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Setor canavieiro do Nordeste ganha apoio de Hugo Motta para inclusão da subvenção no PL dos combustíveis
Representantes do setor canavieiro do Nordeste saíram otimistas da reunião realizada nesta sexta-feira (8), em João Pessoa, com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Na pauta, uma reivindicação considerada essencial para a sobrevivência de milhares de produtores: a autorização do pagamento da subvenção aos fornecedores de cana. Participaram da reunião o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio; o presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima; e o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto.
Durante o encontro, Hugo Motta sinalizou apoio ao pleito e informou que vai trabalhar para que a medida seja incluída no projeto de lei dos combustíveis que o governo federal deverá encaminhar ao Congresso Nacional. O parlamentar também adiantou que a matéria poderá ser votada ainda neste mês de maio. “Conheço a necessidade do setor e reconheço a importância desta ajuda. Contem com meu empenho neste sentido”, disse Motta.
Para Pedro Campos Neto, o encontro reforçou a importância da mobilização conjunta das entidades nordestinas em defesa de uma pauta crucial do segmento. “Saímos da reunião confiantes. O compromisso assumido por Hugo Motta demonstra sensibilidade com a realidade dos fornecedores de cana. A subvenção é uma medida urgente, especialmente para os pequenos e médios produtores, que enfrentam enormes dificuldades para manter a atividade. Quando as entidades atuam unidas, a nossa voz ganha mais força e o setor avança”, afirmou.
Segundo ele, a inclusão da subvenção no projeto de lei representa mais do que um alívio financeiro imediato. “Estamos falando de uma medida que ajuda a preservar empregos, sustentar a produção e manter viva uma atividade econômica que tem papel fundamental em muitos municípios do Nordeste”, acrescentou Pedro Campos Neto.
Primeira visita da secretária executiva Tália Sales ao Hospital de Patos destaca papel estratégico da unidade para a saúde do Sertão
A secretária executiva de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, a médica Tália Sales, realizou, na última segunda-feira (4), sua primeira visita oficial ao Hospital Regional Deputado Janduhy Carneiro, em Patos. A agenda teve como principal foco o acompanhamento da chegada do acelerador linear destinado ao serviço de oncologia da unidade, equipamento que representa um importante avanço para a assistência aos pacientes com câncer em toda a região sertaneja.
Durante a passagem pelo município, a secretária executiva também visitou as demais unidades que integram a rede estadual de saúde em Patos: a Maternidade Dr. Peregrino Filho e o Hospital Infantil Noaldo Leite.
No Hospital Regional Deputado Janduhy Carneiro, Tália Sales conheceu a estrutura física da unidade e os principais serviços ofertados à população. A visita foi acompanhada pelo diretor-geral do hospital, Francisco Guedes, que apresentou os setores estratégicos e detalhou o funcionamento da rede assistencial mantida pela unidade, além dos diretores Técnico, o médico Pedro Augusto, e Administrativo, Esaú Nóbrega.
Referência para 89 municípios do Sertão paraibano, o Hospital Regional Deputado Janduhy Carneiro desempenha papel fundamental na rede estadual de saúde, ofertando atendimentos em clínica médica, urgência e emergência, cirurgias, oncologia e hemodinâmica — este último funcionando nas dependências da unidade, sob gestão da PB Saúde.
Segundo o diretor-geral Francisco Guedes, a visita foi uma oportunidade para apresentar a dimensão da assistência prestada diariamente pela unidade. “Foi um momento importante para mostrar à secretária executiva a estrutura do hospital, a diversidade dos serviços ofertados e a capacidade técnica das equipes multiprofissionais, que atuam diariamente diante de uma demanda expressiva de atendimentos, garantindo assistência resolutiva e qualificada à população”, destacou.
Durante a visita, Tália Sales ressaltou a relevância estratégica do hospital para a interiorização da assistência especializada no estado. “O Hospital de Patos exerce um papel essencial dentro da rede estadual de saúde. Encontramos uma estrutura robusta, equipes comprometidas e serviços fundamentais para assegurar assistência qualificada à população do Sertão. A chegada do acelerador linear reforça ainda mais o compromisso do Governo da Paraíba com a ampliação do acesso ao tratamento oncológico e com o fortalecimento da assistência regionalizada”, afirmou.
A visita reforça a importância do Hospital Regional Deputado Janduhy Carneiro como um dos principais polos de assistência hospitalar do interior da Paraíba, consolidando sua atuação estratégica para o fortalecimento da rede pública de saúde no estado.












