Asplan

Abertura de uma filial da COAF na Paraíba trará benefícios para os produtores que plantam cana-de-açúcar no estado

Adquirir insumos, equipamentos e demais produtos agropecuários com preços mais acessíveis. Esse é um dos benefícios conseguidos pelos plantadores de cana de Pernambuco, desde que foi criada a Cooperativa Regional dos Fornecedores de Cana (Coaf). E a expansão destes benefícios do cooperativismo rural pode estar perto de se tornar uma realidade para os produtores de cana-de-açúcar paraibanos. Essa possibilidade foi debatida durante uma reunião, realizada na última segunda-feira (17), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

Na ocasião, o  presidente da Coaf, Alexandre Lima, se reuniu com a diretoria da Asplan para expor as vantagens advindas da Coaf e ver a viabilidade da abertura de uma filial na Paraíba. Segundo ficou definido no encontro, serão realizados estudos para analisar a viabilidade da implantação deste empreendimento. Segundo Alexandre, através da Coaf, a Associação dos Plantadores de Cana de Pernambuco (AFCP) tem  conseguido baixar preços de insumos de fabricantes e outros produtos, comercializando-os com cooperativados por preços diferenciados do mercado em geral.

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, reconhece que o poder de negociação é bem maior quando as compras são cooperativadas. “Em cooperativas, os produtores ampliam sua capacidade de negociação e, consequentemente, os valores tendem a ficar mais acessíveis e abaixo dos praticados no mercado, daí termos interesse de poder contar com uma filial da Coaf aqui na Paraíba”, disse ele, lembrando que isso vai depender dos resultados dos estudos de viabilidade de implantação de uma filial da Coaf em solo paraibano. “Vamos aguardar a conclusão deste levantamento, mas, de antemão, já digo que somos plenamente favoráveis a essa iniciativa”, finaliza Murilo.

Diretoria da Asplan se reuniu com o presidente da Coaf, Alexandre Lima, em João Pessoa

Longevidade com qualidade de vida será tema de palestra na Asplan

É fato comprovado mundialmente que a longevidade tem aumentado à duração de vida das pessoas e que também a qualidade de vida e os hábitos do dia a dia influenciam diretamente na expectativa de vida dos indivíduos. E é justamente para debater como as pequenas mudanças na rotina podem não apenas aumentar, mas, principalmente assegurar uma melhorar longevidade, que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em parceria com a com a Unimed João Pessoa, através do programa ‘Promoção de Saúde-Viver Melhor’, vai realizar a palestra ‘Longevidade com qualidade de vida’, com a nutricionista Paula Bacalhau.

O evento, direcionado para associados, funcionários e parceiros da Asplan, acontece nesta quarta-feira (19), a partir das 9h, no auditório da associação, no térreo do prédio sede da entidade, localizado na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro. A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, lembra que a palestra faz parte da parceria da Associação com a Unimed João Pessoa que, através do programa ‘Promoção de Saúde-Viver Melhor’, está realizando várias atividades internas de saúde preventiva. ‘Saúde da Mulher’, ‘Depressão’ e ‘Estresse Financeiro’ já foram temas trabalhados dentro desta proposta, em eventos anteriores.

“Esse programa tem como foco dar orientações e realizar ações que melhorem a qualidade de vida, saúde e bem estar de nossos colaboradores e associados e esse tema de agora busca, justamente, orientar nosso público alvo sobre como ter mais qualidade de vida, com foco em uma alimentação mais saudável e equilibrada”, destaca Kiony.

A gerente administrativa da Asplan. Kiony Vieira le,nra que o Programa é uma parceria com a Unimed João Pessoa

