Asplan

Presidente da Asplan comemora anúncio da UFPR/RIDESA sobre quatro novas variedades de cana-de-açúcar

O anúncio que o Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar, vinculado ao Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade da Universidade Federal do Paraná (UFPR), está prestes a liberar mais quatro variedades de cana-de-açúcar deixou o setor canavieiro paraibano em expectativa. Para o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, a notícia foi recebida com muito entusiasmo. “A cada nova variedade, surgem novas possibilidades, de melhor adaptação ao solo, de maior produtividade e também de ampliação do teor de sacarose, de forma que noticias desta natureza sempre deixam o setor em euforia e gera grandes expectativas”, destacou o dirigente canavieiro.

Segundo divulgação da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento Sucroenergético (Ridesa), que é, atualmente, o principal núcleo de pesquisa canavieira na área do governo federal, desenvolvendo as cultivares denominadas República do Brasil (RB), desde 1992, o Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar já desenvolveu 10 variedades. Entre as vantagens das novas variedades anunciadas agora estão o elevado teor de sacarose, os diferentes ciclos de colheita e as adaptações a vários tipos de solos e ambientes.

O coordenador do programa na UFPR, professor Ricardo Augusto de Oliveira, explica as características de cada uma delas. “Destaco o elevado teor de sacarose da RB056380 e da RB056351, sendo recomendas para cultivo em ambientes de alta a média fertilidade. Ambas possuem ciclo precoce, isto é, podem ser colhidas no início de safra. A RB006970 também tem alto teor de sacarose e apresenta um período de colheita maior, podendo ser colhida do início ao meio de safra. Ela é recomenda para cultivo em ambientes de alta a média fertilidade, com melhores resultados quando cultivada em solos com boa retenção de umidade. Já a variedade RB036152 tem resultados melhores em solos de média à baixa fertilidade. Ao longo dos cortes, ela apresenta elevados rendimentos agrícolas e possui teor de sacarose de médio a alto”, disse Ricardo.

As variedades mais cultivadas no Brasil são a RB867515, desenvolvida na Universidade Federal de Viçosa, seguida pela RB966928, desenvolvida na UFPR. Essa última, liberada em 2010, está presente em 14% da área nacional cultivada com cana-de-açúcar.Ainda de acordo com divulgação da Ridesa, além das quatro variedades criadas na UFPR, a Rede pretende liberar para cultivo, ainda este ano, outras 17 variedades. No total, serão 114 qualidades de cana-de-açúcar RB desenvolvidas em 50 anos de pesquisa pelo setor público.

O que muda com o melhoramento genético de plantas

“O melhoramento genético proporciona aumento de produtividade, pois viabiliza o cultivo de plantas mais resistentes a pragas e a doenças e adaptadas para as diferentes regiões produtoras”, lembra José Inácio. Esse processo, segundo o dirigente canavieiro, tem grande relevância para o setor agrícola e, principalmente para a sociedade, brasileira e mundial. São necessários cerca de 15 anos de estudos e pesquisas para obter uma nova variedade de cana-de-açúcar que passa por várias etapas, incluindo envios de sementes para os campos de experimentação, onde são realizadas a germinação das plântulas, a seleção de clones, os ensaios de competição de clones, a avaliação da época de maturação dos clones, a reação às pragas e doenças e depois desses estágios, que levam alguns anos, os clones são multiplicados em ensaios de validação comercial, cuja fase, dura cerca de dois anos, até que sejam comprovadas as qualidades das novas variedades em situações de manejo.

Fonte: UFPR/RIDESA

Custeio antecipado possibilita que o produtor adquira produtos e insumos a custos mais baixos afirma presidente da Asplan

A linha de crédito rural para custeio antecipado é uma ferramenta de financiamento que permite ao produtor rural adquirir mais cedo seus insumos agrícolas, com um melhor planejamento da safra. Com a compra antecipada, via de regra, o produtor consegue melhores condições de preço e mercado. E algumas instituições financeiras, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, já disponibilizam linha de custeio antecipado da safra 2021/2022. Outras instituições financeiras também deverão anunciar recursos em breve. “No crédito antecipado, as taxas de juros são livres, a critério da instituição financeira, mas se o produtor tiver condições de antecipar seu custeio com certeza contará com vantagens porque ao obter recursos antecipados, o produtor tende a adquirir seus insumos a custos mais baixos”, afirma o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio.

