Hospital Regional de Patos
Hospital de Patos dá altas simultâneas nesta sexta-feira a quatro pacientes do setor de isolamento Covid
Nesta sexta-feira (06) pela manhã, a alta de quatro pacientes do setor de isolamento Covid comoveu quem esperava seus familiares voltarem para casa e também profissionais da equipe do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC). Uma das pacientes que recebeu alta, a Sra. Maria José de Souza, da cidade de Mãe D’água, a que mais tempo ficou internada dos quatro pacientes que tiveram alta, emocionou a todos ao cantar a música “O Senhor é minha Luz”, em agradecimento a sua cura e dos demais que estavam voltando para casa depois de superar a Covid.
“Tivemos a grata alegria de dar alta conjunta a quatro pacientes do setor de isolamento Covid. E isso nos traz uma satisfação indescritível, porque ao devolver o paciente para sua família, após uma internação que muitas vezes precisa de intervenções mais invasivas, fechamos um ciclo de sucesso na conduta e tratamento e eficiência de nossos cuidados. E como no isolamento não pode ficar visitantes, a relação que se estabelece entre equipe e paciente é ainda mais próxima, haja vista que os profissionais além de executarem suas técnicas, próprias de todo trabalho na área de saúde, também se doam mais como seres humanos, até pela condição de isolamento que se impõe aos pacientes com coronavírus. Por isso, altas do setor Covid são ainda mais significativas tanto para quem tem alta e volta para casa, quanto para quem contribui para que isso ocorra”, afirma a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade.
E nesta sexta-feira voltaram para casa a Sra. Maria José, de Mãe D’água, que ficou internada uma semana, entre os dias 30/07 e 01/08, o Sr. Marcos Antônio, de Patos, que foi internado no dia 18/07 e recebeu alta hoje, o Sr. Rivaldo da Costa, de Teixeira, que foi admitido no dia 19/07 e voltou para casa hoje também e a Sra. Maria Marluce, da cidade de Imaculada, a paciente que ficou mais tempo no isolamento da unidade, já que foi internada no dia 01/07 e recebeu alta na data de hoje (06/08).
- A equipe também comemora a alta porque a ida para casa do paciente concretiza o sucesso do tratamento
- A Sra. Maria José, de Mãe D’água, cantou e emocionou a todos no momento da alta
- O Complexo de Patos é referência para tratamento de casos de Covid desde março de 2020
- Pacientes que tiveram alta nesta sexta-feira do setor de isolamento Covid
- Uma das pacientes que teve alta nesta sexta-feira, a Sra. Maria Marluce
Hospital Regional de Patos inicia reforma da UTI Convencional
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, iniciou esta semana a reforma da UTI Convencional. A previsão é que a obra tenha a duração de 30 dias. Enquanto durar a reforma, os pacientes ficarão assistidos em outro espaço da unidade, garantindo a assistência adequada a todos os usuários.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, explica que a reforma da UTI Convencional é uma ação necessária e que será possível realizar agora devido à baixa ocupação de leitos para a Covid-19. Ele afirma que a intervenção ocorrerá na parte estrutural do espaço da Unidade de Terapia Intensiva.
“Faremos melhorias na parte elétrica, hidráulica e rede de gases. Além da reforma na própria estrutura de paredes, piso e equipamentos. Como a ocupação hospitalar de pacientes com Covid-19 baixou, teremos espaço para o remanejamento dos pacientes”, pontua.
Além da obra para melhorias na UTI, o Hospital Regional Janduhy Carneiro também está passando por obras no bloco cirúrgico, para, entre outras melhorias, recebimento da hemodinâmica. Ao todo, o hospital conta com 32 leitos de terapia intensiva.
Setor de Urgência e Emergência do Hospital Regional de Patos ganha 12 leitos de UDC
A partir desta semana, o setor de Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) amplia seu número de leitos de Clínica Médica e passa a contar com mais 12 leitos de Unidade de Decisão Clínica (UDC). Os novos leitos já estão à disposição dos pacientes e fazem parte das ações de melhoria da unidade, que integra a rede estadual de saúde e é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano em Clinica Médica, Urgência e Emergência, Oncologia e também para Covid.
