Hospital Regional de Patos
Opera Paraíba realiza 278 cirurgias de catarata no Hospital do Bem, em Patos
Maria Aparecida da Nóbrega, professora aposentada, 68 anos, da cidade de Várzea, foi uma das pacientes contempladas com o Projeto Opera Paraíba que realizou 278 cirurgias, nos dias 16,17 e 18, no Hospital do Bem, em Patos. Há quase dois anos que a professora aguardava a chamada para realizar o procedimento, feito no último sábado (18). “A médica tinha requisitado essa cirurgia ano passado e eu ia fazer em novembro, mas por causa da pandemia, tudo ficou suspenso. Eu já estava me organizando para pagar particular, quando recebi o chamado da Secretaria de Saúde e estou muito feliz de ter conseguido e estou grata por tudo isso, primeiro a Deus e depois aos gestores”, disse a Sra. Maria, que integrou um grupo de 10 pacientes de sua cidade. A professora é uma das 278 pessoas, de 24 municípios do sertão, contempladas com essa primeira etapa de cirurgias coletivas realizadas graças ao ‘Opera Paraíba’.
O agricultor Joaquim dos Santos, 71 anos, morador do Sítio Pé de Serra, da cidade de São José do Bonfim, esperava pela cirurgia desde 2019 e no último sábado fez o procedimento. Acompanhado da sua esposa, a Sra. Francisca Marta, ele disse que estava ansioso e agradeceu o atendimento recebido na unidade. “Como esse hospital é bonito e as pessoas muito educadas. Já gostei de tudo”, disse ele.
A aposentada Maria de Fátima Costa do Nascimento, de 67 anos, da cidade de Emas, esperou quase 12 anos para poder realizar a cirurgia de Catarata e, foi uma das primeiras a realizar o procedimento no primeiro dia do mutirão. “Estou muito alegre em fazer essa cirurgia. Há muito tempo que eu esperava esse momento e finalmente ele chegou e estou gostando muito do atendimento, do prédio que é muito bonito e da forma como tudo está acontecendo”, disse Maria de Fátima, que foi atendida pelo oftalmologista Daniel Medeiros Stropp, que junto com os colegas Manoel Costa Frazão de França e Sidneyy Toscano de França foram os responsáveis pelos procedimentos.
A agricultora Maria Vanuzia Simão, de 43 anos, da cidade de Junco do Seridó, saiu de sua cidade, às 6h para realizar o procedimento também na quinta-feira, e estava bastante feliz pela oportunidade. “A minha mãe esperou muitos anos para realizar essa mesma operação, mas, graças a Deus e a iniciativa do pessoal da saúde, eu não precisei esperar muito tempo. Eu só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todos daqui que estão atendendo todo mundo muito bem”, disse ela.
O diretor geral do Complexo Hospitalar de Patos, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado, explica que os pacientes que fizeram o procedimento já vieram regulados via Secretarias Municipais de Saúde junto com a Secretaria Estadual de Saúde. “Não fomos nós que agendamos as cirurgias, mas, a gerência de saúde que recebeu da SES o quantitativo para cada município da 6ª Região de Saúde e as cotas respectivas foram distribuídas aos municípios que identificaram os pacientes elegíveis para participar do mutirão e essa lista foi consolidada na SES após a confirmação dos dados e o Hospital do Bem cedeu o espaço para a realização dos procedimentos”, afirma o gestor, lembrando que a rotina do Hospital do Bem não foi alterada nos três dias de realização do Opera Paraíba. “Com exceção do volume de pessoas na recepção, tudo o mais funcionou sem nenhuma alteração”, reitera ele.
A responsável pela 6ª Gerência Regional de Saúde, Liliane Sena, comemorou o sucesso das atividades do ‘Opera Paraíba’ em Patos. “Ocorreu tudo dentro do programado e estamos muito felizes de termos realizado a quase totalidade dos procedimentos agendados. Das 300 cirurgias ofertadas, a gente realizou 278. Só tivemos 22 faltas e mesmo assim não por questões nossas, mas, das pessoas que agendaram e não compareceram”, destacou Liliane, lembrando que outras ações do Opera Paraíba ainda serão realizadas em Patos. No primeiro dia do mutirão foram realizadas 92 cirurgias, no segundo dia, foram mais 96 e no sábado outras 90 cirurgias.