Asplan acompanhou audiência na ALPB que debateu PEC 221/2019 e encaminhou documento para relator destacando preocupações do setor
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) acompanhou a realização da audiência pública da Câmara Federal, na manhã desta quinta-feira (7), na Assembleia Legislativa, em João Pessoa. Essa foi a primeira audiência promovida no país para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. O vice-presidente da associação, Pedro Campos Neto, representou o presidente José Inácio. Ainda representaram a entidade o assessor jurídico, José Lindomar, o diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira, e a diretora, Ana Cláudia Tavares. No final, a Asplan encaminhou um documento ao relator da proposta, deputado Leo Prates, também presente a audiência, onde elenca os impactos da redução da jornada no setor produtivo.
No documento, a entidade destaca que a limitação da jornada pode gerar atrasos operacionais, impactando diretamente a qualidade da matéria-prima entregue às usinas – principalmente durante a colheita e no transporte da cana que exige agilidade para que a produção não pereça, além de um aumento estimado em 10% nos custos da mão de obra no campo, especialmente em atividades como plantio, tratos culturais e, principalmente, a colheita. “Nós não somos contra esse debate, mas entendemos que eventuais mudanças na legislação trabalhista devem ser avaliadas com muito critério levando, sobretudo, em consideração as particularidades de cada setor produtivo, incluindo previsão de regimes diferenciados para atividades contínuas e sazonais como a nossa”, disse Pedro Campos Neto.
Ainda segundo o dirigente canavieiro, estimativas indicam que a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais pode demandar até 10% a mais de mão de obra, podendo ultrapassar 20% em cenários de jornadas reduzidas para 36 horas, impactando do campo à indústria todo o setor sucroenergético. “Quando há o aumento dos custos industriais, eles tendem a ser repassados ao longo da cadeia produtiva, reduzindo a competitividade do setor e afetando indiretamente o preço pago ao produtor, sobretudo na Região Nordeste onde a safra é mais curta e as condições de produção são mais desafiadoras”, reiterou Pedro Campos Neto.
Ao abrir a audiência, o deputado e presidente da Câmara, Hugo Motta, falou sobre o orgulho de poder ver esse debate se iniciar na Paraíba, destacando o prestígio e protagonismo do Estado, lembrou da importância que esse tema tem na vida de todos os brasileiros e da necessidade de ouvir os dois lados, ou seja, trabalhadores e empresários. “Enquanto Presidente da Câmara, nós tivemos a tramitação dessa proposta de emenda à Constituição ainda no início do ano. Quando tivemos a volta dos trabalhos no mês de fevereiro, nós decidimos despachar essa proposta para a Comissão de Constituição e Justiça e desde então estabelecer um cronograma de trabalho para que pudéssemos fazer finalmente a condução até a votação em plenário. A PEC, foi admitida por unanimidade na CCJ e imediatamente após essa etapa nós criamos a comissão especial e escolhemos dois parlamentares que têm conhecimento e compromisso com a pauta. O deputado Leo Prates e o deputado Reginaldo Lopes, que também está aqui presente, que foi o primeiro autor de uma proposta que emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho, ainda no ano de 2019”, disse.
Ainda segundo Hugo Motta, a decisão política de colocar essa matéria para tramitar é porque ela atende a expectativa de mais de 70% da população brasileira que quer discutir a redução da jornada de trabalho. “Desde o primeiro momento, defendo que esse debate seja feito com muito equilíbrio. Nós precisamos ouvir não só os representantes dos trabalhadores, mas também ouvir o setor público, o microempresário e quem emprega, por quê? Porque não adianta apenas decidir uma matéria tão importante como essa olhando só de um lado do balcão, olhando só por uma ótica”, reiterou.
O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, também presente à audiência, disse que a posição do governo em relação a redução da jornada é muito clara. “O Brasil está preparado. A economia brasileira precisa desse debate da redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. A verdade é que o Brasil já trabalhou muito mais, trabalhando 60 horas, 52, 48 horas. Desde 1988, creio que nós estamos no melhor momento. Até porque há um chamado, um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres, em especial da juventude, que diz claramente: nós precisamos dar mais tempo para a família, nós precisamos dar mais tempo para as pessoas, para mim, para cuidar do filho, da saúde e para cuidar de mim próprio”, reiterou.













