Asplan

Canasplan chega a segunda edição reforçando o protagonismo da Paraíba no setor produtivo

Com o sucesso da primeira edição, em 2024, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a União Nordestina dos Produtores de Cana – UNIDA realizam, no dia 19 de dezembro, em João Pessoa, a segunda edição do Canasplan – Destaques do setor. O evento, que reúne produtores, profissionais, convidados e especialistas do segmento, tem o objetivo de debater desafios e oportunidades e reconhecer personalidades que são importantes para o setor e que se destacam em sua área de atuação contribuindo para o desenvolvimento e fortalecimento da cultura canavieira.
Na edição 2025 serão homenageados o presidente da Câmara dos Deputados, Ugo Motta, e os dirigentes canavieiros José Inácio de Morais, atual presidente da Asplan, o segundo vice-presidente da entidade canavieira paraibana, Raimundo Nonato, e o diretor-tesoureiro, Oscar de Gouvêa Barreto. O Canasplan 2025 é voltado para associados, técnicos, pesquisadores, representantes de usinas e autoridades do setor e traz a cada edição anual temas estratégicos para discussão.
Na primeira edição, em 2024, o presidente da Datagro e um dos maiores especialistas do setor Sucroenergético, Dr. Plínio Nastari, fez uma palestra sobre perspectivas do setor. Este ano, o evento traz como palestrante Guilherme Nastari, também da Datagro. O evento é gratuito e direcionado para associados e convidados.
De acordo com o presidente da Asplan, José Inácio, o evento representa uma grande oportunidade de reunir conhecimento e fortalecer o diálogo entre todos os elos do setor, estimulando a inovação e a competitividade da produção canavieira nordestina, além de ser um momento de troca de ideias e fortalecimento dos laços entre todos que integram a cadeia produtiva do Nordeste. “Além de atualizar os participantes sobre tendências do mercado, temas atuais e de interesse do setor, e avanços, o Canasplan busca também valorizar o papel do produtor e fortalecer a representatividade do setor paraibano no cenário regional e nacional e também homenagear personalidades que se destacam tanto na área, quanto no cenário nacional, com ações voltadas para a defesa e desenvolvimento do segmento produtivo”, afirma José Inácio.
Ele lembra que o tema da palestra deste ano foi pensado, justamente, no momento em que está vivendo o setor. “Estamos em meio a uma grande crise, onde o preço da matéria-prima está muito ruim e precisamos entender bem essa questão dos custos de produção para poder, a partir daí, nos planejarmos melhor da porteira para dentro que é onde nós podemos atuar para melhorar os nossos custos porque, infelizmente, não temos poder para modificar as questões de mercado, mas, podemos atuar para melhorar a produtividade e eficácia de nossa produção”, finaliza José Inácio.

Presidente da Asplan, José Inácio lembra que o Canasplan reúne conhecimento e oportunidade de diálogo para o setor
Card do Canasplan 2025

Crise no setor canavieiro do Nordeste chega a patamares preocupantes e entidades de classe clamam por ajuda para superação desse momento

