Author: News Comunicação

Mutirão de cirurgias de Catarata no Hospital do Bem contempla 300 pacientes de 24 municípios do sertão paraibano

A aposentada Maria de Fátima Costa do Nascimento, de 67 anos, da cidade de Emas, esperou quase 12 anos para poder realizar a cirurgia de Catarata e, nesta quinta-feira (16), ela finalmente pôde realizar o procedimento. A paciente é uma das 300 pessoas, de 24 municípios do sertão, contempladas com essa primeira etapa de cirurgias coletivas realizadas dentro do projeto ‘Opera Paraíba’, na sede do Hospital do Bem, de Patos. A ação que começou hoje e termina somente no sábado, vai assegurar a realização do procedimento de cem pessoas por dia. Para tanto, quatro oftalmologistas contratados pelo Estado se revezarão para assegurar a cirurgia de 50 pacientes, a cada turno de trabalho.

“Estou muito alegre em fazer essa cirurgia e espero que dê tudo certo. Há muito tempo que eu esperava esse momento e finalmente ele chegou e estou gostando muito do atendimento, do prédio que é muito bonito e da forma como tudo está acontecendo”, disse Maria de Fátima pouco antes de entrar na sala e ser atendida pelo médico Daniel Medeiros Stropp que já participou de outros mutirões similares a esse. “É muito bom estar aqui e poder trazer esse benefício para a população. A gente se sente muito bem em poder contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, disse o oftalmologista que operou a Sra. Maria de Fátima.

A agricultora Maria Vanuzia Simão, de 43 anos, da cidade de Junco do Seridó, saiu de sua cidade, às 6h para realizar o procedimento nesta quinta-feira, e estava bastante feliz pela oportunidade. “A minha mãe esperou muitos anos para realizar essa mesma operação, mas, graças a Deus e a iniciativa do pessoal da saúde, eu não precisei esperar muito tempo. Eu só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todos daqui que estão atendendo todo mundo muito bem”, disse ela.

O diretor geral do Complexo Hospitalar de Patos, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado, explica que os pacientes que estão agendados para o procedimento já vieram regulados via Secretarias Municipais de Saúde junto com a Secretaria Estadual de Saúde. “O fluxo para esse mutirão ocorreu da seguinte forma. A gerência de saúde recebeu da SES o quantitativo para cada município da 6ª Região de Saúde e as cotas respectivas foram distribuídas aos municípios que identificaram os pacientes elegíveis para participar do mutirão e essa lista foi consolidada na SES após a confirmação dos dados e o Hospital do Bem cedeu o espaço para a realização dos procedimentos”, afirma o gestor.

Francisco Guedes lembra que a rotina do Hospital do Bem não será alterada em função desta ação, já que os locais destinados para a realização das cirurgias não estão atrelados às salas do atendimento ambulatorial, nem ao espaço das sessões de quimioterapia. “Tivemos o cuidado de preservar sem alteração a rotina do Hospital do Bem e os serviços prestados aos pacientes oncológicos”, reforça o diretor, adiantando que apenas o ambiente da recepção será comum tanto aos pacientes do mutirão, quanto dos serviços de tratamento do câncer.

A responsável pela 6ª Gerência Regional de Saúde, Liliane Sena, lembra que essa ação no Hospital do Bem está inserida nas atividades do ‘Opera Paraíba’ e que ele simboliza a ampliação do projeto na cidade de Patos. “A maternidade já iniciou a sua etapa e realizou, na semana passada, algumas cirurgias. Nestes dias 16, 17 e 18 acontecem às cirurgias de Catarata no Hospital do Bem e nós estamos, junto com os gestores das unidades de saúde do Estado em Patos, sugerindo algumas ações a SES para ampliar as ações do ‘Opera Paraíba’”, destaca Liliane, lembrando que uma dessas sugestões é destinar para o Hospital Infantil os mutirões de cirurgias de otorrino e outros procedimentos que envolvem a parte pediátrica, para a Maternidade Dr. Peregrino Filho os de ordem ginecológica e de obstétrica e para o Complexo Regional as cirurgias eletivas, a exemplo, das de hérnia, vesícula, etc.

