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Feplana promove palestra remota para orientar fornecedores de cana a se prepararem para ter acesso ao CBIOs
Fruto da Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio, o crédito de descarbonização (CBios) é um ativo emitido por produtores e importadores de combustíveis e licenciado através de instituições financeiras. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 que se evitou de jogar na atmosfera. Esse mercado de CBIO é uma novidade também pleiteada por fornecedores de cana-de-açúcar que, inicialmente ficaram de fora dessa negociação. Para entender um pouco mais e saber como se preparar para participar e ter lucros com esse ativo, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil- Feplana vai realizar, nesta terça-feira (08), um webinar, às 17h. O acesso a palestra cujo tema é “Selo PROAR 2030 today – Participação dos fornecedores de cana no Renovabio/CBios:Como se preparar”, será feito pelo link HTTPS://bit.ly/3mtJp60.
O webinar é qualquer conferência, reunião, palestra ou seminário realizado pela internet, geralmente, realizados em tempo real para os espectadores, através de transmissões de vídeo e áudio em plataformas específicas de comunicação. No caso da webinar da Feplana, explica o presidente da entidade, Alexandre Lima, que será um dos palestrantes do evento, ele será ao vivo. “Vamos orientar os fornecedores de cana sobre como se preparar para participar desse mercado de CBios que é bastante promissor, tanto do ponto de vista de redução das emissões no meio ambiente, como de ganhos financeiros para toda a cadeira sucroenergética”, afirma Alexandre.
Além do dirigente canavieiro, também participarão do webinar, Priscilla Maciel, da Comissão de Baixa Emissão de Carbono do MAPA e ainda o deputado federal pela Paraíba, Efraim Filho (DEM), que é autor de um Projeto de Lei (PL 3149) que altera a Lei do RenovaBio e garante créditos de descarbonização (CBios) aos canavieiros do Brasil. O PL, segundo o parlamentar, tem o objetivo de corrigir uma injustiça contra os fornecedores independentes de cana na lei do RenovaBio. “Embora o setor seja responsável por 30% da matéria-prima do etanol e do açúcar produzidos pelas usinas do país, a lei não incluiu os canavieiros e nem produtores de milho e de soja no direito ao recebimento de créditos (CBios), a serem pagos pela produção do biocombustível. O PL acaba com tal exclusão, como esses setores também passam a dividir com as usinas os custos operacionais exigidos pelo mercado de CBios. O projeto também cria regulamentações para garantir aos agricultores a co-participação e recebimento proporcional dos créditos correspondentes à produção de etanol da unidade onde a matéria-prima foi fornecida”, explica Efraim Filho.
Para o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, (Asplan), José Inácio de Morais, o webinar será muito importante, porque vai dar orientações fundamentais para que os produtores possam ser inseridos no CBios. “Os produtores já estão se mexendo para ter acesso aos créditos de descarbonização. Aqui na Paraíba, por exemplo, já criamos o selo PROAR, estamos cadastrando nossos associados e em breve estaremos também inseridos nesse mercado de CBios, agregando ainda mais valor e tendo mais lucros com a produção canavieira”, reforçou José Inácio, convidando os plantadores de cana da Paraíba a assistirem a palestra remota da Feplana.
- Webinar da Felpana acontece nesta terça com a participação do MAPA e de Efraim Filho
Departamento Social da Asplan ultrapassa três mil atendimentos mesmo num ano atípico como 2020
A pandemia mudou rotinas e procedimentos, obrigou as empresas e entidades a se adaptarem a uma nova realidade para proteção de todos contra o coronavírus, e na Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) não foi diferente. No início da pandemia e até julho todos trabalharam em regime de home Office, depois de forma presencial, mas com rodízio de pessoal e, desde julho, as atividades voltaram ao normal na entidade, respeitando todas as regras de segurança e proteção. E mesmo num ano atípico, um levantamento realizado pelo setor administrativo da Associação mostra que o número de atendimentos do Departamento de Assistência Social (médico, enfermagem, exames laboratoriais e odontológico) da entidade, de janeiro até outubro, ultrapassou a marca dos três mil atendimentos.