Com perdas superiores a 33% no preço da matéria-prima, reflexo direto da desvalorização internacional do açúcar e do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o Setor da Agroindústria Canavieira do Nordeste passa por uma grave crise que ultrapassa as oscilações normais do segmento. E isso tem forte repercussão no contexto social nesta safra 2025/2026, que está em curso com risco de solução de continuidade para centenas de produtores de cana, várias usinas e milhares de trabalhadores no campo e nas indústrias da região. Para o enfrentamento da crise, o setor está pleiteando ajuda dos governos federal e estadual.
Em Pernambuco, segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, já há uma audiência pública marcada para o próximo dia 1º para debater a crise. Na Paraíba, diretores da Associação dos Plantadores de Cana se mobilizam há algum tempo entre viagens à Brasília para buscar apoio de parlamentares na aprovação de uma subvenção de R$ 12,00 por tonelada de cana e já solicitaram audiência com o governador João Azevêdo para expor a situação e discutir soluções que minimizem a situação, principalmente de micro e pequenos produtores que são os que mais sofrem e representam 80% do segmento no estado. Além disso, já entraram em entendimento com deputados estaduais que conhecem o setor para propor um debate público também na ALPB.
“A crise é grande, os produtores não vão conseguir honrar seus pagamentos sem ajuda porque a conta não fecha, estamos sendo remunerados abaixo do que investimos e a continuar assim, o produtor não terá condições nem de adubar sua cana”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio. Ele lembra que em 2024, neste mesmo período, o valor da cana era de R$ 175,00 por tonelada e que a projeção para novembro é de R$ 134,31, equivalente ao valor negociado há quatro anos atrás.
Além das tratativas com os governos locais, o setor se articula no Congresso para incluir na Medida Provisória 1.309, que instituiu o Plano Brasil Soberano, o auxílio emergencial, a título de equalização, de R$ 12,00 por tonelada. “Esse valor não acaba a crise, mas ameniza a situação do produtor que, na atual conjuntura, é, de fato, desesperadora. Imagine você investir para produzir uma tonelada de cana e receber muito menos do que você investiu. É isso que está acontecendo”, reitera José Inácio.
O Consultor do setor, Gregório Maranhão, confirma que essa é a maior crise do segmento em duas décadas e afirma que qualquer ajuda que o estado venha a colocar à disposição do setor, é um investimento no próprio estado. “É fundamental conscientizar os gestores públicos no plano federal e estadual, que o gesto de socorro atendendo o clamor das lideranças agroindustriais canavieiras do Nordeste não é favor, é investimento na região mais carente do Brasil, na cultura mais expressiva do Nordeste, a que mais emprega no campo. E repetindo o jargão do pedido de socorro à cana-de-açúcar nordestina é preciso lembrar que “se tá ruim com cana, muito pior sem ela”, para governo e governados”, finaliza Gregório.

Presidente da Asplan, José Inácio, alerta sobre a crise e reforça necessidade de ajuda para o setor
O valor pago pela matéria-prima está muito abaixo dos custos de produção
Produtores estão preocupados com o preço da tonelada de cana

Pela primeira vez, UNIDA terá representante no ISO Sugar que acontece em Londres

As inovações no mundo do açúcar nas últimas décadas têm sido desafiadoras para os muitos milhões de pessoas, em todos os níveis, envolvidas na indústria em todo o mundo. E a Organização Internacional do Açúcar (ISO) tem trabalhado para abraçar essas mudanças, chamando à atenção do segmento, bem como defendendo o setor. E nos próximos dias 2 e 3 de dezembro, em Londres, essa entidade debaterá como melhorar as condições do açúcar no mercado mundial. E pela primeira vez, um representante da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA) vai participar do ISO e desses debates.  A entidade será representada pelo presidente Pedro Campos Neto, que também preside a Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA.
“É uma grande satisfação participar deste evento que já se consolidou como um dos fóruns mais relevantes para o diálogo global sobre o setor sucroenergético. Nele vamos discutir temas que ultrapassam fronteiras e impactam diretamente a segurança energética, alimentar e ambiental do planeta. E isso é fundamental porque o cenário internacional exige cada vez mais integração, transparência e cooperação, e a ISO desempenha um papel essencial ao promover análises técnicas, projeções de mercado e debates estratégicos que orientam políticas públicas e decisões empresariais em todo o mundo”, destaca Pedro Neto.
A 34ª edição do evento reunirá palestrantes de renome mundial de empresas de prestígio há muito estabelecida, além de líderes de alto nível do setor, de todos os continentes e todas as áreas envolvidas com o açúcar, de políticos a agricultores, de financiadores a indústrias. A Organização Internacional do Açúcar (ISO) é uma entidade intergovernamental que facilita a colaboração global no setor do açúcar.
 
Pedro Campos Neto já confirmou presença
Presidente da Unida, Pedro Campos Neto já confirmou presença no evento em Londres

Alunos do curso de Agronomia da FACENE conhecem trabalho de produção de insumos biológicos da Estação de Camaratuba

