Hospital Regional de Patos

Complexo de Patos e outros hospitais do sertão se transformarão em instrumentos para ampliação da captação e doação de órgãos

O sertão paraibano tem potencial para ampliar a doação de órgãos e os hospitais da região poderão, em breve, se transformar em instrumentos fundamentais desta ação que salva vidas e possibilita que a vida continue. Essa afirmação foi feita nesta quinta-feira (23), pela enfermeira e coordenadora de Ações Estratégicas da Central de Transplante da Paraíba, Rafaela Carvalho, durante o encerramento da XXI Campanha Estadual do Setembro Verde. A ação, que passou pelas cidades de Cajazeiras, Sousa, Pombal e foi encerrada em Patos, buscou estimular e sensibilizar gestores da área de saúde para a ampliação das doações de órgãos e tecidos para transplante. Atualmente, mais de 600 pessoas estão na fila de espera de coração, fígado e córnea e o Governo do Estado trabalha para zerar essa fila que só pode ser diminuída com o apoio de toda a sociedade.

“Somente a família tem o poder de autorizar a doação e, quando a família diz sim, a vida continua. A doação salva vidas”, reiterou Rafaela Carvalho para uma plateia composta por diretores de serviços de saúde de Patos, chefes e coordenadores de enfermagem, técnicos das três unidades de saúde do município e secretários de saúde das 24 cidades que compõem a 6ª Região de Saúde. Além dela, integraram a equipe do Governo do Estado, o enfermeiro coordenador do Núcleo de Transplantes, Sérgio Ferreira, e a psicóloga, Rita de Cássia Dias do CET/PB.

Para o diretor geral do Complexo de Patos, Francisco Guedes, gestor da unidade que é referência para mais de 60 municípios da região, o evento foi bastante esclarecedor. “Essa ação foi fundamental para ajudar a despertar nos agentes de saúde do sertão da Paraíba a consciência da importância da doação de órgãos e mais que isso, foi um estímulo para que todos nós, gestores de hospitais se envolvam mais nesse processo e ajude o Estado, como um todo, a dar celeridade aos transplantes de órgãos criando mecanismos internos para ajudar nessa captação e contribuir com esse processo que, efetivamente, salva vidas”, declarou Francisco.

Ele enalteceu que, em Patos, a união de todos os gestores de unidades estaduais será de grande relevância para que essa ação ganhe forma e efetividade. “Juntamos, em um único momento, toda a rede hospitalar da 6ª Região, um fato inédito e muito bom”, reiterou Francisco. Segundo ele, o próximo passo agora é que os hospitais de referência no sertão, a partir de cada direção e dentro de sua própria capacidade estrutural, organize o projeto interno para captação de órgãos. “No Complexo vamos, inicialmente, definir uma equipe de trabalho para que possamos, a partir daí, montar nossa estrutura de captação de órgãos”, disse Francisco, lembrando da importância que teve esse trabalho de sensibilização e conscientização. “A conscientização das equipes de saúde sobre a doação de órgãos foi fundamental para nos estimular a trabalhar para aumentar o número de doadores e contribuir para promover a recuperação da saúde das pessoas que estão aguardando esse gesto de solidariedade”, finalizou Francisco.

Sobre doação de órgãos

Os órgãos do doador só podem ser retirados após o óbito, se a família dele informar ao hospital o desejo de doar ou entrar em contato com a Central de Transplante. Mesmo o doador manifestando em vida o desejo de doar, somente a família pode autorizar o processo de retirada dos órgãos. Vários órgãos podem ser doados: cartilagem, coração, córnea, fígado, intestino, medula óssea, ossos, pâncreas, pele, pulmão, rim e válvula. A sede da Central de Transplantes da Paraíba funciona no prédio anexo ao Hospital de Trauma. Os telefones para entrar em contato são 3244-6192, em João Pessoa e 3310-9252, em Campina Grande.

A campanha buscou estimular e envolver os agentes públicos de saúde na ação de ampliar o número de doações de órgãos e tecidos
A campanha buscou estimular e envolver os agentes públicos de saúde na ação de ampliar o número de doações de órgãos e tecidos
A reuniçao aconteceu no auditório da FIP
A reuniçao aconteceu no auditório da FIP
diretores de serviços de saúde, chefes e coordenadores de enfermagem, técnicos e secretários de 24 municípios da região participaram
diretores de serviços de saúde, chefes e coordenadores de enfermagem, técnicos e secretários de 24 municípios da região participaram
Francisco Guedes com os responsáveis pela Central de Transplantes da Paraíba
Francisco Guedes com os responsáveis pela Central de Transplantes da Paraíba
O diretor geral do Complexo de Patos, Francisco Guedes
O diretor geral do Complexo de Patos, Francisco Guedes
Público da reunião de encerramento da campanha em Patos
Público da reunião de encerramento da campanha em Patos