O relatório dos primeiros dez meses contabiliza um total de 3.445 ações, sendo 2.182 atendimentos clínico/ocupacional, 44 atividades de enfermagem, 467 exames laboratoriais, enquanto que no setor odontológico esse número chegou a 752 serviços prestados aos associados e seus dependentes. Os serviços médicos oferecidos são realizados pelo médico do trabalho, Dr. Tarcísio Campos, no ambulatório da entidade ou nas propriedades dos associados, mediante agendamento prévio. Já os serviços de odontologia estão disponíveis com a dentista Wilma Lira Dantas da Costa, que atende em um moderno consultório instalado no primeiro andar do prédio sede da Asplan, localizado no Centro de João Pessoa. O serviço de Odontologia e Medicina do Trabalho estava disponível de segunda à quinta-feira, das 7h às 13h, até o final de novembro. “Com essa nova onda de contágio, a direção achou prudente suspender temporariamente os atendimentos diários, mas manter a dentista de sobre aviso para atender casos de urgência e também o nosso médico do Trabalho”, explica a gerente administrativa da entidade, Kiony Vieira.
Dos atendimentos do setor médico, entre janeiro e outubro deste ano, a maior parte foi no campo, com um total de 1.982 procedimentos realizados nas fazendas dos associados e outros 76 casos atendidos no ambulatório da Associação. Associados, cônjuges e filhos, além de funcionários têm direito aos serviços e procedimentos disponibilizados pelo Setor Social da entidade sem ter que pagar pelos serviços. “A contribuição dos Associados assegura que nossa entidade se mantenha e ainda disponibilize uma série de vantagens para produtores e ainda para seus funcionários e familiares”, reforça Kiony, lembrando que os produtores dispõem ainda de assessoria jurídica, financeira, de Segurança do Trabalho, e de comunicação, além de ter planos diferenciados de telefonia e de seguro saúde.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra que esses serviços refletem a organização da Asplan e à própria política de relacionamento da entidade com seus associados. “Temos uma excelente estrutura de atendimento, contamos com profissionais competentes e dedicados. Vale salientar que o nosso foco é atender, cada vez melhor, os produtores de cana da Paraíba não apenas nesta demanda social, mas, em todas as outras áreas que ele precisar”, destaca José Inácio, lembrando que os dados de prestação de serviços do Departamento Social, mesmo num ano atípico como 2020, reforçam o compromisso da Asplan com todos que integram o mundo canavieiro paraibano.
- Dr. Tarcísio numa das consultas realizadas no ambulatório da Asplan
- No consultório odontológico da Asplan fornecedores e seus dependentes são atendidos
- O gabinete odontológico da Asplan funciona no primeiro andar do prédio sede
- O Departamento Médico funciona no primeiro andar do prédio sede
Departamento Administrativo da Asplan interage com todas as ações e setores da entidade
Uma entidade sexagenária, mas que se atualiza cotidianamente e é referência no setor canavieiro. Assim é a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Formada por cerca de 1.500 pequenos, médios e grandes fornecedores, a Asplan tem vários departamentos, dá um suporte em vários aspectos aos associados, inclusive com alguns serviços extensivos aos familiares deles e ainda aos funcionários nas fazendas e propriedades, mantém um Estação Experimental, em Camaratuba, tem uma sede própria, no Centro da capital paraibana, que simboliza bem a resistência e fortaleza do homem canavieiro, e tem um departamento que se destaca em relação aos outros, justamente, por interagir com todos os demais: o Administrativo.
Responsável por todas as compras, contratos, Recursos Humanos, pela manutenção do prédio, pelos aluguéis (de espaços próprios e de imóveis e salas alugadas), por todas as questões financeiras, de organização de eventos, pelas ações sociais, pela administração dos planos de Saúde e de Telefonia, e ainda pela organização e manutenção do prédio sede (condomínio), o setor Administrativo tem uma equipe enxuta, mas, bastante pró-ativa. São seis colaboradores, incluindo a gerente do setor, Kiony Vieira, mais dois menores aprendizes e mais seis funcionários do condomínio.
“Não é tarefa fácil dar conta de tantas atribuições e ainda interagir com todos os demais departamentos, mas, nossa equipe é pequena somente no quantitativo, porém, é gigante na capacidade de produção e respostas às nossas demandas e atividades”, afirma Kiony, que está à frente da equipe há mais de duas décadas.
