AZ João Pessoa
Projeto Semana do Amigo possibilita que amiguinhos de alunos possam vivenciar e conhecer a experiência de ser GEO
Os alunos do Ensino Infantil do GEO Sul terão uma semana diferente. Isso porque, a partir desta terça-feira (05), até a sexta-feira (08) acontece o projeto “Semana do Amigo”, quando cada aluno poderá levar um amiguinho convidado para viver e desfrutar da rotina da escola. A coordenadora do Geozinho Sul, Roberta Guedes, explica que esse será um momento inédito no GEO Sul e único para alunos.
“Eles serão recebidos com muito carinho para conhecer a escola, a rotina de atividades e estarão junto a um amigo, o que é importante para que eles se sintam à vontade em um novo ambiente. Será uma semana com ações lúdicas, brincadeiras, e que vai ficar na memória de cada um de nossos alunos e de seus amiguinhos “, comentou Roberta.
A Semana do Amigo é um projeto que tem como objetivo principal abrir um espaço no calendário do Geozinho para que alunos que não estudam na escola possam ter essa experiência durante uma semana. Além disso, a ação também proporciona mais segurança para aqueles pais que não têm contato com a pedagogia e o sistema de ensino do GEO e que, a partir daí, possam conhecer através da experiência vivida pelos seus filhos os diferenciais de ensino que a escola possui.
- Na semana do amigo, um coleguinha poderá vivenciar a forma Geo de estudar
Várias atividades marcarão o Novembro Azul do Hospital do Bem em Patos
Rodas de Conversas, Bates Papos, Dia de Beleza e Fotografias, Musicoterapia, Dia de Atividades Lúdicas e Happy Day. Essas atividades vão movimentar o Novembro Azul do Hospital do Bem entre os dias 04 e 27 deste mês. Na abertura das ações, na manhã desta segunda-feira, colaboradores, pacientes e acompanhantes foram recebidos com músicas na recepção da unidade, que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos.
“A exemplo do que fizemos no Outubro Rosa, quando conscientizamos as mulheres a se cuidarem, também realizaremos muitas ações ao longo do Novembro Azul, desta vez, com direcionamento de atividades para a conscientização da importância dos homens cuidarem da sua saúde como um todo, com ênfase para eles realizarem o exame de próstata”, destaca a diretora geral do Complexo, Liliane Sena.
Programação
A programação do Novembro Azul segue no dia 07, com uma Roda de Conversa às 8h, com profissionais da UNIFIP, sobre o tema ‘Cuidado do Cuidador’, e às 15h, com um Bate Papo, sobre ‘Oncologia voltada para a saúde do homem’, com o enfermeiro Fernando Régis. Na sexta (08) outra Roda de Conversa, desta vez, com a oncologista Nayarah Castro e a psicóloga, Pryscilla Guedes, vai abordar o tema ‘Valorização da vida após o diagnóstico’.
Na segunda (11), às 9h, os Doutores Sorrisos preparam surpresas para pacientes e colaboradores do Hospital do Bem no Happy Day. No dia seguinte, haverá outro Bate Papo, às 15h, sobre ‘Acolhimento multiprofissional ao paciente oncológico’, com a Dra. Nayarah Castro e a enfermeira Aretusa Delfino. A programação segue no dia 14, com duas Rodas de Conversa, sendo às 8h, sobre ‘Direitos dos pacientes oncológicos’ e, às 14h, com o tema ‘Ética no serviço de saúde com ênfase no sigilo das informações’. As duas atividades serão conduzidas por profissionais da UNIFP.
Na segunda-feira (18), haverá um dia de beleza e fotografias, às 9h. Na terça, a programação continua, às 9h, com uma Roda de Conversa sobre ‘Relação alimentação x câncer’, com a nutricionista Riama Sobral. Na quinta, haverá um Bate Papo sobre ‘Oncologia para não oncologistas’, com a Dra. Nayarah Castro.
No domingo (24), o Hospital do Bem fará um Dia de Atividade Social, com consultas, massoterapia, musicoterapia, entre outras atividades e na última semana de ações, a programação começa no dia 25, às 9h, com um dia de Atividades Lúdicas. Na terça-feira (26), acontecerá um Bate Papo sobre ‘Fitoterapia na prevenção e tratamento do câncer’, com a Dra. Nayarah Castro e o coordenador de quimioterapia do Hospital do Bem, Thiago Viana.
E no encerramento das ações, no dia 27, está programado uma Roda de Conversa, a partir das 9h, sobre ‘A importância da equipe multidisciplinar’, com a diretora do Complexo, Liliane Sena e a oncologista, Nayarah Castro e, em seguida, outro momento, sobre ‘A ética do cotidiano e o sigilo profissional’, com Anarita, coordenadora do curso de Serviço Social da Universidade, que conduzirá o momento junto com alunos da instituição. Essas atividades acontecerão no auditório da Gerência Regional de Saúde.



Equipe Geo ficou à disposição dos alunos em locais estratégicos e acolheu os estudantes no primeiro domingo de provas do Enem
O Enem 2019 começou neste domingo (03), quando os candidatos fizeram as provas de Ciências Humanas, Linguagens e Códigos e Redação. E para dar suporte e acolhimento minutos antes das provas e depois da realização dos testes, professores, coordenadores e diretores dos colégios Geo Tambaú e Sul estiveram à disposição dos alunos em locais estratégicos da cidade. Foram cinco pontos de apoio, com tendas, distribuição de água e muito carinho para que esse momento fosse encarado com a maior tranquilidade possível. A segunda etapa das provas do Enem 2019 serão aplicadas no próximo domingo, 10 de novembro, e a equipe Geo estará nos mesmos locais novamente.
