Asplan

Safra de cana no Centro/Sul deve ter redução de 2% a 3% e no Nordeste de 5% atestam representantes do setor em reunião no MAPA

Um panorama da expectativa de safra 25/26 do Centro/Sul feita por representantes da ÚNICA, que aponta uma queda de safra não muito forte, ficando entre de 2% a 3%, e no Nordeste que deve ficar em 5%; a repercussão do tarifaço americano e seu impacto no mercado de açúcar e o crescimento do mercado de etanol de milho. Esses foram os temas abordados durante a terceira reunião deste ano da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA), realizada na quarta-feira (13), em Brasília. O presidente da Câmara, Pedro Campos Neto, que também preside a União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA), conduziu os trabalhos.
Sobre o impacto da taxação anunciada pelo presidente americano Donald Trump aos produtos brasileiros, incluindo o açúcar, Pedro Campos Neto disse que o prejuízo para o açúcar que não está na Cota Americana e tem valor fixo não será muito impactante. “Dependendo do valor da tonelada, o açúcar que não está na cota, chega até a 100% de taxação”, lembrou ele.
Em relação ao mercado de etanol de milho, cujos números são surpreendentes e cada vez mais crescentes, Pedro descartou uma suposta concorrência com os produtores de etanol de cana. “Quem produz etanol de cana não olha o produtor de etanol de milho como adversário, mas como parceiro, onde ambos têm que procurar novos mercados, pleitear aumento da mistura do etanol na gasolina de 30% para 35%, explorar o mercado do combustível marítimo, enfim buscar novos mercados e trabalhar juntos para o crescimento da produção de etanol no Brasil”, reforçou ele.
No que diz respeito à safra de cana-de-açúcar no Nordeste, segundo o presidente, a perspectiva é de que Pernambuco mantenha a mesma safra que a anterior, Alagoas deve cair em função de um período longo de estiagem, e Paraíba e Rio Grande do Norte também devem cair um pouco. “Mesmo com a volta das chuvas, mas o período longo sem precipitações regulares comprometeu um pouco a produção da safra na Paraíba e Rio Grande do Norte, localidades onde a qualidade do solo não é a mesma de Pernambuco e Alagoas, e isso vai refletir numa redução de safra de cerca de 5% na região”, disse ele, reiterando que a reunião foi muito produtiva, com temáticas relevantes sobre o setor sucroenergético nacional.
Um dos temas da pauta da reunião foi a safra na região Centro Sul
Reunião da Câmara Setorial aconteceu no ultimo dia 13, em Brasília
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara, conduziu os trabalhos

Fiscalização da matéria-prima de associados da Asplan nas usinas é ampliada para melhor acompanhar a safra

O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às usinas paraibanas começou desde o início do mês e, este ano, o número de agentes tecnológicos foi ampliado de 19 para 27 profissionais. Esse aumento tem o objetivo de aprimorar o processo de acompanhamento de entrega e avaliação da matéria-prima nas indústrias.
O trabalho desenvolvido pelos 27 agentes contratados este ano acontece 24h desde o início e até o final da safra. Os trabalhos da fiscalização na atual safra (2025/2026) começaram na primeira semana de agosto e devem acontecer até fevereiro ou março de 2026, data prevista para o final da moagem. Das usinas paraibanas, apenas a São João e a Dpadua ainda não iniciaram a safra.
“A análise da matéria-prima usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e nós acompanhamos todo o processo, desde a pesagem da cana do associado até a análise no laboratório da usina para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue, até porque dizemos hoje que não vendemos mais a cana, mas o seu teor de sacarose”, explica o diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, setor responsável pela coordenação dos trabalhos em campo da fiscalização. Ele lembra que a Asplan também colhe amostras que são analisadas no laboratório própria da entidade, que funciona no prédio sede, localizado em João Pessoa.
O trabalho de fiscalização da matéria-prima acontece simultaneamente, nas oito indústrias paraibanas, em regime de 24h, em turnos de trabalho que variam de uma unidade para outra. Dos 27 agentes, 25 deles atuam nas usinas, um atua como coletor das amostras e outro faz as análises no laboratório próprio. Antes de atuarem nas usinas todos os agentes receberam treinamento. Os novatos participaram de uma capacitação na sede da Asplan e os fiscais veteranos apenas reviram os procedimentos dos trabalhos de fiscalização.
Na Paraíba, três indústrias fabricam álcool e açúcar (Miriri, Monte Alegre, Giasa e Tabu), uma fabrica açúcar (Agroval) e duas produzem só álcool (Japungu e Dpadua). A Paraíba detém a terceira maior produção de cana-de-açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Em produção, a Paraíba só fica atrás de Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. Atualmente, entre 50% e 60% da matéria-prima paraibana é oriunda de lavouras próprias ou arrendadas pelas indústrias, sendo o restante produzido pelos fornecedores de cana ligados a Asplan que contabilizam cerca de 1.400 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.
A Asplan mantém um laboratório próprio para verificação da anlaíse da matéra-prima dos associados
A fiscalização atua durante toda a safra em todas as unidades industriais da Paraíba
Os fiscais verificam todas as etapas de avaliação da matéria-prima dos associados nas usinas
Com a fiscalização os produtores de cana recebem o valor correto pela matéria-prima
A fiscalização também acompanha o processo de pesagem
A fiscalização atua 24h durante todo o período da safra
A análise da qualidade da matéria-prima também é fiscalizada pelos agentes