Para o presidente da Asplan, José Inácio, contar com uma equipe tão competente e compromissada é um privilégio de poucas empresas e entidades. “Costumo dizer que as pessoas é quem fazem uma entidade. E temos muita sorte de contar, não apenas no setor Administrativo, mas em todos os departamentos da Asplan, com profissionais competentes, que abraçam a causa canavieira com amor e que sobretudo se doam a essa entidade, desde o presidente ao mais simples porteiro. O sucesso, equilíbrio e solidez da Asplan vem muito dessa união e dedicação de sua equipe e pela visão de trabalho que temos no cuidar do que é nosso”, reitera José Inácio.
Mesmo na pandemia, o setor Administrativo não sofreu interrupção de serviços. Trabalhou em regime de Home Office, de março a julho, por causa da pandemia e desde início de agosto, de forma presencial, inicialmente com revezamento de pessoal e mais recentemente atendendo normalmente, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira. “Somos o começo, meio e fim dos processos da entidade. Isso exige de nós uma capacidade de respostas muito grande, mas, em contrapartida, nos dá um imenso prazer em saber que ajudamos a Asplan a ser o que ela é”, finaliza Kiony.
- Integrantes do setor Administrativo da Asplan
- Kiony Vieira é gerente do setor administrativo e está na Asplan há mais de duas décadas
Asplan convoca seus associados para atualização cadastral que vai possibilitar habilitar fornecedor de cana a receber créditos do CBIOS
Depois de lançar o Selo Pro-AR/2030, que vai ampliar a atuação sócio-ambiental dos produtores canavieiros paraibanos e instituir uma certificação para a matéria-prima produzida pelos seus associados, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) agora parte para ampliar as possibilidades de ganho dos produtores habilitando-os para receberem Créditos de Descarbonização (CBIOs). Para tanto, a entidade está convocando os cerca de 1.500 associados a atualizarem seus cadastros, inclusive com dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
A certificação da matéria-prima, que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias explica o presidente da Asplan, José Inácio, se dará através do convênio com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade que ficará responsável por executar o SELO Pro-Ar e conduzir os trabalhos de certificação, mas o cadastro, será feito na sede da entidade, em João Pessoa, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira. “O departamento Técnico será o responsável pela coleta e realização da atualização cadastral e quanto mais cedo o fornecedor atualizar seus dados, mais cedo ele estará apto a receber os créditos do CBIOs”, destaca José Inácio.
O presidente da Asplan lembra que o acesso aos créditos do CBIOs é uma justa reivindicação dos produtores e que será possível com a certificação da cana produzida por eles. “Não é justo o produtor ficar fora. É preciso ampliar os ganhos de quem produz para além da ATR, pois a cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui”, reitera José Inácio, lembrando que depois do Selo e da certificação da matéria-prima, a atualização cadastral do fornecedor é o último passo para torná-lo apto a receber os CBIOs.
Como proceder para atualização cadastral
Para atualizar seu cadastro, o fornecedor de cana associado precisa levar seus documentos pessoais (Identidade, CPF, certidão de casamento, comprovante de residência) e os documentos da propriedade, a exemplo da escritura, do contrato de arrendamento se for o caso, o CAR e se tiver frota própria de veículos levar a documentação ou placa dos mesmos. “Basta o associado trazer essa documentação para atualizarmos o cadastro dele. Não vamos estabelecer prazo para que isso ocorra, porque quanto mais cedo o associado atualizar seus dados, mais cedo ele passa a estar apto a receber o CBIOs, então como é interesse de todos, estaremos à disposição no tempo em que o associado achar mais conveniente”, afirma o diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, reforçando que o atendimento se dará no horário das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, no primeiro andar do prédio sede, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro.
- O plantão de atendimento é no DETEC, no primeiro andar
A 27ª edição do Concurso Mundial de Destilados de Bruxelas premia cachaça paraibana Baraúna com três medalhas de Ouro
O universo dos destilados tem um concurso mundial que premia, em várias categorias, a cachaça, uísque, conhaque, aguardente, rum, vodca, gin, entre outras bebidas destiladas que são avaliadas e classificadas por um grupo de especialistas de renome internacional e a 27ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas, realizado nos dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro de 2020, premiou a cachaça Baraúna com três medalhas de Ouro. Produzida no Engenho Baraúna, localizado no município de Alhandra, no litoral sul paraibano, a cachaça arrebatou os prêmios com os produtos Baraúna Carvalho Premium, Baraúna Tradicional (Branca) e Baraúna Umburana. A edição 2020 teve a participação de um total de 1.400 destilados, de 54 países que competiram para ganhar uma medalha de Prata, Ouro ou Grande Ouro. A premiação do concurso deste ano foi feito de forma online, em função da pandemia, mas a degustação dos produtos concorrentes foi feita pelos especialistas, em Bruxelas.