“Por volta de dez horas, já estávamos à postos para receber nossos alunos, abraçá-los e passar aquela energia positiva que eles já conhecem bem do nosso dia a dia. Foi muito legal interagir com eles”, destaca o diretor do Geo Sul, professor Roberto Oliveira, lembrando que está confiante que os alunos Geo se sairão muito bem no Enem, pois tiveram, ao longo dos anos e, mais precisamente, este ano, um excelente suporte para serem vitoriosos.
Já o diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, reforça que os alunos devem ficar tranquilos e nesta reta final precisam redobrar a confiança na caminhada que fizeram. “Foram anos de estudo, intensificados neste ano, com um suporte fundamental do colégio que, inclusive, disponibiliza aos seus alunos a metodologia de ensino AZ que permite um estudo personalizado. Diante disso e também da competência, foco e capacidade de nossos alunos, a expectativa de bons resultados é muito real”, reitera o diretor.
No próximo domingo (10), quando serão realizadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza, a mesma estrutura de tenda e acolhimento será mantida pelas duas unidades do Geo, nos seguintes pontos: em frente da UFPB, do Unipê, da Faculdade Maurício de Nassau, da FPB (Tambiá) e ainda próximo a sede do colégio Século, nos Bancários. Os pontos foram escolhidos em função da concentração de um grande número de alunos Geo nestes locais de prova. Os resultados do Enem serão divulgados em janeiro de 2020 para quem concluiu o Ensino Médio e para os demais estudantes que fizeram o exame para teste, somente em março.
- Alunos Geo que fizeram o Enem com uma de suas professoras
- Diretores do colegio Geo Sul e Tambau, Roberto Oliveira e Danilo Abdala foam participar do momento
- Diretores, professores e coordenadores foram abraças os feras Geo
- Vibração e confiança nos alunos Geo no Enem 2019
Alunos do GEO Tambaú estão na etapa final dos preparativos para mais uma edição da SAC – SEB Arte e Cultura que acontece sexta
Teóricos do ensino de Artes e Cultura defendem que a criação artística, cultural e científica dialoga com a necessidade humana de perceber e entender a realidade humano-social, de expressar e objetivar significados e valores coletivos, de se tornar consciente de sua existência e suas diferentes práticas sociais. Nesse sentido, o conhecer é fruto de um fazer, ou seja, toda obra não se torna meio de conhecimento copiando uma realidade, mas criando uma nova. É por compreender a importância do ‘produzir’ no ensino-aprendizagem e da importância de levar o aluno ao pensamento crítico, ao desenvolvimento da sensibilidade, da percepção e da imaginação, que o GEO Tambaú realizará a sua 21ª edição da SEB Arte e Cultura – SAC que vai acontecer durante todo o próximo 1º de novembro, na sede da escola.
Na edição 2019 do evento, o colégio vai trabalhar o tema “Despertar para um Futuro Inovador”. Na próxima sexta-feira (01), das 8h até às 17h, todas as turmas, do Infantil à 2ª Série do Ensino Médio da unidade, apresentarão seus trabalhos e, como todos os anos, devem surpreender pais e visitantes com suas desenvolturas nas linguagens artísticas (Música, Teatro, Dança, Poesia, Literatura), e em diversas áreas do conhecimento científico em que vão adentrar com a apresentação de trabalhos. As turmas do Infantil, por exemplo, estão na incumbência de mostrar aos pais o tema “Das histórias em quadrinhos para as telas do Cinema” e trabalharão a tecnologia como propulsor do desenvolvimento.
Segundo a coordenadora do Ensino Infantil do GEO Tambaú, professora Tássia Mendes, as turmas farão uma espécie de linha do tempo para contar a história evolutiva dos alimentos, dos brinquedos, do Cinema e da fotografia. “Eles farão isso através de peças, de apresentação de dança, de música e também de um musical”, comentou Tássia, frisando que o Infantil III mostrará a evolução tecnológica dos alimentos, o Infantil IV apresentará a tecnologia dos brinquedos e também das brincadeiras, o Infantil V será a evolução do Cinema e a 1ª Série do Fundamental será a evolução da Fotografia. As apresentações ocorrerão nas salas de aula.
Já os alunos do Ensino Fundamental I experimentarão um método diferente. Conforme a orientadora pedagógica Flávia Espínola, as professoras estarão trabalhando o protagonismo dos alunos através da metodologia de “sala de aula invertida”. A técnica é uma tendência que está conquistando cada vez mais espaço nas escolas devido aos benefícios que esse modelo proporciona. Nele, o processo de aprendizagem não começa com a explicação do professor, tendo em vista que hoje o conhecimento está posto e ele é o ser que facilita o aprendizado. Dessa forma, o educador seleciona alguns materiais sobre as aulas e envia previamente esse conteúdo para os estudantes, que já serão “iniciados” no conteúdo antes da aula.
“O grande benefício é que o aluno não é um sujeito passivo, ele procura entender o conteúdo por meio de estratégias tecnológicas educacionais, organiza seus pensamentos e vem para a aula sendo muito mais participativo. Isso também torna a aula mais interessante e faz com que ele aprenda mais”, comentou Flávia Espínola, destacando que na SAC os alunos do Fundamental apresentarão trabalhos de Gameficação, Robótica com sucata, farão releituras interpretadas, experiências científicas e também trarão apresentações de Realidade Aumentada. Tudo isso por meio de painéis, seminários, dinâmica e outras metodologias.
A SAC, portanto, para os alunos do Ensino Fundamental I, II, e Médio também, é um importante projeto de expansão e divulgação do conhecimento vivenciado durante todo o ano na escola. Os alunos do Fundamental e do Ensino Médio que apresentam trabalhos, inclusive, tem na SAC a sua avaliação do 4º Bimestre que é lançada em 03 disciplinas escolhidas por cada aluno. As apresentações acontecerão nas salas de 01 a 05 no corredor do Fundamental.