- A professora aposentada, Maria Aparecida, de Várzea, realizou a cirurgia no sábado
- As cirurgias foram realizadas no Hospital do Bem
- Foram contemplados pacientes de 24 municípios do sertão do estado
- Liliane Sena, da 6ª Regional de Saúde, avaliou como muito positivo o mutirão de cirurgias
- Maria de Fátima Costa, aposentada, de Emas, também foi atendida no mutirão da quinta-feira
- Maria Vanuzia, agricultora de Junco do Seridó, foi uma das pacientes desta quinta-feira
- O Opera Paraíba contemplou 278 pacientes em três dias de ação em Patos
- O Opera Paraíba ficou em Patos nos dias 16,17 e 18
- O Sr. Joaquim dos Santos e sua esposa, Francisca Marta. Ele fez a cirurgia no sábado
- Os procedimentos foram realizados no Hospital do Bem
- Pacientes de 24 municípios foram cintemplados com as cirurgias
- Pacientes do Opera Paraíba esperando a hora de seu procedimento
- Recepção do Hospital do Bem com pacientes do Opera Paraíba
- Todas as cirurgias foram de Catarata
Dia Mundial de Segurança do Paciente é comemorado no Complexo de Patos
Instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Dia Mundial de Segurança do Paciente é comemorado em 17 de setembro. E essa data tão importante não passou desapercebida no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) e foi lembrada com uma programação educativa que incluiu rodas de conversa, sorteio de brindes e dinâmicas. As atividades tiveram a participação de profissionais de vários setores, incluindo gerentes de enfermagem, coordenadores, equipe assistencial e acompanhantes de pacientes e ainda dos diretores da unidade.
“A segurança e bem estar do paciente é uma necessidade básica que deve ser respeitada, seguida e estendida a todos os pacientes que buscam atendimento em nossa unidade e deve ser uma preocupação e prioridade de todos os profissionais que atuam numa unidade de saúde”, destacou a Coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente do Complexo, Maria Josineide Ramalho. Ainda segundo ela, as práticas de segurança auxiliam na diminuição de riscos e danos aos pacientes e, consequentemente, no aumento da qualidade dos serviços prestados pelo hospital.
A Coordenadora de Enfermagem do Complexo, Séfora Vasconcelos, reitera que durante todo o mês de Setembro essa questão da importância da implementação das práticas de segurança dentro dos serviços de saúde é evidenciada. “Isso tem o objetivo de assegurar a segurança do paciente e reforçar os cuidados para riscos evitáveis, como por exemplo, a prevenção da infecção através da simples lavagem das mãos, a prevenção de uma possível queda de uma maca, de lesões por pressões durante o internamento, da realização da cirurgia mais segura possível, incluindo ai, check list de material, da situação do paciente, de membro ou região a ser operada, demarcando a área, ou seja, esse mês é de suma importância para reforçarmos tudo isso”, destaca a enfermeira, lembrando que a partir de segunda-feira, as atividades terão continuidade com a realização de blitzen em todos os setores da unidade, onde tiver pacientes.
- A ação comemorativa teve várias atividades
- A comemoração teve dinâmicas diversas
- A higienização das mãos foi lembrada como uma das principais ações de proteção ao paciente
- Dra. Jaqueline e Dr. Jânio prestigiaram a ação
- Houve sorteio de brindes
- Houve um painel de fotos com o tema trabalhado
- O diretor geral do Complexo, Francisco G7uedes prestigiou a ação
- Os cuidados com o paciente foram debatidos em rodas de conversa
- Profissionais de vários setores participaram das atividades
- Profissionais do Complexo que participaram da ação
- Rodas de Conversas fizeram parte da programação
Mutirão de cirurgias de Catarata no Hospital do Bem contempla 300 pacientes de 24 municípios do sertão paraibano
A aposentada Maria de Fátima Costa do Nascimento, de 67 anos, da cidade de Emas, esperou quase 12 anos para poder realizar a cirurgia de Catarata e, nesta quinta-feira (16), ela finalmente pôde realizar o procedimento. A paciente é uma das 300 pessoas, de 24 municípios do sertão, contempladas com essa primeira etapa de cirurgias coletivas realizadas dentro do projeto ‘Opera Paraíba’, na sede do Hospital do Bem, de Patos. A ação que começou hoje e termina somente no sábado, vai assegurar a realização do procedimento de cem pessoas por dia. Para tanto, quatro oftalmologistas contratados pelo Estado se revezarão para assegurar a cirurgia de 50 pacientes, a cada turno de trabalho.
