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Unida acompanha oficina da Conab e reforça urgência para operacionalização da subvenção de R$ 12 por tonelada de cana



Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool debate estratégias de comunicação para ampliar consumo de etanol e fortalecer mercado
A necessidade de ampliar a demanda de consumo por etanol e fortalecer a comunicação do setor com a sociedade foi um dos temas debatidos durante a 68ª reunião da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), realizada nesta quarta-feira (12), em Sertãozinho (SP). O encontro, realizado, excepcionalmente, de forma itinerante durante a Fenasucro & Agrocana, foi conduzido pelo presidente da Câmara, Pedro Campos Neto, que destacou a importância de uma mobilização coordenada para estimular o consumo do biocombustível.
Ao abrir a reunião, Pedro Campos Neto destacou o caráter especial do encontro. “Hoje é uma reunião diferente. Acho que, para mim, é a primeira reunião itinerante, vamos chamar assim. Quero agradecer ao Ceise Br, que cedeu esse espaço para a gente durante a Fenasucro”, afirmou. Entre os pontos centrais da discussão esteve a necessidade de o setor investir mais em marketing, comunicação e ações capazes de mostrar à população a importância do etanol e estimular seu consumo.
Para Pedro Campos Neto, o crescimento da oferta de etanol, especialmente com a expansão do etanol de milho, exige que o setor encontre novas formas de ampliar o consumo. “A oferta de etanol de milho vai mudar o comportamento da nossa cadeia. Nós já estamos aí com 10 bilhões de litros. E, se a gente não tiver um novo impulsionamento de demanda, a visão que nós temos é que o mercado vai se reorganizar”, alertou. Segundo ele, iniciativas como SAF e biobunker são importantes e precisam avançar, mas possuem um prazo de desenvolvimento e adoção que impede que sejam, isoladamente, uma resposta imediata ao desafio da demanda. Nesse cenário, Pedro defendeu que o setor volte sua atenção para uma oportunidade que já está disponível: a frota flex brasileira.
A reunião contou ainda com a participação de Mário Campos Filho, Presidente Executivo SIAMIG/Bioenergia Brasil, que reforçou a necessidade de uma mudança de estratégia diante do novo cenário do mercado. Para ele, o setor vive um momento em que o aumento da oferta torna urgente a busca por novos consumidores. “A realidade atual está transformando a forma da gente pensar o etanol”, afirmou Mário, ao destacar que o setor precisa aproveitar o potencial de uma frota flex que representa uma parcela expressiva dos veículos brasileiros.
Segundo ele, o desafio é transformar espaço potencial em consumo efetivo. “A boa notícia é que nós temos um mercado para explorar”, destacou, defendendo uma mobilização para ocupar o espaço existente no mercado de combustíveis. “Acho que a solução está aí: é fazer com que a população consuma mais etanol. Se você pegar hoje, a frota flex representa 75%, 80% dos nossos veículos e, desses veículos, a gente tem um consumo só de cerca de 35% de etanol”, destacou.
João Rosa (Botão), da Pecege, também participou da reunião e lembrou que a proposta é aproveitar diferentes espaços de comunicação para aproximar o etanol do cotidiano do consumidor, incluindo campanhas publicitárias, mídias digitais, eventos esportivos e outros canais de grande alcance. Ele citou a campanha “Vai de Etanol”, da Única, como uma iniciativa positiva, mas defendeu a união de outras instituições para ampliar e impulsionar esse tipo de ação. “Não adianta a gente só reclamar de questões de preço de mercado, sendo que não tem uma mobilização”, pontuou.
Durante a reunião, também foram apresentados exemplos de iniciativas que demonstraram o potencial de ações de incentivo ao consumo. Entre eles, um projeto realizado pela Stellantis em 2025, que combinou informação sobre as vantagens do etanol com incentivo econômico. Conforme relatado durante o encontro, a adesão ao uso do biocombustível aumentou significativamente entre os participantes do projeto. Outro exemplo apresentado foi uma ação promocional realizada em Belo Horizonte, na qual o preço do etanol caiu para R$ 2,99 em postos participantes. Segundo as informações apresentadas na reunião, o consumo de etanol hidratado teria dobrado naquela semana em comparação com uma semana de julho, reforçando a percepção de que preço e estímulo ao consumo podem influenciar diretamente o comportamento do consumidor.
A discussão também apontou para iniciativas mais simples e imediatas, como estimular frotas corporativas e públicas a utilizarem etanol sempre que os veículos forem flex. A proposta defendida durante o encontro inclui, inclusive, a construção de ações junto aos governos estaduais para estimular o abastecimento de suas frotas com o biocombustível. Pedro Campos Neto ressaltou que a mudança também precisa começar dentro do próprio setor. “Tem que partir da gente. Não tem o carro ideal que você queira ainda. Vamos nos adaptar ao que existe hoje e tentar usar um carro, tentar consumir etanol”, afirmou.
