Author: News Comunicação
Asplan em parceria com a Coasplan e Agrivalle desenvolve campanha de nutrição foliar em plantações de cooperados
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) em conjunto com a Cooperativa dos Associados da Asplan (Coasplan) e em parceria com a Agrivalle iniciou em Abril uma forte campanha de aplicação foliar de micro e macro nutrientes e de fitohormônios. “O objetivo da ação é promover um maior crescimento e ganho de peso da cana, com a vantagem de fazer essa ação chegar a um custo menor por hectare para os cooperados”, destaca o diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz. A campanha continua neste mês de maio.
Thiago lembra que a negociação com a Agrivalle permitiu além de adquirir os produtos com preços mais acessíveis, também dispor dos equipamentos para aplicação dos mesmos. “Além dos produtos saírem mais em conta, ainda incluímos na ação a disponibilidade dos equipamentos (trator e avião) para a aplicação dos produtos, o que facilitou e muito a aplicação nas lavouras”, informa o diretor comercial da Cooperativa.
Segundo Thiago, a ação consiste na aplicação do produto NMoNi que possui 28% de Nitrogênio, 0,4% de Molibidênio e 0,15% de Níquel. Ele lembra ainda que junto com o NMoNi foi aplicado o ALGON, que possui 6% de Nitrogênio, 4% de Magnésio e 7% de Carbono Orgânico. “Além dos produtos disponibilizados conterem Fitohormônios, que estimula o crescimento da planta, e Aminoácidos Essenciais, conseguimos produtos top de linha com menor custo por hectare, tudo isso em um único produto, facilitando a formação da calda e evitando ter inúmeros produtos com várias dosagens ”, reitera Thiago, lembrando que a cana que passou pelo processo de aplicação dos produtos já apresenta diferença de crescimento em relação às que não passaram pelo tratamento. Quem desejar maiores informações sobre a campanha, pode ligar para 2177-0441.
Sobre a Coasplan
Funcionando num galpão que ocupa uma área de quase 1000 metros quadrados as margens da BR, na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, em Bayeux, a Coasplan fica aberta de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia e tem produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.
Diretoria da Asplan se reúne com superintendência do Incra para debater formas de ajudar assentados na Paraíba
Boa parte dos assentamentos da zona da mata e brejo paraibanos tem produção de cana-de-açúcar, além de outras culturas da agricultura familiar. Mas, a maior parte destes agricultores vive e planta em terras como assentados e não proprietários do terreno que cultivam. Foi para debater essa questão e ainda ver de que forma a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) pode ajudar a melhorar a produção nesses assentamentos que na manhã desta segunda-feira (10) o presidente da Associação, José Inácio de Morais se reuniu com o superintendente do Incra na Paraíba, Kleyber Oliveira. O secretário da Fetag, João Antônio Alves também participou da reunião.
O presidente da Asplan abriu o encontro falando da importância dos assentados terem o título de posse de suas terras e receberem estímulo para continuar produzindo. “É muito diferente o agricultor ser assentado e ter o título de proprietário da terra, pois somente com a legalização da posse da terra o agricultor passa a ser proprietário rural e tem um novo horizonte, inclusive, com mais condições de pleitear investimentos nas instituições financeiras já que pode dar como garantia dos empréstimos a própria terra”, disse José Inácio, para em seguida, anunciar que entre as ações de apoio aos agricultores, a Asplan fará, novamente, a doação de cana-semente para os assentados.
O superintendente do Incra, Kleyber Oliveira, lembrou que a Paraíba ocupa, atualmente, os primeiros lugares no ranking de Acordos de Cooperação do Titula Brasil, do Governo Federal, que agiliza a regularização fundiária no país, que o Incra PB está em vias de assinar um acordo de cooperação com o Sebrae para ajudar os assentados a obterem o georeferenciamento de suas terras e ainda que 4,8% do território paraibano pertencem ao Incra. “Nós próximos dias estaremos assinando esse acordo que vai assegurar que o SEBRAE entre com 70% do custo deste estudo de georeferenciamento, deixando apenas 30% sob a responsabilidade dos assentados”, disse Kleyber. Ele reiterou a importância desse estudo, sem o qual não há a possibilidade do Incra emitir o título de propriedade da terra e que os assentados com 10 ou mais anos de uso da terra têm o direito legal de tornarem-se proprietários. “No que diz respeito ao Incra estamos atuando de forma efetiva para fazer a maior regularização fundiária já vista na Paraíba”, concluiu Kleyber.
