Asplan

Vitória de Efraim Filho não é apenas uma conquista da PB mas do agro, da cana-de-açúcar e do trabalho diz presidente da Asplan

A vitória de Efraim Filho (União) para o Senado Federal com 617.477 votos,  equivalente a 30,82% dos votos válidos, segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais é uma avanço para a Paraíba e o Brasil sob vários aspectos. “Ganha a Paraíba, ganha o Brasil que elege um jovem político trabalhador, ganha o setor produtivo e, especialmente, o setor canavieiro que sempre teve um olhar especial do deputado federal Efraim Filho com as causas importantes de nossa atividade, além disso ele sempre foi um parlamentar atuante e vai fazer a diferença no senado”, destacou o dirigente canavieiro. O mandato de Efraim  Filho começará em 2023 e irá até 2031.

Ainda de acordo com José Inácio, Efraim Filho, sempre esteve presente na defesa das pautas do setor, sendo inclusive autor de um Projeto de Lei que repara uma injustiça contra os produtores canavieiros do Brasil em relação ao recebimento de CBIOs do Renovabio. “Efraim Filho é um político sempre presente e disposto a ajudar o nosso setor e assim a economia Paraibana e Brasileira, que tem no agronegócio um dos seus melhores desempenhos. Com  sua vitória, ganha o setor sucroalcooleiro, ganha a Paraíba e ganha o Brasil”, reitera José Inácio.

O PL mencionado pelo presidente da Asplan, que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados, é o 3149, que altera a Lei do RenovaBio e garante o acesso aos créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. “Esse PL de Efraim Filho tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio que ficaram de fora do recebimento dos créditos.  É no campo que acontece a maior parte de captura de carbono e é inadmissível que um Programa que se propõe a estimular a baixa emissão de CO2 deixe de fora quem participa diretamente dessa ação, uma vez que é no processo produtivo que isso acontece em maior escala”, destaca José Inácio.

Sobre a eleição presidencial, José Inácio afirma que o setor continuará a apoiar o atual presidente Jair Bolsonaro. “O agro está com Bolsonaro por diversas razões, entre elas, a defesa que ele faz da propriedade privada e não estímulo a invasões de terras, a ampliação de políticas voltadas ao produtor, a política de destinação de recursos para fomento de ações no campo, entre outras razões”, finaliza o dirigente canavieiro.

Efraim Filho com o presidente, José Inácio, e os diretores da Asplan, Oscar Gouveia e Raimundo Nonato
Efraim Filho com o presidente, José Inácio, e os diretores da Asplan, Oscar Gouveia e Raimundo Nonato
Efraim Filho foi eleito Senador da Paraíba com 30,82% dos votos válidos
Efraim Filho foi eleito Senador da Paraíba com 30,82% dos votos válidos
Efraim Filho sempre esteve na defesa das pautas do agro destaca José Inácio
Efraim Filho sempre esteve na defesa das pautas do agro destaca José Inácio

Asplan lembra que encerra no próximo dia 30 de Setembro prazo para envio da DITR/2022

Todos os donos de imóveis rurais devem enviar a Receita Federal, até o próximo dia 30 de Setembro, a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural 2022. A DITR vale para pessoa física ou jurídica proprietária, titular do domínio útil ou possuidora de qualquer título, inclusive a usufrutuária, de imóvel rural. Para preencher a declaração é necessário baixar o Programa Gerador da Declaração do ITR de 2022, disponibilizado no site da Receita Federal, no http://www.gov.br/receitafederal. Quem não enviar a DITR até esse prazo o, pagará multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, lembra que a entrega da declaração é obrigatória e orienta os associados a não deixarem para o último dia. “Brasileiro tem o hábito de deixar tudo para o prazo final, mas, neste caso, a gente orienta os produtores a baixarem o Programa que gera a Declaração e já irem verificando o passo a passo e separando os documentos necessários para que tudo possa ser feito no prazo”, afirma o dirigente canavieiro. Ele reforça que o Departamento Técnico (DETEC) da entidade está à disposição dos associados que tenham alguma dúvida ou dificuldade em preencher a Declaração.

Estão obrigados a entregar a declaração também a pessoa física ou jurídica que entre 1º de janeiro de 2022 e a data da efetiva apresentação da declaração perdeu a posse do imóvel rural ou o direito de propriedade pela transferência ou incorporação do imóvel rural ao patrimônio do expropriante.