Segundo divulgação na Imprensa, o Banco do Brasil disponibilizou recursos de R$ 16 bilhões para o custeio antecipado das atividades agrícolas para o período agrícola 2021/22. Já a Caixa anunciou a ampliação do Custeio Agro Antecipado para R$ 12 bilhões. No caso específico do Banco do Brasil, os recursos foram direcionados aos produtores de lavouras de soja, milho, algodão, café, arroz e também de cana-de-açúcar. No âmbito do Pronamp, que é destinada ao médio produtor, a taxa cobrada pelo BB será de 5% ao ano, com prazo de até 14 meses e teto de R$ 1,5 milhão. Já para o custeio agropecuário aos grandes, a taxa cobrada é a partir de 6% ao ano, também pelo prazo de até 14 meses. Nesse caso, o teto é de R$ 3 milhões.

Os recursos da Caixa atendem a diversas finalidades, especialmente para financiar as despesas do ciclo de produção das principais culturas do país, como soja, milho, algodão, arroz, feijão, mandioca e café, e atividades pecuárias. Os pequenos agricultores terão acesso ao financiamento até junho deste ano a taxa de juros a partir de 2,75% ao ano, médios a partir de 4% e demais a partir de 5%.

No custeio antecipado, o produtor rural pode usar o crédito para adquirir previamente insumos agrícolas ou pecuários, como sementes e mudas, fertilizantes, pesticidas, ração e medicamentos. Na atividade pecuária, essa modalidade de financiamento possibilita, ainda, que sejam financiadas a limpeza e a reforma de pastagens e a silagem, entre outras. As atividades aquícolas e pesqueiras (industrial ou artesanal) também são beneficiadas.

Ação de logística reversa em Itapororoca consegue arrecadar 582 kg de embalagens de defensivos agrícolas

A última sexta-feira (12) foi um dia de intenso movimento no campo de futebol, localizado na saída da cidade de Itapororoca, sentido Araçagi, na PB 057. Mas, o que ‘rolou’ no campo não foi a bola, mas, a movimentação de produtores rurais que atenderam um chamamento da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Prefeitura de Itapororoca para entregar embalagens vazias de defensivos agrícolas. A ação denominada ‘Recolhimento Itinerante’ aconteceu das 8h às 16h e conseguiu arrecadar 582 kg de embalagens. A iniciativa contou com o apoio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), da Associação dos Engenheiros Agrônomos (AEA-PB), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA) e da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).

O objetivo da ação, que acontece regularmente através de vários postos de coleta itinerante, lembra o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, é facilitar o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos que destina corretamente os recipientes que já foram utilizados. “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta facilita esse descarte e iniciativas como essa facilitam a vida do produtor de forma que são bem-vindas e sempre terão nosso apoio”, afirma José Inácio.

O coordenador do Departamento Técnico da Asplan, o engenheiro agrônomo Luís Augusto, lembra que a Associação bem como os fornecedores de cana estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “A tríplice lavagem do recipiente e entrega a um posto ou local de coleta é uma exigência, já que a legislação vigente proíbe queimar, enterrar ou mesmo jogar em lixo comum, porque além de ser contra a lei, o descarte incorreto de embalagens pode contaminar o meio ambiente e prejudicar a saúde das pessoas”, reforça Luis. Ele lembra que ao entregar as embalagens com segurança a uma unidade de recebimento o produtor além de se adequar à legislação, tem a segurança de que será dado uma destinação adequada do recipiente. Ele lembra que a lei só permite que o produtor guarde recipientes vazios de agrotóxicos até um ano. “Depois deste período, é preciso que o produtor faça a logística reversa”, adverte Luis.

