Asplan

Moderfrota terá orçamento ampliado

O Ministério da Agricultura anunciou, essa semana, que vai aumentar em R$ 2,5 bilhões o orçamento do Moderfrota, o programa de financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas do governo federal. A regularização da ampliação deve estar concluída até o início de dezembro. Dados do Ministério destacam que nos últimos cinco meses mais de 58%, dos R$ 5 bilhões destinados ao Moderfrota já foram utilizados pelo produtor brasileiro.

“Até o mês que vem, no máximo, nós iremos regulamentar isso para que o recurso seja aumentado para que não falte disponibilidade para que o BNDES continue acatando as propostas para a aquisição de máquinas agrícolas”, anunciou o secretário de políticas agrícolas Ministério da Agricultura, Neri Geller, durante evento em São Paulo. O governo pretende diminuir a burocracia e aumentar de 7% para 10% a participação do agronegócio brasileiro no comércio internacional através de ações do plano Agro+.

De acordo com o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, o governo Temer tem demonstrado que reconhece a importância do agronegócio. “O setor já sente a diferença entre o atual governo e os anteriores e percebe que agora há uma interlocução positiva entre a cadeia produtiva e o governo federal, a exemplo da abertura para renegociação de dívidas, ampliação do crédito, etc, de forma que estamos otimistas”, afirma Murilo.

 

Novas regras regularizam a produção de cachaça no país

Assim como a famosa tequila, no México, e o champagne, na França, agora os produtores de cachaça do Brasil têm novas regras a seguir se quiserem usar o termo para nomear a bebida que produzem. E para se adequar às novas regras, a aguardente de cana precisa ter graduação alcoólica entre 38% e 48% e os estabelecimentos que desenvolvem o produto devem ser fiscalizados pelo Ministério da Agricultura a cada dois anos para quem vende para o mercado interno e uma vez por ano para quem exporta. A expectativa do mercado, segundo especialistas, é de que as exportações da cachaça tripliquem nos próximos cinco anos com a mudança das regras para produção da bebida.

 

Segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, as novas regras devem melhorar, ainda mais, a qualidade das cachaças produzidas no país.“Nós já temos produtos de excelência, reconhecidos internacionalmente, e com essas novas regras a produção deverá ficar ainda melhor”, destaca Murilo, lembrando que a Indicação Geográfica, que reconheceu a cachaça como produto genuinamente brasileiro, depois de 15 anos de espera, chega em boa hora. “O reconhecimento dessa indicação geográfica significa que só a cachaça proveniente do Brasil é que pode ser chamada cachaça, então isso aumenta a agregação de valor ao nosso produto”, explica Murilo.

 

Com as novas regras, complementa o presidente da Asplan, a cachaça não poderá ser mais produzida em qualquer situação, em qualquer local. “Haverá todo um planejamento e ainda a responsabilidade do governo em certificar, através do Ministério da Agricultura”, destaca Murilo, lembrando que com a regulamentação virá também a proteção no mercado europeu, que é o mais forte no mundo quando o assunto é bebida destilada. O Brasil exporta quase oito milhões de litros de cachaça por ano e, somente a Alemanha, compra 27% do total. Com as novas regras esses percentuais tendem a crescer, acreditam os especialistas do setor.

 

Presidente da Asplan elogia postura do Congresso Nacional na defesa de uma festa tradicional do Nordeste

Murilo Paraíso se refere a aprovação do PL pelos deputados federais e senadores que

 torna a vaquejada manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial

 

“Os deputados federais e senadores estão de parabéns porque votaram favoráveis a um Projeto de Lei que além de preservar uma tradição cultural secular do Nordeste, ainda preserva empregos, a estabilidade do comércio e a geração de renda tão importante para nossa região já tão castigada pela seca e com poucas oportunidades no interior”, comemorou o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso. Ele se referiu a decisão do Senado que aprovou, no último dia 1º, um Projeto de Lei que torna a vaquejada manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial. O PL já tinha sido aprovado na Câmara, na semana passada, e agora segue agora para sanção do presidente Michel Temer.