As turmas da 2ª Série do Fundamental apresentarão “Saberes Guardados na Memória”; as 3ª Séries ficarão com Flipped Classroom, – Sala de Aula Invertida; as 4ª e 5ª Séries ficarão com “Inglês: Jeopardy, jogo em risco” e “Ciências: a arte de atrair e transformar”. Outras turmas de 4º e 5º anos apresentarão “Matemática : STEM – (Science, Technology, Engineering, and Mathematics) e Matemática Financeira”. Também terá “História e Geografia: Astronomia em realidade Aumentada”.
Já os alunos do Fundamental II trarão temas sobre Tecnologia (6º ano A); Comunicação em Família (6º B); Tecnologia e o mundo (6º C); Cotidiano em sala de aula (6ºD); O dia a dia em; sala (7º Ano A); Inclusão Social e Educacional (7ºB); Culturas regionais brasileira (7º C); Cultura Nordestina (7ºD); radioatividade (8ºA); A evolução da dança (8ºB); Pray For Amazonia (8º C); Libras como forma de inclusão (9ºA); História do Cinema (9ºB); Chernobyl (9ºC); e Um mundo pós apocalíptico (9º D).
Os alunos da 1ª e da 2ª série do Ensino Médio apresentarão temas que, dentro da temática comum “Despertar para um Futuro Inovador”, serão aprofundados e abordarão o empreendedorismo; as linguagens; a responsabilidade social; a sustentabilidade e o mundo do conhecimento de forma geral, mostrando a autonomia e a competência de todos eles. De acordo com a professora Addissana Ganem, orientadora pedagógica do Ensino Médio do GEO Tambaú, os alunos serão avaliados quanto à criatividade, organização, relação e abordagem científica do tema e a própria apresentação o trabalho. Os temas serão: 1ª série A – Amazônia –O que se esconde por trás da fumaça; 2ª B – orgulho do nosso Oxente; 1ª série C – Escape Room – O Julgamento; 2ª A – Ciência Show – apresentação de experimentos científicos; 2ª A/B/C – Exterioridade e O Show tem que continuar; 2ª C – Dolhouse, um perfeito mundo de ilusões.
O professor Danilo Abdala, diretor da unidade Tambaú, frisou que o objetivo do GEO é proporcionar ao seu aluno uma formação integral que dê a ele capacidades cognitivas não apenas para compreender a atualidade, mas também para criar novas realidades. “São experiências como essas em que o aluno, criança ou adolescente, utilizando-se do conhecimento que tem, desenvolvem novas formas de lidar com o mundo e as pessoas em sua volta. Aqui, eles exercem seu potencial criador, trabalhando e criando novos ‘fazeres’, para reconfigurar sua realidade e dar sentido às suas práticas”, salientou Abdala.
No rito de passagem alunas explicam que apesar de ser um pouco mais difícil a mudança do 5º para o 6º ano não deve assustar
O Ensino Fundamental II abrange do 6º ao 9º ano, dentro da Educação Básica e essa mudança do 5º para o 6º ano, que marca o encerramento do Fundamental I, traz alterações significativas que, muitas vezes, geram insegurança para os estudantes. E foi para abordar essa questão e esclarecer dúvidas sobre esse rito de passagem, que o colégio Geo Tambaú reuniu, na noite desta segunda-feira (28), pais e alunos que vão passar por esse processo para desmistificar algumas questões e pontuar outras que dizem respeito a essa transição. E os depoimentos das alunas Maria Clara e Agata, do 6º ano, resumiram e ilustraram bem esse momento simbólico, que representa um desafio saudável para os estudantes. “É verdade que tem mais matérias, que fica um pouco mais difícil, que a gente tem que ter um pouquinho mais de responsabilidade, mas é muito legal”, disse Maria Clara Abrantes, sendo complementada por Aghata Correia Martins, que disse estar gostando muito das novas experiências: “Os professores são mais exigentes, mas o 6º ano não é horrível, é só um pouquinho mais difícil. Eu estou gostando”.
De fato, explicou o diretor do Colégio Geo Tambaú, Danilo Abdala, que abriu o encontro com os pais e alunos, esse rito de passagem e com ele novas responsabilidades, novas disciplinas, conteúdos mais complexos e aprofundados, somada a transformações físicas, ou seja pela pré-adolescência, o que por si só já gera alguma insegurança para meninos e meninas, com idades entre 10 e 11 anos, tudo isso muda a rotina escolar destes estudantes. “Mas, quando essa mudança vem acompanhada de um aporte, quando o aluno estuda em um colégio que tem excelentes professores, uma boa estrutura pedagógica e um espaço de trabalho privilegiado, como o Geo, essa transição flui naturalmente”, explicou o diretor, lembrando que a escola é um local em constante movimento e que no Geo os alunos encontram um espaço para se desenvolverem não apenas no saber didático, mas com uma educação para a vida.
E neste aspecto, o diretor apresentou alguns dos diferenciais do Geo, a exemplo do High School, do Serviço de Orientação Educacional – SOE (Canal aluno-família), do Serviço de Coordenação Educacional –SCE (Canal professor-família), do sistema AZ, um produto exclusivo da escola Geo, que permite ao aluno ter uma plataforma de estudos e avaliação individual e direcionado, da academia SEB para aperfeiçoar e ampliar os conhecimentos dos professores, do Prêmio Chaplin, que reconhece o esforço e dedicação dos alunos em avançar, o programa ‘Líder em mim’, que estimula o desenvolvimento da liderança, a partir de valores éticos, estimulando o aluno a refletir sobre suas atitudes, entre outros projetos extraclasse e ainda sobre a missão, visão e valores da escola. “O Geo forma gerações há 40 anos, integra um dos grupos mais fortes de Educação no país, tem uma excelente equipe de professores, projetos extraclasse que ampliam os horizontes e criam novas oportunidades para seus alunos, enfim, somos a melhor escola pelo conjunto de atividades que disponibilizamos. Inovação também é uma palavra que bem nos define”, reiterou Danilo.