A nova geração de alunos precisa de um novo conceito de escola  daí porque o AZ atende todas as expectativas dos estudantes         

   Um novo desafio se descortina à frente da Educação em todo o mundo: como educar e atrair a atenção de crianças, adolescentes e jovens cada vez mais conectados e com acesso a um grande acervo de informações? Como tornar a escola e a sala de aula interessante quando tudo o que tínhamos antes tem se tornado antiquado e obsoleto? A escola AZ, que chegou agora em João Pessoa, apresentou respostas a essas perguntas para mais de 200 pais de alunos que participaram na noite desta quarta-feira (15), de uma reunião híbrida, com presenças na escola e também de forma remota. O evento, a primeira reunião de pais depois da transição da marca GEO para AZ, foi aberto e intermediado pela diretora geral do AZ João Pessoa, Veronica Monteiro, contou também com a participação do diretor e idealizador do projeto AZ, Felipe Sundin e ainda do CEO da Conexia Educação, Sandro Bonás.           Em razão da constante transformação digital vivenciada no mundo inteiro, a mais nova geração de alunos que chega às escolas tem comportamentos muito diferentes das crianças e adolescentes do passado: são extremamente mais autônomos, ativos, posicionam-se em seus grupos, são mais comunicativos e estão em contato com pessoas em todos os continentes.  Tendo em vista essa nova personalidade, o CEO da Conexia Educação, Sandro Bonás, explicou aos pais que a escola está desenvolvendo a educação do futuro, já que sociedade hoje exige protagonismo, afinal, ela será o ambiente de provocações para essa nova geração.          “A nova escola deve preparar aquele que vai encarar esses desafios. Por isso, vamos para uma sala barulhenta, de provocações, sem passividade. Estamos formando adultos para enfrentarem o mundo lá fora e não faremos isso formando alunos para a memorização de conteúdos, um método antigo e tradicional da educação”, explicou Sandro, acrescentando que o papel dos professores também já não é mais o mesmo de outros tempos e, a partir disso, o ensino para nova geração exige muito mais da administração e pedagogia escolar.            E essa foi a “deixa” para o diretor do AZ, Felipe Sundin, entrar em cena e contar a história sobre uma ideia que virou realidade em 2006, quando quatro amigos, já professores com experiência em pré-vestibular, uniram-se para uma perspectiva mais individualizada de atendimento. “Ensino para a alta performance. Esse é o objetivo do AZ. No entanto, essa performance não é apenas na evolução acadêmica, mas também no desenvolvimento social, dos esportes, aquela apresentação da feira de ciências, etc”, comentou  Felipe, detalhando a metodologia do AZ para alcançar excelentes resultados. “Sob o aspecto cognitivo, essa é uma geração que precisamos provocar. Não é assistir aula e fazer prova. A aprendizagem se dá através do erro e posterior identificação dele e correção de rumos”, defendeu o fundador do AZ.          Ao final, ver sorriso e satisfação estampados no rosto de cada pai, cada mãe presente à reunião, levou a diretora geral do AZ João Pessoa, Verônica Monteiro, a agradecer a presença de todos e parabenizar os pais pelo acompanhamento ativo das propostas pedagógicas e da mudança  que o Grupo SEB, gestor do GEO e agora do AZ, pretende fazer. “Gostamos muito do tradicional, mas nossos filhos estão em contato com o mundo todo. Não existem barreiras físicas para eles, que estão sempre conectados. Por isso precisamos de uma mudança conceitual de escola e estamos aqui para isso e o AZ atende perfeitamente essa nova proposta de ensino/aprendizado”, reiterou Verônica.          Dayanna Peixoto, é mãe de Cecília, matriculada em outra escola de João Pessoa, mas, ontem ela compareceu à reunião do AZ com grande contentamento. “Eu acabo de chegar do Rio de  Janeiro e já conhecia a escola e toda sua proposta, estou muito feliz com a chegada deles aqui em João Pessoa e minha filha já vem para cá ano que vem”, adiantou Dayanna.          Outras mães também elogiaram o método e a proposta do AZ. Joelma Moura, que tem sua única filha, Aluska Valentina, do 3º ano, já matriculada no AZ João Pessoa, aposta na metodologia porque já vê os resultados. “Aluska é medalhista já em programas de aprendizagem do GEO, que já utiliza as soluções AZ. Estou ainda mais confiante”, comentou a mãe. Marcela Gondin, jornalista e mãe de dois alunos, um no 5º e outro no 7º ano, também destacou a vivencia já dos alunos com a plataforma AZ. “Eles já estão afinados com a plataforma. Agora a escola AZ veio para acrescentar ainda mais”, comentou.             O Comerciante Lauro Firmino, pais de três alunos GEO, sendo que o mais velho já está na universidade, onde ingressou este ano, e do Arthur, do 6º ano e de Lauro, do 2º Ano do Ensino Médio, destaca a confiança na escola. “O meu filho mais velho concluiu os estudos aqui, o meu do meio, está aqui desde a alfabetização e o mais novo também é aluno Geo, hoje AZ. Confio na escola, já decidi que eles cont9nuarão aqui em 2022 e acho que essa mudança é positiva porque reflete a preocupação da escola em continuar evoluindo!”, disse Lauro que estava presencialmente na reunião.          A escola AZ tem o foco personalizado de estudos e uma metodologia que estimula a autonomia, o protagonismo e o gosto pelo estudo através da provocação, do desafio e do uso de ferramentas tecnológicas já que, desde pequenos, essa geração já está familiarizada com os dispositivos. Estamos em uma época em que é preciso mudar as ações, mudar de conceito, aperfeiçoar os processo e atrair mais interesse do aluno e o AZ entrega tudo isso”, finalizou Veronica, lembrando que a escola não passa apenas pela mudança de uma marca, mas, também de todos os processos internos.

