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Jeová volta a defender reativação dos serviços pediátricos no HU e afirma que no retorno do recesso da ALPB vai mobilizar deputados
O deputado Jeová Campos voltou a solidarizar-se com as mães de Cajazeiras e região e reiterou a importância da reativação dos serviços pediátricos no Hospital Universitário Júlio Bandeira de Melo. “Desde que foi anunciado o encerramento destes atendimentos, que eu me coloquei contra, inclusive, realizando uma Audiência Pública para debater essa questão e na volta do recesso parlamentar, vou retomar essa pauta e tentar mobilizar e sensibilizar os deputados a abraçarem essa causa que é essencial para as crianças do alto sertão”, disse o parlamentar.
“O fechamento do pronto atendimento pediátrico do HU foi um grave erro, que prejudicou de forma muito preocupante a assistência de saúde para as crianças e isso tem que ser revisto. A ALPB está de recesso, mas quando retornar eu vou mobilizar os deputados para tentar reverter essa situação”, reiterou Jeová.
Ainda de acordo com o deputado, não se pode ignorar as consequências da desativação do serviço de pronto atendimento pediátrico no HUJB. “A solução encontrada de direcionar o serviço para a UPA e o Hospital Regional não foi a melhor decisão, pois não oferta o serviço de excelência do hospital, nem garante às crianças de Cajazeiras e municípios atendidos pela 9ª Regional de Saúde, um serviço especializado como o que era prestado pelo hospital da UFCG”, argumentou Jeová.

A cultura brasileira ganha muito com a derrubada dos vetos presidenciais afirma deputado Jeová Campos
O Congresso Nacional derrubou, graças a um acordo firmado entre líderes partidários e governo, os vetos do presidente Jair Bolsonaro à Lei Aldir Blanc 2 e à Lei Paulo Gustavo, ambas criadas para incentivar atividades culturais nos estados e municípios. O resultado da votação, que aconteceu na noite desta terça-feira (5), para o deputado estadual paraibano Jeová Campos, é, sobretudo, uma vitoria da cultura brasileira. “Essa é talvez a maior vitória do setor cultural nos últimos tempos e essa votação entra para a história das políticas culturais no Brasil e vai beneficiar, especialmente, os artistas do povo, os anônimos, que precisam, mais do que nunca depois de dois anos de pandemia, de um aporte para desenvolver suas atividades. Parabenizo todos que lutaram por essa causa”, afirmou o parlamentar.
Jeová, que foi também autor de um Projeto de Lei (1.756/20), aprovado por unanimidade pela ALPB, em junho de 2020, que sugeria a destinação de recursos na época da pandemia para a classe artística e entidades culturais, lembra que além do auxílio financeiro, a derrubada do veto é uma resposta da sociedade a falta de sensibilidade e valorização da cultura pelo atual presidente. “Bolsonaro desrespeita e desvaloriza a cultura, um segmento importante e que resonde por cerca de seis milhões de empregos diretos no Brasil e representa 4% do Produto Interno Bruto. Desconsiderar esse setor, é não ter respeito às formas de manifestação de um povo. É preciso salientar que a cultura não tem legenda partidária e nenhum país se desenvolve sem valorizar a Cultura, a Educação e a Ciência”, reiterou Jeová, lembrando que destinar recursos a esse setor nunca foi gasto, mas investimento e que a classe artística merecia essa ajuda já que foi uma das mais atingidas na pandemia, sendo um dos primeiros setores a parar e um dos últimos a retomar suas atividades.
Sobre o argumento do governo Bolsonaro para explicar os vetos de que haveria impactos nos gastos públicos, o deputado Jeová Campos, foi irônico. “Chega a ser cômico o governo alegar que está preocupado com o teto de gastos quando ele próprio sugere uma PEC (1/2022), que viabiliza o incremento de programas sociais em pleno ano de eleição. Esses vetos mostraram a pequenez deste governo que abomina a cultura, nega a ciência e corta investimentos na Educação, mas, o Congresso Nacional deu a resposta que a sociedade clamava e, finalmente, se aliou aos interesses dos brasileiros”, finalizou Jeová.
