Asplan

Legado do agropecuarista Pompeu Borba orgulha a Paraíba afirma Presidente da Asplan

“Um produtor que sempre teve como referência um bom trabalho, que acreditou e investiu na agropecuária e que viveu mais de 50 anos às custas de seu trabalho no campo, sendo referência não só na região, mas, em todo o país, em genética de qualidade e que deixa um legado que orgulha a Paraíba”, disse hoje (15), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro se referiu ao agropecuarista Pompeu Gouveia Borba, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (14), aos 85 anos, em João Pessoa, onde residia.

Pecuarista, produtor rural e criador, Pompeu começou sua relação com a atividade agropecuária muito jovem, com apenas 15 anos, com a produção de cana-de-açúcar. Anos depois, assumiu a Fazenda Riacho do Navio, onde iniciou seu trabalho em genética e melhoramento, destacando-se como referência nacional como criador da raça Sindi e carneiros Santa Inês.

“Pompeu nos deixa além de um legado muito importante, a lição de que é possível sobreviver da agropecuária com dignidade e o exemplo de um produtor que adorava sua atividade, que tinha orgulho e prazer no que fazia”, afirma José Inácio, lembrando que essa amor pela lida no campo, inspirou seus descendentes que, com certeza, continuarão elevando o setor rural paraibano.

Mudanças na venda do etanol podem baratear preço final do produto ao consumidor final

Os senadores aprovaram na última terça-feira (12) a urgência na tramitação do projeto de decreto legislativo que autoriza o produtor de etanol a vender o produto diretamente aos postos de combustíveis. Essa proposta, defendida por várias entidades ligadas ao setor sucroalcooleiro, entre elas, a União dos Produtores de Cana do Nordeste (Unida), suspende o artigo 6º da Resolução 43/2009, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que obriga o produtor a vender o etanol as distribuidoras ou ao mercado externo. Com a mudança, a indústria teria a flexibilidade de fazer a venda diretamente para os postos o que baratearia os custos, tornando o preço do etanol nas bombas mais vantajoso para o consumidor. Com a urgência na tramitação, a proposta passa a constar na Ordem do Dia da próxima sessão deliberativa do Senado.

Essa solicitação da venda direta do etanol hidratado das usinas /destilarias para os postos de combustíveis, segundo o presidente da Unida e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, na prática, além de agilizar a entrega do produto, reduziria o preço do etanol ao consumidor, ao acabar com a intermediação das distribuidoras. “A legislação brasileira hoje obriga que haja essa intermediação das distribuidoras, que hoje detém o monopólio da compra e venda do álcool. Acontece que essa intermediação gera um custo adicional com a margem da distribuidora, de transporte e da carga tributária, o que causa um impacto significativo e encarece o preço final do produto que com essa venda direta seria mais acessível”, explica o dirigente canavieiro.

O autor do projeto, senador Otto Alencar (PSD-BA), em declarações à Imprensa, coloca que a recente crise institucional causada pelas paralisações de caminhoneiros contra a alta no preço dos combustíveis fez surgir a necessidade de alterar a política de comercialização do setor. Segundo ele, a limitação imposta pela ANP “produz ineficiências econômicas ao impedir o livre comércio através da venda direta entre produtores de etanol e postos de abastecimento”.

A proposta de revogar a proibição, explica José Inácio, não tira da cadeia comercial as distribuidoras. “A proposta é criar uma alternativa dos postos adquirirem o etanol, tanto das distribuidoras, quanto das usinas e das destilarias, incrementando a concorrência do mercado de combustíveis e, consequentemente, a redução no preço do produto para o consumidor final”, reitera o dirigente da Unida.

Apresentação do Renovabio para produtores independentes acontece nesta terça-feira em Brasília e terá a participação da Asplan e Unida

Como participar do Renovabio e de que forma o produtor independente de cana-de-açúcar pode ser inserido no Programa. Essa é a proposta de uma reunião que acontece nesta terça-feira (12), a partir das 10h, na sede da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), em Brasília. O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais e o vice-diretor do Departamento Técnico da Asplan, Pedro Neto, participam do evento para, posteriormente, disseminarem as informações com os associados.

“O Renovabio vai criar um mercado de créditos de descarbonização (CBios) e esse mercado precisa envolver e favorecer também os produtores independentes e não apenas as indústrias, dai ser muito importante conhecer detalhes de como isso pode ser operacionalizado”, afirma José Inácio.

