Asplan

Associados da Asplan se reúnem com representantes da Giasa para esclarecer dúvidas sobre atual safra

Manter o melhor diálogo possível entre fornecedor e usina e ainda esclarecer dúvidas sobre o fornecimento de cana-de-açúcar na atual safra. Esses foram os principais pontos da pauta da reunião que aconteceu, na última quarta-feira (17), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) entre produtores canavieiros associados  e representantes da Giasa. O Vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, que é fornecedor da indústria, coordenou o encontro considerado por ele como muito salutar e proveitoso.

Nonato fez algumas colocações a respeito da importância do encontro e da Giasa para os produtores de cana da Paraíba. “Havia rumores extraoficiais de que a Giasa, esse ano, não ia receber toda a cana oriunda dos fornecedores, o que causou apreensão já que, tradicionalmente, 70% da cana moída na Giasa são oriundas do produtor associado, mas, felizmente, a informação não procede e saímos da reunião aliviados, já que a empresa reiterou o compromisso de receber a totalidade da cana dos fornecedores”, esclareceu o vice-presidente da Asplan.

O diretor Nacional da empresa, Dante Lanza dos Santos, foi quem deu a garantia de recebimento da cana dos fornecedores paraibanos destinada à Giasa, cuja matéria-prima corresponde a cerca de 800 mil toneladas por safra. O gerente regional do Polo Nordeste da Giasa, Reginaldo Henrique, também participou da reunião e endossou a afirmativa de Dante.

Outro assunto abordado durante o encontro foi o das precárias condições das estradas por onde é escoada a produção canavieira e quais medidas poderão ser adotadas para a resolutividade deste problema. “Vamos acionar o governo estadual, através das secretarias de Agricultura e Planejamento, além do DER, para cobrar a recuperação destas vias e o mais rápido possível, já que estamos em plena safra”, afirma o diretor tesoureiro da Asplan, Oscar Gouvêa que também fornece cana para a Giasa. A empresa começou a moer sua safra 2017/2018, no último dia 1º de agosto.

Liberação de importação do etanol de milho americano com isenção de imposto prejudica produção nacional

A decisão do Governo Federal, através da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que autorizou a importação do álcool à base de milho dos Estados Unidos, mantendo em zero a alíquota do imposto referente a “álcool etílico” (etanol), que também foi adotada pelo Governo da Paraíba, é extremamente desleal com o setor produtivo brasileiro que é tributado em mais de 50%. Essa medida e suas repercussões, que foi considerada danosa à produção do biocombustível nacional, atingido, em especial, a região Nordeste, foi tema de pauta da reunião da Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), realizada nesta terça-feira (15), em Brasília.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, que participou da reunião da CNA, argumenta que essa disparidade entre a taxação interna e a isenção externa, prejudica de maneira grave o setor produtivo do Brasil. “O etanol de milho dos EUA, produzido com gordos subsídios em toda cadeia produtiva americana, entra no Brasil, através de alguns estados que aderiram, inclusive, a nossa Paraíba, com 0% de tributação, provocando uma concorrência desleal”, afirma o dirigente da Asplan, que entende que isso caracteriza um descaso em relação ao etanol produzido no país.

Murilo lembra que o setor sucroenergético nacional amargou 13 anos de preços administrados dos combustíveis, como política imposta pelo governo federal para mascarar a inflação e esconder o roubo na Petrobras. “Esses 13 anos coincide com a gestão petista e foi, justamente, nesse período que quase 100 usinas fecharam e milhares de produtores de cana independentes não se mantiveram na atividade rural, em todo o país”, lembra o presidente da Asplan que, cumpriu agenda em Brasília junto com o diretor secretário da Associação, Pedro Jorge Coutinho Guerra. Além da reunião da CNA, eles participaram de um encontro com o vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro Filho, quando debateram a atual conjuntura social, econômica e jurídica no país, especificamente, em relação ao setor sucroenergético. O advogado da Asplan, Markyllwer Goes também participou da reunião.