Presidente da Asplan é homenageado em evento online pelo Grupo de Estudos Sucroenergético da UFPB do Campus de Areia

Como grande admirador e profundo conhecedor do universo canavieiro, o produtor, agrônomo, ex-secretário executivo de Estado da Agricultura e presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais, sempre foi uma fonte de inspiração seja para quem cultiva, seja para quem simplesmente estuda esse setor, em seus diversos aspectos. Não apenas por esses motivos, mas também por ser um acervo vivo sobre o agronegócio paraibano e um grande incentivador e entusiasta da cultura canavieira. Nesta quarta-feira (15), por tudo o que representa para o segmento produtivo, José Inácio foi homenageado pela comunidade científica, mais especificamente pelo Centro de Ciências Agrárias – CCA da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Campus de Areia, e pelo Grupo de Estudos Sucroenergético (GESUCRO), durante a realização remota do III Dia de Campo sobre Cana-de-Açúcar.

Convidado a participar do evento online, José Inácio, que também foi aluno egresso do CCA da UFPB, foi recebido pelo coordenador do curso de Ciências Agrárias da UFPB, Fabio Mielezrski, e pela presidente da GESUCRO, Mayara Alves. Na ocasião, o dirigente da Asplan enalteceu a parceria com a UFPB, defendeu a cana-de-açúcar como pilar da economia paraibana, onde gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra, e como principal matéria para o uso do combustível limpo. Ele também falou dos ganhos que a permissão de venda direta do etanol aos postos de combustíveis (Medida Provisória publicada nesta segunda-feira, 13) vai trazer para o mercado, falou de cooperativismo e do sucesso de iniciativas em Pernambuco e ainda da potencialidade para a agricultura da Paraíba que além de cana, sua principal cultura, é rica em outros cultivares.

Sobre a MP, que é um dos assuntos mais atuais, José Inácio explicou que ela foi um pleito antigo da Feplana – Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, apoiado pela Asplan, e que tem o objetivo de não apenas baratear o preço do combustível nas bombas, como favorecer a cadeia produtiva do etanol no país e contribuir para o meio ambiente. “Se observarmos, ao longo do ano tem vários meses que o etanol ganha na bomba de combustível para o consumidor. A ideia do carro flex foi essa: sempre dar opções. Então o governo precisa editar medidas que favoreçam essa ideia”, comentou o presidente da Asplan, frisando que a MP vem para beneficiar inclusive o consumidor. “Você vende o etanol, coloca na carreta, às vezes ela vai para Suape, para a revenda dos postos Ipiranga, por exemplo, e volta para a comercialização no município de origem criando onerações desnecessárias”, explicou ele, destacando que daqui a 30 anos ninguém mais falará em combustíveis fósseis.