O sócio fundador do Engenho Baraúna, José Rodrigues, recebeu com muita alegria mais essa premiação. “É uma honra representar a Paraíba, o Nordeste e meu país num concurso de destilados do nível deste de Bruxelas e conquistar medalhas de Ouro com os nossos produtos. Esse prêmio simboliza o desafio de produzir cachaça de qualidade com muita responsabilidade, zelo, competência e amor”, disse José Rodrigues.
Para o sócio diretor da Baraúna, Alexandre Amorim, o reconhecimento dos produtos são um forte indicativo da excelência de produção e da qualidade da Baraúna. “Os prêmios nacional e internacional que recebemos esse ano é uma prova que estamos no caminho certo, fazendo um produto de qualidade, com preço acessível”, disse Alexandre, que herdou de seu bisavô e pai o gosto pelas coisas do mundo canavieiro. Além do concurso de Bruxelas, a Baraúna também teve um reconhecimento nacional de especialistas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, realizado em outubro último, quando ganhou duas medalhas, uma de Ouro, com a Baraúna Carvalho Premium, e outra de Prata, com a Baraúna Umburana. Além da Baraúna, outras três cachaças paraibanas também foram premiadas neste concurso nacional (Engenho Nobre, Engenho Gregório e Pai Vovó).
Relativamente nova no mercado de destilados, já que a Baraúna só começou sua produção em 2013, com a Baraúna Tradicional (Branca), a marca veio para se firmar como uma das mais bem feitas do mercado, com aroma, sabor e gosto diferenciado. A Baraúna Umburana só começou sua produção em 2018, enquanto que a Baraúna Carvalho Premium, entrou no mercado apenas 2019. Alexandre explica que a Baraúna Carvalho Premium fica quatro anos envelhecendo em barris de carvalho americano e Francês, enquanto as outras duas cachaças de sua produção precisam de um ano para serem engarrafadas e comercializadas. “É um processo demorado, que tem um tempo adequado para cada produto”, reforça ele.
A Baraúna pode ser facilmente encontrada em pontos comerciais da região metropolitana de João Pessoa e em algumas cidades do interior do Estado. “Começamos há pouco tempo, há seis anos apenas, e estamos melhorando essa logística de vendas aos poucos. O importante é colocar no mercado um bom produto. Não queremos quantidade, mas, sobretudo qualidade”, destaca ele, lembrando que sua cachaça é produzida a partir das melhores canas e leveduras selecionadas por exame de DNA e possui baixa acidez e degustação suave. Sobre o exame de DNA, Alexandre explica que isso se deu graças a uma parceria com a Destilaria Japungu, detentora desta tecnologia, e a UFPE e que esse estudo é utilizado por ele para melhorar a fermentação de seus produtos.
O presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, fala da satisfação de ver um produto genuinamente paraibano ser premiado internacionalmente e destaca a qualidade da cachaça paraibana. “A cachaça é uma bebida que possui complexidade, frescor e características especiais. Ela é bem diferente de outros destilados e fabricar cachaça de qualidade é uma arte e nós, da Paraíba, somos privilegiados neste aspecto porque temos aqui a produção de excelentes cachaças, entre elas, a Baraúna, que com esses prêmios conquistados agora passa a ocupar lugar de destaque internacionalmente também”, disse José Inácio.
Sobre o concurso internacional
O Concurso Mundial de Bruxelas, mundialmente conhecido como Spirits Selection by Concours Mondial de Bruxelles (CMB), é o maior evento voltado para avaliação e premiação de destilados do mundo inteiro. A excelente reputação de seu processo de seleção é um dos principais componentes do sucesso da competição. São rigorosamente escolhidos para a competição juízes conceituados e renomados por sua capacidade de avaliar bebidas alcoólicas. Na seleção e competição de destilados participaram 60 juízes profissionais que provaram e avaliaram até 35 bebidas alcoólicas por dia. A Seleção de destilados pela CMB é a única competição itinerante no mundo e única que realiza análises laboratoriais pós-evento nos destilados vencedores de medalhas.