Com a inclusão destes novos leitos, a unidade passa a ter 156 leitos no total, dos quais seis são de UTI Convencional, 32 de UTI Covid, outros 34 são de enfermarias Covid, outros 25 leitos estão no Hospital do Bem, que integra o Complexo, e o restante são de enfermarias clínica convencional. O Complexo dispõe ainda de 12 leitos de enfermaria Covid no Hospital Infantil Noaldo Leite que, em função da baixa demanda, estão, atualmente, sem pacientes.
Os leitos de Unidade de Decisão Clínica (UDC), explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, são equipamentos intermediários entre leitos de enfermaria e UTI, já que não têm o suporte tão avançado da terapia intensiva, mas incorporam outros avanços em relação aos leitos de enfermaria. “Na realidade, esses novos leitos de UDC seriam destinados para o setor de isolamento Covid, mas, como nos últimos dias estamos observando uma queda considerável de internações, variando entre 30% e 40% nos leitos de UTI e mantendo estável, na casa dos 30%, a ocupação nas enfermarias Covid, resolvemos direcionar esses leitos para internação clínica na Urgência e Emergência”, afirma Francisco.
Ainda segundo o diretor, a autorização para redirecionamento dos leitos para atendimento geral foi definida em conjunto com a Secretaria de Saúde, diante da redução dos casos de internação no isolamento Covid. “Nós estávamos precisando de mais espaço e mais leitos para internação clínica, uma vez que a demanda de nossa unidade na área de Urgência e Emergência é muito grande”, reforça Francisco. Ele lembra que, se por ventura, os casos de Covid voltarem a aumentar, os leitos poderão ser redirecionados ao setor sem prejuízo de atendimentos aos pacientes do isolamento.
- Os novos leitos de UDC iriam para o setor Covid, mas com a baixa demanda, foram redirecionados
- Os novos leitos de UDC já estão sendo ocupados pelos pacientes da Urgência e Emergência
- Os pacientes já estão sendo assistidos nos novos leitos
Hospital Regional de Patos registra 165 atendimentos e mais seis cirurgias no final de semana
O balanço de atendimentos na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), neste final de semana (30/07 a 01/08), contabilizou o atendimento de 165 pessoas. O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando 62 pessoas deram entrada na unidade, seguido do de sábado, quando outras 61 pessoas foram atendidas. Entre as 18h e a meia noite da sexta-feira, outras 42 pessoas deram entrada no hospital. Neste período, a unidade que integra a rede estadual de saúde, realizou também seis cirurgias, sendo duas Ortopédicas, outras duas Vasculares e mais duas cirurgias gerais. Comparando os dados deste final de semana com o passado, a unidade registrou um aumento de 7% nos atendimentos gerais e uma queda de 27% nos atendimentos por acidente de trânsito.
Das 165 pessoas que foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade, 22 foram vítimas de acidentes de trânsito sendo a quase totalidade de pessoas (21) que se envolveram em acidentes com motos. A cidade de Patos teve o maior número de vítimas, com 13 casos no total, mas o hospital também atendeu pacientes acidentados vindos das cidades de Santa Teresinha, Vista Serrana, Boa Ventura, São Bento, Catingueira, Aguiar e Conceição. Dos 22 acidentados, seis deles precisaram permanecer internados para cuidados posteriores após o atendimento.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, acidentes com animal peçonhento ou raivosos, entorse ou torção, dor no peito, sintomas de síndrome gripal, dor pélvica, contusão diversa/pancada, dor renal, hipertensão, rebaixamento da consciência/desmaio, náusea e vômito, dor de cabeça e na coluna, entre outros motivos.
- A urgência esteve bem movimentada este final de semana
- Foram atendidas 165 pessoas na Urgência e Emergência do Hospital de Patos neste final de semana
Hospital de Patos implanta projeto para facilitar comunicação de pacientes de UTI
Muitas vezes a internação hospitalar, somada às características e particularidades de cada indivíduo dificulta e até limita a comunicação do paciente com os profissionais que cuidam dele num ambiente hospitalar. E foi partindo desta realidade e para ajudar os pacientes a expressar suas necessidades com mais facilidade, que um grupo multidisciplinar de estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) se uniu para produzir ‘Cartões de Comunicação Alternativa’ que tenham essa finalidade de facilitar o diálogo entre equipe e paciente. E, essa semana, esse projeto foi implantado nas UTI’s Convencional e Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC).