José Inácio, com seu distinto conhecimento do agronegócio, também enalteceu a parceria da Asplan com a UFPB, citou o nome de diversos professores e pesquisadores da cana-de-açúcar que tem dado um apoio muito importante aos produtores locais e ao estudo da cultura canavieira. Ele citou a transposição das águas do São Francisco e a necessidade da UFPB “chegar junto” para pesquisa de potenciais culturas. “Se os estados se unirem para gerenciar a chegada dessa água, teremos cerca de 16 mil hectares de terra irrigáveis. Dessas, quatro mil é de cana, mas é preciso ver a aptidão da região para outras culturas”, disse ele, complementando que a UFPB será uma grande aliada nisso, como tem sido para o setor sucroalcooleiro. José Inácio lembrou ainda que defende o cultivo concomitante de outras culturas junto à cana-de-açúcar. “Nos não defendemos a monocultura. Quem pensa assim se engana com o setor”, frisou o presidente da Asplan.

Sobre a Homenagem do CCA

Ao final de sua participação na live, José Inácio, que participou do evento da sede da Asplan, recebeu uma comenda enviada à Associação pelos organizadores do III Dia de Campo sobre Cana-de-Açúcar. A presidente do GESUCRO, Mayara Alves, explicou que o gesto simbolizava todo o agradecimento do setor acadêmico ao apoio e dedicação de José Inácio à UFPB. “Pelo apoio e contribuição também para o setor da Paraíba e no Nordeste”, comentou a dirigente, sendo seguida pelo coordenador do curso de Ciências Agrárias da UFPB, Fabio Mielezrski. José Inácio agradeceu a homenagem e disse estar de portas abertas sempre para boas parcerias. “Tenho muito orgulho de ter feito meu curso de Agronomia na UFPB, em Areia, e fico extremamente feliz com esse gesto. Muito obrigada e estou sempre à disposição de alunos, professores e quem quiser acrescentar conhecimento no setor canavieiro. Sou um apaixonado pelo campo, meu filho Inacinho seguiu meus passos e meu neto, também deverá seguir, já que mesmo pequeno ele gosta de terra, de trator e de cana”, finalizou José Inácio.

Modelos de crédito da Sicredi serão apresentados aos produtores de cana-de-açúcar da Paraíba durante evento na Asplan

 Quem não gostaria de ter um parceiro para o seu negócio com atendimento personalizado e de uma instituição que conhece a realidade do campo, suas dificuldades e vantagens? Pois essa é a proposta do Sicredi que será apresentada ao produtor canavieiro paraibano, nesta sexta-feira (17), às 11h, durante evento na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. Na oportunidade, os produtores conhecerão os novos gerentes agrícolas da instituição financeira cooperativa de João Pessoa e as novidades que a cooperativa dispõe de modelos de crédito “desenhados”, exclusivamente, para atender às necessidades do agronegócio local.

         De acordo com diretor comercial da Cooperativa dos Associados da Asplan – Coasplan, Thiago Queiroz, embora o Sicredi já atue apresentando as vantagens do Cooperativismo de Crédito ofertadas para o agronegócio, nas modalidades de Custeio, Investimentos, Comercialização e Industrialização, os novos gerentes Tomás Pontin, Claudemir Ferreira e Wellington Ferreira, trazem consigo a expertise que faltava ao agronegócio na Paraíba. “Eles já desenvolveram estudos e trabalhos com cooperativas em outros estados e tem muito a nos mostrar”, comentou Thiago.

         Segundo Thiago, os representantes do Sicredi apresentarão as linhas de crédito disponíveis para o produtor, principalmente, no que se refere à compra de insumos. “A instituição tem financiamento de crédito em conta com 14 meses para pagar na compra de insumos, crédito com carta-finança e outras opções de crédito que chagam a 300 modelos de financiamento”, lembra Thiago, destacando que a parceria da Coasplan e o Sicredi vem desde a fundação da cooperativa, há um ano, mas os produtores de cana pessoa física já conhecem e confiam na instituição há muito tempo.