Sobre as Leis
Com a derrubada dos vetos, os textos serão agora promulgados pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, tornando-se leis. Juntas, as duas proposições somam repasses iniciais de quase R$ 7 bilhões. A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é uma homenagem ao compositor Aldir Blanc Mendes, que morreu em maio de 2020 em decorrência da Covid-19. Ela foi aprovada no Senado em março deste ano e é resultado do PL 1.518/2021. A iniciativa enumera várias ações e atividades que podem ser financiadas, entre elas, exposições, festivais, festas populares, feiras e espetáculos, prêmios, cursos, concessão de bolsas de estudo e realização de intercâmbio cultural. Os recursos também poderão ser usados para aquisição de obras de arte, preservação, organização, digitalização do patrimônio cultural, construção ou reforma de museus, bibliotecas, centros culturais e teatros, aquisição de imóveis tombados para instalação de equipamentos culturais e manutenção de companhias e orquestras.
Já a Lei Paulo Gustavo autoriza o repasse de cerca de R$ 3,86 bilhões em recursos federais a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais, como forma de atenuar os efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. Do total a ser liberado pelo Poder Executivo, R$ 2,797 bilhões devem ir para o setor de audiovisual. O restante (R$ 1,065 bilhão) será repartido entre outras atividades culturais. O nome do projeto homenageia o ator e humorista Paulo Gustavo, que morreu em maio de 2021, também vítima da covid-19. A verba prevista deve sair do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e deverá ser operada diretamente por estados e municípios.
Fonte: Com informações da Agência Senado

Paraíba tem discreta redução de produção de cana-de-açúcar e fecha safra 2021/22 com um volume de 5.687,959 toneladas de cana moída
A produção de cana-de-açúcar na Paraíba na safra 2021/2022 atingiu um volume de 5.687.959 toneladas de cana moída, que se transformaram em 120.856 toneladas de açúcar e 354.232 metros cúbicos de álcool. Em relação à safra passada, a produção canavieira teve um decréscimo de apenas 5%. Do volume total de cana produzido, 39% são de matéria-prima própria de indústrias e 61% de cana fornecida por produtores. Esses dados são referentes ao somatório de cana de fornecedores ligados a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) ao volume dos acionistas de indústrias sucroalcooleiras locais. Na safra passada (2020/2021) a produção paraibana ficou em 6.080.490 toneladas de cana, enquanto a de 2019/2020 fechou em 6.059.540 toneladas.
Das 5.687.959 milhões de toneladas de cana processada na atual safra, nas sete indústrias da Paraíba, os fornecedores ligados a Asplan responderam pelo volume de 3.483.738 toneladas, sendo a outra parte da produção – 2.204.221 – correspondente à cana própria de usinas. Todas as sete unidades industriais moeram cana de fornecedores paraibanos nesta safra. Outras duas unidades fora da Paraíba também absorveram a produção local que foram a Olho D’água, em Camutanga (PE) e Baia Formosa, em Baia Formosa (RN). A produção de açúcar foi dividida em 98.603 toneladas de Cristal, 19.702 de VHP e 2.551 toneladas de açúcar Demerara. Do volume total de álcool, 223.294 metros cúbicos foram de Anidro e 130.930 de Álcool Hidratado.
“Essa safra foi marcada pelo aumento do preço da tonelada de cana, que começou com R$ 165,75 e se manteve, numa média de R$ 172,68, finalizando com R$ 181,98, mas, esse aumento foi anulado com aumento dos custos com insumos agrícolas, alguns deles chegando até a dobrar de preço, outros aumentaram 30% ou 40%, anulando essa lucratividade, mas, mesmo assim a Paraíba vem conseguindo manter a média de produção de cana-de-açúcar nas últimas safras”, argumenta o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. José Inácio lembra que a destinação de cana produzida na Paraíba para usinas de PE e RN não estão contabilizadas como safra na Paraíba, o que evidencia que a produção no Estado pode ter sido um pouco maior que 5,6 milhões de toneladas.