De acordo com divulgações do Ministério de Minas e Energia (MME) o ponto de destaque, que determinará todo o funcionamento do Renovabio, é a meta proposta. Segundo o modelo criado e proposto pelo MME, a Intensidade de Carbono (IC) deve cair 7% em relação a 2017, passando de 74,25 gCO2/MJ para 68,97 gCO2/MJ. É com base nesse valor que será estabelecido o mercado de créditos de descarbonização (CBios).

Outras atividades

No dia 13, das 10 às 13h, José Inácio tem outra agenda em Brasília. Trata-se da reunião da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool. Em pauta, entre outros assuntos, a iniciativa de rever a determinação da Agência Nacional do Petróleo que impede que as usinas possam vender o etanol diretamente aos postos de combustíveis. “É preciso rever essa determinação porque ela só encarece o produto por causa da elevação do processo logístico que, da forma como é feita hoje, inclui o armazenamento do produto e posterior transporte. Sem a intermediação das distribuidoras, o etanol sairia da indústria diretamente para os postos e chegaria mais barato para o consumidor”, destaca José Inácio.

Cadastro Ambiental Rural é prorrogado até o fim do ano

O governo federal decidiu prorrogar o prazo do CAR (Cadastro Ambiental Rural) para o final desse ano. O prazo para adesão venceria nesta quinta-feira (31), mas segundo decreto assinado pelo presidente Michel Temer e publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30), os produtores rurais de todo o Brasil terão até 31 de dezembro deste ano para fazer a inscrição. Quem não aderir ao CAR fica impedido de acessar o Programa de Recuperação Ambiental (PRA) pelo qual fará a recomposição de áreas desmatadas e, sem recuperar o passivo ambiental, não pode recorrer a novas linhas de crédito rural.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para os proprietários de imóveis rurais, e se constitui em um importante mecanismo para implementar o Código Florestal. É através dele que são identificadas as áreas de reserva legal e de preservação permanente nas propriedades rurais do país. Com o cadastro, os órgãos ambientais podem saber quem tem passivo ambiental e quem está seguindo o que determina a lei.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, diz que a prorrogação do prazo foi uma grata surpresa para os produtores. “O governo já tinha prorrogado o prazo e tinha anunciado que não o faria mais, mas, teve a sensibilidade de entender que muitos produtores ainda não tinham conseguido aderir ao CAR  e prorrogou o prazo novamente. Esperamos que até o final do ano todos consigam se regularizar”, destacou José Inácio. O dirigente canavieiro lembra que a Associação mantém um plantão permanente, no Departamento Técnico da entidade, em sua sede, em João Pessoa, para tirar dúvidas e orientar os associados como proceder para ficar em dia com o CAR.

 

Projeto Dia + Verde vai ter nova edição neste domingo com apoio da Asplan

Estimular a mudança comportamental na promoção de atitudes e práticas sustentáveis. Esse é o objetivo do projeto Dia + Verde, que anualmente, realiza uma ação de plantio de mudas de árvores nativas em áreas degradadas da malha urbana. Este ano, os idealizadores e voluntários do projeto se reúnem neste domingo (03), no Altiplano, nas proximidades da boate da Caixa Econômica Federal, para fazer o plantio de cerca de 800 mudas nativas doada pelo viveiro municipal de João Pessoa, que doou 500 mudas, e o viveiro do Governo do Estado, que doou 300 mudas, além das 50 do projeto. A ação, que nesta edição tem o apoio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), acontece das 9h ao meio dia.

Criado em 2008, por André Luiz e Hilário Mendonça, numa iniciativa do Ministério Jovem da Igreja Adventista do 7º Dia, com a participação da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA NORDESTE), o projeto já foi responsável pelo plantio de quase 7 mil mudas. A expectativa de voluntários este ano, segundo os organizadores da ação, é a participação em torno de 600 pessoas.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a participação da entidade na ação reforça o compromisso da entidade com o meio ambiente. “A natureza em equilíbrio nos devolve um ar purificado, um clima mais ameno um solo mais produtivo, enfim, melhor qualidade de vida, por isso, ações como essa de replantio devem total apoio da sociedade e, principalmente, de entidades ligadas ao campo como é o nosso caso”, destaca o dirigente canavieiro.