Produtores de cana-de-açúcar do Nordeste podem receber recursos da subvenção em créditos tributários

Desde 2015 que os produtores de cana-de-açúcar do Nordeste esperam receber recursos do Governo Federal, a título de subvenção, garantidos pela Lei 12.999/14. Mas, como o Governo não acena com a perspectiva do pagamento, que corresponderia a R$12,00 por tonelada de cana fornecida pelos produtores da região às usinas no auge da seca, a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) achou uma saída que assegurará o restabelecimento do crédito da subvenção da cana, através de crédito tributário, ou seja, o produtor não receberia o valor em dinheiro, como em anos anteriores, mas, créditos do governo para quitar ou atenuar dívidas junto à União.

Na última quinta-feira (03), o presidente da Unida, Alexandre Lima, se reuniu, em Brasília, com o deputado federal João Henrique Caldas – JHC (PSB-AL). Na pauta do encontro, a entidade defendeu a necessidade da introdução de uma emenda do parlamentar, em uma medida provisória correlata, voltada para restauração dos direitos dos produtores receberem a subvenção. “O nosso pleito, aceito por João Henrique Caldas – JHC, foi que a subvenção de R$ 12,00 definida pela referida lei, seja reinserida em outra lei, a fim de evitar a perda desse direito até então descumprido”, afirmou Alexandre. A medida beneficia 11 mil canavieiros em Pernambuco e quase dois mil na Paraíba, além de produtores de todo o NE e do Rio de Janeiro que também são beneficiados pela Lei.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, lembra que o deputado alagoano já é autor de uma emenda, em tramitação na Câmara, que defende o pagamento da subvenção, por isso ele foi acionado pela Unida. “É preciso salientar que a proposta da Unida não garante o pagamento da subvenção, mas a transforma em crédito tributário. Digo isso para que não se crie uma expectativa em relação ao recebimento de recursos como aconteceu com outros pagamentos da subvenção”, afirma Murilo, lembrando que é melhor receber o crédito tributário que não receber nada.

Reunião que debateu infraestrutura das estradas de Santa Rita que servem para escoamento da produção teve participação da Asplan

A Paraíba é o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar no Nordeste e com o início da safra 2017/2018, a preocupação com a infraestrutura de estradas por onde a produção escoa é sempre recorrente. E isso se aplica, principalmente, aos municípios que mais produzem a matéria-prima, a exemplo de Santa Rita. Por isso, no último dia 03, produtores de outras culturas, além de plantadores de cana e o vice-presidente e o diretor da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato e Oscar Gouvêa, respectivamente, se reuniram com vereadores do município para debater o problema das estradas da localidade e ver as alternativas para resolvê-los.

A reunião aconteceu na sede da Câmara Municipal de Santa Rita e contou ainda com a participação dos vereadores Bruno Nóbrega (PR), Carlos Pereira Jr (PSB) e Gustavo Santos (Podemos). A constatação da precariedade das estradas e a necessidade de intervenções urgentes para melhorar o escoamento da produção de cana-de-açúcar, milho, macaxeira, batata e o abacaxi, as principais culturas da localidade, foi o foco dos debates. A safra de cana na Paraíba já foi iniciada e deve se estender até janeiro ou fevereiro do próximo ano.

Região de água abundante, o município de Santa Rita é propício para a agricultura, o que se reverte em recolhimento de impostos, geração de emprego e renda. Contudo, apesar dos recursos oriundos das diversas culturas, o cuidado com a conservação das estradas que servem para o escoamento da produção deixa a desejar. “A maioria das estradas não possuem malha asfáltica ou qualquer tipo de pavimentação, e quando o têm estão em péssimas condições fazendo com que os produtores convivam com vias esburacadas, muitas vezes sem condição de tráfego que pioram muito em períodos de chuva”, destaca o vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, que tem propriedade na região.