Mas, apesar de a safra 2021/2022 ter tido uma remuneração melhor, com uma média de R$ 172,68 por tonelada de cana, na Paraíba houve uma perda de produtividade por parte dos fornecedores, de cerca de 15%, em média, o que comprometeu a lucratividade. “O volume de chuvas não foi o esperado e isso afetou diretamente a produtividade. Em regiões como Sapé, Itapororoca, Sobrado, Cuité de Mamanguape e Capim, por exemplo, a redução de chuvas foi de 30%. Além disso, a quantidade de ATR também caiu, pois na safra anterior, o ATR médio, foi 133 e nesta safra ficou em 130, caindo três quilos por tonelada de cana, além da alta dos insumos e dos combustíveis impactou negativamente na lucratividade dos produtores”, reitera José Inácio.
O diretor do Departamento Técnico da Asplan (DETEC), Neto Siqueira, explica que embora a safra tenha tido uma discreta redução de volume de produção em relação a anterior, na questão produtividade, os fornecedores tiveram um grande impacto negativo. “Essa redução média de 15% na produtividade, representa um decréscimo de cerca de oito toneladas de cana por hectare, o que significa muito no computo geral da safra. O fornecedor não tem tanta irrigação quanto necessitaria ter e não dispõe de outros mecanismos que possibilitam um aumento de produtividade, diferente das indústrias que usam vários outros recursos para conseguir aumentar sua produtividade”, reitera Neto, reforçando que o aumento do preço da tonelada de cana nessa safra, teve o contraponto do aumento dos custos de produção, uma coisa anulando a outra e que essa safra também ficou marcada pela ampliação da utilização de ativos biológicos tanto por fornecedores, quanto pelas usinas.
Classificação do produtor
Para efeito de classificação do produtor canavieiro paraibano, denomina-se como micro produtor quem produz até 1000 toneladas/safra. Os classificados como pequenos produzem entre 1000 e 5 mil toneladas. Os médios se classificam entre quem produz de 5 a 10 mil toneladas, enquanto que é considerado grande produtor quem fornece acima de 10 mil toneladas. Na Paraíba, 66,44% dos fornecedores de cana associados da Asplan são considerados micro produtores. Os pequenos representam 22,40% do universo de produtores canavieiros, enquanto que os médios correspondem a 5,43% e os grandes a 5,72% do universo total de fornecedores ligados à Asplan. A safra 2021/2022 começou em julho do ano passado e foi encerrada em abril último, mas os dados consolidados só foram divulgados recentemente.
Fotos: News Comunicação / Walmar Pessoa








Paraíba agora tem Lei que propõe adoção de medidas para redução de emissões de gases de efeito estufa
A Paraíba tem, desde o último dia 21, quando foi publicada no Diário Oficial, uma Lei (12.345/22) que institui uma política estadual do hidrogênio verde com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A iniciativa que coloca a Paraíba em sintonia com as diretrizes mundiais de redução da poluição ambiental nasceu de uma iniciativa do deputado estadual Jeová Campos, autor do Projeto de Lei 3.667/22, que foi aprovado em votação na ALPB, no dia 25 de maio último.
“Com essa sanção do governador João Azevêdo, a Paraíba entra na lista dos estados do país que instituíram uma política estadual do hidrogênio verde e isso significa um passo e tanto para a Paraíba que seguirá uma tendência mundial de proteção ao meio ambiente e de estímulo ao uso de energia limpa”, afirma Jeová.
São objetivos da política estadual do hidrogênio verde, aumentar a participação do hidrogênio verde na matriz energética do estado; estimular o uso do hidrogênio verde em suas diversas aplicações e, em especial, como fonte energética e produção de fertilizantes agrícolas; contribuir para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa e, por conseguinte para o enfrentamento das mudanças climáticas; estimular, apoiar e fomentar a cadeia produtiva do hidrogênio verde no estado da Paraíba; estabelecer regras, instrumentos administrativos e incentivos que auxiliem o desenvolvimento a cadeia produtiva do hidrogênio verde.
