Author: News Comunicação
Hospital de Patos registra alta de 11% nos atendimentos às vítimas de acidentados no trânsito
O plantão deste final de semana (02 a 04) na Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento de 138 pessoas. Comparando os dados com os do final de semana anterior, a unidade registrou um aumento de 11% nos atendimentos por acidentes de trânsito e uma queda de 9% nos atendimentos a outras ocorrências.
Entre as 18h da sexta-feira (02) até a meia noite deste domingo (04), a unidade realizou 18 procedimentos cirúrgicos, sendo a maior parte deles de cirurgias ortopédicas em função dos acidentes. O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando 63 pessoas deram entrada na unidade, seguido do sábado, com 52 pacientes; e das 18h à meia noite da sexta-feira, mais 23 pessoas foram atendidas.
Das 20 vítimas de acidentes de trânsito, a maioria foi de acidentados com motocicleta, num total de 15 ocorrências, seguida de bicicleta, com dois casos. Mas ainda houve o registro de um acidentado com automóvel, um acidente com veículo de tração animal e ainda um atropelamento. A maior parte das vítimas era de Patos, num total de nove pacientes, mas o hospital atendeu pessoas de Piancó, Princesa Isabel, São José do Sabugi, Conceição, Triunfo, Riacho dos Cavalos, São José de Espinharas, São Bento e Passagem. Dos 20 acidentados, oito precisaram ficar internados para cuidados posteriores.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste período foram de pacientes com dor abdominal, queda da própria altura, sintomas de síndrome gripal, contusão diversa, entorse ou torção, dificuldade de respirar, acidente com animal peçonhento ou raivoso, queda de nível, hipertensão, hemorragia, crise nervosa, náusea e vômito, problema pulmonar, entre outros motivos.
- Balaço de atendimentos no final de semana teve 138 pessoas atendidas
Hospital Regional de Patos realiza mutirão de cirurgias ortopédicas
Com a flexibilização de medidas restritivas e retomada gradual do ritmo e dia a dia das pessoas, mesmo ainda vivendo tempos de pandemia do Covid, é normal que haja uma maior circulação nas cidades e estradas o que, fatalmente, aumenta o número de acidentes e de pessoas que precisam de procedimentos cirúrgicos, principalmente, na área de Ortopedia. E o reflexo disso tudo já é sentido na movimentação da Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) que iniciou o mês de julho com um total de 26 pacientes necessitando de cirurgias ortopédicas. E para agilizar o atendimento desta demanda, a unidade resolveu realizar um mutirão de cirurgias ampliando a realização destes procedimentos essa semana.
O mutirão começou na última terça-feira (29), quando foram realizados sete procedimentos de fraturas e no dia seguinte, foram atendidos mais oito pacientes que necessitavam de cirurgias também decorrentes de fraturas em membros inferiores e superiores e vai seguir neste ritmo até todos os pacientes serem operados.
O coordenador da Ortopedia do Complexo, Dr. João Suassuna, explica que a rotina da unidade previa a realização de quatro cirurgias por turno, mas, que devido à suspensão do isolamento social e o aumento da demanda houve a necessidade de ampliar esse serviço de forma emergencial. “Enquanto estávamos em isolamento social dava para atender a demanda nestas condições operando em um turno, mas com a retomada do ritmo das cidades, aumentou os acidentes de trânsito e, consequentemente, a nossa demanda no setor ortopédico o que nos levou a realizar esse mutirão”, afirma o médico.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, lembra que a iniciativa do mutirão foi a melhor forma de resolver essa questão garantindo mais agilidade no atendimento dos pacientes. “O mutirão foi uma ação emergencial. Estamos em plena realização das obras em nosso bloco cirúrgico, o que nos obrigou a deslocar nossos procedimentos para a sede da clínica Ginecam enquanto durarem as obras, mas estamos atentos a essa questão do aumento do número de acidentados e da demanda de procedimentos ortopédicos. O importante é que estamos resolvemos o gargalo que se formou com a realização do mutirão”, explicou Francisco.
