Asplan

Diretoria, associados e funcionários da Asplan se juntam a milhares de brasileiros para referendar apoio ao país e a Bolsonaro neste Dia 7

“Foi lindo de se ver, um verdadeiro ato de patriotismo e de apoio a um presidente que defende o Brasil e, mais que isso, fomos às ruas e num imenso grito nacional dissemos que a força do povo é e sempre será soberana”. Foi desta forma que o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais avaliou o movimento das manifestações do Dia da Independência, neste sete de Setembro, em todo o país. José Inácio lembrou ainda que na capital paraibana também houve mobilizações significativas. Na sede da Asplan, em João Pessoa, por exemplo, diretores, associados e funcionários, antes de se juntarem a outros patriotas na Praça da Independência e depois seguirem para o Busto de Tamandaré, houve hasteamento de bandeira com o Hino Nacional e inflamados discursos em defesa da soberania nacional.

“Temos obrigação cívica de ir às ruas hoje e mostrar de que lado estamos e o que defendemos. O Brasil não pode retroceder”, disse José Inácio, em discurso na sede da Asplan, durante cerimônia cívica de hasteamento de bandeiras que aconteceu no estacionamento externo da Asplan. Ele lembrou que o STF não pode continuar a julgar e prender cidadãos da maneira que bem entender, reforçando a fala do presidente Bolsonaro, que também externou a sua indignação com essa conduta. “Que Deus continue abençoando nosso país e todos os brasileiros, nos livrando de regimes ditatoriais e pseudo socialistas. Viva a família, a honestidade, os valores morais e essa nação de homens e mulheres fortes”, reforçou o dirigente canavieiro, lembrando que o país continue sempre andando para frente.

O vice-presidente da entidade, Raimundo Nonato, que estava acompanhado da esposa Glória e do filho Neto Siqueira, também diretor da Associação, reforçou o discurso de José Inácio. “Estamos atravessando um momento muito delicado em nosso país e estamos muito felizes em participar deste momento aqui, pois, estamos unidos e demonstrando um grande patriotismo. Estamos aqui com as nossas famílias, com símbolos da bandeira nacional, demonstrando o grande amor a esse país e a preocupação com o futuro de nossos filhos e netos”, disse Nonato, lembrando que os valores que são fundamentais precisam ser defendidos e essa defesa passa, obrigatoriamente, pelo apoio ao atual governo que muito tem feito pelo nosso país, especialmente, para o agronegócio”, disse Nonato, lembrando a celebre frase reiteradamente usada por Bolsonaro: “O Brasil acima de todos e Deus acima de tudo”!

O diretor tesoureiro da Asplan, Oscar Gouveia, mesmo se reestabelecendo de um tratamento de saúde fez questão de participar do ato cívico na sede da entidade. “Essa demonstração de patriotismo é muito importante e deve servir de exemplo para outras categorias”, disse Oscar, lembrando que é preciso lutar não contra o STF mas, contra os membros do STF que estão tendo um comportamento atípico. “Vou me resguardar de ir para as ruas priorizando minha saúde, mas, não poderia deixar de vir aqui, prestar meu irrestrito apoio a esse ato patriótico e necessário para que tenhamos um país melhor e parabenizar nosso presidente por essa iniciativa de reunir todos nós aqui” disse ele. A gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira, falou em nome dos funcionários. “Estamos aqui com muita alegria, pois compactuamos dos mesmos pensamentos e defendemos nosso país, nossa família, nossos empregos e nossa soberania” disse ela.

O hasteamento da bandeira do Brasil foi feita de forma conjunta pelo presidente e vice-presidente da Asplan, respectivamente, José Inácio e Raimundo Nonato, e na intenção do país e de todos os brasileiros. Após a solenidade no prédio sede da entidade, todos rumaram para a Praça da Independência, quando se juntaram a outros patriotas e seguiram para o Busto de Tamandaré onde houve a concentração e discursos do ato pró-Bolsonaro em João Pessoa. “Foi um evento grandioso, à altura do que nosso país merece. Somos brasileiros e temos que ter orgulho disso”, finalizou José Inácio.

Além da capital paraibana e cidades do interior do estado, outros locais realizaram manifestações similares, com destaque para Brasília e São Paulo, com a participação do presidente Bolsonaro, que fez eloquentes discursos, além de Rio de Janeiro, Recife e outras capitais brasileiras.