Sobre o pagamento do imposto, ele pode ser parcelado em até quatro cotas de mesmo valor, mensais e consecutivas, desde que nenhuma cota tenha valor inferior a  R$ 50,00. Quando o valor devido for inferior a R$ 100,00, ele deve ser pago em cota única. Tanto a primeira parcela como a cota única devem ser pagas até 30 de setembro. As demais cotas devem ser quitadas até o último dia útil de cada mês, acrescidas das taxas devidas. Quem quiser maiores detalhes sobre a Instrução Normativa pode acessar http://www.normaslegais.com.br/legislacao/instrucao-normativa-2095-2022.htm.

Presidente da  Asplan, José Inácio lembra do prazo final de entrega da declaração
Presidente da Asplan, José Inácio lembra do prazo final de entrega da declaração
A declaração de ITR deve ser entregua até 30 de setembro
A declaração de ITR deve ser entregua até 30 de setembro

Presidente da Unida e da Asplan elogia decisão do Ministério das Minas e Energia de adiar publicação de MP que alteraria Renovabio

“Foi prudente e sensata a decisão do Governo Federal, através do Ministério de Minas e Energia (MME), de aguardar o envio de sugestões do setor para somente então, depois disso, propor mudanças no Renovabio. Da forma como a MP estava definida, iria comprometer as metas do Programa e prejudicar o setor sucroenergético nacional”, afirmou nesta segunda-feira (19), o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

            O dirigente canavieiro lembra que o MME recuou após forte reação dos produtores de biocombustíveis e de biomassa. “Diante da proposta de mudança, que não havia levado em consideração as sugestões do setor, todas as 20 entidades que representam os produtores de biomassa e biocombustíveis do país assinaram um documento que foi enviado ao governo destacando a insatisfação do segmento e elencando os danos que as alterações provocariam no setor e diante desta reação o governo reabriu o canal de diálogo e nós estamos confiantes que chegaremos a um entendimento”, explica José Inácio.

O presidente da Unida lembra ainda que a Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, que instituiu o ativo de crédito de descarbonização (CBios), ainda tem uma grande dívida com os produtores que ficaram de fora da política dos ganhos de captura de carbono. “E essa injustiça está sendo revista graças a um Projeto de Lei apresentado pelo deputado federal Efraim Filho (DEM/PB) que inclui os fornecedores de matéria-prima entre os beneficiários do CBIOs, mas, ainda não foi regulamentada”, destaca o dirigente canavieiro.

A proposta agora é criar, até outubro, um Grupo de Trabalho específico sobre os
créditos de descarbonização (CBios), com a participação das associações de
produtores e técnicos. “Vamos retomar o diálogo e propor sugestões. Da forma como estava sendo conduzida pelo MME, o Renovabio seria desvirtuado comprometendo o funcionamento e metas da Política Nacional de Biocombustíveis”, finalizou José Inácio.

José Inácio elogiou decisão do governo
José Inácio elogiou decisão do governo

Entidades se unem contra alteração na Política Nacional de Biocombustíveis – Renovabio

Um Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 21 de julho, muda o prazo para comprovação do atendimento à meta anual individual de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para a comercialização de combustíveis, alterando a Política Nacional de Biocombustíveis- Renovabio. Diante desta mudança, que altera o Decreto nº 9.888, de 27 de junho de 2019, vinte entidades nacionais que representam os produtores de biomassa energética e biocombustíveis do país, entre elas, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única) e Associações dos Produtores de Soja – Aprosoja BR e MT, redigiram um documento endereçado ao ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, se posicionando contra essa mudança.

             No documento, as entidades signatárias destacam que as alterações propostas pelo Ministério das Minas e Energia para a Política Nacional de Biocombustíveis – Renovabio, que culminaram na assinatura do Decreto pelo presidente, ao alterar as datas para o cumprimento de metas de descarbonização, desestabilizam significativamente a dinâmica do CBIOs instituída pelo Renovabio.

             O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais, explica que com o novo Decreto a comprovação de atendimento à meta individual por cada distribuidor de combustíveis, que deveria ocorrer até 31 de março do ano subsequente, passou a ser referente ao ano de 2022, somente até 30 de setembro de 2023.

           “Isso representa um prazo maior para a aquisição dos créditos de descarbonização (CBios) por parte das distribuidoras de combustíveis.  A mudança amplia o prazo, postergando a obrigação em quase um ano. Como efeito imediato, o preço médio dos CBios caiu e a tendência é que caia mais e a perda não é somente nesta questão do valor,  mas, também sobre o impacto institucional caso o governo opte por interferir na política de biocombustíveis conforme necessidades imediatistas como fez agora”, destaca José Inácio.