- Enquanto o bloco cirúrgico do hospital passa por reformas, os procedimentos estão sendo realizados na sede da Ginecam
- Nos primeiros dois dias do mutirão foram realizadas 15 cirurgias ortpédicas
- O mutirão de cirurgias começou na última terça-feira
O escândalo Covaxin é apenas um caso que demonstra a contradição do discurso Bolsonarista sobre vacinas e corrupção diz Jeová
- O escândalo da compra da Covaxin derruba o discurso anticorrupção do governo Bolsonaro afirma Jeová
“A CPI da Covid no Senado está expondo para o país inteiro que o discurso de moralidade e combate a corrupção no governo Bolsonaro não passa de um engodo e a negociação das vacinas superfaturadas é apenas um caso que demonstra a contradição entre o discurso e prática deste governo”, disse hoje (01) o deputado estadual paraibano, Jeová Campos. O parlamentar se refere a um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo de Jair Bolsonaro.
Segundo o deputado, embora o Planalto negue as acusações, inclusive dizendo que a compra não foi efetuada, a CPI tem provas de que a aquisição de 20 milhões de doses desse imunizante, no valor total de R$ 1,6 bilhão, teria sido superfaturada em 1000%. “Documentos obtidos pela Comissão atestam que o valor contratado pelo governo brasileiro, de US$ 15 por vacina, o equivalente a R$ 80,70, ficou muito acima do preço inicialmente previsto pela empresa Bharat Biotech, de US$ 1,34 por dose”, lembra Jeová. “O Governo alega que não houve irregularidade porque a compra não foi efetivada, mas, ele não diz que o dinheiro está empenhado para tanto. Essa compra não foi finalizada porque o escândalo estourou antes”, afirma Jeová.
O parlamentar paraibano lembra ainda que o envolvimento em atos de corrupção do Governo nessa questão da compra de vacinas fica ainda mais evidente quando se chama atenção para o fato do Governo Federal ter dito que recusou a compra do imunizante da Pfizer porque alegou que o preço seria alto demais. “Mas, é preciso lembrar que a dose da Covaxin ia sair muito mais cara para o Governo, na ‘bagatela’ de US$ 5 a mais que o imunizante da Pfizer. Como explicar isso?”, questiona o deputado, que vai mais além e questiona o por que do presidente ao tomar conhecimento da suspeita de superfaturamento na compra de vacinas não ter levado essa questão aos órgãos de controle. “A omissão, neste caso, se constitui numa clara demonstração de prevaricação por parte de Bolsonaro. Esse governo perdeu o discurso de anticorrupção e o caso da Covaxin é apenas um elemento no meio de tantos atos que desmontam esse discurso”, finaliza Jeová.
UTI Covid do Complexo de Patos volta a atingir 100% de sua capacidade na manhã desta quinta-feira
O setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) inicia o mês de julho com 100% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva em sua capacidade máxima, com 32 pacientes com coronavírus internados na UTI necessitando de cuidados especiais. A taxa de ocupação nas enfermarias Covid, por enquanto, está em 30%, equivalente a 11, dos 46 leitos ocupados nesta quinta-feira (01).
O coordenador do setor Covid do Complexo, Dr. Pedro Augusto, alerta para a gravidade do momento e pede que a população colabore mantendo os cuidados necessários em tempos de pandemia. “Apesar das medidas restritivas terem sido flexibilizadas, ainda estamos vivendo em plena pandemia e não podemos achar que tudo está normal, inclusive, é preciso alertar a população que os casos graves não mais estão se concentrando nas faixas etárias de maior idade, pois nós estamos tratando casos graves da doença em pessoas jovens, em adultos jovens, na faixa entre 25 anos e 55 anos de idade”, disse o médico, lembrando que somente com a vacinação da população a situação estará em maior controle.