Asplan renova parceria com a RIDESA que possibilita acesso dos associados às antigas e novas variedades de clones de cana

A renovação de um acordo de parceria entre a Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (RIDESA) e o Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-açúcar – PMGCA da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) com a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) vai possibilitar que os associados da entidade tenham acesso legal e sem ônus às antigas e novas variedades de clones de cana-de-açúcar patenteadas pela instituição. O contrato de renovação do Acordo de Parceria, assinado em julho, já está em vigor e tem validade de cinco anos.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais frisou que o melhoramento genético da cana-de-açúcar é um dos caminhos que o produtor canavieiro deve buscar para obter maior produtividade de sua lavoura. “A gente tem que buscar a tecnologia para melhorar a produtividade e a utilização de variedades mais promissoras, mais resistentes e que se adéquam melhor as características de nosso solo e clima é um dos caminhos dessa busca, sendo um dos mais importantes”, destaca o dirigente canavieiro.
O diretor do Departamento Técnico (DETEC), da Asplan, Neto Siqueira, lembra que esse convênio permitirá que a Asplan e, consequentemente, os associados da entidade tenham acesso à tecnologia do PMGCA, incluindo licenciamento não exclusivo para cultivo das variedades RB protegidas e genótipos em desenvolvimento. “O Associado da Asplan terá a garantia de licença para plantar e multiplicar as variedades tendo respaldo jurídico junto ao Ministério da Agricultura e outros órgãos de fiscalização para utilizar os cultivares”, reitera Neto, lembrando que o plantador da cana da Paraíba ainda poderá escolher qual variedade irá utilizar, entre as disponibilizadas pela RIDESA, baseada nas características e peculiaridades de sua região de plantio.
Neto adianta ainda que o convênio é destinado a todos os plantadores de cana associados, mas para ter acesso aos benefícios da parceria o produtor deverá estar adimplente com a contribuição financeira da associação. “Estamos investindo neste convênio e há um custo mensal para isso, que não é baixo, por isso é preciso que o produtor esteja em dia com suas obrigações financeiras junto à entidade para usufruir do benefício”, reforça ele.
No dia 22 de outubro deste ano, a RIDESA lançará 18 novas variedades durante um evento em Ribeirão Preto (SP). Atualmente, a instituição de pesquisa tem 116 variedades patenteadas. Todas elas, incluindo as que serão lançadas, segundo Djalma Euzébio, da RIDESA, estão contempladas na parceria Asplan/RIDESA, representada no Acordo de Parceria pela Fundação Apôlonio Salles de Desenvolvimento Educacional (FADURPE).
Presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca importância do melhoramento genético na melhoria da produtividade
Diretor Técnido da Asplan, Neto Siqueira, destaca importância da parceria com a RIDESA
Djalma Euzébio, da RIDESA, anunciou a renovação do contrato de parceria durante evento de abertura da safra na Asplan
O contrato permite acesso dos associados da Asplan a todas as variedades da RIDESA

Asplan realiza lançamento de safra 2025/2026 e abre oficialmente o período da colheita da cana-de-açúcar na Paraíba