Realizado há 20 anos, o concurso, que é sediado em diferentes países a cada edição, é levado muito a sério e cada vez mais produtores de destilados do mundo inteiro querem ganhar nas categorias, já que um selo de premiação no Spirits Selection pode representar um aumento de 30% nas vendas. O que torna a premiação ainda mais almejada e competitiva está na regra que apenas 30% dos participantes levam medalhas entre Ouro, Prata e Grand Ouro – o que quer dizer se 100 produtos forem inscritos, somente 30 ganharão.
As cachaças premiadas com Medalhas de Ouro na edição 2020 foram:
Aguardente Borghezan Tajuva 4 Months
Valdemir Debiasi Borghezan
Cachaça Barauna Carvalho Premium
Cachaça Barauna Tradicional
Cachaça Barauna Umburana
Engenho Barauna Ltda. Me
Cachaça Bylaardt Premium 5 Years
Ind. e Com. De Aguardente Bylaardt Ltda.
Cachaça Cafundó da Serra Ouro French Oak 2 Years
Coop. Familiar Agroindustrial Sul Catarinense Cafundó Da Serra
Cachaça Catarina Única
Destilaria Vitória
Cachaça Córrego Novo Amburana
Cachaça Córrego Novo Prata
Agrimar Agro Indústria e Comércio Ltda.
Cachaça de La Vega Premium
De La Veja Indústria de Bebidas Ltda.
Cachaça Extra Premium
Destilaria Rech
Cachaça Guaraciaba jequitibá
Aguardente Guaraciaba Ltda
Cachaça Pátria Amada Carvalho e Cumarú
Cachaça Pátria Amada Ouro
Quefan Agroindústria e Comércio Ltda-Me
Cachaça Seleta Seleta & Boazinha
Indústria e Comércio Importação e Exportação Ltda.
Cachaça Sóbria Clássica 2019
Cachaça Sóbria
Cachaça Vanalli Envelhecida 10 anos
Cachaça Vanalli
Cachaça Vanderley Azevedo Prata 2018
Cachaça Vanderley Azevedo Premium
Vanderey Azevedo
Moendão Premium Blend
Cachacaria Moendão Ltda
Pé Na Areia Cachaça Prata 40°
Alquimia Companhia Industrial e Comércio de Bebidas Ltda
Pinoco’s Premium French Oak 2 Years
Pinoco’s Cana Ltda
Fonte: site da cachaça- https://www.sitedacachaca.com.br/concurso-mundial-de-bruxelas/



ASPLAN realiza ação social com crianças carentes de comunidade de Mamanguape
Além de ser uma referência para os produtores canavieiros, a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN), que atua em defesa da categoria há mais de 60 anos, também é uma entidade socialmente responsável, que desenvolve ações em prol da comunidade e da sociedade. No último dia 30, mais uma ação social foi realizada com esse objetivo, quando colaboradores da Estação de Camaratuba, onde funciona a produção de insumos biológicos da Associação, promoveram uma tarde de brincadeiras e diversão com crianças carentes da comunidade Rua Nova, localizada no município de Mamanguape.
Foi uma tarde de muitas brincadeiras e diversão, que teve ainda a distribuição de kits de higiene e de lanches e guloseimas. “Esse evento foi importante para as crianças que se divertiram bastante e também aprenderam um pouco sobre a produção de insumos biológicos da Estação e a importância deles para o meio ambiente. Desde cedo precisamos formar a consciência ecológica na geração futura”, destaca o biólogo da Estação, Roberto Balbino, que também participou das atividades junto com seus colegas de trabalho.
“As crianças são o futuro de toda nação, devemos pensar e contribuir de alguma forma para um país melhor, mais humano e mais justo, além de ensinarmos boas lições, que com certeza ficaram marcadas e eles levarão para o resto da vida. Além disso tivemos o cuidado de entregarmos os kit’s de higiene, que são importantes em qualquer ocasião, ainda mais agora no momento que estamos vivendo”, reforça o coordenador da ASPLAN Luís Augusto.
Recentemente, por causa da pandemia do COVID-19, a ASPLAN, também dentro deste escopo de trabalho social, distribui álcool etílico à 70% para várias entidades públicas e privadas da capital paraibana. “Entendemos que se cada um fizer a sua parte, a sociedade caminhará de forma mais equilibrada. E a ASPLAN sempre teve esse cuidado, não apenas com seus associados, mas, com a sociedade de um modo geral, não à toa existimos há mais de 60 anos”, finaliza o presidente da ASPLAN, José Inácio de Morais.