Dr. Pedro lembra que medidas como usar máscaras, evitar aglomerações, manter o distanciamento social, lavar frequentemente as mãos e fazer uso de álcool em gel ou líquido em 70% ajuda a combater a proliferação do vírus e, consequentemente, diminuir o número de doentes e de pessoas que podem precisar de uma internação em casos mais grave. “A melhor maneira ainda é a prevenção porque a Covid é uma doença perigosa e imprevisível. Muitas vezes temos um paciente jovem, que tinha uma vida saudável, sem comorbidades que complica seu quadro e outro paciente idoso, com comorbidades que tem uma resposta ao tratamento mais satisfatória. Então, o melhor mesmo é não arriscar ficar doente”, reitera Dr. Pedro, lembrado que a cooperação de todos é fundamental para que se saia deste momento crítico.
Dr. Pedro explicou ainda que o Complexo hoje atua, basicamente, com dois setores. Um setor de sintomáticos respiratórios e outro que atende pacientes sem sintomas respiratórios. “Os pacientes que chegam com infarto, cirrose, com erisipela, e com outros sintomas são atendidos numa área totalmente diferente dos pacientes que têm sintomas respiratórios, inclusive, o acesso é distinto”, reitera ele, lembrando que os pacientes que têm algo ligado ao aparelho respiratório como tosse, cansaço, com expectoração, etc, têm atendimento no setor de isolamento. “Dentre esses pacientes, alguns têm o Covid, mas estes são colocados noutra área”, destaca ele.
O médico destaca também que o setor de isolamento da unidade é ainda subdividido em duas áreas. Uma dos pacientes suspeitos e outra dos pacientes confirmados. “Nós não podemos pegar um paciente suspeito de Covid e colocar ele num a enfermaria comum, onde os pacientes têm outras doenças, pois se agíssemos assim estaríamos contribuindo para disseminar o vírus”, explicou ele.
Sobre o paciente Carlinhos
O paciente Carlos Antônio dos Santos Freitas, de 34 anos, mais conhecido em Patos por Carlinhos, está internado no setor de isolamento Covid do Complexo, desde a última segunda-feira (28), ocupando um dos leitos da UTI. Por causa de sua obesidade elevada, já que o paciente pesa quase 300 quilos, o quadro geral dele é grave e inspira cuidados principalmente, pelo excesso de peso. Ele encontra-se intubado e sob monitoramento intensivo. Dr. Pedro lembra que embora o teste rápido feito na UPA em Carlinhos tenha dado negativo, os sintomas e avaliação clínica do paciente são indicativos do Covid. “Esse teste rápido tenta diagnosticar a presença de imunoglobulinas, mas ele tem várias falhas, entre elas o tempo de sintoma, porque quando o paciente está com poucos dias de sintoma, o organismo ainda não produziu imunoglobulinas, ou seja, essas defesas. Então, se o teste rápido for feito muito cedo, ele dará um falso negativo”, esclarece o médico.
Segundo Dr. Pedro, ao chegar ao hospital foi feito o Swab, que é um exame de maior sensibilidade que detecta o vírus de forma precoce, já que ele identifica a presença do vírus nas vias aéreas do paciente. “Mesmo sem o resultado do Swab, que demora uns dias porque é preciso de tempo possa isolar o vírus, a observação clínica e laboratorial de Carlinhos e os exames complementares já identificaram uma pneumonia viral, que é uma das intercorrências do Covid, e portanto, ele já começou o tratamento contra a doença”, diz Dr. Pedro, lembrando que a gasometria do paciente também dá o indicativo da doença. “A gasometria vê a oferta de oxigênio e o que realmente o paciente tem conseguido absorver deste oxigênio. A relação normal é acima de 300. Um paciente com pneumonia viral grave, por exemplo, tem uma relação menor que 100 e Carlinhos está apresentando 68, muito aquém do que seria normal, o que é um forte indicativo de pneumonia viral”, disse o médico.