Uma cultura que existe há mais de 500 anos, que apesar dos altos e baixos, sobrevive independente de governos, se reinventa, é a mais expressiva da Paraíba e é reconhecida e respeitada. Essa é a cultura canavieira e nesta quinta-feira (31), a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que engloba os fornecedores de cana do estado, algo em torno de 1.600 produtores, entre micros e grandes plantadores, reuniu seus associados e convidados para fazer a abertura da safra 2025/2026. O encontro aconteceu na sede da entidade, em João Pessoa e teve a participação do deputado estadual, Tovar Correia Lima e associados, além de convidados.
.O Diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira, foi o Mestre de Cerimônias da solenidade e antes da fala do presidente da Asplan, José Inácio de Morais, o Padre Salvador conduziu um momento ecumênico que culminou com a benção da diretoria da Asplan e de todos os presentes. Em sua fala, o dirigente canavieiro reforçou a importância do papel da cana-de-açúcar no mercado local e nacional e da crença do produtor em acreditar que dias melhores virão. “A cana é uma cultura que tem tradição, é importante para a economia nacional, tem grande empregabilidade no campo e sobrevive a qualquer governo. E para isso basta que o produtor acredite, faça a sua parte da porteira para dentro, o dever de casa, acredite e trabalhe. Essa é nossa missão e a desempenhamos muito bem”, disse José Inácio.
Em seguida aconteceu o primeiro painel sobre ‘O cenário econômico do agronegócio’ que foi conduzido pelos economista
s Werton Oliveira e Cristiano Aguiar. Werton abordou pontos do cenário macroeconômico, com foco na agricultura. “O PIB tem desacelerado, mas ainda sem sinais claros de que vai continuar assim. Os juros do Brasil ainda são muito altos, o que compromete o crédito. A inflação influencia nestes juros mais altos. A dívida pública também precisa ser analisada mais de perto, porque temos tido um acendente muito forte nos últimos anos e, por fim, o cenário internacional que está complexo”, disse o economista, lembrando que o Brasil está tendo um crescimento positivo com tendência a essa manutenção. Sobre 2025, há expectativa de crescimento de 2,5%, disse ele.
O vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto, que também é presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e da Unida falou sobre a frustração do setor em relação ao Plano Safra que teve os juros aumentado em torno de 1,5%. Em relação à cultura canavieira, ele lembrou que 80% do Plano é direcionado a custeio e apenas 20% para investimento. “Como nossa maior necessidade de recursos é para investimento, esse baixo percentual pesa muito”, enfatizou Pedro, lembrando que no próximo dia 14 de agosto, na sede da FAEPA, haverá uma apresentação sobre custo de cana. “O principal é ser eficiente, moer bem, colher na hora certa. Da porteira para dentro depende da gente”, reforçou ele, convidando todos para a apresentação dos resultados no dia 14.
O economista e assessor financeiro da Asplan, Cristiano Aguiar, abordou detalhes do ‘Plano Safra 2025/2026’ reiterando que apesar dos juros mais altos em relação ao ano anterior, o plano traz uma nuance interessante que é o foco no médio produtor, com vários produtos para esse público, o que favorece boa parte dos fornecedores de cana associados.  Em seguida, os representantes dos bancos Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco do Nordeste teceram falas sobre linhas de crédito com foco no produtor rural.
O terceiro painel sobre “Melhoramento genético: presença da RIDESA nos canaviais da Paraíba”, foi conduzido por Djalma Euzébio do PMGCA/UFRPE/RIDESA e pelo Doutor em Fitopatologia, Willams Oliveira, e o Mestre em melhoramento genético da RIDESA, Amaro Epifânio. Os pesquisadores abordaram a importância das novas variedades na melhoria da produção canavieira e do desenvolvimento de pesquisas de novas variedades e, neste aspecto, Djalma lembrou que a Asplan acaba de renovar o contrato de licenciamento com a RIDESA por mais cinco anos, permitindo que os associados da entidade possam plantar as novas variedades RB, sem nenhum ônus. A RIDESA tem a patente de 116 variedades e lançará mais 18, no dia 22 de outubro, em Ribeirão Preto (SP).
O presidente da Asplan avaliou o lançamento como muito positivo. “Preparamos esse evento que marca o início de mais uma safra com foco em atualizar nossos associados com informações importantes e atingimos nosso objetivo. Recursos, economia global, cenários e perspectivas, variedades e Plano Safra são questões cruciais para nós e abordamos tudo isso, com muita propriedade, com palestras de alto nível e bom conteúdo e ainda fomos abençoados pelo Padre Salvador que nos lembrou que fé e trabalho são fundamentais em todas as atividades, especialmente na nossa, de forma que saímos daqui otimistas, mantendo a esperança que essa será uma boa safra”, finalizou José Inácio. Ele elogiou ainda a condução da solenidade, que foi feita pelo Diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira e a decoração dos ambientes que foi toda feita pela equipe da Asplan. O evento foi encerrado com o almoço.
Neto Siqueira, Djalma Euzébio, José Inácio, Pedro Neto, Oscar Gouvea e Sergio Martins (Senar)
Diretores da Asplan com o Padre Salvador
Pedro Campos Neto, presiente da Unida e vice-presidente da Asplan
Willams Oliveira, da Ridesa
Representante do Bradesco
Representante do Banco do Nordeste
Representante do Banco do Brasil
Representante da Caixa Econômica
Djalma Euzèbio, da Ridesa
Amaro Epifânio, da Ridesa
A associada Ana Claudia leu um trecho bíblico
O evento foi encerrado com um almoço
Diretores e associados da Asplan
Diretores e associados da Asplan no momento do almoço
O economista Cristiano Aguiar abordou o Plano Safra
Werton Oliveira falou sobre o cenário econômico do agronegócio
O economista Werton Oliveira
Padre Salvador falou da importância da fé e do trabalho
Padre Salvador benzeu a diretoria da Asplan
Lançamento de safra foi bastante prestigiado
Evento aconteceu no auditório da Asplan
Presidente da Asplan, José Inácio de Morais
José Inácio enalteceu importância da cultura canavieira
O diretor do Detec, Neto Siqueira, conduziu a solenidade