A ideia de trazer esse projeto para a unidade foi da coordenadora de Psicologia do hospital, Pryscila Guedes. “A limitação e até o impedimento da fala causado durante a internação hospitalar, em alguns casos, associado às questões pessoais de cada indivíduo, dificultam a comunicação no ambiente hospitalar e foi pensando em facilitar esse processo que resolvemos adotar aqui os Cartões de Comunicação Alternativa”, explica a psicóloga.
Os cartões reúnem um conjunto de pedidos, expressões, sentimentos e respostas dos pacientes, por meio de símbolos gráficos, que lhes permitem expressar suas necessidades apenas ao escolher uma figura. Pryscila lembra que além de facilitar a comunicação, o uso dos cartões é mais uma forma de humanizar o tratamento e acolhimento dos pacientes da unidade, especialmente, àqueles mais vulneráveis que ficam internos em UTI’s.
Os cartões que estão sendo usados no hospital de Patos têm imagens prontas de determinadas situações, tipo se está sentido dor, se quer trocar a fralda, se quer dormir, se está tudo bem, se quer entrar em contato com a família, bastando apenas apontar para figura. “Há também os quadros com letras que o paciente pode formar frases e também uma escala de dor e onde ela está localizada. Basta que o paciente aponte para a figura para se estabelecer a comunicação”, explica a psicóloga, destacando que os cartões foram distribuídos essa semana nas UTIs e foi esclarecido como melhor utilizá-los.
“Essa ação, apesar de simples, tem uma importância singular já que ajuda no processo de reestabilização da saúde dos pacientes, na medida em que facilita a comunicação com as pessoas que cuidam dele e contribui de forma decisiva para aqueles pacientes com dificuldade de fala e de escrita. Em pacientes intubados, inclusive, essa forma de comunicação diminui o estresse”, reforça a Coordenadora das UTIs, Lorena Maria, lembrando que esses cartões estão disponíveis para serem utilizados por todos os profissionais que lidam com o paciente, sejam eles médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, etc.
“Há estudos que apontam que o paciente que é acolhido em ambiente hospitalar e tem condições de melhor expressar seus desejos e anseios, tem mais chances de resgatar sua saúde e receber alta hospitalar mais prontamente e ao melhorar essa comunicação entre equipe e paciente estamos também melhorando nosso serviço e humanizando ainda mais nosso atendimento”, destaca a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaqueline Andrade, parabenizando a equipe de Psicologia da unidade pela iniciativa.
E os pacientes já estão fazendo uso do cartão, que o diga a Sra. Maria Marluce Pontes Silva, que está internada há 30 dias, na UTI 2, leito 2, do setor de isolamento Covid, que já aderiu ao uso do cartão para se comunicar.
- Equipe da UTI Convencional já recebeu as cartelas
- Equipe da UTI Convencional já recebeu as cartelas
- Maria Marluce, paciente da UTI Covid já fez uso do cartão de comunicação
- O material que será utilizado
- Profisionais da UTI Covid 3 também se integrará ao projeto
- Profissionais da UTI 1 Covid com o material do projeto
Equipe do Médicos Sem Fronteiras se despede do Complexo de Patos mas deixa um legado que será perpetuado
“Desenvolvemos um trabalho incrível, multiprofissional, que foi realizado tanto pelos integrantes do MSF, quanto pela equipe do Complexo de Patos, com muita sabedoria, entrega, dedicação e planejamento, que culminou em ações de acolhimento e práticas que se concretizaram na mudança da realidade para muito melhor, já que conseguimos, de forma conjunta, construir ações que, efetivamente, resultaram na queda da mortalidade de pacientes. Conseguimos com esse trabalho no Complexo intervir junto a vidas e isso foi muito fantástico, já que tivemos vários casos de extubação, de alta de UTI para a enfermaria e depois ver esse paciente voltar para casa foi muito impactante. Como resultado de tudo isso, podemos usar a expressão ‘Semente plantada’, pois sei que o que a gente começou aqui vai ser realmente perpetuado, pois a equipe do Complexo abraçou as orientações como uma causa muito importante, são pessoas comprometidas e que construíram junto com a gente as ações propostas. Dessa missão, o mais fantástico além dos resultados, foi ver o comprometimento da equipe da unidade e constatar que o MSF se retira daqui, mas as ações serão perpetuadas”.