            Atualmente, 312 unidades produtoras estão certificadas no RenovaBio e há outras em processo de certificação. No caso do etanol, as unidades certificadas correspondem a cerca de 90% da produção brasileira. Já no biodiesel, as unidades certificadas respondem por cerca de 75% da produção nacional, o que demonstra haver potencial ainda para ampliar a oferta de CBios.

               Assinam o documento: Abiogás — Associação Brasileira do Biogás; Abiove – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais; Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho; Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão; Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso; Ampa – Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão; Aprobio – Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil; Aprosmat – Associação dos Produtores de Sementes de MT; Aprosoja BR – Associação Brasileira dos Produtores de Soja; Aprosoja MT – Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso; CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil; Famato – Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso; Feplana – Federação dos Plantadores de Cana do Brasil; Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo; FNS – Fórum Nacional Sucroenergético; Novabio – Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia; Orplana – Organização de Plantadores de Cana da Região Centro Sul do Brasil; Ubrabio – União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene; Unem – União Nacional do Etanol de Milho; e Unica – União da Indústria de Cana-de-açúcar.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca prejuízos ao Renovabio com as mudanças
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca prejuízos ao Renovabio com as mudanças

Queda do preço da cana-de-açúcar que já é mais baixo que o custo de produção preocupa produtores e acende sinal vermelho no setor

Qualquer teoria econômica coloca como premissa básica para o equilíbrio de uma atividade que o valor pago pelo produto deve ser superior ao custo de produção. Mas, isso não está ocorrendo no setor produtivo de cana-de-açúcar e isso está preocupando o segmento canavieiro que, atualmente, tem custos mais elevados de produção que o valor pago pela matéria-prima. Para se ter ideia do prejuízo, dados da Associação dos Fornecedores de Cana do Estado de Pernambuco (AFCP), que são referência para todo o Nordeste, apontam que o preço pago pela tonelada de cana caiu para R$ 166,00 e tende a cair ainda mais, enquanto o custo de produção é de R$ 181,00, gerando um saldo negativo de R$ 15,00 por cada tonelada produzida.

A queda no preço da cana-de-açúcar está atrelada a baixa no valor do etanol após a adoção da política governamental de intervenção sobre a tributação dos combustíveis no Brasil, explica o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro, junto do Diretor Técnico da Asplan, Neto Siqueira, esteve reunido em Recife (PE), nesta segunda-feira (12), com representantes de outras entidades do setor para definirem uma estratégia de enfrentamento desta grave situação.

“O Governo Federal destinou R$ 3 bilhões aos estados para compensação dos impactos provocados pela redução do ICMS sobre os combustíveis, mas, é preciso também que essa ajuda se estenda para a cadeia produtiva do Etanol, sob pena de inviabilizar um setor que gera um combustível limpo e renovável e milhares de empregos”, destacou José Inácio, lembrando que esse impacto compromete diretamente os 18 mil produtores rurais do setor, que é a parte mais vulnerável do segmento produtivo. “Os produtores também precisam ter uma compensação em função desse prejuízo”, reitera o dirigente da Asplan e da Unida.

O próximo passo agora, segundo José Inácio, é pleitear o mais rápido possível uma audiência com o ministro da Agricultura, Marcos Monti. “Vamos elaborar um documento com reivindicações justas e coerentes que possam reduzir esse impacto dos prejuízos com o valor da cana e apresentar ao ministro na esperança de que ele consiga junto ao presidente e a outros ministérios viabilizar uma saída para essa situação”, afirma o dirigente canavieiro, lembrando que o produtor de cana-de-açúcar, atualmente, está pagando para plantar.

Presidente da Asplan e da Unida, José Inácio participou da reunião
Presidente da Asplan e da Unida, José Inácio participou da reunião
Reunião que debateu queda do preço da cana aconteceu nesta segunda, em Recife
Reunião que debateu queda do preço da cana aconteceu nesta segunda, em Recife

Asplan promove ato cívico para comemorar o dia 07 de Setembro e os 200 anos da Independência do Brasil