“O Sicredi é sólido e está no mercado há mais de 100 anos. Além disso, são milhões de associados no país, muitos na Paraíba, e queremos com esse evento de sexta-feira estreitar, ainda mais, as relações de nossos associados com o Sicredi porque nosso interesse é buscar parcerias que favoreçam os produtores sejam eles com o Sicredi, com o Banco do Brasil, com o Bradesco ou com qualquer outra instituição que possa fomentar o desenvolvimento e crescimento do setor”, reiterou o presidente da Asplan,  José Inácio de Morais, convidando os associados a participarem deste evento nesta sexta-feira (17).

Thiago Queiroz, diretor comercial da Coasplan fala da importância do apoio do Sicredi

Cobrança inexigível do Salário Educação sobre pessoa física será tema de reunião na Asplan

Uma ação coletiva movida por produtores canavieiros contra a União que questiona a cobrança indevida referente ao Salário Educação de produtores rurais sobre pessoa física, com decisões judiciais já favoráveis em outros Estados, será tema de debate na próxima sexta-feira (17), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O evento, que vai contar com a participação do advogado, Jeferson da Rocha, da Felisberto Córdova Advogados, que acompanha a ação em vários locais, inclusive na Paraíba, também tem o objetivo de incluir no processo outros produtores que na época ainda não eram associados à entidade canavieira. O advogado José Lindomar Soares Júnior que acompanha a ação na Paraíba também estará presente. O encontro acontecerá às 10h, no auditório da Asplan, na Rua Rodrigues de Aquino, 630.

O advogado da Asplan, Lindomar Soares destacou que esses novos produtores devem se informar sobre a ação impetrada pela Asplan para que possam dispor da exclusão do pagamento do Salário Educação sobre suas folhas de pagamento. O tema já tem decisão da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que compreendeu a inexigibilidade do tributo de 2,5% do INSS referente à comercialização da matéria-prima junto às usinas para o produtor pessoa física.

“O entendimento é de que a atividade do empregador rural não se enquadra no conceito de empresa para fins de incidência da contribuição ao salário educação na Constituição Federal. A cobrança de pessoa física é, portanto, inexigível”, esclareceu o advogado. A tributação do Salário Educação está prevista na Lei 9.424/96.

Debate sobre impactos de sinistros de trânsito no SUS tem participação do Hospital de Patos que é referência para acidentados no sertão da PB

Uma das principais referências de Urgência e Emergência no sertão paraibano e de atendimento à vítimas de sinistros de trânsito, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) sente o impacto dessa demanda cotidianamente. Neste último final de semana, por exemplo, dos 172 pacientes que deram entrada na unidade, entre os dias 10 e 12, 39 deles foram de pessoas que se envolveram em acidentes de trânsito. Nesta segunda-feira (13), a psicóloga e responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende representou a diretoria da unidade no 1º Encontro Regional de Conselheiros Municipais de Saúde. O evento, realizado no auditório da UNIFIP, teve como pauta principal debater o impacto dos acidentes de trânsito no Sistema único de Saúde (SUS).

E esses impactos são gritantes, tanto em nível mundial, como nacional, já que essa é a nona maior causa de morte no mundo e uma das que mais deixam sequelas nas vítimas. No Brasil, isso é ainda mais preocupante, já que a cada 15 minutos uma pessoa morre em sinistros de trânsito e essa é a segunda causa de morte não natural evitável. Além das perdas de vidas humanas, que é o mais grave de tudo isso, o Brasil ainda tem um alto custo com os sinistros, sendo 20% referente somente aos custos dos hospitais que atendem acidentados seja pelo SUS ou em unidades privadas.

Em 2018, por exemplo, o Brasil gastou com sinistros de trânsito R$ 59,4 bilhões e a Paraíba, R$ 1,6 bilhão. Deste total de gastos, 20% segundo o IPEA, são relativos a custos com a saúde, o que equivale que a Paraíba teve gastos com saúde referente a acidentes de trânsito na ordem de R$ 320 milhões naquele ano. E segundo projeções do IPEA, a Paraíba deverá gastar, em 2028, o equivalente a R$ 2,4 bilhões com acidentes de trânsito, sendo 20% deste total somente com gastos de saúde. Na última década, as internações hospitalares decorrentes de sinistros de trânsito consumiram R$ 2,9 bilhões do SUS, que a cada três dias gasta, em média, de R$ 2 a R$ 2,5 mil com os acidentados em serviços de menor complexidade e de R$ 3,6 mil a R$ 4 mil, nos serviços de alta complexidade.