Roda de Conversa abordou as vantagens do cateter totalmente implantável para melhor assistência ao paciente oncológico

Muitas das medicações utilizadas em oncologia são administradas de forma intravenosa. Os tratamentos podem ser longos e o extravasamento de quimioterápico e o risco de infecções são sempre uma preocupação para toda a equipe de uma unidade de saúde. Assim, o Hospital do Bem, unidade oncológica no sertão da Paraíba que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), resolveu trazer para o segundo dia da ação ‘Roda de Conversa’ o tema ‘Enfermagem oncológica e manuseio de cateter totalmente implantável’. Durante quase uma hora, o enfermeiro oncológico, Fernando Régis, mostrou os cuidados da equipe de enfermagem na implantação do dispositivo e as inúmeras vantagens que o equipamento apresenta, inclusive, na qualidade de vida dos pacientes e na redução de sofrimento devido ao tratamento.

O portacath ou cateter completamente implantado é um dispositivo que fica acoplado abaixo da pele e é um reservatório com membrana perfurável e um cateter de silicone. “Ele melhora a qualidade de vida do paciente com câncer por apresentar maior conforto na administração dos medicamentos, menor necessidade de manipulações e menor índice de infecções, minimiza o risco de trombose e não interfere nas atividades diárias do paciente”, disse o enfermeiro Fernando Régis. Ele mostrou para o público online e presencial como acontece a implantação do cateter e como é feita sua manutenção.

O enfermeiro que lida cotidianamente com pacientes em tratamento contra o câncer apresentou também como se dá a rotina do setor de administração de quimioterapia no Hospital do Bem. “Temos oito poltronas, dois leitos e duas salas de emergência para o caso de alguma intercorrência, no caso, alguma reação do paciente. Aqui, nossos pacientes encontram uma equipe qualificada, uma excelente estrutura e ainda todos os protocolos usados nos hospitais que tratam de câncer no país”, destacou o profissional que foi o segundo a abordar questões no ‘Roda de Conversa’, que acontece entre os dias 22 e 29 de setembro. “A ideia foi marcar os três anos de comemoração da inauguração do Hospital do Bem debatendo assuntos sobre o universo oncológico”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado.

A próxima ‘Roda de Conversa’ acontecerá no dia 27, com o Nutricionista, Thiago Viana, que vai falar sobre ‘Terapia nutricional no paciente oncológico’. No dia 28, o tema será ‘Aspectos gerais sobre atuação do farmacêutico hospitalar na oncologia’, com o farmacêutico oncológico, Kaltz Victor e encerrando o ciclo de conversas, a oncologista e responsável pelo ambulatório do Hospital do Bem, Nayarah Xavier vai falar sobre ‘Abordagem da Medicina em cuidados paliativos na oncologia’.

Hospital do Bem abre programação da Roda de Conversa falando sobre o apoio psicológico aos pacientes oncológicos

O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), completa três anos de atuação como unidade oncológica no sertão e comemora a data com um evento híbrido chamado Roda de Conversa. A programação teve início na tarde desta quarta-feira (22) com um momento de troca de conhecimento a respeito da Avaliação Psicológica do Paciente, com a coordenadora do serviço de psicologia da unidade, Pryscilla Guedes. Nesse primeiro momento a psicóloga trouxe informações importantes sobre a psique do paciente oncológico e destacou como o profissional da área é imprescindível já que o diagnóstico traz um misto de sentimentos, inclusive o estresse, a raiva e o medo.

O papel de um psicólogo em uma unidade oncológica é oferecer todo o suporte emocional nas fases pré e pós-diagnóstico. “Quando há a suspeita de câncer já temos um momento pesado, cheio de incertezas e isso está ligado ao grande estigma social que a doença tem, afinal, o câncer está ligado à dor, à finitude humana, às mudanças corporais”, disse a psicóloga, acrescentando que devido a tudo isso, é natural a fuga, a negativa do diagnóstico, da investigação. “Muitas vezes, há o medo de descobrir se há algo errado, mesmo com toda a sintomatologia”, afirmou.