A coordenadora do Fundamental I, Flávia Winkeler, a coordenadora do Fundamental II, Maria dos Milagres, e a orientadora educacional, Tatiana Rocha, reforçaram as colocações do diretor. Na ocasião, os professores do 6º ano demonstraram, através de breves relatos, a didática de cada um em sala de aula. A psicopedagoga, Gersione Honorato, também falou sobre os diferencias do Geo e do papel da escola nesse processo de educar e ajudar o aluno a compreender melhor o conteúdo que é visto em sala de aula, mas inserindo-o num contexto mais amplo do conhecimento, onde pais, professores e a escola têm papeis fundamentais. Foi abordado ainda as mudanças na grade de horários, o fardamento, material didático, entre outros tópicos.
- A coordenadora do Fundamental I, Flávia
- A psicopedagoga do Geo, Gersiane Honorato
- Alguns professores do 6º ano
- As alunas Agahata Martins e Maria Clara deram seus testemunhos
- Mães e alunas participaram do momento
- Milagres, coordenadora do Fundamental II tirou dúvidas dos pais
- O diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala falou dos diferenciais da escola
- O encontro aconteceu no auditório do Geo Tambaú
Projeto ‘Enem na Rua’ leva estudantes paraibanos a conhecerem fatos, detalhes e curiosidades da História de João Pessoa
Terceira cidade mais antiga do país, ponto mais oriental das Américas, com 434 anos, a capital paraibana tem um acervo histórico, cultural, religioso e geopolítico riquíssimo, mas, infelizmente, pouco conhecido ou até desconhecido de boa parte da população local. Neste domingo (27), um grupo de estudantes paraibanos das 3ª séries dos colégios GEO Sul e Tambaú vivenciou uma experiência única e rica numa verdadeira incursão na história do Brasil, com ênfase, na de João Pessoa desde a colonização, passando pelo período escravocrata, do Império Português, a Velha república, a Era Vargas, os governos militares, a redemocratização, até os dias atuais, com o neoliberalismo. A atividade faz parte do projeto ‘Enem na Rua’ que está em sua 4ª edição e cujo objetivo é estimular os estudantes, que estão prestes a “entrar” na universidade, a trabalhar as disciplinas, especialmente, Geografia e História a partir de um resgate sócio-político-histórico-cultural do Brasil, com ênfase, em João Pessoa.
O aulão in loco foi realizado em pontos turísticos do Centro Histórico e começou na Casa da Pólvora, onde os estudantes foram recepcionados com um café da manhã e receberam informações diversas de professores de História, Geografia, Português e Biologia, além de uma mensagem do professor Roberto Oliveira, diretor do Geo Sul. “Estamos na reta final para o Enem e vocês estão aqui para ampliar conhecimentos e mais que isso, perceber que estão preparados para enfrentar o exame e saírem vitoriosos. Confiamos em vocês e estamos na torcida”, disse Roberto. O professor Carlos Campos reforçou o objetivo do Enem na Rua. “A ideia é incentivar o aluno a despertar para a história, a arte, a arquitetura e a geografia de João Pessoa de uma forma descontraída e prazerosa”, destacou ele.
Antes de visitar a Casa da Pólvora, os alunos aprenderam um pouco mais sobre a colonização da capital paraibana e o porquê dela ter sido feita pelo Rio e não pelo litoral. Isso aconteceu, porque as barreiras de coral impediam a chegada dos navios a costa paraibana (tanto que há muitas embarcações naufragadas ao longo da costa) e, na época, os navegadores encontraram a entrada de onde hoje é o Porto de Cabedelo, seguindo pelo Rio Paraíba e depois pelo seu afluente, o Sanhauá como rota ideal. Por isso João Pessoa começou a se expandir do Centro para o Litoral, tendo o Rio Paraíba como sua principal rota de entrada e saída à época. “O marco zero das cidades normalmente ficavam no litoral, o de João Pessoa era onde fica o Centro Histórico mais precisamente na casa da Pólvora”, explicou o professor Fernando, de História. Ele disse ainda, que haviam três fortes – o a Fortaleza de Santa Catarina, o Porto Velho e o da Ilha da Restinga, este último não existe mais.
O também professor de História, Sérgio, complementou as informações, abordando os fatores de migração das pessoas do Centro para as áreas litorâneas da cidade, explicando o porquê da decadência e abandono da área central e desenvolvimento das áreas localizadas próximos ao litoral. “Na maior parte das cidades nordestinas o desenvolvimento das cidades se deu da praia para o centro em João Pessoa esse movimento migratório se deu ao contrário”, reiterou Sérgio, que pincelou aspectos do processo de colonização do Brasil, a aliança dos brancos com os índios, a influência espanhola, portuguesa e holandesa no Brasil Colônia entre outros assuntos. O professor de Geografia, Rodrigo Leite, falou da migração da população reforçando que ‘antigamente, as famílias mais abastadas moravam no Centro ou ao redor dele hoje estão noutras áreas da cidade’, reforçou ele.
Após visitarem a Casa da Pólvora, os estudantes foram caminhando até a igreja de São Francisco, contemplando casarios de estilos diversos, uns Barroco, outros Arte Decó e até mesmo Clássicos. Na frente da igreja de São Francisco, eles ficaram sabendo que João Pessoa é a única cidade do Brasil a ter as quatro ordens religiosas juntas, ou seja, as ordens Franciscana, dos Jesuítas, das Carmelitas Descalças e a dos Beneditinos, simbolizadas pelas quatro pontas de uma enorme Cruz de Pedra que estrategicamente foi colocada no largo da igreja. La, eles também ficaram sabendo que o piso do largo da igreja, formado por enormes blocos de pedra calcária, já não é mais todo original e que esses blocos de pedras, que pesavam em média 400 quilos cada, eram trazidos pelos escravos – não se sabe como – do Rio Paraíba até o local das construções da época.
