Author: News Comunicação

Além de passar toda a matéria do currículo para os alunos, também é papel da escola instigá-los! Sobretudo provocá-los e orientá-los rumo à capacidade de pensar criativa, original e criticamente e, se possível, vendo e participando de experimentos que mostrem na prática o que eles viram na teoria. É é justamente com esse propósito que o professor de ciências, Fábio Henrique de Andrade, frequentemente leva seus alunos para o laboratório, como fez nesta sexta-feira (09), com a turma do 6º ano manhã, da unidade GEO Sul, para estudarem o fenômeno da formação do solo e da ação da natureza ao longo dos anos

“É preciso repensar o estudo, torná-lo mais dinâmico e atrativo para essa garotada que vive conectada e não se contenta apenas com a teoria, por isso, gosto das aulas do laboratório que além de contextualizar o aprendizado, na prática, coloca os alunos como agentes do assunto estudado porque eles atuam verdadeiramente, se empolgam e assimilam mais o assunto colocando a ‘mão na massa’”, destaca Fábio.

A experiência vivida pelos alunos da 6ª série hoje versou sobre a formação do solo e a transformação que ele tem através da ação da natureza, com a ação do Sol, da chuva, da temperatura. Segundo o professor, foi feita simulações da ação do Sol na rocha, usando lâminas de vidro de laboratório (numa simulação de rochas), recipientes de louca refratária, álcool gel, pegadores de laboratório para entender como se dá a ação do Sol nas rochas. “Simulamos em poucas horas a ação que a natureza leva muitos anos para executar”, destaca o professor, lembrando que as aulas práticas desenvolvem as habilidades da turma e também os estimula ainda mais e estudar sobre os assuntos. “Dessa forma, eles colocam não só a mão na massa, como percebem claramente os fenômenos como se processam”, destaca Fábio.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que na escola, os alunos são constantemente, levados a pensarem além da teoria, tendo estímulos a partir de várias atividades e projetos que lhes proporcionam um aprendizado mais amplo. “Os alunos GEO têm acesso a uma educação muito mais completa, envolvente, marcante e estimulante e, neste contexto, as aulas práticas, de campo, nos laboratórios, fazem muita diferença”, finaliza o diretor.

Alunos da 3ª Série do GEO participarão de palestra sobre perspectivas do mercado de trabalho

Com o início do segundo semestre letivo e o fim de ano mais próximo, é hora de começar a pensar nos desafios que a vida trará com a finalização do Ensino Médio. A escolha de uma profissão, as profundas mudanças que a tecnologia tem nos proporcionando, novas regras para os negócios que estão sempre surgindo, diferentes maneiras de desenvolver talentos, de tornar-se bem-sucedido, são questões latentes nas mentes de jovens que estão na 3ª série do Ensino Médio. Pensando em ajudá-los a melhorar a tomada de decisões, o colégio GEO trará, nesta quinta-feira (08), o psicólogo, educador e palestrante, Guilherme Davoli, para uma palestra exclusiva para todos os alunos da 3ª série do GEO Tambaú e Sul.

A palestra desta quinta-feira (08), intitulada “Sonhos, desafios e perspectivas do mercado de trabalho” está programada para acontecer das 07h10 às 8h50 no GEO Tambaú e das 10h às 11h20 no GEO Sul. O objetivo do GEO é auxiliar seus alunos em seus dilemas, trazer para eles perspectivas de um mercado em mudança, que requer profissionais extremamente qualificados e com vocação para suas atividades. Para o professor Roberto de Oliveira, os jovens não podem mais escolher uma profissão através do que “ouvem falar”. É preciso saber o que está fazendo. “A maior parte dos jovens consegue perceber a necessidade de colocação no mercado de trabalho, mas não se dá conta da importância de se realizar pessoal e profissionalmente. Quando entram no mercado, muitos se decepcionam porque não procuraram saber e nem a atender as exigências do mercado na profissão que escolheram”, comentou o professor Roberto.