Presidente da Asplan diz que manifestações deste domingo reforçam o apoio ao Governo de Bolsonaro e as medidas de estabilização do país

“Precisamos mostrar que o governo Bolsonaro tem o apoio da população para fazer reformas estruturantes, que a pandemia não pode paralisar a economia, defender esse governo que tem um olhar federativo e republicano e, sobretudo, nos manifestar por um Brasil cada vez melhor. Então, partindo destas questões, essas manifestações que aconteceram em todo o país, inclusive, aqui em João Pessoa, em forma de carreata tem todo o nosso respaldo”, disse hoje (15), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Ele referiu-se às manifestações em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de seu governo, que aconteceram na capital paraibana e em outras cidades do país neste domingo.

Em João Pessoa, o grupo de manifestantes fez uma carreata pelas principais ruas da cidade concentrando-se nas imediações do Grupamento de Engenharia do Exército, na Avenida Epitácio Pessoa. A manifestação que começou por volta das 11h, e foi convocada pelas redes sociais, teve a participação do diretor da Asplan, Carlos Heim, que usando uma máscara com a bandeira nacional, foi um dos que foi para as ruas protestar. “Estou aqui, de forma pacífica, para lutar contra o que estão tentando fazer com nosso país. Esse é um movimento democrático, em prol do Brasil. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, disse ele.

Os manifestantes portavam bandeiras do Brasil e se vestiram nas cores da bandeira nacional para reforçar seu patriotismo. Uns preferiram parar e se manifestar concentrados na Epitácio Pessoa, outros seguiam em carreata que percorreu vários bairros da cidade. Buzinassos também fizeram parte das manifestações em todo o país, inclusive, na capital paraibana.

Biólogo paraibano tem artigo de mestrado sobre a Cotesia Flavips publicado em revista de renome nacional e internacional

O biólogo e mestre em Ciência Agrárias, Roberto Balbino, concluiu recentemente seu mestrado na Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Campus III, e logo após teve seu artigo publicado na rsdjournal.org. O trabalho de pós-graduação do biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) foi sobre o tema “Aspectos comportamentais do parasitóide Cotesia Flavips”. O artigo, que aborda questões relevantes sobre a Cotesia, tem importância vital para o setor canavieiro porque dá condições de se conhecer mais profundamente o parasitóide que combate a Broca-Comum, uma das que mais causam prejuízos na lavoura canavieira.

“Fiquei muito feliz com o resultado do estudo para meu mestrado, fruto de muitas pesquisas e avaliações in loco, principalmente, no trato com esse parasitóide já que nós produzimos essa vespa utilizada no combate à Broca-Comum”, disse Roberto, lembrando que a Asplan mantém um laboratório de produção de insumos biológicos, em Camaratuba, que além de produzir a vespa, também produz o Metahizium anisopliae (Fungo), que combate outra praga da cana, a Cigarrinha da Folha.

Ele aproveita para agradecer o apoio recebido pela Asplan na complementação de seus estudos para o mestrado, lembrando que o trabalho desenvolvido na Estação é muito importante para a produção de insumos de combate biológico de duas das principais pragas da cana no campo. “Esse trabalho é fundamental tanto para a pesquisa científica, como também para apoiar a cadeia produtiva que tem na estação a garantia de produção de produtos de primeira linha”, reitera o biólogo, destacando que todo o estudo foi desenvolvido na Estação de Camaratuba, com total apoio da Associação.

O diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, destaca o empenho do biólogo Roberto no desenvolvimento de sua pesquisa de mestrado, enaltecendo que a Asplan tem muito orgulho de tê-lo em seus quadros. “Nós que integramos a Asplan temos muita satisfação de contar com o talento do Roberto e ficamos muito felizes de poder colocar nosso laboratório e o trabalho que desenvolvemos na estação à disposição de um estudo científico, colaborando desta forma também com a Academia e, sobretudo, com um estudo que vai beneficiar quem produz cana-de-açúcar”, reitera Neto.

