Author: News Comunicação
Reforma do bloco cirúrgico do Complexo de Patos já está em andamento e previsão de conclusão da obra é final de outubro
A reforma do bloco cirúrgico do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) já está em ritmo acelerado. Com um investimento de R$ 260 mil, o novo espaço contará com três amplas e modernas salas cirúrgicas construídas conforme determinação da norma reguladora RDC 50, ganhará mais um repouso pós-anestésico, um posto de enfermagem e um estar médico. Além das novas salas e espaços, a reforma vai permitir ampliar a quantidade de leitos pós-anestésico, de dois para três unidades. Desde que começou a obra, as cirurgias da unidade foram transferidas para a sede da Ginecam, sem nenhum prejuízo aos pacientes.
“Lógico que a logística das cirurgias mudou um pouco, requerendo de nós uma série de ações complementares, incluindo o transporte deste paciente, mas, sem nenhum prejuízo para eles, pois pensamos nos mínimos detalhes antes de começar a obra e tivemos o cuidado de só iniciá-la após estarmos com toda a estrutura pronta para receber nossos pacientes na Ginecam”, afirma a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade.
A coordenadora de Regulação em Saúde do Complexo, Lidiane Nascimento explica como se dá esse fluxo. “Os pacientes que chegam à nossa porta de entrada são acolhidos e passam por uma avaliação dos nossos plantonistas. A partir desta avaliação e da necessidade de exames complementares, nós teremos uma equipe de transporte 24h, com médicos e enfermeiras, que estarão transferindo esse paciente para a Ginecam se ele necessitar de algum procedimento cirúrgico”, destaca Lidiane. Ela lembra que, paralelamente, a essa conduta uma equipe da unidade já avisa a equipe da Ginecam que esse paciente está sendo transferido. “Ao chegar à Ginecam a sala e equipe já está pronta para realizar o procedimento”, enfatiza Lidiane. As equipes médicas e de enfermagem e suporte ficam de plantão tanto na sede da Ginecam, quanto na unidade.
Ainda segundo Lidiane, após a realização do procedimento, o paciente fica em observação numa sala de estabilização e, somente após o período de observação necessário a cada caso e com absoluta segurança, o paciente é removido para o seu leito no Complexo. Lidiane destaca que além das ambulâncias para o transporte dos pacientes 24h, todos os dias da semana, o Complexo ainda dispõem de dois veículos que estão exclusivos, um para o transporte de material sujo e o outro para o transporte de material limpo. Além disso, todos os dias, uma equipe da Farmácia do Complexo visita a Ginecam para repor os insumos e medicamentos necessários aos procedimentos. A coordenadora do bloco cirúrgico dá expediente na sede da Ginecam para dar todo o suporte necessário aos procedimentos enquanto durar o processo de reforma do bloco cirúrgico do hospital.
“A reforma era necessária e urgente e pensamos muito em como proceder sem que houvesse interrupção de nossos serviços, garantindo a segurança de procedimentos e a melhor forma que encontramos foi esse convênio com a Ginecam. Daí montamos toda uma logística que está nos permitindo manter o mesmo ritmo de trabalho, atendendo a nossa demanda e assegurando a segurança dos procedimentos e, consequentemente, preservando os nossos pacientes que é o mais importante”, finaliza o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
- A obra está sendo feita respeitando a norma reguladora RDC 50
- A previsão é de que em outubro tudo esteja concluído
- A reforma do bloco cirurgico da unidade era uma ação necessária e urgente
- A reforma do bloco cirurgico já está em andamento
- A reforma vai ampliar o níumero de leitos pós-anestésico
- As novas salas cirurgicas serão mais amplas e modernas
- As obras representam um investimento de R$ 260 mil
- Dra. Jaqueline Andrade, diretora técnica do Complexo
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo
Hospital de Patos registra aumento de 12% nos atendimentos de urgência e emergência e 35% nos acidentes de trânsito
A Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, teve um final de semana bem movimentado com um aumento de 12% nos atendimentos em relação ao mesmo período da semana passada. De sexta-feira à noite (16), a partir das 18h, até a meia-noite deste domingo (18), a unidade atendeu 175 pessoas e realizou 11 cirurgias. Houve também um aumento de 35% nos casos de atendimento às vítimas de acidentes em relação ao final de semana anterior, com 31 pessoas socorridas, sendo 24 homens e sete mulheres.
