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Livro sobre a história da produção canavieira de Pernambuco será lançado no próximo dia 18 na sede da AFCP

 No Brasil, o plantio da cana-de-açúcar se iniciou em São Vicente, no ano de 1532, trazida da Ilha da Madeira, por Martim Afonso de Souza. Foi em Pernambuco, porém, que ela floresceu, encontrando condições ideais para seu desenvolvimento nas terras úmidas em massapê. Pernambuco era a capitania mais rica, tinha as maiores fazendas e era a mais poderosa. Desse estado saiu a maior produção de açúcar do mundo. De 1500 até hoje, muitas questões aconteceram em torno do cultivo da cana-de-açúcar e Pernambuco sempre esteve presente e se destacou nesse universo canavieiro. E quem quiser saber um pouquinho mais sobre essa questão tem uma excelente oportunidade no próximo dia 18, quando será lançado o livro “Cana-de-Açúcar em Pernambuco – o que você já sabe e que vai saber agora”.

A obra, escrita pelos engenheiros agrônomos Marcos Aurélio Cavalcante dos Santos e Benon José de Barros Barreto, será lançada na sede da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco, no bairro da Imbiribeira, em Recife, a partir das 17h. Editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro é dividido em 17 capítulos que abordam desde a origem da matéria-prima até sua chegada ao solo pernambucano, com dados sobre produção rural, processamento, caráter econômico, topografia, questões climáticas, melhoramento genético, preços, variedades, além de histórias e curiosidades sobre o setor.

“Com mais de 60 anos de prática e vivencias neste universo canavieiro, sou um entusiasta da cana-de-açúcar, essa cultura que atravessou séculos e se mantém altiva e pujante não apenas no Nordeste, onde tem uma expressiva participação econômica e social, mas em várias partes do país e em Pernambuco encontrou local propício para se desenvolver e é sobre isso que o livro trata”, afirma Benon Barreto, que aos 86 anos ainda se mantém ativo, vivendo e produzindo em meio ao universo que ajudou a perpetuar com sua obra. “Longe de ser uma tese, mas, sim, uma pesquisa repleta de sutilezas, feita por quem vive o setor na prática, esse é um trabalho que mapeia pontos esclarecedores”, complementa Marcos Aurélio.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, o lançamento do livro é um evento muito importante, tanto pelo conteúdo da obra, quanto pelos autores do livro. “Dr. Benon e Marco Aurélio têm história e bagagem no universo canavieiro, de forma que a expectativa é de ter um bom material bibliográfico e de boa referência sobre nosso setor”, afirmou o dirigente canavieiro que vai prestigiar o lançamento do livro junto com vários produtores da Paraíba. “Estaremos lá prestigiando esse momento único”, finalizou José Inácio.

O livro será lançado no próximo dia 18 na sede da AFCP em Recife
O livro será lançado no próximo dia 18 na sede da AFCP em Recife

Não podemos naturalizar a violência, nem banalizar a morte porque se isso ocorrer vamos viver na barbárie afirma deputado Jeová Campos

  “Esse trágico e lamentável episódio que aconteceu em Foz do Iguaçu nos assusta, mas, também nos faz refletir sobre que posturas adotar diante de tantos casos de violência e intolerância. Ele também nos mostra que não devemos, jamais, naturalizar a violência, nem muito menos banalizar a morte. Não se pode aceitar isso como algo normal sob pena de passarmos a viver na barbárie”, afirmou hoje (11), o deputado estadual Jeová Campos. O parlamentar se referia ao episódio que culminou com a morte do guarda municipal e tesoureiro do PT Marcelo Aloizio de Arruda, de 50 anos, que foi assassinado na madrugada deste domingo (10), em Foz do Iguaçu, após ser baleado na própria festa de aniversário, pelo policial penal Jorge José da Rocha Garanho, que invadiu o evento.

            Solidarizando-se com a família do companheiro de partido, o deputado Jeová Campos, lembra que o Brasil vive um período de muita intolerância e que esse clima é estimulado pelo atual presidente que desfere discursos de ódio e incita as pessoas. “As pessoas alimentadas por esse projeto de morte e destruição estão se transformando em agressores ou assassinos e isso é lamentável, mas, não vamos nos calar diante disso, nem deixar de lutar. Vamos vencer tudo isso nas ruas, de forma coletiva e organizada, sem armas e sem violência, com a força do voto e a eleição de Lula”, reitera o parlamentar.