Quando já tem o diagnostico, segundo a coordenadora do serviço no Hospital do Bem, a Psicologia é importante para que o paciente possa se expressar, compreender as dificuldades do momento vivido, perceber as situações que ele pode enfrentar e trabalhar tudo isso. Pryscilla lembrou uma ação importante no Hospital que fez a diferença. “Criamos panfletos. O conhecimento do paciente sobre seu adoecimento faz muita diferença. Existem muitas mudanças corporais como queda de cabelo, mudança de cor de unha, de dentes, da cor da pele e quando eles não tem esse conhecimento, muitos se desesperam”, comentou a psicóloga.

Ela explicou que cada paciente, ao logo do tratamento, vive muitos sentimentos, especialmente o medo de não conseguir vencer a doença, bem como os efeitos colaterais do tratamento que, geralmente, é longo. De acordo com a psicóloga, a “adesão” do paciente é imprescindível ao tratamento uma vez que a aceitação da doença o coloca em estado de alerta e tentativa de recuperação de seu corpo. “Quando há o diagnóstico trabalhamos o nível de conhecimento do paciente sobre sua doença através de entrevistas. Alguns não querem falar e respeitamos o momento. Depois voltam e são bem recebidos”, disse Pryscilla, que já levou pacientes a conhecer o ambiente de tratamento e eles se sentiram mais calmos e acolhidos.

A meta do setor é instrumentalizar cada paciente para lidar da melhor maneira possível com as alterações físicas e emocionais de um tratamento oncológico. “Aqui formamos uma família ao longo desses três anos e temos também muitos casos de cura, graças a Deus”, comentou. Ao concluir a palestra, Pryscila Guedes apresentou a sala de tratamento do Hospital do Bem, equipada com poltronas confortáveis, ambiente acolhedor e boa infra-estrutura.

E a Roda de Conversa continua …

Nesta quinta-feira (23) outro momento de troca de conhecimento multiprofissional ligado a assuntos do universo oncológico acontecerá às 16h. Serão cinco Rodas de Conversa ao todo. As próximas acontecerão nos dias 23, 27, 28 e 29 de setembro de forma híbrida (presencial e online). Na forma presencial serão oferecidas 15 vagas para respeitar as normas de segurança exigidas na pandemia e acontecerá na sala administrativa do Hospital do Bem, situada à Rua Horácio Nóbrega, S/N, Bairro Bela Vista. O acesso à forma remota será através de plataforma de reuniões virtuais e todos os inscritos receberão o link por e-mail e pelo seu contato de whatsapp. Para garantir a vaga, basta acessar o https://doity.com.br/hospitaldobem3anos. Será distribuído material didático para todos os participantes e certificados.

Programação

Nesta quinta-feira (23), o enfermeiro oncológico, Fernando Régis vai abordar ‘Enfermagem oncológica e manuseio de cateter totalmente implantável’. A Roda de Conversa segue no dia 27, com o Nutricionista, Thiago Viana, que vai falar sobre ‘Terapia nutricional no paciente oncológico’. No dia 28, o tema será ‘Aspectos gerais sobre atuação do farmacêutico hospitalar na oncologia’, com o farmacêutico oncológico, Kaltz Victor e encerrando o ciclo de conversas, a oncologista e responsável pelo ambulatório do Hospital do Bem, Nayarah Xavier vai falar sobre ‘Abordagem da Medicina em cuidados paliativos na oncologia’.

Hospital do Bem aumentou em 50% as sessões de quimioterapia e 39% o número de consultas entre 2020 e 2021

Mesmo vivenciando os reflexos da pandemia do Covid, o Hospital do Bem – unidade de Oncologia do Sertão, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), conseguiu ampliar o atendimento aos pacientes oncológicos do sertão aumentando em 50% a realização de sessões de quimioterapia e em 39% a quantidade de consultas. No período de setembro de 2019 a agosto de 2020, a unidade realizou 5589 consultas e entre setembro de 2020 e agosto deste ano, foram 7749. De setembro a agosto de 2020, foram 2190 sessões de quimioterapia e entre setembro do ano passado e agosto deste ano, esse quantitativo subiu para 3275. Este mês, marca três anos de funcionamento da unidade e para marcar a data haverá Rodas de Conversa sobre Medicina, Enfermagem, Farmácia, Psicologia e Nutrição, todas com foco no atendimento e necessidades do paciente oncológico.

Mas, a comemoração maior desta unidade é poder propiciar um atendimento e tratamento de qualidade aos pacientes com câncer no sertão. E os dados comprovam tudo isso. Em três anos, o Hospital do Bem realizou 16.788 consultas, 6.208 sessões de quimioterapia, 1.465 cirurgias e ainda 1.074 internações. De setembro de 2018 a agosto deste ano, além das sessões de quimioterapia, das consultas ambulatoriais, dos internamentos e das cirurgias, a unidade também realizou 254 punções de mama, 156 biópsias de mama, 202 biópsias prostática, 106 biópsias de pele, 14 biópsias de ovário e 216 biopsias de colo uterino. O Hospital foi inaugurado no dia 03 de setembro de 2018 e durante toda a pandemia, não suspendeu os atendimentos e manteve os serviços sem alteração, obedecendo a todas as orientações sanitárias e ainda redobrando os cuidados por causa da baixa imunidade dos pacientes que se tratam de câncer.