Coincidentemente, os plantões do sábado e do domingo, registraram o mesmo número de atendimentos na urgência e emergência, com 78 pessoas em cada um deles. Entre as 18h e a meia-noite da sexta-feira, mais 19 pessoas deram entrada no Complexo, totalizando 175 pacientes do final de semana.
Das 31 pessoas atendidas por causa de acidentes de trânsito, a maior parte estava em motocicletas, com 25 ocorrências, quatro de automóvel e houve ainda o registro de dois atropelamentos. Das 31 vítimas de acidentes, cinco precisaram ficar internadas no hospital para cuidados posteriores. As demais tiveram alta após o atendimento médico.
Além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura (25), dor abdominal (16), dor renal (9), entorse ou torção (7), acidente com animal peçonhento ou raivoso (7), hemorragia (4), dor no peito (4), entre outros motivos. Das 11 cirurgias realizadas neste final de semana, a maior parte foi de procedimentos oncológicos, com sete cirurgias, seguido de ortopedia, com dois casos e mais dois casos de cirurgia geral.
O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que, além de acidentados da cidade de Patos, que teve 17 ocorrências, a unidade ainda recebeu pacientes das cidades de Condado, Teixeira, Conceição, São Bento, Piancó, São José de Caiana, Catolé do Rocha, Aguiar, Desterro, Imaculada e Olho D’água.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca que os aumentos dos atendimentos que têm sido notados nos últimos finais de semana refletem a volta da circulação de mais pessoas, mas alerta a população para continuar evitando saídas desnecessárias. “O aumento da circulação de pessoas nas cidades é sentido diretamente na nossa porta de entrada, principalmente na urgência e emergência e nos acidentes de trânsito, mas é preciso que a população se conscientize de que é importante circular o mínimo possível, em função da pandemia ainda existir, além de continuar mantendo os cuidados de proteção preventivos, como o uso de máscaras e a higienização frequente das mãos, além do distanciamento seguro”, reforçou Francisco.
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo lembra que o momento ainda é de muita cautela
Palestra promovida pela Asplan atualiza conhecimento de produtores de cana-de-açúcar sobre manejo de herbicida
Mais uma vez, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), através de seu Departamento Técnico (Detec), cumpriu seu papel de difundir conhecimento para seus associados. Nesta quinta-feira (15), produtores paraibanos se reuniram no auditório da entidade, em João Pessoa, para reciclar conhecimento durante palestra sobre “Manejo de herbicida em cana-de-açúcar”. Durante quase duas horas, o professor doutor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Renan Cantalice, abordou esse tema focando na importância do combate eficaz às plantas daninhas que afetam os canaviais, destacando que o manejo deve acontecer em todas as fases, desde o pré ao pós-plantio, após a colheita e ainda de forma pré ou pós-emergência. “A interferência negativa das plantas daninhas nos canaviais pode causar reduções na quantidade e qualidade do produto colhido, diminuir o número de cortes viáveis, além de aumentar os custos de produção”, destacou o palestrante na abertura de sua fala.
Antes da participação do professor, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, deu as boas-vindas ao palestrante e falou sobre a importância da retomada gradual dos eventos técnicos presenciais na sede da entidade, suspensos por mais de um ano em função da pandemia. “Estamos retomando aos poucos nossa rotina de atividades presenciais de forma que essa palestra marca a retomada deste novo tempo e com um assunto que muito nos interessa e faz a diferença nos resultados de nossa cultura”, disse José Inácio, destacando que as palestras técnicas fazem parte de um conjunto de ações que a entidade disponibiliza gratuitamente aos seus associados.
“Todo bom resultado está ligado a bons produtos e à aplicação deles no campo, ou seja, na dose e épocas certas de aplicação”, disse o palestrante, lembrando que em se tratando de manejo de plantas daninhas é preciso que o produtor acompanhe de perto as espécies e veja de qual forma é melhor atacá-las. “Há espécies mais resistentes que requerem produtos mais específicos”, disse ele, reiterando que a escolha e o uso adequado de produtos evita a deriva do produto ou o excesso de aplicação, culminando em maior custoxbenefício para o produtor. “É preciso definir o alvo, qual planta e qual momento, e levar em consideração as características climáticas da região onde o produto será aplicado”, reforçou ele.