O aulão seguiu para a Igreja do Carmo que pouca gente sabe, tem uma igreja totalmente independente do lado, a Igreja Santa Tereza. “Um olhar menos atento, não percebe que são duas igrejas distintas que pertencem a Ordem das Carmelitas descalças”, explicou o historiador do IPHAEP e professor de História do Geo, Edvaldo Lira. Ele lembrou ainda que a exemplo do largo da igreja de São Francisco, neste local, as pedras do entorno das construções também não são mais as originais, embora os monumentos sejam tombados pelo Patrimônio Histórico. “Não tinha como restaurar com o material original então optou-se por algo o mais próximo possível do que era antes”, complementou ele.
De lá, os estudantes seguiram para a Praça Barão do Rio Branco, onde, explicou o professor de História, Rafael Virgínio, idealizador do ‘Enem na Rua’, que neste local, os escravos negros eram trazidos para o açoite – prática do castigo físico – e que também à forca. Lembrou-se da normatização da violência da época tão bem retratadas nas pinturas de Jean-Baptiste Debret. Neste local, ainda abordou-se a influência dos maçons na política desde o Brasil Colônia até os dias atuais, lembrando que a história da maçonaria sempre esteve ligada com os mais variados feitos históricos do país. Da Praça, todos avistaram a Casa Nossa Senhora dos Prazeres, para onde na época dos governos militares, no auge da ditadura, os chamados ‘subversivos’ eram levados.
O aulão seguiu então para a Rua Duque de Caxias, onde houve uma breve parada ao lado de uma igreja que, antigamente, mantinha uma engenhoca denominada ‘Roda dos Enjeitados’, onde eram colocados bebês que as mães não queriam criar passando a missão para as freiras da Santa Casa de Misericórdia. Na Praça dos Cem Réis, os estudantes aprenderam a razão da denominação do local ser assim. “Era por causa do preço das passagens dos bondes elétricos, que faziam ponto no local, que era esse valor, daí o local foi denominado Ponto de Cem Réis”, explicou o historiado Edvaldo Lira.
A incursão histórica terminou na Praça Presidente João Pessoa, popularmente chamada de Praça dos Três Poderes, pelo fato de, atualmente, ela estar localizada entre as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais, respectivamente, o Palácio do Governo, a Assembleia Legislativa e a sede do Tribunal de Justiça. Neste local, os professores se revezavam para revisar assuntos sobre coronelismo, velha república, era Vargas, governos militares, república, constituição até aspectos da política dos dias atuais.
Houve ainda um momento de curiosidades, como a que destacou que o local, outrora, já foi chamado de ‘Largo do Comendador Felizardo’, e que esse era um espaço de segregação visto que toda a área era cercada por grades e somente aos ricos e personalidades influentes da época era permitida o acesso. Os pobres, não podiam desfilar pelo local, nem tão pouco dançar ao redor do coreto que no final das tardes tinha música ao vivo. Outra curiosidade da época, foi o romance trágico dos estudantes- Sady e Agaba que resultou num dos episódios mais polêmicos da história local, verdadeiro drama social que abalou os pilares do patriarcalismo paraibano. Sady Castor Correia Lima, foi assassinado pelo guarda civil Antônio Carlos de Menezes, em função de normas disciplinares impostas nas escolas paraibanas da época que proibiam estudantes do Lyceu Paraibano se relacionarem com alunas de outra escola somente para mulheres. Sady, apaixonado por Agaba resolveu romper com essa norma e terminou assassinado e Agaba, uma semana depois cometeu o suicídio.
Impressões
O aluno Gabriel Souza, 17 anos, do Geo Sul, que pretende cursar Medicina, ficou surpreso com as histórias dos açoites na Praça Barão do Rio Branco. “Fiquei tentando imaginar como isso acontecia e questionando que, embora fosse um costume da época, como alguém tinha prazer em ir ver uma cena bizarra dessa, isso porque o professor disse que as pessoas iam para a praça com esse intuito”, disse Gabriel. Rayssa Karla, que estuda com Gabriel, e que vai tentar o Enem para Ciências Sociais, disse que já sabia da história da Praça do Açoite, mas não sabia da existência de uma casa que abrigava presos políticos. Lisa Almeida, de 17 anos, aluna do Geo Tambaú, que pretende cursar Letras, disse que já conhecia os monumentos visitados, mas não tinha tantas informações detalhadas sobre eles. “Nós temos uma riqueza histórica memorável, pena que pouca gente conheça e que também não valorizemos o Centro Histórico como deveríamos”, disse ela.
Maria Goretti Silva, mãe da estudante Victoria Madalena, aluna do Geo Tambaú, e que vai tentar uma vaga para Medicina, disse que ficou encantada com tantas informações. “Esse projeto é maravilhoso. Estou encantada. Acho que deveram haver mais aulões assim. Especialmente para os alunos das 3ª séries que chegam neste ano decisivo muito ansiosos. Uma aula assim, acho que rende muitos conhecimentos, além de distrair um pouco da tensão cotidiana de estudos”, disse Goretti, que acompanhou todo o trajeto com a filha. O aluno Pedro Henrique Sotero, do Geo Sul, que vai tentar Engenharia da Computação, disse que a experiência foi muito válida. “Aprendi coisas que, necessariamente, não entrarão na prova do Enem, mas que têm uma relação com tudo o que vimos sobre História e Geografia e até relações humanas. Foi muito bom”, disse ele.
O diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, que também acompanhou o grupo, lembrou que o Geo tem uma proposta pedagógica que estimula o aprendizado também a partir de atividades extraclasse. “Entendemos que a construção do conhecimento se dá de variadas formas, dentro e fora da sala de aula, inclusive, construindo junto com o aluno seu próprio aprendizado e foi isso que fizemos aqui com o ‘Enem na Rua’ e também fazemos a partir de tantos outros projetos extraclasse”, finalizou ele.