O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, lembra a importância do Hospital do Bem e do quanto a disponibilidade de serviços oncológicos no sertão mudou a rotina, para muito melhor, dos pacientes do interior. “O Governo do Estado foi muito assertivo em trazer um hospital deste porte e com esse foco para o interior do estado, com um serviço tão complexo e com uma qualidade desta, pois nossos protocolos são os mesmos dos melhores hospitais referência para pacientes com câncer do país, nossa equipe multiprofissional é bastante competente e comprometida e nossa estrutura também é muito boa”, destacou o diretor. Além disso, outro grande diferencial da unidade é o atendimento humanizado. “A dedicação e carinho dispensados aos pacientes pela equipe da unidade é outro diferencial que contribui com o sucesso do tratamento e os nossos pacientes são o melhor testemunho disso”, reforçou Francisco.

O diretor lembrou ainda que antes do Hospital do Bem, os pacientes oncológicos do interior viviam uma dura rotina de ter que se deslocar cerca de 350 km até a Capital ou Campina Grande, para realizarem seus tratamentos. “Isso não mais acontece desde setembro de 2018, pois com a disponibilidade dos serviços oncológicos de média e alta complexidade em Patos, esse tratamento é feito mais próximo da residência dos pacientes, o que impactou positivamente na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas”, reforçou Francisco.

A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Xavier, que acompanha a rotina da unidade desde o começo, destaca a satisfação e alegria de acompanhar tantos casos de cura ao longo destes três anos e da felicidade de ver que o Hospital do Bem cumpre o seu papel. “Comemorar os três anos de existência do Hospital do Bem é celebrar a vitória do povo paraibano e, sobretudo, do sertão, em relação a conquista do tratamento oncológico na região, o que significa melhor adesão, melhor evolução do quadro e acolhimento emocional em todos as nuances de nossos pacientes. Sinto-me honrada em fazer parte desse time que é modificador de histórias e de uma iniciativa vencedora, tendo em vista todas as histórias de sucesso que temos nesses três anos de prestação de serviços”, disse a médica.

Sobre o Hospital do Bem

O Hospital tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A unidade tem 25 leitos e uma sala de quimioterapia com capacidade para atender dez pacientes simultaneamente. Prioritariamente, os serviços do Hospital do Bem são direcionados para a população dos municípios que compõem a 3ª macrorregião de saúde do Estado e os pacientes ainda dispõem de um Centro de Diagnóstico, que funciona todos os dias e está instalado dentro do Complexo Hospitalar de Patos, com a disponibilidade de exames de ultrassonografia com Doppler, tomografia, colposcopia, colonoscopia, endoscopia, eletrocardiograma e Raios-X. Há ainda um laboratório de análises clínicas próprio que funciona 24h.

Rodas de Conversas marcarão comemoração dos três anos de atividades do Hospital do Bem de Patos

O Hospital do Bem, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), e funciona como unidade oncológica completa, neste mês de setembro, três anos de serviços prestados à população sertaneja paraibana. E para marcar a data, algumas ações estão sendo realizadas ao longo deste mês, entre as quais destaca-se a RODA DE CONVERSA, um momento de troca de conhecimento multiprofissional de assuntos ligados ao universo oncológico. Todos os profissionais que conduzirão as conversas integram a equipe do Hospital do Bem. Os cinco momentos vão focar temas sobre Medicina, Enfermagem, Farmácia, Psicologia e Nutrição, todos com foco no atendimento e necessidades do paciente oncológico.

As cinco Rodas de Conversa acontecerão nos dias 22, 23, 27, 28 e 29 de setembro, sempre às 16h, de forma híbrida (presencial e online). Na forma presencial serão oferecidas 15 vagas para respeitar as normas de segurança exigidas na pandemia e acontecerá na sala administrativa do Hospital do Bem, situada à Rua Horácio Nóbrega, S/N, Bairro Bela Vista. O acesso à forma remota será através de plataforma de reuniões virtuais e todos os inscritos receberão o link por e-mail e pelo seu contato de whatsapp. Para garantir a vaga, basta acessar o https://doity.com.br/hospitaldobem3anos. Será distribuído material didático para todos os participantes e certificados.