Segundo ele, os alunos saem do Ensino Médio sem ter contato com experiências que poderiam colaborar com a decisão sobre sua carreira como, por exemplo, palestras que poderiam apresentar-lhes novas profissões, ou atividades voltadas a orientação vocacional. “No GEO prezamos por um processo de ensino que não se restringe à grade curricular para se ter boas notas no ENEM. O GEO sempre teve uma preocupação em formar cidadãos e, para isso, traz temas que fazem com que esses jovens reflitam sobre suas vidas num aspecto mais amplo”, disse Roberto, lembrando das ações que o GEO já realizou nesse sentido.

Preparando para os desafios da vida

Nesta última quarta-feira (07), por exemplo, Guilherme Davoli, que dará a palestra para os alunos da 3ª Série, também fez, no dia 07, uma apresentação para os colaboradores da escola sobre o uso responsável das redes sociais. Em março desse ano, outro momento importante, foi quando o GEO trouxe o escritor e psicólogo Clínico, Rossandro Klinjey, para fazer uma palestra aos pais de alunos e educadores da escola interessados no aprimoramento do relacionamento entre pais, filhos e escola. O evento, marcado por um público de duas mil pessoas que compareceu ao Centro de Convenções de João Pessoa, abordou a relação família-escola, destacando que é salutar a definição de papeis e atribuições de responsabilidades.

A ideia de trazer palestrantes está dentro de um processo educacional que enxerga uma realidade plural de informações. “O GEO tem um projeto pedagógico/educacional que o diferencia enquanto escola porque nosso foco não é apenas preparar o aluno para o ingresso na universidade, o que é atestado pelos ótimos índices de aprovação no ENEM, mas, para a vida em sociedade a qual exige que cada um saiba o seu papel e a melhor forma de vivenciá-lo”, finaliza o professor Roberto.

Missa em Ação de Graças vai celebrar reestabelecimento da saúde do diretor da Asplan

Foram quase dois meses de luta pela vida, do dia 13 de março até 12 de maio, passados entre uma cirurgia até a saída do hospital, boa parte deste período em UTI, no limiar da vida, mantido pela perseverança dos médicos, a força da fé e a vontade de Deus. E para celebrar o dom da vida, da retomada da saúde, da volta por cima e, sobretudo, a oportunidade de continuar esse caminhar ao lado de seus pais, filhos, familiares e amigos, o diretor técnico da Associação dos Plantados de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira, vai realizar, nesta sexta-feira (09), às 17h, uma missa em Ação de Graças pela graça alcançada.

A cerimônia, que será conduzida pelo Padre Abel, da Igreja Nossa Senhora de Aparecida, da Comunidade 13 de Maio, será realizada no auditório da Asplan, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro, na capital paraibana e é aberta aos associados da Asplan e a todas as pessoas que têm fé e Deus no coração.

“Quero reunir meus familiares, meus amigos, os profissionais que cuidaram de mim e que me ajudaram a sair vivo deste episódio e, mais ainda, agradecer a Deus a oportunidade que Ele me deu de renascer, ainda mais crente do poder divino que antes. Preciso agradecer tudo isso, o amor que recebi, o carinho, o cuidado, enfim, a benção de continuar vivo e ao lado das pessoas que amo”, afirma o diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira.

Relatório da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB é apresentado durante reunião do Cooperar

Os pontos e sugestões elencados num documento produzido pela Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, fruto de um trabalho de campo, realizado no primeiro semestre deste ano e coordenado pelo presidente da Frente, deputado Jeová Campos, foi apresentado nesta quinta-feira (08), durante reunião do projeto Cooperar, em João Pessoa. Foi o próprio deputado que apresentou, detalhadamente, as propostas que sugerem ao Governo do Estado um novo olhar e uma nova política sobre esse setor na Paraíba.

A ideia, segundo Jeová, é buscar o apoio do Cooperar para o fomento de projetos de desenvolvimento da Agricultura Familiar no estado. “Eu vim trazer a contribuição da ALPB, através de nossa Frente, para que possamos fazer essa integração Assembleia, Agricultura Familiar e Cooperar, visando atender essa finalidade pública de transformar essas sugestões em ações efetivas que possam melhorar as condições de nossos agricultores e agricultoras da Paraíba”, destacou o parlamentar.