“Estou muito alegre em fazer essa cirurgia e espero que dê tudo certo. Há muito tempo que eu esperava esse momento e finalmente ele chegou e estou gostando muito do atendimento, do prédio que é muito bonito e da forma como tudo está acontecendo”, disse Maria de Fátima pouco antes de entrar na sala e ser atendida pelo médico Daniel Medeiros Stropp que já participou de outros mutirões similares a esse. “É muito bom estar aqui e poder trazer esse benefício para a população. A gente se sente muito bem em poder contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, disse o oftalmologista que operou a Sra. Maria de Fátima.
A agricultora Maria Vanuzia Simão, de 43 anos, da cidade de Junco do Seridó, saiu de sua cidade, às 6h para realizar o procedimento nesta quinta-feira, e estava bastante feliz pela oportunidade. “A minha mãe esperou muitos anos para realizar essa mesma operação, mas, graças a Deus e a iniciativa do pessoal da saúde, eu não precisei esperar muito tempo. Eu só tenho a agradecer primeiro a Deus e depois a todos daqui que estão atendendo todo mundo muito bem”, disse ela.
O diretor geral do Complexo Hospitalar de Patos, Francisco Guedes, ao qual o Hospital do Bem está integrado, explica que os pacientes que estão agendados para o procedimento já vieram regulados via Secretarias Municipais de Saúde junto com a Secretaria Estadual de Saúde. “O fluxo para esse mutirão ocorreu da seguinte forma. A gerência de saúde recebeu da SES o quantitativo para cada município da 6ª Região de Saúde e as cotas respectivas foram distribuídas aos municípios que identificaram os pacientes elegíveis para participar do mutirão e essa lista foi consolidada na SES após a confirmação dos dados e o Hospital do Bem cedeu o espaço para a realização dos procedimentos”, afirma o gestor.
Francisco Guedes lembra que a rotina do Hospital do Bem não será alterada em função desta ação, já que os locais destinados para a realização das cirurgias não estão atrelados às salas do atendimento ambulatorial, nem ao espaço das sessões de quimioterapia. “Tivemos o cuidado de preservar sem alteração a rotina do Hospital do Bem e os serviços prestados aos pacientes oncológicos”, reforça o diretor, adiantando que apenas o ambiente da recepção será comum tanto aos pacientes do mutirão, quanto dos serviços de tratamento do câncer.
A responsável pela 6ª Gerência Regional de Saúde, Liliane Sena, lembra que essa ação no Hospital do Bem está inserida nas atividades do ‘Opera Paraíba’ e que ele simboliza a ampliação do projeto na cidade de Patos. “A maternidade já iniciou a sua etapa e realizou, na semana passada, algumas cirurgias. Nestes dias 16, 17 e 18 acontecem às cirurgias de Catarata no Hospital do Bem e nós estamos, junto com os gestores das unidades de saúde do Estado em Patos, sugerindo algumas ações a SES para ampliar as ações do ‘Opera Paraíba’”, destaca Liliane, lembrando que uma dessas sugestões é destinar para o Hospital Infantil os mutirões de cirurgias de otorrino e outros procedimentos que envolvem a parte pediátrica, para a Maternidade Dr. Peregrino Filho os de ordem ginecológica e de obstétrica e para o Complexo Regional as cirurgias eletivas, a exemplo, das de hérnia, vesícula, etc.