Ao final, ficou reforçada a necessidade de unir entidades, empresas e instituições em torno de uma estratégia comum de comunicação e estímulo ao consumo do etanol. A próxima reunião da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool está prevista para o dia 3 de novembro, às 14h, em Brasília. O encontro em Sertãozinho marcou, assim, não apenas a continuidade das discussões da Câmara Setorial, mas também uma provocação para que o setor passe a comunicar melhor seus produtos, aproximando o etanol do consumidor e transformando o potencial da frota flex em demanda efetiva.




Mário Campos Filho destaca impactos da subvenção à gasolina e mobilização do setor de etanol durante reunião da Câmara Setorial
O cenário atual e as perspectivas para o setor sucroenergético diante das medidas adotadas pelo Governo Federal para conter os impactos da alta do petróleo foram tema da participação de Mário Campos Filho, presidente executivo da SIAMIG/Bioenergia Brasil, na 68ª Reunião da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool, realizada nesta quarta-feira (12), em Sertãozinho (SP). O encontro foi conduzido pelo presidente da Câmara, Pedro Campos Neto.
Durante sua exposição, Mário Campos Filho fez uma retrospectiva das medidas adotadas pelo governo em resposta à elevação dos preços do petróleo provocada pelo conflito entre Irã e Estados Unidos e destacou os impactos da subvenção concedida à gasolina sobre a competitividade do etanol hidratado. Segundo ele, diante da alta do petróleo e da dificuldade de repasse integral dos preços dos derivados ao mercado brasileiro, o governo criou mecanismos de subvenção para combustíveis fósseis. Em maio, a Medida Provisória nº 1.358 estabeleceu uma subvenção de R$ 0,44 por litro de gasolina A, posteriormente regulamentada por decreto e portaria.
Contudo, para o presidente executivo da SIAMIG/Bioenergia Brasil, a medida acabou provocando um desequilíbrio competitivo para o etanol. “Os 44 centavos por litro de gasolina A equivalem, na nossa visão, fazendo todas as correlações necessárias, a cerca de 31 centavos por litro de etanol hidratado”, disse. Ele explicou que, desde a implementação da subvenção, o setor produtor de etanol hidratado vem absorvendo perdas decorrentes da diferença de tratamento entre os combustíveis. “Desde o dia 25 de maio, o setor produtor de etanol e aquelas empresas que estavam efetivamente fazendo as vendas estão tendo um prejuízo de 31 centavos por litro em função da subvenção da gasolina”, afirmou.
Ele também relatou as articulações realizadas pelo setor para tentar corrigir o desequilíbrio, incluindo reuniões com integrantes do governo federal, com o presidente da República e com o presidente da Câmara dos Deputados. A subvenção à gasolina, inicialmente prevista por 60 dias, foi prorrogada por mais 30 dias, estendendo sua vigência contratada até 25 de agosto. Segundo Campos Filho, a própria Medida Provisória permite uma eventual nova prorrogação dentro do período de vigência do instrumento.
Diante desse cenário, segundo ele, o setor sucroenergético passou a atuar pela aprovação do PLP 114, que, em sua versão mais recente, prevê mecanismos para compensar as empresas que comercializaram etanol e foram prejudicadas pela subvenção concedida à gasolina. A proposta estabelece um limite de R$ 1,2 bilhão para essa compensação. “O governo definiu que essa subvenção terá um limite de 1,2 bilhão de reais, que obviamente será pago às empresas que comercializaram o etanol, que tiveram prejuízo durante o período da subvenção”, afirmou. Mario ressaltou, no entanto, que a mobilização do setor não se limita à recuperação das perdas atuais, mas também busca preservar o princípio constitucional que garante tratamento diferenciado aos biocombustíveis em relação aos combustíveis fósseis.
“Só o fato de a gente ter reagido no sentido de criar uma subvenção com base numa emenda constitucional que nós aprovamos lá atrás e que nós achamos que é totalmente correta já é um recado extremamente importante para que, no futuro, os governos que virão não tentem fazer ou usar da mesma receita para tentar dar um bypass na nossa Constituição”, reiterou.
Ao concluir sua participação, Campos Filho destacou a expectativa do setor em relação à tramitação do PLP 114 no Congresso Nacional, incluindo a possibilidade de aprovação pela Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado. Para ele, a defesa da competitividade do etanol é também uma defesa de uma política energética que reconheça o papel estratégico dos biocombustíveis para o Brasil. O dirigente reforçou ainda que o foco da mobilização atual é restabelecer o equilíbrio entre etanol e gasolina e evitar que mecanismos de subvenção aos combustíveis fósseis comprometam as vantagens competitivas asseguradas aos biocombustíveis pela legislação brasileira.