Alunos e professores do curso de Agronomia da FACENE visitaram, no último sábado (8), as biofábricas de produção de insumos biológicos que funcionam na Estação de Camaratuba e conheceram não apenas como se dá a produção de Cotesia flavipes e do fungo Metarhizium anisopliae, mas ver sua aplicação na prática. O Biólogo Roberto Balbino conduziu as atividades com o grupo que tinha um total de 35 pessoas. A Estação de Camaratuba é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).
“Além de mostrar todo o processo de produção, com prática e conhecimento sobre a biologia dos insetos, levamos o grupo para o campo mostrando todo processo de identificação da Diatraea e da liberação da Cotesia flavipes, além da aplicação de fungo Metarhizium anisopliae”, disse Roberto.
Otimizar o uso de produtos químicos, favorecer a segurança alimentar, a saúde do solo, estimular a biodiversidade, aumentar a rentabilidade da atividade agrícola e, sobretudo, controlar pragas de forma ecologicamente correta. Essas são algumas das vantagens de utilizar bioinsumos nas lavouras. E a Paraíba dá um bom exemplo neste sentido não apenas como referência no Nordeste na produção da Cotesia flavipes (vespas) e Metarhizium anisopliae (fungos), como vem registrando, nos últimos anos, crescimento na produção e utilização destes bioinsumos nas plantações de cana-de-açúcar. A produção da Estação é direcionada gratuitamente para os associados da Asplan e vendida também para os mercados de Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Estudantes da Facene durante visita à estação de Camaratuba
Houve também demonstrações no campo
O grupo também vivenciou experiências no campo
Roberto Balbino, biólogo da Estação, consuziu os trabalhos
Grupo da Facene conheceu produção de insumos biológicos da Estação no sábado
No campo, o grupo da Facene acompanhou como age os bioinsumos
O grupo de estudantes e professores da Facene que visitou a Estação no último sábado (8)

Ação de recolhimento de embalagens plásticas usadas em Pedras de Fogo arrecada 2,2 toneladas em apenas um dia

A ação de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas que aconteceu nesta quinta-feira (23), entre 8h e 14h, em Pedras de Fogo, foi um sucesso. Foram descartadas corretamente 2,2 toneladas de embalagens usadas, o equivalente a 140 kg de embalagens flexíveis, 316 kg de papelão e 15k de tampas, de variados tamanhos e materiais. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) foi parceira do evento.
Foram recolhidas 999 unidades de embalagens plásticas rígidas de 1 litro, 1.359 unidades de 5 litros, 127 embalagens de 10 litros e 1.136 unidades de20 litros, totalizando 3.621 unidades. A logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas permite que recipientes utilizados tenham uma destinação correta após o uso, evitando a contaminação de solo, mananciais e rios. Toda a arrecadação será destinada a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN).
Para o diretor do Departamento Técnico (Detec) da Asplan, Neto Siqueira, ações deste tipo devem sempre acontecer para facilitar o descarte correto por parte dos produtores. “É muito bom quando a gente tem esse tipo de ação que facilita nossa logística de descarte”, disse ele, lembrando que a legislação exige que esse descarte seja feito de forma correta.
“A legislação proíbe que se queime, enterre ou se jogue em lixo comum essas embalagens e a gente sabe que o produtor só pode guardar recipientes vazios até um ano e que depois deste prazo, obrigatoriamente, tem que fazer a logística reversa, então, é muito bom quando há a disponibilidade destes postos de coleta”, reforça o Engenheiro Agrônomo da Asplan, Luís Augusto.
Além do apoio da Asplan, a iniciativa teve a participação da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE) e do Governo do Estado, através a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).
Foram arrecadados 2,2 toneladas de embalagens
A coleta aconteceu neste dia 23
O posto de arrecadação funcionou das 8h às 14h nesta quinta-feira (23)
Foram recolhidas embalagens plásticas e de papelão, além de tampas
Ações como essa que incentivam o descarte correto das embalagens de defensivos têm o total apoio da Asplan
A ação de recolhimento de embalagens em Pedras de Fogo atigiu 2,2 toneladas de materiais

Com as novas variedade teremos condições de aumentar a produtividade tanto quanto a soja e o milho afirma Pedro Neto