- 300 pacientes serão operados nesta quinta, sexta e sábado, em Patos
- 300 pacientes, de 24 municípios da 6ª Regional de Saúde, serão contemplados no mutirão
- Diretor geral do Complexo, Francisco Guedes explicou o fluxo da seleção dos pacientes do mutirão
- Dr. Daniel Stroop
- Liliane Sena, da 6ª Regional de Saúde, coordenou todo o processo
- Maria de Fátima Costa, aosentada, de Emas, também foi atendida no mutirão desta quinta-feira
- Maria Vanuzia, agricultora de Junco do Seridó, foi uma das pacientes desta quinta-feira
- O mutirão de Catarata começou hoje no Hospital do Bem
- O Opera Paraíba está em Patos até sábado e vai contemplar 300 pacientes
- Os pacientes aguardando a chamada na recepção do Hospital do Bem
- Os pacientes de 24 municípios estão sendo atendidos no mutirão realizado no Hospital do Bem
- Os procedimentos estão sendo realizados no Hospital do Bem
- Profissionais que participam do mutirão de cirurgias
- Todos os pacietes farão cirurgia de Catarata
Debate sobre impactos de sinistros de trânsito no SUS tem participação do Hospital de Patos que é referência para acidentados no sertão da PB
Uma das principais referências de Urgência e Emergência no sertão paraibano e de atendimento à vítimas de sinistros de trânsito, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) sente o impacto dessa demanda cotidianamente. Neste último final de semana, por exemplo, dos 172 pacientes que deram entrada na unidade, entre os dias 10 e 12, 39 deles foram de pessoas que se envolveram em acidentes de trânsito. Nesta segunda-feira (13), a psicóloga e responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende representou a diretoria da unidade no 1º Encontro Regional de Conselheiros Municipais de Saúde. O evento, realizado no auditório da UNIFIP, teve como pauta principal debater o impacto dos acidentes de trânsito no Sistema único de Saúde (SUS).
E esses impactos são gritantes, tanto em nível mundial, como nacional, já que essa é a nona maior causa de morte no mundo e uma das que mais deixam sequelas nas vítimas. No Brasil, isso é ainda mais preocupante, já que a cada 15 minutos uma pessoa morre em sinistros de trânsito e essa é a segunda causa de morte não natural evitável. Além das perdas de vidas humanas, que é o mais grave de tudo isso, o Brasil ainda tem um alto custo com os sinistros, sendo 20% referente somente aos custos dos hospitais que atendem acidentados seja pelo SUS ou em unidades privadas.
Em 2018, por exemplo, o Brasil gastou com sinistros de trânsito R$ 59,4 bilhões e a Paraíba, R$ 1,6 bilhão. Deste total de gastos, 20% segundo o IPEA, são relativos a custos com a saúde, o que equivale que a Paraíba teve gastos com saúde referente a acidentes de trânsito na ordem de R$ 320 milhões naquele ano. E segundo projeções do IPEA, a Paraíba deverá gastar, em 2028, o equivalente a R$ 2,4 bilhões com acidentes de trânsito, sendo 20% deste total somente com gastos de saúde. Na última década, as internações hospitalares decorrentes de sinistros de trânsito consumiram R$ 2,9 bilhões do SUS, que a cada três dias gasta, em média, de R$ 2 a R$ 2,5 mil com os acidentados em serviços de menor complexidade e de R$ 3,6 mil a R$ 4 mil, nos serviços de alta complexidade.
As internações por sinistro de trânsito também impactam na ocupação de leitos no SUS, já que 60% dos leitos em todo o país são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito e 50% das cirurgias realizadas são decorrentes desta demanda. No CHRDJC essas internações correspondem a 22% do total de vítimas atendidas. Em 2019 foram 432 internações, em 2020, outras 395 e de janeiro a agostos deste ano já foram contabilizadas 453 internações com vítimas de sinistros de trânsito. “Vale salientar que o paciente vítima de acidente impacta tanto a vida dele, quanto da família e também do mercado de trabalho porque, na maioria das vezes, ele fica afastado em função das sequelas do acidente que não são apenas físicas, mas, também psicológicas”, lembra Gorete.
A série histórica de atendimentos por sinistro de trânsito no CHRDJC vinha numa ordem crescente antes da pandemia se instalar em 2020, mas, com o isolamento social, que forçou as pessoas a saírem menos de casa, esse número foi reduzido. Em 2017, por exemplo, 2.973 pessoas foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade vítimas de sinistros de trânsito. No ano seguinte, em 2018, esse quantitativo subiu para 3.070 e, em 2019, chegou a 3.619. Em 2020, reduziu um pouco, e atingiu a marca de 3.138 casos. “De fato, nossos dados internos apontam que o impacto de pessoas que chegam em nossa porta de entrada vítimas de acidentes é bastante considerável”, atesta a responsável pela gestão de indicadores do hospital, Gorete Rezende.