Para Murilo, a decisão do Congresso, que deve ser referendada pelo presidente Temer, embora não regulamente a prática da vaquejada, com parâmetros e regras, abre um precedente importante para manter e valorizar essa tradição. “O PL, na realidade, é um preparativo para que o Congresso aprove, futuramente, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que libera a vaquejada e o rodeio como modalidades esportivas”, lembra Murilo.

“A vaquejada faz parte da cultura regional do Nordeste e de outras regiões do país, a exemplo do interior do Sudeste, é uma atividade econômica importante, que gera renda e emprego, e não pode ser extinta pelo equívoco de quem não conhece a prática atual que incluiu uma série de medidas de proteção que asseguram que os animais não sofram maus tratos durante a competições”, esclarece Murilo Paraíso.

 

Asplan sai em defesa das vaquejadas por causa da preservação dos empregos, geração de renda e reconhecimento de uma tradição secular

Presidente da Asplan, Murilo Paraíso,  alerta que se decisão do STF continuar em vigor muitos comércios fecharão e muita gente vai ficar desempregada e passar necessidade no Nordeste

 

“Não bastasse a seca que castiga o Nordestino sem piedade, agora vem uma decisão do STF proibindo uma prática, no caso as vaquejadas, que gera emprego, renda, movimenta o comércio e faz a alegria do povo do Nordeste. Se essa decisão não for revista, vai fechar muitos comércios na região, desempregar muita gente, tirar o pão da boca do povo e também a alegria, já que a vaquejada, além de gerar renda e emprego, é uma tradição secular da região, que passa de pai para filho. Ela é uma festa popular que precisa ser respeitada e mantida”, afirma o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, que saiu em defesa da manutenção das vaquejadas, agora proibidas de serem realizadas, em função de uma decisão, recente, do Supremo Tribunal Federal.

Ontem (25), em  Brasília, criadores de animais, vaqueiros, empresários do comércio que vendem artigos afins, integrantes da cadeia produtiva de produção de selas, rações e medicamentos, além de simpatizantes e defensores da continuidade das vaquejadas, também mostraram sua indignação com a realização de um protesto contrários à decisão do STF. Os defensores da vaquejada na Paraíba também realizaram um ato público em João Pessoa, no último dia 11, para protestar.

O presidente da Asplan lembra que a vaquejada de hoje é bem diferente da de anos atrás e que uma série de mudanças foram adotadas para evitar danos aos animais. “Hoje, se usa o protetor de cauda, a cama de areia onde o animal é derrubado é mais espessa, o cavalo não é mais cortado. Essas mudanças foram adotadas para proteger os animais e já estão em pleno uso, por isso, o argumento de maus-tratos, que motivou a decisão do STF, não tem mais embasamento e precisa ser revista urgentemente”, finaliza Murilo Paraíso, lembrando que a vaquejada gera 700 mil empregos diretos e indiretos.

Cana geneticamente modificada pode se tornar uma realidade no Brasil em breve

CTNBio vai analisar o primeiro pedido de liberação de cana transgênica

 

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) realizou, semana passada, uma audiência pública para subsidiar a análise do primeiro pedido de liberação comercial de cana-de-açúcar geneticamente modificada. Essa solicitação é uma demanda do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que desenvolveu uma variedade da cana resistente à broca do colmo, praga muito comum no centro-sul do país.         O CTC protocolou em 27 de dezembro de 2015 o pedido de liberação comercial que desencadeou nesta audiência pública. O processo em torno da cana-de-açúcar resistente à broca do colmo aguarda deliberação das subcomissões setoriais ambiental, animal, vegetal e de saúde humana da CTNBio.

Segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, a broca do colmo ou Diatraea saccharalis é uma praga que está presente em todos os canaviais do centro-sul do Brasil, em maior ou menor intensidade e que, causa prejuízos consideráveis equivalentes a R$ 5 bilhões por ano. “Ter uma cana geneticamente modificada e resistente a essa praga será um avanço significativo, que vai impactar positivamente em toda a cadeia produtiva”, afirma Murilo.