            Ele lembra que episódios recentes mostram o clima de violência e intolerância política que assola o país, a exemplo da bomba caseira de fezes atirada no comício de Lula no Rio de Janeiro, o episódio do saco de fezes e ovos jogados contra o carro do juiz Borelli, em Brasília, os tiros na janela da redação na sede do jornal Folha de São Paulo e agora esse assassinato. “O Brasil está mergulhado na fome, no desemprego, na alta inflação, convivendo com um alto índice de desmatamento, com o negacionismo, com o fascismo, autoritarismo e agora com a morte. É preciso voltar a sorrir e isso a gente pode fazer com a força do voto e está próximo”, reforçou Jeová.

Como tudo aconteceu

Testemunhas ouvidas pela polícia no local contaram que todos estavam na festa de aniversário de Marcelo, decorada com tema pró-Lula, quando Jorge – segundo o boletim, desconhecido dos convidados – chegou ao local, acompanhado de uma mulher e uma criança, com a arma de fogo em mãos, dizendo “aqui é Bolsonaro”, “Fora PT’, “Lula Ladrão”. Em seguida teria saído, retornado vinte minutos depois, dessa vez sozinho, com a arma nas mãos, quando efetuou os primeiros disparos e Marcelo reagiu na sequência, atirando também. Imagens divulgadas na parte externa do local onde Marcelo Aloizio foi morto, mostra que a esposa da vítima, Pamela Suellen Silva, tentou conter o atirador, mas sem sucesso. Em entrevista a TV Globo nesta segunda-feira (11), ela confirmou que eles não conheciam o atirador que é um apoiador declarado do presidente Jair Bolsonaro. Marcelo morreu na madrugada do domingo e Jorge segue em estado grave na UTI de um hospital local. Marcelo deixa viúva e quatro filho, um deles de menos de um ano.

O guarda municipal Marcelo Aloizio no seu aniversário momentos antes de ser assassinado
O guarda municipal Marcelo Aloizio no seu aniversário momentos antes de ser assassinado

Emergência e Urgência do Hospital de Patos registra 10% de aumento nos atendimentos e 32% nos sinistros de trânsito

O plantão deste final de semana (8 a 10) da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou um aumento de 10% e de 32% nos sinistros de transito. De acordo com o relatório de prestação de serviços da unidade foram atendidas 205 pessoas neste período, das quais 29 foram de vítimas de sinistro de trânsito. No plantão houve ainda a realização de 15 cirurgias, sendo 13 de emergência e duas eletivas. Foram cinco Cirurgias Geral, quatro Ortopédicas, quatro Vascular e duas Oncológicas.

O plantão de maior movimento foi o do dia 09, quando 106 pessoas foram atendidas, seguido do de domingo, quando outras 79 pessoas deram entrada no hospital. Das 18h da sexta-feira, quando começou o plantão do final de semana, até a meia  noite, outras 20 pessoas foram atendidas na Emergência e Urgência do Complexo.

O relatório de gestão do hospital, que integra a rede estadual de saúde, apontou que 29 pessoas deram entrada na unidade por causa de sinistros de trânsito, a grande maioria delas, ou seja, 22 foram em decorrência de acidentes com motos, dois com bicicletas, mais cinco pessoas com automóvel. Dos acidentados, a maior parte deles foi da cidade de Patos, com oito pessoas no total. Mas, o hospital atendeu ainda acidentados de outros 16 municípios da região.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, vacinação, contusão diversa/pancada, dor na coluna, rebaixamento da consciência/desmaio, dor no peito, dor no tórax, acidente com objeto perfuro/cortante, entre outros motivos.

O bloco cirurgico do Hospital de Patos ficou movimentado no final de semana
O bloco cirurgico do Hospital de Patos ficou movimentado no final de semana
Quatro cirurgias ortopédicas foam realizadas no plantão do final de semana do Complexo
Quatro cirurgias ortopédicas foam realizadas no plantão do final de semana do Complexo
Das 15 cirurgias realizadas, 13 foram de emergência
Das 15 cirurgias realizadas, 13 foram de emergência
Durante o plantão do final de semana foram realizadas 15 cirurgias no Complexo
Durante o plantão do final de semana foram realizadas 15 cirurgias no Complexo

Associados da Asplan encaminharam 45 projetos agrícolas de custeio e investimentos que juntos totalizaram mais de R$ 20 milhões

   A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), por meio do seu Departamento Técnico (DETEC), elaborou 45 projetos técnico/financeiro para aquisição de recursos direcionados a custeio e investimentos da safra de cana-de-açúcar 2021/22. Cada um deles foi remetido, pelos próprios associados, para o Banco do Brasil (BB), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Sicredi e Bradesco e totalizam um volume de recursos de R$ 20,9 milhões.