Sobre o estudo

Dentre os múltiplos aspectos que perpassam pelo controle biológico e sustentável na cultura da cana-de-açúcar (Saccharumofficinarum), o estudo conduzido pelo biólogo Roberto privilegiou os aspectos comportamentais de Cotesia flavipes produzidas no laboratório da estação de Camaratuba, localizado no litoral norte paraibano, no município de Mamanguape. O objetivo foi avaliar o comportamento da produção em laboratório para melhor desempenho em campo. Os experimentos foram desenvolvidos no Laboratório de Produção Massal de Controle Biológico (LPMCB) da ASPLAN e realizados em delineamento inteiramente casualizado, em salas climatizadas com temperaturas de 21, 25 e 29 ºC, umidade relativa do ar variando de 70±10% e fotofase de 12 horas.

Foram utilizadas 34 lagartas (repetição) para cada temperatura, avaliando-se as seguintes variáveis biológicas: durações de ovo-larva; duração de pupa; adultos; quantidade de casulos por lagarta, viabilidade de pupas; razão sexual nas três temperaturas e a eficiência entre manipuladores masculino e feminino. Os resultados obtidos no estudo enaltecem que os aspectos comportamentais de parasitóides produzidos em laboratório apresentam diferenças em suas populações quando submetidas a diferentes temperaturas, tendo o melhor desempenho obtido na temperatura de 25 ºC, com eficiência de eclosão em 92,12%.

Asplan convida associados para participar de ação que fará a logística reversa de embalagens de agrotóxicos em Itapororoca

No próximo dia 12 de março, durante todo o dia, os produtores rurais de cidades próximas a Itapororoca, terão à disposição um posto de coleta para entregar embalagens vazias de agrotóxicos. A ação, denominada Recolhimento Itinerante, é uma iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Prefeitura de Itapororoca, em parceria com a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), a Associação dos Engenheiros Agrônomos (AEA-PB), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA) e a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).

O objetivo da ação, explica o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, é facilitar o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos. O posto de Itapororoca funcionará no campo de futebol, localizado na saída da cidade sentido Araçagi, na PB 057. Os produtores que quiserem aproveitar a oportunidade de realizar o descarte correto das embalagens no local terão das 8 às 16h.

O coordenador do Departamento Técnico da Asplan, o engenheiro agrônomo Luís Augusto, lembra da importância da parceria para a destinação correta das embalagens. “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta facilita esse descarte”, diz Luis, lembrando que tudo o que for arrecadado será destinado a uma unidade de recolhimento da ARPAN.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação bem como os fornecedores estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que é preciso fazer a tríplice lavagem do recipiente e entregá-lo no posto montado durante a ação. Não podemos queimar, enterrar, jogar em lixo comum. Isso é contra a lei e contamina o meio ambiente e prejudica a saúde das pessoas”, disse José Inácio.

Ao entregar as embalagens de agrotóxicos com segurança a uma unidade de recebimento, que se encarregará de dar a destinação adequada do recipiente, como essa que será disponibilizada em Itapororoca, o produtor receberá um recibo que deve ser guardado e apresentado em uma possível fiscalização. “A lei só permite que o produtor guarde recipientes vazios de agrotóxicos até um ano. Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa”, reforça Luis, convidando os produtores, especialmente, os canavieiros a prestigiar a ação.

O descarte de embalagens de agrotóxicos precisa obedecer as regras vigentes
O descarte de embalagens de agrotóxicos precisa obedecer as regras vigentes

“O novo mundo rural e a produção de alimentos no Brasil” é um texto que precisa ser lido e divulgado afirma presidente da Asplan

Em artigo publicado no site “Poder 360”, o engenheiro agrônomo e doutor em Administração, Xico Graziano, e o professor das Faculdades de Administração da USP, Marcos Fava Neves, apresentam a sugestão de dez novos temas ligados ao agronegócio para serem trabalhados com crianças e jovens do ensino fundamental. “Esse texto precisa ser não apenas lido, mas divulgado e as escolas deveriam abraçá-lo com entusiasmo, pois nossos jovens crescem com uma idéia muito errônea sobre o universo rural quando, na realidade, deveriam ter uma visão mais atual do campo e do que é o agro brasileiro”, disse hoje (11), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais após tomar conhecimento do material.