Por causa da inexistência de previsão de investimentos na localidade, em curto prazo, para que se mude a realidade das estradas locais, os vereadores que participaram da reunião se comprometeram a elaborar projetos com foco nas melhorias pleiteadas pelos produtores. “Como representantes das comunidades, temos a consciência de que precisamos buscar meios de resolver esse problema, através de requerimentos e projetos de lei e com as cobranças que faremos ao Executivo para que se resolva esse problema para um setor vital para o desenvolvimento do nosso município”, se comprometeu o presidente da Câmara, vereador Gustavo Santos

Paraíba tem lugar de destaque na chapa de reeleição do atual presidente da CNA

No próximo dia 22 de setembro, o atual presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), João Martins da Silva Jr., será reconduzido ao cargo, numa eleição sem concorrentes. Participar de uma eleição sem disputa era, inclusive, uma exigência dele para que aceitasse a recondução ao cargo de dirigente de uma das mais importantes e influentes entidades de classe do Brasil. A reeleição do atual dirigente da CNA também coloca a Paraíba em evidência no cenário do agronegócio nacional, haja vista o segundo maior cargo da diretoria executiva, o de Secretário Geral Executivo, vir a ser ocupado pelo atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), Mário Borba, que já integra a atual cúpula da Confederação, num cargo de diretoria.

Para Mário Borba foi uma honra ter sido escolhido para compor a chapa de reeleição da diretoria da CNA, num cargo tão importante. “Isso aumenta ainda mais minha responsabilidade e dá uma projeção especial à Paraíba, afinal foi a partir de nosso trabalho aqui que nos projetamos em nível nacional”, argumenta Mário, que tem larga experiência no setor, onde atua a mais de 30 anos.

Além de compor a chapa da diretoria executiva da Confederação com um cargo de destaque, a Paraíba já desponta em nível nacional com projetos da CNA na área educacional. Dos 17 polos de educação profissional mantidos no país através da CNA, dois deles estão localizados na Paraíba, sendo um em Campina Grande e outro em João Pessoa. Recentemente, os polos foram auditados pelo Ministério da Educação (MEC) e as unidades da Paraíba obtiveram notas acima da média nacional, com pontuação 4, em Campina Grande e 5, em João Pessoa, numa escala de 3 a 5 pontos.

O vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato que, na semana passada, se reuniu com o presidente da CNA, João Martins, e com o dirigente da Faepa, Mário Borba, durante visita itinerante da diretoria da Confederação à Paraíba, elogiou a indicação do nome de Mário Borba para compor a chapa da reeleição. “Isso sem dúvida é uma conquista importante para a Paraíba que terá numa entidade de projeção nacional e também mundial um representante paraibano, que conhece as nossas demandas, dificuldades e também oportunidades”, afirma Nonato, que também enalteceu a conduta do presidente da CNA em sair do eixo Sul/Brasília e olhar o país de forma descentralizada. “Esse projeto de visita itinerante é muito bom, pois permite que o dirigente veja a realidade das diferentes regiões do país e tenha uma visão macro dos potenciais de cada localidade. A direção da CNA está de parabéns pela iniciativa”, reiterou Nonato.

Fiscais da Asplan participam de treinamento para monitorar qualidade da cana dos associados nas usinas

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) começou nesta segunda-feira (31), o treinamento dos agentes tecnológicos que irão atuar nas usinas do estado durante toda a safra 2017/2018. A capacitação, que inclui aulas práticas e teóricas e ainda explanações in loconas indústrias, é conduzido pelo consultor Francisco Dutra, pelo supervisor dos fiscais, Edvam Silva, pela analista do Laboratórios de Sacarose da Asplan, Josélia Félix, além do coordenador do Departamento Técnico da Asplan (DETEC), Vamberto Rocha. E coube a Vamberto, em nome da diretoria, dar as boas-vindas aos fiscais que vão acompanhar o processo de moagem de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras existentes na Paraíba, entre o mês de agosto e janeiro ou fevereiro do próximo ano.

