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Asplan-PB marca presença no almoço de abertura da safra 21/22 promovida pela Asplan-RN

Para marcar a abertura da safra 2021/22 e apresentar a nova diretoria que vai dirigir a entidade de 2021 a 2025, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana do Rio Grande do Norte (Asplan-RN), Hermano Neto, e a diretoria da entidade, promoveu nesta quarta-feira (04), um almoço de confraternização. Realizado no Parque de Exposição do Rio Grande do Norte, o evento reuniu associados da entidade, políticos, empresários e convidados ligados ao setor produtivo e industrial. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan-PB), José Inácio de Morais, prestigiou o momento, junto com os diretores da entidade paraibana, Pedro Neto e Neto Siqueira, e com o agrônomo, Luis Augusto.

“A Associação do Rio Grande do Norte tem tudo para retomar o caminho do crescimento e desenvolvimento da cultura canavieira no estado e esse evento de hoje mostra que a entidade, que já teve seu apogeu, passou por períodos de dificuldade, agora está ressurgindo ainda mais forte”, disse José Inácio, enaltecendo a importância da cultura canavieira para o desenvolvimento do país. Na ocasião, José Inácio lembrou ainda da importância dos produtores participarem do Renovabio e terem o recebimento de CBios regulamentado em lei. “Estamos muito otimistas que o PL que tramita na Câmara Federal seja aprovado para que os produtores possam receber o que lhes é de direito e justo”, frisou o presidente da Asplan.

O anfitrião do evento falou da retomada das atividades da Associação e disse estar confiante que uma nova história de sucesso começava a ser reescrita no Rio Grande do Norte. Ele aproveitou ainda para fazer uma retrospectiva da história da entidade e falou sobre as metas de sua gestão. “Estamos iniciando a safra bastante otimistas, cheios de esperança que avançaremos a cada ano e com o apoio dos associados fortaleceremos, cada vez mais, a nossa entidade. Vamos instalar laboratório e balanças para conferência da matéria-prima, colocar fiscalização nas usinas, interagir com os associados em suas mais variadas demandas, inclusive, em serviços de assistência direcionados as necessidades dos produtores”, disse Hermano, lembrando que, até a safra passada, contava com 55 associados, mas, a expectativa é que a Associação chegue até uns 300 associados ainda nesta safra. “Nosso evento foi um sucesso e estamos confiantes que faremos um bom mandato e conseguiremos fomentar a atividade em nosso estado”, destacou Hermano.

Sobre ranking de produção no NE

Segundo a CONAB, o RN é o quarto maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, ficando atrás de Alagoas – AL, Pernambuco – PE e Paraíba – PB, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro maiores produtores da região. A produção canavieira do Rio Grande do Norte é destinada para as usinas Vale Verde Empreendimentos (Baia Formosa), a Ceará Mirim Agro Industrial (Ypioca), Usina Estivas e a D’padua Agroindustrial (Gican). Um pequeno percentual produzido no estado ainda é moído na Paraíba. Ano passado, na safra 2019/20, foi moída 1,2 tonelada de cana de fornecedor e a expectativa para a atual safra é de 1 milhão de tonelada.

Nadador paraibano Daniel Azevedo ganhou nos 100 Costas e pontuou bem nas demais provas do Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil

Estreando no Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil de Natação Arthur Sampaio Carepa como campeão nos 100m Costas e ainda com o feito de baixar seu tempo de 59.98 para 59,90, o nadador paraibano Daniel Azevedo Macena Gomes tinha potencial para trazer mais medalhas, mas, pontuou no 4º lugar nos 200 Medley e na 5ª posição nas provas dos 200 Costas e 100 Peito. O torneio foi disputado em Recife, entre os dias 28 e 31 de julho, no Parque Aquático Santos Dumont. O atleta paraibano disputou essas quatro provas, representando o Clube Acqua R1, de João Pessoa, e mesmo não trazendo outras medalhas se destacou entre os melhores atletas da competição nacional.

Acostumado a subir ao pódio em todas as competições que participa, Daniel sentiu um gostinho de quero mais, mas, humildemente, reconheceu que não foi tão bem quanto ele gostaria. “Cansei muito nas provas, senti o reflexo da falta de competições, muito embora eu tenha intensificado os treinos, enfim, foi uma boa experiência, pude reencontrar os amigos, consegui melhorar dois tempos, conquistar uma medalha de ouro e agora é voltar e me dedicar bastante aos treinos e me preparar para as próximas competições”, disse o atleta, que treina no Clube Cabo Branco, com o treinador Stephano Vieira.