O texto a que ele se refere indica

10 temas interessantes e atraentes às crianças e jovens pela modernidade que expressam o agro brasileiro, tais como, o cooperativismo no agro, que mostram que as cooperativas agropecuárias e outras formas aglutinadoras de produtores rurais se destacam no mundo colaborativo da agropecuária brasileira, respondendo por cerca de 50% da produção de alimentos do Brasil, o aproveitamento dos alimentos, destacando o desperdício, suas causas e seu combate, e como isso faz fazem diferença em um mundo onde milhões ainda passam fome. Há ainda indicação sobre Matas ciliares e de como é importante preservar as áreas que margeiam os cursos de água, obrigatória com a aplicação do Código Florestal no país, está trazendo um aumento das matas que protegem a biodiversidade, sobre o Bem-estar animal, focando os novos sistemas de condução e produção de animais que se evidenciam em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Há ainda indicação sobre os Novos alimentos, estimulando a curiosidade e a aceitação de fontes alternativas de alimentos, sobre a Bioeconomia, que foca o crescimento de cadeias produtivas baseadas em bioeconomia (biomassa, bioplástico, biocombustível, bioeletricidade, biodiversidade), sobre Agricultura digital que consiste no trabalho de gestão remoto, fazendas inteligentes e agricultura de precisão: um novo mundo se abre com a agricultura digital, abrangendo as propriedades rurais, com equipamentos guiados por GPS, softwares de análise e equipamentos avançados. O tema Melhoramento genético é outra indicação que trata como a seleção genética, realizada desde tempos remotos, alterou as características e o comportamento de plantas cultivadas e de animais domesticados. O Agro colaborativo, que aborda as formas de agricultura circular (onde o resíduo de uma atividade é insumo para outra) e a chegada dos modelos compartilhados de produção representam uma vanguarda na dinâmica do agro moderno e ainda as Atividades secundárias, tais como, apicultura, silvicultura e florestas plantadas, piscicultura e carcinicultura (produção de camarões), floricultura e plantas ornamentais, mostrando que existem importantes atividades do agro que nem sempre recebem a atenção da opinião pública ou do ensino.

O dirigente da Asplan reforça que nessa época de pandemia, ficou clara a força decisiva do agronegócio na manutenção da oferta de alimentos e na riqueza nacional como um todo. “O Brasil conseguiu exportar ao redor de US$ 100 bilhões em produtos vindos da agricultura, em 2020 e esse volume de recursos entrou pelos portos do Brasil rumo ao interior do país, dinamizando os municípios, contribuindo para o desenvolvimento, com empregos e oportunidades de negócios”, reitera José Inácio, lembrando que é importante que o texto sugerido por Xico Graziano e Marcos Fava Neves, seja repassado às crianças e jovens do ensino fundamental, estimulando-os a refletir sobre a importância presente das relações entre o campo e a cidade. “A agropecuária brasileira é muito rica e diversificada. Se existem defeitos, históricos e atuais, que sejam expostos, afinal advém de uma minoria de produtores. Mas, é fundamental enaltecer os avanços e as virtudes e, recentemente, os benefícios trazidos pela modernização tecnológica, que configuram um novo mundo rural. É do campo que retiramos os alimentos, portanto, se não houver plantio, também não há colheita”, finaliza José Inácio.

Presidente da Asplan lembra que Brasil precisa ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal e não de devastação

Um estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais atesta que há oito mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, segundo o levantamento da Embrapa, o país detém 28,3% e a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil. “Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil – por ser um dos que menos desmatou – deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta”, destaca o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, José Inácio de Morais, endossando a fala do diretor da Embrapa Territorial, Evaristo Miranda.

O paradoxo segundo José Inácio, é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o Brasil é severamente criticado no exterior como sendo um país campeão do desmatamento. “O setor primário preserva a natureza até porque é dela que depende toda a atividade produtiva. Esse discurso de desmatamento não interessa ao Brasil que é uma potência no que diz respeito a reservas estratégicas naturais. Ter quase metade das florestas primárias do planeta já diz tudo sobre a nossa conduta de preservação”, reitera José Inácio, lembrando que o setor canavieiro da Paraíba, por exemplo, tem feito esforços para não apenas manter as áreas florestais, como está desenvolvendo um projeto piloto de reflorestar áreas com espécies nativas em propriedades de vários municípios do Estado.