“Soja e milho aumentaram produtividade e a cana, infelizmente, não acompanhou esse processo, mas temos esperança de que com as novas variedades a gente também possa seguir o mesmo caminho”. Essa afirmativa foi feita pelo presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool e da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA), Pedro Campos Neto na abertura da programação do evento “Liberação Nacional de Variedades RB 2025” da RIDESA, neste 22 de outubro. O momento que aconteceu em Ribeirão Preto (SP) marcou o lançamento de 18 novas variedades de cana-de-açúcar e reuniu especialistas, técnicos, empresários e produtores para apresentar as variedades desenvolvidas por sete universidades federais, adaptadas para diferentes regiões do país.
Em sua participação, Pedro Neto, destacou o ano difícil para o setor sucroenergético do Nordeste, especialmente, para os produtores de cana da região que estão em plena safra enfrentando a queda na remuneração da matéria-prima. “A situação está muito difícil, mas temos que procurar saídas para enfrentar esse momento focando na redução de custos e no aumento da produtividade. E através de novas variedades é que conseguimos aumentar nossa produtividade. Vimos o milho e a soja aumentar a produtividade por hectare e a cana, infelizmente, não acompanhou. Mas, temos a esperança que através dos estudos e pesquisa da RIDESA, e das universidades ligadas a ela, podemos chegar também a esse ganho de produtividade”, afirmou ele.
Pedro Campos Neto foi um dos participantes da Mesa Redonda ‘Políticas Públicas para bioenergia e o papel do setor sucroenergético’ que contou ainda com o presidente da SIAMIG Bioenergia, Mário Ferreira Campos Filho, o diretor de Assuntos Governamentais e Regulatórios da Toyota do Brasil, Rafael Ceconello e Luiz Carlos Corrêa, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio. O mediador do painel foi o diretor executivo da Bioenergia Brasil, Roberto Hollanda Filho.
As 18 novas variedades que visam disponibilizar novas tecnologias para o setor sucroenergético, com variedades desenvolvidas para aumentar a produtividade, a sanidade e a adaptação a diferentes condições regionais, foram desenvolvidas pelas universidades UFAL, UFRPE, UFRRJ, UFV, UFG, UFPR e UFSCar.
Pedro Campos Neto (centro) participou do evento como palestrante
Pedro Campos Neto é presidente da Unida e da Câmara Setorial do Açúcar e Álcool e vice-presidente da Asplan
Pedro participou do painel de abertura do evento da Ridesa quando foram lançadas 18 variedades de cana

Vice-Presidente da Asplan aborda momento difícil do setor canavieiro do Nordeste durante Conferência Internacional DATAGRO

Durante sua participação como um dos palestrantes do painel ‘O que esperar a frente’, no segundo dia da 25ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol, o vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Pedro Campos Neto falou sobre o atual momento vivido pelos produtores de cana do Nordeste, sobre projetos de interesse do setor que tramitam no Congresso e reiterou que mesmo diante de tantos desafios, o produtor canavieiro não deve perder a esperança de dias melhores. “O produtor de cana tem que tentar aumentar a produtividade e reduzir os custos. Acho que é a única saída para um momento difícil como esse que a gente atravessa agora, já que o setor primário não consegue interferir nos preços do açúcar e do etanol”, disse ele.
O painel que Pedro participou reuniu presidentes representantes de diversas entidades, empresas e instituições e teve como moderador o presidente da DATAGRO, Plinio Nastari, que antes das falas homenageou todos os palestrantes com a entrega de um troféu. “Esse é um ano bastante difícil para o Nordeste, vendo esses números que a DATAGRO apresentou, a gente vê uma precificação de 15,50 a 16,00 cents no açúcar, que eu acho que o Centro-Sul não foi tão afetado. O Nordeste começou com esse preço é já está bem afetado”, afirmou Pedro. Uma das saídas para enfrentar esse momento de preços baixos, segundo o dirigente da Unida, é a proposta de subvenção que tramita no Congresso, de R$ 12,00 por tonelada, que já tem o apoio do deputado e presidente da Câmara, Hugo Motta.
Além do baixo preço pago pela cana, o setor no Nordeste ainda convive com a escassez de mão de obra. “Estamos com uma dificuldade muito grande de contratação, isso acontece no Brasil, mas com mais impacto no Nordeste, onde há muitos beneficiários de programas sociais, inclusive, estamos atentos a um PL do deputado Zé Victor, que já passou na Câmara e está no Senado, que assegura que o funcionário contratado para a safra, o safrista, ele não perde os benefícios sociais, seja Bolsa Família, Vale Gás ou outros desses benefícios”, destacou Pedro.
“Como eu falei, a gente está numa safra difícil, muito desafiadora para o Nordeste, mas não podemos baixar a cabeça. O que a gente tem que fazer é da porteira para dentro. Aumentar produtividade e reduzir custos. Essa é a saída para superar esse momento”, finalizou Pedro que também é presidente da  Câmara Setorial do Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e Presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA).
Presidente da Câmara, Hugo Motta prestigiou a abertura do evento
Pedro Neto foi um dos palestrantes do evento neste dia 21
Pedro Neto foi homenageado pela Datagro
Pedro Neto e Dr. Plínio Nastari, da Datagro
Pedro Neto durante sua participação como palestrante da Conferência da Datagro
Pedro Neto durante sua participação como palestrante da Conferência da Datagro
Inácio Filho, Pedro Neto, deputado federal, Arnaldo Jardim e Fernando Rabello
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, prestigiou a abertura da Conferência da Datagro
Fernando Rabelo (Asplan), Pedro Neto (Asplan,UNifda e Câmara Setorial) e Inácio Filho (Asplan)
Ferando Rabelo, Pedro Neto e Inácio Filho
Eduardo Monteiro, Alexandre Lima, Pedro Neto, Hugo Motta e Fernando Rabelo
Cleanto, produtor canavieiro paraibano, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
Cleanto e sua filha Luiza, associados da Asplan, também participaram do evento da Datagro
A Conferência da Dataghro aconteceu nos dias 20 e 21, em São Paulo