Ainda de acordo com o presidente da Frente, a expectativa é muito boa neste sentido. “Estou muito animado com essa integração da ALPB, com a Secretaria de Agricultura Familiar, com Luiz Couto, e agora com o Cooperar e ainda a Empaer que também se integra para produzir um grande resultado, nos próximos quatro anos, para a agricultura paraibana”, finalizou Jeová.

Brasileiro foi acostumado a ler mitos sobre defensivos agrícolas e por isso o agronegócio sofre injustiças com informações equivocadas

É preciso falar com conhecimento cientifico quando se trata de defensivos agrícolas
É preciso falar com conhecimento cientifico quando se trata de defensivos agrícolas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou este ano 290 produtos para serem utilizados nas lavouras brasileiras. O número, embora chame a atenção, ainda é menor que o montante liberado no governo de Michel Temer, quando o presidente autorizou a comercialização de 450 itens. No entanto, nem passado nem presente justifica a avalanche de críticas a liberação do uso de defensivos. O fato é que a maioria não é propriamente de novos produtos, mas sim de novas formulações para substâncias anteriormente liberadas. Para o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, a falta de informação do brasileiro sobre o uso dos agrotóxicos no Brasil e no mundo tem criado mitos e inverdades sobre o tema.

Exemplo disso é quando se propaga aos quatro cantos que o Brasil é o país que mais utiliza agroquímicos no mundo. Isso não é verdade. O Japão, um país conhecido pela longevidade de sua população, utiliza oito vezes mais defensivos agrícolas que o Brasil. O Japão, assim, acaba sendo o primeiro país no mundo em concentração por área plantada. É o que aponta o estudo da Universidade Estadual Paulista em Botucatu (Unesp) apresentado este ano no fórum Diálogo: Desafio 2050 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, promovido em São Paulo pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Embrapa, Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef).

De acordo com o estudo, o Brasil, embora utilize o maior volume de defensivos (em função do tamanho continental), ocupa o 7º lugar na proporção com a quantidade de terras cultivadas, ficando atrás de países como Japão, Alemanha, França e Reino Unido. “As informações sobre o uso de defensivos no Brasil é, portanto, desconectada da realidade e serve apenas para criar mitos e confundir as pessoas, colocando-as contra o agronegócio”, reitera o presidente da Asplan, lembrando que sem os defensivos agrícolas, que são usados de maneira responsável, mais da metade da produção de alimentos no mundo não existiria, pois as pragas destruiriam a produção nesta proporção

O dirigente da Asplan destaca ainda que um episódio do programa “Zorra Total”, da Rede Globo, em que, através da enquete “Sítio do Pica-Pau com Sequela” , satirizou o uso de defensivos agrícolas, colocando o produtor brasileiro como “vilão” e causador de doenças, ilustra bem essa falta de informação sobre o uso de defensivos no país. Várias entidades ligadas ao agronegócio redigiram notas de repúdio a veiculação do quadro do programa da emissora. Em todos, o setor exige respeito da emissora, tendo em vista que o Brasil possui uma das agriculturas mais pungentes do mundo e responsável pela alimentação de bilhões de brasileiros.

“Registre-se que os produtos liberados são, em sua maioria biológicos, e que o Brasil ocupa o 44º lugar no ranking de uso de defensivos agrícolas, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)”, destaca José Inácio. O Ministério da Agricultura (MAPA) também esclareceu, no final de junho, que do total dos 42 insumos liberados na época, apenas um produto trazia um ingrediente novo, os demais foram todos produtos genéricos que já estavam presentes nos campos.

“Da lista de registros, 29 são produtos técnicos equivalentes, ou seja, genéricos de princípios ativos já autorizados no país para o uso industrial. Outros 12 de princípios ( 10 de origem química e dois de origem microbiológica) são produtos genéricos que já estão prontos para serem usados no controle de pragas. Em média, os produtos registrados hoje já estavam há quatro anos nas filas para aprovação”, diz a notícia registrada pelo próprio ministério no Ato 42/2019.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, acredita que a população brasileira foi “levada” por uma onda de notícias negativas em torno dos agroquímicos e, em paralelo a isso, muitos foram levados a acreditar que produtos orgânicos são mais nutritivos que os demais. Existem diversas pesquisas já realizadas sobre o assunto e que não apontam para uma superioridade dos orgânicos. “O que vemos é muita desinformação sobre o assunto e as pessoas sendo levadas a acreditar e a pagar muito mais caros por produtos orgânicos. Os dois modos de produção geram alimentos saudáveis, nutritivos e seguros”, disse José Inácio.