Asplan realiza evento de lançamento de safra 2025/2026 com palestras sobre cenário econômico e Plano Safra

Depois de encerrada a safra 2024/2025, quando a Paraíba comemorou um sensível aumento no volume de produção de cana-de-açúcar em relação à safra anterior, com um total de 7.406.179 toneladas de cana, sendo 4.333,090 referente à matéria-prima de fornecedores e acionistas que integram a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), agora é a hora de já pensar na próxima safra. E é com esse objetivo que a Asplan reúne seus associados, neste dia 31 de julho, em sua sede, em João Pessoa, para o evento de abertura da safra 2025/2026.
O evento começará às 10h com uma benção religiosa com o Padre Salvador. Em seguida, o presidente da entidade, José Inácio de Morais fará uma abertura. Na sequência acontecerão três painéis: o primeiro vai abordar o tema ‘O cenário econômico do agronegócio’, com os economistas Werton Oliveira e Cristiano Aguiar. O segundo painel que vai abordar ‘Plano Safra 2025/2026’ será conduzido pelo presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e da Unida e Vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto. Já o terceiro painel será “Melhoramento genético: presença da RIDESA nos canaviais da Paraíba, com Djalma Euzébio do PMGCA/UFRPE/RIDESA.
Haverá ainda a participação de representantes de instituições bancárias credenciadas que abordarão a questão do acesso aos crédito do Plano Safra. Já confirmaram presença o Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica e Banco do Nordeste. No final do evento haverá um almoço de confraternização. “Essa será uma excelente oportunidade de nossos associados atualizarem informações importantes sobre o cenário econômico nacional para poderem se planejar melhor e tirarem dúvidas em relação ao Plano Safra”, afirma José Inácio. O evento é restrito aos associados da entidade e convidados.
Sobre a safra 2024/2025
Na safra que se encerrou em março passado, o volume total de produção na Paraíba (fornecedores e industriais) foi de 7.406.179 toneladas, sendo 4.333.090 de cana de fornecedores e acionistas ligados a Asplan. A atual safra foi superior à safra passada cujo volume foi de 7.341.806 toneladas. A Paraíba é o terceiro maior produtor de cana do Nordeste, sendo Alagoas o estado que mais produz (17.604.167) e Pernambuco, com 13.523.508 ficando em segundo colocação. A safra total do Nordeste foi de 49.679.355, incluindo ai o Rio Grande do Norte e Sergipe, que também produzem cana-de-açúcar na região.
A Giasa começou a safra em 23/07/24 e terminou em 19/02/25, a Japungu em 25/07/24 e encerrou em 13/05/25, a Miriri iniciou a moagem em 13/08/24 e encerrou em 24/03/25, a D’Pádua começou em 09/08/24 e encerrou em 19/02/25, a Tabu em 07/08/24 e terminou em 18/01/25, a Agroval iniciou em 05/08/24 e encerrou em 31/03/25, a Monte Alegre em 08/08/24 e terminou em 01/03/25 e a São João em 07/08/24 e encerrou a moagem em 21/01/25. A produção de açúcar no estado ficou em 293.437 toneladas enquanto que de etanol anidro foi de 161.551 m³ e de hidratado 236.720 m³.
Do volume de 4.333,090 toneladas de cana cultivada por produtores ligados a Asplan e acionistas, 802 fornecedores são considerados micros produtores, com volumes de até 1000 toneladas, 303 são pequenos, com volumes entre 1000 e 5000 toneladas, 70 estão classificados como médios produtores, com produção entre 5000 e 10.000 toneladas por safra e 82 são considerados grandes produtores com volumes acima de 10000 toneladas de cana.
A safra da Paraíba junta à produção de cana de fornecedores ligados à Asplan a cana própria e de acionistas das oito unidades industriais em atividade no Estado. Todas as unidades industriais moeram cana de fornecedores paraibanos nesta safra. A atual safra deve começar em agosto e ser encerrada por volta de abril e maio de 2026.
José Inácio de Moraism presidente da Asplan
Em época de safra, o setor canavieiro paraibano emprega cerca de 40 mil trabalhadores
A safra na Paraíba foi encerrada em março deste ano
A Paraíba é o terceiro maior produtor de cana do Nordeste
A Paraíba começa nova safra agora em agosto