O banco com maior direcionamento de projetos foi o BB com 15 projetos de custeio e 11 de investimento. O BNB teve cinco projetos de investimento e um de custeio. Ao Bradesco foi endereçado cinco projetos de custeio. O Sicredi totalizou oito projetos, sendo seis de custeio e dois de investimento. Dos R$ 20,9 milhões pleiteados, quase R$ 10 milhões foram direcionados a carteira do Banco do Brasil, tradicional banco de fomento do setor primário rural.

            O serviço de elaboração dos projetos é realizado gratuitamente para os associados, pelo DETEC da Asplan. O diretor do DETEC, Neto Siqueira destaca que para desenvolver um projeto similar, as empresas do mercado cobram a partir de 2% do valor financiado, mas, esse serviço não é pago pelo associado. “Nossa proposta sempre foi dar suporte técnico-administrativo ao produtor para que ele possa, cada vez mais, investir em agricultura e melhorar sua produtividade”, destaca Neto. Produtores não associados também podem utilizar os serviços da Asplan, mas, neste caso, é cobrado o valor de mercado.

            O diretor destaca, no entanto, que antes de se dirigirem a entidade com essa finalidade, os interessados na elaboração de projetos precisam ir às instituições bancárias para atualizar os dados. “Este tipo de cadastro prévio se faz necessário porque é um pré-requisito para dar entrada na documentação”, explica Neto. O Departamento Técnico da Asplan que também faz o serviço de georreferenciamento de imóveis rurais mediu 62 propriedades, totalizando uma área de 3.620,33 há. O DETEC funciona de 2ª a 6ª feira, das 8h às 13h, no prédio sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, no Centro da capital paraibana. Maiores informações pelo telefone (83) 3241-6424.

O Detec da Asplan funciona no prédio sede, de segunda a sexta-feira
O Detec da Asplan funciona no prédio sede, de segunda a sexta-feira
Volume de recursos solicitados
Volume de recursos solicitados
Elaboração de projetos agrícolas
Elaboração de projetos agrícolas
O Diretor do Detec, Neto Siqueira, lembra importância do trabalho do setor
O Diretor do Detec, Neto Siqueira, lembra importância do trabalho do setor

Jeová volta a defender reativação dos serviços pediátricos no HU e afirma que no retorno do recesso da ALPB vai mobilizar deputados

O deputado Jeová Campos voltou a solidarizar-se com as mães de Cajazeiras e região e reiterou a importância da reativação dos serviços pediátricos no Hospital Universitário Júlio Bandeira de Melo. “Desde que foi anunciado o encerramento destes atendimentos, que eu me coloquei contra, inclusive, realizando uma Audiência Pública para debater essa questão e na volta do recesso parlamentar, vou retomar essa pauta e tentar mobilizar e sensibilizar os deputados a abraçarem essa causa que é essencial para as crianças do alto sertão”, disse o parlamentar.

“O fechamento do pronto atendimento pediátrico do HU foi um grave erro, que prejudicou de forma muito preocupante a assistência de saúde para as crianças e isso tem que ser revisto. A ALPB está de recesso, mas quando retornar eu vou mobilizar os deputados para tentar reverter essa situação”, reiterou Jeová.

Ainda de acordo com o deputado, não se pode ignorar as consequências da desativação do serviço de pronto atendimento pediátrico no HUJB. “A solução encontrada de direcionar o serviço para a UPA e o Hospital Regional não foi a melhor decisão, pois não oferta o serviço de excelência do hospital, nem garante às crianças de Cajazeiras e municípios atendidos pela 9ª Regional de Saúde, um serviço especializado como o que era prestado pelo hospital da UFCG”, argumentou Jeová.

Em Maio, a ALPB realizou uma Audiência Pública para debater essa questão, por iniciativa de jeová
Em Maio, a ALPB realizou uma Audiência Pública para debater essa questão, por iniciativa de jeová

A cultura brasileira ganha muito com a derrubada dos vetos presidenciais afirma deputado Jeová Campos

O Congresso Nacional derrubou, graças a um acordo firmado entre líderes partidários e governo, os vetos do presidente Jair Bolsonaro à Lei Aldir Blanc 2 e à Lei Paulo Gustavo, ambas criadas para incentivar atividades culturais nos estados e municípios. O resultado da votação, que aconteceu na noite desta terça-feira (5), para o deputado estadual paraibano Jeová Campos, é, sobretudo, uma vitoria da cultura brasileira. “Essa é talvez a maior vitória do setor cultural nos últimos tempos e essa votação entra para a história das políticas culturais no Brasil e vai beneficiar, especialmente, os artistas do povo, os anônimos, que precisam, mais do que nunca depois de dois anos de pandemia, de um aporte para desenvolver suas atividades. Parabenizo todos que lutaram por essa causa”, afirmou o parlamentar.