O representante da Fetag, João Antônio, lembrou que apenas em Sapé, 220 famílias, que ocupam 3.200 hectares de terra no assentamento Santa Helena, esperam para realizar o sonho de ter seus títulos de proprietários das terras onde cultivam cana, milho, feijão, maracujá, abacaxi e mamão. “Essas famílias estão neste local desde 1998 e esperamos que agora com essa ajuda do SEBRAE a gente consiga realizar esse georeferenciamento e, finalmente, entregar o título de propriedade aos agricultores” disse João, lembrado que cada família de Santa Helena tem a posse de 10 hectares e que os outros 360 hectares de reserva legal se encontram fora desse contingente.
O presidente da Asplan avaliou a reunião como muito positiva e reiterou o papel da associação na promoção do desenvolvimento da agricultura paraibana, especialmente, do setor canavieiro. “Hoje, conseguimos reuniu uma instituição, o Incra, uma entidade de classe representante dos produtores e ainda outra entidade, a Fetag, representante dos trabalhadores com uma pauta comum que e o fomento à agricultura paraibana. Penso que unindo forças as ações ganham mais peso e são resolvidas a contento de todas as partes”, finalizou José Inácio que aguarda agora sinalização do Incra para destinar a cana-semente que será doada para os assentamentos.
Deputado se retira da sessão em protesto a manutenção de veto a PL que propunha ação de educação no trânsito em escolas da PB
O deputado estadual Jeová Campos se retirou da sessão remota da ALPB, na manhã desta terça-feira (11), em protesto a manutenção do veto de um Projeto de Lei, de sua autoria que propunha a implantação de ações interdisciplinares de noções de trânsito nas escolas particulares e públicas de ensino infantil, fundamental e médio da Paraíba. “Nós não estamos aqui trazendo uma invenção extraterrestre. O que propus já existe em vários estados da Federação. A Paraíba está e vai continuar atrasada neste aspecto, infelizmente. Se isso não fosse tão importante, a gente não tinha tantas mortes no trânsito. E o que estou propondo não cria despesas, ao contrário, diminuiria gastos com as vítimas de acidentes no futuro, já que ajudaríamos a formar cidadãos mais conscientes em relação ao trânsito que mata hoje milhões de pessoas e no Brasil 70 mil pessoas/ano”, desabafou o parlamentar que taxou de “ridícula’ e ‘vergonhosa’ a postura dos deputados que votaram a favor da manutenção do veto.
O PL em questão, o 1336/2019, dispõe sobre a adoção de atividades pedagógicas pelas escolas particulares e públicas sediadas no Estado da Paraíba, destinadas a divulgarem o Código de Trânsito Brasileiro através de atividades pedagógicas interdisciplinares. “Esse PL não cria despesas e, sinceramente, a justificativa e fundamento da Secretaria de Educação para julgar inconstitucional essa iniciativa, de que a Secretara junto com o DETRAN já desenvolvem ações desta natureza e que estas já são suficientes, não se sustenta”, disse o deputado Jeová, reiterando que sua iniciativa tem como objetivo maior preparar a criança e o adolescente paraibano, futuro motorista, a como bem conduzir o veículo, incutindo neles desde cedo à responsabilidade cidadã. “Se as ações da Secretaria junto com o DETRAN fossem suficientes, a Paraíba não teria tantas mortes no trânsito”, reforçou Jeová, lamentando a subserviência dos parlamentares ao Governo em votar pela manutenção do veto.
O placar da votação foi de 15 votos SIM, oito NÃO e três abstenções. Os deputados que votaram pela derrubada do veto foram: Anderson Monteiro, Anísio Maia, Bosco Carneiro, Buba Germano, Camila Toscano, Chió, Cida Ramos, Cláudio Régis, Wallber Virgulino, Dra. Paula, Estela Bezerra, Jandhuy Carneiro, Moacir Rodrigues e Tovar, além do autor da matéria. A favor do veto votaram: Cabo Gilberto, Doda de Tião, Hervázio Bezerra, João Gonçalves, Júnior Araújo, Ricardo Barbosa, Tião Gomes e Wilson Filho. Se absteram os deputados: Branco Mendes, Dr. Taciano Diniz e Inácio Falcão. Apesar da maioria de votos em plenário, para derrubar o veto era necessário 19 votos SIM.