Também fazem parte dos objetivos da Lei incrementar, em bases econômicas, sociais e ambientais, a participação dos usos de hidrogênio verde na matriz energética; promover incentivos, fiscalização e apoio à cadeia produtiva do hidrogênio verde no estado; proporcionar a sinergia entre as fontes de geração de energias renováveis; estimular o desenvolvimento tecnológico voltado à produção e aplicação de hidrogênio verde, orientado para o uso racional e a proteção dos recursos naturais, além de atrair investimentos em infraestrutura para a produção, distribuição e comercialização do hidrogênio verde.
“Na qualidade de Presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente e da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB acredito que dei uma contribuição importante nesta questão do hidrogênio verde, que é aquele produzido com eletricidade oriunda de fontes de energia limpas e renováveis, como as de matriz hidrelétrica, eólica, solar e provenientes de biomassa, biogás etc. ou seja, ele é carbono zero: obtido sem emissão de CO² e com essa decisão de sancionar a matéria o governo estadual mostra que tem uma visão voltada para as boas práticas ambientais”, argumenta Jeová.
O deputado explica que a ideia agora é estimular o desenvolvimento e a capacitação de setores produtivos, comerciais e de serviços relativos a sistemas de energia a base de hidrogênio, entendendo como hidrogênio verde, aquele obtido a partir de fontes renováveis, em um processo no qual não haja a emissão de carbono. “Entende-se por cadeia produtiva do hidrogênio verde os empreendimentos e arranjos produtivos ligados entre si e que façam parte de setores da economia que prestam serviços e utilizam, produzem, geram, industrializam, distribuem, transportam ou comercializam hidrogênio verde e produtos derivados do seu uso”, explica Jeová.
Para a consecução dos objetivos de que trata a Lei, o poder público promoverá, entre outras, as seguintes ações: realização de estudos e estabelecimento de metas, normas, programas, planos e procedimentos que visem ao aumento da participação da energia de hidrogênio na matriz energética do estado, além de estabelecer instrumentos fiscais e creditícios que incentivem a produção e a aquisição de equipamentos e materiais empregados em sistemas de produção e aplicação de hidrogênio e também realizar convênios com instituições públicas e privadas e financiar pesquisas e projetos que visem o desenvolvimento tecnológico e à redução de custos de sistemas de energia a base de hidrogênio verde; a capacitação de recursos humanos para a elaboração, a instalação e a manutenção de projetos de sistemas de energia a base de hidrogênio verde; incentivar ao uso de hidrogênio verde no transporte público e na agricultura e destinar recursos financeiros na legislação orçamentária para o custeio de atividades, programas e projetos voltados para os objetivos desta política.
Já o art. 4° estabelece que os participantes da cadeia produtiva de hidrogênio verde e de cadeias produtivas a ela integradas terão responsabilidade compartilhada e solidária pela gestão ambiental. O art. 5° destaca que as atividades de produção, processamento, armazenamento, transporte e de geração de energia elétrica a partir do hidrogênio verde serão submetidas a licenciamento ambiental, segundo o seu potencial poluidor, nos termos da legislação federal e estadual aplicável e de acordo com o que estiver previsto.