Presidente da Unida aborda momento difícil do setor canavieiro do Nordeste durante Conferência Internacional DATAGRO

Durante sua participação como um dos palestrantes do painel ‘O que esperar a frente’, no segundo dia da 25ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol, o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA), Pedro Campos Neto falou sobre o atual momento vivido pelos produtores de cana do Nordeste, sobre projetos de interesse do setor que tramitam no Congresso e reiterou que mesmo diante de tantos desafios, o produtor canavieiro não deve perder a esperança de dias melhores. “O produtor de cana tem que tentar aumentar a produtividade e reduzir os custos. Acho que é a única saída para um momento difícil como esse que a gente atravessa agora, já que o setor primário não consegue interferir nos preços do açúcar e do etanol”, disse ele.
                   O painel que teve a participação do dirigente da Unida reuniu presidentes de diversas entidades, empresas e instituições e teve como moderador o presidente da DATAGRO, Plinio Nastari, que antes das falas homenageou todos os palestrantes com a entrega de um troféu. “Esse é um ano bastante difícil para o Nordeste, vendo esses números que a DATAGRO apresentou, a gente vê uma precificação de 15,50 a 16,00 cents no açúcar, que eu acho que o Centro-Sul não foi tão afetado. O Nordeste começou com esse preço é já está bem afetado”, afirmou Pedro. Uma das saídas para enfrentar esse momento de preços baixos, segundo o dirigente da Unida, é a proposta de subvenção que tramita no Congresso, de R$ 12,00 por tonelada, que já tem o apoio do deputado e presidente da Câmara, Hugo Motta.
               Além do baixo preço pago pela cana, o setor no Nordeste ainda convive com a escassez de mão de obra. “Estamos com uma dificuldade muito grande de contratação, isso acontece no Brasil, mas com mais impacto no Nordeste, onde há muitos beneficiários de programas sociais, inclusive, estamos atentos a um PL do deputado Zé Victor, que já passou na Câmara e está no Senado, que assegura que o funcionário contratado para a safra, o safrista, ele não perde os benefícios sociais, seja Bolsa Família, Vale Gás ou outros desses benefícios”, destacou Pedro.
“Como eu falei, a gente está numa safra difícil, muito desafiadora para o Nordeste, mas não podemos baixar a cabeça. O que a gente tem que fazer é da porteira para dentro. Aumentar produtividade e reduzir custos. Essa é a saída para superar esse momento”, finalizou Pedro que também é presidente da  Câmara Setorial do Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).
Presidente da Câmara, Hugo Motta prestigiou a abertura do evento
Pedro Neto foi um dos palestrantes do evento neste dia 21
Pedro Neto foi homenageado pela Datagro
Pedro Neto e Dr. Plínio Nastari, da Datagro
Pedro Neto durante sua participação como palestrante da Conferência da Datagro
Pedro Canpos Neto, presidente da UNida e da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e vice-presiedente da Asplan
Mário Campos Filho, da Siamig Bioenergia e Pedro Campos Neto
Inácio Filho, Pedro Neto, deputado federal, Arnaldo Jardim e Fernando Rabello
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, prestigiou a abertura da Conferência da Datagro
Eduardo Monteiro, Alexandre Lima, Pedro Neto, Hugo Motta e Fernando Rabelo
A Conferência da Dataghro aconteceu nos dias 20 e 21, em São Paulo

Asplan apoia celebração do projeto ‘Sementinhas de Valor’ de escola municipal de Camaratuba