Depoimento de Gabriela Valente, enfermeira, que integrou a equipe do MSF que atuou no Complexo de Patos, e em nome de sua equipe do Médicos Sem Fronteiras.
Levar cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Essa é a principal missão dos profissionais que integram as equipes do Médicos Sem Fronteiras (MSF). Nos últimos 32 dias, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve o privilégio de contar com o apoio de uma equipe multiprofissional formada por integrantes desta organização humanitária internacional. Durante esse período, a equipe do MSF junto com os colaboradores do hospital desenvolveu muitas atividades e ações no setor de isolamento Covid, com destaque para a evolução dos pacientes, a implantação de novos protocolos, o que resultou no crescimento dos casos de extubação de pacientes Covid, no aumento de altas do setor e da queda da mortalidade. Nesta quarta-feira (28), os trabalhos foram encerrados com uma reunião de avaliação.
“Foram trinta e dois dias de muito trabalho e dedicação o que fortaleceu sobremaneira a atuação multiprofissional de nossos colaboradores, resultando num atendimento ainda melhor aos nossos pacientes e na melhoria de nossa prestação de serviço, inclusive, com a adoção e implantação de novos protocolos”, destaca a diretora técnica do Complexo Dra. Jaquelline Andrade, lembrando que os protocolos e ações continuarão a ser desenvolvidos pela equipe da unidade.
“De nossa parte, temos uma imensa gratidão por esse trabalho que muito nos auxiliou na atual conjuntura de pandemia, agregando valor a nossa atuação junto aos nossos pacientes do setor de isolamento Covid. Além de agradecer a dedicação e atuação dos MSF, também queremos registrar a importância da doação que eles fizeram para a nossa unidade de vários itens e equipamentos que farão a diferença no dia a dia do Complexo. Gratidão e muito obrigado são palavras que definem nosso sentimento agora”, reforçou o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Numa lista de 20 itens que foram doados pela equipe do MSF ao Complexo de Patos destaca-se a doação de 22 oxímetros, 400 máscaras cirúrgicas, 1 PNI, um cabo de monitoração cardíaca de cinco vias, 45 dispenseres de álcool, 50 lixeiras de 50 litros, 10 termômetros eletrônicos, três estetoscópios e dois oxímetros de pulso, entre outros itens. “Esses itens servirão de suporte para implantação de algumas ações nas UTIs Covid”, explica Francisco, lembrando que além de médicos, a equipe do MSF era composta por outros profissionais da área de saúde, a exemplo de fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Sobre o MSF
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), além de levar cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias, a exemplo da pandemia do Covid, também tem como missão chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos. A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60,k em Biafra, na Nigéria. Enquanto socorriam vítimas em meio a uma guerra civil brutal, os profissionais perceberam as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos, que faziam com que muitos se calassem, ainda que diante de situações gritantes. MSF surge, então, como uma organização humanitária que associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento de seus pacientes, dando visibilidade a realidades que não podem permanecer negligenciadas. Em 1999, MSF recebeu o prêmio Nobel da Paz.