Unida comemora publicação da regulamentação da subvenção de R$ 12 por tonelada de cana aos produtores do Nordeste
Câmara Setorial do Açúcar e Álcool realiza reunião neste dia 12 em Sertãozinho durante a Fenasucro
Déficit mundial de açúcar e aumento da demanda por etanol renovam expectativas para o setor sucroenergético avalia presidente da UNIDA
O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA), Pedro Campos Neto, fez nesta segunda-feira (3) uma análise do cenário nacional e internacional do setor sucroenergético, destacando acontecimentos da última semana que podem influenciar o mercado da cana-de-açúcar nos próximos meses. Apesar de reconhecer que o segmento atravessa um dos momentos mais difíceis dos últimos anos, ele afirmou que alguns indicadores começam a sinalizar perspectivas mais favoráveis para o setor.
Entre os destaques está a projeção divulgada pela consultoria Stone X, que aponta para um possível déficit global na produção de açúcar, cenário que não era registrado há vários anos. “Essa notícia acende uma luz no fim do túnel para o setor sucroenergético. Ainda enfrentamos um momento extremamente desafiador, mas começam a surgir fatores que podem contribuir para uma recuperação gradual do mercado”, afirmou Pedro.
Outro fato considerado importante foi o início da vigência, em 1º de agosto, do aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que passou de 30% para 32%. Segundo o presidente da UNIDA, a medida deve ampliar o consumo do biocombustível em aproximadamente um bilhão de litros, fortalecendo a demanda pelo produto.
Pedro Campos Neto também chamou atenção para os impactos das condições climáticas na safra do Centro-Sul do país. De acordo com informações do setor, temporais registrados recentemente no interior de São Paulo atingiram entre 30 mil e 40 mil hectares de canaviais. Embora ainda não exista uma estimativa consolidada dos prejuízos, a expectativa é de reflexos na produção paulista. Além disso, as chuvas frequentes em São Paulo e Minas Gerais podem comprometer a qualidade da matéria-prima. Segundo ele, a umidade elevada reduz o teor de Açúcar Total Recuperável (ATR), diminuindo a eficiência industrial e impactando tanto a produção de açúcar quanto de etanol.
Mesmo com esse cenário, o dirigente acredita que os fundamentos do mercado podem favorecer uma recuperação a partir do início de 2027. “Na minha avaliação, o Nordeste poderá sentir uma recuperação dos preços do açúcar na metade da próxima safra. Existem diversos fatores internacionais convergindo para isso, como a perspectiva de déficit mundial, os impactos climáticos em importantes regiões produtoras e o comportamento da produção brasileira”, explicou. Ele ressaltou que, enquanto os preços internacionais e o mercado externo fogem ao controle dos produtores, é fundamental concentrar esforços na gestão eficiente das propriedades. “O que depende de nós é da porteira para dentro. Precisamos buscar eficiência, mecanizar sempre que possível, reduzir custos com diesel, energia e otimizar os processos produtivos. É hora de fazer o básico muito bem feito para atravessar esse período”, afirmou.
Pedro também observou que o calor intenso na Europa tende a afetar a produção de beterraba açucareira, enquanto a redução das monções na Índia pode comprometer a produção naquele país. Ao mesmo tempo, o excesso de chuvas no Centro-Sul brasileiro deve comprometer a qualidade da cana baixando o ATR, produzindo menos açúcar e menos etanol. Segundo ele, atualmente o mix de produção das usinas do Centro-Sul está em torno de 55% voltado para o etanol, demonstrando que, neste momento, o biocombustível apresenta melhor remuneração do que o açúcar.

Unida amplia representatividade no Nordeste com adesão da Associação dos Fornecedores de Cana do Extremo Sul da Bahia
A União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar (Unida) amplia e fortalece sua atuação em defesa dos fornecedores de cana da região com a chegada de uma nova entidade associada. A Associação dos Fornecedores de Cana do Extremo Sul da Bahia (AFCESBA), presidida por Marcello Hamdan, passa a integrar oficialmente a instituição, a partir de julho, ampliando a representatividade da Unida para sete associações estaduais.
Com sede no Extremo Sul da Bahia, a AFCESBA reúne cerca de 130 produtores canavieiros responsáveis por uma produção média anual de 1,6 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, desempenhando um papel estratégico na economia agrícola da região. A adesão da entidade representa mais um passo no processo de fortalecimento institucional da Unida, que passa a contar com as seguintes associações filiadas: Asplan (Paraíba), AFCP (Pernambuco), Asplana (Alagoas), Asplan (Rio Grande do Norte), Asplana (Sergipe), Sindicape (Pernambuco) e, agora, a AFCESBA (Bahia).