Jeová, que foi também autor de um Projeto de Lei (1.756/20), aprovado por unanimidade pela ALPB, em junho de 2020, que sugeria a destinação de  recursos na época da pandemia para a classe artística e entidades culturais, lembra que além do auxílio financeiro, a derrubada do veto é uma resposta da sociedade a falta de sensibilidade e valorização da cultura pelo atual presidente. “Bolsonaro desrespeita e desvaloriza a cultura, um segmento importante e que resonde por cerca de seis milhões de empregos diretos no Brasil e representa 4% do Produto Interno Bruto. Desconsiderar esse setor, é não ter respeito às formas de manifestação de um povo. É preciso salientar que a cultura não tem legenda partidária e nenhum país se desenvolve sem valorizar a Cultura, a Educação e a Ciência”, reiterou Jeová, lembrando que destinar recursos a esse setor nunca foi gasto, mas investimento e que a classe artística merecia essa ajuda já que foi uma das mais atingidas na pandemia, sendo um dos primeiros setores a parar e um dos últimos a retomar suas atividades.

Sobre o argumento do governo Bolsonaro para explicar os vetos de que haveria impactos nos gastos públicos, o deputado Jeová Campos, foi irônico. “Chega a ser cômico o governo alegar que está preocupado com o teto de gastos quando ele próprio sugere uma PEC (1/2022), que viabiliza o incremento de programas sociais em pleno ano de eleição. Esses vetos mostraram a pequenez deste governo que abomina a cultura, nega a ciência e corta investimentos na Educação, mas, o Congresso Nacional deu a resposta que a sociedade clamava e, finalmente, se aliou aos interesses dos brasileiros”, finalizou Jeová.

Sobre as Leis

Com a derrubada dos vetos, os textos serão agora promulgados pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, tornando-se leis. Juntas, as duas proposições somam repasses iniciais de quase R$ 7 bilhões. A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é uma homenagem ao compositor Aldir Blanc Mendes, que morreu em maio de 2020 em decorrência da Covid-19. Ela foi aprovada no Senado em março deste ano e é resultado do PL 1.518/2021. A iniciativa enumera várias ações e atividades que podem ser financiadas, entre elas, exposições, festivais, festas populares, feiras e espetáculos, prêmios, cursos, concessão de bolsas de estudo e realização de intercâmbio cultural. Os recursos também poderão ser usados para aquisição de obras de arte, preservação, organização, digitalização do patrimônio cultural, construção ou reforma de museus, bibliotecas, centros culturais e teatros, aquisição de imóveis tombados para instalação de equipamentos culturais e manutenção de companhias e orquestras.

Já a Lei Paulo Gustavo autoriza o repasse de cerca de R$ 3,86 bilhões em recursos federais a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais, como forma de atenuar os efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. Do total a ser liberado pelo Poder Executivo, R$ 2,797 bilhões devem ir para o setor de audiovisual. O restante (R$ 1,065 bilhão) será repartido entre outras atividades culturais. O nome do projeto homenageia o ator e humorista Paulo Gustavo, que morreu em maio de 2021, também vítima da covid-19. A verba prevista deve sair do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e deverá ser operada diretamente por estados e municípios.

Fonte: Com informações da Agência Senado

Parlamentares comemorar derrubada dos vetos de Bolsonaro às Leis de incentivo à Cultura            Foto Jefferson Rudy Agência Senado
Parlamentares comemorar derrubada dos vetos de Bolsonaro às Leis de incentivo à Cultura Foto Jefferson Rudy Agência Senado

Paraíba tem discreta redução de produção de cana-de-açúcar e fecha safra 2021/22 com um volume de 5.687,959 toneladas de cana moída

A produção de cana-de-açúcar na Paraíba na safra 2021/2022 atingiu um volume de 5.687.959 toneladas de cana moída, que se transformaram em 120.856 toneladas de açúcar e 354.232 metros cúbicos de álcool. Em relação à safra passada, a produção canavieira teve um decréscimo de apenas 5%. Do volume total de cana produzido, 39% são de matéria-prima própria de indústrias e 61% de cana fornecida por produtores. Esses dados são referentes ao somatório de cana de fornecedores ligados a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) ao volume dos acionistas de indústrias sucroalcooleiras locais. Na safra passada (2020/2021) a produção paraibana ficou em 6.080.490 toneladas de cana, enquanto a de 2019/2020 fechou em 6.059.540 toneladas.