Somente este ano, de janeiro a agosto, o Complexo já atendeu 2.118 pacientes vítimas de sinistros de trânsito, sendo a imensa maioria delas, 85% do total, de pessoas que se acidentaram com motocicletas. Esses dados correspondem a um total de 12% do total de atendimentos da Urgência e Emergência da unidade neste período. Por faixa etária, os jovens e adultos são os que mais se acidentam. “Nessa primeira década de ação, a meta do Brasil era reduzir em 50% as mortes por sinistros de trânsito, mas, infelizmente, não conseguimos. A meta agora, de 2021 ate 2030, é reduzir as lesões graves que aumentaram muito nos últimos anos”, finaliza Gorete.
Usar ‘sinistro’ e não mais ‘acidente de trânsito’
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a revisão da NBR 10697/2018 e redefiniu os termos técnicos usados na preparação e execução de pesquisas relativas e na elaboração de relatórios estatísticos e operacionais a incidentes de trânsito. A norma corrige a expressão “acidente de trânsito”, substituída por “sinistro de trânsito”, e suprime o entendimento de sinistro “não premeditado”. Uma das bandeiras da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), a adoção do termo sinistro e a requalificação dessa norma foi uma vitória importante para as ações e políticas voltadas a preservação da vida no trânsito.
“Os acidentes de trânsito, na sua maioria, não são acidentais, do acaso, mas sim provocados. São passíveis de prevenção e o termo acidente traz a conotação de algo imprevisível e incontrolável, sem nenhum nexo de causalidade, o que contraria o conhecimento acumulado sobre a matéria”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Antonio Meira Júnior, em texto publicado no www.abramet.com.br.
- Gorete Rezende, Psicóloga responsável pela gestão de indicadores do hospital
- Os sinistros de trânsito impactam a sociedade de variadas formas, inclusive, com mortes
Hospital de Patos atendeu 172 pessoas e realizou 15 cirurgias no final de semana
Oplantão do final de semana (10 a 12) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, registrou o atendimento a 172 pessoas, das quais 39 vítimas de acidentes de trânsito. Comparando os dados deste final de semana com o anterior, o hospital teve um aumento de 70% em relação aos sinistros de trânsito, o maior número nos últimos sete meses, e uma queda de 12% nos atendimentos gerais de urgência e emergência. Entre as 18h da sexta-feira até a meia-noite deste domingo foram realizadas ainda 15 cirurgias.
O plantão de maior movimento foi o de sábado (11), com o atendimento de 83 pessoas, seguido do domingo (12), com mais 75 atendimentos e, na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 14 pessoas deram entrada na unidade. Dos 39 pacientes vítimas de acidentes, 35 deles estavam em motocicletas. Mas houve ainda o registro de um acidentado com automóvel, dois casos com bicicleta e ainda um com veículo de tração animal. Dos 39 acidentados, seis permaneceram internados para cuidados posteriores.
A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 19 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de Cacimba de Areia, São Mamede, Catingueira, Matureia, Coremas, São José do Bonfim, São José de Espinharas, Emas, Malta, Quixaba, São Bento e Juru.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, entorse ou torção, dor na coluna, queda de nível, dificuldade de respirar, vacinação, dor renal, náusea e vômito, hipertensão entre outros motivos.
Dos 15 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de cirurgia vascular, com oito casos, seguido de ortopedia, com quatro procedimentos, e ainda mais duas cirurgias oncológicas e uma de urologia.
- Hospital teve alta de 70% nos acidentes de trânsito neste final de semana
Complexo de Patos encerra semana com baixa ocupação de leitos Covid
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) repete o cenário de redução e baixa nas taxas de ocupação de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e Enfermarias destinadas a pacientes com Covid, a exemplo de outros hospitais púbicos do estado e do país. Nesta sexta-feira (10), apenas seis, dos 32 leitos de UTI Covid estão ocupados, enquanto que dos 34 leitos de Enfermaria do isolamento, apenas dois estão com pacientes.
“Essa tendência geral de diminuição da incidência de casos graves, internações e mortes por Covid-19 deve-se ao avanço da campanha de vacinação que está atingindo o objetivo de proteger a população do impacto da doença” explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes. Ele lembra, no entanto, que o alto índice de positividade dos testes e a elevada taxa de letalidade da doença (atualmente em 3%) revela que a transmissão do vírus é intensa e diversos casos assintomáticos ou não confirmados podem estar ocorrendo, sem registro nos sistemas de informação.