Ainda segundo o estudo da Embrapa, dos 64 milhões de km² de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos seres humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso está a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%.

Asplan firma convênio com o colégio Marista Pio X e garante descontos nas mensalidades para funcionários e associados

Os funcionários e associados da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) poderão matricular seus filhos numa escola de referência em formação humana e excelência acadêmica com a vantagem de ter um desconto de 10% nas mensalidades escolares. Esse diferencial de aquisição de prestação de serviço educacional que assegura esse desconto só foi possível em função de um convênio assinado entre a Asplan e o Colégio Marista Pio X. A parceria já está em vigor e as inscrições para o processo de matrícula 2021 já estão abertas e podem ser acessadas no site marista.edu.br/piox.

“Nós sempre procuramos ampliar o leque de serviços para nossos associados muito além da assistência técnica e associativa, ofertando serviços diversos e parcerias com empresas conveniadas que garantem descontos ou vantagens aos nossos colaboradores e fornecedores”, explica a gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira. Ela lembra que além disso, os associados e funcionários contam ainda com atendimento odontológico e serviços de ambulatório médico em consultórios próprios, com atendimento gratuito na sede da entidade, em João Pessoa. Para tanto, a entidade tem em seus quadros uma dentista e um médico do trabalho. Os colaboradores e associados têm ainda plano de saúde e de telefonia com preços mais acessíveis e convênio com laboratório de análises clínicas.

A Consultora Comercial do Colégio Marista Pio X, Graça Moura, lembra que no Marista além de uma formação acadêmica de reconhecida excelência, a escola ainda oferece programas exclusivos de educação, internacionalização, esporte, cultura, tecnologia, formação humana/cristã, além de dispor de estruturas completas de laboratórios, quadra poliesportiva, ginásio, campos de futebol e muito mais. “O Marista Pio X além de ser um espaço de referência em formação humana, excelência acadêmica, evangelização, solidariedade, protagonismo infanto-juvenil e defesa de direitos das crianças, dos adolescentes e dos jovens, compromete-se a oferecer uma educação infanto-juvenil integral, pautada na excelência Marista, aos filhos dos inscritos e funcionários do Asplan”, reforçou ela, lembrando que os descontos concedidos a Associação é de 10% em 11 mensalidades, tendo a matrícula o valor integral.

Presidente da Asplan parabeniza deputado Efraim Filho pela recondução ao cargo de líder do DEM na Câmara Federal

O deputado federal paraibano Efraim Filho comunicou ontem que foi reconduzido ao cargo de líder do DEM na Câmara Federal. A recondução aconteceu nesta quarta-feira (3) quando ocorreu uma reunião, em Brasília, entre o parlamentar e o líder do DEM no Senado, o senador, Marcos Rogério (RO). O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, usou a rede social para parabenizar o parlamentar pela recondução ao cargo. “Ganha o Partido por contar com uma liderança , forte , coerente e repleta de bom senso. Ganha também a Paraíba e todos que sabem da sua capacidade de articulador e político capacitado que sabe honrar seus eleitores. Boa Sorte e que Deus o Abençoe !!!”, destacou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que o parlamentar é um dos que mais atuam junto ao segmento sucroenergético, com posições e defesas firmes em favor do setor. “Efraim conhece a realidade de nosso setor e por isso mesmo tem uma visão muito boa da importância do segmento sucroenergético para a matriz econômica do Brasil e nós temos a grata satisfação de contar com ele na defesa de nossos pleitos. É um político jovem, mas muito competente e que abraça nossas causa com muito compromisso”, reitera José Inácio.

Logo após sair da reunião com o senador Marcos Rogério, onde debateram temas prioritários e importantes ao país neste início de ano, como saúde e o acesso universal as vacinas, além da retomada econômica do país, o deputado paraibano disse que a prioridade agora recai sobre essa temática de combate a pandemia e fortalecimento da economia nacional. “Vamos trabalhar com diálogo e harmonia para salvar empregos e vidas”, destacou Efraim Filho.