As internações por sinistro de trânsito também impactam na ocupação de leitos no SUS, já que 60% dos leitos em todo o país são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito e 50% das cirurgias realizadas são decorrentes desta demanda. No CHRDJC essas internações correspondem a 22% do total de vítimas atendidas. Em 2019 foram 432 internações, em 2020, outras 395 e de janeiro a agostos deste ano já foram contabilizadas 453 internações com vítimas de sinistros de trânsito. “Vale salientar que o paciente vítima de acidente impacta tanto a vida dele, quanto da família e também do mercado de trabalho porque, na maioria das vezes, ele fica afastado em função das sequelas do acidente que não são apenas físicas, mas, também psicológicas”, lembra Gorete.

A série histórica de atendimentos por sinistro de trânsito no CHRDJC vinha numa ordem crescente antes da pandemia se instalar em 2020, mas, com o isolamento social, que forçou as pessoas a saírem menos de casa, esse número foi reduzido. Em 2017, por exemplo, 2.973 pessoas foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade vítimas de sinistros de trânsito. No ano seguinte, em 2018, esse quantitativo subiu para 3.070 e, em 2019, chegou a 3.619. Em 2020, reduziu um pouco, e atingiu a marca de 3.138 casos. “De fato, nossos dados internos apontam que o impacto de pessoas que chegam em nossa porta de entrada vítimas de acidentes é bastante considerável”, atesta a responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende.

Somente este ano, de janeiro a agosto, o Complexo já atendeu 2.118 pacientes vítimas de sinistros de trânsito, sendo a imensa maioria delas, 85% do total, de pessoas que se acidentaram com motocicletas. Esses dados correspondem a um total de 12% do total de atendimentos da Urgência e Emergência da unidade neste período. Por faixa etária, os jovens e adultos são os que mais se acidentam. “Nessa primeira década de ação, a meta do Brasil era reduzir em 50% as mortes por sinistros de trânsito, mas, infelizmente, não conseguimos. A meta agora, de 2021 ate 2030, é reduzir as lesões graves que aumentaram muito nos últimos anos”, finaliza Gorete.

Usar ‘sinistro’ e não mais ‘acidente de trânsito’

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a revisão da NBR 10697/2018 e redefiniu os termos técnicos usados na preparação e execução de pesquisas relativas e na elaboração de relatórios estatísticos e operacionais a incidentes de trânsito. A norma corrige a expressão “acidente de trânsito”, substituída por “sinistro de trânsito”, e suprime o entendimento de sinistro “não premeditado”. Uma das bandeiras da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), a adoção do termo sinistro e a requalificação dessa norma foi uma vitória importante para as ações e políticas voltadas a preservação da vida no trânsito.

“Os acidentes de trânsito, na sua maioria, não são acidentais, do acaso, mas sim provocados. São passíveis de prevenção e o termo acidente traz a conotação de algo imprevisível e incontrolável, sem nenhum nexo de causalidade, o que contraria o conhecimento acumulado sobre a matéria”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Antonio Meira Júnior, em texto publicado no www.abramet.com.br.

O que os pais devem levar em consideração no momento de escolher uma escola para matricular seus filhos

Mesmo após identificar o que se considera ser a educação ideal para o filho, os pais ainda encontram dificuldades para fazer a melhor opção na escolha da escola. E isso é uma preocupação recorrente, principalmente, quando o final do ano se aproxima e os colégios começam a divulgar as matrículas. Quem já está satisfeito com a escolha, não tem muito trabalho, inclusive, porque as escolas costumam facilitar a rematrícula de alunos veteranos, mas, quem quer mudar de instituição precisa estar atento para não incorrer em erros que podem afetar diretamente o interesse pelos estudos, os resultados do estudante e, principalmente, essa relação escola/família.