Segundo o presidente da CTNBio, Edivaldo Velini, em duas décadas de existência, a comissão elaborou relatórios de 74 pleitos de Liberação Planejada no Meio Ambiente (LPMA) de cana-de-açúcar transgênica. Segundo Velini, os primeiros trabalhos avaliados, ainda nos anos 1990, tinham como objetivo a inibição de florescimento e tolerância ao estresse hídrico e aos vírus do amarelecimento foliar e do mosaico, mas, mas hoje predomina a resistência a insetos.

 

Asplan se engaja no Outubro Rosa e realiza evento com as voluntárias da ONG ‘Mãos que Acolhem’

Integrantes da ONG ‘Mãos que Acolhem’ participarão de evento na Asplan,

 no próximo dia  19, às 14h, em alusão a campanha Outubro Rosa

 

Segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Estudos realizados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) comprovaram que em 2014 aconteceram mais de 57 mil casos de câncer de mama no Brasil. Em 2015, quase 58 mil casos foram registrados. E para chamar a atenção de suas colaboradoras para a importância da prevenção e se engajar nas ações do Outubro Rosa, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) promoverá um evento, em seu auditório, no dia 19, a partir das 14h, com as voluntárias da ONG Mãos que Acolhem. A apresentação também é aberta ao público interessado.

Na ocasião, as integrantes da ONG farão uma palestra sobre a importância da prevenção e de como encarar o diagnóstico da doença sem se desesperar, haverá ainda depoimentos de mulheres que foram mastectomizadas que vão dar seus testemunhos de como conseguiram superar a doença e voltar a ter uma vida normal. A programação incluiu também a apresentação do quarteto musical ‘Amor solidário’, formado por integrantes da ONG Mãos que Acolhem.

“Diagnosticado no início, esse tipo de câncer tem elevadas taxas de cura, sendo o autoexame e a realização de mamografias os métodos mais eficazes nessa identificação precoce”, explica a vice-presidente da ONG Mãos que Acolhem, a psicóloga e voluntária, Leonice de Farias. A presidente da ONG, a enfermeira Jeane Santos, descobriu um câncer de mama quando ainda amamentava sua filha, na época com quatro meses, precisou fazer a mastectomia e é uma das mulheres que dará o testemunho no dia 19, na Asplan.

A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, lembra que todos os anos a Associação desenvolve uma programação alusiva ao Outubro Rosa. “Avaliamos que é muito importante as entidades se engajarem nessa campanha que busca alertar as mulheres sobre os cuidados que ela deve ter para identificar a doença na fase inicial, por isso, todos os anos, realizamos atividades para ampliar essa conscientização e contribuir com a prevenção”, afirma Kiony.

Sobre a Mãos que Acolhem

A ONG Mãos que Acolhem existe desde 2013 e é, atualmente, formada por 44 voluntárias, das quais 33, são mulheres que passaram pela experiência do câncer de mama e tiveram que se submeter a mastectomia (retirada do seio). As voluntárias exercem diversas profissões, tais como, psicologia, enfermagem, serviço social, o que possibilita um atendimento multifuncional às mulheres que sofrem com o câncer. O grupo realiza ações diversas, tais como, campanhas, palestras, visitas domiciliares e em hospitais, acompanhamento psicológico, doação de cestas básicas, de remédios, de complemento nutricional, realização de bazar e brechós para angariar fundos para a ONG, etc.

Todas as ações são espontâneas e oriundas das próprias voluntárias e as doações além das voluntárias são feitas por pessoas que acreditam e apoiam o trabalho da ONG, cuja sede fica na Rua Dom Pedro I, Nº 392, Sl 407, no edifício Capital Center, no Centro de João Pessoa, mesmo local do consultório de psicologia da vice-presidente da entidade, que também realiza um trabalho de atendimento voluntário às mulheres encaminhadas pela ONG. Quem quiser contato com a ONG pode ligar no 83-98851-8458 ou 98885-1256.