Dr. Pedro lembrou ainda que o dedimetro, que é um exame que vê a possibilidade de trombos dentro do pulmão, também estava bastante alterado no caso deste paciente. “Normalmente, o dedimetro deve estar abaixo de 250 e em Carlinhos estava em três mil, o que é um forte indicativo de comprometimento nas arteríolas e artérias pulmonares, então por mais que o teste rápido dele tenha dado negativo, a observação clínica é soberana”, finalizou Dr. Pedro.


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Destinação de maior volume de recursos da história do Plano Safra do BB reforça compromisso do atual governo com o agro diz José Inácio
“A confirmação de destinação do maior volume de recursos em toda a história do Plano Safra para o biênio 21/22 reforça o compromisso do presidente Bolsonaro com o setor agropecuário e nos aproxima, ainda mais, deste governo que tem tido um olhar muito especial para o nosso setor, até porque ele entende que o agronegócio é um segmento de grande importância para o país e com esse aporte de recursos ficará ainda mais forte e pujante”, disse o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro se referia ao anúncio dos recursos disponibilizados pelo Banco do Brasil para o Plano Safra 2021/2022 que destinará o maior volume de recursos da história do Plano, totalizando R$ 135 bilhões. A cerimônia de lançamento foi transmitida ao vivo e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, dos ministros da Agricultura, Tereza Cristina e da Economia, Paulo Guedes.
O presidente do BB, Fausto Ribeiro, também presente na solenidade, confirmou que o governo Bolsonaro está disponibilizando o maior volume de recursos para o Plano Safra de toda a história do programa. “Somos o maior parceiro do agronegócio no país e estamos ofertando um volume de recursos 20% maior que o Plano anterior, com boas taxas e condições de negociação, reforçando assim o nosso compromisso de continuar a ser o maior parceiro do homem do campo, com a disposição de mais de cinco mil agências no Brasil”, disse Ribeiro, lembrando que no plano anterior o banco formalizou negócios de investimento, formação técnica e práticas no campo em 5.400 municípios do país.
Durante a solenidade, representantes do BB e produtores rurais de várias regiões do país, a exemplo de Uberaba (MG), Cascável (Paraná), Rondônia (Porto Velho), Ribeirão Preto (SP), formalizaram contratos ao vivo, já utilizando recursos que serão disponibilizados pelo Plano Safra 21/22. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, reforçou o compromisso do atual governo com o setor produtivo e reiterou que a presença do presidente Bolsonaro e do ministro, Paulo Guedes, à solenidade era uma demonstração do prestígio que o setor tinha no atual governo. “A presença de nosso presidente nesta solenidade demonstra não só a sensibilidade de sua gestão com o agronegócio, como reforça o compromisso deste governo com o homem do campo e com o setor produtivo”, disse a ministra. Ela lembrou que o Plano Safra contempla desde o pequeno ao grande produtor com a proposta de fomentar o investimento no campo. A ministra ainda lançou o desafio de o país atingir uma safra de 300 milhões de toneladas.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou a vocação que tem o país para o agronegócio e falou da importância dos investimentos neste setor, reforçando seu papel de destaque no cenário nacional. “O agronegócio ultrapassou a indústria na representatividade econômica do país e isso mostra a força deste setor para o equilíbrio da economia nacional. O país tem vocação para o agronegócio e esse governo enxerga isso de forma muito clara, objetiva e efetiva”, disse Guedes.
O presidente Jair Bolsonaro encerrou os discursos falando de seu compromisso com a nação brasileira e da satisfação de seu governo está apoiando efetivamente um setor tão importante para a economia e desenvolvimento do Brasil e que não parou durante a pandemia. “A missão de conduzir os destinos da nação me foi confiada e sigo neste firme propósito com uma equipe competente. E no que diz respeito ao agronegócio devo dizer que o agro não parou durante a pandemia, muito pelo contrário, produziu mais ainda, obviamente pela abnegação, pela vontade e pela coragem do nosso homem do campo. E o campo ao não parar garantiu não só a nossa segurança alimentar, mas a alimentação de mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo”, disse Bolsonaro.