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) contribuiu, este ano, para abrilhantar a comemoração do Dia da Criança da escola municipal E.F.Manoel Fernandes, de Camaratuba, com a doação de lanches para os estudantes. A ação integra o programa de atividades sociais da entidade e contemplou o projeto ‘Sementinhas de Valor’ desta unidade escolar pública. Além da Asplan, a Guaraves, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outras empresas e entidades contribuíram para a comemoração que aconteceu no último dia 14. O biólogo da Estação de Camaratuba, Roberto Balbino representeou a Associação no evento.
E a festa foi linda e divertida com diversas atrações e uma programação especial preparada para celebrar o Dia das Crianças de forma inesquecível. A programação seguiu com brincadeiras, apresentações, momentos de lazer e distribuição de guloseimas e lanches, que garantiu risadas e muita animação entre os alunos. “Conhecemos o projeto desta escola através de uma de nossas fiscais e ficamos encantados com o objetivo dele que é estimular o gosto pela leitura e o saber e resolvemos apoiar a culminância dele que é a comemoração do Dia das Crianças e doamos cerca de 300 lanches”, destaca a gerente Administrativa da Asplan, Kiony Vieira. Ela lembra que a escola está situada numa área canavieira e que muitos alunos são filhos de trabalhadores e produtores do setor, daí também a ligação da Asplan com o educandário.
Uma das brincadeiras e dinâmicas do evento
Teve pintura de rosto
Roberto Balbino, da Asplan, representou a Associação na comemoração
Roberto Balbino falou em nome da Asplan destacando a importância de apoiar projetos como o ‘Sementinha de Valor’
Houve também apresentações
Festa aconteceu ao ar livre no dia 14 de outubro
As crianças ganharam lanches, brinquedos e guloseimas
As crianças brincaram à valer
A festa da criançada também teve personagens infantis
A Asplan doou o lanche dos estudantes
A Asplan doou lanche para 300 crianças

3ª Reunião Ordinária do CBH-LN aconteceu sob a presidência de Alfredo Nogueira em Itapororoca

A primeira reunião dos Membros do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte sob a presidência de Alfredo Nogueira Neto aconteceu nesta quinta-feira (16), na Câmara Municipal de Itapororoca. O momento marcou a 3ª Reunião Ordinária do Comitê e inclui uma pauta de debates bem extensa que começou com a aprovação da Ata do encontro anterior e terminou com a apresentação do Relatório de Segurança de Barragens do CBH-LN, feito pelo Gerente de Operações de Mananciais e de Segurança de Barragens da AESA, João Pedro Chaves.
Além destes temas, durante a reunião foi abordada a participação dos membros do Comitê no ENCOB 2025, avaliado o acompanhamento da Elaboração do Plano de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas Litorâneas (PRHBHL), debatido a questão da Alocação de Água do Açude Araçagi, do processo da Barragem de Curralinho, da ampliação do número de participantes do poder público no CBH-LN e facultada a palavra no final da reunião para quem quisesse se manifestar.
O presidente do Comitê, Alfredo Nogueira, avaliou o momento como muito produtivo. “Abordamos questões importantes e que estão em andamento e que precisamos acompanhar de perto, inclusive com análise do documento final do Plano de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas Litorâneas enviado pela AESA, que será votado no próximo dia 22, na reunião do Conselho de Recursos Hídricos, que vai definir as diretrizes a serem adotadas em relação as bacias do Litoral Norte e Sul”, explica o presidente. Foi solicitada ainda a AESA que disponibilize técnicos para fazer o treinamento de irrigantes que utilizam águas do Açude Araçagi.
O presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte é Engenheiro de Segurança do Trabalho da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), e foi eleito para a função no dia 24 de julho, juntamento com o Técnico de Segurança do Trabalho da Asplan, Natanael Leal, eleito seu vice-presidente, para o mandato de 2025-2028. No Comitê, Alfredo representa a Sociedade Civil e Natanael, tem acento como Usuário de Recursos Hídricos.
Reunião aconteceu na Câmara de Vereadores de Itapororoca
Natanael Leal, da Asplan, é vice-presidente do Comitê
Natanael Leal e Alfredo Nogueira, são da Asplan
Membros que participaram da reunião
Durante a reunião vários assuntos foram abordados
Comitê tem representantes da sociedade civil também
Alfredo Nogueira conduziu os trabalhos da reunião desta quinta-feira (16), em Itapororoca
Alfredo Nogueira conduziu a primeira reunião o Comitê como presidente
Alfredo Nogueira (Camisa rosa) preside o Comitê
A reunião foi bem prestigiada