Renan Cantalice lembrou ainda que a recomendação do herbicida deve estar fundamentada na previsão da condição hídrica do solo após sua aplicação. “Precisamos averiguar se o solo é seco ou úmido, assim os herbicidas de socarias, por exemplo, são divididos em herbicidas de seca e herbicidas de úmido”, disse o professor. Ele lembrou ainda a importância da pulverização, advertindo que não adianta comprar o melhor herbicida se a pulverização do produto não for realizada da forma correta. “A regulagem e calibração do pulverizador faz toda a diferença na aplicação e, consequente, resposta do produto. O ideal é que essa revisão no pulverizador seja diária, mas é muito comum ela nem ser feita com frequência, o que é um erro que gera desperdícios”, disse o palestrante, lembrando que o ideal é que essa revisão do equipamento seja diária.
No final do evento, o diretor do Detec, Neto Siqueira agradeceu a participação do palestrante, enaltecendo a abordagem do tema proposto. “Foi uma palestra bastante esclarecedora, bem didática e que nos orientou melhor em relação ao uso de herbicidas, já que a ocorrência de plantas daninhas na cultura de cana-de-açúcar provoca perdas sérias na produtividade, quando não controladas adequadamente”, disse Neto, agradecendo ainda a presença do consultor técnico Rodolfo Guerra, da empresa Semear, de Alagoas, que há 14 anos atua no mercado de revenda de defensivos agrícolas. O coordenador comercial da Semear, Antônio Aquino também prestigiou o evento promovido pela Asplan, no mini auditório da entidade.
- A palestra aconteceu no mini auditório da Asplan – Cópia
- A palestra focou o combate as plantas daninhas com o uso de herbicidas
- A palestra foi direcionada a produtores canavieiros associados
- O diretor do Detec da Asplan, Neto Siqueira agradeceu a presença do professor
- O presidente da Asplan, José Inácio falou da retomada das ações presenciais
- O professor doutor, Renan Cantalice, foi o palestrante
- Rodolfo Guerra, da Semear prestigiou o evento
O aumento do gás de cozinha é apenas um detalhe frente a essa espiral desumana do atual governo contra o povo diz Jeová
A maioria do povo brasileiro está assustada com os aumentos consecutivos do gás de cozinha e de outros serviços e produtos. De maio do ano passado até agora, o GLP já teve 12 aumentos, alguns com intervalos inferiores há trinta dias. Os aumentos somados desde maio de 2020 até agora já representam um acréscimo de mais de 50% no preço final repassado ao consumidor. “O pobre, que mal tem dinheiro para comprar alimento, agora não tem como adquirir um botijão de gás para cozinhar. Mas, o gás de cozinha é apenas um detalhe da espiral desta política cruel e desumana contra o povo brasileiro que aumenta preços, congela salários e amplia a pobreza no país”, lamenta o deputado estadual paraibano, Jeová Campos.
O parlamentar lembra que o gás, assim como os outros combustíveis, é uma commodity, e que por isso tem seus preços determinados no mercado global, mas, que se o governo tivesse um olhar social, poderia amenizar essa questão subsidiando o produto ou parte dele. “Na realidade, essa é uma situação que precisa ser avaliada com mais profundidade para se entender que, embora o governo não seja diretamente responsável pelo aumento dos preços do GPL, haveria alternativas para não penalizar tanto a classe menos favorecida da população. Mas, isso tudo tem reflexos no golpe que foi dado no Brasil e contra a autossuficiência e autonomia nacional na questão do petróleo e gás”, afirma Jeová.