Embora não tenha tido os resultados que esperava nas provas dos 200 Medley, 200 Costas e 100 Peito, a participação de Daniel no Campeonato Brasileiro foi um diferencial para o Acqua R1, já que além do Ouro, ele pontuou em todas as provas que participou, uma vez que os resultados do 1º ao 8º lugar são levados em consideração para efeito de avaliação e pontuação dos Clubes. O desempenho de Daniel ajudou o seu Clube a ficar na 18ª posição, em uma competição com 53 Clubes de várias cidades do país. Modesto, o atleta que valoriza muito a atuação de sua equipe, disse não atribuir o resultado apenas a sua performance. “O trabalho foi de uma equipe toda e isso favoreceu a conquista desta colocação”, falou Daniel, fazendo jus a grandes personalidades do esporte que sabem reconhecer que o mérito das vitórias não é apenas do atleta, mas, do conjunto de pessoas que o acompanha rumo ao pódio.

Asplan se torna parceira da campanha da PRF de arrecadação e doação de alimentos para entidades que assistem pessoas carentes

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) aderiu à campanha nacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ‘Estrada Solidária’ e se integra às empresas parceiras da ação na Paraíba. Para tanto, associados, colaboradores e visitantes do prédio sede da entidade, que fica localizado na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro, já podem contribuir com a campanha doando alimentos não perecíveis. Um stand para colocação dos produtos está montado na entrada do auditório, no térreo para arrecadação dos itens que podem ser doados até o dia 08 de agosto, data definida pela PRF para finalizar a arrecadação.

“A Asplan tem um olhar atento para questões sociais e aderir a essa ação da PRF faz parte de nossa atuação de responsabilidade social, fizemos isso na pandemia do Covid, com a doação de álcool 70% para diversas entidades e participamos de outras iniciativas que tem a solidariedade e empatia pelo próximo como foco, afinal entendemos que o mundo precisa de gestos de gentileza e doação, por isso, também, quando tomamos conhecimento desta ação da PRF nos sensibilizamos e resolvemos participar”, destaca o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

Segundo divulgação da PRF, ao todo 36 entidades serão beneficiadas com a Campanha deste ano, que pretende levar alimentos para mesa daquelas pessoas que mais precisam, já que todos os alimentos arrecadados serão entregues a instituições beneficentes que prestam auxílio para pessoas em situações de vulnerabilidade. Qualquer produto não perecível, exceto sal, pode ser doado, a exemplo de arroz, óleo, macarrão, feijão, açúcar, farinha, etc.

Na Paraíba, a rede de apoio solidária conta com 36 instituições parceiras, do litoral ao sertão do Estado, que receberão os alimentos e distribuirão o material a quem mais precisa. “A PRF convida qualquer pessoa ou empresa para ajudar nesta Campanha doando alimentos não perecíveis. Um ato de amor que poderá ajudar quem mais precisa”, explica Priscila Machado, da Assessoria de Comunicação da PRF na Paraíba. Segundo ela, já foram feitos dois pedais de divulgação da ação, um no sertão e outro em João Pessoa e, neste próximo domingo, acontecerá outro passeio ciclístico, desta vez, em Campina Grande.

Além da sede da Asplan, na Paraíba, as doações poderão ser realizadas na Sede Administrativa da PRF, localizada em João Pessoa, no bairro do Cristo, nas Delegacias da PRF, localizadas nos municípios de João Pessoa, Campina Grande e Patos e nas 10 Unidades Operacionais, situadas do litoral ao sertão do Estado.

Fonte: Com informações da Comunicação da PRF

Setor de Urgência e Emergência do Hospital Regional de Patos ganha 12 leitos de UDC

A partir desta semana, o setor de Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) amplia seu número de leitos de Clínica Médica e passa a contar com mais 12 leitos de Unidade de Decisão Clínica (UDC). Os novos leitos já estão à disposição dos pacientes e fazem parte das ações de melhoria da unidade, que integra a rede estadual de saúde e é referência para mais de 60 municípios do sertão paraibano em Clinica Médica, Urgência e Emergência, Oncologia e também para Covid.

Com a inclusão destes novos leitos, a unidade passa a ter 156 leitos no total, dos quais seis são de UTI Convencional, 32 de UTI Covid, outros 34 são de enfermarias Covid, outros 25 leitos estão no Hospital do Bem, que integra o Complexo, e o restante são de enfermarias clínica convencional. O Complexo dispõe ainda de 12 leitos de enfermaria Covid no Hospital Infantil Noaldo Leite que, em função da baixa demanda, estão, atualmente, sem pacientes.