Francisco reforça que mesmo com baixa taxa de internação e ocupação de leitos Covid, não é o momento das pessoas relaxarem nos cuidados preventivos. “O vírus ainda circula e temos o agravante de novas variantes, inclusive, com grau de transmissibilidade 100 vezes maior que as anteriores, portanto, fica o alerta para manter o uso de máscaras, lavar as mãos com frequência e evitar aglomerações. Vale lembrar que Patos já registrou caso de Covid com a variante Delta que tem o poder de transmissão muito maior que as variantes anteriores.
Setembro Amarelo: Hospital de Patos realiza ação alusiva ao Dia Mundial para Prevenção do Suicídio
Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 800 mil pessoas cometem suicídio do mundo. No Brasil, aproximadamente 13 mil pessoas morrem por suicídio por ano. Uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio no mundo e essa é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Portanto, o tema Saúde Mental, muito bem trabalhado durante o Setembro Amarelo, é uma assunto que precisa ser discutido e debatido por toda a sociedade. Na véspera do Dia Mundial para Prevenção do Suicídio, comemorado em 10 de setembro, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) realizou uma ação para chamar atenção sobre essa questão e divulgar as atividades propostas pela Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, para o Setembro Amarelo deste ano. O Hospital de Patos é referência no sertão para casos de Psiquiatria, tanto que tem leitos para casos psiquiátricos.
A ação, realizada na recepção do Hospital do Bem, na manhã desta quinta-feira (9), foi planejada pelo setor de Psicologia e Serviço Social, com apoio da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital. “A campanha do Setembro Amarelo é um marco para trazermos o assunto à tona e a divulgação desta campanha é de suma importância para ajudarmos na prevenção e orientação da população sobre como ajudar alguém que passa por algum sofrimento psicológico que pode acarretar o suicídio e, principalmente, sobre como e onde procurar ajuda. A doença mental tem tratamento, controle e com o devido acompanhamento, as pessoas têm sua qualidade de vida de volta”, afirma à psicóloga, Pryscilla Guedes.
Na ação realizada nesta quinta-feira, foram distribuídos informativos sobre a campanha de 2021 e também broches alusivos ao tema para pacientes, acompanhantes e colaboradores da unidade e ainda aconteceu uma Roda de Conversa. Houve ainda um momento musical com a participação da psicóloga, Jecyane Ertha e do Fisioterapeuta, Hudlesson Geyne.
A coordenadora do Serviço Social do Complexo, Suênia Mota, reiterou a importância das pessoas debaterem a temática suicídio sem preconceitos ou julgamentos. “Essa não é uma questão que deva ser tratada com superficialidade, dada à complexidade que envolve um suicídio ou tentativa de suicido, principalmente, porque toda morte é uma tragédia para a família, amigos e colegas e desta forma é mais ainda”, lembra Suênia.
E quem participou da ação pôde ainda ler recadinhos de valorização da vida num quadro de mensagens, especialmente, confeccionado para a ocasião. “Fizemos as mensagens e colocamos à disposição das pessoas presentes para que elas distribuíssem os recadinhos para quem elas desejarem”, destacou Suênia.




Hospital de Patos atendeu 196 pessoas e realizou 15 cirurgias no final de semana
O plantão do final de semana (03 a 05) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou o atendimento a 196 pessoas, das quais 23 vítimas de acidentes de trânsito. Comparando os dados deste final de semana com o anterior, o hospital teve um aumento de 4% em relação aos atendimentos gerais de urgência e emergência e uma redução de 30% em relação aos acidentes de trânsito. Entre as 18h da sexta-feira (3) até a meia noite deste domingo (5) foram realizadas ainda 15 cirurgias.
O plantão de maior movimento foi o de domingo, com o atendimento de 84 pessoas, seguido do sábado, com mais 83 atendimentos e na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 29 pessoas deram entrada na unidade. Dos 23 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, a maioria, ou seja, 19 deles estavam em motocicletas. Mas houve ainda o registro de três acidentados com automóvel e um caso com bicicleta. Dos 23 acidentados, seis permaneceram internados para cuidados posteriores.
A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com sete pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de São Bento, Santa Luzia, Matureia, Cajazeiras, São José de Caiana, Condado, São Mamede, Quixaba, Brejo do Cruz, Aguiar, Conceição e Princesa Isabel.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados no trânsito, os demais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, dor no peito, acidente com animais peçonhentos ou raivosos, hipertensão, vacinação, convulsão, agressão animal, queda de nível, dor na perna, desmaios/rebaixamento da consciência, edema, entorse ou torção, dor pélvica, entre outros motivos.