- A ação foi realizada com crianças carentes de uma comunidade de Mamanguape
- As atividades incluiram a distribuição de lanches
- As crianças também se divertiram com as brincadeiras
- Houve ainda distribuição de kits de higiene
- Roberto e a equipe da Estação que participou das atividades da ação social
Livro ‘Cultivo de cana-de-açúcar na Paraíba’ tem participação de profissionais da ASPLAN
Lançado pela Editora da UFPB, numa iniciativa dos organizadores Fábio Mielezrski e Gleydyane Novais Lopes, o livro ‘Cultivo de Cana-de-Açúcar na Paraíba’ é leitura obrigatória não apenas de quem vive da produção da matéria-prima que gera álcool, açúcar e outras iguarias, mas, também de quem quer conhecer um pouco mais da cultura que existe desde a colonização do Brasil, sendo um dos principais sustentáculos econômicos do Nordeste. O livro, recentemente lançado, tem a participação de profissionais da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e é prefaciado pelo presidente da entidade, José Inácio de Morais.
Dividido em sete capítulos, a obra aborda desde a importância econômica da cana-de-açúcar na Paraíba, até questões específicas de manejo, morfologia, fenologia, fertilidade de solos, técnicas de implantação da cultura, controle de pragas daninhas, bioestimulantes e insetos-pragas da cultura. Os capítulos 1 (Importância econômica da cana-de-açúcar na Paraíba) e o 7 (Insetos-praga da cana-de-açúcar no estado da Paraíba) têm, respectivamente, as participações do agrônomo e coordenador da Asplan, Luis Augusto de Lima Santos e do biólogo da Estação de Camaratuba, mantida pela Asplan, Roberto Balbino.
No prefácio, José Inácio destaca a importância da cultura canavieira para o Brasil e, especialmente, para o Nordeste e fala do orgulho de ser produtor e neto e bisneto de plantadores de cana. “A cultura de cana-de-açúcar existe no Brasil, especialmente, no Nordeste desde os tempos da colonização. De lá para cá, sempre foi e ainda é o principal sustentáculo econômico e social da região. Na Paraíba, a cultura canavieira sempre ocupou lugar de destaque, sobreviveu a crises e secas e resistiu a tempos ruins. Existente em 26 municípios do Estado, a cana-de-açúcar merece destaque em qualquer cenário ou debate que se aborde economia, desenvolvimento, geração de emprego, renda sustentabilidade e produção de combustível limpo e renovável”, escreveu José Inácio.
Ele ainda recomendou a leitura do livro, principalmente, com foco no reconhecimento e fortalecimento da cultura canavieira. “Como neto e bisneto de plantadores de cana, aluno da escola de Areia e produtor de cana, com muito orgulho, recomendo a leitura”, reiterou José Inácio.
- Capa do livro
- O biólogo da Estação, Roberto Balbino prestigiou o lançamento do livro
- O lançamento do livro contou com a participação de seus autores
Coasplan promove 1º Encontro Cultivar que reuniu produtores para debater uso de insumos que asseguram melhores rendimentos
O 1º Encontro Cultivar promovido pela Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN), em outubro, foi um sucesso de participação de produtores e de nível de debates e palestras. O momento, que contou com a parceria da Agrivalle e EuroChem, aconteceu na sede da fazenda do presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio, em Mamanguape. Segundo o diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, a iniciativa da Coasplan é atuar em várias frentes, inclusive, na realização de encontros como esse. “Foi um momento de muito aprendizado e difusão de conhecimentos que agregam valor ao negócio de nossos associados, possibilitando que eles tenham mais informações para gerir melhor suas lavouras”, destacou Thiago, lembrando que a idéia é realizar outros momentos como esse, brevemente.
Parceiros fortes da Coasplan, a Agrivalle e EuroChem, participaram do 1º Encontro Cultivar mostrando os diferenciais de seus produtos. A Agrivalle apresentou, na ocasião, a linha de enraizadores, fungicidas e nematicidas e a forma de atuação da bactéria Welt, demonstrando um menor custo por hectare, com resultados entre seis a doze toneladas comparando com os tratamentos convencionais e com um custo bem reduzido. Já a EuroChem mostrou os diferenciais da tecnologia utilizada em seus fertilizantes, com ênfase na Linha Nitrofosca, que contém todos os nutrientes necessários a planta, em apenas um grão.