“Sou entusiasta da agricultura e tenho honra de ser filho, neto e bisneto de produtor rural” diz presidente da Asplan em posse da FAEPA/SENAR

“Eu venho acompanhando essa luta de Mário Borba e da Faepa e sou testemunha do excelente  trabalho que ele vem fazendo junto com o Sérgio (Senar) em prol do setor na Paraíba e sei que ela é importante para o fortalecimento dos produtores.  Que Deus lhe dê saúde Mário, para você continuar essa luta. Conte comigo sempre porque sou entusiasta da agricultura, criei minha família na agricultura e tenho honra de ser filho,neto e bisneto de produtor rural. Temos dificuldades sim, mas não podemos perder as esperanças”, disse o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro fez essa saudação durante a cerimônia de posse dos novos membros da diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA), do Conselho Fiscal da entidade, e dos integrantes do Conselho Administrativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural da Paraíba (SENAR-PB). O evento aconteceu nesta segunda-feira (28), no auditório do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, em João Pessoa.
José Inácio compôs a mesa de autoridades da solenidade, junto com o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, do deputado federal, Cabo Gilberto Silva, do deputado estadual, Tovar Correia Lima, representante da ALPB na ocasião, entre outras autoridades e lideranças do setor agropecuário e sindical. Antes da posse e discursos das autoridades, a violinista Belle Soares tocou, cantou e encantou o público presente.
Mário Antônio Pereira Borba foi reconduzido a presidência da FAEPA e em seu discurso, ele enalteceu a importância da união dos produtores, de uma representação política que entenda os problemas do setor e o defenda e, sobretudo, com a continuidade de ações que defendam o homem do campo e lhes dê maior e melhor capacidade de produção. “Assumo essa missão com o trabalhador rural, o cidadão que levanta cedo para trabalhar, que coloca alimento na mesa das pessoas, com entusiasmo, com alegria e também com a certeza de que haveremos de construir melhores caminhos”, disse ele.
Na mesma solenidade foram empossados os membros do Conselho Administrativo do SENAR-PB tendo o presidente Mário Borba, acumulando a função com a presidência da FAEPA, bem como seus conselheiros titulares e suplentes, além do superintendente do Senar Paraíba, Sérgio Martins, também reconduzido ao cargo. Entre os conselheiros titulares, destaca-se Francisco Siqueira de Lima Neto que também  é Diretor do Departamento Técnico da Asplan e que assumiu a titularidade do cargo em substituição ao seu pai, Raimundo Nonato Siqueira, que por muitos anos foi conselheiro da instituição.  “Muito me honra, a partir de agora, ser conselheiro de uma instituição tão importante para o setor produtivo em nosso estado e também por ocupar um espaço que foi de meu pai. Darei o melhor de mim para contribuir com o Senar porque entendo que capacitação é um fator primordial para termos bons resultados”, finalizou Neto.
Solenidade de posse da nova diretoria da Faepa e Senar aconteceu na sede do TCE, em João Pessoa
Senador Efraim Filho parabenizou a nova diretoria através de um vídeo
Pedro Campos Neto, vice-presidente da Asplan, prestigiou a solenidade
O vice-governador Lucas Ribeiro prestigiou a solenidade
O agrônomo da Asplan, Luis Augusto (blusa azul), também prestigiou a solenidade
Neto Siqueira tomou posse como conselheiro titular do Senar
Mesa de autoridades na solenidade da Faepa e Senar
Mário Borba foi reconduzido a presidência do Senar e Faepa
José Inácio, presidente da Asplan, fez parte da mesa de autoridades na solenidade
José Inácio de Morais, presidente da Asplan, parabenizou Mário Borba pela recondução
Deputado federal Cabo Gilberto Silva prestigiou a posse da nova diretoria da Faepa
Deputado estadual Tovar Correia Lima representou a ALPB na solenidade
A violinista Belle Soares fez uma apresentação no início da cerimônia
A solenidade foi bastante prestigiada