É grande a expectativa do mercado para implementação do Programa RenovaBio

 Promover uma adequada expansão da produção e do uso de biocombustíveis na matriz energética nacional, assim como a geração de investimentos e empregos no setor de biocombustíveis, assegurar previsibilidade para participação competitiva dos diversos biocombustíveis no mercado nacional de combustíveis, promover a competitividade do Brasil no mercado internacional de biocombustíveis e ainda garantir a adequada relação de eficiência energética e redução de emissões de gases causadores do efeito estufa na produção, comercialização e uso de biocombustíveis. Essas são as principais diretrizes de aprimoramento do marco legal de biocombustíveis no Brasil definidas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que vão ser analisadas por um grupo de trabalho que foi criado e tem até setembro que definir as propostas de revisões normativas necessárias para implementação do Programa RenovaBio.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, acredita que o aprimoramento do marco legal norteará uma nova política para o setor de biocombustíveis no país e abrirá boas perspectivas para o mercado de biocombustíveis, biodiesel, incluindo também o etanol. “O mundo inteiro buscar formas para reduzir a emissão de poluentes e no Brasil nós temos um excelente produto que é o etanol que é renovável, além de bem menos poluente. Temos ainda a tecnologia de produção e matéria-prima abundante. O que falta é uma política que estimule a produção e valorize algo tão precioso”, destaca Murilo.

O Grupo de Trabalho, formado por representantes do governo e do setor sucroenergético, além da Petrobras e das distribuidoras de combustíveis, tem a missão de avaliar, em até 60 dias, ou seja, até setembro deste ano, propostas de revisões normativas para implementação do RenovaBio, em observância às diretrizes estratégicas aprovadas. Essas diretrizes, segundo Murilo, direcionam para a necessidade de se introduzir mecanismos de mercado para induzir a eficiência produtiva e a competição, com a menor emissão de gases causadores de efeito estufa. “Neste contexto, o uso do combustível renovável e biodegradável, como o biodiesel e etanol, em detrimento dos combustíveis fósseis, ganha fôlego e abre novas perspectivas para a matriz energética do país”, reitera o presidente da Asplan.

O Programa RenovaBio, lembra o dirigente da Asplan, busca, por meio do diálogo e do processo construtivo transparente e participativo, convergências sobre a relevância do biodiesel, do etanol e de novos biocombustíveis na matriz energética nacional. Para Murilo, não há dúvida de que as diretrizes estratégicas direcionam para a necessidade de introdução de mecanismos de mercado que induzam a eficiência produtiva e a competição, com a menor emissão de gases causadores de efeito estufa.

 

Asplan promove evento para debater sobre as variedades de cana-de-açúcar mais promissoras para o solo e clima da Paraíba

Os produtores da cana-de-açúcar da Paraíba terão uma nova oportunidade de debater sobre o comportamento e o manejo de variedades mais promissoras para plantio no estado. Isto porque, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), vai reunir especialistas daRIDESA/UFRPE, nesta quinta-feira (06), durante o 3° Encontro Técnico sobre esse tema. O evento, que acontece no auditório da sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro, em João Pessoa, a partir das 8h30, é direcionado prioritariamente aos associados da Asplan, mas, é aberto ao público interessado e a inscrição pode ser feita, de forma gratuita, antes do início das palestras.

“Quem planta cana sabe que a variedade influencia, diretamente, na produtividade do canavial e que há tipos que melhor se adaptam ao nosso solo e clima,  por isso a escolha do que será plantado é fundamental para uma boa produção e esses encontros buscam exatamente ajudar o produtor a fazer a escolha mais adequada”, explica o presidente da Asplan, Murilo Paraíso.

A programação do evento começa com a palestra “Censo Varietal e indicadores de safra’, que será proferida por Leonam José, da RIDESA/UFRPE. Em seguida, Paulo Rocha e Amaro Epifânio, da mesma instituição, falarão sobre “Resultados Experimentais e Variedades em Destaque”. A programação será encerrada com um debate com especialistas do setor, que vai contar com a participação do consultor, Benon Barreto, de Djalma Euzébio Neto, da UFRPE, do produtor Neto Siqueira e de Hugo Rodrigues, da usina Monte Alegre S/A.

O 3° Encontro sobre variedades de cana é uma ação do Departamento Técnico da Asplan (DETEC) que, mensalmente, promove eventos técnicos que abordam assuntos de interesse dos produtores canavieiros paraibanos. O coordenador do DETEC, Vamberto Rocha, ressalta a importância destes encontros. “São debates com especialistas que sempre trazem algo novo e informações importantes que ajudam o produtor a melhorar seus resultados”, finaliza Vamberto.