Programação

No dia 22, a Roda de Conversa será sobre ‘Avaliação psicológica ao paciente oncológico’, com a Psicóloga, Priscilla Guedes. No dia 23, o enfermeiro oncológico, Fernando Régis vai abordar ‘Enfermagem oncológica e manuseio de cateter totalmente implantável’. A Roda de Conversa segue no dia 27, com o Nutricionista, Thiago Viana, que vai falar sobre ‘Terapia nutricional no paciente oncológico’. No dia 28, o tema será ‘Aspectos gerais sobre atuação do farmacêutico hospitalar na oncologia’, com o farmacêutico oncológico, Kaltz Victor e encerrando o ciclo de conversas, a oncologista e responsável pelo ambulatório do Hospital do Bem, Nayarah Xavier vai falar sobre ‘Abordagem da Medicina em cuidados paliativos na oncologia’.

Hospital de Patos registra aumento de 15% nos atendimentos e realiza 30 cirurgias no final de semana

O plantão do final de semana (17 a 19) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento a 198 pessoas, o que representa um aumento de demanda de 15% na comparação com o final de semana passado. Entre as 18h da sexta-feira até a meia-noite deste domingo foram realizadas 30 cirurgias, sendo 16 eletivas e 14 de urgência.

Em relação aos sinistros de trânsito, houve uma queda de 5% no número de casos, com o registro de 37 acontecimentos, sendo a maioria deles, ou seja, 34 casos envolvendo motocicletas. Houve ainda dois sinistros com automóvel e um com bicicleta.

Sábado foi o plantão de maior movimento, com o atendimento de 89 pacientes, seguido do domingo, com mais 80 atendimentos e, na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 29 pessoas deram entrada na unidade. Dos 37 pacientes vítimas de acidentes no trânsito, oito precisaram permanecer internadas para cuidados posteriores. A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 14 casos no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Olho D’água, Teixeira, Juru, Aguiar, Catingueira, Santa Luzia, Pombal, São Bento, Santa Teresinha, Ibiara, Piancó, Cajazeirinhas e Brejo do Cruz.

Além dos casos envolvendo os acidentados, a Urgência e Emergência do hospital atendeu pessoas que se queixavam de dor abdominal, queda da própria altura, dificuldade de respirar, queda de nível, dor no peito, dor pélvica, contusão diversa/pancada, entorse ou torção, convulsão, acidente com objetivo perfuro/cortante, náusea, vômito, dor na coluna e agressão animal, entre outros motivos.

Dos 30 procedimentos cirúrgicos realizados durante o plantão do final de semana, a maior parte foi de cirurgia oncológica, com 16 casos, seguido de vascular, com sete procedimentos e ainda mais seis cirurgias geral e uma de urologia.

Opera Paraíba realiza 278 cirurgias de catarata no Hospital do Bem, em Patos

Maria Aparecida da Nóbrega, professora aposentada, 68 anos, da cidade de Várzea, foi uma das pacientes contempladas com o Projeto Opera Paraíba que realizou 278 cirurgias, nos dias 16,17 e 18, no Hospital do Bem, em Patos. Há quase dois anos que a professora aguardava a chamada para realizar o procedimento, feito no último sábado (18). “A médica tinha requisitado essa cirurgia ano passado e eu ia fazer em novembro, mas por causa da pandemia, tudo ficou suspenso. Eu já estava me organizando para pagar particular, quando recebi o chamado da Secretaria de Saúde e estou muito feliz de ter conseguido e estou grata por tudo isso, primeiro a Deus e depois aos gestores”, disse a Sra. Maria, que integrou um grupo de 10 pacientes de sua cidade. A professora é uma das 278 pessoas, de 24 municípios do sertão, contempladas com essa primeira etapa de cirurgias coletivas realizadas graças ao ‘Opera Paraíba’.

O agricultor Joaquim dos Santos, 71 anos, morador do Sítio Pé de Serra, da cidade de São José do Bonfim, esperava pela cirurgia desde 2019 e no último sábado fez o procedimento. Acompanhado da sua esposa, a Sra. Francisca Marta, ele disse que estava ansioso e agradeceu o atendimento recebido na unidade. “Como esse hospital é bonito e as pessoas muito educadas. Já gostei de tudo”, disse ele.