O presidente lembrou ainda dos avanços do seu governo, citando uma obra hídrica do Rio Grande do Norte, que estava parada e que agora será concluída. “Essa obra que foi esquecida e que vai propiciar que o agricultor possa irrigar sua lavoura e vamos concluí-la breve. Não existe satisfação maior que servir à pátria”, disse ele, lembrando que “o agronegócio é a locomotiva da nossa economia” e que o Brasil está de parabéns. “Venceremos sim e peço a Deus que ao final de nosso mandato, eu consiga, junto com meus ministros, entregar um país muito melhor do que aquele que recebi em janeiro de 2019. Parabéns a todos, ao BB, aos produtores e a ministra Tereza Cristina”, finalizou Bolsonaro.
- Durante o evento foi destacado a força do agronegócio nacional
- Lançamento do Plano Safra foi feito de forma remota
- O Plano foi lançado hoje
- O Plano Safra 2021-2022 disponibiliará R$ 135 bilhões em recursos
- O presidente Bolsonaro falou de seu compromisso com o país e com o setor produtivo
- O presidente do BB, Fausto Ribeiro
- Presidente Bolsonaro prestigiou a solenidade
- Tereza Cristina, Bolsonaro, Paulo Guedes e Fausto no lançamento do Plano
- Vários contratos foram assinados ao vivo durante lançamento do Plano
Atendimentos crescem 11% no Hospital de Patos e número de acidentados cai 28% no fim de semana
O plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) deste final de semana (25 a 27) registrou o atendimento de 151 pessoas. Entre às 18h da sexta-feira (25) até a meia noite deste domingo (27), a unidade realizou quatro procedimentos cirúrgicos, sendo dois Oncológicos e dois de Ortopedia. O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando 72 pessoas deram entrada na unidade, seguido do de sábado, com 66 pacientes e das 18h a meia noite da sexta-feira, mais 13 pessoas foram atendidas. Comparando esses dados com os do final de semana anterior, a unidade registrou um aumento de 11% nos atendimentos gerais e uma queda de 28% nos atendimentos por acidentes de trânsito.
O relatório de gestão do setor de Urgência e Emergência do Complexo apontou ainda que 18 pessoas deram entrada na unidade no final de semana por causa de acidentes de trânsito, sendo 15 do sexo masculino e três do sexo feminino. Destes, 17 foram acidentados por motocicletas e houve uma vítima de acidente de automóvel. Dos acidentados, a maioria deles é da cidade de Patos, com um total de 11 pacientes. Mas, houve registro de acidentados vindo das cidades de São Bento, Vista Serrana, Igaracy, Teixeira, Imaculada, Curral Velho e Malta. Dos 18 acidentados, três precisaram ficar internados para cuidados posteriores e os demais tiveram alta após atendimento.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste período foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, sintomas de síndrome gripal, acidente com objeto perfuro/cortante, acidente com animal peçonhento, entorse ou torção, dor no peito, queda de nível, convulsão ou mal epiléptico entre outros motivos.
- Urgência e Emergência do Hospital atendeu 151 pessoas no final de semana
Hospital Regional de Patos contabiliza 92 altas de paciente do setor Covid em junho e 22 somente nos últimos cinco dias
Em um intervalo de apenas cinco dias, o setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) contabilizou alta de 22 pacientes, sendo que dez deles voltaram para casa na terça-feira (22) e outros dez pacientes tiveram alta nesta sexta-feira (26). Entre o dia 1º de junho até hoje foram 92 altas. Desde que o hospital se tornou referência para pacientes com coronavírus, em março do ano passado, já são 1351 altas no setor de isolamento Covid.