Ele reitera que na questão do gás deveria existir uma política social ampla. “Gás é um produto que todo mundo precisa. Quem está na favela, os mais humildes, que não têm uma renda digna para viver não estão mais conseguindo adquirir o produto. Se o governo tivesse compromisso com o povo teria um olhar diferenciado e o gás seria subsidiado. Mas, o governo Bolsonaro só favorece as grandes estruturas econômicas e os ricos que estão cada vez mais acumulando riquezas no país. E, em contrapartida, o que vemos é a ampliação da pobreza, que se alastra em todo o país, de forma violenta e até anticristã”, disse o deputado.
Para Jeová, o atual governo federal vai entrar para a história como o pior governo de todos os tempos, principalmente, pelo crescimento avassalador da miséria, do desemprego, da fome e da ampliação das disparidades sociais. “Veja quanto era um litro de gasolina no governo Dilma, por exemplo, era menos de R$ 3,00. Neste governo agora está R$ 6,00. Um botijão de gás era R$ 28,00. Hoje, está em torno de R$ 100,00 ou mais. E quem paga essa conta com muito sacrifício? Os mais pobres, os que trabalham e os desempregados, mas que precisam comer também”, reforça Jeová.
O deputado reforça que há um esgaçamento das relações sociais no país que, fatalmente, descambam para a violência. “Por isso, que o Brasil é um país cada vez mais marcado pela violência e a concentração da riqueza e a proliferação da pobreza. A volta da fome ao mapa nacional é cruel demais, por isso é preciso estancar as atrocidades deste governo. Desde quando deram o golpe o fundamento era acabar com as refinarias, desacreditar a Petrobras e acabar com a autossuficiência do petróleo para sermos subservientes aos Estados Unidos e isso reduz a independência do país, porque não se pode falar em independência política, sem autossuficiência econômica”, reiterou Jeová.
Segundo a opinião do deputado, o golpe além de destituir um governo legítimo está quebrando o país. “A Lava Jato acabou com a nossa grande estrutura da construção civil, aniquilando as grandes construtoras nacionais. Está acabando com o setor de petróleo e gás nacional, entregou parte importantíssima do nosso pré-sal a preço de banana e agora a Eletrobrás, os Correios e por ai vai. A Reforma Previdenciária e Trabalhista e dos Serviços Públicos todas foram contra os trabalhadores, retirando direitos conquistados e merecidos. Paulo Guedes está privilegiando o capital estrangeiro e especulativo e os brasileiros é que estão pagando essa conta ingrata e arcarão com os prejuízos desta nefasta e entreguista política econômica”, finalizou Jeová, lamentando os rumos que o país tomou nos últimos três anos
- O preço do gás de cozinha está pesando no bolso do brasileiro e é apenas um detalhe da crise
Asplan firma convênio com o Grupo Educacional Cruzeiro do Sul e garante descontos em mensalidades para associados e funcionários
Os funcionários e associados da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e ainda os dependentes destes em primeiro grau têm agora a oportunidade de ter acesso a cursos e programas educacionais oferecidos pelas instituições que integram o Grupo Educacional Cruzeiro do Sul, com descontos variáveis nas mensalidades. O Termo de Convênio entre as duas instituições já está em vigor, tem prazo indeterminado – até que uma das partes resolva revogar – e já vale para o próximo semestre. Uma das instituições integrantes do Grupo na Paraíba é a Unipê, localizada em João Pessoa, um dos centros universitários mais respeitados e procurados da capital paraibana.
De acordo com a minuta do convênio firmado com a Asplan, os descontos nas mensalidades escolares variam de 10% a 30%, dependendo do curso. Para graduação – Bacharelado, Licenciatura e Graduação Tecnológica – modalidade presencial e também na modalidade a distância ou semipresencial, o desconto é de 10%. Já para Pós-Graduação, especialização latu sensu e MBA, na modalidade presencial, e ainda para Cursos de Extensão, o desconto sobe para 20%, enquanto para Pós-Graduação, especialização latu sensu e MBA, modalidades à distância ou semipresencial, o desconto chega a 30%. O acordo também prevê isenção na taxa de inscrição para processo seletivo de graduação presencial e a distância.