“Esses parceiros têm trazido para o mercado canavieiro e para o agronegócio de um modo geral o menor custo de utilização de insumos por hectare. Neste evento foi realizado duas palestras, sob a responsabilidade destes parceiros, mostrando a viabilidade e retorno no uso dos produtos prospectados na ocasião. Saímos todos da fazenda de José Inácio com informações e dados importantes que balizarão, com certeza, os próximos investimentos na lavoura de nossos associados”, finaliza Thiago.
- As palestras focaram o custo e os benefícios dos insumos
- O encontro aconteceu na fazenda do presidente da Asplan, José Inácio
- O evento aconteceu em outubro
- Os parceiros do evento
- Produtores que participaram do encontro
- Thiago é o diretor comercial da Coasplan
- Thiago e rodutires participantes
Monitoramento da cana feito pela Asplan nas indústrias assegura ganho real ao produtor canavieiro paraibano
O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às indústrias processadoras paraibanas, vem assegurando, ano após ano, que o produtor receba uma remuneração compatível com a matéria-prima que está direcionando as usinas. Agora em outubro, a eficácia deste trabalho ficou ainda mais evidente quando um agente tecnológico da Asplan identificou uma falha de processo na Destilaria Giasa, comunicou o fato a referida empresa que, prontamente, tomou providências para corrigir o problema e ressarcir as diferenças em função do mesmo.
“O DETEC vem desenvolvendo um belo trabalho em prol dos associados e no que diz respeito a fiscalização nas unidades industriais esse trabalho é fundamental para assegurar ao produtor que ele receberá uma remuneração compatível com a cana que está entregando”, desta a o diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira. Ele ressalta que o problema na Giasa se deu no laboratório de sacarose, com alguns certificados que não estavam dando como clarificados devido a um problema no clarificante usado. “Ao mesmo tempo que parabenizamos o nosso fiscal por ter identificado a falha, também enaltecemos a conduta da Giasa que de imediato resolveu problema e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados”, reitera Neto Siqueira.
Em comunicado à Asplan, a Giasa esclareceu que assim que tomou conhecimento do problema, suspendeu a utilização do clarificante que estava sendo utilizado substituindo-o por outro produto também homologado pelo Consecana e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados, programando o pagamento dos mesmos o que ocorreu neste dia 22 de outubro. No ofício endereçado ao DETEC, a direção da Giasa ainda reiterou que o Grupo Olho D’Água tem 100 anos de atuação no mercado sucroalcooleiro e que sempre agiu com ética e transparência no relacionamento com seus clientes, parceiros, colaboradores e fornecedores.
Sobre a fiscalização
O trabalho dos agentes tecnológicos da Asplan nas usinas compreende a análise da matéria-prima que usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e o acompanhamento de todo o processo, desde a pesagem até a análise no laboratório para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue. O acompanhamento da cana dos associados permanece durante toda a safra, diuturnamente, e enquanto houver fornecimento da matéria-prima para as oito unidades industriais paraibanas. O trabalho de fiscalização da Asplan conta com 18 gentes tecnológicos, sendo que 16 deles atuam nas usinas, um é o coletor das amostras e outro fica no laboratório fazendo as análises.
- A fiscalização assegura que o produtor receba o justo pela matéria-prima entregue
- A fiscalização também inclui análises em laboratório
- As análises também são feitas no laboratório da Asplan
- Os fiscais da Asplan estarão de plantão até o final da safra
José Inácio de Morais é reconduzido ao cargo de presidente da Asplan para o triênio 2021-2023 por aclamação
O atual presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, foi reconduzido para mais um mandato à frente da entidade. Na manhã desta sexta-feira (09), no auditório da entidade, foi feita a eleição e, em seguida, a posse dos novos dirigentes da Associação. Na presença de fornecedores associados, José Inácio foi aclamado junto aos membros da também da nova diretoria e responderá pela presidência por mais três anos (triênio 2021-2023). Na oportunidade, o dirigente agradeceu a confiança e falou dos novos desafios que o setor deve enfrentar nos próximos anos.