Os leitos de Unidade de Decisão Clínica (UDC), explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, são equipamentos intermediários entre leitos de enfermaria e UTI, já que não têm o suporte tão avançado da terapia intensiva, mas incorporam outros avanços em relação aos leitos de enfermaria. “Na realidade, esses novos leitos de UDC seriam destinados para o setor de isolamento Covid, mas, como nos últimos dias estamos observando uma queda considerável de internações, variando entre 30% e 40% nos leitos de UTI e mantendo estável, na casa dos 30%, a ocupação nas enfermarias Covid, resolvemos direcionar esses leitos para internação clínica na Urgência e Emergência”, afirma Francisco.

Ainda segundo o diretor, a autorização para redirecionamento dos leitos para atendimento geral foi definida em conjunto com a Secretaria de Saúde, diante da redução dos casos de internação no isolamento Covid. “Nós estávamos precisando de mais espaço e mais leitos para internação clínica, uma vez que a demanda de nossa unidade na área de Urgência e Emergência é muito grande”, reforça Francisco. Ele lembra que, se por ventura, os casos de Covid voltarem a aumentar, os leitos poderão ser redirecionados ao setor sem prejuízo de atendimentos aos pacientes do isolamento.

Hospital Regional de Patos registra 165 atendimentos e mais seis cirurgias no final de semana

O balanço de atendimentos na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), neste final de semana (30/07 a 01/08), contabilizou o atendimento de 165 pessoas. O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando 62 pessoas deram entrada na unidade, seguido do de sábado, quando outras 61 pessoas foram atendidas. Entre as 18h e a meia noite da sexta-feira, outras 42 pessoas deram entrada no hospital. Neste período, a unidade que integra a rede estadual de saúde, realizou também seis cirurgias, sendo duas Ortopédicas, outras duas Vasculares e mais duas cirurgias gerais. Comparando os dados deste final de semana com o passado, a unidade registrou um aumento de 7% nos atendimentos gerais e uma queda de 27% nos atendimentos por acidente de trânsito.

Das 165 pessoas que foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade, 22 foram vítimas de acidentes de trânsito sendo a quase totalidade de pessoas (21) que se envolveram em acidentes com motos. A cidade de Patos teve o maior número de vítimas, com 13 casos no total, mas o hospital também atendeu pacientes acidentados vindos das cidades de Santa Teresinha, Vista Serrana, Boa Ventura, São Bento, Catingueira, Aguiar e Conceição. Dos 22 acidentados, seis deles precisaram permanecer internados para cuidados posteriores após o atendimento.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, acidentes com animal peçonhento ou raivosos, entorse ou torção, dor no peito, sintomas de síndrome gripal, dor pélvica, contusão diversa/pancada, dor renal, hipertensão, rebaixamento da consciência/desmaio, náusea e vômito, dor de cabeça e na coluna, entre outros motivos.

Em live produtores de cana reforçam necessidade da união da classe em prol da aprovação de PL e do recebimento justo do CBios

Em uma live realizada na manhã desta segunda-feira (02), representantes de entidades de classe de produtores de cana-de-açúcar reforçaram a importância da aprovação do Projeto de Lei 3149/2020, que regulamenta a situação dos produtores em relação ao recebimento de créditos de carbono (CBios), do RenovaBio e da união da classe produtiva para inserção da categoria neste pagamento. O PL já tramita na Comissão de Agricultura da Câmara Federal e será pauta de uma audiência pública, nos próximos dias, em Brasília. O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, e o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, participaram do debate remoto.

“As usinas vieram com a proposta de só pagar 60% descontados as despesas, o que não tem nenhum cabimento, e a gente recusou essa proposta e vamos trabalhar e defender esse Projeto de Lei que coloca o produtor dentro da legislação”, disse Alexandre. Ele lembrou que na última reunião da Câmara Setorial, o representante da Única, que é a entidade mais forte em nível nacional, que reúne as principais indústrias do país, colocou que só aceitaria sentar para negociar no Grupo se a classe produtiva abrisse mão do PL. “Isso está fora de cogitação e não tem cabimento, pois as usinas estão dentro da Lei, o fornecedor de cana ainda não, daí ser importante a aprovação deste projeto para regularizar a situação dos produtores de cana no Renovabio”, reforçou o dirigente da Feplana.