- A equipe multiprofissional do MSF que atuou no Complexo de Patos
- A reunião de avaliação final foi feita de forma conjunta
- A ultima atividade do MSF no Complexo foi uma reunião de avaliação
- As ações e protocolos serão mantidos no Complexo mesmo com a saída do MSF
- Na avaliação, mensuou-se resultados, a exemplo do aumento das altas do setor Covid
- O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes e a equipe do MSF
- Os profissionais do MSF atuaram na unidade durante 32 dias
- Profissionais do Complexo e os integranhtes da equipe do MSF
Emergência e Urgência do Hospital de Patos realizou 154 atendimentos e 21 cirurgias neste final de semana
O plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) deste final de semana (23 a 25) registrou o atendimento de 154 pessoas. Entre às 18h da sexta-feira (23) até a meia noite deste domingo (25), a unidade realizou ainda 21 procedimentos cirúrgicos, sendo nove Oncológicos, sete de Cirurgia Geral, dois de Ortopedia e mais três de Vascular. Os plantões de sábado e domingo tiveram o mesmo quantitativo de atendimentos, com 65 pacientes em cada dia. Das 18h à meia noite da sexta-feira, mais 26 pessoas foram atendidas. Comparando esses dados com os do final de semana anterior, a unidade registrou uma queda de 12% nos atendimentos gerais e de 3% nos acidentes de moto em relação ao final de semana passado.
O relatório de gestão do Complexo apontou ainda que 30 pessoas deram entrada na unidade por causa de acidentes de trânsito, sendo 19 do sexo masculino e 11 do sexo feminino. Destes, 26 foram acidentados por motocicletas, duas pessoas com bicicleta e outras duas por automóvel. Dos acidentados, 14 são da cidade de Patos. Mas, houve registro de acidentados vindo das cidades de Condado, Teixeira, Cacimbas, Santana de Mangueira, Piancó, São Bento, Coremas, Vista Serrana, Desterro, Água Branca, Olho D´água e São José do Bonfim. Dos 30 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, seis precisaram ficar internados para cuidados posteriores.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dor abdominal, queda da própria altura, acidente com animal peçonhento, entorse ou torção, rebaixamento da consciência/desmaio, dormência/paralisia, contusão, desorientação, queda de nível, dificuldade de respirar, crise nervosa, entre outros motivos.
- O Complexo realizou 21 cirurgias neste final de semana
- Ac cirurgias do Complexo estão sendo realizadas na sede da Ginecam enquanto o bloco da unidade passa por reforma
Complexo de Patos realizou mais de 8 mil exames de tomografia nos primeiros seis meses deste ano
Entre janeiro e o último dia 21 de junho, o Centro de Imagens do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) realizou 8.165 tomografias. Em média, são realizados cerca de 1.300 tomografias/mês na unidade. Nos primeiros 21 dias de junho, 1.358 exames deste tipo já foram realizados. Como esse exame tem a finalidade de explorar através de imagens de alta resolução várias partes do corpo, a exemplo de ossos, cérebro, rins, fígado, pâncreas, pulmões, ovários, vias biliares e pleura, ele é um aliado importantíssimo no fechamento de diagnósticos e da conduta médica no paciente.
Desde a semana passada, no entanto, o Tomógrafo do Complexo está em manutenção para substituição de uma peça que vem de fora do estado da Paraíba. Mas, enquanto o equipamento do Centro de Imagem da unidade está sendo consertado, os pacientes de urgência, emergência, os que fazem tratamento oncológico e que estão internados no hospital estão fazendo suas tomografias numa clínica em Patos. A previsão de conclusão do conserto do equipamento, de acordo com a própria General Eletric, a empresa do tomógrafo, é de 25 dias.
“A quebra e conserto do equipamento, mesmo que por poucos dias, exigiu de nós uma dinâmica e logística diferenciada. Como a peça não tem no mercado local e precisa vir de fora, o que demanda certo tempo, para não prejudicar nossos pacientes fizemos um contrato temporário e emergencial de terceirização deste serviço com a Clínica Integrada SOS de Patos”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Neste período, o procedimento interno para realização dos exames não mudou, já que o Núcleo de Regulação Interna (NIR) continua com a prerrogativa de fazer a marcação dos exames, coordenando os trabalhos da Clinimagem, a empresa responsável pelo Centro de Imagens do Complexo. “O que muda é o local da realização dos exames que ao invés de serem feitos na nossa unidade estão sendo na Clínica. O processo interno de solicitação e autorização continua sem alteração”, reitera Francisco. Ele reforça que apenas os exames eletivos e que não são urgentes estão sendo reagendados para quando o tomógrafo da unidade voltar a funcionar.