Na ocasião, o coordenador do DETEC falou da importância do trabalho dos fiscais, cujo principal objetivo é avaliar a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado). “A precisão no trabalho dos fiscais, a partir de uma avaliação correta, assegura uma remuneração justa pela matéria-prima”, destacou Vamberto. Ele lembrou ainda que para se ter essa correta avaliação da cana é fundamental o domínio de conhecimentos técnicos e específicos. “Por isso, esse treinamento é tão importante para vocês”, enfatizou ele.

Em seguida, o consultor Francisco Dutra fez uma explanação do que é a Asplan, como ela funciona, incluindo detalhes dos vários departamentos da associação, com ênfase nas atividades e ações do Departamento Técnico, setor que coordena todo o trabalho de monitoramento nas usinas durante a safra. De acordo com o cronograma de capacitação, além da apresentação, no primeiro dia de treinamento foi abordado a primeira parte teórica do curso “Preparação de Agentes Tecnológicos para Operação no Monitoramento dos Laboratórios de Pagamento de Cana da Paraíba”.

Na próxima quarta-feira (02) será dada a complementação da teoria, no dia seguinte, os fiscais já irão para uma aula prática no laboratório da Asplan, que funciona numa sala do anexo da entidade, e na sexta-feira (04) será feita uma revisão de conteúdo. No dia 07, haverá a aplicação de uma prova para avaliar o nível de aprendizado dos agentes, cuja nota mínima, para ser admitido na equipe de fiscalização, será de 6,0 pontos. “A análise da cana para efeito de avaliação da remuneração é bem complexo porque é cheio de detalhes técnicos que precisam ser observados”, reitera Dutra.

Na próxima semana está programada a realização de visitas nas usinas para que os fiscais se familiarizem com a operação de equipamentos, tais como, a sonda e a balança da cana. A partir daí, segundo Edvam Silva, os fiscais começam a acompanhar a safra nas indústrias, na medida em que a cana dos associados for sendo entregue. No total, cerca de 20 fiscais estão participando da capacitação, que inclui normas e procedimentos que regulamentam toda a etapa de análise da matéria-prima no laboratório, além de noções específicas de informática. Nos dias 07 e 08 também está programada uma reciclagem com os profissionais veteranos, que já atuaram como fiscais em safras anteriores.

 

Atividades itinerantes da CNA na Paraíba têm a participação da Asplan

Aproximar ainda mais a instituição do produtor, ver in loco as potencialidades de cada região e reforçar os laços do Sistema CNA/SENAR com as Federações da Agricultura e os produtores rurais de todas as regiões do País. É com esse propósito que o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Jr., está promovendo reuniões descentralizadas da diretoria da instituição em cada uma das regiões produtoras do Brasil. As atividades na Paraíba aconteceram essa semana, nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28). O vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato representou a entidade nas ações locais.

As atividades realizadas pela CNA na Paraíba incluíram uma visita de campo para conhecer as instalações da Fazenda Santa Terezinha e da Doce Mel, em Mamanguape, uma empresa referência no mercado brasileiro e internacional que atua em quatro segmentos da cadeia produtiva, ou seja, produção, distribuição, logística e importação/exportação de frutas e produtos destinados à alimentação. Houve ainda uma reunião na sede da FAEPA, em João Pessoa, na manhã de hoje (28), e ainda um jantar, na noite desta quinta-feira (27) e um almoço, no início da tarde desta sexta-feira (28).

“Essa iniciativa do presidente da CNA é muito louvável e merece nossos elogios, porque ver in loco, conhecer de perto a realidade de cada região, é muito diferente de receber relatórios em Brasília. Na medida em que se tem mais conhecimento da realidade e das potencialidades é possível pensar em ações e projetos específicos que ajudem a diminuir as desigualdades de um país que tem dimensões continentais como o nosso”, destaca o vice-presidente da Asplan, lembrando que essa iniciativa da CNA bem que poderia ser adotada pelo governo e as instâncias do serviço público.