Nova diretoria do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte tem dois profissionais da Asplan

O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e o Técnico de Segurança do Trabalho da entidade, Natanael Leal agora fazem parte da nova diretoria do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBH-LN). A eleição que os conduziu para os cargos de Presidente e Vice-Presidente, respectivamente, aconteceu nesta quinta-feira (24), na Câmara Municipal de Mamanguape, durante a 2ª Reunião Ordinária do ano. A nova gestão responderá pelas ações do comitê no período 2025-2028.
Além de Alfredo, que representa a Sociedade Civil e de Natanael, que tem acento como Usuário de Recursos Hídricos, foram eleitos e integram a nova diretoria o 1° Secretário Geral, Gibran Feitosa Nogueira, que representa o Poder Público Municipal, e o 2° Secretário Geral, Luis Carlos Silva de Almeida, que tem acento como representante da Sociedade Civil.
O novo presidente destacou a importância de integrar o comitê, desta vez, como dirigente, reiterando que não apenas para a agricultura, mas para a sociedade e o meio ambiente, é importante a boa gestão dos recursos hídricos. “A gestão eficaz dos recursos hídricos é crucial para garantir o acesso à água potável, proteger ecossistemas aquáticos, dar suporte a atividades econômicas como agricultura e indústria, e mitigar os impactos das mudanças climáticas. Uma boa gestão envolve planejamento, uso sustentável, e prevenção contra a poluição, assegurando a disponibilidade e qualidade da água para as presentes e futuras gerações. E é dentro deste contexto que o comitê atua”, destaca Alfredo.
Além da eleição, a pauta da reunião deste dia 24 incluiu o acompanhamento da elaboração do Plano de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas Litorâneas (PRHBHL), uma discussão sobre os encaminhamentos da Comissão de Alocação de Água do açude Araçagi, além da escolha dos representantes que irão participar do ENCOB-2025. Houve ainda uma capacitação para novos membros do comitê sobre
“Comitês de Bacia: o que é e o que faz”, ministrada pelo diretor de Gestão e Apoio Estratégico da Aesa, Waldemir Fernandes de Azevedo.
Os novos eleitos da diretoria do cômite
Os integrantes do Cômite das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte

Produção de insumos biológicos da Paraíba é destaque no Programa Globo Rural exibido no último domingo Fotos: reprodução vídeo da reportagem