O dirigente da Asplan lembra ainda que a liberação dos defensivos pelo Governo Federal apenas foi acelerada. “As exigências continuam as mesmas. Esses defensivos já estavam na fila pela provação há tempos”, salientou o presidente da Asplan. José Inácio espera que com as novas substâncias liberadas, o produtor consiga defensivos mais baratos. “São mais de 280 princípios ativos liberados para que ocorra uma melhor distribuição das empresas para baratear os produtos”, comentou.

Por outro lado, o Brasil também estava muito atrasado em relação ao uso dos defensivos. Quando se liberava a comercialização de um, muitas vezes ela já estava sem desuso porque já tinha outro melhor no mercado. “O Governo está tentando resolver isso dando celeridade aos processos de análises e aprovação de cada produto”, disse José Inácio, confiante de que a estratégia dará certo e será algo que o governo terá feito pela sustentabilidade do agronegócio no Brasil, afinal, o alimento orgânico não alimenta um país das proporções do Brasil.

Segundo o jornalista Nicholas Vita, autor do livro Agradeça aos Agrotóxicos Por Estar Vivo, fala-se muito da produção sem agrotóxicos, como se esses produtos fossem alimentar o mundo, mas não vão. “Apenas no mercado da batata, os preços são 300% mais caros, e representam menos de 0,5% da produção”, critica o jornalista.

As várias cartas de repúdio de entidades ligadas ao setor, inclusive a Asplan, após exibição do quadro no Zorra Total, portanto, representa a opinião do setor produtivo como um todo que lembra que: “leite não brota em garrafas, arroz, feijão e carne não são produzidos através de palavras na televisão. Respeitem a quem alimenta o mundo. Respeitem o produtor rural”.

Ao desmistificar o assunto, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, disse apenas que é preciso informar com conteúdo. “A Imprensa não pode ceder a modismos. Ela tem que informar com qualidade e conhecimento cientifico e veicular o que realmente acontece no campo”, finaliza o presidente da Asplan.

Alunos GEO além de metodologia exclusiva para estudos também receberam Cadernos dos últimos cinco exames do Enem como reforço

A metodologia AZ que provoca alta performance acadêmica e, consequentemente, expressivos resultados em aprovação, sejam no Enem ou em outros concursos que medem o conhecimento de estudantes do ensino médio, na Paraíba, está disponível, com exclusividade, para alunos do Colégio GEO. E além de contar com essa metodologia, os alunos das terceiras séries do Ensino Médio da escola, que tem duas unidades em João Pessoa, acabam de ganhar outro reforço significativo para aprimorar conhecimentos e se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio. Trata-se dos Cadernos do Enem com os testes dos últimos cinco exames, totalizando 900 questões. O material está sendo entregue desde a semana passada aos alunos e fazem parte do kit de material AZ dos estudantes das terceiras séries da instituição.

O diretor geral do GEO, professor Roberto Oliveira, lembra que ao receber os cadernos, os alunos são orientados para resolverem as versões Enem na quantidade de tempo que o exame oferece. Em seguida, os alunos têm uma correção via TRI e podem verificar as questões corrigidas com comentários. “Esse é mais um diferencial do GEO que possibilita ampliar o universo de estudos de nossos alunos, dando-lhe além de uma metodologia comprovadamente eficiente e eficaz, de forma exclusiva, mais um suporte para estudos”, destaca o diretor, lembrando que os alunos já estão fazendo uso dos Cadernos.

Deputado Jeová Campos critica decisão do Governo Federal de não mais disponibilizar medicamentos para a população

“Essa decisão do Governo Federal de não mais disponibilizar medicamentos que são importantíssimos para uma parcela significativa da população é cruel, desumana e irresponsável”, disse hoje (07), o deputado estadual Jeová Campos (PSB), ao se referir ao anúncio de que produtos que, atualmente, são distribuídos gratuitamente pelo SUS, em breve, não estarão mais disponíveis, tendo os pacientes que adquiri-los com recursos próprios.