“Esses resultados nos motivam a continuar essa batalha cotidiana na busca da recuperação de nossos pacientes, nos impulsiona e nos encoraja, pois eles são o estímulo que a gente precisa para continuar acreditando que é possível vencer esse vírus, superar essa doença terrível e crer que essa pandemia vai acabar. Por cada vida salva, por cada profissional que se doa, pela fé que nos move e, sobretudo, pelo compromisso que temos com nossos pacientes, cada alta significa uma vitória que não é somente da pessoa que retorna para casa e para o convívio de seus familiares, é de todos nós que nos empenhamos, ao máximo, para que vidas sejam salvas”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
A paciente Márcia Lígia de Sousa Costa, da cidade de Catolé do Rocha, foi uma das que teve alta nesta sexta-feira (25). “Estou recebendo alta hoje e só tenho a agradecer a assistência que tive aqui. Primeiramente quero agradecer a Deus por ter enviado essa equipe abençoada, que é competente, atenciosa, trabalha com amor e nos passa segurança. Eu cheguei aqui mal e muito nervosa, mas, encontrei nesse hospital muita força, motivação e um tratamento muito bom. Só tenho a agradecer e peço a Deus que ilumine essa equipe para continuar esse trabalho”, disse Márcia.
A Sra. Maria do Carmo Félix da Silva, da cidade de Mãe D’água, também foi para casa nesta sexta-feira. “Quero agradecer a Deus, que me curou, mas, também reconhecer a competência, dedicação dos profissionais do hospital que fazem tudo o que é possível para nossa recuperação. Estou grata a Deus por ter vencido essa doença e também por colocar tantas pessoas maravilhosas em meu caminho. Peço que Jesus continue iluminando essa equipe para que ela possa continuar cuidando com muito amor, carinho e respeito de todos os pacientes que precisarem vir para cá”, afirmou Maria do Carmo.
- 22 pacientes tiveram alta essa semana em Patos
- A Sra. Maria do Carmo Félix da Silva destacou o empenho e carinho com que foi tratada no Hospital de Patos
- Hoje mais dez pacientes tiveram alta do setor de isolamento Covid do Complexo
- Márcia Lígia de Sousa Costa agradeceu a atenção que recebeu durante a internação
- Márcia Lígia de Sousa Costa após receber alta
- Momento da alta dos pacientes
- Nesta sexta-feira mais 10 pacientes tiveram alta do setor Covid
- O reencontro emocionado com os familiares
- O reencontro emocionado com os familiares
- Pacientes que tiveram alta nesta sexta-feira
- Profissionais do hospital com Márcia
Em agosto a PB assume o protagonismo no NE na implantação do Teste Ampliado do Pezinho e entra na era do diagnóstico atômico molecular
A adoção na rede pública de saúde do Teste do Pezinho Ampliado é uma ação que deverá ser adotada pelo Sistema Único de Saúde em nível nacional. Mas, bem antes da Lei Federal Nº 5043/2020, que amplia o número de doenças detectadas pelo Teste do Pezinho através do SUS, ser sancionada, a Paraíba já tinha sido pioneira no Nordeste com essa ação graças à iniciativa do deputado estadual paraibano Jeová Campos. Autor do Projeto de Lei, que virou a Lei Nº 11566, e da destinação de 100% de sua emenda impositiva, no valor de R$ 1.132.403,44 milhão, para implantação dos testes, o parlamentar esteve na tarde desta terça-feira (22), na sede do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PB) para conhecer os laboratórios onde serão realizadas as análises dos testes do pezinho ampliado na Paraíba e saber da direção do Lacen quando, efetivamente, os bebês paraibanos poderão contar com essa avaliação laboratorial. Segundo a direção do órgão, o teste estará disponível em agosto. Faltam apenas os últimos ajustes no sistema e no equipamento e ainda a conclusão da segunda etapa de treinamento de pessoal.