“Queremos conhecer ainda mais a realidade vivida pelo agricultor e pelo pecuarista, buscando soluções adequadas às suas prioridades e peculiaridades”, destacou João Martins durante reunião, realizada na manhã desta sexta-feira, na sede da FAEPA, em, João Pessoa, com produtores e representantes de entidades ligadas ao setor na Paraíba. O dirigente da CNA lembrou ainda que as reuniões itinerantes estão em conformidade com o projeto da instituição de fortalecer o apoio aos produtores rurais, debatendo com as Federações da Agricultura os problemas do setor e os rumos da agropecuária brasileira. A ideia é levantar dados que subsidiarão a CNA a elaborar políticas públicas para a agricultura e a pecuária do País. Além da Paraíba, já houve reuniões itinerantes em São Luiz (MA), Belém (PA) e em Campo Grande (MS).

Mário Borba, da Faepa, João Martins da CNA e Raimundo Nonato, da Asplan

Usinas paraibanas começam safra 2017/2018 e Asplan prepara fiscais para acompanhar a moagem

As usinas paraibanas já iniciaram a safra 2017/2018 em julho e a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) começa, na próxima segunda-feira (31), o treinamento dos agentes tecnológicos que vão acompanhar o processo de moagem de cana-de-açúcar nas usinas sucroalcooleiras existentes na Paraíba, durante toda a safra. No total, 16 fiscais, entre novatos e veteranos, participarão da capacitação que inclui normas e procedimentos que regulamentam toda a etapa de análise da matéria-prima no laboratório, além de noções específicas de informática.

A Japungu já começou sua safra 2017/2018 essa semana, enquanto que a Giasa, Miriri, Pemel e Agroval devem iniciar na primeira quinzena de agosto. A Monte Alegre deve começar a moer na segunda semana de agosto e a Tabu na segunda quinzena do mesmo mês. A previsão é que a safra termine entre janeiro e fevereiro do próximo ano.

De acordo com o cronograma de capacitação da Asplan, no próximo dia 31, das 8h ao meio-dia, será feita uma apresentação dos trabalhos pelo consultor Francisco Dutra, pelo supervisor dos fiscais, Edvam Silva, pela analista do Laboratórios de Sacarose da Asplan, Josélia Félix, além do coordenador do Departamento Técnico da Asplan, Vamberto Rocha. Entre os dias 01 e 04 de agosto serão realizados os treinamentos para os fiscais novatos. Nos dia 07 e 08 está programada uma reciclagem com os profissionais veteranos, que já atuaram como fiscais em safras anteriores e nos dias 09 e 10 estão programadas a realização de visitas nas usinas. A partir daí, segundo Edvam, os fiscais começam a acompanhar a safra nas indústrias.

De acordo com Vamberto, o treinamento dá subsídios para que os fiscais possam avaliar com precisão a qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores, utilizando a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado). “O trabalho da fiscalização consiste em monitorar as análises, a fim de garantir que o fornecedor de cana tenha sua matéria-prima avaliada corretamente, sem perdas em termos de remuneração”, destaca Vamberto, lembrando que a fiscalização é realizada 24 horas por dia, em turnos de trabalho, já que o fornecimento de cana para as unidades industriais não sofre interrupção.

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, lembra que este é um dos serviços disponibilizados pela associação que beneficia os cerca de 1800 fornecedores de cana-de-açúcar do Estado. “É valido ressaltar que a Asplan além de contratar esses fiscais para monitorar a avaliação da cana feita pelos analistas das usinas, também disponibiliza aos fornecedores um laboratório próprio, situado no prédio anexo ao da entidade, através do qual os associados podem solicitar uma pré-análise de sua cana, para não ter prejuízos posteriores”, finaliza Murilo.