Odair Amaral, agricultor do Rio Grande do Sul, percebeu algo estranho em sua plantação de cana-de-açúcar: as plantas estavam aparecendo com furos misteriosos e, pouco tempo depois, começavam a secar. Preocupado, ele registrou o problema em fotos e enviou para a equipe do Globo Rural. O programa, veiculado pela Rede Globo, no último domingo (20), procurou especialistas para darem uma explicação sobre esse acontecimento e encontraram na Paraíba as respostas, com o professor e agrônomo José Bruno Malaquias, da Universidade Federal da Paraíba, e o biólogo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Roberto Balbino, que mostrou como os insumos biológicos produzidos na Estação de Camaratuba atacam de forma natural essa praga comum em canaviais.
 “O que está acontecendo na sua lavoura é a infestação por brocas, mais especificamente a Diatraea saccharalis. Essa praga é uma mariposa que deposita seus ovos nas plantas. Quando os ovos eclodem, as pequenas larvas – conhecidas como brocas – começam a se alimentar das folhas e, em seguida, perfuram o caule da cana. Os danos causados são sérios e podem comprometer toda a plantação”, explicou o professor.
Nas plantas mais jovens, segundo Bruno Malaquias, o sintoma mais comum é o chamado “coração morto” – quando a folha central da planta começa a secar lentamente, junto com o restante da estrutura. Esse nome vem do fato de que essa região central funciona como o “coração” da planta, responsável pela distribuição dos nutrientes. Quando danificada, a planta perde sua capacidade de desenvolvimento. Nas plantas mais maduras, complementou ele, a praga ataca o colmo (caule), danificando sua estrutura interna. “Além disso, os furos provocados pelas larvas abrem caminho para a entrada de fungos, que podem comprometer ainda mais a qualidade da cana-de-açúcar. Se não for controlada, a broca se espalha com rapidez e pode destruir grandes áreas de cultivo”, alertou.
“Mas, há um vetor que vem da natureza que pode atacar essa praga”, explica Roberto Balbino que coordena as duas biofábricas mantidas pelo Asplan, na Estação Experimental de Camaratuba. “A forma mais comum e eficaz de controle desta praga é o manejo biológico, usando inimigos naturais da praga. E a principal aliada nesse combate é a vespa Cotesia flavipes. Inofensiva para os humanos, essa vespa é letal para a broca. Ao ser liberada no canavial, a Cotesia coloca seus ovos dentro da larva da broca, que então morre e dá origem a novas vespas, prontas para continuar o controle natural”, detalha Roberto.
Ainda segundo o biólogo, o ataque das vespas é rápido e eficiente. “Em poucos minutos, elas conseguem extrair uma larva de dentro do caule. Os casulos formados pelas vespas emergem em cerca de cinco dias, prontos para serem soltos novamente no campo. A liberação pode ser feita manualmente, e cada vespa tem um raio de ação de cerca de 30 metros”, disse Roberto, lembrando que ao usar a vespa no canavial o produtor já vê resultados em, aproximadamente, 25 dias.
E a Paraíba dá um bom exemplo na produção de insumos biológicos que combatem pragas em canaviais, sendo referência no Nordeste na produção da Cotesia flavipes (vespas) e também do Metarhizium anisopliae (fungos). A Estação de Camaratuba que tem duas biofábricas é mantida pela Asplan e os insumos produzidos  são distribuídos gratuitamente para os associados da entidade e vendidos a preços acessíveis para o mercado regional, especialmente, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte.
O professor José Bruno Malaquias e o biólogo Roberto Balbino
O Programa mostrou a soltura da vespa no campo
O biólogo Roberto Balbino falou sobre a vespa que ataca a praga da cana
A Cotesia é um agente natural de combate a praga no canavial
Abertura do Programa Globo Rural no domingo 20 de julho

Presidente da Asplan comemora aprovação de PL que flexibiliza regras da legislação ambiental e diz que país ganha com isso

A aprovação do Projeto de Lei 2.159/2021, que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil, realizada pela Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (17), por 267 votos favoráveis e 116 contra, foi celebrada por setores ligados ao agronegócio, entre os quais o segmento canavieiro. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, foi um dos dirigentes que avalia como positiva a aprovação. “O país não deixa de ter regras rígidas e penas até maiores para quem desobedecer à legislação ambiental. Na realidade essa flexibilização permitirá destravar projetos e obras importantes que promoverão o desenvolvimento do país, sem comprometer o meio ambiente, gerando mais empregos e renda”, disse ele.
O dirigente canavieiro lembra que atual marco regulatório tem regras sobrepostas e algumas bem conservadoras e ultrapassadas, o que trava iniciativas importantes e desestimula investimentos responsáveis. “Toda vez que se tenta melhorar e modernizar a legislação ambiental, algumas pessoas se colocam contra e muitas delas até desconhecendo o conteúdo das propostas acusam equivocadamente o agronegócio ou alguém que queria empreender no setor primário no Brasil que não esteja nem ai para o meio ambiente. É preciso acabar, de uma vez por todas, com essa falsa ideia até porque quem planta só sobrevive se conviver em sintonia com a natureza”, afirmou.
 José Inácio reitera que o PL em questão, na realidade, uniformiza e simplifica os procedimentos apenas para os empreendimentos de menor impacto no meio ambiente. O projeto prevê a criação de novos tipos de licenças, diminui prazos de análises e simplifica adesões. Aprovado anteriormente no Senado com 54 votos favoráveis e 13 contrários, o texto voltou para a Câmara porque foi alterado pelos senadores com a inclusão de 29 emendas. Agora segue para sanção presidencial.
Presidente da Asplan, José Inácio elogiou aprovação do PL na Câmara que flexibiliza as regras ambientais

Palestra mostra importância do maturador para a cana-de-açúcar e ganhos para o produtor