A aposentada Maria de Fátima Costa do Nascimento, de 67 anos, da cidade de Emas, esperou quase 12 anos para poder realizar a cirurgia de Catarata e, foi uma das primeiras a realizar o procedimento no primeiro dia do mutirão. “Estou muito alegre em fazer essa cirurgia. Há muito tempo que eu esperava esse momento e finalmente ele chegou e estou gostando muito do atendimento, do prédio que é muito bonito e da forma como tudo está acontecendo”, disse Maria de Fátima, que foi atendida pelo oftalmologista Daniel Medeiros Stropp, que junto com os colegas Manoel Costa Frazão de França e Sidneyy Toscano de França foram os responsáveis pelos procedimentos.

A agricultora Maria Vanuzia Simão, de 43 anos, da cidade de Junco do Seridó, saiu de sua cidade, às 6h para realizar o procedimento também na quinta-feira, e estava bastante feliz pela oportunidade. “A minha mãe esperou muitos anos para realizar essa mesma operação, mas, graças a Deus e a iniciativa do pessoal da saúde, eu não precisei esperar muito tempo. Eu só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todos daqui que estão atendendo todo mundo muito bem”, disse ela.

O diretor geral do Complexo Hospitalar de Patos, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado, explica que os pacientes que fizeram o procedimento já vieram regulados via Secretarias Municipais de Saúde junto com a Secretaria Estadual de Saúde. “Não fomos nós que agendamos as cirurgias, mas, a gerência de saúde que recebeu da SES o quantitativo para cada município da 6ª Região de Saúde e as cotas respectivas foram distribuídas aos municípios que identificaram os pacientes elegíveis para participar do mutirão e essa lista foi consolidada na SES após a confirmação dos dados e o Hospital do Bem cedeu o espaço para a realização dos procedimentos”, afirma o gestor, lembrando que a rotina do Hospital do Bem não foi alterada nos três dias de realização do Opera Paraíba. “Com exceção do volume de pessoas na recepção, tudo o mais funcionou sem nenhuma alteração”, reitera ele.

A responsável pela 6ª Gerência Regional de Saúde, Liliane Sena, comemorou o sucesso das atividades do ‘Opera Paraíba’ em Patos. “Ocorreu tudo dentro do programado e estamos muito felizes de termos realizado a quase totalidade dos procedimentos agendados. Das 300 cirurgias ofertadas, a gente realizou 278. Só tivemos 22 faltas e mesmo assim não por questões nossas, mas, das pessoas que agendaram e não compareceram”, destacou Liliane, lembrando que outras ações do Opera Paraíba ainda serão realizadas em Patos. No primeiro dia do mutirão foram realizadas 92 cirurgias, no segundo dia, foram mais 96 e no sábado outras 90 cirurgias.

Dia Mundial de Segurança do Paciente é comemorado no Complexo de Patos

Instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Dia Mundial de Segurança do Paciente é comemorado em 17 de setembro. E essa data tão importante não passou desapercebida no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) e foi lembrada com uma programação educativa que incluiu rodas de conversa, sorteio de brindes e dinâmicas. As atividades tiveram a participação de profissionais de vários setores, incluindo gerentes de enfermagem, coordenadores, equipe assistencial e acompanhantes de pacientes e ainda dos diretores da unidade.

“A segurança e bem estar do paciente é uma necessidade básica que deve ser respeitada, seguida e estendida a todos os pacientes que buscam atendimento em nossa unidade e deve ser uma preocupação e prioridade de todos os profissionais que atuam numa unidade de saúde”, destacou a Coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente do Complexo, Maria Josineide Ramalho. Ainda segundo ela, as práticas de segurança auxiliam na diminuição de riscos e danos aos pacientes e, consequentemente, no aumento da qualidade dos serviços prestados pelo hospital.

A Coordenadora de Enfermagem do Complexo, Séfora Vasconcelos, reitera que durante todo o mês de Setembro essa questão da importância da implementação das práticas de segurança dentro dos serviços de saúde é evidenciada. “Isso tem o objetivo de assegurar a segurança do paciente e reforçar os cuidados para riscos evitáveis, como por exemplo, a prevenção da infecção através da simples lavagem das mãos, a prevenção de uma possível queda de uma maca, de lesões por pressões durante o internamento, da realização da cirurgia mais segura possível, incluindo ai, check list de material, da situação do paciente, de membro ou região a ser operada, demarcando a área, ou seja, esse mês é de suma importância para reforçarmos tudo isso”, destaca a enfermeira, lembrando que a partir de segunda-feira, as atividades terão continuidade com a realização de blitzen em todos os setores da unidade, onde tiver pacientes.