Indústrias produtoras de etanol hidratado pedem à ANP que libere venda direta do álcool para postos

 Na última segunda-feira (28), um documento assinado por diversos sindicatos do setor industrial nordestino ligados a produção de etanol hidratado e pela Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) foi encaminhado a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) solicitando a urgente revogação do inciso VI e dos artigos 2º e 6º da Resolução nº 43/09. Na prática, o que o setor pede é a liberação da venda direta do etanol hidratado das usinas /destilarias para os postos de combustíveis. Tal medida, além de agilizar a entrega, reduziria o preço do produto ao consumidor, ao acabar com a intermediação das distribuidoras.

 Na esteira desta mesma perspectiva, o deputado Mendonça Filho (DEM/PE) apresentou neste mesmo dia, na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que libera a venda direta do etanol hidratado para os postos. A medida, segundo estimativa do parlamentar, representa uma redução de até 10% do preço do produto ao consumidor final. “Não faz sentido a legislação brasileira obrigar intermediação das distribuidoras, que hoje detém o monopólio da compra e venda do álcool. Essa intermediação gera um custo adicional com a margem da distribuidora, de transporte e da carga tributária, impactando diretamente o consumidor com o encarecimento do preço final”, justificou Mendonça Filho.

Na justificativa do PL, o deputado explica que sua proposta não exclui as distribuidoras do processo. “Elas continuarão a cumprir um papel essencial na negociação de etanol no atacado. O PL visa dar mais eficiência e reduzir o preço final ao consumidor, uma vez que, muitas vezes, as usinas produtoras estão mais próximas dos grandes centros consumidores do que as centrais de distribuição. Nesses casos, a obrigatoriedade da intermediação pelas distribuidoras resulta em desvios e rotas mais extensas e caras do que o necessário”, explica Mendonça Filho.

O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, apoia a iniciativa das indústrias e o PL de Mendonça Filho e destaca que com essa venda direta e o produto chegando aos postos com preços mais acessíveis, se estimularia um maior consumo de álcool e, consequentemente, uma maior produção. “Um aumento de produção também significaria mais empregos e, principalmente, um estímulo a uma matriz energética renovável e não poluente, ou seja, essa medida melhoraria toda a cadeia produtiva do setor e ainda beneficiaria diretamente o consumidor que teria um produto de qualidade, não poluente e com preço mais baixo”, finaliza José Inácio.

I Simpósio Paraibano de Cana-de-açúcar reúne especialistas e pesquisadores para debater cenário regional e nacional de produção

A cidade de Areia, no Brejo Paraibano, se transformará, entre os dias 05 e 07 de junho, em um grande espaço de debates sobre a cultura canavieira. Isto porque a cidade vai sediar o I Simpósio Paraibano de Cana-de-Açúcar. O evento, que é promovido pelo Grupo de Estudo Sucroenergético (Gesucro), do Campos II, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com apoio de diversas entidades, entre elas, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), será realizado no Auditório Maria das Dores Monteiro Baracho, no Campus II CCA.

O objetivo do evento é apresentar discussões relacionadas à cana-de-açúcar, por meio de palestras relacionadas à tecnologia e produção da cultura, com ênfase na economia e mercado, implantação, manejo cultural, agricultura de precisão, defesa fitossanitária, nutrição, adubação e colheita, bem como, perspectivas futuras de uso da cultura, estratégias inovadoras, sustentáveis e lucrativas de produção no cenário regional e nacional.

            O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que fará a palestra de abertura do Simpósio sobre o tema ‘Setor sucroenergético: panorama atual, perspectivas e novos desafios’, junto com o presidente da Feplana, Alexandre Lima, destaca a importância do evento. “Serão três dias de debates, com pessoas que realmente entendem, trabalham ou estudam a cultura canavieira, de forma que as informações que serão abordadas no evento deverão contribuir sobremaneira para o fortalecimento da cultura canavieira não apenas na Paraíba, mas no Nordeste como um todo”, destaca José Inácio.

            Além da palestra de abertura, a programação do Simpósio inclui palestras sobre variedades, manejo, fosfatagem, nutrição, novas tecnologias de produção, irrigação, controle biológico, doenças da cana, adubação, entre outros temas. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo sitewww.simpocanapb.wixsite.com/simpocanapb2018. Estudantes de graduação, técnicos e produtores pagam R$ 35,00. Estudantes de Pós-graduação R$ 45,00 e profissionais     R$ 55,00. Após efetuar a inscrição, é preciso enviar o comprovante de pagamento para o e-mail simpocanapb@gmail.com.