No art. 6°, a proposta prevê que as operações de produção, processamento, armazenamento e transporte de hidrogênio verde serão submetidas às normas de segurança contra incêndios previstas na legislação federal e estadual e o art. 7° destaca que os empreendimentos e arranjos produtivos que se enquadrarem na política estabelecida por esta lei, inclusive das modalidades de consórcio, condomínio, cooperativa e parceria público-privada poderão ser, na forma do regulamento, considerados empresa de base tecnológica
Sobre o hidrogênio verde
Ele é um combustível universal, leve e muito reativo — gerado através de um processo químico conhecido como eletrólise. Este método utiliza a corrente elétrica para separar o hidrogênio do oxigênio que existe na água. por esta razão, se essa eletricidade for obtida de fontes renováveis, então produziremos energia sem emitir dióxido de carbono na atmosfera. com a produção do hidrogênio verde se pouparia aproximadamente 830 milhões de toneladas anuais de CO² (dióxido de carbono) que se originam quando este gás é produzido por combustíveis fósseis. da mesma forma, substituir todo o H² (hidrogênio) cinza mundial significaria 3.000 TWH renováveis adicionais por ano — similar à demanda elétrica atual na Europa. O hidrogênio como combustível já é uma realidade em países como Estados Unidos, Rússia, China, França ou Alemanha. “O Nordeste do Brasil é o melhor local do mundo para produzir o H²V com custos baixos. No sertão da Paraíba já temos em operação vários parques eólicos e solares instalados, gerando energia limpa. para que a incorporação da energia do “hidrogênio verde” seja plenamente sustentável, a energia deve ser gerada a partir de fontes renováveis, como a eólica, solar e hidrelétrica”, finaliza Jeová.


Time da Transnacional é campeão da etapa João Pessoa Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society
O time de futebol da empresa de ônibus Transnacional foi o campeão da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society, etapa João Pessoa, ao vencer o time da Fedex J&J por um placar de 4×1 na grande final. E a equipe vencedora, que está classificada para disputar a etapa nacional da competição, ganhou todos os jogos que participou. Essa competição é direcionada, exclusivamente, para os trabalhadores do transporte e podem participar empresas do setor de transporte de todos os modais e transportadores autônomos (caminhoneiros, taxistas, mototaxistas e motofretistas) registrados no órgão competente.
Na etapa das quartas de final, o time da Transnacional disputou jogos com o time da Brinks, vencendo de 10×0, com o São Sebastião, com um placar de 4×0 e com a equipe da Preserve, vencendo de 4×1. Na semifinal, a disputa foi com o time da empresa Santa Maria, que também integra o Grupo A. Cândido, com um placar de 4×0. A diretora da Transnacional, Lorena Dantas, parabenizou os jogadores. “A campanha do time foi muito bonita, inclusive com um placar de 10×0, de forma que eles mereceram essa vitória”, disse Lorena, lembrando que o time de futebol da empresa sempre se destaca nos campeonatos que participa.
O treinador do time campeão da Transnacional é Péricles Ferreira e o Auxiliar Técnico, João Paulo Simão e a equipe conta com o talento dos jogadores: Júlio César do Nascimento Borges, Márcio Pereira Rodrigues Filho, Joalison Alves Augusto, José Victor Freire da Silva, Angelo de Souza Félix, Washington Santos do Nascimento, Elves Pereira dos Santos, Manoel Paulo Ferreira Júnior, Gilmar Leitão de Araújo, Gerailton Pereira de Oliveira, Josuel Victor da Silva e Sidney Silva de Aguiar.
Desde a primeira edição da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society, realizada em 2012, foram realizados mais de 10 mil jogos com a participação de 4.500 times. O torneio vem mostrando a capacidade do SEST SENAT de democratizar o acesso ao esporte, com foco na melhoria e no bem-estar dos trabalhadores do transporte. Para a realização dos jogos, o SEST SENAT seguiu as medidas sanitárias sugeridas pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras de proteção facial autorizadas pela Anvisa e o distanciamento social. Para as equipes participantes foi exigida a comprovação de esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) ou teste laboratorial negativo para a covid-19.
O Futebol 7 Society é uma modalidade em que cada equipe conta com sete jogadores em campo – seis na linha e um no gol. As partidas contam com dois árbitros e têm duração de dois tempos de 25 minutos corridos cada, além de dez minutos de intervalo para descanso e orientação dos times. A modalidade surgiu, oficialmente, em 1996. As partidas da Copa SEST SENAT seguem as regras oficiais da Confederação Brasileira de Futebol 7 Society vigentes e são disputadas em duas etapas: a local e a nacional. Na fase local, as unidades fazem um campeonato regional, com partidas jogadas no período de abril a julho de 2022. Na fase nacional, os campeões dos campeonatos regionais, representando as unidades, disputam entre si, em regime de eliminatória simples (mata-mata). Essa fase se inicia no final de julho, sendo a grande final disputada no dia 6 de novembro de 2022, em Ponta Grossa (PR).