Para o presidente da AFCESBA, Marcello Hamdan, integrar a Unida significa muito mais do que fazer parte de uma entidade representativa. Trata-se de construir uma rede de colaboração entre produtores, baseada na troca de experiências, no fortalecimento coletivo e na defesa conjunta do setor. “Com a adesão da nossa associação à Unida, o produtor rural, de uma maneira geral, se fortalece. Infelizmente, o que vemos hoje são produtores dispersos, sem conhecer a realidade uns dos outros, sem trocar experiências e sem aproveitar o conhecimento que cada um acumulou ao longo do tempo. Quando você ignora o outro, deixa de receber a experiência que ele tem e também deixa de compartilhar a sua”, destaca.
Marcello Hamdan afirma ainda que a união entre os produtores é, acima de tudo, um gesto de solidariedade e compromisso com o desenvolvimento do setor. “A união também é um ato de generosidade. Minha entrada na Unida aconteceu exatamente por esse motivo. Eu já conhecia alguns representantes das associações que fazem parte da entidade e percebi que todos compartilham dessa mesma visão. Entrar na Unida é, antes de tudo, um ato generoso de ajudar o outro, de receber ajuda e de contribuir para o crescimento coletivo. Foi nesse espírito que decidimos fazer parte da entidade”, reiterou ele.
O presidente da Unida, Pedro Campos Neto, comemorou a chegada da associação baiana e ressaltou que a ampliação da base de entidades fortalece ainda mais a atuação política e institucional da entidade em defesa dos fornecedores de cana do Nordeste. “A chegada da AFCESBA representa um importante avanço para a Unida. Cada nova associação que passa a integrar nossa entidade amplia nossa representatividade, fortalece nossa capacidade de diálogo com os governos e órgãos públicos e torna ainda mais consistente a defesa dos interesses dos produtores de cana de toda a região Nordeste. Acreditamos que a união das entidades é o caminho para construirmos soluções conjuntas, compartilharmos experiências e enfrentarmos os desafios do setor com mais força e legitimidade”, disse.
Criada em abril de 2003, para representar os interesses dos produtores de cana-de-açúcar nordestinos, a Unida vem consolidando sua atuação como uma das principais vozes do segmento na região, promovendo a integração entre associações estaduais, defendendo políticas públicas para o setor e atuando em pautas estratégicas relacionadas à sustentabilidade, competitividade, crédito rural, subvenção, tributação e todos os interesses do setor.


Pedro Campos Neto faz balanço da semana e destaca avanços para o setor sucroenergético e agro brasileiro
Ao decidir ampliar mistura de etanol na gasolina para 32% governo fortalece cadeia sucroenergética brasileira afirma Pedro Neto
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, na terça-feira (14), o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, medida que entrará em vigor a partir de 1º de agosto. “Essa decisão representa mais um passo na política nacional de valorização dos biocombustíveis e de fortalecimento da matriz energética renovável do país, além de trazer perspectivas positivas para toda a cadeia sucroenergética”, afirma o presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA), Pedro Campos Neto.
A nova composição, denominada E32, terá vigência inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada uma única vez pelo mesmo período. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida foi adotada diante da volatilidade do mercado internacional do petróleo e busca reduzir a dependência brasileira de combustíveis fósseis importados, especialmente em um cenário de instabilidade geopolítica provocado pelos conflitos no Oriente Médio. Produzido a partir de matérias-primas renováveis, como a cana-de-açúcar e o milho, o etanol anidro é misturado à gasolina antes de sua distribuição aos postos de combustíveis.
“A decisão também abre caminho para uma ampliação ainda maior da participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional”, reitera Pedro Neto, destacando que o governo já estuda elevar a mistura para até 35%, percentual permitido pela Lei do Combustível do Futuro, que ampliou o limite máximo da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 27% para 35%.
Pedro Campos Neto reforça que a decisão representa uma conquista importante para o setor sucroenergético brasileiro e reafirma o papel estratégico do país na produção de energia limpa. “Recebemos essa decisão com muita satisfação porque ela fortalece toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, estimula novos investimentos e amplia a participação de um combustível renovável e sustentável na matriz energética brasileira. O Brasil é uma referência mundial em biocombustíveis, e ampliar a utilização do etanol significa alinhar os interesses nacionais à pauta global de descarbonização, reduzindo emissões, gerando emprego, renda e desenvolvimento para milhares de produtores e trabalhadores do setor sucroenergético”, reiterou, lembrando que a medida reforça a importância da cana-de-açúcar como uma das principais fontes de energia renovável do país.
A adoção do E32 foi respaldada por estudos técnicos coordenados pelo Ministério de Minas e Energia e realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia. Os testes demonstraram que a nova mistura apresenta desempenho equivalente às formulações anteriores, sem impactos significativos no funcionamento dos veículos, incluindo modelos equipados com motores exclusivamente a gasolina.





