Asplan
Discurso de Bolsonaro na abertura da Assembleia-Geral da ONU é elogiado por representantes do agronegócio
O discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), foi recebido com muito entusiasmo por representantes de entidades ligadas ao agronegócio. Na avaliação do presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, além do pronunciamento mostrar que o Brasil está em pleno desenvolvimento, com um governo que busca o crescimento econômico da nação, finalmente, o setor do agronegócio tem o devido reconhecimento. “O presidente foi muito feliz quando bem lembrou que apesar da crise mundial provocada pela pandemia, o homem do campo não parou e trabalhou como nunca para fazer chegar os alimentos nas mesas dos brasileiros”, destacou José Inácio.
“A produção rural no Brasil não parou nestes tempos de pandemia. O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos e contribui para que o mundo continuasse a ser bem alimentado”, disse o presidente, enaltecendo que “o agronegócio brasileiro continua pujante e acima de tudo possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta”. O presidente lamentou ainda que o país seja, injustamente, vítima de, segundo ele, de uma das mais cruéis campanhas de difamação sobre a Amazônia e Pantanal.
Para o presidente da Asplan, o discurso do presidente Bolsonaro mostrou um chefe de nação patriota, responsável, inteiramente defensor da soberania nacional e um defensor do progresso e desenvolvimento do Brasil. “Não apenas em relação ao agronegócio, mas em todos os temas de relevância nacional, vi no discurso do presidente Bolsonaro posições firmes e coerentes, de um chefe de nação que quer ver o Brasil comprometido com o desenvolvimento e progresso”, finalizou José Inácio.

Asplan participa de ação que estimula produtores a fazer a logística reversa de embalagens de agrotóxicos
No próximo dia 30, durante todo o dia, os produtores rurais de cidades próximas a Pedras de Fogo, a exemplo de Juripiranga, Conde, Alhandra e Caaporã, terão à disposição um posto de coleta para entregar embalagens vazias de agrotóxicos. A ação, denominada Recolhimento Itinerante, é uma parceria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), com a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens (INPEV), o CREA, a Prefeitura de Pedras de Fogo e a Secretaria de Agricultura do Estado (Sedap). O objetivo é facilitar o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos. O posto funcionará no local do antigo posto do Fisco, na entrada de Pedras de Fogo.
O coordenador do Departamento Técnico da Asplan, o engenheiro agrônomo Luís Augusto, lembra que a parceria para a destinação final das embalagens sempre atinge os objetivos e sempre conta com a adesão dos produtores. “O descarte correto das embalagens é obrigatório e sempre que fazemos essa ação temos uma resposta bem positiva dos produtores”, diz Luis, destacando que tudo o que for arrecadado será destinado à uma unidade de recolhimento da ARPAN. A última ação deste tipo ocorreu na cidade de Itapororoca, no ano passado. Segundo Luis, a ação de Pedras de Fogo aconteceria em abril, mas foi adiada em função da pandemia.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação, bem como os fornecedores estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que é preciso fazer a tríplice lavagem do recipiente e entregá-lo no posto montado durante a ação. Não podemos queimar, enterrar, jogar em lixo comum. Isso é contra a lei e contamina o meio ambiente e prejudica a saúde das pessoas”, disse José Inácio, reiterando a responsabilidade dos produtores com a destinação correta das embalagens vazias. Ele lembra ainda que neste tipo de ação não é necessário que o produtor leve a nota fiscal de comp0ra dos produtos.
O dirigente canavieiro destaca que quando o produtor realiza a entrega de suas embalagens de agrotóxicos com segurança a uma unidade de recebimento para que seja realizada a destinação adequada do recipiente, como essa que será disponibilizada em Pedras de Fogo, ele recebe um recibo. “Esse comprovante deve ser guardado e apresentado em uma possível fiscalização. A lei só permite que o produtor guarde recipientes vazios de agrotóxicos até um ano. Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa”, finaliza José Inácio.
- as embalagens vazias devem ter uma destinação correta
Selo ProAR 2030 vai certificar cana da PB e possibilitar que produtor seja incluído no Renovabio para recebimento de créditos de carbono
O lançamento do selo ProAR 2030, na tarde desta quarta-feira (9), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa, é um feito inédito em nível nacional, no âmbito da cadeia produtiva primária, que vai possibilitar que os produtores canavieiros paraibanos sejam protagonistas do Renovabio e tenham acesso, ao recebimento dos créditos de carbono, a partir da adoção de boas práticas na área socioambiental e da certificação destes processos.