Complexo de Patos atende 187 pessoas no plantão do final de semana com 22 casos de sinistros de trânsito
A Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) esteve bem movimentada neste último final de semana, principalmente, com vítimas de sinistros de trânsito. Das 187 pessoas atendidas entre às 18h da sexta-feira (01) até a meia-noite do domingo, 22 delas foram de pessoas que se envolveram em acidentes, sendo 19 delas com motocicletas. Durante o plantão do final de semana foram realizadas 20 cirurgias, sendo 14 de emergência e seis eletivas, sendo seis Oncológicas, cinco de Ortopedia, outras cinco Vascular e ainda quatro Cirurgia Geral.
Comparando os dados deste final de semana com o anterior, a unidade registrou queda nos atendimentos de urgência e emergência, porém os sinistros de trânsito apresentaram maior gravidade que em plantões anteriores. “O hospital vinha tendo, em média, cinco internações por final de semana de vítimas de acidentes e neste final de semana esse quantitativo subiu para 12, sendo onze por causa de sinistros com motos e um por atropelamento”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
O plantão de maior movimento foi o do sábado, quando 92 pessoas deram entrada na unidade, seguido do plantão de domingo com mais 72 atendimentos. Das 18h até a meia noite da sexta-feira, outras 23 pessoas passaram pela Urgência e Emergência do Complexo. Na Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, bicicleta, automóvel e atropelamento, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade foram de pacientes com queda da própria altura, náusea e vômito, dificuldade de respirar, contusão diversa, dor de cabeça, queda de nível, rebaixamento de consciência/desmaio, dor abdominal, sintomas de síndrome gripal, entre outros motivos.
O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que além de acidentados da cidade de Patos, com 14 ocorrências, a unidade ainda recebeu pacientes de Catolé do Rocha, Imaculada, Itaporanga, Piancó, São Bento e São Mamede. Das 22 vítimas de sinistro de trânsito, 14 eram do sexo masculino e oito eram do sexo feminino.



Jeová elogia iniciativa da ALPB em elaborar cartilha de condutas para orientação de servidores e deputados no período eleitoral
O deputado estadual Jeová Campos elogiou a iniciativa da Secretaria Legislativa da ALPB em elaborar uma Cartilha de Condutas Vedadas aos Agentes Públicos orientando parlamentares e servidores para não infringirem as regras eleitorais. “Esse é um material muito importante e que, certamente, vai ajudar muita gente a não incorrer em erros, algumas vezes até não intencionais, neste período eleitoral”, afirmou o deputado.
Segundo divulgação da própria Assembleia Legislativa da Paraíba a cartilha aborda questões relevantes sobre a legislação eleitoral, reunindo informações básicas, com base em jurisprudenciais e manifestações externadas administrativamente, que devem nortear a atuação dos servidores, assim como, dos parlamentares. “É uma publicação oportuna e necessária e essa iniciativa é digna de elogios”, reforçou Jeová.
O secretário Legislativo da ALPB, Guilherme Benício, afirma que a cartilha visa manter o equilíbrio e a igualdade de todos os concorrentes no pleito, evitando a utilização da máquina administrativa nas eleições. “A Assembleia está dando o exemplo, primando pela democracia e pela isonomia nas eleições. Visando materializar a vontade legítima e livre do eleitor, a Casa produziu essa cartilha de orientação. Trata-se de um material produzido com muita satisfação, mas também com muita responsabilidade para auxiliar todos os agentes públicos do Poder Legislativo”, afirmou ele.