“Estou encantado com o nível tecnológico que atingimos e com o potencial que tem nosso Lacen. A Paraíba entra na era do diagnóstico atômico molecular, com um equipamento de ponta, que tem a capacidade de fazer 57 possibilidades de diagnóstico de doenças raras e saber que eu contribui, através de meu mandato, para que isso se tornasse realidade, me deixa extremamente realizado e feliz”, afirmou o parlamentar que foi recebido no Lacen pelo diretor Geral, Bergson Vasconcelos, pela diretora Técnica, Dalane Loudal e pela diretora Administrativa, Samanta Alcântara.
Após breves explicações do processo e etapas de implantação dos testes, o deputado conheceu todas as instalações e laboratórios do Lacen, tendo especial atenção no térreo do prédio destinado, exclusivamente, aos testes de triagem neonatal, e onde estão instalados todos os equipamentos que farão as análises laboratoriais, inclusive, num equipamento denominado ‘Espectrômetro de Massa’, que detém uma tecnologia de ponta só existente no país, na Paraíba e em Brasília. “No mundo todo só existem 86 equipamentos deste que temos aqui e que vai permitir que nosso Estado entre na era do diagnóstico atômico molecular. No Brasil, fora a Paraíba, apenas Brasília dispõe de dois equipamentos deste, um na rede privada e outro no SUS”, disse o diretor do Lacen, Bergson Vasconcelos.
O Engenheiro Químico e Farmacêutico, Rafael Kabroski, responsável pela instalação e calibração do equipamento no Lacen, reforça que o ‘Espectrômetro de Massa’ do Laboratório paraibano é o que há de mais moderno no mercado. “Não há uma tecnologia mais avançada que essa em nenhum lugar do mundo. Nosso equipamento é a tecnologia de ponta mais moderna da atualidade”, disse ele, complementando que, atualmente, o equipamento já está em plena condição de funcionamento, faltando apenas alguns ajustes de inclusão de dados da tendência patológica da região e a implantação do sistema pelo Lacen para que se comece a realizar as análises.
O diretor do Lacen reforçou, no entanto, que o laboratório muito em breve já estará apto a realizar os testes, com equipamentos de ponta e pessoal capacitado, mas externou sua preocupação com o recolhimento das amostras e treinamento desta cadeia multiprofissional. “Não adianta termos equipamentos modernos, pessoal qualificado para fazer as análises, se o material que nos for enviado não tiver sido coletado dentro das normas e padrões específicos, portanto, teremos, inevitavelmente, que treinar os técnicos e profissionais das unidades responsáveis por essa coleta dentro de um padrão único de recolhimento das amostras, sob pena de todos esses investimentos não surtir o efeito desejado que é a identificação correta das patologias a partir do teste ampliado do pezinho”, disse ele, complementando que já está providenciando um vídeo orientando esses profissionais que ficarão responsáveis por essa coleta nas unidades de saúde.
O deputado levantou a questão da importância de não apenas diagnosticar as patologias, mas também fazer o encaminhamento para o tratamento e reiterou seu apoio a essa causa que salva vidas, melhora a qualidade de vida e desafoga o sistema público de saúde. “Como muitas das patologias identificadas logo após o nascimento com o teste ampliado do pezinho podem ser tratadas ou minimizadas de forma precoce, isso reduzirá, no futuro, o impacto no SUS. Lógico que isso é outro ganho, só que a médio e longo prazo. Com o começo dos testes, em agosto, na Paraíba, a gente já sai na frente de outros estados e quem ganha com isso é nossas futuras gerações. Estou muito feliz de ter ajudado a Paraíba a dar esse importante passo”, finalizou o parlamentar.
O teste do pezinho ampliado vai tornar possível o diagnóstico precoce de várias patologias, entre elas, a Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, Hipertireoidismo congênito, Hiperplasia Adrenal, Galactosemia, Deficiência de Biotinidase, Toxoplasmose Congênita, Deficiência de G6PD, Fibrose Cística, Anemia Falciforme e outras Hemonoglobinopatias e Leucinos.