“É preciso escolher uma escola que, de fato, atenda aquilo que se acredita enquanto valores, que tem atitudes, propostas, filosofia de aprendizagem e desenvolvimento do aluno associado e comum naquilo que se acredita como célula familiar. É importante que escola e família tenham pontos de vistas comuns e, sobretudo, ver o quanto a instituição pode contribuir na formação do cidadão de uma forma integral e não apenas na questão pedagógica e intelectual”, avalia a diretora geral da Escola AZ João Pessoa, Veronica Monteiro.

Questões como localização, quantidade de horas, infraestrutura, método de ensino e valor da mensalidade são pontos fundamentais e que balizarão uma escolha mais assertiva, mas, segundo Veronica, os pais precisam ficar atentos não apenas a grade curricular, mas, sobretudo, o quanto a escola avança na formação sócio emocional dos alunos. “As normas da BNCC reforçam que educar também é atribuição da escola e não somente dos pais, por isso a inclusão na grade curricular da formação sócio emocional das crianças, dos adolescentes e dos jovens é fundamental e importantíssima para que eles aprendam a lidar melhor consigo mesmo e com o outro, além da sociedade”, atesta a diretora.

A educadora lembra que é fundamental que os pais ou responsáveis visitem os colégios e conheçam a proposta ofertada antes da efetivação da matrícula. “Hoje, todas as escolas têm que ter dentro de seu currículo a formação sócio/emocional do aluno e nós do AZ trazemos uma educação para a vida e trabalhamos a questão humana com muita profundidade, inclusive, através da disciplina ‘My Life’, desde os alunos menores até os do ensino médio. Esse é um projeto associado ao Instituto Ayrton Sena, que poucas pessoas sabem que é um dos maiores pesquisadores de Educação no Brasil, além dos trabalhos filantrópicos”, disse a diretora, lembrando que os estudantes AZ são avaliados pelo Instituto, tanto de forma individual, quanto de forma coletiva, através da turma.

Além disso, segundo a educadora, as escolas precisam estar conectadas com as novas tecnologias. “O AZ, por exemplo, está na vanguarda deste processo tecnológico, já que ela surgiu a partir do principio do uso dos recursos tecnológicos dentro da escola, não só o recurso, mas, entendendo isso além do uso das ferramentas”, destaca Veronica, lembrando que o uso das ferramentas digitais no AZ é bastante intenso. “Nós temos uma super plataforma com mais de 49 mil vídeo aulas, que confere para o aluno a possibilidade de um estudo singular e personalizado e, além disso, uma metodologia diferenciada, criada a partir de um processo de gestão que usa o PDCA que permite ao aluno planejar, aprender, testar e identificar onde precisa focar mais, permitindo que ele crie estratégias de estudos para que ele melhore o caminho dele tendo uma alta perfomance”, finaliza Veronica Monteiro. E quem quiser conhecer mais um pouco do AZ João Pessoa pode acessar o azjoaopessoa.com.br.

O deputado das águas comemora chegada das águas da Transposição em Brejo Santo e Mauriti e diz que breve o sertão da PB viverá essa realidade

Presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB e um dos maiores defensores do projeto de Transposição do Rio São Francisco, em todos os três mandatos, o deputado estadual Jeová Campos comemorou nesta terça-feira (14), a chegada das águas do Velho Chico ao Reservatório Atalho, na cidade de Brejo Santo, no sul do Ceará, divisa com o município de Mauriti. Em vídeo que circula em redes sociais, é possível conferir a quantidade de água chegando às comportas cearenses que, quando estiverem cheias, serão abertas para a água seguir seu fluxo, através do túnel Cuncas I, para chegar a Boa Vista e Caiçara/Engenheiro, na Paraíba e também no Rio Grande do Norte. Essa região está inserida no roteiro do Eixo Norte do Projeto da Transposição.