Dos 15 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de oncologia, com oito casos, seguido de cirurgia vascular, com quatro procedimentos, uma cirurgia geral, outra de ortopedia e uma de bucomaxilo.
- Complexo de Patos registrou 196 atendimentos na Urgência e Emergência neste final de semana
Hospital do Bem já realizou mais de 16 mil consultas ambulatoriais, seis mil sessões de quimioterapia e mil cirurgias
Única unidade pública de Oncologia no interior de um estado do Nordeste, o Hospital do Bem – unidade de oncologia do Sertão, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, completa neste início de setembro três anos de prestação de serviços e de atendimento aos pacientes com câncer no sertão paraibano. Os dados, que impressionam pela quantidade e qualidade de serviços, comprova que a unidade, que faz parte da rede estadual de assistência, está cumprindo sua missão de acolher e tratar os pacientes oncológicos no interior do Estado. De 03 de setembro de 2018 até 31 de agosto deste ano, o Bem realizou 16.398 consultas ambulatoriais, 6.224 sessões de quimioterapia e 1.465 cirurgias oncológicas.
O Hospital do Bem atendeu, neste período, pacientes referenciados de 103 municípios do sertão e alto sertão paraibano que antes só tinham a opção de tratamento do câncer em Campina Grande ou em João Pessoa para casos de câncer de pele, próstata, mama e colo de útero. Nestes três anos, a unidade realizou ainda 254 punções e 156 biópsias de mama, 216 biópsias de colo uterino, 14 biópsias de ovário, 106 biópsias de pele e ainda 202 biópsias prostática. O Hospital tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico.
O relatório de atendimentos destes três anos atesta que das demandas por especialidades nas consultas ambulatoriais, as de Oncologia Clínica foram as que tiveram maior procura com 10.007 casos, seguida das de Colo Uterino e Cirurgia, com 1993 casos, depois vem Mastologia, com 1.862 casos, Pele com 1.567 e Urologia com 969 registros.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, destaca a importância do papel do Hospital do Bem no atendimento aos pacientes oncológicos do sertão e a vantagem deles terem assistência próximo de suas residências. “O tratamento oncológico além de exigir reiteradas ações, ainda debilita o paciente e ter a disponibilidade de dispor de um tratamento próximo de casa, com a qualidade dos que ofertamos em nossa unidade, cujos protocolos seguem os mesmos padrões de referência dos hospitais de ponta que tratam doentes de câncer no país, faz toda a diferença no sucesso do tratamento”, reforça Francisco, lembrando que antes do funcionamento da unidade, os pacientes oncológicos do interior viviam uma dura rotina de ter que se deslocar cerca de 350 km até a Capital ou Campina Grande, para realizarem seus tratamentos.
O Hospital do Bem só atende pacientes regulados, ou seja, com consultas e procedimentos já agendados previamente, via Secretarias de Saúde dos municípios, através da Central de Regulação do Estado. A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, que desde o início de implantação do serviço em Patos acompanha o dia a dia da unidade, fala da emoção de ter acompanhado tantos casos de cura ao longo destes três anos e da felicidade em constatar que o Hospital do Bem cumpre o seu papel. “Aqui nós não tratamos apenas a doença, nós acolhemos os pacientes oncológicos e junto com eles damos o nosso melhor para que as pessoas não percam a esperança e a fé na vida. E os resultados que tivemos nestes três anos mostram o quanto nosso trabalho vem fazendo a diferença na vida de nossos pacientes”, disse a médica.
A oncologista reitera que o Hospital do Bem vai muito além de tratar o paciente. “Nós, aqui, tratamos o paciente com o que a Medicina e os protocolos mais atuais determinam, mas, vamos além disso, acolhemos as pessoas com humanização e carinho e não apenas os nossos pacientes, mas, seus familiares que se envolvem também com a doença porque não há como ficar indiferente a um quadro de câncer, seja ele qual for. Como já fui paciente oncológico, agrego essa visão ao meu conhecimento científico e acadêmico e entendo como um paciente se sente ao receber o diagnóstico, isso também diferencia a nossa conduta”, finaliza a médica que é a responsável pelo ambulatório da unidade.