Asplan participa de café da manhã que debateu Programa RenovaBio em Brasília

O restaurante do SENAC, localizado no 10ª andar, do anexo 4, da Câmara dos Deputados, teve uma movimentação diferente nesta quarta-feira (28). Isto porque, o local foi o local escolhido para a realização de um café da manha, que reuniu políticos, empresários do setor sucroenergético, dirigentes de entidades ligadas ao setor produtivo, além de representantes quatro frentes parlamentares. Em pauta a apresentação do programa RenovaBio, que tem como objetivo expandir a produção de biocombustíveis, entre eles o etanol, o biodiesel, o biogás e o bioquerosene. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, prestigiou o evento promovido pela Cãmara, em parceria com União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
O Renovabio, explica Murilo Paraíso, foi lançando no final de 2016 pelo governo federal, para garantir o cumprimento de um compromisso assumido na 21ª Conferência do Clima (COP21), em 2015, junto com outros países, com as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa. O Brasil se comprometeu a reduzir em 43% a emissão de gases, até 2030.

Ainda segundo Murilo, o Brasil só vai conseguir cumprir o que acordou se adotar uma política de estímulo a produção e consumo de biocombustíveis. “A emissão de gases é um assunto sério e que precisa ser encarado como prioridade não apenas pelo governo, mas, por toda a sociedade”, afirma Murilo, lembrando que a redução do uso dos combustíveis fosseis passa também pela mudança da mentalidade das pessoas. “Muitas vezes, é vantagem abastecer o carro flex com álcool, mas, se abastece com gasolina”, lembra ele.

Além de técnicos e representantes do governo federal, integrantes da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária e da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos falaram sobre o Renovabio e assuntos correlatos durante o café da manhã.

Redução da emissão de carbono passa pela adoção de combustíveis menos poluentes

“O Ethanol Summit foi um evento fantástico e super importante para o futuro do nosso país, pois o foco dos debates do evento foi a definição de estratégias para diminuir a emissão de carbono em meios de transporte, que representam 1/4 da emissão de gases de efeito estufa no mundo. E, nesse contexto, o etanol, que reduz em 90% as emissões se comparado com a gasolina, ocupa uma posição estratégica e coloca o Brasil em vantagem na questão da descarbonização, já que além de grandes produtores de cana-de-açúcar e etanol, temos um enorme potencial a ser explorado”. Foi desta forma que o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, avaliou o Ethanol Summit, que foi realizado em São Paulo, nos últimos dias 26 e 27.
Murilo que junto com o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, participou do evento, destaca a importância do setor sucroenergético nacional. “Nós respondemos por  2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e empregamos mais de 1 milhão de pessoas”, lembra Murilo. Para ele, o programa RenovaBio, que busca diminuir emissões no setor de transporte tende a valorizar os biocombustíveis, que são menos poluentes e renováveis. “Como diz o adágio popular, o Brasil ‘tem a faca e o queijo’ basta, apenas, ter políticas que valorizem o setor e que estimulem o investimento na produção dos biocombustíveis. A implementação do RenovaBio não é somente boa para o país, porque ela terá reflexos em todo o planeta”, finaliza Murilo, enaltecendo as atividades do Ethanol Summit.

Agenda do presidente da Asplan inclui importantes eventos em São Paulo e Brasília na próxima semana

 

Entre os dias 26 e 28 de junho, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, tem importantes compromissos. O primeiro deles acontece em São Paulo, na segunda e terça-feira. Trata-se do Ethanol Summit, um dos principais eventos do mundo voltado para as energias renováveis, particularmente, o etanol e os produtos derivados da cana-de-açúcar. Na quarta-feira (28), o dirigente canavieiro estará em Brasília, onde participa, na Câmara dos Deputados, de um café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel e a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, dentro do programa RenovaBio.

“Serão eventos importantes e que interessam a toda a cadeia produtiva, onde se debaterá temas relevantes do setor sucroenergético” destaca Murilo, lembrando que no Ethanol Summit, além das palestras, acontecerá apresentações, discussões e debates em grandes plenárias, painéis temáticos, além de eventos paralelos. O Ethanol Summit  é organizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), que lançou o evento em 2007 e o realiza a cada dois anos.

O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, também confirmou participação nos eventos de São Paulo e Brasília.