- A igreja de São Francisco foi um dos pontos visitados
- A Igreja do Carmo foi outro local de parada
- Alunos na Rua Duque de Caxias
- As atividades começaram na casa da Pólvora
- As atividades foram encerradas na Praça João Pessoa
- Aulã na Praça Dom Adauto
- Contraste entre os pisos original e o que substituiu as pedras calcareas
- Diretores e professores do Geo Sul e Tambaú
- Estudantes do Geo no Enem na Rua
- Gabriel Souza destacou a questão dos açoites como algo brutal
- Lisa Almeida adorou a atividades
- Na igreja onde havia a Roda dos Enjeitados
- O Centro Histórico foi visto de forma diferente
- O Ponto de Cem Réis foi outro local visitado
- Professor Rafael, o idealizador do Enem na Rua
- Professores e alunos
- Rayssa Karla disse que ficou surpresa com a história da casa que serviu para prisão na época da ditadura
- Victoria Madalena e sua mãe, Maria Goretti
Orientações para o autocuidado e para a busca para uma melhor qualidade de vida marcaram a II SIPAT do GEO Sul e Tambaú
Foram quatro dias de muita participação e orientações para o cuidado com a saúde. Assim foi a II SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho dos colégios GEO Sul e Tambaú, realizada entre os dias 22 e 25 de outubro. Para o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CIPA do GEO Sul, professor Cláudio Brasileiro, o objetivo de conscientizar os colaboradores quanto à importância da manutenção de certos cuidados para alcançar mais qualidade de vida, sem dúvida, foi atingido. Um dos destaques do evento foi a realização de aferição de Pressão Arterial e teste de Glicemia disponibilizado ao público.
Nesses dias, as duas unidades do GEO trouxeram palestras sobre uso de Equipamentos de Proteção Individual; Saúde Bucal; Equilíbrio Emocional e Qualidade de Vida; “Uma Oportunidade Na adversidade”, com a Coach Emanuelle; “Reeducação Alimentar”, com facilitadores da Faculdade Três Marias; além de orientações tanto para levar uma vida mais saudável com o personal trainer da Science Academia, Rodolpho, dentre outros temas relativos à busca de uma melhor qualidade de vida. Também aconteceu uma palestra focada no aspecto financeiro, “Mentalidade Financeira”.
Mas, um dos destaques da Semana foi a aferição de Pressão Arterial e Glicemia realizada por equipes da RedeMed, um parceiro do GEO durante o evento. A ação foi de extrema importância, tendo em vista que muitas vezes as pessoas sabem do risco por ter gente na família com hipertensão ou com um quadro diabético, mas não vão atrás de marcar consultas para acompanhar a si próprios. A ideia central de uma SIPAT é o de levar ao público informações para a reflexão de suas posturas. O ambiente de trabalho é o foco, mas são orientações que servem para a vida.
Nesse sentido, o presidente da CIPA do GEO Sul, Cláudio Brasileiro, avalia que a Sipat foi um sucesso. “Foi tudo muito positivo porque tivemos a participação de muitos colaboradores nas palestras com exames e testes que foram realizados. Esperamos que em 2020 possamos contribuir ainda mais nas orientações para nossos colaboradores”, disse Cláudio.
Nova CIPA no GEO Sul
Além da II SIPAT, o GEO Sul também realizou, na última terça-feira (23), durante todo o dia, a eleição de sua Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A CIPA é formada por colaboradores eleitos por voto secreto e por colaboradores indicados pela Direção da escola. Cada unidade do GEO tem sua própria CIPA. A eleição da CIPA no Tambaú acontecerá no dia 04 de novembro. A renovação dos membros eleitos pelos colaboradores ocorre anualmente. A formação da CIPA nas duas unidades é composta por 08 membros, sendo 04 eleitos e 04 indicados pela direção e seus suplentes.
- A SIPAT do GEO Sul teve também aferição de pressão arterial e glicemia
- Frente do Colégio com faixa alusiva ao evento
- O diretor Roberto de Oliveira prestigiando o evento junto a seus colaboradores
- O palestrante Gonzaga, de uso de EPI e EPC junto aos colaboradores do GEO Sul
- Os colaboradores do GEO Sul durante orientações da palestra de saúde bucal
Alunos que se destacam em Olímpiadas do Conhecimento dizem que com foco, atenção às aulas e muitos exercícios o sucesso é inevitável
Ficar muitas horas estudando, deixar de se divertir, de sair com amigos, de curtir a balada, como os jovens falam, para ficar colocando as matérias em dia. Essa rotina exaustiva é vivenciada por muitos estudantes do Ensino Médio, especialmente, àqueles que estão na 3ª Série e às vésperas do Enem. Mas, especialistas dizem que estabelecer uma rotina de estudos, prestar atenção às aulas e praticar o conteúdo com exercícios é mais eficaz que estudar até a exaustão. Os alunos da 3ª série do Colégio Geo Tambaú, Breno Rodrigues Coelho, 17 anos e seu cole
ga, Vito Elias de Queiroga, da mesma idade, que são campeões com muitas medalhas em Olímpiadas do Conhecimento, escolheram essa forma de encarar os estudos e os resultados são os melhores possíveis.
Em 2018, Breno, que pretende cursar Engenharia Mecatrônica, na USP, foi agraciado com nada menos que 13 medalhas em Olímpiadas do Conhecimento, nas áreas de Física, Astronomia, Matemática e Robótica. Esse ano, ele já ganhou nove, além
de uma homenagem da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) pelos seus méritos em Olimpíadas do Conhecimento, com o diploma ‘Estudante Destaque José Lins do Rêgo’. Segundo Breno, os estudos não lhe impedem de fazer nada, ao contrário porque ele encara a rotina de estudante com prazer. “O segredo é fazer o que se gosta. Claro que entre estar com os amigos se divertindo e estudando, vamos preferir estar com os amigos, mas os estudos também ampliam nossos horizontes, nos mostram coisas fascinantes e são importantes porque é através dele que projetamos uma vida melhor”, afirma Breno.