“Com a instituição do selo e da certificação, a Asplan parte na frente para assegurar que seus associados sejam inseridos no Renovabio e passem a receber CBIOs proporcional a sua produção e organização. A Paraíba é pequena, mas nós pensamos grande”, disse o presidente da entidade, José Inácio de Morais que estava acompanhado do presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, Alexandre Lima, de Mário Borba, representante da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Secretário de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Efraim Morais e do deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Biocombustíveis e Energias Renováveis da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Tovar Correia Lima.
O projeto do selo é uma parceria da Asplan com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade responsável por executar o projeto e pela implantação dos dados no aplicativo denominado ProAR. A certificação dos processos, que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias, com informações que serão consolidadas num sistema próprio, utilizando um banco de dados antifraude e rasterável, chamado Blockchain. A auditagem dos dados será responsabilidade da empresa SGS, que atua em mais de 140 escritórios, em vários países e é líder mundial em certificação.
Segundo a diretora executiva da CIPED, Priscilla Maciel, a expectativa é que até o final deste ano, todos os dados da safra atual já estejam no sistema para certificação. “A Asplan ficará responsável pelo repasse das informações que alimentará o sistema, que seguirá os padrões internacionais de indicadores de produtividade”, disse Priscilla. Ela explicou ainda que a nota de eficiência energética é um somatório das fases agrícola, industrial e de distribuição. “Daí porque os produtores não podem ficar de fora destes recebíveis, pois o que acontece no campo vai impactar no coeficiente energético da indústria e, consequentemente, em seus recebíveis que precisam ser repartidos, proporcionalmente, com toda a cadeia produtiva”, explicou Priscilla.
O diretor da Asplan, Pedro Neto, explica que o rastreamento da cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas. “Essa iniciativa agrega valor ao nosso negócio e fortalece nossa luta em busca de um direito que é nosso. Nós não queremos disputar nada com as indústrias, apenas pleiteamos a nossa parte nesse processo de recebíveis de créditos de carbono, o que é muito justo”, reiterou Pedro Neto.
O presidente da Feplana e da Associação de Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Lima, parabenizou a Asplan pela iniciativa e lamentou que o Renovabio não tenha incluído os produtores neste processo de CBIOs. “É vergonhosa essa situação. Ainda nas discussões de implantação do Programa, chamamos a atenção para inclusão dos produtores no processo, mas, nada disso foi feito. Agora temos um projeto de autoria do deputado paraibano Efraim Filho tramitando no Congresso para corrigir essa distorção, mas, já ficamos sabendo que há toda uma movimentação de entidades industriais para que ele não avance. Mas, não vamos abrir mão de nossa parte. Só queremos o que cabe ao produtor”, enfatizou Alexandre, que discorreu ainda sobre a importância do sistema cooperativado, dando como exemplo de sucesso a COAF, em PE, que distribuiu na última safra R$ 8 milhões de lucro entre seus cooperados.
O secretário Efraim Morais, presente à solenidade de lançamento do selo ProAR 2030, enalteceu a iniciativa da Asplan, parabenizando a entidade pelo pioneirismo. “A Asplan, mais uma vez, dá um passo importante no fortalecimento do setor e reitero aqui o compromisso do Governo do Estado com esse segmento, inclusive na parceria de doação de cana-semente”, disse o secretário. Mário Borba, que representou a CNA, lembrou que a rastreabilidade e certificação não só da cana-de-açúcar, mas de outros produtos e culturas é uma exigência do mercado que se consolida cada vez mais. “Essa é uma condição que será cobrada, aqui no Brasil e também lá fora e a Asplan sai na frente com o lançamento deste selo, não apenas com vistas ao Renovabio, mas, sobretudo para melhoria e sustentabilidade do processo produtivo”, disse ele. Mário ainda abordou o impacto negativo e oneroso da Reforma Tributária na cadeia produtiva, conclamando o setor a se mobilizar contra o que está sendo proposto. “Da forma como está sendo proposta, a Reforma onerará os custos de produção da cana-de-açúcar, por exemplo, em 7%, dos derivados de leite em 11%, e por ai vai. Precisamos nos mobilizar para mudar isso”, disse Mario Borba.
“A cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui. Queremos ter acesso aos créditos do CBIOs, aos créditos de carbono e a ganhar em cima do valor agregado que nosso produto possui e a certificação de nossa produção com o SELO ProAr 2030, com certeza, será um passo importante neste sentido. O fato de termos esse selo de qualidade já é um fator agregador de valor que será um facilitador para atingirmos nosso objetivo porque estaremos ampliando a credibilidade da cadeia produtiva paraibana e também nos organizando melhor”, finalizou José Inácio.