Chegada de acelerador linear em Patos amplia acesso ao tratamento do câncer e fortalece rede oncológica no Sertão
A chegada do acelerador linear ao Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, em Patos, na manhã desta quarta-feira (6), marca um novo avanço na política de regionalização da saúde na Paraíba. O equipamento, que será integrado ao Hospital do Bem, amplia de forma decisiva a capacidade de atendimento oncológico no Sertão e reforça o compromisso do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), com a oferta de assistência especializada, mais próxima da população.
Com investimento superior a R$ 11 milhões apenas na aquisição do acelerador linear, a iniciativa integra o programa “Paraíba contra o Câncer” e representa um passo concreto para descentralizar o tratamento oncológico de alta complexidade. A ação evita deslocamentos frequentes de pacientes para grandes centros, garantindo mais conforto, agilidade e qualidade no cuidado.
A chegada do equipamento ocorre em paralelo à ampliação da estrutura física do complexo hospitalar, que passa por obras para implantação dos serviços de radioterapia, braquiterapia e medicina nuclear, incluindo a instalação de um aparelho de PET-CT. A nova área contará com aproximadamente 1.058 m² destinados à oncologia, além de um espaço adicional de 236 m² para o serviço de diagnóstico por imagem avançada.
O investimento total na ampliação e modernização do complexo ultrapassa R$ 30,4 milhões, sendo R$ 9,7 milhões destinados à obra, R$ 11 milhões ao acelerador linear e R$ 9,6 milhões ao PET-CT, com recursos provenientes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio doProjeto de Aprimoramento do Modelo de Atenção na Rede de Saúde do Estado da Paraíba – AMAR e contrapartida do Tesouro Estadual
Com a implantação do acelerador linear, o Hospital do Bem passará a oferecer radioterapia e braquiterapia na própria unidade, consolidando uma linha integral de cuidado que já inclui consultas especializadas, quimioterapia, cirurgias oncológicas, biópsias e exames.
A secretária executiva de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, a médica Tália Sales, acompanhou a chegada do equipamento e destacou a importância da entrega para o fortalecimento da assistência regionalizada. “Esse é um momento de enorme significado para a saúde pública da Paraíba. A chegada do acelerador linear representa um passo decisivo para ampliar o acesso ao tratamento oncológico de alta complexidade aos pacientes do sertão, garantindo mais dignidade, mais conforto e mais qualidade de vida a todos eles, que agora poderão realizar todas as etapas do tratamento mais perto de suas famílias”, afirmou.
O diretor-geral do Hospital Regional de Patos, Francisco Guedes, reiterou o alcance histórico da conquista. “Estamos vivendo um momento que, por muitos anos, foi sonhado e esperado por toda a região. A chegada desse equipamento é um divisor de águas para a oncologia do interior da Paraíba. É um sonho realizado que projeta Patos como referência regional e nacional em tratamento oncológico, fortalecendo uma assistência cada vez mais completa, humanizada e resolutiva”, ressaltou.
A nova estrutura deve entrar em funcionamento no segundo semestre deste ano, após a conclusão das obras e instalação dos equipamentos. A expectativa é beneficiar diretamente pacientes de diversos municípios do Sertão, reduzindo o desgaste físico, emocional e financeiro durante o tratamento.
Atualmente, o Hospital do Bem já oferece atendimento em dez especialidades oncológicas — Mastologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Endocrinologia, Ginecologia, Oncologia Clínica, Cirurgia Plástica, Urologia, Oncologia Cirúrgica, Cirurgia Torácica e Cardiologia — além de terapias complementares, consolidando-se como referência no cuidado integral ao paciente com câncer no interior do estado.










Asplan integra Comissão de Direito do Agronegócio da OAB-PB que foi criada para fortalecer segurança jurídica e defesa do produtor
A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba), oficializou nesta terça-feira (5), em solenidade realizada no auditório da UNIESP, em João Pessoa, a criação da Comissão de Direito do Agronegócio da OAB-PB. A iniciativa marca um novo momento para a advocacia paraibana ao instituir um espaço permanente de debate, qualificação técnica e articulação institucional voltado às demandas do setor produtivo rural. E a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) tem representatividade na Comissão, com a Presidente, Caroline Feitosa de Albuquerque Santiago de Souza Rangel, que também é produtora associada e com o advogado da Asplan, José Lindomar Soares Júnior, que atuará como ouvidor. Sérgio Ricardo Gouveia Martins, outro associado da entidade, também integra a direção da Comissão na condição de Secretário Geral.