“Só tenho a lamentar essa visão míope, injustificada e ridícula da Secretaria de Educação e dos colegas desta Casa que não entenderam o alcance desta proposta que não cria despesas alguma às escolas, mas que teria um alcance social imensurável, uma vez que estaríamos fortalecendo e ampliando a formação dos estudantes paraibanos, formando cidadãos mais conscientes de seu papel enquanto motoristas e pedestres”, disse o parlamentar, ressaltando que isso deixa a Paraíba atrás de outros Estados e carente de ações importantes neste contexto da Educação para o trânsito que, também é uma formação para a vida em sociedade.
- Deputado Jeová Campos se retirou da sessão em protesto a manutenção do veto
- Placar da votação de manutenção do veto ao PL
Complexo de Patos tem aumento de 17% nos atendimentos de Urgência e Emergência no final de semana
A Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou um aumento de 17% nos atendimentos deste último final de semana (7 a 9), em relação ao anterior, com a entrada de 173 pacientes. Já em relação ao número de vítimas de acidentes, houve uma queda de 13% com 27 ocorrências.
Entre as 18h da última sexta-feira (7) até a meia noite deste domingo (9), a unidade realizou ainda 10 cirurgias de emergência, sendo cinco de cirurgia geral, quatro de ortopedia e uma plástica reparadora. Dos 173 pacientes atendidos, 27 foram pessoas que se envolveram em acidentes de trânsito, sendo a maior parte de acidentados com motocicletas, 25 no total, e a maioria da cidade de Patos, com nove vítimas.
O plantão de maior movimento foi o do sábado (8), quando 85 pessoas deram entrada na unidade, seguido do plantão de domingo com 67 atendimentos. Das 18h até a meia noite da sexta-feira, outras 21 pessoas passaram pela Urgência e Emergência do Complexo. Na Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, bicicleta e automóvel, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, sintomas de síndrome gripal, dor abdominal, dificuldade de respirar, dor no peito, dor renal, entorse ou torção, agressão animal, dor na perna, agressão física, acidentes com animal peçonhento ou raivosos, dor pélvica, entre outros motivos.
O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que, além de acidentados da cidade de Patos, a unidade ainda recebeu pacientes de Cacimba de Areai, Desterro, Olho D’Água, Quixaba, Catolé do Rocha, Santa Teresinha, Condado, São José de Espinharas, Cacimbas, Teixeira, Emas e Juru. Dos 27 acidentados, 20 eram homens e sete eram mulheres e cinco deles precisaram permanecer internados para cuidados posteriores.
“Registramos a entrada em nossa Urgência e Emergência, neste último final de semana, de um maior número de atendimentos desde o segundo final de semana de março, ou seja, a maior demanda dos últimos dois meses e isso significa que as pessoas voltaram a circular mais, o que não é recomendado no atual momento em que nós identificamos o aumento do número de internações no setor Covid”, alerta o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ele lembra que o vírus continua circulando e as pessoas não podem esquecer disto e também não podem abandonar as ações preventivas de uso da máscara, da limpeza frequente das mãos, do distanciamento social e ainda evitar aglomerações.
- A Urgência e Emergência teve muita movimentação esse final de semana
Jeová propõe implantação do curso de Engenharia da Energia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba
Como todos os países do mundo, o Brasil atravessa uma séria crise energética, com reservas naturais cada vez mais escassas. Em contrapartida, o aumento da população requer cada vez mais energia e a noção de escassez de insumos energéticos nunca foi tão presente. Diferentes opções tecnológicas vêm sendo estudadas e aplicadas em nossa sociedade em detrimento da energia advinda do petróleo, revelando que opções que antes eram consideradas remotas são hoje soluções maduras e rentáveis. Soma-se a isso a nova consciência de responsabilidade ambiental que alerta sobre os riscos do emprego de tecnologias ditas convencionais para geração de energia, e que poderão ser inviabilizadas em um futuro próximo. O protocolo de Kyoto limita o uso de alguns tipos de combustíveis, além de incentivar o uso de energias renováveis e limpas. Por estes e outros motivos é preciso que existam profissionais capacitados para projetarem novas maneiras de geração e uso de energia. E foi pensando nisso, que o deputado estadual paraibano, Jeová Campos propôs que a ALPB encaminhasse requerimento ao Ministro da Educação, Milton Ribeiro, solicitando a implantação do Curso Superior de Engenharia da Energia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba-IFPB.