“Nós sempre procuramos ampliar o leque de serviços para nossos associados muito além da assistência técnica e associativa, ofertando serviços diversos e parcerias com empresas conveniadas que garantem descontos ou vantagens aos nossos colaboradores e fornecedores e, neste caso agora, na área educacional”, explica a gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira. Ela lembra que além deste convênio, há outros que são diferenciais para os associados e funcionários que contam ainda com atendimento odontológico e serviços de ambulatório médico em consultórios próprios, com atendimento gratuito na sede da entidade, em João Pessoa. Para tanto, a entidade tem em seus quadros uma dentista e um médico do trabalho. Os colaboradores e associados têm ainda plano de saúde e de telefonia com preços mais acessíveis e convênio com laboratório de análises clínicas.
“Nós da Unipê temos uma imensa satisfação em ter um convênio com a ASPLAN, onde através desta parceria poderemos colaborar com a formação, e abranger o leque de conhecimentos de todos os associados e colaboradores desta entidade, abrangendo alguns benefícios inclusive para terceirizados e parentes de primeiro grau”, afirma Thiago Henrique Crispim, Agente Comercial Externo da Unipê. Ele lembra que a universidade tem também a Megacorp, que são vestibulares coorporativos exclusivos para a empresa.
Comissão de Agricultura da Câmara deve marcar audiência pública sobre CBios para produtores de biomassa
Grande parte das Usinas não têm repassado o crédito financeiro (CBios) criado pelo RenovaBio para os produtores da matéria-prima dos biocombustíveis. O relator do Projeto de Lei 3149/2020 na Comissão de Agricultura da Câmara Federal, o deputado José Mário Schneiner (DEM-GO), solicitou audiência pública para tratar dessa polêmica. Em reunião ontem (13) entre CNA, Feplana, Orplana e Unida, com Schneiner acompanhado do deputado Efraim Filho (DEM-PB) – autor dessa proposta legislativa para garantir que as usinas passem a pagar o Crédito de Descarbonização (CBios) aos fornecedores da matéria-prima do biocombustível – solicitou a realização da audiência sobre o assunto. O parlamentar afirmou que apresentará seu relatório logo depois do recesso. A audiência pública será agendada após a volta do recesso da Câmara, em agosto, e contará com a participação de entidades canavieiras, incluindo entidades do setor industrial para retomada da discussão do assunto.
As entidades representativas dos produtores de cana têm esta pauta como prioridade e mostraram a sua união aos deputados, por meio da Feplana, Orplana, Unida e CNA. Estas entidades defendem a atualização da lei do RenovaBio para evitar a continuidade da injustiça com os produtores de todas as matérias-primas voltadas para a produção dos biocombustíveis.
O PL que corrige essa injustiça busca garantir que as usinas paguem os CBios da cana entregue pelo agricultor de forma proporcional à quantidade da matéria-prima fornecida por eles, com os devidos descontos dos custos operacionais das unidades referentes ao crédito de descarbonização. Porém, desde o último ano, quando os CBios começaram a ser comercializados, quase a totalidade das usinas não têm pago ou tem oferecido só uma parte dos créditos de descarbonização na forma de bônus e não sua obrigação acordada na construção do RenovaBio.
A meta definida em lei para este ano é de gerar R$ 850 milhões em CBios (24,8 milhões de crédito), recurso que será pago pelos contribuintes dos combustíveis fósseis de acordo com o RenovaBio. Portanto, é necessário que o produtor de biomassa para fabricação de biocombustíveis seja devidamente incluído, e não apenas as usinas que utilizam a matéria-prima do campo, realçam as entidades da cana.
É inadmissível deixar de fora os produtores
“Garantir que as usinas passem a pagar o Crédito de Descarbonização (CBios) aos fornecedores da matéria-prima do biocombustível é uma questão de justiça com os produtores, uma vez que é no campo onde mais acontece a baixa emissão de CO2 já que é no processo produtivo que isso se estabelece em maior escala”, reforça o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que estava em Brasília e participou da reunião com as entidades. Ele lembra que é inadmissível que um Programa como o RenovaBio que se propõe a estimular a baixa emissão de Carbono tenha deixado de fora, justamente, quem participa diretamente dessa ação que são os produtores.