Para Alexandre, o setor tem que conversar e se entender, mas da forma como está não pode continuar. “Inclusive, essa situação está repercutindo no mercado internacional e o próprio ministro Paulo Guedes já disse que o Renovabio parece uma ‘Bolsa Usineiro’”, destacou o dirigente da Feplana, lembrando que é preciso, no entanto, fazer justiça já que há usinas que estão pagando 100% do CBios ao produtor. “Há uma usina em Goiás que já paga o que é direito do produtor, a Coaf também já pagou aos seus cooperados, a Agrocan e Coaf Sul vai fazer o mesmo, então por que as outras usinas não podem pagar?”, questionou Alexandre. Ele ressaltou ainda que os produtores têm que permanecer unidos e não entregar nenhuma documentação referente ao CBios às indústrias.

“A solução para o produtor não é uma acordo, mas uma legislação que regulamente a inserção dele no recebimento de CBios”, reforçou o presidente da Unida e da Asplan, José Inácio de Morais. “Ou o fornecedor recebe 100% do que é seu por direito, descontados as despesas, ou é melhor não receber. Aceitar 20 ou 30% não é justo. Vamos ter paciência, não vamos radicalizar, mas não podemos abrir mão do que é nosso. Nós queremos, exclusivamente, o que é nosso por direito. Se esperamos até agora, vamos esperar a Lei”, afirmou José Inácio.

José Inácio reiterou ainda que o CBios é a contemplação do Renovabio no que se refere aos biocombustíveis, mas há também a questão do crédito de carbono. “Nós temos uma demanda grande neste aspecto, que é um negócio de muito futuro, já que toda cana é passível de venda de crédito de carbono e nós temos também que lutar para ganhar com isso, pois o ganho na venda da matéria-prima não se encerra, nem se limita ao ATR. O Renovabio se refere aos biocombustíveis, mas há outras questões a serem inseridas no computo geral dos ganhos do produtor”, falou José Inácio, lembrando que tudo tem que ser justo e dividido entre produtor e indústria.

Foi reforçada na live a orientação de que o fornecedor não libere nenhuma documentação sobre o CAR para as indústrias enquanto esse impasse não for solucionado. “As usinas estão pedindo a documentação, mas a orientação das entidades de classe é que o produtor não entregue a documentação”, disse Alexandre, lembrando que isso não prejudicará em nenhum aspecto o produtor, já que esse tipo de informação é inerente à cana própria e não diz respeito à indústria.

Para José Inácio, o melhor caminho é o do entendimento. “É preciso prevalecer o bom senso e a justiça entre produtores e industriais. Há um direito evidente e justo de recebimento do CBios proporcional à entrega da matéria-prima, então o que está faltando é a apenas regulamentar isso. E nós precisamos ter isso definido em lei para que a parceria volte a imperar entre a cadeia produtiva e a industrial, isso porque parceria, como a própria palavra já diz, é um caminho de mão dupla, onde todos ganham o justo, ninguém querendo tirar uma coisa que é do outro. Esperamos que os usineiros nos procurem antes da audiência pública, que acontecerá nos próximos dias, em Brasília, para debater essa questão com uma proposta justa. Estamos com a consciência tranquila que estarmos defendendo um direito que é nosso de receber o equivalente em CBios pela cana destinada às indústrias, descontada as devidas despesas”, finalizou José Inácio.

Além da Feplana, Unida e Asplan, as entidades CNA, OCB, Aprosoja, ABCZ, Abrapalma, Orplana e Abramilho assinam o manifesto conjunto que defende a destinação justa de ganho referente ao CBios proporcional à matéria-prima entregue as indústrias, descontadas as despesas.

Presidente da Asplan participa de encontro com dirigente do Banco do Nordeste e solicita melhor acesso ao crédito

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que representa uma entidade que congrega mais de 1.600 produtores de cana-de-açúcar, muitos dos quais clientes do Banco do Nordeste, foi um dos convidados de um encontro na última sexta-feira (30), com o presidente do Banco, Romildo Rolim. Durante o encontro, que aconteceu em João Pessoa e contou com a participação de representantes de vários segmentos econômicos da região, José Inácio elogiou a iniciativa da instituição em se modernizar tecnologicamente, em criar soluções para mais investimentos na região, mas, lembrou que é preciso que o banco desburocratize o acesso ao crédito.