Ainda participou da solenidade a presidente da CIPED, Laryssa Almeida, o diretor de Estratégia da CIPED, Clynson Oliveira, o diretor financeiro, Bruno Souza, o diretor de Tecnologia, Thiago Monay e o diretor de Sustentabilidade da SGS, Fabian Gonçalves. Alguns associados prestigiaram o evento que não pôde contar com muita gente para evitar aglomerações em tempos de pandemia.
- Alexandre Lima, presidente da Feplana e da AFCP
- Deputado Tovar Correia Lima prestigiou o evento
- Fabian Gonçalves, da SGS
- Lançamento aconteceu na sede da Asplan, em João Pessoa
- Lançamento reuniu representantes do setor, do governo, da CIPED, SGS e outras autoridades
- Presidente da Asplan, José Inácio, e diretor da Associação, Pedro Neto
- Priscilla Maciel, da CIPED
- Secretário Efraim Morais parabenizou a iniciativa da Asplan
Parceria Asplan/Senar possibilita multiplicação e distribuição de clones promissores de cana-de-açúcar
Graças a uma parceria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) com a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) produtores rurais paraibanos receberam clones promissores de cana-de-açúcar da RB-021754 e RB-041443. A distribuição do material foi feita nesta terça-feira (01), na Estação Experimentação do Camaratuba. Os clones que têm diferenciais que agregam mais valor a matéria-prima direcionada às indústrias foram desenvolvidos pela Ridesa, na estação de Carpina (PE). Dos 50 produtores que são atendidos pelo ATeG, nas regiões Norte e sul, 14 foram beneficiados com a distribuição de uma tonelada de semente dos dois clones.
O diferencial desses clones, explica o engenheiro agrônomo da Asplan, Luis Augusto, são a adaptabilidade às condições diversas para o plantio, como variações de solo ou de índices pluviométricos, além deles terem um maior índice de Açúcar Total Recuperável (ATR). “Como a remuneração dos produtores de cana é baseada no ATR, quando a matéria-prima tem índices maiores de ATR, isso influencia diretamente no ganho do produtor”, reitera Luis.
O agrônomo da Asplan, Luis Augusto, destaca outro aspecto importante sobre essa pesquisa científica no segmento de cana-de-açúcar que não recomenda concentrações de variedades cultivas superiores a 20%. “A Paraíba tem uma predominância em torno de 60% da cana 579. Assim, a distribuição destes clones contribui também para a diversificação dos cultivos e, consequentemente, para dar mais segurança à produção”, atesta ele.
Ainda segundo o engenheiro agrônomo da Asplan, a RB-021754 tem se mostrado precoce e com alta produtividade em termos de toneladas por hectare e também de ATR. O produtor Cléber Guedes foi um dos que se beneficiou com a parceria. “Se não fosse esse trabalho feito em conjunto pela Asplan e Senar, nós não teríamos a oportunidade de receber clones promissores como esses”, disse o produtor.
O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, reforça a importância deste trabalho e da atuação da Asplan na melhoria dos processos de produção local. “O nosso departamento técnico tem também o objetivo de testar e trazer inovações tecnológicas e fazer a difusão e multiplicação de mudas e sementes de qualidade. Esses clones, por exemplo, foram conseguidos com a Ridesa, numa parceria que nós temos há mais de 20 anos e que colocamos agora à disposição do produtor”, afirma Neto.
Segundo dados da Asplan, o clone RB-021754 oferecido aos produtores tem uma performance e uma produtividade por hectare 8,79% maior do que a variedade 579, que predomina no Estado, e também maior percentual de ATR, algo em torno de 2,09% mais. Já o clone RB-041443 apresenta um resultado superior de 27,63% de tonelada de cana por hectare em relação a 579.
O técnico de campo do Senar, Erik Amorim, responsável pelo trabalho, lembra que essa ação possibilita o acesso aos produtores paraibanos de uma tecnologia que já existe em outros locais. “Nós trazemos a tecnologia que já está estabelecida, em grandes centros e em empresas, para a realidade do produtor paraibano, adaptando isso para o seu potencial, levando em consideração as suas dificuldades e condições da sua propriedade. Isso significa trazer a ciência para dentro da fazenda”, disse Erik, lembrando que o Senar-PB foi pioneiro em nível nacional na oferta da ATeG focada em cana.