- Representantes de associações de produtores em reuniçao em Brasília para debater o CBios
Visita técnica inicia ações do projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos no Complexo Regional de Patos
Primeiro veio à inscrição para o processo seletivo do projeto, depois uma entrevista com toda a equipe e, em seguida, o tão esperado resultado de aprovação e inclusão no Projeto pioneiro de Reestruturação de Hospitais Públicos no Estado da Paraíba. E nesta terça-feira (13), o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) iniciou, efetivamente, as ações do projeto ‘Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP)’, desenvolvido, desde 2009, pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), por meio do PROADI-SUS. Ontem, representantes do HAOC e do Ministério da Saúde estiveram na unidade realizando a primeira visita técnica. O projeto vai contribuir com a gestão hospitalar, através de uma melhor sistematização de processos assistenciais, administrativos e gerenciais, que promoverão a redução de riscos aos pacientes, familiares e colaboradores seguindo os princípios do Programa Nacional de Segurança do Paciente, do Ministério da Saúde.
Segundo a diretora clínica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade, o projeto vai possibilitar o aperfeiçoamento de práticas que melhorarão, ainda mais, a assistência prestada pela unidade, inclusive e principalmente, no setor Covid. “Com o projeto esperamos aperfeiçoar nossos processos internos, impactando positivamente na redução do tempo de internação, no aperfeiçoamento do giro de leitos, numa melhor disseminação da cultura de qualidade no atendimento e segurança do paciente e ainda reforçar a otimização de custos da unidade que já tem uma gestão consciente e eficaz de recursos”, destaca a diretora.
O diretor geral da unidade, Francisco Guedes, reforça a importância do projeto para o Hospital de Patos. “As ações que nos dão suporte para melhorar nossa prestação de serviços, como esse projeto, sempre encontrarão espaço para serem implantadas e executadas e, neste caso específico, estamos muito contentes e ainda mais receptivos, pois ele trará para a nossa unidade um conjunto de ações que fortalecerão, ainda mais, o processo de melhoria contínuo que já está em andamento desde o ano passado”, reforça o diretor geral, agradecendo a Tarcianna Suassuna, do Ministério da Saúde, que foi quem inscreveu o CHRDJC no Projeto.
As ações realizadas nesta terça-feira marcam o começo efetivo do projeto, que consiste na aplicação da Ferramenta de Avaliação Hospitalar (FAHosp) que vai servir para fazer o diagnóstico da situação atual da unidade. A partir daí, explica a coordenadora do Projeto pelo HAOC, Carolinne Abrahão, serão feitos o planejamento de melhorias, seguido da implantação de processos que serão monitorados ao longo dos próximos 18 meses, através de visitas presenciais e atividades remotas periódicas. A unidade já formou uma equipe interna multiprofissional que terá a responsabilidade e compromisso de ser multiplicadora de conhecimentos com os demais colaboradores em seus mais variados setores de atuação.
A equipe que representou o Hospital Alemão Oswaldo Cruz na visita técnica ao Complexo de Patos foi composta pela médica, Ana Lúcia Acquesta, pelo enfermeiro, Leonardo Tome da Silva, pela farmacêutica, Tatiana da Silva Francelino e ainda pela Coordenadora do Projeto RHP, Carolinne Abrahão. Já a Força Nacional do SUS foi representada pela enfermeira Tarcianna Suassuna.
Sobre o Projeto
O Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP) é uma ação de intervenção e de instrumentalização em gestão em saúde que desenvolve ações para fortalecer e fomentar melhorias nos processos assistenciais, administrativos e gerenciais dos hospitais do SUS, com enfoque na avaliação e no monitoramento contínuo de processos, na redução de custos e no gerenciamento consciente de recursos humanos e materiais, consequentemente contribui para a padronização de rotina e a redução de riscos aos pacientes, aos familiares e trabalhadores da saúde. O projeto já contempla outros 56 hospitais públicos no país, localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, áreas onde o número de casos de Covid cresceu muito nos últimos meses. Na Paraíba, além do Complexo Hospitalar de Patos, outras unidades vão desenvolver o Projeto, a exemplo do Hospital de Trauma de Campina Grande e o Hospital Militar Edson Ramalho, em João Pessoa.