A Engenharia de Energia, segundo o parlamentar, surge como uma nova área que visa à capacitação profissional para atuar num setor de suma importância para o Brasil e para a humanidade, que é a geração de energia preservando o meio ambiente. “O curso de Engenharia de Energia pode oferecer ao estudante uma formação sólida na área de engenharia e em harmonia com questões de alta relevância para o mundo moderno. O objetivo do curso é a formação de profissionais capacitados a compreender, projetar e gerenciar processos de produção, distribuição e utilização das várias formas de energia disponíveis na matriz energética, sejam elas renováveis ou não renováveis”, explica Jeová.
O Engenheiro de Energia será capacitado a atuar nos setores elétrico, petrolífero e industrial, atuando diretamente com sistemas de produção, geração, transporte, distribuição, gerenciamento e aplicação de energia. No ano de 2016, o IF-RN, através da RESOLUÇÃO N* 38/2015- CONSUP, autorizou a criação e o funcionamento do Curso Superior de Engenharia de Energia, cujo curso teve inicio em 06 de abril daquele mesmo ano. “Como sabemos, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba – IFPB já oferece dezenas de cursos de níveis técnico e superior e a implantação deste curso de Engenharia de Energia no IFPB será de grande importância para o desenvolvimento de nosso Estado assim como já o fez o RN”, justificou o deputado que teve seu requerimento aprovado durante sessão remota da ALPB, da última terça-feira (04).
- O curso vai formar engenheiros para atuar nas áreas de energia renovável ou não
Os 50 anos do curso de Direito do CCJS da UFCG serão lembrados com uma Sessão Especial da ALPB proposta pelo deputado Jeová
“Quando propus essa Sessão Especial em homenagem aos 50 anos de fundação do Curso de Direito do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais – CCJS, do Campus de Sousa, da UFCG, meu primeiro sentimento foi o de gratidão por tudo que ele significa em minha vida não só profissionalmente, mas, sobretudo, de formação de cidadania e espírito público pelo compartilhamento do saber. Foi lá que moldei e forjei a estrutura do ofício que escolhi e no qual sempre atuei com devotado empenho e recompensador prazer”, disse hoje (07), o deputado estadual Jeová Campos. O parlamentar, que é advogado e professor licenciado do Centro, propôs a realização de uma Sessão Especial para comemorar da data, que acontecerá no dia 12 de M aio, às 15h.
A Sessão será transmitida por videoconferência, através da TV Asembleia, Canal 8.2, ou pelo www.al.pb.leg.br/tv-assembleia e ainda pelo YouTube no Legislativo PB. Segundo o parlamentar, a data tem especial significado para ele e uma importância ímpar no estudo do Direito no sertão paraibano. “A vida me presenteou duplamente com o Curso de Direito do CCJS, pois, além da felicidade de ser seu aluno, quis os desígnios divinos que também me tornasse um de seus professores, ao lado de tantos outros aos quais devo muitos de meus conhecimentos nas Ciências Jurídicas e Sociais”, disse Jeová, lembrando que a ocasião também será uma oportunidade de renovar não só sua gratidão a essa prestigiosa instituição, como também poder reencontrar pessoas de tão elevado valor e de sua mais alta estima. “Será um momento emocionante”, finalizou ele, dizendo que o deputado Júnior Araújo, subscreveu sua propositura.
- Deputado Jeová Campos prôpos a realização da sessão especial
Presidente da Asplan pede que Banco do Nordeste reveja política de acesso ao crédito ao produtor
O acesso ao crédito seja para ampliação da lavoura, investimento em equipamentos e novos projetos ou mesmo para aquisição de insumos nem sempre é fácil para o produtor rural. E a questão não é a falta de disponibilidade de recursos pelas instituições financeiras, mas as exigências que muitas vezes dificulta o acesso do produtor a bancos que praticam juros e taxas menores. “O Banco do Nordeste, por exemplo, tem taxas muito atrativas para investimentos, em média de 4,5% ao ano, enquanto outras instituições, a exemplo do Banco do Brasil e Bradesco que praticam entre 6,5% a 12%, não têm taxas tão atrativas, mas terminam emprestando mais porque o acesso ao crédito é mais facilitado”, destaca o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio. Recentemente, ele participou de uma vídeo-reunião com representantes do Banco do Nordeste e solicitou que a instituição reveja sua política de acesso a financiamentos.