- Alynne Delgado, coordenadora da triagem neonatal, Bergson Vasconcelos e Jeová Campos
- Deputado Jeová Campos conheceu o laboratório do Lacen que fará o teste ampliado do pezinho
- Deputado Jeová campos e a diretora Técnica do Lacen, Dalane Loudal
- Deputado Jeová Campos esteve na sede do Lacen hoje conheceu o laboratório onde serão feitos os testes
- Deputado Jeová Campos mostra o equipamento onde serão feitos os testes
- Diretora Administrativa do Lacen, Samanta Alcantara e o deputado Jeová Campos
- O diretor geral do Lacen, Bergson Vasconcelos mostrou as instalações do laboratório ao parlamentar
- Rafael Kabroski, engenheiro químico e farmacéutico que é o responsável pelo equipamento
Balanço final da safra 2020/2021 de cana-de-açúcar mostra que a PB manteve a média de produção com quase seis milhões de toneladas
A produção de cana-de-açúcar na Paraíba na safra 2020/2021 manteve a média das últimas três safras. A safra que começou em agosto de 2020 e só foi completamente encerrada em maio último, contabilizou um resultado final de 5.806.141,09 milhões de toneladas de cana. Esses dados são referentes ao somatório de cana de produtores independentes ligados a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), que responderam por um volume de 2.463.531,95 milhões de toneladas, ao montante de cana das indústrias locais, que totalizam mais 3.342.609,14 toneladas. A média das últimas três safras de cana da Paraíba ficou em torno de cinco milhões de toneladas.
Das oito unidades industriais, sete moeram cana de fornecedores ligados a Asplan: Tabu, Giasa, Japungu, Agroval, Miriri, Monte Alegre e Pemel. A Usina São João só moeu cana própria. Outras unidades industriais fora da Paraíba também absorveram em menor escala, a produção estadual que foram a Olho D’água, em Camutanga (PE), a Baia Formosa, em Baia Formosa (RN) e a Cooperativa do Agronegócio dos Fornecedores de Cana de Açúcar (Coaf) – antiga usina Cruangi, em Timbaúba (PE).
“A Paraíba, a exemplo de outras regiões produtoras do Nordeste, registrou sensível queda em sua produção, mas, mantemos a mesma média de produção de anos anteriores”, argumenta o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro lembra que a destinação de cana produzida na Paraíba para usinas de PE e RN não foram contabilizadas no Estado, o que evidencia que a produção local pode ter sido um pouco maior que os dados apresentados.
Classificação do produtor canavieiro
Para efeito de classificação do produtor canavieiro, denomina-se como micro produtor quem produz até 1000 toneladas/safra. Os pequenos produzem entre 1000 e 5 mil toneladas. Os médios se classificam entre quem produz de 5 a 10 mil toneladas, enquanto que é considerado grande produtor quem fornece acima de 10 mil toneladas. Na Paraíba, quase 72,53% dos fornecedores de cana são considerados micro produtores e 19,80% são pequenos produtores. Os médios representam 3,73%, enquanto os grandes contabilizam apenas 3,07% do universo de fornecedores de cana.
Em relação a percentual da produção na safra 2020/2021, os micros produtores foram responsáveis pelo volume de 9,21%, com 226.990,35 toneladas, os pequenos produtores por 23,09%, com um volume de 568.716,43 toneladas, os médios responderam por 17,54%, com 432.024,66 toneladas e os grandes produtores foram responsáveis por 50,16% da produção da atual safra, com um volume equivalente a 1.235.800,50 toneladas de cana.
- A safra de cana-de-açúcar na Paraíba foi de quase seis milhões de toneladas



