E o irmão de Breno, Felipe que cursa o 8ª ano também no Geo Tambaú, deve seguir os passos do brother, já que mesmo antes de estudar Física já participou, com bons resultados, das Olímpiadas de Conhecimento da matéria. Neste aspecto, Breno destaca a importância que o Geo teve na sua formação e do papel dos professores como grandes influenciadores para que ele participasse das Olímpiadas. “O colégio é fundamental para dar um aporte para que os alunos tenham sucesso e aqui no Geo eu tive isso. Além disso, os professores Sandro, Thiago, Paulo e Jailton tiveram um papel importante nessa trajetória, ao me estimular a participar das Olímpiadas e me dar o suporte necessário para que eu obtivesse sucesso. Com uma escola boa, bons professores e foco, qualquer um pode chegar onde eu cheguei e ir até mais além”, reitera Breno que por adorar Robótica quer ser engenheiro mecatrônico. E ele será, alguém tem alguma dúvida disso?!
Já seu colega, Vito Elias de Queiroga que, por coincidência, estuda na mesma sala de Breno, não gostava muito de estudar, até se auto definia ‘um sem futuro’. Mas, ao chegar no Geo e descobrir as Olímpiadas do Conhecimento, ele deu uma guinada. E que mudança. Vito também tornou-se um super campeão de Olímpiadas com 10 medalhas em 2018 e outras já conquistadas, este ano, além de Menção Honrosa na Olímpiada Brasileira de Matemática, e premiado na Olímpiada Paraibana de Física. “Eu não gostava de estudar, ano passado. “Eu nunca me acabei de estudar, aliás, para dizer a verdade, até hoje não gosto muito, mas tenho a exata noção do quanto é importante para o nosso futuro o que a gente faz hoje e os estudos são o alicerce de tudo. E com as Olímpiadas eu fiquei mais estimulado e os resultados foram consequência disso”, destaca Vito que pretende cursar Engenharia da Computação.
Vito, que tem outros dois irmãos que estudam no Geo Tambaú, a Giovana, do 6º ano e o Henrique, no Geozinho, também é campeão em Olímpiadas de Física, Astronomia, Matemática e Robótica e também já ganhou outras medalhas este ano. O segredo do sucesso, segundo ele, é estudar mesmo sem gostar. “Em algum momento, mesmo sem gostar, é necessário estudar. Não precisa se matar. Conheço pessoas que estudam 16h por dia, acho isso um exagero, porque o que importa não é a quantidade de horas, mas a qualidade do estudo. Tem gente que dorme com o livro, não acho que isso seja bom”, diz ele, que além do esforço próprio, e do aporte do colégio, também destaca o papel dos professores como fundamentais nessa trajetória de sucesso. “É um conjunto. Um colégio bom, com professores bons e um aluno que se esforça e quer aprender, não tem como dar errado. Os resultados virão, naturalmente”, afirma ele, destacando o professor Hélio, de Matemática, como um grande incentivador nesse processo de mudança de visão e postura sobre os estudos.
- Breno e Vito acumulam muitas medalhas em Olímoiadas do Conhecimento
- Breno e Vito, alunos Geo, campeões de Oímpiadas de Conhecimento
- Breno Rodrigues, destaque com 13 medalhas em Olímpiadas em 2018, é um dos alunos Geo que irá participar das Olimpiadas do dia 26
- Vito Elias de Queiroga não gostava de estudar. Hoje é campeão de Olímpiadas
Colégio GEO é a única escola privada da Paraíba a classificar
alunos para etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia
Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques, alunas do 1º Ano do Colégio GEO Tambaú estão com malas prontas para Campinas, São Paulo, onde vão representar a Paraíba na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG). As três alunas, que foram Ouro na etapa estadual, participarão da competição entre os dias 18 e 20 de outubro, no campus da Unicamp. O GEO foi a única escola privada do estado a classificar alunos para a etapa nacional e está dando todo o suporte estrutural para a participação das alunas e do professor de Geografia, Carlos Campos, participarem do evento da OBG. Se alcançarem êxito, as três estudantes do GEO seguem para a fase Internacional da Olimpíada, que acontece em 2020, em Istambul, na Turquia.
A OBG é olimpíada científica para estudantes das escolas públicas e particulares do Brasil, desde o 9° ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio que, divididas em equipes de três pessoas, submetem-se às provas, neste caso, elaboradas pela Unicamp. O GEO nunca havia inscrito alunos para a competição, que também ficou desativada durante três anos em função da falta de recursos destinados à Olimpíada. “Quando eu soube que havia retornado, lancei a proposta aos alunos e começamos a trabalhar nisso. Deu mais que certo. As meninas foram Ouro na etapa estadual e vão para a nacional. E o GEO está nos apoiando em tudo. A escola nos deu passagens e hospedagem para participar da competição”, explicou o professor Carlos Campos.
O professor destacou que a OBG em sua etapa nacional constará de uma prova presencial e um desafio que será lançado à equipe abordando a Geografia nas subáreas de Geografia Humana – que traz seus aspectos urbano, agrário, econômico, político, cultural e demográfico, e a Geografia Física – com suas abordagens em geomorfologia, climatologia, biogeografia, hidrogeografia e geocartografia. O professor Carlos Campos afirmou que em todas as etapas, as avaliações sempre abordaram toda a Geografia em sua totalidade, rompendo com o dualismo geografia física x geografia humana.