- A equipe do Complexo com os técnicos do Hospital e da Força nacional
- A equipe multiprofissional do Complexo difundirá as informações para os demais colaboradores
- A equipe técnica visitou todas as instalações da unidade
- A estrutura do Hospital do Bem também foi avaliada
- A parte externa do hospital também foi visitada
- A UTI também foi avaliada
- A visita técnica foi feita em todos os setores da unidade
- A visita técnica passou por vários setores
- Diretoria e representante do Ministério e da Força Nacional formalizam início do Projeto em Patos
- Na Farmácia, Dra. Jaquelline mostra ao técnico os protocolos internos
- O estoque de suprimentos também foi avaliado
- O estoque e disposição dos insumos na Farmácia também foram vistos
- O Projeto trará melhorias para a unidade
- Os procedimentos internos também foram checados
- Os processos internos formam avaliados
- Os técnicos avaliaram processos internos e vão sugerir melhorias
- Os técnicos passaram toda a terça-feira em Patos
- Os trabalhos foram feitos também à noite
Censo do setor de isolamento Covid do Complexo de Patos atesta que pacientes adultos jovens superam idosos nas internações
Dados do Portal da Transparência do Registro Civil mostram que no primeiro ano da pandemia de Covid-19 no Brasil de 70% a 80% dos óbitos estavam concentrados entre pessoas com mais de 60 anos. Este ano, no segundo ano da pandemia, os números começaram a mudar e as mortes de pessoas mais novas, até 59 anos, já passam da metade dos óbitos registrados no país.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1413016&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1413016&o=node Não apenas essa tendência de redução da idade das pessoas que não resistiram à doença, como também da faixa etária de quem precisa de internação para tratar de complicações da Covid é influenciada, principalmente, pelo avanço da vacinação no país, que iniciou no fim de janeiro pelas pessoas mais velhas. Os dados do censo do setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) atestam que cada vez mais pessoas na faixa etária de adultos jovens, entre 30 e 40 anos e até 50 anos estão superando o número de internações de pacientes de idade mais avançada.
Nesta segunda-feira (12), por exemplo, dos 30 pacientes internados no setor Covid da unidade, a grande maioria deles, o equivalente a 73% do total, são de pessoas na faixa etária entre 30 e 50 anos, sendo sete pacientes na faixa dos 30 anos, nove na faixa dos 40 anos e seis pacientes na faixa etária dos 50 anos. Na faixa etária de 60 anos há três pacientes, na de 80 anos mais três e apenas um paciente está na faixa de 80 anos. Há ainda um paciente faixa etária de 20 anos. E esses dados refletem uma realidade observada nos últimos meses.
O coordenador do setor Covid do Complexo, Dr. Pedro Augusto reforça essa constatação. “Os casos graves da doença, já há algum tempo, não estão mais concentrados na faixa etária de idades mais avançadas, pois estamos nos deparando cotidianamente e tratando casos graves de Covid em adultos jovens, na faixa etária dos 25 aos 55 anos de idade”, destaca o médico, lembrando que isso se deve, principalmente, ao avanço da vacinação nos idosos, que já imunizou a população acima de 70 anos com uma cobertura de segunda dose bastante expressiva e que acima de 80 anos já se tem 80% da população com a segunda dose e passados mais de 20 dias da imunização.
O médico alerta que independentemente da idade, ao notar os sinais suspeitos de Covid ou agravamento da doença, a recomendação é procurar atendimento imediato. “O principal sintoma é o desconforto respiratório, que pode incluir sensação de cansaço, falta de ar, aumento de inspirações por minuto e mal-estar intenso. A piora tende a acontecer entre o sétimo e o décimo, portanto, ao perceber alguns destes sinais, é prudente procurar o serviço de saúde para verificar o que deve ser feito”, reforça Dr. Pedro, lembrando que tratamentos caseiros e paliativos só agravam o quadro do paciente que, em alguns casos, chegam aos hospitais com um quadro tão grave que fica difícil ter resposta satisfatória ao tratamento.