- A realização de biópsias e uma das ações do Hospital do Bem
- A sala de quimioterapia do Hospital do Bem tem capacidade para atender 10 pacientes simultâneos
- Ao alcançarem a cura, os pacientes do Hospital do Bem tocam um sino localizado no hall da unidade
- As sessões de quimioterapia do Hospital do Bem não foram suspensas no período da pandemia
- Dr. Wostenildo Crispim é um dos cirurgiões do Complexo
- Dra. Nayhara Castro e um dos pacientes tratados no Hospital do Bem
- Dra. Nayhara Castro está no Bem desde o início das atividades da unidade
- Dra. Nayhara durante atendimento no ambulatório de oncologia do Hospital do Bem, em Patos
- Equipe do Hospital do Bem durante uma das ações do lenço que é feita anualmente
- Francisco Guedes, diretor geral do Complexo
- O espaço para quimioterapia da unidade tem capacidadae para 10 atendimentos simultâneos
- O Hospital do Bem fica localizado na cidade de Patos
- O Hospital do Bem foi inaugurado em setembro de 2018
- O Hospital do Bem realizou 6.224 sessões de quiomioterapia em três anos de atividades
- O Hospital do Bem trata pacientes oncológicos de quatro tipos de câncer
- O protocolo de quimioterapia do Bem segue o mesmo padrão de todos os hospitais oncológicos do Brasil
- Profissionais do Hospital do Bem
- Setor de quimioterapia do Hospital do Bem
- Toda cura de paciente da unidade é comemorada com o toque do sino
- Uma das ações do Hospital é a doação de perucas
- Uma das pacientes do Hospital do Bem durante quimioterapia
- Uma das pacientes que recebeu alta com a Dra. Nayhara
Hospital de Patos atendeu 189 pessoas e realizou 22 cirurgias neste final de semana
O plantão do final de semana (27 a 29) na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou o atendimento a 189 pessoas, das quais, 33 vítimas de acidentes de trânsito e ainda realizou 22 procedimentos cirúrgicos. Comparando os dados deste final de semana com o anterior, o hospital teve um aumento de 19% em relação aos atendimentos gerais de urgência e emergência e de 74% em relação aos acidentes de moto.
O plantão de maior movimento foi o de domingo, com 89 pessoas, seguido do de sábado, com mais 77 atendimentos e, na sexta-feira, das 18h até a meia-noite, outras 23 pessoas deram entrada na unidade. Dos 33 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, a maioria, ou seja, 28 deles foi de pessoas que estavam em motocicletas. Mas, houve ainda o registro de dois acidentados com automóvel, um caso com bicicleta, outro com veiculo de tração animal e ainda uma vítima de atropelamento. Dos 33 acidentados, oito permaneceram internados para cuidados posteriores.
A maior parte das vítimas de acidentes foi da cidade de Patos, com 10 pessoas no total, mas o hospital atendeu pacientes das cidades de São bento, Olho D’água, Mãe D’água, Catingueira, Itaporanga, Desterro, Brejinho, Vista Serrana, Matureia, Teixeira, Malta e Princesa Isabel.
Na Urgência e Emergência, além dos casos envolvendo os acidentados no trânsito, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste último final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, acidente com animais peçonhentos ou raivosos, hipertensão, contusão diversa/pancada, dificuldade de respirar, dor no pé, entorse/torção, dor de cabeça, queda de nível, náusea e vômito, dor renal, reação alérgica, entre outros motivos.
Dos 22 procedimentos cirúrgicos, a maior parte foi de Oncologia, com oito casos, seguido de Cirurgia Vascular, com cinco procedimentos, Cirurgia Geral, com mais cinco casos, dois de Ortopedia e um de BucoMaxilo. O diretor geral do hospital, Francisco Guedes, destaca que nos últimos dias, o número de atendimentos na porta de entrada da unidade aumentou. Ele acredita que isso se deve a retomada das atividades cotidianas. “Na medida em que a vida vai voltando ao normal, o número de pessoas circulando volta a aumentar e isso potencializa o risco de acidentes e outras intercorrências e nós sentimos isso diretamente”, destaca o diretor, lembrando que em contrapartida, o setor Covid, vem diminuindo o número de internações.
- A urgência e emergência atendeu 189 pacientes neste final de semana
- Foram realizadas 22 cirurgias neste final de semana






































