 

Confira abaixo a programação completa do evento, os temas, palestrantes e horários:

1º Dia: 05/06

07:30 às 08:30

Inscrições / credenciamento

08:30 às 09:20

Solenidade de abertura

09:20 às 10:20

Palestrantes: eng. Alexandre Lima – Feplana

                     eng. José Inácio de Morais – Asplan

10:20 às 10:40

Intervalo

10:40 às 11:40

O Pmgca da Ridesa, variedades rb, censo varietal

E indicadores da safra 2017/2018

Palestrante: eng. Amaro Epifânio – RIDESA- UFRPE

                    eng. Leonam José – RIDESA- UFRPE

Coordenador: Dr. Mailson Monteiro – UFPB

11:40 às 12:30

Renovabio: a solução para o setor?

Palestrante: eng. Edmundo Coelho Barbosa – Sindalcool

12:30 às 14:00

 Almoço

Coordenador: Dr. Adailson Pereira – UFPB

14:00 às 14:50

Fosfatagem para cana-de-açúcar no nordeste

Palestrante: Dr. Emídio Cantídio filho – UFRPE

14:50 às 15:40

Manejo da usina Monte Alegre com foco em reposição de

Macro e micronutriente nos tabuleiros da paraíba

Palestrante: eng. Hugo Amorim  – usina Monte Alegre

15:40 às 16:00

Intervalo

Coordenador: Dr. Roberto Cavalcanti Raposo – UFPB

16:00 às 16:30

Princípios da nutrição foliar da cana-de-açúcar obedecendo a janela fisiológica

Palestrante: eng. Danilo Ferreira – UBYFOL

16:30 às 17:00

Tecnologias de fertilizantes em nutrição da cana-de-açúcar

Palestrante: eng. Eduardo Cézar Saldanha – Yara fertilizantes

17:00 às 17:30

Tecnologias Heringer

Palestrante: eng. Paulo Tadeu Siqueira – Heringer

17:30 às 18:20

Produção de cana irrigada de alta produtividade. O pivô central como veículo para a fertirrigação está em evidência;

Palestrante: Dr. Carlos Henrique Farias – PROOJET

11:30 às 12:30

Controle biológico da diatraea e cigarrinha avanços e desafios

Palestrante: Roberto Balbino – Asplan

2º Dia: 06/06

Coordenador: Dr. Leossávio Cesar – UFPB

08:00 às 09:00

Levantamento de matologia e assertividade no

Uso das moléculas no combate as plantas daninhas

Palestrante: eng. Silas Alves – Biosev – Giasa

09:00 às 10:00

Aplicação correta e segura de produtos fitossanitários com tecnologias

Palestrante: eng. Leonardo Figueiredo – FMC

                    tec. Welliton da Silva – FMC/COAGRO/AGROMAPE

​10:00 às 10:30

Intervalo

Coordenador: Dra. Luciana Cordeiro – UFPB

10:30 às 11:30

Doenças da cana-de-açúcar no nordeste e opções de manejo

Palestrante: Dra. Andréa Chaves – UFRPE/EECAC

                    Dr. Willams José – UFRPE/EECAC

12:30 às 14:00

Almoço

Coordenador: dir. Thiago Jardelino- UFPB

14:00 às 14:50

Manejo de cana-de-açúcar sob sistema irrigado por gotejo, planejamento e resultados

Palestrante: eng. Marcos Ferreira – usina Olho D’água

14:50 às 15:30

Inovação em sistemas de irrigação pressurizados

Utilizados em cana-de-açúcar

Palestrante: eng. José Ary lima – Asbranor Irrigação Ltda

15:30 às 15:50

Intervalo

Coordenador: Dr. José Luiz Rufino – UFPB

15:50 às 16:40

Diferenciais na fabricação de cachaça para mercados especializados

Palestrante: eng. Anderson José Faheina – Agroind. Extrema

16:40 às 17:30

Mercado externo: premissas e tendências para exportações de cachaça

Palestrante: Daniel de Miranda – Agroind. Extrema

17:30 às 18:20

O que a indústria espera do manejo/qualidade da cana-de-açúcar

Palestrante: eng. Alexandre Henrique – COAF unidade Cruangi

Coordenadores: Dr. Manoel Bandeira – UFPB

                           Lucilo José  – Gesucro/UFPB

3º Dia: 07/06

Dia de campo

Manejo nutricional e adaptação de cultivares de cana-de-açúcar no brejo paraíbano