Aos poucos as pessoas foram chegando com bandeiras, adesivos, blusas que destacavam os símbolos e cores nacionais e enalteciam a data cívica que se comemora neste 7 de Setembro. Pais e filhos, maridos e esposas, associados, funcionários, convidados e quando se viu o pátio da sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), no Centro da capital paraibana, estava tomando de verde e amarelo, inclusive com decoração alusiva à data. O ato cívico, promovido pela entidade em comemoração ao Dia 07 e aos 200 anos da Independência do Brasil, teve discursos, hasteamento de bandeira e foi encerrado com um almoço. Depois, boa parte dos participantes se dirigiu ao Busto de Tamandaré, onde se concentrou as festividades cívicas em João Pessoa.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais conduziu a solenidade, que teve a ainda a participação do diretor tesoureiro, Oscar Gouveia, do primeiro vice-presidente da entidade, Pedro Neto, do diretor do Departamento Técnico da Associação, Neto Siqueira e do deputado federal e candidato ao Senado, Efraim Filho. O presidente da Asplan, abriu os discursos, enaltecendo a importância do setor produtivo para o Brasil e destacou a importância da data e da comemoração. “Nós que fazemos o agro precisamos ser respeitados. O agro não é fascista, não é marginal, ao contrário, gera empregos e desenvolvimento, produz riquezas e alimentos. O Brasil tem hoje uma posição de destaque no cenário mundial muito por causa de nosso trabalho”, disse José Inácio.

Antes de passar a palavra para o candidato a senador Efraim Filho, José Inácio lembrou da necessidade da eleição de parlamentares que defendam o setor, que tenham uma visão global da importância do segmento e que, sobretudo, já tenha uma relação de confiança com o segmento produtivo. “Precisamos ter muito cuidado ao escolher nossos candidatos, pois precisamos não apenas eleger um presidente que nos dê segurança na condução dos destinos do país, mas, também, representantes nas casas legislativas que pensem e tenham os mesmos cuidados que a gente em relação aos destinos do país”, reiterou José Inácio, lembrando a relação de confiança com o atual deputado Efraim.

Em seguida, Efraim Filho agradeceu a oportunidade de novamente estar presente em atividades da Asplan, elogiou a iniciativa da entidade de festejar essa data cívica e fez um breve discurso resgatando a sua trajetória na Câmara Federal. “Sou um parlamentar de palavra, que tem lado e posturas definidas, que defende as tradições nordestinas, como a realização de vaquejadas, que tem um olhar atento para o setor canavieiro e produtivo de um modo geral, que destinou verbas para ações importantes e que impactaram positivamente a vida dos paraibanos, a exemplo dos R$ 20 milhões destinados ao Hospital Metropolitano de Santa Rita, entre outras emendas, enfim, tenho serviços prestados à Paraíba e com a benção de Deus e apoio do povo paraibano serei o melhor senador que a Paraíba já teve e vou brigar por um Brasil de futuro e oportunidades”, disse Efraim.

O associado da Asplan, Reginaldo Américo, candidato a deputado estadual, e o produtor, Pedro Ramos, de Sapé, também falaram no ato cívico, reforçando os discursos anteriores que enalteceram a força do trabalho no campo, a importância do agro para o país e a necessidade de eleger políticos comprometidos com o setor e que tenham compromisso com o desenvolvimento e progresso do país.

O ato incluiu o hasteamento de bandeiras
O ato incluiu o hasteamento de bandeiras
Associados da Asplan que prestigiaram o evento na sede da entidade
Associados da Asplan que prestigiaram o evento na sede da entidade
Associados e diretores da Asplan
Associados e diretores da Asplan
Após o ato houve um almoço para os participantes
Após o ato houve um almoço para os participantes
O ato cívico aconteceu na sede da Asplan em João Pessoa
O ato cívico aconteceu na sede da Asplan em João Pessoa
O diretor tesoureiro da Asplan, Oscar Gouveia
O diretor tesoureiro da Asplan, Oscar Gouveia
O deputado federal e candidato ao senado, Efraim Morais, presigiou o ato cívico na Asplan
O deputado federal e candidato ao senado, Efraim Morais, presigiou o ato cívico na Asplan
O hasteamento das bandeiras  foi feito pelo diretor da entidade, Oscar Gouveia, o deputado Efraim Morais e José Inácio, presidente da Asplan
O hasteamento das bandeiras foi feito pelo diretor da entidade, Oscar Gouveia, o deputado Efraim Morais e José Inácio, presidente da Asplan
O presidente da Asplan e um associado
O presidente da Asplan e um associado
O primeiro vice-presidente da Asplan, Pedro Neto, com esposa e filhos prestigiou o evento
O primeiro vice-presidente da Asplan, Pedro Neto, com esposa e filhos prestigiou o evento

Presidente da Asplan projeta boa safra com bom preço e estima produção em cerca de 7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na PB

 

A safra 2022/2023 de cana-de-açúcar, segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, será boa e com bom preço. A estimativa da entidade canavieira, que congrega cerca de 1.800 associados, é de uma safra que chegue a cerca de 7 milhões de toneladas. “Essa será uma safra com muita cana, com preço bom, o que não é usual, porque normalmente quando há uma boa safra o preço não acompanha e vice-versa, mas, as estimativas são otimistas”, destaca José Inácio.