Asplan enaltece importância dos produtores e dos paraibanos participarem do ato cívico deste 07 de Setembro

“Mostrar ser patriota, vestir uma camisa amarela e portar uma bandeira do Brasil e ir às ruas neste 07 de Setembro, feriado do Dia da Independência é, sobretudo, demonstrar que se ama esse país, que se defende valores que são importantíssimos, como a família e a sociedade, e é também uma forma dos brasileiros mostrem que apoiam esse governo e que estão do lado do presidente Bolsonaro que muito tem feito para moralizar esse país e recolocá-lo no caminho do desenvolvimento”, disse hoje (06), o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro, que representa cerca de 1.800 produtores paraibanos, destaca que a entidade vai prestigiar os atos cívicos deste feriado nacional, através da participação de seus associados, em atividades em João Pessoa e em outras cidades do interior paraibano.

Antes de se juntarem, por volta das 12h, a outros patriotas na Praça da Independência, local definido como a concentração dos manifestantes, a diretoria e associados da Asplan prepararam uma solenidade na sede da entidade, no Centro de João Pessoa. Lá, às 10h, no estacionamento, haverá o hasteamento da bandeira ao som do Hino Nacional. Após esse ato cívico, todos seguirão em comboio até a Praça da Independência para, em seguida, seguirem rumo ao Busto de Tamandaré, em Tambaú, onde haverá a concentração dos atos pró Brasil e Bolsonaro na capital paraibana.

“Nós não vamos perturbar a ordem pública, não vamos infringir normas, não vamos bloquear ruas, não vamos promover baderna, não vamos invadir prédios públicos, nem muito menos dilapidar patrimônio, nos vamos às ruas neste dia 07, Dia da Independência do Brasil, de forma organizada e pacífica, reiterar nosso apoio ao presidente Bolsonaro, nossa confiança neste governo e, acima de tudo, defender o nosso país”, finalizou José Inácio, reforçando o convite para os associados da Asplan participem do ato cívico desta terça-feira.

DETEC da Asplan se reúne com representantes da Yara para conhecer programa que aumenta rentabilidade e desempenho da lavoura

Aumentar a rentabilidade dos produtores e melhorar a sustentabilidade agrícola. Essa é a proposta do Digital Farming, um programa de Sistema de Recomendações da Yara Fertilizantes que agora estará à disposição dos canavieiros da Paraíba. E nesta quinta-feira (02), representantes da empresa, que é líder em nutrição de plantas, se reuniram com a equipe do Departamento Técnico da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para divulgar as vantagens de uso desta tecnologia. A reunião aconteceu na sede da Associação, em João Pessoa, e contou com a participação do diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira.

“A Yara possui esse software que foi desenvolvido pela empresa e que realiza a recomendação de adubação e calagem, com base na análise de solo de cada produtor e que alinha as necessidades nutricionais de cada área, com todo o portfólio da Yara, relacionando também com os diferentes estágios da cultura que no nosso caso é a cana, mas, pode ser qualquer outra”, explica Neto.

O diretor do DETEC lembra ainda que para ter acesso às vantagens desta tecnologia disponibilizada pela Yara, o produtor trará uma amostra de seu solo para ser analisada por um laboratório parceiro do DETEC/ASPLAN e, em seguida, receberá uma recomendação genérica do Departamento recomendando as doses dos nutrientes e receberá também essa recomendação da Yara, onde ela fará a sugestão com base no seu portfólio. “Com essas observações, o produtor ficará livre para escolher se compra da Yara ou de outra empresa fornecedora, mas, terá um indicativo muito bom de como proceder para melhorar sua produtividade”, reitera Neto Siqueira, lembrando que essa análise fica a cargo da Asplan e não da Yara.

O agrônomo da Asplan, Luis Augusto, destaca ainda a vantagem de que o software da Yara foi criado utiĺizando uma ampla base de dados e diversos experimentos, além de trabalhos de campo e científicos realizados em cada região produtora do país, nas mais diversas culturas. “Esse universo de informações cruzadas, dá ao produtor uma excelente coordenada de como investir em nutrientes, tirando deles a maior vantagem possível”, afirma Luis.

O representante da Yara, Eduardo Saldanha, reforça que o principal objetivo do Sistema de Recomendações da Yara é fornecer, por meio da interpretação de resultados de análise de solo, indicações muito exatas do estado da fertilidade do solo, e a partir daí, poder recomendar um programa de adubação muito mais assertivo, no que diz respeito a suprir as necessidades nutricionais da cultura, tanto em macro, quanto micronutrientes. “Tudo isso, aliado ao fato de uso de fertilizantes e dados de alta performance, tanto de fertilizantes sólidos, quanto fertilizantes foliares ou bioestimulantes”, reforçou Saldanha, lembrado que para ter acesso ao sistema, o produtor precisa vir através da Asplan.