“Toda empresa que se preze, na atualidade, precisa de inovação tecnológica, e neste aspecto, pela explanação que vi hoje dos representantes do Banco do Nordeste, inclusive do presidente da instituição, o banco está cada vez mais moderno, mas para o produtor muito mais importante que inovação tecnológica é ter revisto, por exemplo, algumas questões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que é o principal instrumento financeiro da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) desde 1990, mas, continua até hoje com muita burocracia. Para facilitar o acesso ao crédito isso precisaria ser também objeto de análise e mudanças”, sugeriu José Inácio na ocasião.

Hospital de Patos implanta projeto para facilitar comunicação de pacientes de UTI

Muitas vezes a internação hospitalar, somada às características e particularidades de cada indivíduo dificulta e até limita a comunicação do paciente com os profissionais que cuidam dele num ambiente hospitalar. E foi partindo desta realidade e para ajudar os pacientes a expressar suas necessidades com mais facilidade, que um grupo multidisciplinar de estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) se uniu para produzir ‘Cartões de Comunicação Alternativa’ que tenham essa finalidade de facilitar o diálogo entre equipe e paciente. E, essa semana, esse projeto foi implantado nas UTI’s Convencional e Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC).

A ideia de trazer esse projeto para a unidade foi da coordenadora de Psicologia do hospital, Pryscila Guedes. “A limitação e até o impedimento da fala causado durante a internação hospitalar, em alguns casos, associado às questões pessoais de cada indivíduo, dificultam a comunicação no ambiente hospitalar e foi pensando em facilitar esse processo que resolvemos adotar aqui os Cartões de Comunicação Alternativa”, explica a psicóloga.

Os cartões reúnem um conjunto de pedidos, expressões, sentimentos e respostas dos pacientes, por meio de símbolos gráficos, que lhes permitem expressar suas necessidades apenas ao escolher uma figura. Pryscila lembra que além de facilitar a comunicação, o uso dos cartões é mais uma forma de humanizar o tratamento e acolhimento dos pacientes da unidade, especialmente, àqueles mais vulneráveis que ficam internos em UTI’s.

Os cartões que estão sendo usados no hospital de Patos têm imagens prontas de determinadas situações, tipo se está sentido dor, se quer trocar a fralda, se quer dormir, se está tudo bem, se quer entrar em contato com a família, bastando apenas apontar para figura. “Há também os quadros com letras que o paciente pode formar frases e também uma escala de dor e onde ela está localizada. Basta que o paciente aponte para a figura para se estabelecer a comunicação”, explica a psicóloga, destacando que os cartões foram distribuídos essa semana nas UTIs e foi esclarecido como melhor utilizá-los.

“Essa ação, apesar de simples, tem uma importância singular já que ajuda no processo de reestabilização da saúde dos pacientes, na medida em que facilita a comunicação com as pessoas que cuidam dele e contribui de forma decisiva para aqueles pacientes com dificuldade de fala e de escrita. Em pacientes intubados, inclusive, essa forma de comunicação diminui o estresse”, reforça a Coordenadora das UTIs, Lorena Maria, lembrando que esses cartões estão disponíveis para serem utilizados por todos os profissionais que lidam com o paciente, sejam eles médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, etc.

“Há estudos que apontam que o paciente que é acolhido em ambiente hospitalar e tem condições de melhor expressar seus desejos e anseios, tem mais chances de resgatar sua saúde e receber alta hospitalar mais prontamente e ao melhorar essa comunicação entre equipe e paciente estamos também melhorando nosso serviço e humanizando ainda mais nosso atendimento”, destaca a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaqueline Andrade, parabenizando a equipe de Psicologia da unidade pela iniciativa.

E os pacientes já estão fazendo uso do cartão, que o diga a Sra. Maria Marluce Pontes Silva, que está internada há 30 dias, na UTI 2, leito 2, do setor de isolamento Covid, que já aderiu ao uso do cartão para se comunicar.

Projeto reconhece compromisso de profissionais que contribuem com a melhoria de indicadores e serviços em empresas de transporte

Contribuir com a preservação do meio ambiente, ter capacitação contínua, evoluir profissionalmente, ajudar no aumento da segurança e conforto dos passageiros de ônibus e promover uma economia de combustível. Esses são os pilares do projeto multissetorial do Grupo A. Cândido ‘Operador Sustentável’, que é desenvolvido em empresas de transporte público urbano e metropolitano na Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. E os profissionais que mais se destacam dentro dos objetivos do Projeto são reconhecidos e premiados a cada semestre. Na semana passada, os 20 operadores que mais se destacaram nas empresas de ônibus Unitrans e os 10 profissionais que apresentaram melhores resultados pela Santa Maria foram homenageados pelas empresas.