E o otimismo do dirigente canavieiro não se abalou nem na atual conjuntura em que o preço do ATR da cana teve uma redução de cerca de 15% em função da queda dos preços do etanol, do álcool hidratado e do açúcar no mercado interno e externo. “A queda nos preços já era esperada porque a composição do preço pago pela matéria-prima está atrelada a todos esses produtos citados acima, mas há boas perspectivas em curto prazo”, destaca José Inácio.

O término da safra de São Paulo que está próximo de encerrar é um bom indicativo de melhoria no preço da cana no Nordeste. “Não vai voltar ao patamar que estava, mas vai melhorar”, estima José Inácio, que tem quatro décadas de experiência no setor como produtor canavieiro. Outro atenuante é que os preços dos fertilizantes também tiveram uma sensível melhora, boa parte fruto do empenho do presidente Bolsonaro que em viagem a Rússia garantiu o abastecimento de insumos para o Brasil e a regularidade da entrega de fertilizantes.

“Existia um temor da falta de insumos no início da guerra que foi solucionado com essa ida do presidente à Rússia o que garantiu a regularidade dessas entregas para o mercado nacional no primeiro e segundo semestres, não apenas para a safra de cana-de-açúcar, mas também para a safra de grãos e a safrinha contemplando todo o setor no Centro-Sul e no Nordeste”, afirma José Inácio.

Outro fator positivo na atual safra foi os índices de chuva no litoral Sul e também no Norte, com precipitações bem acima da média dos últimos anos. No Litoral Sul, onde ficam grandes regiões produtoras, a exemplo de Santa Rita, Lucena, Caaporã, Pedras de Fogo, Pitimbu e Conde, choveu de janeiro a agosto, 2.400 milímetros, superando a média da região que é de 1.700. No Litoral Norte, formado por Mamanguape, Rio Tinto, Itapororoca, Mataraca, Cuité, Capim, Jacarapé entre outros municípios, a média de chuva também foi maior este ano, atingindo 1.900 milímetros, ao invés dos 1.500 usuais. No Agreste também houve boas precipitações esse ano, quase que duplicando a média local de chuva, atingindo 1000 milímetros, o dobro da média da localidade.

Sobre o valor do óleo diesel, que impacta fortemente nos custos de produção, o dirigente canavieiro disse que não há perspectiva de melhora a curto e médio prazos. Mas, o diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, destaca outro ponto positivo em relação aos investimentos na produção que é a equivalência dos custos do Nordeste em relação ao Centro-Sul para implantação da fundação e custeio da socaria. “Antes, havia uma diferença de custos entre as regiões, o que deixava o Nordeste em desvantagem, mas, agora esses custos são equivalentes e ficam em torno de R$ 13 mil por hectare”, disse Neto, reiterando que o produtor não pode desanimar com a queda do preço da cana no momento. “É circunstancial, vai voltar a subir”, complementa ele.

Ainda sobre a queda de preço do ATR da cana, o primeiro vice-presidente da Asplan, Pedro Neto lembra que o álcool hidratado caiu 29% e que ele representa 28% da formação de preço da cana. Ele explica ainda que os valores que serviam como referencial de preço do álcool hidratado era o que estava sendo praticado sobre as vendas de abril, que era de R$ 3,87 e que hoje, na usina, é de 2,75 o litro. “Era inevitável essa queda no preço, mas há boas perspectivas”, finaliza Pedro Neto.