A proposta da nova comissão, explica Caroline Rangel, é fortalecer a advocacia especializada no agronegócio na Paraíba, atuando de forma estratégica em defesa do produtor rural, da livre iniciativa e da segurança jurídica no campo. “Mais do que uma atuação estritamente técnica, a comissão nasce com o propósito de aproximar o Direito da realidade prática do setor produtivo, promovendo diálogo direto com produtores, advogados, entidades de classe, universidades e órgãos públicos”, destaca.
Embora já exista em alguns estados brasileiros, a comissão ainda não está presente em todas as seccionais da OAB. Na Paraíba, sua criação é vista como um avanço institucional importante diante da crescente relevância econômica do agronegócio no estado e da necessidade de instrumentos jurídicos cada vez mais especializados para atender às demandas do campo.
A Presidente da comissão, reitera que a proposta é construir uma atuação prática, acessível e conectada com os desafios reais do setor. “Nosso objetivo é levar conhecimento jurídico qualificado ao produtor rural, ampliando a conscientização sobre direitos, deveres e instrumentos de proteção. Queremos construir uma ponte efetiva entre a advocacia e o setor produtivo, contribuindo para um ambiente de maior segurança jurídica, desenvolvimento sustentável e fortalecimento institucional do agronegócio paraibano”, afirmou.
Integrando a diretoria da comissão na função de ouvidor, o advogado da Asplan, José Lindomar Soares Júnior, ressaltou que a criação do colegiado representa um passo importante para o fortalecimento institucional da advocacia e do setor produtivo. “A comissão surge em um momento estratégico. O agronegócio exige segurança jurídica, atualização normativa e diálogo institucional permanente. Nosso papel será colaborar para que advogados e produtores tenham mais respaldo técnico, mais previsibilidade e melhores condições para enfrentar os desafios jurídicos que impactam diretamente a atividade rural”, pontuou.
Entre as principais frentes de atuação estão a promoção de eventos, cursos, oficinas, treinamentos e encontros técnicos com especialistas. A meta é criar uma base sólida de informação, atualização permanente e troca de experiências, ampliando o suporte à advocacia e aos agentes da cadeia produtiva rural. A comissão também entende que a segurança jurídica não se restringe às relações contratuais e empresariais do setor. A pauta inclui a defesa de um funcionamento mais eficiente das varas especializadas em Direito Agrário, tanto na capital quanto no interior, com estrutura adequada, magistrados capacitados e maior celeridade processual.
Além disso, o grupo pretende atuar no enfrentamento de entraves burocráticos que dificultam o andamento de processos e o acesso a serviços judiciários, bem como na defesa das prerrogativas da advocacia agrária, assegurando aos profissionais pleno acesso a informações, autos e despachos. Outro eixo relevante será a articulação política e institucional para o aperfeiçoamento legislativo, em diálogo com a Assembleia Legislativa da Paraíba e outras instituições, buscando atualizar normas e criar instrumentos que beneficiem tanto a advocacia quanto os jurisdicionados. A comissão também nasce com um olhar voltado à inclusão da advocacia do interior, assegurando que profissionais de todas as regiões do estado tenham participação ativa nos debates, acesso às mesmas oportunidades de capacitação e presença efetiva na construção das pautas prioritárias do setor.
Asplan e Banco do Nordeste discutem estratégias para melhorar acesso ao crédito para os associados
Nesta segunda-feira (4), a diretoria da Asplan se reuniu com representantes do Banco do Nordeste, na sede da entidade, em João Pessoa, para discutir alternativas que facilitem o acesso às linhas de crédito por produtores do setor sucroenergético. Pelo banco, participaram a gerente de negócios da superintendência, Patrícia Magalhães, e a agente de desenvolvimento, Carmem Duarte. Representando a Asplan, estiveram presentes o presidente José Inácio, o vice-presidente Raimundo Nonato, o diretor-técnico Neto Siqueira, a gerente administrativa Kiony Vieira, além do consultor financeiro Cristiano Aguiar, analista de crédito rural, Fernanda Vasconcelos e o Engenheiro de Segurança do Trabalho, Alfredo Nogueira.