O Projeto surgiu na empresa Santa Maria Transportes e fretamento LTDA, em 2013, com outro nome. A partir de 2019, o projeto se expandiu para todas as empresas de transporte público urbano e metropolitano do Grupo A. Cândido na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Este ano, o projeto foi implantado nas garagens da Transnacional Locações na Paraíba – João Pessoa e em Pernambuco – Jaboatão e Goiana. As empresas de Natal e Fortaleza serão contempladas, em breve.

O Analista de Planejamento e Coordenador do Projeto, Lucas de Souza, explica que o ‘Operador Sustentável’ é devolvido através de treinamentos e capacitações da operação, manutenção e administrativo, na busca de melhorias de processos internos e externos, especialmente, buscando o aperfeiçoamento da condução inteligente dos motoristas. “O projeto busca a melhoria dos indicadores e serviços e conta com o envolvimento e todos os setores da empresa, a exemplo da operação, manutenção, tráfego, gerência, Rh, estatística, digitação, CCO, diretoria, instrutores, entre outros”, explica Lucas.

Segundo ele, os operadores são acompanhados quinzenalmente pela equipe interna com relação aos resultados e acompanhados por instrutores capacitados. O resultado mensurável dos operadores vem do abastecimento diário feito nas garagens. “Os operadores que atingem o objetivo no mês são reconhecidos por meio de cartão de reconhecimento. E existe uma premiação diferenciada a cada semestre para os TOPS 10 de cada empresa nesse período”, destaca Lucas. Ele lembra que ao reduzir o consumo de combustível, a empresa também reduz a emissão de poluentes e ao ter uma melhor dirigibilidade, o motorista aumenta a segurança e conforto dos passageiros.

“Esse é um projeto que não impacta apenas no âmbito da empresa, mas atinge também o nosso público e o meio ambiente, pois ao evitar freadas e arrancadas bruscas, curvas acentuadas, o operador torna a viagem mais tranquila e agradável. Ao reduzir o consumo de óleo diesel e de pneus, reduzimos também as emissões e descartes no meio ambiente”, reforça a diretora da Unitrans, Lorena Dantas.

Produtores cobram do Governo do Estado promessa de melhorar estradas e pontes de municípios por onde escoa produção agrícola

O projeto de construção de quatro pontes e do asfaltamento da PB 016, que liga a BR 101 até o distrito de Odilândia, passando por Cicerolândia e os serviços de terraplanagem das estradas vicinais de Santa Rita, situadas no entorno da Bacia do Gramame, por onde escoa boa parte da produção agrícola do município, foram promessas de campanha do atual governador João Azevedo, ainda quando era candidato às eleições de 2018. Mas, passados mais da metade do mandato, produtores ainda aguardam as obras prometidas na campanha.

Na época, lembra o diretor técnico da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira, o governador, então secretário de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, se reuniu na sede do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), e prometeu executar as obras caso fosse eleito. Neto lembra que a melhoria da infraestrutura das estradas de Santa Rita é de fundamental importância. “Essas vias são utilizadas para o escoamento da produção agrícola, no deslocamento dos habitantes das localidades e dos trabalhadores que lá atuam, no transporte de água mineral, já que a região tem grandes fontes, além da areia que é utilizada pela construção civil e indústrias cerâmicas”, afirma ele.

“O governo estadual prometeu realizar serviços de terraplanagem, mas ainda não fez e as estradas vicinais continuam com más condições de tráfego, com muitos buracos e pontes precárias, que vêm sendo recuperadas, de forma amadora e voluntária, pela comunidade local”, diz Neto. Ele lembra que outra ação que ainda não saiu do campo das intenções e promessas é a restauração e adequação da rodovia PB-016, que liga a BR 101 a BR 230, no segmento entre a BR-230 e Odilândia e a pavimentação do trecho restante até a BR-101 com chegada na interseção para o Conde. Essa ação, inclusive, consta no primeiro parágrafo, da página 42, do Plano de Governo de João Azevedo para seu mandato de 2019-2022. “Sabemos que o governador João Azevedo tem feito muitas estradas e recuperado outras, mas, infelizmente, essa obra tão importante para a região de Santa Rita ainda não foi realizada”, finaliza o diretor do Detec da Asplan, Neto Siqueira.