08:00 às 08:40

Incidência de doenças fúngicas em diferentes cultivares de

Cana-de-açúcar em resposta a aplicação de calcário no brejo paraibano

Palestrante: Dr. Guilherme Silva de Podestá – UFPB

08:40 às 09:20

Utilização do irga na cultura da cana-de-açúcar no estado da Paraíba: apresentação de dados

Palestrante: Dr. Mario Luiz – UFPB

09:20 às 10:00

Recomendação de adubação para a cana-de-açúcar no estado da paraíba – 2ª aproximação

Palestrante: Dr.Adailson Pereira – UFPB

10:00 às 10:20

Intervalo

10:20 às 10:40

Número de perfilhos de cultivares de cana-de-açúcar em resposta a aplicação de calcário no brejo paraibano

Palestrante: José Fidelis Neto – GESUCRO/UFPB

10:40 às 11:00

Área foliar de cultivares de cana-de-açúcar em resposta a aplicação de calcário no brejo paraibano

Palestrante: Lucas Victor – GESUCRO/UFPB

11:00 às 11:20

Número de entre nós de cultivares de cana-de-açúcar em resposta a aplicação de calcário no brejo paraibano

Palestrante: José Augusto Neto – GESUCRO/UFPB

11:20 às 11:40

Estimativa de tch de cultivares de cana-de-açúcar em resposta a aplicação de calcário no brejo paraibano

Palestrante: Matheus de Andrade Borba – GESUCRO/UFPB

11:40 às 12:00

Desempenho de cana-de-açúcar submetida ao uso de bioestimulante sob diferentes densidades de plantio

Palestrante: Islaumax Darllony – GESUCRO/UFPB

Manoel Júnior visita a Asplan e confirma sua pré-candidatura ao senado

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PSC), e pré-candidato ao senado, foi recebido nesta segunda-feira (28), pela diretoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O político confirmou que seu nome está à disposição do PSC como pré-candidato ao Senado e que por isso ele está visitando correligionários em busca de apoio para fortalecer sua candidatura.

. “Meu nome está à disposição do PSC na condição de pré-candidato ao Senado Federal e essa decisão é irreversível, por isso estou visitando os amigos e correligionários em busca de apoio para fortalecer minha candidatura”, disse Manoel Júnior durante reunião com o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, e diretores da entidade canavieira que receberam o político na sede da Associação, em João Pessoa.

            Durante o encontro, o presidente da Asplan, José Inácio, lembrou que desde a época que Manoel Júnior foi prefeito do município de Pedras de Fogo e depois como deputado federal, ele sempre foi solidário com as causas do setor canavieiro. “Nós não podemos esquecer que você sempre foi um agente político que lutou em prol das causas do setor e ficamos felizes de saber que poderemos ter um representante no Senado Federal que tenha essa visão positiva do setor canavieiro e conhece a nossa realidade e necessidades”, disse José Inácio.

O dirigente canavieiro reiterou que a entidade é apartidária, que recebe de braços abertos representantes de qualquer legenda e corrente política, mas, que sabe reconhecer quais agentes públicos abraçam as causas do setor com mais afinco. “Manoel Júnior sempre nos apoiou e conta com nossa simpatia, assim como outros políticos que abraçam as nossas causas”, finalizou José Inácio.

Uso indevido de crédito fiscal por usinas causa prejuízo em PE com repercussões em toda a cadeia produtiva denuncia presidente da Unida

Uma brecha na lei que permite que usinas que produzam álcool combustível em Pernambuco recebam de 12% a 18,5% de crédito fiscal para produção estadual de álcool está cusando uma concorrência desleal no estado. Isto porque mesmo sem fabricar etanol hidratado, algumas usinas estão se beneficiado desta lei para reduzir o pagamento de ICMS que deveria ser de 23%. A denúncia que já foi feita por entidades pernambucanas agora é endossada pelo presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida) e presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro lembra que o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, já enviou um projeto de lei para a Assembleia de Pernambuco para corrigir essa distorção, mas que o PL foi retirado da votação de uma comissão da Casa, no último dia 22. “Essa lei é exclusiva das indústrias que produzem álcool combustível, quem importa o produto e não produz tem que pagar o valor do imposto sem dedução alguma, caso contrário causa um desequilíbrio no mercado com repercussões que extrapolam as fronteiras de Pernambuco”, reitera José Inácio, lembrando que a brecha respalda legalmente a redução tributária, mas o ato de se beneficiar dela sem produzir o álcool é uma ação imoral e precisa ser veementemente coibida.