Durante a reunião, Patrícia Magalhaes, destacou que a instituição dispõe atualmente de algumas das melhores taxas de juros do mercado. No entanto, ressaltou que o principal desafio é garantir que esses recursos cheguem, de fato, a quem precisa. Segundo ela, o acesso ao crédito passa por linhas de custeio e também por investimentos na modernização do ambiente produtivo. Ainda de acordo com a gerente, entraves relacionados a licenças ambientais e à regularização de glebas têm dificultado a liberação de financiamentos. “Ficou acordado que vamos buscar diálogo com órgãos como a Sudema para tentar destravar esses gargalos. Muitas dessas questões são verificadas por meio de sensoriamento remoto, o que foge um pouco da nossa governança direta. Por isso, precisamos encontrar mecanismos que viabilizem soluções”, explicou.
O presidente da Asplan, José Inácio, reforçou que, apesar das condições atrativas oferecidas pelo banco, os produtores ainda enfrentam muitas dificuldades no acesso aos recursos. “O Banco do Nordeste tem, sem dúvida, as menores taxas de juros disponíveis, mas, ao mesmo tempo, encontramos grandes obstáculos no processo de liberação do crédito. Precisamos avançar na desburocratização para que esses recursos cumpram seu papel de fortalecer o setor produtivo”, pontuou.
Ao final do encontro, ficou definido que Asplan e Banco do Nordeste irão atuar de forma conjunta na interlocução com órgãos ambientais e demais instituições envolvidas, buscando soluções que facilitem o acesso ao crédito aos associados e impulsionem o desenvolvimento do setor canavieiro na região.





Asplan e Banco do Nordeste discutem estratégias para melhorar acesso ao crédito para os associados
Nesta segunda-feira (4), a diretoria da Asplan se reuniu com representantes do Banco do Nordeste, na sede da entidade, em João Pessoa, para discutir alternativas que facilitem o acesso às linhas de crédito por produtores do setor sucroenergético. Pelo banco, participaram a gerente de negócios da superintendência, Patrícia Magalhães, e a agente de desenvolvimento, Carmem Duarte. Representando a Asplan, estiveram presentes o presidente José Inácio, o vice-presidente Raimundo Nonato, o diretor-técnico Neto Siqueira, a gerente administrativa Kiony Vieira, além do consultor financeiro Cristiano Aguiar, analista de crédito rural, Fernanda Vasconcelos e o Engenheiro de Segurança do Trabalho, Alfredo Nogueira.
Durante a reunião, Patrícia Magalhaes, destacou que a instituição dispõe atualmente de algumas das melhores taxas de juros do mercado. No entanto, ressaltou que o principal desafio é garantir que esses recursos cheguem, de fato, a quem precisa. Segundo ela, o acesso ao crédito passa por linhas de custeio e também por investimentos na modernização do ambiente produtivo. Ainda de acordo com a gerente, entraves relacionados a licenças ambientais e à regularização de glebas têm dificultado a liberação de financiamentos. “Ficou acordado que vamos buscar diálogo com órgãos como a Sudema para tentar destravar esses gargalos. Muitas dessas questões são verificadas por meio de sensoriamento remoto, o que foge um pouco da nossa governança direta. Por isso, precisamos encontrar mecanismos que viabilizem soluções”, explicou.
O presidente da Asplan, José Inácio, reforçou que, apesar das condições atrativas oferecidas pelo banco, os produtores ainda enfrentam muitas dificuldades no acesso aos recursos. “O Banco do Nordeste tem, sem dúvida, as menores taxas de juros disponíveis, mas, ao mesmo tempo, encontramos grandes obstáculos no processo de liberação do crédito. Precisamos avançar na desburocratização para que esses recursos cumpram seu papel de fortalecer o setor produtivo”, pontuou.
Ao final do encontro, ficou definido que Asplan e Banco do Nordeste irão atuar de forma conjunta na interlocução com órgãos ambientais e demais instituições envolvidas, buscando soluções que facilitem o acesso ao crédito aos associados e impulsionem o desenvolvimento do setor canavieiro na região.





Hospital de Catolé atende mais de 540 pessoas durante o feriadão de 1º de Maio
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos atendeu 548 pessoas na urgência e emergência entre a noite do dia 30 de abril e o domingo (3). O período, que incluiu o feriado do Dia do Trabalhador, contabilizou ainda 53 internações, 17 cirurgias e seis partos.
De acordo com o balanço, foram realizados 161 atendimentos no dia 30 de abril, 146 no feriado de 1º de maio — o de maior movimento —, 122 no dia 2 e 119 no domingo (3). Entre as 17 cirurgias realizadas, estão prostatectomias, histerectomias, cistolitotomia, ressecção transuretral de próstata (RTU), além de correções de fratura de antebraço e de fratura exposta de dedo.