Durante a reunião online, que debateu a expansão dos financiamentos para o setor de cana-de-açúcar, José Inácio lembrou que um dos maiores custos do produtor é com energia elétrica e que o Banco do Nordeste tem recursos direcionados para investimentos em energia solar, porém o produtor não com segue ter acesso. “A energia é o principal insumo para manter o processo de irrigação tão necessário e essencial para a produtividade da cultura canavieira na região Nordeste e, neste contexto, a energia solar se coloca como uma ótima oportunidade de redução de custos e desenvolvimento do setor, mas o investimento inicial é muito grande e se o produtor não tem acesso aos recursos não consegue avançar neste sentido”, disse José Inácio, lembrando que fora do horário da tarifa verde fica praticamente inviável o uso da energia convencional ou mesmo do óleo diesel para irrigação pelo alto custo que esses insumos representam no custo final da operação.
O presidente da Asplan reiterou que não adianta o Banco do Nordeste ter ótimas taxas, menores que as praticadas por outros bancos, se o produtor não consegue ter acesso aos financiamentos. “O Banco do Nordeste tem disponibilidade de recursos e taxas menores, mas os recursos não chegam na ponta, então o produtor fica sem outra alternativa que não recorrer a outras instituições que praticam taxas maiores”, reiterou ele. “O BB e o Bradesco, por exemplo, têm taxas maiores e financiam mais. Há algo eu precisa ser revisto pelos técnicos do Banco do Nordeste”, disse José Inácio. Os representantes da instituição se comprometeram a identificar onde está esse gargalo e retomar contato com a Asplan que representa, atualmente, cerca de 1.500 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores canavieiros. “Nós temos interesse no crédito e o Banco do Nordeste tem as melhores taxas. Fica apenas faltando esse acesso ao banco”, disse José Inácio, adiantado que a conversa começa a surtir efeito, tanto 10 produtores canavieiros já vão pleitear junto ao banco o acesso aos financiamentos.
- Presidente da Asplan, José Inácio durante o vídeo debate
Censo de ocupação de leitos Covid do Complexo de Patos comprova evolução da doença e aumento de internações
Um estudo comparativo e evolutivo realizado pelo setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), entre os dias 21 de Abril e 05 de Maio, demonstra que houve aumento de casos da doença e, consequentemente, do número de internações na unidade nos últimos 15 dias. Enquanto no dia 21/04 a taxa de ocupação do setor Covid era de 32%, no dia 05 de Maio esse percentual mais que dobrou, chegando a 66% em relação aos leitos totais destinados aos pacientes com coronavírus. Nesta quinta-feira (06), dos 32 leitos de UTI Covid, 25 estavam ocupados, o equivalente a uma taxa de 78%, enquanto que dos 32 leitos de Enfermaria Covid, 15 tinham pacientes, correspondendo a 47% da capacidade da unidade.
Ao dividir por tipo de leito (UTI ou Enfermaria), a taxa de ocupação de leitos de UTI quase duplicou, saindo de 44% no dia 21/04, para 84% nesta quarta-feira (05). A ocupação de leitos de Enfermaria Covid também subiu, mais que duplicando o percentual, embora em menor proporção que os de terapia intensiva, saindo de 23% no início do estudo para 47% de taxa de ocupação neste 05 de Maio.
Neste período, a maior taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid foram nos dias 02 e 05 de Maio, quando se atingiu 84%. No período, a menor taxa ocorreu no dia 22/04, com 38% de ocupação. Em relação às Enfermarias, a menor taxa foi no dia 23 de Abril, com 16% de ocupação e a maior foram nos dias 27 e 29, quando se atingiu 59%.
“Não chegamos a colapsar em nenhum momento, nem a ter filas de espera por leitos, até porque quando estivemos próximo disto acontecer abrimos cinco leitos de UTI e mais 12 de Enfermaria no Noaldo Leite que nos deram um suporte importante, mas estamos observando nas duas últimas semanas uma curva ascendente de casos, principalmente, de pacientes que necessitam de cuidados intensivos, fato que está nos preocupando muito”, destaca o diretor geral do Complexo Francisco Guedes.
Além das novas variantes do vírus, ainda mais agressivos que os anteriores, Francisco acha que a população começou a afrouxar as medidas de proteção o que resultou no aumento de casos. “Estávamos com a ocupação de leitos caindo, mas, observamos que essa situação mudou nas duas últimas semanas, o que nos deixa preocupados e atribuímos isso a flexibilização das medidas restritivas e também ao relaxamento das pessoas que passaram a sair mais, aglomerar mais e isso é tudo o que a doença precisa para ampliar o número de contaminados”, afirmou Francisco, solicitando apoio da população para que faça a sua parte no combate a proliferação da doença.