José Inácio se refere a Lei estadual Nº15.584/15 que foi criada como incentivo fiscal para que a indústria produtora de álcool combustível pudesse dar sua contribuição no desenvolvimento socioeconômico de Pernambuco. “É preciso detalhar as restrições desta redução tributária para somente àqueles que produzem o álcool”, destaca o presidente da Unida. Ele lembra que além do estado ter uma queda em sua arrecadação, essa prática gera uma concorrência desleal com as unidades que produzem o etanol no estado e  em outras localidades do país, comprometendo a cadeia produtiva da cana.

De acordo com denúncia da Associação dos Fornecedores de Cana do Estado (AFCP) algumas unidades passaram a comercializar o álcool de milho dos EUA, trazido pelas distribuidoras. E continuam recebendo o crédito fiscal como se produzissem o combustível. Porém, na verdade, só adicionam água no produto, transformando o etanol anidro em hidratado. Com isso, ameaçam a indústria sucroalcooleira local e os 70 mil empregos do setor em PE, sem falar na elevada perda de impostos.

“É inadmissível deixar que o dinheiro do contribuinte continue sendo usado para incentivar algumas usinas locais que usam tal benefício para desmontar o principal arranjo produtivo do estado, que é a industrial derivado da cana”, argumenta o presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima. Ele lembra que diferente do governo dos EUA que subsidiam o milho produzido naquele país, através de uma seguro renda para o seu produtor (R$ 40 bilhões), a cana de açúcar no Brasil não tem subsídio, sendo impossível o etanol brasileiro concorrer com os preços praticados pelo etanol de milho.

Fonte: Com informações da Assessoria de Imprensa AFCP

STAB Setentrional vai realizar XVII Workshop em João Pessoa com apoio da Asplan e de empresas parceiras

Em agosto, a capital paraibana será palco de um importante evento técnico que vai reunir especialistas, pesquisadores e profissionais de empresas de defensivos agrícolas que irão debater assuntos ligados a nutrição e combate a ervas daninhas na lavoura de cana-de-açúcar e outras culturas. A programação e detalhes do XVII Workshop, que acontecerá nos dias 08 e 09, no auditório da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) começou a ser definida em uma reunião que aconteceu essa semana e contou com a participação de representantes da STAB Setentrional, promotora do evento, do diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, além de profissionais e técnicos ligados às indústrias sucroalcooleiras e empresas de defensivos agrícolas que são parceiras do evento.

O Workshop será aberto a quem se interessar, mas terá como público alvo os associados da STAB e da Asplan, técnicos e agrônomos das indústrias sucroalcooleiras , produtores e estudantes da área. Além das palestras e mesas redondas o evento terá ainda um espaço para 17 stands, onde haverá a exposição de produtos, insumos e equipamentos. Essa estrutura será montada no estacionamento externo da Asplan. De acordo com Neto Siqueira, a proposta é fomentar não apenas o debate sobre nutrição e ervas daninhas com especialistas nestes dois assuntos, mas também expor produtos e insumos utilizados para esses fins. No próximo dia 19 haverá outra reunião com o grupo organizador para fechamento da programação e aprovação de detalhes no local da realização do evento.

O valo das taxas de inscrição do workshop já foram definidos. Sócios da STAB pagam R$ 100,00 e não sócios R$ 300,00. Estudantes pagam R$ 50,00. Além do acesso a todas as atividades do evento e ao local dos stands, essa taxa também inclui o almoço e coffee break nos dois dias. As inscrições poderão ser feitas no site www.stabsetentrional.org.br e também presencialmente no primeiro dia do Workshop se ainda houver vagas. “Será um evento de altíssimo nível de debates e palestras, eu diria até que imperdível”, destaca Neto Siqueira.