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Hospital de Patos realiza 49 cirurgias e atende 266 pacientes no plantão do final de semana
O plantão deste final de semana no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), unidade da rede estadual de saúde, em Patos, ficou marcado pela realização de 49 cirurgias e pelo atendimento de 266 pessoas na urgência e emergência. Deste total, 44 pacientes precisaram ser internados para observação e cuidados posteriores a avaliação médica. Neste universo de atendimentos, 17 pessoas foram de vítimas de sinistros de trânsito com motos.
Das 49 cirurgias realizadas entre as 18h da sexta-feira (6) e a meia-noite deste domingo (8), 42 procedimentos foram eletivos, sendo a maioria deles oncológicos, com 40 casos, e sete foram cirurgias de urgência. Além das cirurgias oncológicas, foram realizadas sete procedimentos ortopédicos e dois gerais, neste último caso, numa das cirurgias, houve também a necessidade de um procedimento vascular.
O plantão de maior procura pelo serviço foi o da sexta-feira, quando aconteceram 93 atendimentos, seguido do sábado com o atendimento de outras 87 pessoas. No domingo mais 86 pessoas passaram por avaliação médica na urgência da unidade. O motivo que mais levou pessoas ao hospital foi queixa de dores, com 52 casos, seguido de quedas, com 42 atendimentos. O hospital atendeu ainda 10 casos de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), sete pessoas mordidas por animais, três com Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de um caso de agressão física, entre outras ocorrências.
Das 17 pessoas vítimas de sinistros no trânsito, Patos foi onde teve mais vítimas, com oito ocorrências, mas o hospital atendeu pacientes acidentados das cidades de Cacimba de Areia, Catingueira, Matureia, Santa Luzia, Sousa, Teixeira, Várzea e Vista Serrana.
“Foi um final de semana bastante movimentado, haja vista o alto número de procedimentos cirúrgicos, o que exigiu ainda mais organização e empenho de nossa equipe, mas conseguimos atender toda a demanda sem nenhuma intercorrência o que só reforça a capacidade resolutiva da unidade e a importância dos serviços para a população dos municípios aos quais somos referência”, finaliza o diretor-geral do Complexo, Francisco Guedes.







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Hospital de Catolé do Rocha realiza mais de 380 atendimentos e 21 cirurgias no final de semana
OHospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, unidade da rede estadual de saúde, em Catolé do Rocha, realizou 383 atendimentos, entre consultas médicas e urgência e emergência, entre as 18h da sexta-feira (30) e a meia-noite do domingo (1). Foram 160 atendimentos na sexta-feira, outros 131 no sábado e mais 92 no domingo.
Durante o plantão de final de semana, o hospital realizou ainda 21 cirurgias, sendo 16 eletivas e cinco partos cesarianos. Houve também um parto normal, totalizando seis nascimentos no período. As cirurgias eletivas foram de laqueadura, hernioplastia inguinal (procedimento cirúrgico usado para o tratamento da hérnia na parede abdominal). Colecistectomia (retirada da vesícula biliar), histerectomia (retirada do útero e do colo do útero) e laparotomia (abertura da cavidade abdominal para fins de investigação), além de uma ortopédica de correção de fratura de dedo.
No pronto atendimento, os casos mais recorrentes de atendimento no período foram de pessoas para aplicação de medicação própria, com 28 casos, seguido de pacientes com sintomas de síndrome gripal, com 27 registros, e de queixas de dores, com 23 ocorrências. Mas o hospital atendeu ainda, entre outras demandas, pacientes com cefaleia, dorsalgia, lombalgia, além de 12 vítimas de sinistros de trânsito com moto, oito com crise de ansiedade, outros oito casos de diarreia e sete com amigdalite.
Durante o plantão o hospital realizou ainda 21 avaliações ortopédicas, 13 obstétricas, duas pediátricas e uma cardíaca, além de 381 exames laboratoriais, 71 Raios-X e 36 tomografias. Entre a sexta-feira e o domingo, 31 pessoas foram internadas por causas diversas, entre as quais, abdômen agudo, cálculo renal, diverticulite, dor torácica, hipotenção, incontinência urinária, Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e torção testicular, além dos 21 pacientes que se submeteram às cirurgias.



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Maternidade de Coremas se antecipa à Lei com assistência humanizada a mães em luto por perda de bebê
Um atendimento mais humanizado e respeitoso com as mulheres que vivenciam uma perda gestacional. Essa é a proposta do Projeto Renascer, implantado pelo Hospital e Maternidade Estevam Marinho, em Coremas, no mês de abril. A iniciativa antecipou-se à Lei 15.139, que cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental e que foi sancionada nesta semana pela Presidência da República.
De acordo com a diretora-geral da unidade, Josielma Oliveira, a paciente que enfrenta a perda do bebê durante a gestação, no parto ou após o nascimento, tem um apoio multiprofissional para o enfrentamento desse luto. “Médicos, enfermeiros, técnicos e todos os profissionais que têm contato com a paciente já fazem a abordagem com um acolhimento diferenciado para quem vivencia o luto maternal”, explica Josielma.
“Aqui, em nossa maternidade, formamos uma equipe e sinalizamos o leito com o símbolo do projeto (uma borboleta) e damos um acolhimento diferenciado a essa mãe que passa por um momento de perda e precisa de um olhar mais atento e acolhedor”, acrescenta a diretora, principal mentora da ideia implantada na unidade.
A ideia de sinalizar o leito é para que toda a equipe saiba a conduta que deve ser adotada com cada paciente. Segundo Josielma, a figura da borboleta foi escolhida por simbolizar mudança e evolução. “A borboleta sai do casulo, vira lagarta e depois cria asas e voa. Numa simbologia com esse processo, a mãe também passa por profundas transformações”, ressalta.
Foi esse acolhimento que fez a dona de casa Maria José dos Santos, 38 anos, moradora da zona rural da cidade de São José da Lagoa Tapada, superar com mais equilíbrio a perda de seu terceiro filho, no final de abril, aos sete meses de gestação. “A gente não fica bem quando passa por um problema desse, mas recebi tanta atenção e cuidado na maternidade que reduziu a minha tristeza. Eu já tenho dois filhos e esse seria o último. Deus preferiu assim e quem sou eu para questionar”, afirma a doméstica, que foi a primeira paciente a vivenciar as ações do Projeto Renascer na Maternidade de Coremas.
O Projeto Renascer é uma iniciativa que visa o acolhimento e apoio a famílias que vivenciam o luto perinatal, ou seja, a perda de um bebê durante a gravidez, parto ou puerpério. Este projeto oferece um espaço seguro para troca, escuta e conexão, com o objetivo de ajudar as famílias a lidarem com a dor e o sofrimento associados à perda.