“Não temos a noção de que desafio será esse. Mas, como em todas as fases eles abordam a Geografia como um todo, esperamos algo que faça os alunos refletirem sobre a geografia sem essa dicotomia, já que isso está expresso nas atuais metodologias de ensino”, comentou Carlos Campos, acrescentando, porém, que as meninas estão muito bem preparadas, embora com pouca idade. “Embora as alunas sejam muito jovens, e cursam o 1º ano ainda e a prova tenha conteúdos do 3º ano que ainda sejam novidades para elas, que não viram ainda em sala de aula, mas, elas estão empenhadas e focadas e já demostraram que podem ir longe”, avaliou Carlos Campos.
A competição, inclusive, envolveu um total de 150 alunos do GEO, das duas unidades (Tambaú e Sul), com seis medalhas de Ouro, 11 de Prata e oito de Bronze. No pódio da Paraíba, com destaque para a equipe de meninas do 1º Ano, formada por Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques, que conseguiu a maior nota entre as medalhas de ouro. O trio está também entre as 27 melhores notas do país. Agora, é torcer para um bom resultado na OBG de Campinas (CG).
- As estudantes Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques alunas Geo
- Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques com o professor Carlos Campos
- Euipe Geo Tambaú e alunos que irão representar a Paraíba na etapa nacional
- O coordenador Andre, com as alunas e o professor Carlos
- O diretor do Geo Sul, danilo Abdala anunciou o apoio da escola a ida das estudantes a OBG
Daniel é o único atleta da PB a ser convocado para integrar à Seleção Brasileira Escolar que disputará prova no Paraguai
Com uma rotina de treinos pesada, sem perder o foco nos estudos do 9º ano, no colégio GEO Tambaú e nas aulas de inglês, o atleta paraibano Daniel Azevedo Macena Gomes, tem batido seus próprios recordes de tempo e melhorado a cada prova disputada e não saiu de nenhum campeonato, este ano, sem trazer medalhas para casa. E no Campeonato Internacional Infantil e Juvenil de Natação – Troféu Chico Piscina 2019- disputado nos últimos dias 10, 11 e 12 de outubro, em Mococa, no interior de São Paulo, não foi diferente. Daniel trouxe a medalha de Prata, nos 100 Costas, com o tempo de 1.01.41, um resultado excelente para um garoto de apenas 14 anos, no torneio mais tradicional da Natação de base do Brasil, que reuniu 316 atletas, de 16 federações estaduais, e mais três seleções nacionais de países vizinhos. E foi durante a competição que Daniel ficou sabendo que seria o único atleta da Paraíba a integrar a equipe da Seleção Brasileira Escolar de 12-14 anos, que disputará prova no Paraguai, em dezembro.
“Essa competição teve um nível bastante elevado, por ser realizada no segundo semestre, o que possibilita que os atletas estejam com um preparo de treino melhor, e mesmo não conseguindo trazer o Ouro, a medalha de Prata já simboliza uma melhoria de marca significativa, em relação ao meu tempo anterior. Além disso, consegui ir para a final nos 200 Medley, não melhorei meu tempo, mas fiquei em quarto lugar e nos 50 Livre, mantive o mesmo tempo e para os próximos campeonatos, eu pretendo focar ainda mais para tentar trazer medalhas de ouro para meu estado, meu clube, minha cidade e minha família”, disse Daniel.
No campeonato paulista, Daniel disputou as provas de 50 Livre, com o tempo de 26,73, seu melhor tempo na prova até hoje, a de 200 Medley, alcançando a marca de 2,18.83 e ainda os 100 Costas, modalidade que ele conquistou a medalha de Prata. Há alguns anos não se via na natação paraibana grandes apostas. O esporte ocupava um lugar discreto em competições nacionais, tendo em vista a falta de tradição em nossas piscinas. Até Surgir Daniel. Com ele, um novo caminho se abre e a Paraíba volta ao centro das atenções com atletas que só esperavam uma chance para entrar nos circuitos das competições de grande porte, sejam elas nacionais ou internacionais.
A convocação para integrar a equipe da Seleção Brasileira Escolar de 12-14 anos, que disputará prova no Paraguai, em dezembro, é um estímulo a mais para o atleta que já pretendia reforçar os treinos e agora está ainda mais focado. “Vou intensificar meus treinos com foco nas provas que disputarei. Quero fazer jus a convocação e representar a seleção à altura do que ela merece, até porque dependendo das minhas colocações essa é uma nova porta que se abre na minha carreira de atleta da Natação, algo que faço com muito prazer, porque amo nadar”, afirma Daniel.
Fatalidade durante a prova
A auditora de contas públicas do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba -TCE, Ana Lúcia da Silva Santos Pereira, de 50 anos, era mãe de Ana Beatriz, atleta da seleção de Natação da Paraíba, que a exemplo de Daniel e outros atletas, participava do Campeonato Brasileiro Infanto-Juvenil de Natação – Troféu Chico Piscina, no interior de São Paulo. Ela acompanhava a filha na competição quando sentiu-se mal, no sábado, vindo a falecer horas depois em um hospital local, em função de um infarto. O episódio mexeu com todos os integrantes da Seleção Paraibana de Natação, que ficaram consternados com a situação. O TCE emitiu nota neste domingo lamentando o fato e divulgando os locais do velório e sepultamento da servidora.
- Atletas da Paraíba que participaram do torneio paulista
- Daniel com outros atletas da Paraíba
- Daniel com seu treinador do Clube AcquaR1
- Daniel e os outros atletas que se destacarm na prova dos 100 Costas
- Daniel e outros atletas da Paraíba
- Daniel ficou com a medalha de Prata nos 100 Costas
- Daniel foi o único atleta da Paraíba a ser convocado pela Seleção Brasileira para disputar uma prova no Paraguai
- Daniel Macena exibe sua medalha de Prata






















