A Paraíba já iníciou a safra 2017-2018 de cana-de-açúcar

Plano Safra 2017/2018 será apresentado aos produtores do Vale do Mamanguape

Os produtores rurais de Itapororoca e municípios que integram o Vale do Mamanguape, especialmente, os que cultivam cana-de-açúcar, terão a oportunidade de conhecer os detalhes e novidades do Plano Agrícola e Pecuário ou Plano Safra 2017/2018, que entrou em vigor no último dia 03 de julho. É que no próximo sábado (29), a partir das 8h30, no La Luna Recepções, em Itapororoca, representantes do Banco do Brasil vão apresentar o detalhamento do Plano e tirar dúvidas dos produtores. A iniciativa é da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em parceria com as prefeituras do Vale do Mamanguape e o BB.

“O crédito do Plano Safra, geralmente, tem taxas de juros menores e mais atrativas, o que é um estímulo para o produtor investir em sua lavoura, por isso, é importante que eles participem desta explanação e tirem suas dúvidas sobre como obter o crédito disponibilizado pelo Governo Federal”, afirma o presidente da Asplan, Murilo Paraíso, lembrando que no último dia 11, foi feita a mesma explanação na sede da Asplan.

Com um volume total de recursos de R$ 200,25 bilhões, dos quais R$ 91,5 bilhões estão disponíveis através do Banco do Brasil, o Plano Safra 2017/2018 tem 2,4% a mais em créditos do que a safra anterior e chega com a novidade da redução da taxa de juros nos principais programas, que variam de 1% a 2%. “Essa explanação em Itapororoca será uma excelente oportunidade para os produtores tirarem todas as suas dúvidas e esperamos que todos compareçam”, finaliza o diretor e ex-presidente da Asplan, José Inácio de Morais, e um dos organizadores do evento.

‘Alimentação correta e equilibrada assegura maior longevidade com mais qualidade de vida e saúde’ reitera nutricionista Paula Bacalhau

Não é novidade para ninguém que hábitos saudáveis são capazes de promover uma vida longa e com saúde. E foi em busca de informações que ajudem os associados, funcionários e parceiros a terem uma melhor qualidade de vida e, portanto, uma rotina mais saudável, que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em parceria com a com a Unimed João Pessoa, realizou  na manhã desta quarta-feira (19), a palestra ‘Longevidade com qualidade de vida’, com a especialista em Nutrição Clínica e Saúde Pública, Paula Bacalhau. O evento aconteceu no mini auditório da entidade e contou ainda com a participação da psicóloga Roberta Mota, que integra a equipe do programa ‘Promoção de Saúde-Viver Melhor’ da Unimed local.

E foi a psicóloga que abriu o evento reiterando que as pessoas precisam, adotar hábitos mais saudáveis para não apenas ter uma melhor qualidade de vida, mas, também uma vida mais longa e com saúde. “A longevidade com saúde é possível de ser atingida, mas é preciso que as pessoas se conscientizem da importância da adoção de hábitos mais saudáveis e a alimentação correta e adequada tem um papel importante neste contexto. Contudo, é preciso que as pessoas também tenham cuidado com o que circula na Internet porque nem tudo que está lá é verdadeiro e saudável”, destacou Roberta Mota, enaltecendo a parceria com a Asplan nas palestras realizadas a partir do ‘Promoção de Saúde-Viver Melhor’.

A palestra da nutricionista  Paula Bacalhau começou com a conceituação do que se entende por longevidade e depois abordou passos que uma pessoa deve seguir para ter uma alimentação saudável. Entre as orientações mais importantes, destaca-se a questão dos intervalos entre as refeições. “O ideal é que façamos de 5 a 6 refeições por dia, com intervalos de 3em 3 horas ou de 2 em 2 horas. Isso evita ter picos ou quedas de glicose”, disse a nutricionista, recomendando que essas refeições intercaladas, de preferência, devem ser feitas com frutas, alimentos ricos em fibra e de baixo teor calórico.