Fonte: Com informações da Agência Brasil
- Dr. Pedro Augusto está na linha de frente do Covid-19 no Hospital de Patos e alerta população sobre mudança de faixa etária
- No setor de isolamento Covid de Patos é cada vez mais comum a internação de adultos jovens
Hospital de Patos atendeu 187 pessoas na Urgência e Emergência neste final de semana
AEmergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), em Patos, teve um final de semana bem movimentado com o atendimento de 187 pessoas, entre as quais 23 por causa de acidentes de trânsito e todas elas vítimas de acidentes com motocicleta. Entre as 18h da última sexta-feira (9) até a meia noite deste domingo (11), a unidade realizou seis cirurgias, sendo três vasculares, uma de ortopedia, outra oncológica e uma cirurgia geral.
O plantão de maior movimento foi o de domingo (11), quando 82 pessoas deram entrada no Complexo, seguido do plantão de sábado (10) quando foram atendidas mais 78 pessoas. E das 18h até a meia noite da sexta-feira (9), mais 27 pessoas passaram pela Urgência e Emergência da unidade. Quatro pessoas vítimas de acidentes precisaram permanecer internadas após os primeiros atendimentos.
Além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura (14), sintomas de síndrome gripal (10), dor no peito (8), dor abdominal (7), rebaixamento da consciência/desmaio (7), agressão física (5), entorse ou torção (5), crise nervosa (4), agressão animal (4), dor renal (3), dor de cabeça (3), entre outros motivos.
O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que, além de acidentados da cidade de Patos, que teve 10 ocorrências, a unidade ainda recebeu pacientes das cidades de Condado, Cacimba de Areia, Teixeira, Coremas, Quixaba, Boa Ventura, Passagem, Manaíra e Matureia e até um paciente da cidade de São Francisco do Oeste (RN).
Paciente que se recupera da covid-19 se emociona com banho de sol no Hospital Regional de Patos
Os serviços prestados pelo Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, vão muito além dos medicamentos ministrados, dos insumos e equipamentos disponibilizados, da infraestrutura do hospital, e da técnica e profissionalismo de todos os funcionários. O acolhimento humanizado vem ajudando muito na recuperação de pacientes do setor Covid, onde ficam isolados e distantes de seus familiares. Neste domingo (04), uma ação evidenciou essa conduta, quando integrantes da equipe multiprofissional do isolamento levou o paciente Kairone Petrovino de Sousa Freitas, 36 anos, para ver o sol no jardim interno do setor. Essa foi a primeira vez que ele saiu do leito desde que foi internado, no dia 14 de maio passado.
O momento emocionou a todos porque, além de possibilitar que ele visse o sol pela primeira vez desde sua internação, Kairone pediu a equipe que cantasse a música “Eu Navegarei”, que para ele é muito familiar e acolhedora. Essa canção era cantada por sua mãe, Euci Hercília de Souza, que também foi internada na mesma época de Kairone no setor Covid do Complexo, mas, infelizmente, não resistiu e veio a óbito no dia 25 de maio. Ele ainda não sabe do falecimento da mãe.
Paciente da UTI Covid, onde permanece há 51 dias, Kairone precisou ser intubado e foi traqueostomizado há 34 dias. Ele desenvolveu a forma grave da doença, mas se recupera a cada dia. “Ele ainda está traqueostomizado e fazendo uso de suporte de oxigênio, mas melhora a cada dia, o que para todos nós significa uma vitória, dada a gravidade do quadro que ele apresentava e pela sua recuperação”, afirma a diretora clínica do Complexo, Dra. Jaquelline Andrade, lembrando que Kairone é uma pessoa com doença mental e que também, por isso, exigiu da equipe uma atenção diferenciada.
A cena de Kairone com a equipe no jardim do Complexo foi registrada em vídeo e emociona a quem vê. Ainda na cadeira de rodas e visivelmente debilitado, Kairone cantou a música junto com a equipe em homenagem à mãe. E num gesto de pura delicadeza, após a gravação do vídeo, ele pegou uma flor e ofereceu à equipe que tão bem continua cuidando dele.
- A equipe do Complexo em um momento de acolhimento e humanização
- Kairone Petrovino agradeceu a equipe que cuida dele com esse gesto
- Kairone Petrovino está internado há 51 dias no setor de isolamento Covid do Complexo
- O momento emocionou a todos















