Asplan lança selo ProAR que vai estimular cadeia produtiva da cana a ter boas práticas na área socioambiental
O caminho da sustentabilidade no setor primário passa, necessariamente, pela adoção de boas práticas na área socioambiental. E foi partindo deste princípio que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) firmou um convênio pioneiro em nível nacional, que vai instituir uma certificação para a matéria-prima produzida pelos seus associados. O lançamento do selo Pro-AR/2030, que vai possibilitar certificar a cana-de-açúcar produzida na Paraíba, será lançado no próximo dia 09, às 14h, em solenidade na sede da entidade, em João Pessoa.
O convénio foi formalizado com a Associação Centro Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Direito – CIPED, entidade que ficará responsável por executar o SELO Pro-Ar e conduzir os trabalhos de certificação que se dará através de mecanismos de controle de qualidade de produção, desde a plantação até a entrega da matéria-prima às indústrias. “A proposta é realizar a certificação da matéria-prima seguindo os padrões internacionais de indicadores de produtividade, utilizado um banco de dados antifraude chamado Blockchain”, explica o diretor executivo do Programa Pro-Ar, Clynson Oliveira. Segundo ele, o rastreamento da cadeia produtiva, desde a plantação até a entrega do produto na usina, vai agregar valor ao produtor, na medida em que o associado da Asplan terá sua cana monitorada e certificada com a adoção de boas práticas.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que essa iniciativa vai valorizar ainda mais a produção canavieira paraibana e fortalecer o produtor que terá uma matéria-prima ainda mais valorizada no mercado. “Com essa iniciativa, o produtor canavieiro paraibano passa e a ter mais ganhos na venda de seu produto além da ATR, porque sabemos que a cana tem um valor agregado que extrapola, e muito, o açúcar que ela possui. Queremos ter acesso aos créditos do CBIOs, aos créditos de carbono e a ganhar em cima do valor agregado que nosso produto possui e a certificação de nossa produção com o SELO Pro-Ar, com certeza, será um passo importante neste sentido”, afirmou José Inácio.
O dirigente canavieiro reitera que esse é um importante passo para tornar o produtor apto a transacionar crédito de carbono, além de levar sustentabilidade ao campo. “Imagina que estamos criando um selo de qualidade para a nossa cana que vai balizar as boas práticas no campo, desde a plantação até a colheita e entrega da matéria-prima nas indústrias que, por sua vez, com o Renovabio precisam estar em sintonia com as novas regras de sustentabilidade para poderem lucrar com os resultados destas boas práticas, então, na medida em que pleiteamos também ter ganhos com o Renovabio, o fato de termos esse selo de qualidade já é um fator agregador de valor que será um facilitador para atingirmos nosso objetivo porque estaremos ampliando a credibilidade da cadeia produtiva paraibana”, finaliza José Inácio.
- José Inácio destaca avanços que o produtor terá com o selo Pro-AR
Presidente da Unida critica posição da Sefaz que dificulta benefício para reabertura da terceira usina cooperativada de Pernambuco
“Não estimular o cooperativismo, principalmente, num setor potencialmente gerador de progresso, desenvolvimento e muitos postos de trabalho como o sucroenergético, é um erro que se agrava ainda mais quando já se tem provas concretas de que dois empreendimentos similares no Estado já deram certo. Esperamos que o governador Paulo Câmara tenha a devida sensibilidade quanto ao pleito da Cooaf Sul, que somente com apoio e incentivo do governo pode repetir o sucesso da usina Cruangi (Coaf), em Timbaúba, e da antiga Pumaty (Agrocan), em Joaquim Nabuco”, disse nesta sexta-feira (28) o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais.
O dirigente canavieiro que também preside a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), lembra que na contramão do que aconteceu nos últimos anos no Brasil, quando muitas usinas de etanol e açúcar fecharam, os produtores de cana-de-açúcar de Pernambuco, organizados em cooperativas e estimulados por políticas fiscais do Estado, reabriram duas usinas que hoje são modelo para uma terceira unidade, prevista para abrir em setembro. Contudo, mesmo com leis fiscais vigentes, a Sefaz dificulta o benefício para abertura deste terceiro empreendimento (antiga usina Estreliana) previsto para ser reativada mês que vem, em Ribeirão.
O presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP) e da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, lamenta que às vésperas da reabertura deste terceiro empreendimento, o governador Paulo Câmara, recue e não mantenha sua arrojada política de incentivos fiscais, baseada nas leis 16.505/18 e 15.584/15. “A Cooaf Sul tem capacidade para gerar 2,5 mil postos de trabalho na indústria e no campo e a nossa intenção é começar a produção em meados de setembro. Essa unidade tem as mesmas características da Coaf, em Timbaúba, e da Agrocan, em Joaquim Nabuco e portanto está enquadrada nestas leis de incentivo fiscais”, reitera Alexandre.