Em seguida, Paula Bacalhau o esquema gráfico da Pirâmide Alimentar, enaltecendo a importância dos vários tipos de alimentos e as proporções que devem ser ingeridas nas refeições para se ter uma alimentação balanceada e saudável. Neste contexto, a ingestão de água ocupa lugar de destaque. Segundo a nutricionista, as antigas  orientações de ingestão de 1 a 1,5 litros de água por dia, atualmente, estão  defasadas e a quantidade ideal de consumo de água por individuo deve ser calculada, caso a caso, numa proporção média de 30 a 40 ml de água multiplicada pelo peso da pessoa. “Por exemplo, se você pesa 70 kg, multiplique isso por 35 ml que dará um consumo ideal de água de 2,450 litros por dia”, exemplificou ela.

Outros hábitos que devem ser incorporados à rotina de quem quer ter uma alimentação saudável e, consequentemente, mais longevidade com saúde, é praticar atividades físicas regulares, consumir de cinco a seis porções de frutas por dia, evitar a ingestão de líquidos durante as refeições, consumir leguminosas (feijão, ervilha, etc) e oleaginosas ( castanha, amendoim, nozes) e frutos do mar e evitar doces. Segundo a nutricionista, o consumo de carne vermelha é importante, entre outros aspectos, para combater a anemia, mas deve ser feito com moderação, de uma a três vezes por semana. “O consumo acima desta média, aumenta os riscos de AVC, gota, aumento do ácido úrico, etc”, destaca Paula.

Ainda de acordo com a nutricionista, a composição ideal de uma refeição completa deve ser formada por 50% de vegetais, 25% de carboidratos e 25% de proteína; os diabéticos, além de evitar o açúcar, precisam ter cuidado com o consumo de batata inglesa, já que ela tem um alto teor glicêmico; as fibras são fundamentais, pois além de ajudar na formação do bolo fecal, elas alimentam bactérias importantes que habitam o trato digestivo; os legumes devem ser cozidos no vapor, porque quando são cozidos na água, boa parte dos minerais e vitaminas se perdem no descarte do líquido; Paula disse ainda que quem quiser ter uma vida longa e saudável, deve evitar o consumo de refrigerantes, enlatados, embutidos, frituras, além não fumar e beber moderadamente.

O sal é, segundo a nutricionista, outro alimento que deve ser usado com moderação. “O ideal é até 5 g de sal/dia, mas a média atual do brasileiro é de 12 g/dia, o que acarreta problemas tais como aumento da pressão arterial, má circulação, além de celulite nas mulheres”, reitera Paula Bacalhau. Já os alimentos cardioprotetores, tais como, alho, aveia, nozes, soja, castanha, azeite de oliva extra virgem, peixes, frutas e uma taça de vinho seco por dia, podem, ser consumidos sem medo. Além da questão da alimentação, a palestra ainda focou aspectos importantes que contribuem com uma longevidade saudável, a exemplo dos relacionamentos, o bem estar pessoal, etc.

A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, que assistiu à palestra, reiterou que a busca da longevidade com saúde, é possível e está ao alcance de qualquer um. “São hábitos simples e acessíveis à maioria das pessoas, tais como, a inclusão de frutas na dieta diária, a ingestão de mais água, a redução dos intervalos das refeições e a prática de exercícios físicos. O fundamental é se conscientizar de que é importante essa mudança de hábito e que isso nos fará bem melhor. Adorei a palestra e vou seguir os conselhos da nutricionista”, afirma Kiony. Vilma Machado que trabalha no setor administrativo da Asplan já tinha começado essa mudança de hábito, mas vou ampliar os cuidados com minha alimentação. “De fato, as dicas dadas na palestra de hoje são simples de seguir e fazem uma grande diferença na melhoria da qualidade de nossa vida.Algumas as orientações eu já fazia, como praticar atividades física, no meu caso, ando de bicicleta, e já consumo alimentos saudáveis, mas vou me policiar mais no consumo das coisas ditas ‘proibidas’”, afirmou Vilma.