MP de renegociação de dívida rural entra em vigor e traz alívio para produtores que agora podem quitar ou renegociar suas dívidas

 

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29), a Medida Provisória (MP) 733/2016, que beneficia pequenos agricultores das áreas das superintendências de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) e da Amazônia (Sudam). A MP que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural traz grande alento aos produtores que tiveram perdas em suas lavouras devido a forte estiagem dos últimos anos. A MP permite que agricultores possam liquidar ou negociar dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2011, com o Banco do Nordeste (BNB), com descontos que variam de  15% a 95%, e com o Banco da Amazônia (Basa), com abatimento de 10% a 85%.

“É uma coquista e um estímulo para que os produtores quitem ou renegociem suas dívidas até 29 de dezembro de 2017, e uma demonstração da sensibilidade do governo Michel Temer que tem tido um olhar diferenciado com o setor produtivo nacional”, comemora o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso.

A MP 733, que foi convertida em Lei 13.340, autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural e altera a Lei nº 10.177, de 12 de janeiro de 2001, permitindo a concessão de rebate para liquidação de dívidas de crédito rural, que podem atingir até 95% e a repactuação de dívidas rurais, com prazo de dez anos, carência de até 2020, bônus de adimplência diferenciado e encargos financeiros variáveis de 0,5% a 3,5% ao ano. O ônus será assumido pelo FNE ou pela a União, suspendendo o encaminhamento para cobrança judicial dos débitos referentes às operações até 29 de dezembro de 2017.

A MP também permite que seja aplicado o redutor na definição dos encargos financeiros e dos bônus de adimplência de financiamentos com recursos dos fundos constitucionais, a ser fixado tomando por base o Coeficiente de Desequilíbrio Regional (CDR), resultante da razão entre o rendimento domiciliar per capita da região de abrangência do respectivo fundo e o rendimento domiciliar per capita do país.

Senado aprova MPs de renegociação de dívida rural

A aprovação pelo Senado, essa semana, da Medida Provisória (MP) 733/2016, que beneficia pequenos agricultores das áreas das superintendências de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Amazônia (Sudam) trouxe alívio para os produtores de cana da Paraíba, que foram atingidos pela forte estiagem dos últimos anos, perderam produtividade e acumularam prejuízos. A proposta, que agora segue para a sanção presidencial, vai beneficiar agricultores que poderão liquidar ou negociar dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2011, com o Banco do Nordeste (BNB), com descontos que variam de  15% a 95%, e com o Banco da Amazônia (Basa), com abatimento de 10% a 85%.

Se sancionada da forma como esta, a MP vai possibilitar que produtores quitem ou renegociem suas dívidas até 29 de dezembro de 2017, explica o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso. Para ele, o governo Michel Temer tem mostrado que tem um olhar diferenciado para o setor produtivo nacional. “Nos 13 anos do PT no poder, a classe produtiva, principalmente o setor canavieiro,  não teve a prioridade que merece em pouco tempo do governo Temer já avançamos, por isso, estamos confiantes que ele vai sancionar a MP 733/2016”, argumenta Murilo Paraíso, lembrando que boa parte dos cerca de 1.800 associados a Asplan serão beneficiados com a medida.

Sobre a MP 733/2016

A referida MP autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural e altera a Lei nº 10.177, de 12 de janeiro de 2001, permitindo a concessão de rebate para liquidação de dívidas de crédito rural, que podem atingir até 95% e a repactuação de dívidas rurais, com prazo de dez anos, carência de até 2020, bônus de adimplência diferenciado e encargos financeiros variáveis de 0,5% a 3,5% ao ano. O ônus será assumido pelo FNE ou pela a União, suspendendo o encaminhamento para cobrança judicial dos débitos referentes às operações até 29 de dezembro de 2017. A MP também propõe que seja aplicado o redutor na definição dos encargos financeiros e dos bônus de adimplência de financiamentos com recursos dos fundos constitucionais, a ser fixado tomando por base o Coeficiente de Desequilíbrio Regional (CDR), resultante da razão entre o rendimento domiciliar per capita da região de abrangência do respectivo fundo e o rendimento domiciliar per capita do país.