O presidente da Feplana lembra que a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) tem impedido o mesmo benefício de crédito presumido do ICMS para Cooaf Sul, mesmo com as legislações vigentes até 2022, sem nenhuma justificativa. “Vamos nos mobilizar e cobrar do governador esse apoio e além dessa coerência, pois ele é fundamental para que possamos reabrir essa terceira usina em Pernambuco, gerando assim mais empregos, renda e desenvolvimento”, finaliza Alexandre Lima.
- Presidente da Asplan, José Inácio,espera que o governador Paulo Câmara apoie abertura da Cooaf Sul
Coasplan desenvolve parcerias para melhor atender seus cooperados e clientes
Depois da inauguração de sua sede, em Bayeux, no último dia 15, as atividades da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ficaram ainda mais dinâmicas. Em conjunto com a PH Química, a Cooperativa está desenvolvendo experimentos na cana-de-açúcar junto as usinas Japungu, sob a supervisão do gerente Agrícola, Dr. Dante, e na Monte Alegre, sob a supervisão do Agrônomo Dr. Hugo Amorim. Junto ao parceiro Agrivalle vem desenvolvendo tratamentos com seus produtos enraizadores, fungicidas e nematicidas, fornecendo um custo mais competitivo por hectare, além de ser escolhida para o fornecimento de Glifosato na usina Monte Alegre junto com o parceiro Smitomo. “Estamos atuando em várias frentes, mas, com um único foco: agregar valor ao mercado, com produtos de excelência e diferenciais de atendimento”, afirma o diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz.
Ele destaca que em relação aos produtos da PH Química, usados nos experimentos das usinas Japungu e Monte Alegre, que foram iniciados há alguns meses, a resposta tem surpreendido, atingindo uma produção de até 12 toneladas por hectare a mais usando os produtos PH Mix, PH Raiz, PH Control e PH Energy, da PH Química. Já junto ao parceiro Agrivalle, segundo Thiago, a Coasplan vem desenvolvendo tratamentos com seus produtos enraizadores (Implanta), fungicidas (Shocker) e nematicidas (Profix ultra), apresentando também resultados muito eficientes, com um custo muito mais acessível, por hectare, do que praticado no mercado.
“Em relação a Agrivalle, lembro que agora ela é multinacional e que está recebendo grandes investimentos, principalmente, no que diz respeito ao produto carro-chefe, o Implanta, que é um produto rico nos 20 aminoácidos essenciais, com extrato de algas, cobalto, molibidênio e níquel. Esse é um produto completo para se usar em fundo de sulco e na socaria”, lembra Thiago.
Há ainda, segundo o diretor comercial da Cooperativa, disponível via compra na Coasplan, outro nematicida excelente que é o Profix Ultra, cujo custo por hectare está batendo todos os concorrentes e com uma eficiência fantástica. “Inclusive, o presidente da Asplan, José Inácio, já adquiriu o produto para usá-lo em mais de 300 hectares em uma de suas propriedades”, reitera Thiago.
Ainda segundo o diretor da Coasplan, juntamente com a Sumitomo, a Cooperativa fechou um contrato com fornecimento de Glifosato para a usina Monte Alegre. “Estamos começando, mas, já com muitas novidades e sobre as vendas da Cooperativa, elas já estão ocorrendo desde julho e a expectativa é que a partir do dia 15 de setembro elas ganhem um incremento significativo”, finalizou Thiago.
Asplan alerta produtores rurais sobre o prazo para a declaração de ITR que começa hoje e vai até 30 de setembro
Começa hoje (17) e vai até o dia 30 de setembro, o prazo para os proprietários rurais de todo o país enviarem a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2020. A expectativa da Receita Federal é receber 5,9 milhões de declarações este ano, cerca de 104,5 mil a mais que as 5.795.480 enviadas em 2019. A declaração só pode ser preenchida por meio do programa gerador da declaração, que pode ser baixado na página www.receita.fazenda.gov.br, a partir desta segunda-feira. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) lembra aos produtores rurais e, em especial, aos canavieiros associados, a necessidade da declaração. “Quem não declarar o tributo estará sujeito a aplicação de multas e de uma série de sanções”, lembra o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.
Todas as pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou que detenham qualquer título do imóvel rural precisam fazer a DITR. Apenas os contribuintes imunes ou isentos estão dispensados de entregar a declaração. O produtor que perdeu ou transferiu a posse ou o direito de propriedade da terra desde 1º de janeiro também está obrigado a apresentar a declaração. A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do programa gerador da Receita Federal. O documento pode ser transmitido pela internet ou entregue em pendrive em qualquer unidade da Receita Federal. Quem perder o prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 50,00.