Das 5.687.959 milhões de toneladas de cana processada na atual safra, nas sete indústrias da Paraíba, os fornecedores ligados a Asplan responderam pelo volume de 3.483.738 toneladas, sendo a outra parte da produção – 2.204.221 –  correspondente à cana própria de usinas. Todas as sete unidades industriais moeram cana de fornecedores paraibanos nesta safra. Outras duas unidades fora da Paraíba também absorveram a produção local que foram a Olho D’água, em Camutanga (PE) e Baia Formosa, em Baia Formosa (RN). A produção de açúcar foi dividida em 98.603 toneladas de Cristal, 19.702 de VHP e 2.551 toneladas de açúcar Demerara.  Do volume total de álcool,  223.294 metros cúbicos foram de Anidro e 130.930 de Álcool Hidratado.

 “Essa safra foi marcada pelo aumento do preço da tonelada de cana, que começou com R$ 165,75 e se manteve, numa média de R$ 172,68, finalizando com R$ 181,98, mas, esse aumento foi anulado com aumento dos custos com insumos agrícolas, alguns deles chegando até a dobrar de preço, outros aumentaram 30% ou 40%, anulando essa lucratividade, mas, mesmo assim a Paraíba vem conseguindo manter a média de produção de cana-de-açúcar nas últimas safras”, argumenta o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. José Inácio lembra que a destinação de cana produzida na Paraíba para usinas de PE e RN não estão contabilizadas como safra na Paraíba, o que evidencia que a produção no Estado pode ter sido um pouco maior que 5,6 milhões de toneladas.

Mas, apesar de a safra 2021/2022 ter tido uma remuneração melhor, com uma média de R$ 172,68 por tonelada de cana, na Paraíba houve uma perda de produtividade por parte dos fornecedores, de cerca de 15%, em média, o que comprometeu a lucratividade. “O volume de chuvas não foi o esperado e isso afetou diretamente a produtividade. Em regiões como Sapé, Itapororoca, Sobrado, Cuité de Mamanguape e Capim, por exemplo, a redução de chuvas foi de 30%. Além disso, a quantidade de ATR também caiu, pois na safra anterior, o ATR médio, foi 133 e nesta safra  ficou em 130, caindo três quilos por tonelada de cana, além da alta dos insumos e dos combustíveis impactou negativamente na lucratividade dos produtores”, reitera José Inácio.

O diretor do Departamento Técnico da Asplan (DETEC), Neto Siqueira, explica que embora a safra tenha tido uma discreta redução de volume de produção em relação a anterior, na questão produtividade, os fornecedores tiveram um grande impacto negativo. “Essa redução média de 15% na produtividade, representa um decréscimo de cerca de oito toneladas de cana por hectare, o que significa muito no computo geral da safra. O fornecedor não tem tanta irrigação quanto necessitaria ter e não dispõe de outros mecanismos que possibilitam um aumento de produtividade, diferente das indústrias que usam vários outros recursos para conseguir aumentar sua produtividade”, reitera Neto, reforçando que o aumento do preço da tonelada de cana nessa safra, teve o contraponto do aumento dos custos de produção, uma coisa anulando a outra e que essa safra também ficou marcada pela ampliação da utilização de ativos biológicos tanto por fornecedores, quanto pelas usinas.

Classificação do produtor

Para efeito de classificação do produtor canavieiro paraibano, denomina-se como micro produtor quem produz até 1000 toneladas/safra. Os classificados como pequenos produzem entre 1000 e 5 mil toneladas. Os médios se classificam entre quem produz de 5 a 10 mil toneladas, enquanto que é considerado grande produtor quem fornece acima de 10 mil toneladas. Na Paraíba, 66,44% dos fornecedores de cana associados da Asplan são considerados micro produtores. Os pequenos representam 22,40% do universo de produtores canavieiros, enquanto que os médios correspondem a 5,43% e os grandes a 5,72% do universo total de fornecedores ligados à Asplan. A safra 2021/2022 começou em julho do ano passado e foi encerrada em abril último, mas os dados consolidados só foram divulgados recentemente.