Jeová Campos defende que enquanto não tiver vacina para todos os deputados e funcionários da ALPB as sessões continuem sendo remotas
“Essa discussão é imprudente, sem razoabilidade alguma e não tem cabimento na atual conjuntura. Enquanto não tiver vacina para todos e no caso da ALPB não é apenas para os deputados, mas para todos os servidores e funcionários, isso é inconcebível”, disse hoje (04) o deputado estadual Jeová Campos referindo-se a fala do colega Cabo Gilberto que, mais uma vez, solicitou ao presidente da Casa a volta das sessões presencias da Assembleia Legislativa. Adriano Galdino discordou da sugestão, alegando que o plenário da ALPB é um ambiente fechado e, portanto, não seguro para realização de sessões em tempos de pandemia. O deputado Anísio Maia também se manifestou na sessão contra a solicitação do Cabo Gilberto. Para o parlamentar petista esse tipo de postura condiz com a política genocida que encontra no presidente Bolsonaro sua maior referência.
O deputado Jeová propôs a Mesa Diretora que na próxima sessão os parlamentares votem para decidir sobre o assunto em definitivo. “Eu observo que o deputado Cabo Gilberto toda semana traz esse debate para as sessões, mas enquanto não tiver todo mundo vacinado não tem como voltar às sessões presenciais. Eu sugiro que a gente acaba com essa cantilena esgotando esse assunto para acabar com essa discussão que não passa de um posicionamento imprudente”, disse o parlamentar, questionando a postura do colega que não defende o isolamento social, nem o uso da máscara. Jeová lembrou que os trabalhos legislativos não estão prejudicados e estão sendo realizados a contento de forma remota.
Jeová ainda sugeriu ao Cabo Gilberto que use do prestígio que tem junto com o Presidente da República a orientá-lo a mudar de postura. “Porque você não pede a Bolsonaro para deixar de brigar com a China, para deixar de falar besteiras, como fez em sala reservada como fez Paulo Guedes, e criar um ambiente diplomático em que possibilite o Butantã a produzir mais vacinas?”, disse Jeová complementando que “enquanto não tiver vacina, não se pode aglomerar nem na ALPB, nem em lugar nenhum”, destacou Jeová que já tomou a primeira dose por se enquadrar em grupo prioritário, em função de ter tido um câncer e ter problemas cardíacos.
- Deputado Jeová Campos defende que sessões da ALPB continuem de forma remota até que todos estejam vacinados
PL aprovado pela ALPB assegura atendimento prioritário às pessoas com visão monocular nos estabelecimentos públicos e privados da PB
Se dependesse apenas dos deputados estaduais da Paraíba, as pessoas com visão monocular já teriam a partir de hoje, assegurado à prioridade de atendimento nos estabelecimentos públicos e privados no Estado da Paraíba. É que na sessão remota desta terça-feira (04), os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei nº 1.936/20, de autoria de Jeová Campos, que propõe esse atendimento especial.
De acordo com a proposta, que segue agora para aprovação ou não do governador, “fica assegurado o atendimento prioritário às pessoas com visão monocular pelos estabelecimentos públicos e privados sediados no Estado da Paraíba, cujo símbolo da pessoa com visão monocular deverá ser utilizado nas placas indicativas de atendimento prioritário para as pessoas portadoras de necessidades especiais”.
A proposta determina ainda que para se beneficiar da Lei é preciso se enquadrar no perfil de pessoa com visão monocular que é aquela que apresenta cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica, assim como as pessoas de baixa visão, com acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica, os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.
O deputado explica que para fazer jus ao atendimento prioritário à pessoa com visão monocular deverá apresentar qualquer documento firmado por profissional médico que ateste esta deficiência. A propositura ainda determina que o descumprimento da lei sujeitará ao infrator a imposição de multa no valor equivalente a 50 (cinquenta) UFR-PB vigente na data da aplicação da penalidade, e no caso de reincidência o valor da penalidade será aplicado em dobro, além de outras sanções previstas na legislação vigente.
- PL é de autoria do deputado Jeová Campos






