Entre os atendimentos, destacam-se 52 casos de dor, 26 de síndrome gripal, 21 de cefaleia, 18 de infecção, 18 de diarreia, 15 de amigdalite, 13 de crise hipertensiva e 10 de enxaqueca. O hospital também atendeu 19 vítimas de sinistros de trânsito, sendo 13 envolvendo motocicletas, três automóveis e três casos de atropelamento.
No apoio diagnóstico, a unidade realizou 156 raios X, 87 tomografias, 40 ultrassonografias, 33 endoscopias, além de 719 exames laboratoriais. Nos ambulatórios, foram realizadas 33 avaliações ortopédicas, 26 cirúrgicas, 24 relacionadas a exames, 24 urológicas e nove obstétricas.
Os dados evidenciam a importância da unidade hospitalar no atendimento à população de Catolé e região, especialmente em períodos de maior fluxo, como feriados.









Hospital e Maternidade Estevam Marinho atende 327 pacientes durante o feriado de 1º de maio
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho, em Coremas, realizou 327 atendimentos na urgência e emergência e no ambulatório médico entre a noite do dia 30 de abril e o domingo (3 de maio). O período, que incluiu o feriado do Dia do Trabalhador, foi marcado por demanda significativa na unidade.
De acordo com o balanço, foram registrados 71 atendimentos no dia 30 de abril, 88 no feriado de 1º de maio, 79 no sábado (2) e 89 no domingo (3), sendo este o dia de maior movimento.
Durante o período, 20 pacientes precisaram ser internados por diferentes causas, entre elas infecções de vias aéreas superiores (IVAS), pneumonia, cólica renal, dor abdominal, infecção do trato urinário (ITU), neoplasia pulmonar, gastroenterocolite aguda (GECA), bronquite viral aguda (BVA) e infecção de ferida operatória.
A unidade também atendeu duas vítimas de sinistros de trânsito, ambas envolvendo motocicletas. Entre as principais queixas que levaram a população a buscar atendimento, destacam-se os casos de dor, com 51 registros, seguidos por síndrome gripal (28 casos) e amigdalite (12 casos).
Outras ocorrências incluíram nove atendimentos por diarreia, oito por crise de ansiedade, sete por ferimentos com objetos perfurocortantes, sete casos de trauma e seis registros de crise hipertensiva.
Os dados reforçam o papel essencial do Hospital e Maternidade Estevam Marinho no atendimento à população de Coremas e região, garantindo assistência contínua tanto em situações de urgência quanto no suporte ambulatorial.











Atendimentos na urgência e emergência do Hospital de Patos somam 379 casos em quatro dias
O Hospital Deputado Jandhuy Carneiro, em Patos, registrou 379 atendimentos na urgência e emergência entre a noite do dia 30 de abril e o domingo (3 de maio). Os dados refletem a alta demanda no período, que incluiu o feriado do Dia do Trabalhador.
De acordo com o balanço, foram realizados 111 atendimentos no dia 30 de abril, 77 no feriado de 1º de maio, 81 no dia 2 e 110 no domingo (3), sendo este o dia de maior movimento na unidade.
No mesmo período, o hospital realizou 28 cirurgias, sendo 20 eletivas e oito de urgência. Foram 14 cirurgias oncológicas, cinco ortopédicas, outras cinco gerais, duas buco-maxilo, uma torácica e outra vascular. Além disso, 93 pacientes precisaram ser internados por diferentes causas. Entre os casos atendidos, destacam-se 41 vítimas de sinistros de trânsito, sendo 40 envolvendo motocicletas, o que reforça o alto índice desse tipo de ocorrência na região.
As principais causas de procura pelo serviço foram dores, com 58 registros, seguidas por quedas (56 casos). Também foram registrados 11 atendimentos por infarto agudo do miocárdio (IAM) e outros 11 por dispneia. Casos de mal-estar e mordidas somaram 10 atendimentos cada.
O hospital ainda atendeu cinco ocorrências de acidente vascular cerebral (AVC), três casos de infecção do trato urinário (ITU), duas pessoas com crise nervosa e um caso de tentativa de suicídio.
Os números evidenciam a importância da unidade no atendimento de urgência e emergência para a população de Patos e região, especialmente em períodos de maior fluxo, como feriados e fins de semana.