Hospital Regional e Secretaria de Saúde de Patos firmam parceria para acompanhar pacientes de Covid pós-alta
OComplexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, vai ampliar o atendimento que vem sendo dado, desde agosto do ano passado, aos pacientes que receberam alta hospitalar após internação por Covid-19 e que adquiriram alguma sequela por causa da doença. A ampliação deste acompanhamento pós-alta foi garantida por meio de parceria firmada em reunião entre representantes do hospital e do Núcleo de Assistência aos Pacientes Pós-Covid, pertencente à Secretaria Municipal de Saúde de Patos.
A reunião contou com as presenças da chefe do Núcleo de Enfermagem do Complexo, Séfora Cândida Vasconcelos, e do fisioterapeuta Thaynan de Sousa Morais e da psicóloga Ingrid Gisely Alves de Oliveira, que integram o Núcleo de Patos. A parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde de Patos com o Complexo Regional abrangerá toda a população.
“O Hospital vai nos comunicar sobre as altas do setor Covid e nossa equipe fará uma busca ativa do paciente em todo o âmbito do município para que ele, em caso de necessidade, tenha uma reabilitação de maneira mais adequada”, explica o fisioterapeuta Thaynan de Sousa.
“Antes desta parceria, a unidade identificava a necessidade de o paciente continuar com sessões de fisioterapia, por exemplo, mas não havia um espaço referenciado para tal na cidade ou quando existia um serviço referenciado este não existia, especificamente, para atendimento de pacientes que tiveram Covid. Agora, com esse Núcleo, o paciente não terá apenas a identificação do acompanhamento que ele precisa, mas o cuidado adequado. Estamos muito felizes com essa parceria porque identificamos que a maioria dos pacientes que passam pelo ambulatório de egressos Covid do hospital precisam, principalmente, de fisioterapia e de serviços de psicologia. No caso de Patos, agora nós teremos esse serviço referenciado”, afirma Séfora Vasconcelos.
O ambulatório de egressos de Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro funciona uma vez por semana, com consultas pré-agendadas e é coordenado pelo médico Diego Varela, que é o responsável pelos atendimentos clínicos. Quando o paciente tem alta, é feito um cadastro no qual consta o histórico clínico dele e telefones para que, posteriormente, seja feito um contato, a fim de marcar uma consulta no ambulatório. Essa marcação, explica Séfora, pode ser feita tanto por uma equipe de teleconsulta, que funciona na sede da SES, em João Pessoa, ou diretamente, pela unidade onde o paciente esteve internado.
“Algumas vezes há dificuldade em localizar o paciente por causa dos telefones de contato que não atendem ou estão errados”, explica Séfora, lembrando que as consultas acontecem, geralmente, entre 15 e 30 dias após a alta. Na consulta médica, o paciente é avaliado e se o médico identificar que há necessidade de realização de novos exames, eles são realizados no Centro de Imagem da unidade e se houver necessidade de continuar a realizar outros procedimentos, ele é orientado a procurar atendimento posterior.
“Muitos pacientes, após o período inflamatório e mesmo após a pronta recuperação parcial ou total da sintomatologia do Covid e da alta, necessitam de um acompanhamento ambulatorial que lhes dê a assistência e restauração completa da saúde, não só com o acompanhamento médico, mas também fisioterápico entre outros e esse trabalho do ambulatório de egressos, além de reduzir a ocupação de leitos por uma eventual reincidência dos problemas, consegue uma diminuição considerável de mortalidade destes pacientes pós-alta”, afirma Dr. Diego.
O médico Pedro Augusto, que atua na linha de frente do setor Covid do Complexo, complementa que esse acompanhamento pós-alta é muito importante. “Uma das coisas que a gente tem que prestar bastante atenção são os efeitos futuros do Covid, pois nos deparamos, muitas vezes, com pacientes com déficit neurológicos, cognitivos, fraqueza muscular, dores articulares e são pessoas que não tinham isso antes da doença. E o pior de todos é o quadro respiratório crônico, essa fibrose pulmonar que o paciente pode virar um paciente dependente de oxigênio”, esclarece o médico.