 

“Essa foi à causa mais importante de meus mandatos, desde 1992 que defendo esse projeto. Foram muitas audiências públicas, visitas técnicas aos locais de obras em PE, na PB e no CE, viagens à Brasília e reuniões, desde o governo Lula, passando por Dilma, até os dias de hoje para que tudo isso se concretizasse. Ver a água chegando ao Eixo Norte mostra que essa luta histórica do povo nordestino, que abracei com muita alegria, hoje está virando realidade”, disse emocionado o parlamentar que está de licença médica até novembro. Segundo Jeová, a chegada das águas em Mauriti, que se limita com a Paraíba, é motivo de muita comemoração. “Quando estiver concluído o canal Caiçara/Engenheiro Ávidos e quando for finalizada a perenização do Rio Piranhas, as águas do Velho Chico encherão de riqueza o sertão paraibano e eu estarei lá, se Deus quiser, para vivenciar esse momento histórico”, reiterou Jeová.

 

O parlamentar, batizado de o ‘Deputado das Águas’, faz questão de frisar que essa causa da Transposição foi a mais importante de todos os três mandatos. “O nosso mandato foi o que mais destacou na ALPB a importância da Transposição, durante todos esses anos, tanto para o Eixo Leste, que já mata a sede de Campina Grande, e o Eixo Norte que, brevemente, também matará a sede do povo do sertão paraibano. Essa é uma luta histórica que tenho muito orgulho de ter abraçado”, finalizou Jeová.

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Hospital de Patos atendeu 172 pessoas e realizou 15 cirurgias no final de semana

Oplantão do final de semana (10 a 12) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento a 172 pessoas, das quais 39 vítimas de acidentes de trânsito. Comparando os dados deste final de semana com o anterior, o hospital teve um aumento de 70% em relação aos sinistros de trânsito, o maior número nos últimos sete meses, e uma queda de 12% nos atendimentos gerais de urgência e emergência. Entre as 18h da sexta-feira até a meia-noite deste domingo foram realizadas ainda 15 cirurgias.

O plantão de maior movimento foi o de sábado (11), com o atendimento de 83 pessoas, seguido do domingo (12), com mais 75 atendimentos e, na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 14 pessoas deram entrada na unidade. Dos 39 pacientes vítimas de acidentes, 35 deles estavam em motocicletas. Mas houve ainda o registro de um acidentado com automóvel, dois casos com bicicleta e ainda um com veículo de tração animal. Dos 39 acidentados, seis permaneceram internados para cuidados posteriores.

A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 19 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Cacimba de Areia, São Mamede, Catingueira, Matureia, Coremas, São José do Bonfim, São José de Espinharas, Emas, Malta, Quixaba, São Bento e Juru.

Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, entorse ou torção, dor na coluna, queda de nível, dificuldade de respirar, vacinação, dor renal, náusea e vômito, hipertensão entre outros motivos.

Dos 15 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de cirurgia vascular, com oito casos, seguido de ortopedia, com quatro procedimentos, e ainda mais duas cirurgias oncológicas e uma de urologia.

Complexo de Patos encerra semana com baixa ocupação de leitos Covid

O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) repete o cenário de redução e baixa nas taxas de ocupação de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e Enfermarias destinadas a pacientes com Covid, a exemplo de outros hospitais púbicos do estado e do país. Nesta sexta-feira (10), apenas seis, dos 32 leitos de UTI Covid estão ocupados, enquanto que dos 34 leitos de Enfermaria do isolamento, apenas dois estão com pacientes.

“Essa tendência geral de diminuição da incidência de casos graves, internações e mortes por Covid-19 deve-se ao avanço da campanha de vacinação que está atingindo o objetivo de proteger a população do impacto da doença” explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ele lembra, no entanto, que o alto índice de positividade dos testes e a elevada taxa de letalidade da doença (atualmente em 3%) revela que a transmissão do vírus é intensa e diversos casos assintomáticos ou não confirmados podem estar ocorrendo, sem registro nos sistemas de informação.

Francisco reforça que mesmo com baixa taxa de internação e ocupação de leitos Covid, não é o momento das pessoas relaxarem nos cuidados preventivos. “O vírus ainda circula e temos o agravante de novas variantes, inclusive, com grau de transmissibilidade 100 vezes maior que as anteriores, portanto, fica o alerta para manter o uso de máscaras, lavar as mãos com frequência e evitar aglomerações. Vale lembrar que Patos já registrou caso de Covid com a variante Delta que tem o poder de transmissão muito maior que as variantes anteriores.

Hospital de Patos encerra semana com baixa ocupação de leitos Covid