Fotos: News Comunicação / Walmar Pessoa

José Inácio de Morais, presidente da Asplan
José Inácio de Morais, presidente da Asplan
O aumento do preço da tonelada de cana na safra foi anulado pelo aumento dos preços dos insumos e dos combustíveis
O aumento do preço da tonelada de cana na safra foi anulado pelo aumento dos preços dos insumos e dos combustíveis
Os fornecedores ligados a Asplan responderam por 61% de toda a produção canavieira da PB
Os fornecedores ligados a Asplan responderam por 61% de toda a produção canavieira da PB
A produção canaviera da PB resultou na fabricação de 354.232 metros cúbicos de etanol e 120.856 toneladas de açúcar
A produção canaviera da PB resultou na fabricação de 354.232 metros cúbicos de etanol e 120.856 toneladas de açúcar
A safra 21.22 na PB atingiu o volume de 5,6 milhões de toneladas
A safra 21.22 na PB atingiu o volume de 5,6 milhões de toneladas
A Paraíba tem sete indústrias sucroenergéticas
A Paraíba tem sete indústrias sucroenergéticas
A safra de cana-de-açúcar na PB teve 5% de redução em relação a anterior
A safra de cana-de-açúcar na PB teve 5% de redução em relação a anterior
A Tabu, localizada em Caaporã, é uma das das industrias que produzem álcool na PB
A Tabu, localizada em Caaporã, é uma das das industrias que produzem álcool na PB

Paraíba agora tem Lei que propõe adoção de medidas para redução de emissões de gases de efeito estufa

 A Paraíba tem, desde o último dia 21, quando foi publicada no Diário Oficial, uma Lei (12.345/22) que institui uma política estadual do hidrogênio verde com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A iniciativa que coloca a Paraíba em sintonia com as diretrizes mundiais de redução da poluição ambiental nasceu de uma iniciativa do deputado estadual Jeová Campos, autor do Projeto de Lei 3.667/22, que foi aprovado em votação na ALPB, no dia 25 de maio último.

“Com essa sanção do governador João Azevêdo, a Paraíba entra na lista dos estados do país que instituíram uma política estadual do hidrogênio verde e isso significa um passo e tanto para a Paraíba que seguirá uma tendência mundial de proteção ao meio ambiente e de estímulo ao uso de energia limpa”, afirma Jeová.

São objetivos da política estadual do hidrogênio verde, aumentar a participação do hidrogênio verde na matriz energética do estado; estimular o uso do hidrogênio verde em suas diversas aplicações e, em especial, como fonte energética e produção de fertilizantes agrícolas; contribuir para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa e, por conseguinte para o enfrentamento das mudanças climáticas; estimular, apoiar e fomentar a cadeia produtiva do hidrogênio verde no estado da Paraíba; estabelecer regras, instrumentos administrativos e incentivos que auxiliem o desenvolvimento a cadeia produtiva do hidrogênio verde.

Também fazem parte dos objetivos da Lei incrementar, em bases econômicas, sociais e ambientais, a participação dos usos de hidrogênio verde na matriz energética; promover incentivos, fiscalização e apoio à cadeia produtiva do hidrogênio verde no estado; proporcionar a sinergia entre as fontes de geração de energias renováveis; estimular o desenvolvimento tecnológico voltado à produção e aplicação de hidrogênio verde, orientado para o uso racional e a proteção dos recursos naturais, além de atrair investimentos em infraestrutura para a produção, distribuição e comercialização do hidrogênio verde.

“Na qualidade de Presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente e da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB acredito que dei uma contribuição importante nesta questão do hidrogênio verde, que é aquele produzido com eletricidade oriunda de fontes de energia limpas e renováveis, como as de matriz hidrelétrica, eólica, solar e provenientes de biomassa, biogás etc. ou seja, ele é carbono zero: obtido sem emissão de CO² e com essa decisão de sancionar a matéria o governo estadual mostra que tem uma visão voltada para as boas práticas ambientais”, argumenta Jeová.

O deputado explica que a ideia agora é estimular o desenvolvimento e a capacitação de setores produtivos, comerciais e de serviços relativos a sistemas de energia a base de hidrogênio, entendendo como hidrogênio verde, aquele obtido a partir de fontes renováveis, em um processo no qual não haja a emissão de carbono. “Entende-se por cadeia produtiva do hidrogênio verde os empreendimentos e arranjos produtivos ligados entre si e que façam parte de setores da economia que prestam serviços e utilizam, produzem, geram, industrializam, distribuem, transportam ou comercializam hidrogênio verde e produtos derivados do seu uso”, explica Jeová.

Para a consecução dos objetivos de que trata a Lei, o poder público promoverá, entre outras, as seguintes ações: realização de estudos e estabelecimento de metas, normas, programas, planos e procedimentos que visem ao aumento da participação da energia de hidrogênio na matriz energética do estado, além de estabelecer instrumentos fiscais e creditícios que incentivem a produção e a aquisição de equipamentos e materiais empregados em sistemas de produção e aplicação de hidrogênio e também realizar convênios com instituições públicas e privadas e financiar pesquisas e projetos que visem o desenvolvimento tecnológico e à redução de custos de sistemas de energia a base de hidrogênio verde; a capacitação de recursos humanos para a elaboração, a instalação e a manutenção de projetos de sistemas de energia a base de hidrogênio verde; incentivar ao uso de hidrogênio verde no transporte público e na agricultura e destinar recursos financeiros na legislação orçamentária para o custeio de atividades, programas e projetos voltados para os objetivos desta política.