Asplan confirma presença em evento do Renovabio

Na próxima quarta-feira, dia 28, em Brasília, o programa RenovaBio, lançado pelo Ministério de Minas e Energia e aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética no início deste mês, será tema de café da manhã promovido pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel e a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, com apoio da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária e da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos. O evento, que acontece na Câmara dos Deputados, vai reunir além de parlamentares, lideranças do setor produtivo e de biocombustíveis. Os presidentes da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), respectivamente, Alexandre Lima e Murilo Paraíso já confirmaram presença no evento.

A partir do tema “RENOVABIO: eficiência energética e descarbonização”, o evento tem o objetivo de debater as contribuições que os combustíveis renováveis podem oferecer à matriz energética nacional, promovendo desenvolvimento econômico e ajudando o país a cumprir as metas estabelecidas no Acordo de Paris sobre o Clima.

 “A regulamentação do Renovabio é muito importante para o país, pois, a partir daí toda a cadeia produtiva ficará mais fortalecida, tendo o produtor mais segurança para investir na produção e a indústria mais respaldo para produzir etanol, que é uma matriz energética 100% nacional, não poluente, renovável e que tem um papel fundamental para que o país cumpra as metas de redução de emissão de carbono da atmosfera, como assumiu no Acordo de Paris”, destaca Murilo Paraíso.

Brasil será primeiro país do mundo a iniciar a produção de cana-de-açúcar transgênica

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu, recentemente, baseada em estudos sobre a produção de cana-de-açúcar transgênica, liberar comercialmente a produção da matéria-prima geneticamente modificada. A decisão coloca o país na vanguarda da produção deste tipo de cana que não oferece riscos e ainda é resistente à pragas.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, comemorou a notícia, lembrando que ela abre novas perspectivas para o setor produtivo. “Além de mais resistente, a cana modificada geneticamente tem maior  produtividade e também mais qualidade o que proporcionará um ganho em vários aspectos. Essa tecnologia, sem dúvida, será importante para o futuro do Brasil”, destaca Murilo.

O pedido de liberação foi feito pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que desenvolveu uma variedade da planta resistente à broca do colmo, praga comum nos canaviais do centro-sul do país. O CTC protocolou em 27 de dezembro de 2015 o pedido de liberação comercial que motivou uma audiência pública realizada em outubro passado, em Brasília. A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Sua finalidade é prestar apoio técnico-consultivo e assessoramento ao governo federal para formular, atualizar e implementar a Política Nacional de Biossegurança. Agora, a liberação da cana de açúcar segue para registro e avaliação do Ministério da Agricultura.

 

Projeto que facilita acesso do produtor rural ao crédito é aprovado pelo Senado

Em sessão do último dia 14, o plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei N° 212/15, originário da Câmara, que autoriza o proprietário de imóvel rural a submeter a área total ou fração de seu imóvel ao regime de afetação e instituir a Célula Imobiliária Rural (CIR). Isto significa que o produtor rural poderá separar uma parte do seu imóvel para dar como garantia ao pedir um empréstimo. Desta forma, o produtor não compromete toda a propriedade e separa uma fração que tenha valor equivalente ao da negociação.

O PL de autoria do deputado Roberto Balestra (PP), que teve a relatoria do senador Ronaldo Caiado (DEM), tem o objetivo de ampliar e tornar mais simples e ágil o acesso do produtor rural ao crédito. Após aprovação no Senado, o texto volta à Câmara dos Deputados, já que foi alterado por emendas do relator.

Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, com esse PL amplia-se as possibilidades de acesso ao crédito. “Tudo o que venha para facilitar o acesso do produtor a linha de crédito é bem-vinda e esse PL, de fato, torna mais simples o acesso aos recursos, já que o produtor terá a maleabilidade de poder fracionar ou mesmo instituir a Célula Imobiliária Rural de todo o seu imóvel e dar como garantia do empréstimo”, argumenta Murilo.

O PL, no entanto, também prevê que ficará sujeito à condenação, por crime de estelionato, o produtor rural que mentir sobre a área do imóvel rural ou suas características, instalações e acessórios, lançados como patrimônio de afetação. A mesma punição será aplicada a quem omitir, na CIR, que o bem está sujeito a outro ônus ou responsabilidade de qualquer espécie, inclusive de natureza fiscal e ambiental.

 

 

Fonte: Agência Senado