A perspectiva para a atual safra é positiva segundo presidente da Asplan, José Inácio
A perspectiva para a atual safra é positiva segundo presidente da Asplan, José Inácio
Presidente da Asplan estima uma safra com 7 milhões de toneladas
Presidente da Asplan estima uma safra com 7 milhões de toneladas
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, estima uma boa safra para a Paraíba
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, estima uma boa safra para a Paraíba

Asplan participa de Congresso Brasileiro de Entomologia com estudo científico e divulgação de produção de insumos biológicos

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está participando do XXVIII Congresso Brasileiro de Entomologia, que está sendo realizado de 30 de agosto a 02 de setembro, no Centro de Eventos, em Fortaleza (CE). A participação da entidade canavieira se dá com o trabalho de produção de insumos biológicos na Estação de Camaratuba e também pela apresentação de um estudo com fungos realizado no laboratório da Asplan pelo biólogo, Roberto Balbino e alunos de Doutorado em Agronomia pela UFPB. O evento é uma ação da Sociedade Entomológica do Brasil (SEB) e tem como tema este ano “Biodiversidade: Conhecer, conservar e utilizar”.

O biólogo da Estação, que é mantida pela Asplan, Roberto Balbino, explica a importância de participar do Congresso. “Essa é uma oportunidade única para a gente difundir o trabalho de produção de insumos biológicos de nossos laboratórios e apresentar os resultados de um estudo que mostra que os Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana tem efeitos patogênicos para largatas de D. Saccharalis, sendo o B. Bassiana o que tem ação mais rápida em relação ao M. Anisopliae”, destaca Roberto.

Além das apresentações, o Congresso tem ainda palestras, simpósios, mesas-redondas, minicursos e apresentações de trabalhos. O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, lembra que além de difundir o trabalho e a pesquisa realizados na Estação, a participação da Asplan pode ampliar ainda mais a atuação da entidade nessa área de bioinsumos. “Neste evento há muita informação nova e a atualização do que há de mais moderno no meio científico no que diz respeito a produção de bioinsumos e isso pode ampliar nosso leque de atuação”, reitera Neto. Ele lembra que a Asplan, através dos laboratórios da Estação de Camaratuba, produz desde  1993, vespas e fungos para o combate biológico das pragas em canaviais.

O engenheiro agrônomo da Asplan, Luis Augusto, reforça que a produção da Estação é reconhecida não apenas na Paraíba, mas em outros estados do Nordeste. “Nossos laboratórios produzem vespa e fungo com muito rigor técnico e nossa produção é direcionada não somente aos associados, de forma gratuita, mas a várias usinas parceiras no Estado e em estados vizinhos também, a exemplo de Pernambuco e Rio Grande do Norte”, destaca Luis.

Roberto Balbino, biológo da Estação mantida pela Asplan, representa a entidade no evento
Roberto Balbino, biológo da Estação mantida pela Asplan, representa a entidade no evento
Roberto com um dos expositores do Congresso
Roberto com um dos expositores do Congresso
Roberto e uma das participantes do Congresso
Roberto e uma das participantes do Congresso
Roberto está epresentando a Asplan no evento de Fortaleza
Roberto está epresentando a Asplan no evento de Fortaleza

“Eu votei há quatro anos e vou repetir o meu voto para Bolsonaro porque em minha opinião foi um grande presidente, inclusive, para o nosso setor produtivo. Não sei se ele vai ganhar, porque isso depende do povo que irá escolher quem ganha, mas, eu digo o seguinte, passar por uma pandemia desta, por tudo o que o país passou e a gente vê as contas equilibradas, não é para qualquer um não”, disse hoje (30), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro lembra que nenhum governo mandou tanto dinheiro para prefeituras e estados como o de Bolsonaro. “Prefeito e governador hoje chora se quiser chorar, mas sem razão, porque o Governo Federal mandou muito dinheiro na pandemia. Nós vemos hoje, por exemplo, um estado como o Rio Grande do Norte que tinha quatro meses de salários atrasados e que com o dinheiro da pandemia colocou as contas em dia e não foi apenas o RN que fez isso com os recursos federais e outros estados também fizeram”, argumenta José Inácio.

Mesmo admitindo o temperamento difícil do presidente Bolsonaro, José Inácio disse que ele teve a virtude de escolher uma equipe competente para governar o país e os resultados são positivos. “A economia está em dia, há geração de empregos, a balança comercial está equilibrada, a gasolina baixou de preço, o governo até baixou imposto, fato inédito no Brasil, a agricultura tem reconhecimento no atual governo, não houve mais invasões de terra e então por esses e outros avanços eu continuo votando em Bolsonaro”, reforçou o dirigente canavieiro.