Mutirão de cirurgias de Catarata no Hospital do Bem contempla 300 pacientes de 24 municípios do sertão paraibano

A aposentada Maria de Fátima Costa do Nascimento, de 67 anos, da cidade de Emas, esperou quase 12 anos para poder realizar a cirurgia de Catarata e, nesta quinta-feira (16), ela finalmente pôde realizar o procedimento. A paciente é uma das 300 pessoas, de 24 municípios do sertão, contempladas com essa primeira etapa de cirurgias coletivas realizadas dentro do projeto ‘Opera Paraíba’, na sede do Hospital do Bem, de Patos. A ação que começou hoje e termina somente no sábado, vai assegurar a realização do procedimento de cem pessoas por dia. Para tanto, quatro oftalmologistas contratados pelo Estado se revezarão para assegurar a cirurgia de 50 pacientes, a cada turno de trabalho.

“Estou muito alegre em fazer essa cirurgia e espero que dê tudo certo. Há muito tempo que eu esperava esse momento e finalmente ele chegou e estou gostando muito do atendimento, do prédio que é muito bonito e da forma como tudo está acontecendo”, disse Maria de Fátima pouco antes de entrar na sala e ser atendida pelo médico Daniel Medeiros Stropp que já participou de outros mutirões similares a esse. “É muito bom estar aqui e poder trazer esse benefício para a população. A gente se sente muito bem em poder contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, disse o oftalmologista que operou a Sra. Maria de Fátima.

A agricultora Maria Vanuzia Simão, de 43 anos, da cidade de Junco do Seridó, saiu de sua cidade, às 6h para realizar o procedimento nesta quinta-feira, e estava bastante feliz pela oportunidade. “A minha mãe esperou muitos anos para realizar essa mesma operação, mas, graças a Deus e a iniciativa do pessoal da saúde, eu não precisei esperar muito tempo. Eu só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todos daqui que estão atendendo todo mundo muito bem”, disse ela.

O diretor geral do Complexo Hospitalar de Patos, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado, explica que os pacientes que estão agendados para o procedimento já vieram regulados via Secretarias Municipais de Saúde junto com a Secretaria Estadual de Saúde. “O fluxo para esse mutirão ocorreu da seguinte forma. A gerência de saúde recebeu da SES o quantitativo para cada município da 6ª Região de Saúde e as cotas respectivas foram distribuídas aos municípios que identificaram os pacientes elegíveis para participar do mutirão e essa lista foi consolidada na SES após a confirmação dos dados e o Hospital do Bem cedeu o espaço para a realização dos procedimentos”, afirma o gestor.

Francisco Guedes lembra que a rotina do Hospital do Bem não será alterada em função desta ação, já que os locais destinados para a realização das cirurgias não estão atrelados às salas do atendimento ambulatorial, nem ao espaço das sessões de quimioterapia. “Tivemos o cuidado de preservar sem alteração a rotina do Hospital do Bem e os serviços prestados aos pacientes oncológicos”, reforça o diretor, adiantando que apenas o ambiente da recepção será comum tanto aos pacientes do mutirão, quanto dos serviços de tratamento do câncer.

A responsável pela 6ª Gerência Regional de Saúde, Liliane Sena, lembra que essa ação no Hospital do Bem está inserida nas atividades do ‘Opera Paraíba’ e que ele simboliza a ampliação do projeto na cidade de Patos. “A maternidade já iniciou a sua etapa e realizou, na semana passada, algumas cirurgias. Nestes dias 16, 17 e 18 acontecem às cirurgias de Catarata no Hospital do Bem e nós estamos, junto com os gestores das unidades de saúde do Estado em Patos, sugerindo algumas ações a SES para ampliar as ações do ‘Opera Paraíba’”, destaca Liliane, lembrando que uma dessas sugestões é destinar para o Hospital Infantil os mutirões de cirurgias de otorrino e outros procedimentos que envolvem a parte pediátrica, para a Maternidade Dr. Peregrino Filho os de ordem ginecológica e de obstétrica e para o Complexo Regional as cirurgias eletivas, a exemplo, das de hérnia, vesícula, etc.

Debate sobre impactos de sinistros de trânsito no SUS tem participação do Hospital de Patos que é referência para acidentados no sertão da PB

Uma das principais referências de Urgência e Emergência no sertão paraibano e de atendimento à vítimas de sinistros de trânsito, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) sente o impacto dessa demanda cotidianamente. Neste último final de semana, por exemplo, dos 172 pacientes que deram entrada na unidade, entre os dias 10 e 12, 39 deles foram de pessoas que se envolveram em acidentes de trânsito. Nesta segunda-feira (13), a psicóloga e responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende representou a diretoria da unidade no 1º Encontro Regional de Conselheiros Municipais de Saúde. O evento, realizado no auditório da UNIFIP, teve como pauta principal debater o impacto dos acidentes de trânsito no Sistema único de Saúde (SUS).

