dicas importantes que já seguimos no dia a dia, mas, nunca é demais reforçar”, afirmou José Inácio, reforçando que a queima da cana-de-açúcar é uma ação corriqueira em tempos de safra como agora, mas que todas as queimadas realizadas pelos produtores canavieiros são devidamente controladas e programadas feitas, exclusivamente, à noite e, inclusive, com aporte de carros-pipa e que não compromete, nem danifica a rede elétrica. “Sempre que isso acontece pode ir atrás que são queimas ilegais, intencionais ou não”, finaliza ele.




Ação de recolhimento de embalagens de agrotóxicos usadas consegue arrecadar quase 1000 unidades em apenas um dia
Quase 1000 embalagens de agrotóxicos, de variados tamanhos, foram recolhidas nesta quinta-feira (6), durante a ação de descarte realizada com produtores da região do litoral sul da Paraíba. A logística reversa de embalagens de agrotóxicos permite que recipientes utilizados tenham uma destinação correta após o uso, evitando a contaminação de solo, mananciais e rios. No total foram arrecadadas 968 embalagens, equivalente a 635kg, que foram destinadas para a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN).
A maioria das embalagens arrecadadas, no total de 525 unidades, foi de 1 litro. As embalagens de 2 litros contabilizaram 226 recipientes. Foram ainda arrecadadas 178 unidades de 5 litros e mais 39 de 10 litros. Todo o material recolhido equivale a 635 kg de embalagens descartadas em obediência a legislação que rege o descarte deste tipo de produto. Essa arrecadação de agora, superou em quase o triplo a mesma ação do ano passado realizada no dia 28 de outubro, no mesmo local, na entrada do município de Pedras de Fogo, que contabilizou 225kg. Em 2020, outros 1.200kg de embalagens foram recolhidos na mesma ação.
Vale lembrar que o descarte incorreto de embalagens de agrotóxicos é ilegal e somente a logística reversa, respaldada na Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, assegura a destinação correta dos recipientes após o uso. A ação deste dia 6, denominada Recolhimento Itinerante, contou com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP), e com a parceria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN) e da Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
“Foi uma arrecadação muito boa, superamos em quase o triplo o volume de embalagens arrecadadas na ação do ano passado”, comemora o Diretor Técnico da Asplan, Neto Siqueira, lembrando que a legislação proíbe que se queime, enterre ou se jogue em lixo comum essas embalagens. Ele reitera ainda que o produtor só pode guardar recipientes vazios até um ano e que depois deste prazo, obrigatoriamente, tem que fazer a logística reversa.





Asplan promove palestra para orientar produtores sobre queimadas a fim de evitar danos em redes elétricas
A queima da cana-de-açúcar é uma ação corriqueira em tempos de safra como agora e todas as queimadas realizadas pelos produtores canavieiros são devidamente controladas e programadas feitas, exclusivamente, à noite e, inclusive, com aporte de carros-pipa. E é justamente para reforçar esse compromisso de fazer as queimadas de forma segura que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) promove na próxima segunda-feira (10), uma palestra para seus associados com o Coordenador de Manutenção de Transmissão da Companhia Energética da Paraíba – Energisa, Eduardo Catarino. A palestra acontecerá na sede da entidade, em João Pessoa, das 8h30 as 9h30.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que os produtores repudiam os incêndios criminosos e ilegais em canaviais e quando estes ocorrem não são de responsabilidade dos produtores, que também são prejudicados com a prática ilegal de queimadas. “Nós, produtores de cana, temos uma responsabilidade muito grande no tocante às queimadas e todas as ações neste sentido que são conduzidas por nós seguem todas as normas de segurança e são controladas do começo ao fim”, afirma o dirigente canavieiro.
José Inácio lembra ainda que a maior parte dos focos de incêndio nas plantações de cana tem origem nas áreas limítrofes com rodovias e geralmente ficam próximo às comunidades e começam com bitucas de cigarro jogadas acesas em terreno com palha seca ou quando se faz a limpeza de terrenos com fogo e ele se alastra sem contenção. “Esses incêndios criminosos não são provocados pelos produtores”, reforça ele, destacando que além de danificar a fiação elétrica, a queima ilegal também prejudica os produtores que perdem com essa ação já que tem sua cana queimada sem programação de corte.
“O nosso objetivo na Asplan será para aproximar a Energisa dos plantadores de cana e também para esclarecer algumas ocorrências de queimadas nas redes elétricas. É uma ação de orientação e parceria mesmo, a exemplo do que fizemos no ano passado”, reforça Eduardo Catarino.

Produtores terão ponto de recolhimento itinerante para realizarem a logística reversa de embalagens de agrotóxicos nesta quinta-feiraProdutores terão ponto de recolhimento itinerante para realizarem a logística reversa de embalagens de agrotóxicos nesta quinta-feira
O descarte incorreto de embalagens de agrotóxicos além de ser ilegal, pode acarretar em contaminação de solo, mananciais e rios. Daí porque a logística reversa, que assegura a destinação correta para as embalagens, ser uma ação tão importante para a proteção do meio ambiente. Nesta quinta-feira (6), das 8h às 15h, os produtores rurais de cidades próximas ao município de Pedras de Fogo, no litoral Sul da Paraíba, terão à disposição um ponto de coleta para entrega de embalagens vazias. O local de recolhimento será no antigo Posto Fiscal, na entrada do município de Pedras de Fogo.
A ação, denominada Recolhimento Itinerante, conta com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP), e com a parceria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN) e da Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O objetivo da ação, explica diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, é facilitar e estimular o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos. “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta, como esse que será montado em Pedras de Fogo, facilita essa ação de destinação correta das embalagens vazias”, destaca Neto, lembrando que tudo o que for arrecadado será destinado a uma unidade de recolhimento da ARPAN. Ele lembra ainda que é necessário realizar a tríplice lavagem antes de encaminhar as embalagens para o posto de coleta.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação bem como os produtores canavieiros estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que não podemos queimar, enterrar, nem jogar em lixo comum essas embalagens. Isso é contra a lei, pode contaminar o meio ambiente e prejudicar a saúde das pessoas”, destaca José Inácio, lembrando que a legislação que regula essa questão das embalagens de agrotóxicos só permite que o produtor guarde recipientes vazios até um ano. “Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa e essa ação desta quinta-feira acontece com esse propósito de ajudar o produtor a descartar corretamente as embalagens”, finaliza o dirigente canavieiro, convidando os produtores, especialmente, os produtores de cana-de-açúcar a prestigiar a ação em Pedras de Fogo.