- Dr. Diego Varela durante atendimento no ambulatório de pacientes que tiveram alta de Covid
- Séfora Vasconcelos, do Complexo, e os representantes do Núcleo de Patos, Thaynan e Ingrid
Reforma do bloco cirúrgico do Complexo de Patos já está em andamento e previsão de conclusão da obra é final de outubro
A reforma do bloco cirúrgico do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) já está em ritmo acelerado. Com um investimento de R$ 260 mil, o novo espaço contará com três amplas e modernas salas cirúrgicas construídas conforme determinação da norma reguladora RDC 50, ganhará mais um repouso pós-anestésico, um posto de enfermagem e um estar médico. Além das novas salas e espaços, a reforma vai permitir ampliar a quantidade de leitos pós-anestésico, de dois para três unidades. Desde que começou a obra, as cirurgias da unidade foram transferidas para a sede da Ginecam, sem nenhum prejuízo aos pacientes.
“Lógico que a logística das cirurgias mudou um pouco, requerendo de nós uma série de ações complementares, incluindo o transporte deste paciente, mas, sem nenhum prejuízo para eles, pois pensamos nos mínimos detalhes antes de começar a obra e tivemos o cuidado de só iniciá-la após estarmos com toda a estrutura pronta para receber nossos pacientes na Ginecam”, afirma a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade.
A coordenadora de Regulação em Saúde do Complexo, Lidiane Nascimento explica como se dá esse fluxo. “Os pacientes que chegam à nossa porta de entrada são acolhidos e passam por uma avaliação dos nossos plantonistas. A partir desta avaliação e da necessidade de exames complementares, nós teremos uma equipe de transporte 24h, com médicos e enfermeiras, que estarão transferindo esse paciente para a Ginecam se ele necessitar de algum procedimento cirúrgico”, destaca Lidiane. Ela lembra que, paralelamente, a essa conduta uma equipe da unidade já avisa a equipe da Ginecam que esse paciente está sendo transferido. “Ao chegar à Ginecam a sala e equipe já está pronta para realizar o procedimento”, enfatiza Lidiane. As equipes médicas e de enfermagem e suporte ficam de plantão tanto na sede da Ginecam, quanto na unidade.
Ainda segundo Lidiane, após a realização do procedimento, o paciente fica em observação numa sala de estabilização e, somente após o período de observação necessário a cada caso e com absoluta segurança, o paciente é removido para o seu leito no Complexo. Lidiane destaca que além das ambulâncias para o transporte dos pacientes 24h, todos os dias da semana, o Complexo ainda dispõem de dois veículos que estão exclusivos, um para o transporte de material sujo e o outro para o transporte de material limpo. Além disso, todos os dias, uma equipe da Farmácia do Complexo visita a Ginecam para repor os insumos e medicamentos necessários aos procedimentos. A coordenadora do bloco cirúrgico dá expediente na sede da Ginecam para dar todo o suporte necessário aos procedimentos enquanto durar o processo de reforma do bloco cirúrgico do hospital.
“A reforma era necessária e urgente e pensamos muito em como proceder sem que houvesse interrupção de nossos serviços, garantindo a segurança de procedimentos e a melhor forma que encontramos foi esse convênio com a Ginecam. Daí montamos toda uma logística que está nos permitindo manter o mesmo ritmo de trabalho, atendendo a nossa demanda e assegurando a segurança dos procedimentos e, consequentemente, preservando os nossos pacientes que é o mais importante”, finaliza o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
- A obra está sendo feita respeitando a norma reguladora RDC 50
- A previsão é de que em outubro tudo esteja concluído
- A reforma do bloco cirurgico da unidade era uma ação necessária e urgente
- A reforma do bloco cirurgico já está em andamento
- A reforma vai ampliar o níumero de leitos pós-anestésico
- As novas salas cirurgicas serão mais amplas e modernas
- As obras representam um investimento de R$ 260 mil
- Dra. Jaqueline Andrade, diretora técnica do Complexo
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo







