Segundo José Inácio, um dos desafios e fazer com que os produtores de cana tenham acesso aos créditos de carbono do RenovaBio, Programa Nacional dos Biocombustíveis, hoje restrito apenas aos industrias. “Nós, produtores, devemos ter acesso ao crédito financeiro do CBios. Não é sensato, ne justo deixar os produtores as margens deste ganho, já que a liberação de carbono tem início no próprio desenvolvimento da planta. Essa é uma questão de justiça. Se o benefício do sequestro de carbono tem início no campo, com as boas práticas, o fornecedor deve ter acesso a esse crédito. Queremos nossa parte e vamos lutar para conseguir”, disse o presidente.
José Inácio também destacou os desafios de incentivar os fornecedores para que invistam em sua produtividade. Essa, inclusive, é uma prática permanente da Asplan e que vai continuar durante seu próximo mandato. “Hoje a concorrência não está apenas no centro-sul, temos também o etanol americano”, comentou o presidente, frisando que o Departamento Técnico da Asplan (Detec) avançou muito nos últimos anos. “Neto Siqueira, que é nosso Diretor Técnico, está de parabéns”, disse ele, finalizando seu discurso falando do orgulho que sente ao representar a categoria. “Tenho orgulho também de dizer que aqui não existe disputa e sim unidade no trabalho realizado em prol dos associados. Obrigada pela confiança”, concluiu ele, que preside vai para seu terceiro mandato à frente da entidade.
E é essa unidade, aliada à sua experiência no setor canavieiro que leva o fornecedor Gabriel Rangel e apoiar José Inácio. “Para mim, que sou novo no segmento porque era meu avô que estava à frente dos negócios da família, é extremamente importante ter um presidente experiente lutando pelos nossos interesses. Ele mostra a que veio pela experiência e por conseguir unir todos diante dos desafios”, afirmou Gabriel.
O Diretor da Asplan, Oscar Gouvêa também ressaltou a experiência de José Inácio durante seu discurso, sendo, inclusive, bastante aplaudido quando se colocou não como um dos dirigentes da entidade, mas como fornecedor. “A gente tem muita sorte de contar com José Inácio porque ele é inteligente e tem contribuído para o sucesso de todo o setor. Agradeço por tudo que ele tem feito, pela sua dedicação, a exemplo da Cooperativa que ele ajudou a criar. Receba, do fornecedor e não do dirigente, toda a minha confiança”, frisou Oscar.
Com uma chapa democrática, composta por “velha guarda” e nova geração, a fornecedora, Ana Cláudia Santana, que está como 2ª vice-diretora secretária, também despontou como representante feminina no grupo. “Fico honrada e feliz por aqui representar a mulher em um segmento por tanto tempo majoritariamente masculino”, afirmou a fornecedora. Sua mãe, dona Rosa de Lourdes de Santana, que também esteve no evento prestigiando a cerimônia, frisou o seu apoio à recondução do presidente ao cargo. “A experiência dele conta muito para todos nós”.
Além do presidente que foi reconduzido ao cargo, também foram empossados Pedro Campos Neto (1º Vice-presidente); Raimundo Nonato Siqueira (2º vice-presidente); Eduardo Rabelo (Diretor Secretário);Frederico Madruga (1º Vice-diretor secretário); Ana Cláudia Santana (2ª vice-diretora secretária); Oscar de Gouvêa (Diretor Administrativo e Financeiro); Carlos Hein (1º vice-diretor administrativo e financeiro); Francisco Cleanto (2º vice-diretor administrativo e financeiro);Francisco Siqueira Neto (Diretor Técnico); e Alexandre Furtado Honório (vice-diretor técnico). Também assumiram os membros do Conselho Fiscal: Jorge da Costa (efetivo); Paulo Roberto Campos Filho (efetivo); e Hugo Malta de Resende Júnior (efetivo), bem como os suplentes e todo o conselho de representantes.
- A cerimônia foi prestigiada por alguns fornecedores apenas em função das precauções tomadas em relação ao Covd-19
- Ana Claudia e Rosa de Lourdes Santana, fornecedoras
- Fornecedor Gabriel Rangel
- José Inácio agradeceu a confiança e falou do desafio do RenovaBio
- Mesa formada por Jorge Campos, Fernando Rabelo, Ana Cláudia, Celso de Morais, Nonato Siqueira, Oscar de Gouvêa e José Inácio
- Nova Diretora junto ao presidente José Inácio
- Nova diretorias da Asplan e associados
- Novos dirigentes foram eleitos por aclamação








