O Imposto sobre Propriedade Territorial Rural pode ser pago em até quatro parcelas mensais, mas nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50,00. O imposto inferior a R$ 100,00 deve ser pago à vista, até 30 de setembro, último dia de entrega da declaração. O pagamento pode ser feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) em qualquer banco ou por transferência eletrônica de instituições financeiras autorizadas pela Receita.
Embora ainda haja tempo de fazer a declaração, o presidente da Asplan alerta aos produtores que não deixem para a última hora sob o risco de passar o prazo de entrega estabelecido pela Receita “O contribuinte que atrasar a entrega da declaração será penalizado com 1% de multa ao mês, ou fração sobre o imposto devido”, finaliza José Inácio.
- Presidente da da Asplan, José Inácio, lembra que os produtores não devem esperar até o último dia para entregar a DIRT
Apresentação da sede da Coasplan reúne produtores, cooperados e parceiros do agronegócio paraibano
A apresentação da sede da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ao mercado paraibano do agronegócio reuniu produtores, cooperados e parceiros da entidade, na manhã deste sábado (15). Respeitando as devidas regras de flexibilização na pandemia, com convidados e anfitriões todos de máscaras, a inauguração da sede da Cooperativa aconteceu em meio a um café da manhã, com direito a descerramento de placa comemorativa, discursos e apresentação das instalações da entidade que chega ao mercado paraibano para ampliar os serviços de comercialização de insumos, produtos, máquinas e equipamentos para o setor do agrobusiness, com especial atenção, para os produtores canavieiros. A sede da COASPLAN fica na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia.
O presidente da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que descerrou a placa de inauguração da COASPLAN junto com o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho, lembrou que a inauguração da entidade simboliza a concretização de um sonho antigo, que segue o sucesso de outras iniciativas no país que fomentam o agronegócio de forma consorciada e que pode ser uma semente de projetos ainda mais audaciosos. “A união de forças fortalece qualquer negócio e a gente já conhece iniciativas de sucesso com o sistema cooperativado em outras regiões do país e até mesmo aqui pertinho, em Pernambuco, com a COAF, de forma que começamos agora a disponibilizar na Paraíba, não apenas para nossos associados uma forma diferente de adquirir produtos, insumos, implementos e máquinas. Não chegamos para competir com ninguém, mas para somar”, disse José Inácio.
O presidente da COASPLAN, Fernando Rabelo Filho, destacou que a Cooperativa já nasce forte e com grande representatividade, mas que vai precisar da união e apoio de seus cooperados, dos associados da Asplan e do próprio mercado para crescer cada vez mais. “Nós representamos diretamente 1.600 produtores associados, que juntos respondem por 60 mil hectares de terra e temos 50 cooperados que plantam em 20 mil hectares, ou seja, que detém mais da metade de área cultivada de cana na Paraíba, isso só fazendo referência a cultura canavieira, porém não estamos focados apenas nela, mas, no mercado do agro de um modo geral”, destacou ele, lembrando que o apoio dos produtores em prestigiar a Cooperativa será fundamental para o sucesso da iniciativa. Fernando lembrou ainda que além das vantagens de ter mais um canal de compras, os cooperados ainda participarão do rateio proporcional de lucros da COASPLAN no final de cada exercício fiscal. “A Casa é nossa e quanto mais prestigiá-la, mais vantagens e dividendos teremos”, reiterou Fernando Filho.
O presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que estava acompanhado do superintendente do Sistema, Pedro Albuquerque, elogiou as instalações da COASLAN e desejou sucesso no novo empreendimento. “É com muita satisfação e alegria que vemos surgir essa cooperativa. Isso mostra a força do agronegócio e o quando o sistema cooperativado tem conquistado o mercado pelos seus inúmeros atrativos e desejamos muito sucesso para a COSPLAN na prospecção de novas parcerias que devem ser ampliadas além da área comercial e, inclusive, com o Sistema OCB/PB na área de capacitação e de outros projetos”, disse André.
O gerente de Negócios Agro da Sicredi Evolução Aurélio Pizano, destacou a similaridade de foco da instituição que representa com a COASPLAN, lembrando que ambos têm o mesmo ‘DNA’. “Tanto o Sicredi, quanto a COASLAN atuam no mercado com foco num sistema cooperativado que traz ganhos diversos para os cooperados e nós esperamos que a partir de agora ambas as instituições possam estreitar seus laços e serem parceiros”, disse Aurélio, lembrando que o Sicredi Evolução é a terceira melhor referência de crédito para o agronegócio na Paraíba, ficando atrás apenas do BNB e BB, respectivamente, primeiro e segundo lugares neste ranking.