Com informações da ALPB

Projeto desenvolvido pela Fundação Sistêmica possibilita que adolescentes paraibanos tenham novas oportunidades no mercado de trabalho
Neste sábado (02), os irmãos Ana Beatriz Oliveira (18), Ailson (15) e Albertom Oliveira (13), vão acordar mais cedo e por um bom motivo: darão um importante passo em suas vidas. Isto porque, eles fazem parte de um grupo de dez adolescentes que foram selecionados pela equipe da Fundação Sistêmica para integrarem uma turma que participará de uma jornada de aprendizagem sobre programação e robótica. O curso, que é totalmente gratuito, foi viabilizado graças a uma parceria da Sistêmica com a empresa de tecnologia Indra Company.
O curso, voltado a adolescentes da comunidade de Paratibe, será realizado na faculdade Uniesp. A iniciativa faz parte do Projeto Cultural Quilombola Luzes do Amanhã que, desde 2017, investe no desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio de atividades orientadas por eixos temáticos como a Arte, a Educação Ambiental e a Tecnologia da Informação, contando ainda com os conteúdos de Literatura, Inteligência Emocional e Empreendedorismo.
O coordenador do projeto, Thiago Gonçalo, explica que por ser da área de tecnologia, o futuro destes jovens pode dar uma guinada com esse curso. “Enquanto quase 12 milhões de brasileiros estão desempregados, segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um setor apresenta uma situação bem diferente com a falta mão de obra. A Brasscom estima que o Brasil forme 53 mil pessoas em cursos de perfil tecnológico por ano. Só que, nesse período, o mercado requer, em média, 159 mil profissionais. Ou seja, há sempre maior oferta de vagas que o número de profissionais habilitados para preenchê-las”, afirma Thiago.
A empresa Indra fez também a doação de notebooks para uso dos participantes do projeto – ferramenta fundamental nessa formação de habilidades técnicas. “Para garantir sustentabilidade a ações desse tipo, com o objetivo de oportunizar novos cursos, visitações técnicas, bem como apoiar o grupo de dança em apresentações culturais, passeios, dentre outras atividades educativas e de vivência social que fazem parte do Projeto Luzes do Amanhã, o apoio da sociedade é sempre bem-vindo”, afirma Lívio Lima, Diretor Geral da Fundação Sistêmica. Potenciais apoiadores podem contatar os números 83-99315-2549 ou 83- 99628-3529. Mais informações sobre o Projeto e outras atividades da Sistêmica são encontradas no site www.sistemica.org.br.
Serviço:
Data de início do curso: 02 de julho de 2022
Local do encontro dos alunos: Escola Municipal Quilombola Antônia do Socorro Silva Machado. Av. Jacarandá, 277 – Paratibe. João Pessoa – PB
Horários:
● 7h00 (chegada dos participantes ao local de encontro)
● 7h20 (saída com destino a faculdade Uniesp)
● 8h00 (início do curso no laboratório)
● 9h30 (término do 1º dia do curso)
Contatos (whatsapp e telefone):
● Lívio Lima (Diretor Geral da Fundação Sistêmica) – 83 99315-2549
● Thiago Gonçalo (Coordenador do projeto Luzes do Amanhã) – 83 99628-3529






Jeová vota favorável a ampliação do ‘Tá na Mesa’ mas lamenta que a proposta de ampliação de Programa só aconteça às vésperas da eleição
O deputado estadual Jeová Campos foi um dos parlamentares que votou a favor da ampliação do Programa ‘Tá na Mesa’, que assegura alimentação a famílias de baixa renda em várias regiões do estado. A votação da matéria aconteceu durante Sessão Extraordinária, realizada nesta quinta-feira (30). O projeto foi aprovado por 27 dos 29 deputados presentes na sessão.
Com a aprovação, o programa passa a distribuir 200 refeições nos municípios entre cinco mil e até 10 mil habitantes; 250 nos municípios com mais de 10 mil até 20 mil habitantes; e 400 refeições diárias naqueles com população acima de 20 mil habitantes. O projeto permite também a instalação de mais de um restaurante do “Tá na Mesa” em municípios com mais de 300 mil habitantes.