Sobre sua expectativa da eleição para governador, José Inácio disse que não há predileção entre os quatro candidatos mais bem colocados e que espera que quem ganhar saiba conduzir bem os destinos da Paraíba. “Espero que quem ganhe saiba administrar bem o Estado e conduza bem as relações com o Governo Federal porque eu acho que é uma política equivocada essa de um governador quando ganha não descer do palanque. Isso é muito ruim para o Brasil e para o próprio Estado. Depois da eleição, deve se desmontar o palanque e começar a trabalhar e a Paraíba, assim como os demais estados do Nordeste, tem muito o que ser feito e isso só é possível se tiver boas relações com o Governo Federal”, finalizou José Inácio.

Presidente da Asplan, José Inácio declara que votará novamente em Jair Bolsonaro
Presidente da Asplan, José Inácio declara que votará novamente em Jair Bolsonaro

Presidente da Asplan ressalta importância da cultura canavieira e lembra a participantes de evento que há 400 anos ela se destaca no NE

“Há 400 anos plantamos cana no Nordeste e é fato que a cultura teve altos e baixos, mas sempre sobreviveu, ao contrário do algodão, que foi dizimado pelo Bicudo e do Sisal, substituído pelas fibras sintéticas. Portanto, uma cultura que resiste tanto tempo, que representa importante sustentáculo econômico e social, que gera muitos empregos no campo, que de tudo se aproveita, e que ainda é matéria-prima de um combustível limpo e renovável precisa ser cada vez mais valorizada”, disse hoje (19), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro abriu o ciclo de palestras do IV Dia de Campo Sobre Cana-de-açúcar no Brejo Paraibano. O evento, realizado pelo Grupo de Estudos Sucroenergético (GESUCRO) e pelo Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFPB, com apoio da Prefeitura Municipal de Areia e do Senar, aconteceu na Fazenda Experimental Chã-de-Jardim, em Areia.

Antes dele falaram o Vice-Diretor do CCA, Ricardo Romão, o Coordenador do Curso de Agronomia e Orientador do Gesucro, Fábio Mielezrski, a Presidente do Gesucro, Mayra Alves e o Secretário de Agricultura de Areia, Antônio Fernando. Todos ressaltaram os avanços e a excelência dos cursos de Ciências Agrárias da UFPB – Agronomia, Zootecnia e Veterinária – o advento das pesquisas recentes realizadas pela instituição e a qualificação da mão de obra especializada egressa do CCA de Areia que além dos cursos de graduação dispõe de Mestrado e Doutorado, com atividades em ensino, pesquisa e extensão. A Presidente do Gesucro ainda agradeceu o apoio das instituições para a realização do evento, com destaque para a participação da Asplan.

Em sua fala, José Inácio fez críticas ao que ele chamou de preconceito contra a cultura, abordou a desinformação sobre o uso de defensivos agrícolas, fez um breve histórico da história e evolução da cultura canavieira na Paraíba, no Nordeste e no Brasil e aconselhou o público que o assistia, formada em sua maioria por estudantes do CCA, que tivessem perseverança e olhassem a cultura canavieira com especial atenção. “Infelizmente, ainda tem gente que por absoluta falta de conhecimento não consegue enxergar a importância da cultura canavieira e seus inúmeros benefícios, ainda tem pessoas que condenam o uso de defensivos agrícolas, que são imprescindíveis para a produção de alimentos, achando que a agricultura orgânica teria condições de abastecer os mercados em larga escala. Óbvio que onde puder fazer agricultura orgânica que se faça, mas, ela não é viável em larga escala” disse ele.

Sobre a produção de cana no Brejo, José Inácio lembrou que houve uma época que a cultura quase acabou na região, com o fechamento da usina Tanques e da Santa Maria, e que muita gente migrou para produção de fruta, o que não foi uma escolha muito apropriada, já que a umidade prejudica a fruticultura. “A produção de cachaça no  Brejo, que é uma das melhores do Brasil, reavivou a cultura canavieira”, disse ele, lembrando que a cana é uma cultura que pode ser conduzida com outras formas de produção no campo. Ele ressaltou ainda o crescimento dos canaviais em São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais que tiveram ampla expansão enquanto que no Nordeste a cultura permaneceu, mas, não se ampliou. “Aumentamos no NE a produtividade, a partir do uso de tecnologias, irrigação plena e de salvação, reduzindo as diferenças de padrão em relação ao Sudeste”, reiterou ele, lembrado que o Nordeste tem a vantagem da logística.