Já o art. 4° estabelece que os participantes da cadeia produtiva de hidrogênio verde e de cadeias produtivas a ela integradas terão responsabilidade compartilhada e solidária pela gestão ambiental. O art. 5° destaca que as atividades de produção, processamento, armazenamento, transporte e de geração de energia elétrica a partir do hidrogênio verde serão submetidas a licenciamento ambiental, segundo o seu potencial poluidor, nos termos da legislação federal e estadual aplicável e de acordo com o que estiver previsto.

No art. 6°, a proposta prevê que as operações de produção, processamento, armazenamento e transporte de hidrogênio verde serão submetidas às normas de segurança contra incêndios previstas na legislação federal e estadual e o art. 7° destaca que os empreendimentos e arranjos produtivos que se enquadrarem na política estabelecida por esta lei, inclusive das modalidades de consórcio, condomínio, cooperativa e parceria público-privada poderão ser, na forma do regulamento, considerados empresa de base tecnológica

Sobre o hidrogênio verde

Ele é um combustível universal, leve e muito reativo — gerado através de um processo químico conhecido como eletrólise. Este método utiliza a corrente elétrica para separar o hidrogênio do oxigênio que existe na água. por esta razão, se essa eletricidade for obtida de fontes renováveis, então produziremos energia sem emitir dióxido de carbono na atmosfera. com a produção do hidrogênio verde se pouparia aproximadamente 830 milhões de toneladas anuais de CO² (dióxido de carbono) que se originam quando este gás é produzido por combustíveis fósseis. da mesma forma, substituir todo o H² (hidrogênio) cinza mundial significaria 3.000 TWH renováveis adicionais por ano — similar à demanda elétrica atual na Europa. O hidrogênio como combustível já é uma realidade em países como Estados Unidos, Rússia, China, França ou Alemanha. “O Nordeste do Brasil é o melhor local do mundo para produzir o H²V com custos baixos. No sertão da Paraíba já temos em operação vários parques eólicos e solares instalados, gerando energia limpa. para que a incorporação da energia do “hidrogênio verde” seja plenamente sustentável, a energia deve ser gerada a partir de fontes renováveis, como a eólica, solar e hidrelétrica”, finaliza Jeová.

Deputado Jeová Campos foi o autor do PL que instituiu a política de hidrogênio Verde na PB
Deputado Jeová Campos foi o autor do PL que instituiu a política de hidrogênio Verde na PB
A Paraíba agora tem uma política estadual do hidrogênio verde com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa
A Paraíba agora tem uma política estadual do hidrogênio verde com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa

Time da Transnacional é campeão da etapa João Pessoa Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society

O time de futebol da empresa de ônibus Transnacional foi o campeão da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society, etapa João Pessoa, ao vencer o time da Fedex J&J por um placar de 4×1 na grande final. E a equipe vencedora, que está classificada para disputar a etapa nacional da competição, ganhou todos os jogos que participou. Essa competição é direcionada, exclusivamente, para os trabalhadores do transporte e podem participar empresas do setor de transporte de todos os modais e transportadores autônomos (caminhoneiros, taxistas, mototaxistas e motofretistas) registrados no órgão competente.

Na etapa das quartas de final,  o time da Transnacional disputou jogos com o time da Brinks, vencendo de 10×0, com o São Sebastião, com um placar de 4×0 e com a equipe da Preserve, vencendo de 4×1. Na semifinal, a disputa foi com o time da empresa Santa Maria, que também integra o Grupo A. Cândido, com um placar de 4×0. A diretora da Transnacional, Lorena Dantas, parabenizou os jogadores. “A campanha do time foi muito bonita, inclusive com um placar de 10×0, de forma que eles mereceram essa vitória”, disse Lorena, lembrando que o time de futebol da empresa sempre se destaca nos campeonatos que participa.

O treinador do time campeão da Transnacional é Péricles Ferreira e o Auxiliar Técnico, João Paulo Simão e a equipe conta com o talento dos jogadores: Júlio César do Nascimento Borges,  Márcio Pereira Rodrigues Filho, Joalison Alves Augusto, José Victor Freire da Silva, Angelo de Souza Félix, Washington Santos do Nascimento, Elves Pereira dos Santos, Manoel Paulo Ferreira Júnior, Gilmar Leitão de Araújo, Gerailton Pereira de Oliveira, Josuel Victor da Silva e Sidney Silva de Aguiar.