Mas, além de votar favorável a ampliação do Programa, o parlamentar fez críticas em relação à demora do governo em propor a ampliação do Programa. “De fato, a fome campeia faz muito tempo, mas, lamentavelmente, o governo João Azevedo, só está observando isso agora, coincidentemente, às vésperas da eleição”, disse Jeová.
O deputado também faz essa mesma observação ao pacote de ajuda emergencial que o governo Bolsonaro propõe em nível federal, com a PEC 1/2022. “O presidente, com claro objetivo eleitoreiro, declara Estado de Emergência, para poder ampliar o pagamento de benefícios, a exemplo do Auxílio Brasil, vale-gás de cozinha, auxílio para caminhoneiros e taxistas, para financiar a gratuidade em transporte coletivo para idosos, entre outras ações, que têm claro objetivo que não é ajudar o povo, mas, se beneficiar em pleno período eleitoral e isso é uma vergonha”, afirmou Jeová.
O deputado lembra que o reconhecimento de estado de emergência serve para que os pagamentos não violem a legislação eleitoral, já que a criação de benefícios destinados a pessoas físicas é proibida em ano de eleições. A única exceção é a vigência de Estado de Emergência (Lei 9.504, de 1997). A PEC foi aprovada pelo Plenário do Senado, nesta quinta-feira (30), em votação em dois turnos e agora segue para apreciação na Câmara dos Deputados. A PEC prevê R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para várias ações. Todas as medidas têm duração prevista até o final do ano de 2022.
Com informações da Agência Senado

ALPB concede Voto de Aplauso para o diretor geral do Hospital de Patos
O diretor geral do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos, Francisco dos Santos Guedes, recebeu da Assembleia Legislativa um Voto de Aplauso, pelos relevantes serviços prestados à frente de suas funções na unidade de saúde que é referência para 89 municípios do sertão paraibano. O deputado estadual Irmão Cézar, autor da propositura, esteve nesta quinta-feira (30), em Patos para entregar o documento legislativo. “Recebo esse reconhecimento com muita alegria, mas, divido todos os avanços do hospital com toda minha equipe que me ajuda a fazer o melhor que podemos para prestar uma assistência de qualidade em todos os serviços que disponibilizamos aqui”, disse Francisco ao receber o documento das mãos do parlamentar paraibano.
“Conheço bem Francisco e sei da sua imensa capacidade enquanto gestor, da sua grande liderança, do seu olhar fraterno como ser humano com as pessoas, de sua imensa dedicação ao seu trabalho e função, sempre voltado a encontrar melhores soluções, muitas vezes até extrapolando o horário de trabalho e entrando pela madrugada. Um profissional que se dedica com tanto empenho e tem tanto sucesso e que engrandece o serviço público faz por merecer o reconhecimento do Poder Legislativo”, afirmou Irmão Cézar ao entregar o documento de Voto de Aplauso que foi aprovado por unanimidade, durante a 15ª Sessão Ordinária Legislativa, em março último.
Exercendo o cargo de diretor geral do Complexo de Patos desde setembro de 2020, Francisco Guedes vem mudando para muito melhor o dia a dia da unidade que integra a rede estadual de saúde. Foi na gestão dele que o hospital ganhou vários novos equipamentos, fez uma ampla reforma no bloco cirúrgico, na UTI convencional e em outras áreas, mudou sistemas de fluxo interno que melhoraram o atendimento aos pacientes, zerou a fila das cirurgias ortopédicas, implantou um moderno sistema de monitoramento por câmeras, contratou diversos especialistas e ampliou serviços, instalou o elevador do Hospital do Bem, e enfrentou toda a pandemia do Covid sendo uma das principais referências de atendimento aos doentes com corona vírus no sertão paraibano. “Cada dia é um novo desafio, mas Deus me guia e minha equipe me ajuda e por isso a gente conseguiu tantos avanços e vem mais por ai”, finaliza Francisco que antes de assumir a direção geral do Complexo, foi diretor Administrativo do Hospital Geral de Queimadas, secretário de Saúde de Fagundes e atuou como professor em instituições de ensino superior.