Por fim, José Inácio ressaltou que a cana lhe deu grandes lições de vida, sendo a maior delas a resistência na superação de adversidades e que a Asplan está de portas abertas para ajudar no que for preciso para a evolução da cultura canavieira na Paraíba. “Além da cana, plantei várias culturas, mas, posso afirmar para vocês que a cultura canavieira nunca me decepcionou”, reiterou ele que, na ocasião, se emocionou ao tomar conhecimento da homenagem da turma de Agronomia 2017.2, que vai colocar o nome dele na placa de formatura.

Resultados das Pesquisas

Os resultados das pesquisas realizadas durante cinco anos na fazenda Experimental do CCA-UFPB também fez parte da programação do Dia de Campo. Coube ao Engenheiro Agrônomo da Ubyfol e Doutorando em Agronomia, Lucilo José Morais, apresentar os dados que foram coletados a partir do trabalho executado com 10 variedades: as SP79-1011 e VAT90-212, e as RB951541, RB992506, RB041443, RB021754, RB863129, RB962962, RB93509 e a RB002754, essa última com os melhores resultados obtidos nos estudos, apresentando uma média de 100 toneladas por hectare na cana planta e 57 toneladas na 5° folha, acima da média nacional na planta e regional no quinto corte.

A variedade SP79-1011, a mais plantada na região do Brejo Paraibano, com o trabalho de calagem, utilizando 4,5 toneladas, obteve segundo o estudo uma diferença de 50% de produtividade, chegando a patamares de 85 toneladas por hectare. O estudo avaliou também o teor de sólidos solúveis da SP79-1011 que atingiu brix 21, apresentando o maior índice da pesquisa. “Concluímos que o melhor desempenho neste estudo foi apresentado pela RB002754 que apesar de não ser a variedade mais plantada no Brejo foi a que teve o melhor resultado”, disse Lucilo.

Programação

Além da palestra do presidente da Asplan, a programação do IV Dia de Campo Sobre Cana-de-açúcar no Brejo Paraibano incluiu a participação do Professor Doutor, Emídio Cantídio da UFRPE,  que falou sobre ‘Fertilidade do solo e nutrição de plantas: estratégias para aumentar a produtividade’ e outras sobre ‘Variedades e clones promissores para o Estado da Paraíba, proferida por Amaro Epifânio, além da  ‘Principais doenças da cana-de-açúcar na região Nordeste’, por William José, ambos da Ridesa-UFRPE.

Luiz Cláudio Santos, Diretor Técnico da Agromape, abordou o tema ‘Fixação biológica de Nitrogênio na cana-de-açúcar’. “Biotecnologia e variedades CTC para o Nordeste” e o tema da palestra seguinte, com o Representante Técnico de Vendas CTC, Wéliton Tenório. No final do dia, houve a apresentação dos resultados das pesquisas realizadas na fazenda Experimental do CCA-UFPB.

Produtores e estudantes participaram do evento
Produtores e estudantes participaram do evento
O presidente da Asplan, José Inácio na palestra de abertura do Dia de Campo
O presidente da Asplan, José Inácio na palestra de abertura do Dia de Campo
Visão geral do espaço onde foi realizado o Dia de Campos
Visão geral do espaço onde foi realizado o Dia de Campos
O Secretário de Agricultura de Areia, Antônio Fernando participou da abertura do Dia de Campo
O Secretário de Agricultura de Areia, Antônio Fernando participou da abertura do Dia de Campo
O Engenheiro Agrônomo da Ubyfol e Doutorando em Agronomia, Lucilo José Morais apresentou os resultados da pesquisa
O Engenheiro Agrônomo da Ubyfol e Doutorando em Agronomia, Lucilo José Morais apresentou os resultados da pesquisa
O Coordenador do Curso de Agronomia e Orientador do Gesucro, Fábio Mielezrski fez a abertura do evento
O Coordenador do Curso de Agronomia e Orientador do Gesucro, Fábio Mielezrski fez a abertura do evento
José Inácio e representantes de empresas parceiras do Dia de Campo
José Inácio e representantes de empresas parceiras do Dia de Campo
O Dia de Campo aconteceu na Fazenda Chã-de-Jardim em Aeia
O Dia de Campo aconteceu na Fazenda Chã-de-Jardim em Aeia
José Inácio com o Coordenador do Curso de Agronomia e Orientador do Gesucro, Fábio Mielezrski, e um produtor
José Inácio com o Coordenador do Curso de Agronomia e Orientador do Gesucro, Fábio Mielezrski, e um produtor
Empresas expuseram seus produtos durante o evento
Empresas expuseram seus produtos durante o evento