“Como ficarão os pacientes oncológicos, por exemplo, para obter medicamentos caríssimos, para fazer o tratamento contra o câncer?”, questionou o parlamentar. O deputado disse que tomou conhecimento que os laboratórios que fornecem esses medicamentos tiveram os contratos suspensos nesta terça-feira, inclusive também foi suspenso as parcerias dos laboratórios brasileiros com os estrangeiros. “A população não mais receberá esses medicamentos e ai eu pergunto aos defensores de Bolsonaro: como vão ficar os pacientes do Hospital Laureano, por exemplo, se não teremos mais os medicamentos para fazer a quimioterapia?

Como vamos reagir diante disso ou nós vamos ficar calados, questionou o parlamentar, se adiantando e afirmando que essa decisão vai provocar um verdadeiro genocídio no Brasil. “Os pobres não têm condições de comprar remédios para quimioterapia. Isso tem que ser denunciado, combatido e, sobretudo, revisto”, finalizou Jeová.

Juventude Conectada foi um sucesso de participação e de protagonismo do público jovem de Soledade

A Prefeitura de Soledade, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social -SETAS, e em parceria com o Governo do Estado da Paraíba, realizou, no último sábado (03) um grande encontro da juventude da cidade chamado “Juventude Conectada”. Foi uma tarde especial que, embora com infraestrutura e proposta partindo do poder público, foi construída pelos próprios jovens através de diversas atividades em torno do tema “Jovens e Redes Sociais. O evento aconteceu no Clube Recreativo e reuniu quase 200 pessoas, dentre elas, o prefeito da cidade, Geraldo Moura, e a Secretária de Assistência Social, Janaína Barros, que acompanharam e participaram de todas as ações. O saldo foi de extrema satisfação para todos.

Foi a primeira vez que a gestão municipal preparou um evento voltado para o público jovem. O objetivo foi abrir um diálogo a respeito do uso das Redes Sociais, levando em consideração que ele tem tanto um lado positivo quanto negativo e que é preciso ponderar essa conectividade. O assunto, super atual na vida dos jovens, foi uma proposta do Governo do Estado que, através da Secretaria Executiva da Juventude, sugeriu temas a todos os municípios para trabalhá-los em rodas de conversas durante agosto, Mês da Juventude.

A experiência em Soledade, para a Secretária de Assistência Social, Janaína Barros, foi um sucesso, tendo em vista que houve um grande envolvimento dos jovens durante a organização do encontro, o que fez com que, no dia, o evento fosse protagonizado, principalmente, por eles também. “Ficamos extremamente felizes com o sucesso do encontro. Mesmo para um sábado à tarde, em meio a um feriadão, quando a maior parte dos jovens está fazendo algo, jogando, passeando, viajando com família, conseguimos reunir um público muito expressivo”, comentou Janaína, destacando que hoje é difícil fazer um encontro com jovens para debater temas específicos, por isso, era necessário deixar claro que a ideia era deixá-los à vontade para protagonizar isso.

“Hoje são eles mesmos que constroem as suas temáticas e, diante disso, foi um bate papo informal. Vimos que a internet é, de uma certa forma, contraditória. Ela é boa e ruim ao mesmo tempo. Boa porque se você usar com qualidade e inteligência, consegue viver dentro de uma condição que te favorece, que favorece a vida. Você vai através de informações, ampliar uma rede de conhecimento, encontrar com pessoas que estão distantes. E negativas porque às vezes constrói situações negativas como o fake news, as inverdades construídas, printam informações falsas e compartilham, essas coisas”, explicou Janaína.

O encontro foi uma grande oportunidade para os jovens que, através do poder público – Prefeitura com o apoio de infraestrutura, dinâmicas e pessoal de apoio, e o estado com equipe de palestra da Secretaria da Juventude, puderam ser protagonistas e encaminhar suas próprias discussões. “Um evento do jovem para o jovem. Não tinha cunho político. Naquele momento não estávamos traçando nenhuma condição política para eles e sim, estávamos avaliando a situação atual dentro de uma sociedade de jovens que utilizam as redes sociais e, nem sempre, de maneira positiva”, afirmou Janaína.