Desde a primeira edição da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society, realizada em 2012, foram realizados mais de 10 mil jogos com a participação de 4.500 times. O torneio vem mostrando a capacidade do SEST SENAT de democratizar o acesso ao esporte, com foco na melhoria e no bem-estar dos trabalhadores do transporte. Para a realização dos jogos, o SEST SENAT seguiu as medidas sanitárias sugeridas pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras de proteção facial autorizadas pela Anvisa e o distanciamento social. Para as equipes participantes foi exigida a comprovação de esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) ou teste laboratorial negativo para a covid-19.

O Futebol 7 Society é uma modalidade em que cada equipe conta com sete jogadores em campo – seis na linha e um no gol. As partidas contam com dois árbitros e têm duração de dois tempos de 25 minutos corridos cada, além de dez minutos de intervalo para descanso e orientação dos times. A modalidade surgiu, oficialmente, em 1996. As partidas da Copa SEST SENAT seguem as regras oficiais da Confederação Brasileira de Futebol 7 Society vigentes e são disputadas em duas etapas: a local e a nacional. Na fase local, as unidades fazem um campeonato regional, com partidas jogadas no período de abril a julho de 2022. Na fase nacional, os campeões dos campeonatos regionais, representando as unidades, disputam entre si, em regime de eliminatória simples (mata-mata). Essa fase se inicia no final de julho, sendo a grande final disputada no dia 6 de novembro de 2022, em Ponta Grossa (PR).

Os times vencedores da Copa
Os times vencedores da Copa
A transnacional no primeiro lugar do pódio
A transnacional no primeiro lugar do pódio
O time da Transnacional ganhou na final com um placar de 4x1 para o time da Fedex J&J
O time da Transnacional ganhou na final com um placar de 4×1 para o time da Fedex J&J
O time da Transnacional foi vencedor da etapa João Pessoa da Copa Sest Senat de Futebol Society
O time da Transnacional foi vencedor da etapa João Pessoa da Copa Sest Senat de Futebol Society

Complexo de Patos atende 187 pessoas no plantão do final de semana com 22 casos de sinistros de trânsito

A Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) esteve bem movimentada neste último final de semana, principalmente, com vítimas de sinistros de trânsito. Das 187 pessoas atendidas entre às 18h da sexta-feira (01) até a meia-noite do domingo, 22 delas foram de pessoas que se envolveram em acidentes, sendo 19 delas com motocicletas. Durante o plantão do final de semana foram realizadas 20 cirurgias, sendo 14 de emergência e seis eletivas, sendo seis Oncológicas, cinco de Ortopedia, outras cinco Vascular e ainda quatro Cirurgia Geral.

Comparando os dados deste final de semana com o anterior, a unidade registrou queda nos atendimentos de urgência e emergência, porém os sinistros de trânsito apresentaram maior gravidade que em plantões anteriores. “O hospital vinha tendo, em média, cinco internações por final de semana de vítimas de acidentes e neste final de semana esse quantitativo subiu para 12, sendo onze por causa de sinistros com motos e um por atropelamento”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

O plantão de maior movimento foi o do sábado, quando 92 pessoas deram entrada na unidade, seguido do plantão de domingo com mais 72 atendimentos. Das 18h até a meia noite da sexta-feira, outras 23 pessoas passaram pela Urgência e Emergência do Complexo. Na Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, bicicleta, automóvel e atropelamento, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade foram de pacientes com queda da própria altura, náusea e vômito, dificuldade de respirar, contusão diversa, dor de cabeça, queda de nível, rebaixamento de consciência/desmaio, dor abdominal, sintomas de síndrome gripal, entre outros motivos.

O boletim de atendimento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito mostra que além de acidentados da cidade de Patos, com 14 ocorrências, a unidade ainda recebeu pacientes de Catolé do Rocha, Imaculada, Itaporanga, Piancó, São Bento e São Mamede. Das 22 vítimas de sinistro de trânsito, 14 eram do sexo masculino e oito eram do sexo feminino.

Das 20 cirurgias, 14 foram de emergência e seis eletivas
Das 20 cirurgias, 14 foram de emergência e seis eletivas
Das 20 cirurgias realizadas no plantao, 6 foram oncológicas, 5 Ortopédicas, outras 5 Vascular e quatro Geral
Das 20 cirurgias realizadas no plantao, 6 foram oncológicas, 5 Ortopédicas, outras 5 Vascular e quatro Geral
Foram realizadas 20 cirurgias no plantão do final de semana no Complexo de Patos
Foram realizadas 20 cirurgias no plantão do final de semana no Complexo de Patos