Projeto Caminhos da Cana vai abordar adaptações às novas realidades

Idealizado pela Markestrat, o projeto que conta com apoio da Bayer,

 será realizado no dia 28 deste mês, em Carpina (PE), a partir das 8h30

Os produtores de cana-de-açúcar do Nordeste terão a oportunidade de participar, no próximo dia 28, de mais uma edição do projeto ‘Caminhos da Cana’ e assistir uma palestra sobre ‘Eficiência: adaptando-se às novas realidades’, com o professor Dr. Marcos Fava Neves, um dos principais estudiosos da cadeia de produção sucroenergética no Brasil. O evento, que acontece na Estação Experimental de Cana-de-Açúcar de Carpina (PE), ainda inclui na programação o 15º Workshop sobre plantas daninhas, nutrição e adubação da cana-de-açúcar e uma palestra sobre a nova plataforma de controle de plantas daninhas.

“O Brasil, ao contrário dos EUA, não tem um plano estratégico para o etanol que estabeleça metas que devemos atingir. Isso atesta uma falta de visão e uma consequente perda de oportunidade de desenvolvimento econômico, social e ambiental”, disse Dr. Marcos Fava Neves durante palestra proferida, ano passado, na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, destaca que o setor, atualmente, trabalha com expectativa positiva. “Vamos ouvir o Dr. Marcos Fava, que tem muito conhecimento sobre o nosso setor, e com certeza ele deverá trazer dados positivos, já que com apenas a mudança de governo já vislumbramos um novo cenário, mais próspero e menos nebuloso”, afirma Murilo que, junto com dirigentes e fornecedores paraibanos, deve prestigiar o Caminhos da Cana.

Na última edição do Caminhos da Cana, que é uma iniciativa que envolve diferentes elos do setor sucroenergético, com o objetivo de unir forças, difundir conhecimentos e divulgar os benefícios  do uso do etanol, o evento percorreu quase 11 mil quilômetros e foi realizado em 18 cidades do Brasil, inclusive, João Pessoa, onde aconteceu uma palestra técnica, no auditório da Asplan.

Parceria da Fertine com a COAF possibilita a compra de fertilizantes com redução de preços

Associados da Asplan também podem adquirir os produtos com preços diferenciados

 

            Os fornecedores de cana-de-açúcar que integram os quadros da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e que já estão cadastrados na Cooperativa do Agronegócio da Associação dos Fornecedores de Cana de Açúcar de Pernambuco (Coaf) podem adquirir fertilizantes por preços diferenciados através da parceria entre a empresa Fertine e a Coaf. Seis fórmulas, sendo três com nitrato, já estão à venda. A promoção é válida até 16 de novembro.

Segundo divulgação no site da associação de Pernambuco, a tonelada das fórmulas 14-00-18 está disponível ao valor de R$ 800,00, a 13-04-20 por R$ 870,00, a 20-00-24 pode ser comprada a R$ 1 mil e a 12-20-18 pode ser adquirida, via Coaf, por R$ 1.130,00. Três fórmulas com nitrato também serão vendidas com preços abaixo do mercado. A 19-04-19, no valor de R$ 1.045,00, a 21-00-21, encontrada a R$ 920,00 e a 17-00-22, vendida por R$ 980,00. A retirada do adubo está condicionada ao pagamento integral do produto. Este é o sexto ano consecutivo da parceria entre Fertine e a AFCP.

“Os interessados devem procurar um revendedor da Fertine aqui na Paraíba, ou ir na própria Coaf, que fica em Recife, no mesmo local da sede da AFCP, no bairro da Imbiribeira”, destaca o presidente da Asplan, Murilo Paraíso. Ele lembra que essa  parceria da Asplan com a Coaf permite compras com valores abaixo dos praticados pelo mercado e beneficia, principalmente, os pequenos produtores canavieiros paraibanos que tem, através desta modalidade de compra, condição de adquirir os produtos a preços bem mais acessíveis.