E esses impactos são gritantes, tanto em nível mundial, como nacional, já que essa é a nona maior causa de morte no mundo e uma das que mais deixam sequelas nas vítimas. No Brasil, isso é ainda mais preocupante, já que a cada 15 minutos uma pessoa morre em sinistros de trânsito e essa é a segunda causa de morte não natural evitável. Além das perdas de vidas humanas, que é o mais grave de tudo isso, o Brasil ainda tem um alto custo com os sinistros, sendo 20% referente somente aos custos dos hospitais que atendem acidentados seja pelo SUS ou em unidades privadas.

Em 2018, por exemplo, o Brasil gastou com sinistros de trânsito R$ 59,4 bilhões e a Paraíba, R$ 1,6 bilhão. Deste total de gastos, 20% segundo o IPEA, são relativos a custos com a saúde, o que equivale que a Paraíba teve gastos com saúde referente a acidentes de trânsito na ordem de R$ 320 milhões naquele ano. E segundo projeções do IPEA, a Paraíba deverá gastar, em 2028, o equivalente a R$ 2,4 bilhões com acidentes de trânsito, sendo 20% deste total somente com gastos de saúde. Na última década, as internações hospitalares decorrentes de sinistros de trânsito consumiram R$ 2,9 bilhões do SUS, que a cada três dias gasta, em média, de R$ 2 a R$ 2,5 mil com os acidentados em serviços de menor complexidade e de R$ 3,6 mil a R$ 4 mil, nos serviços de alta complexidade.

As internações por sinistro de trânsito também impactam na ocupação de leitos no SUS, já que 60% dos leitos em todo o país são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito e 50% das cirurgias realizadas são decorrentes desta demanda. No CHRDJC essas internações correspondem a 22% do total de vítimas atendidas. Em 2019 foram 432 internações, em 2020, outras 395 e de janeiro a agostos deste ano já foram contabilizadas 453 internações com vítimas de sinistros de trânsito. “Vale salientar que o paciente vítima de acidente impacta tanto a vida dele, quanto da família e também do mercado de trabalho porque, na maioria das vezes, ele fica afastado em função das sequelas do acidente que não são apenas físicas, mas, também psicológicas”, lembra Gorete.

A série histórica de atendimentos por sinistro de trânsito no CHRDJC vinha numa ordem crescente antes da pandemia se instalar em 2020, mas, com o isolamento social, que forçou as pessoas a saírem menos de casa, esse número foi reduzido. Em 2017, por exemplo, 2.973 pessoas foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade vítimas de sinistros de trânsito. No ano seguinte, em 2018, esse quantitativo subiu para 3.070 e, em 2019, chegou a 3.619. Em 2020, reduziu um pouco, e atingiu a marca de 3.138 casos. “De fato, nossos dados internos apontam que o impacto de pessoas que chegam em nossa porta de entrada vítimas de acidentes é bastante considerável”, atesta a responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende.

Somente este ano, de janeiro a agosto, o Complexo já atendeu 2.118 pacientes vítimas de sinistros de trânsito, sendo a imensa maioria delas, 85% do total, de pessoas que se acidentaram com motocicletas. Esses dados correspondem a um total de 12% do total de atendimentos da Urgência e Emergência da unidade neste período. Por faixa etária, os jovens e adultos são os que mais se acidentam. “Nessa primeira década de ação, a meta do Brasil era reduzir em 50% as mortes por sinistros de trânsito, mas, infelizmente, não conseguimos. A meta agora, de 2021 ate 2030, é reduzir as lesões graves que aumentaram muito nos últimos anos”, finaliza Gorete.

Usar ‘sinistro’ e não mais ‘acidente de trânsito’

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a revisão da NBR 10697/2018 e redefiniu os termos técnicos usados na preparação e execução de pesquisas relativas e na elaboração de relatórios estatísticos e operacionais a incidentes de trânsito. A norma corrige a expressão “acidente de trânsito”, substituída por “sinistro de trânsito”, e suprime o entendimento de sinistro “não premeditado”. Uma das bandeiras da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), a adoção do termo sinistro e a requalificação dessa norma foi uma vitória importante para as ações e políticas voltadas a preservação da vida no trânsito.

“Os acidentes de trânsito, na sua maioria, não são acidentais, do acaso, mas sim provocados. São passíveis de prevenção e o termo acidente traz a conotação de algo imprevisível e incontrolável, sem nenhum nexo de causalidade, o que contraria o conhecimento acumulado sobre a matéria”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Antonio Meira Júnior, em texto publicado no www.abramet.com.br.