O vice-presidente da COASPLAN, Pedro Neto, também prestigiou o evento e afirmou que essa data ficará como um marco no mundo do agronegócio paraibano. “Já há algum tempo que a gente sonhava com essa Cooperativa e este ano conseguimos realizar esse sonho e agora é acreditar e apostar nele, fortalecendo a entidade cada vez mais”, disse ele, lembrando que na sede da entidade, em Bayeux, além de amplas instalações que ocupam uma área de quase 1000 metros quadrados, incluindo um amplo galpão para o armazenamento de mercadorias e produtos, o cooperado tem além de todas as vantagens de compra, uma sala a disposição para a realização de reuniões.
O produtor canavieiro, associado da Asplan e cooperado da COASPLAN, Celso Morais, não apenas prestigiou o evento deste sábado, como já efetuou sua primeira compra através da Cooperativa. Ele adquiriu 60 litros do produto Implanta, um bio estimulante e complexo de nutrientes da empresa Agrivalle, para melhorar o enraizamento de parte de sua lavoura localizada na Fazenda Santa Emília, em Rio Tinto. “Essa é a primeira compra de outras que irei realizar, pois acho importante a gente prestigiar a Cooperativa, não apenas para obter vantagens na aquisição dos produtos, mas, também para fortalecer a entidade que quanto mais apoio tiver, mais forte ficará”, disse ele. O Representante Técnico da Agrivalle, Flávio Alves, não divulgou quais vantagens Celso tinha tido ao adquirir o Implanta através da Cooperativa, mas, adiantou que ele teve uma condição comercial vantajosa.
O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, que recepcionou os convidados, reforçou que embora a COASPLAN seja uma entidade ligada a Asplan, não é preciso o produtor ser associado para adquirir produtos da entidade. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar, de forma que estamos de portas abertas para todo o m mercado do agronegócio”, reforçou ele, agradecendo a parceria da Agrivalle, da PH Química e da Sumitomo neste início de operação da entidade. A COASPLAN está em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.
A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. O representante da Yara Brasil Fertilizantes S/A, Mozart Cavalcante, também prestigiou a inauguração da sede da COASPLAN.















Apresentação da sede da Coasplan reúne produtores, cooperados e parceiros do agronegócio paraibano
A apresentação da sede da Cooperativa dos Associados da Asplan (COASPLAN) ao mercado paraibano do agronegócio reuniu produtores, cooperados e parceiros da entidade, na manhã deste sábado (15). Respeitando as devidas regras de flexibilização na pandemia, com convidados e anfitriões todos de máscaras, a inauguração da sede da Cooperativa aconteceu em meio a um café da manhã, com direito a descerramento de placa comemorativa, discursos e apresentação das instalações da entidade que chega ao mercado paraibano para ampliar os serviços de comercialização de insumos, produtos, máquinas e equipamentos para o setor do agrobusiness, com especial atenção, para os produtores canavieiros. A sede da COASPLAN fica na Avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 7h ao meio dia.
O presidente da Associação dos Planadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que descerrou a placa de inauguração da COASPLAN junto com o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho, lembrou que a inauguração da entidade simboliza a concretização de um sonho antigo, que segue o sucesso de outras iniciativas no país que fomentam o agronegócio de forma consorciada e que pode ser uma semente de projetos ainda mais audaciosos. “A união de forças fortalece qualquer negócio e a gente já conhece iniciativas de sucesso com o sistema cooperativado em outras regiões do país e até mesmo aqui pertinho, em Pernambuco, com a COAF, de forma que começamos agora a disponibilizar na Paraíba, não apenas para nossos associados uma forma diferente de adquirir produtos, insumos, implementos e máquinas. Não chegamos para competir com ninguém, mas para somar”, disse José Inácio.
O presidente da COASPLAN, Fernando Rabelo Filho, destacou que a Cooperativa já nasce forte e com grande representatividade, mas que vai precisar da união e apoio de seus cooperados, dos associados da Asplan e do próprio mercado para crescer cada vez mais. “Nós representamos diretamente 1.600 produtores associados, que juntos respondem por 60 mil hectares de terra e temos 50 cooperados que plantam em 20 mil hectares, ou seja, que detém mais da metade de área cultivada de cana na Paraíba, isso só fazendo referência a cultura canavieira, porém não estamos focados apenas nela, mas, no mercado do agro de um modo geral”, destacou ele, lembrando que o apoio dos produtores em prestigiar a Cooperativa será fundamental para o sucesso da iniciativa. Fernando lembrou ainda que além das vantagens de ter mais um canal de compras, os cooperados ainda participarão do rateio proporcional de lucros da COASPLAN no final de cada exercício fiscal. “A Casa é nossa e quanto mais prestigiá-la, mais vantagens e dividendos teremos”, reiterou Fernando Filho.
O presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que estava acompanhado do superintendente do Sistema, Pedro Albuquerque, elogiou as instalações da COASLAN e desejou sucesso no novo empreendimento. “É com muita satisfação e alegria que vemos surgir essa cooperativa. Isso mostra a força do agronegócio e o quando o sistema cooperativado tem conquistado o mercado pelos seus inúmeros atrativos e desejamos muito sucesso para a COSPLAN na prospecção de novas parcerias que devem ser ampliadas além da área comercial e, inclusive, com o Sistema OCB/PB na área de capacitação e de outros projetos”, disse André.
O gerente de Negócios Agro da Sicredi Evolução Aurélio Pizano, destacou a similaridade de foco da instituição que representa com a COASPLAN, lembrando que ambos têm o mesmo ‘DNA’. “Tanto o Sicredi, quanto a COASLAN atuam no mercado com foco num sistema cooperativado que traz ganhos diversos para os cooperados e nós esperamos que a partir de agora ambas as instituições possam estreitar seus laços e serem parceiros”, disse Aurélio, lembrando que o Sicredi Evolução é a terceira melhor referência de crédito para o agronegócio na Paraíba, ficando atrás apenas do BNB e BB, respectivamente, primeiro e segundo lugares neste ranking.
O vice-presidente da COASPLAN, Pedro Neto, também prestigiou o evento e afirmou que essa data ficará como um marco no mundo do agronegócio paraibano. “Já há algum tempo que a gente sonhava com essa Cooperativa e este ano conseguimos realizar esse sonho e agora é acreditar e apostar nele, fortalecendo a entidade cada vez mais”, disse ele, lembrando que na sede da entidade, em Bayeux, além de amplas instalações que ocupam uma área de quase 1000 metros quadrados, incluindo um amplo galpão para o armazenamento de mercadorias e produtos, o cooperado tem além de todas as vantagens de compra, uma sala a disposição para a realização de reuniões.
O produtor canavieiro, associado da Asplan e cooperado da COASPLAN, Celso Morais, não apenas prestigiou o evento deste sábado, como já efetuou sua primeira compra através da Cooperativa. Ele adquiriu 60 litros do produto Implanta, um bio estimulante e complexo de nutrientes da empresa Agrivalle, para melhorar o enraizamento de parte de sua lavoura localizada na Fazenda Santa Emília, em Rio Tinto. “Essa é a primeira compra de outras que irei realizar, pois acho importante a gente prestigiar a Cooperativa, não apenas para obter vantagens na aquisição dos produtos, mas, também para fortalecer a entidade que quanto mais apoio tiver, mais forte ficará”, disse ele. O Representante Técnico da Agrivalle, Flávio Alves, não divulgou quais vantagens Celso tinha tido ao adquirir o Implanta através da Cooperativa, mas, adiantou que ele teve uma condição comercial vantajosa.
O diretor comercial da Cooperativa, Thiago Queiroz, que recepcionou os convidados, reforçou que embora a COASPLAN seja uma entidade ligada a Asplan, não é preciso o produtor ser associado para adquirir produtos da entidade. “Temos herbicidas, fertilizantes e defensivos agrícolas e também um portfólio de produtos que inclui implementos e máquinas para todo o mercado agrícola, não apenas para os produtores de cana-de-açúcar, de forma que estamos de portas abertas para todo o m mercado do agronegócio”, reforçou ele, agradecendo a parceria da Agrivalle, da PH Química e da Sumitomo neste início de operação da entidade. A COASPLAN está em operação desde a segunda quinzena de julho, com produtos para atender as linhas de cana-de-açúcar, de Hortifruti, de Pastagem, de Jardim, além de peças e máquinas agrícolas.
A Cooperativa tem ainda uma Central de Compras, com um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s. Para acionar a Central, basta que o interessado ligue pelo número (083) 2177-0441 e diga qual é sua necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum para o cliente. O representante da Yara Brasil Fertilizantes S/A, Mozart Cavalcante, também prestigiou a inauguração da sede da COASPLAN.
