‘O manejo ideal para incrementar a qualidade da cana-de-açúcar’. Esse foi o mote de uma palestra técnica que aconteceu na última terça-feira (15), na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. O engenheiro agrônomo da Syngenta, Guilherme Corrêa, conduziu o evento abordando os principais fatores e parâmetros que influenciam na maturação da cana-de-açúcar e as vantagens do uso do produto Moddus neste processo. “Ao utilizar o maturador, o produtor tem assegurado maiores ganhos de ATR e TAH porque o maturador surge como ferramenta tecnológica para o aumento do ATR e, consequentemente, para a maior remuneração do produtor”, reiterou o palestrante.
Antes da palestra, o vice-presidente da Asplan, Pedro Neto, fez uma breve atualização sobre notícias do mercado, com foco na taxação anunciada pelo governo americano e seus impactos no preço da cana. “Em cada mercado há um impacto, tem o etanol anidro, o etanol hidratado, o açúcar no mercado interno, o açúcar refinado e a cota americana. Cada um tem um percentual que impacta na cotação do valor da matéria-prima e estimamos que sofreremos um impacto em torno de 19% na formação do preço da cana”, disse ele, reiterando que o produtor não interfere no mercado externo, mas precisa produzir uma cana mais rica, com menos custos.
Em seguida, o diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira, lembrou que é imprescindível que o produtor fique atento aos custos de produção. “Não existe mais aquele velho ditado que era plantar, chover, colher e ganhar. Isso já está ultrapassado. Se o fornecedor não fizer conta, não colocar no papel e conhecer seus custos, ele vai chegar na entressafra sem dinheiro. É preciso focar nestes quatro pilares: vender bem a cana, fazer seus tratos culturais, colher bem e receber bem. Se não produzir com qualidade, não há ganho”, reiterou Neto.
No início da palestra, Guilherme apresentou um vídeo educativo de como o produtor deve proceder corretamente em caso de uso de produtos agrícolas, com cinco regras básicas, passando pela leitura do rótulo dos produtos, pelo jeito correto de aplicação e manuseio, passando pela quantidade correta de aplicação, pela segurança de quem aplica e uso de EPIs e descarte correto das embalagens.
Para falar de maturação, Guilherme lembrou que é preciso entender também de fisiologia da planta, de solo e clima. “O crescimento da cana é irreversível, depois de plantada, ela vai crescer até o final, até florescer. E a partir daí a gente pode chegar a potenciais diversificados levando em consideração vários fatores, a exemplo de variedades, a compactação do solo, as plantas daninhas, as fito toxidades, as pragas e doenças etc. E pensando sobre o TCH, quanto antes a gente colher é melhor”, disse o palestrante.
Sobre a composição da cana, o palestrante lembrou que em torno de 70% da cana é água, e os 30% restantes formam a fibra (casca e bagaço) e o brix (sólidos solúveis). Ele lembrou que o maturador usado na cana tem duas funções. “No início de safra ele é usado como um foguete, para acelerar a curva de maturação, e no final de safra, é usado como paraquedas, para diminuir a queda de ATR no final, principalmente em canas irrigadas”, disse ele.
Apresentando dados de cinco anos de estudos na Zona da Mata de Pernambuco, o palestrante mostrou como equilibrar o ATR por quilo e ATR por hectare. E sobre como enriquecer a cana com o uso de maturadores e fazer a melhor escolha, o palestrante lembrou que é preciso optar por um maturador que seja eficiente, que realmente converta a glicose e frutose em sacarose e que tenha qualidade, sabendo que ele entra rápido na planta e vai funcionar. “É preciso que o maturador não induza o crescimento de sua planta, não corra risco de morte da sua gema pical e não danifique sua soqueira subsequente. Esses são os pontos principais que precisam ser levados em consideração quando se trata de maturador”, explicou Guilherme, lembrando que há três tipos de maturador no mercado, que são os: estressantes, hormonais e fisiológicos.
Sobre se o fertilizante foliar pode substituir o maturador, o palestrante respondeu que não, pois eles são tecnologias complementares que quando são utilizados associados aumentam a produtividade do canavial. Sobre o Moddus, ele lembrou que é um produto de maior rentabilidade e que melhora o ATR, otimizando os custos do produtor porque ele tira mais por hectare, que o mais importante que a dose é o tempo de permanência do produto na planta e que ele é um produto que se paga muito fácil.

Pedro Neto, Vice-presidente da Asplan e Neto Siqueira, diretor do DETEC
Pedro Neto fez avaliações do mercado
Palestra aconteceu no mini auditório da Asplan
Palestra aconteceu nesta terça-feira (15)
Guilherme da COAF teve ligeira participação
Diretor Técnico da Asplan, Neto Siqueira
A palestra foi realizada pelo engenheiro agrônomo da Syngenta, Guilherme Corrêa