A Gerente Executiva de Políticas Públicas da Secretaria Executiva da Juventude, Rayza Miranda, também ficou satisfeita com o que viu na cidade. “Foi uma alegria encontrar um público daquele em Soledade, num sábado à tarde, que é tão difícil retirar o jovem de suas atividades”, comentou a gerente. Ela explicou ainda que o Governo, desde 2015 tem sugerido aos 223 municípios do estado, independente de posição política, esse diálogo diferenciado com o público jovem e que tem dado certo.

E em Soledade, segundo Rayza, o encontro foi muito melhor do que se esperava e ela agradeceu ao prefeito Geraldo Moura e à secretária da SETAS, Janaína Barros, pelo empenho. “Geralmente fazemos uma palestra, mas em Soledade, ficamos muito felizes porque foi um grande encontro, um público grande, com diversas atividades. Um grupo de teatro maravilhoso que, inclusive, já convidamos para fazer a abertura do Mês da Juventude em João Pessoa, no dia 12. Eu, em nome do Governo do Estado, só tenho a agradecer”, disse ela.

O prefeito Geraldo Moura disse que o encontro atingiu seus objetivos quando viu o público mesmo passando o recado de que a alta conectividade também tem seu lado negativo. Ele também falou em reeducação para as redes sociais. “A ideia foi fazer um alerta para que os jovens tenham a consciência dos benefícios e também dos malefícios que as redes sociais trazem. Queríamos mostrar que precisam usar com atenção e disciplina, de um jeito proveitoso e vimos que eles mesmos já compreenderam isso porque nos mostraram através de suas dinâmicas e apresentações”, comentou o gestor, frisando que a Prefeitura continuará a propor encontros entre os jovens a partir de agora.

“Esse é um trabalho que será feito continuamente porque uma mudança cultural, de comportamento não se faz da noite pro dia. Muito trabalho, muitas ações para que eles se conscientizem que tem sim que utilizar as ferramentas do mundo virtual, mas de forma positiva. Precisamos de reeducação do uso de redes sociais”, concluiu o Prefeito.

Na programação do Juventude Conectada esteve uma roda de conversa com a equipe de psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e pedagogos do governo do estado; dinâmicas que foram realizadas com equipes da secretaria municipal da Educação, além de apresentações de música e teatro feitas por vários grupos de jovens de Soledade. No final ainda teve um lanche coletivo oferecido a todos os participantes.

Inscrições para Minicurso de Fabricação de Cachaça e Aguardente que será realizado em João Pessoa já estão abertas

Terceiro maior produtor de cana-de-açúcar no Nordeste, o estado da Paraíba também tem uma ótima produção de cachaça, várias marcas, inclusive, apontadas por especialistas como as melhores do país. Com esse cenário favorável e com um turismo que incentiva a experimentação com roteiros exclusivos passando por Engenhos de Cachaça no estado, nada mais natural que o interesse das pessoas em produzir a bebida crescesse cada vez mais. Pensando nisso, a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), está apoiando a realização do minicurso “Fabricação de cachaça e aguardente em nível laboratorial e microindustrial”, que acontecerá no dia 22 de agosto, em sua sede, em João Pessoa. As inscrições já estão abertas e custam R$ 200,00.

O minicurso será ministrado pelo Professor Dr. Vital de Sousa Queiroz, do Departamento de Química da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Na divulgação da capacitação estão assuntos como “A importância da Industria da cachaça e do aguardente”; “Conceitos e padrões de identidade e qualidade da cachaça e do aguardente”;“Processo produtivo e de controle de qualidade”; e “Viabilidade de implantação de micro empreendimento de fabricação”. Será um dia inteiro de informações importantes para quem está pensando em investir no segmento e produção de cachaça.

Segundo o diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, o intuito da associação é atender sempre às demandas dos produtores de cana da Paraíba e o conhecimento técnico é um dos pilares da entidade para isso. “Esse é um curso muito procurado aqui na Paraíba, que fabrica as melhores cachaças do país. Não é à toa que para esse minicurso já temos inscrições de gente de Pernambuco e do Rio Grande do Norte que se interessam e muito pela nossa produção”, comentou o diretor, destacando que quem se interessar deve se apressar pois as vagas são limitadas.

As aulas acontecerão no auditório da Asplan, a partir das 8h, do dia 22. O minicurso tem uma carga horária de 8 horas, distribuídas pela manhã (8hs às 12hs) e pela tarde (14hs às 18hs). O pagamento da inscrição deve ser feito via depósito bancário (Caixa Econômica Agência 0220; Operação 003; Conta: 546-6). Ao realizar o depósito, o participante deve enviar foto do comprovante para o WhatsApp (83) 98866-6297 ou para o e-mail estampapb@gmail.com. Todos receberão um livro com todo o conteúdo programático e, ao final, também receberão certificado digital.

ALPB aprova que a Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar integre Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição

A conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco é algo imprescindível para que as águas do Velho Chico consigam chegar ao sertão paraibano e a outras localidades dos estados de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte e como esse pleito diz respeito a todos esses estados, deputados estaduais destas localidades vão formar uma ampla frente parlamentar interestadual para que, de forma conjunta, possam cobrar do Governo Federal a conclusão desta obra fundamental para resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro. Na sessão desta quarta-feira (06), os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, a integração da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB na Frente Parlamentar Interestadual, que reunirá parlamentares dos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

Em pronunciamento logo após a aprovação do requerimento de sua autoria, que solicitava a integração da Frente da Paraíba à Frente Interestadual, o deputado Jeová agradeceu a aprovação da matéria, falou da importância da conclusão das obras da transposição, convocou os deputados a se integrarem ao trabalho da Frente Interestadual e lembrou que desde que a ex-presidente Dilma deixou o governo, a obra do Eixo Norte não avançou. “Esta Casa tem cumprido seu dever de casa, tem feito esse debate através da Frente Parlamentar da Água, tem feito visitas, audiências, mas, infelizmente, as obras do Eixo Norte estão empancadas desde que a presidente Dilma saiu, desde então essa questão não anda”, disse o deputado.

Jeová lembrou ainda que embora o Eixo Leste esteja concluído, ainda há questões que precisam ser resolvidas. “É preciso concluir o Eixo Norte, mas também a gestão do Eixo Leste que está pronto para funcionar, mas não tem bombeamento, por contingenciamento de recursos, para não se pagar energia que é cara. Mas, caro é o povo ficar com sede. Uma obra de tamanha envergadura ficar sem atender a sua finalidade pública. Isso é o que é caro”, afirmou o deputado, lembrando que não justifica a água não chegar ao seu destino, nem essa luta ser ambiente exclusivo de um deputado. “É preciso que todos se unam e essa causa”, disse Jeová convocado seus colegas a se integrarem aos trabalhos da Frente.

“Não dá para entender como algo tão necessário, tão importante, tão sonhado, tão pretendido, tão desejado, por que não se conclui essa obra? Às vezes me sinto como se fosse um sabiá, numa árvores seca, olhando e cantando sozinho no deserto, mas eu não posso deixar de reconhecer que essa Casa sempre teve decisão política e correta ao levar esse debate das água da transposição e que agora dá mais um passo ao aprovar essa integração à Frente Interestadual, mas isso não pode ser feito apenas por Jeová, por isso convoco meus colegas a se engajar nessa causa”, reiterou Jeová, que aproveitou o feriado do dia 05 para se reunir com deputados pernambucanos, em Recife, para debater a formação desta Frente Interestadual.

No final de seu discurso, Jeová fez um apelo ao presidente do Brasil. “Bolsonaro, não dá para retaliar o Nordeste, não dá para retaliar o povo nordestino, não dá para discriminar a região, nós precisamos da conclusão desta obra, Vossa excelência tem que agir como estadista nesta questão, não pode olhar se a água vai chegar no Ceará ou na Paraíba, nós precisamos da conclusão desta obra que quando a presidente Dilma saiu faltava apenas 5%”, finalizou o parlamentar, lembrando que a ALPB estará de portas abertas para receber os parlamentares de outros estados para conduzir o processo de mobilização política que, de fato, sensibilize o Governo Federal para cumprir a sua missão de concluir essa obra tão importante para o Nordeste.