Produtores terão ponto de recolhimento itinerante em Pedras de Fogo para realizarem a logística reversa de embalagens de agrotóxicos

O descarte incorreto de embalagens de agrotóxicos pode prejudicar a saúde dos seres humanos e também acarretar em contaminação de solo, mananciais e rios. Daí porque a logística reversa, que assegura a destinação correta para as embalagens de agrotóxicos, ser uma ação importante para a proteção das pessoas e do meio ambiente.  No próximo dia 09 de Setembro, das 8h às 16h, os produtores rurais de cidades próximas a Pedras de Fogo, no litoral Sul da Paraíba, terão à disposição um ponto de coleta para entrega das embalagens vazias de agrotóxicos. O local de recolhimento será no antigo Posto Fiscal, na entrada de Pedras de Fogo.

            A ação, denominada Recolhimento Itinerante, conta com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP),e com a parceria de outras entidades, a exemplo da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN) e da Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE).

O objetivo da ação, explica o engenheiro agrônomo e coordenador do Departamento Técnico da Asplan, Luís Augusto, é facilitar e estimular o recolhimento dos recipientes, em atendimento ao que determina à Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos.  “O descarte correto das embalagens é obrigatório e a disposição de um posto de coleta, como esse que será montado em Pedras de Fogo, facilita esse descarte”, diz Luis, lembrando que tudo o que for  arrecadado será destinado a uma unidade de recolhimento da ARPAN.  Ele lembra ainda que é necessário realizar a tríplice lavagem antes de encaminhar as embalagens para o posto de coleta.

           O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a Associação bem como os produtores canavieiros estão comprometidos não só em cumprir a Lei, mas em preservar o meio ambiente. “Todos sabem que não podemos queimar, enterrar, nem jogar em lixo comum essas embalagens. Isso é contra a lei, pode contaminar o meio ambiente e prejudicar a saúde das pessoas”, disse José Inácio, lembrando que a legislação que regula essa questão das embalagens de agrotóxicos só permite que o produtor guarde recipientes vazios até um ano. “Depois disso, é preciso que ele faça a logística reversa e essa ação do próximo dia 09 acontece justamente com esse propósito de ajudar o produtor a descartar corretamente as embalagens”, finaliza o dirigente canavieiro, convidando os produtores, especialmente, os produtores de cana-de-açúcar a prestigiar a ação em Pedras de Fogo.

 A logistica reversa de embalagens usadas é muito importante para proteção da vida e do  meio ambiente

Representantes das Forças de Segurança Pública se reúnem com produtores para debater combate à criminalidade na zona rural

O aumento no número de assaltos e roubos na zona rural tem preocupado tanto as forças de segurança pública, quanto os produtores rurais e industriais cujas plantas estão fora do perímetro urbano. E na tentativa de unir forças e tornar ainda mais efetivas às ações de combate ao crime no perímetro rural está se formando uma força tarefa, a partir de uma parceria público/privada, que aglutina as atribuições de inteligência e combate da Secretaria de Segurança Pública, das Polícias Militar e Civil e de outras instituições que integram as forças de segurança da Paraíba, juntamente com a vivência experiências e troca de informações da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool) e outras entidade ligada ao agronegócio local.

Na manhã desta terça-feira (31), o secretário de Segurança Pública da Paraíba, Jean Nunes, acompanhado de comandantes da Polícia Militar e de dirigentes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros, se reuniu com produtores de cana e industriais para definirem uma pauta de trabalho conjunto com o objetivo de reduzir a criminalidade, com ênfase, no entorno de propriedades rurais localizadas em Alhandra, Pedras de Fogo, Mamanguape e Santa Rita, municípios onde, ultimamente e historicamente, há maior registro de ocorrências. Como primeira ação efetiva neste sentido, foram formados grupos de trabalho, por regiões geográficas, sob a coordenação dos comandos locais. “A gente irá fornecer as informações e as forças de segurança pública traçarão os planos de ação e combate”, explica o presidente da Asplan, José Inácio. A implantação de sistemas de vídeo monitoramento, via rádio, nos pontos mais críticos, é outra solução que deverá ser implantada neste esforço conjunto. A iniciativa privada entraria com os investimentos para instalação dos sistemas que serão operados pelas Forças de Segurança.

Segundo o secretário, a ideia é somar esforços e formar uma rede protetiva de apoio com o objetivo de inibir as ocorrências e reduzir a criminalidade na zona rural. “Nós não corremos do problema, pois somos a solução nesta questão de combate a criminalidade, que ganha um reforço significativo quando há uma contribuição efetiva, como agora, da sociedade civil, no sentido de municiar as forças de segurança com informações que possam ajudar nossa inteligência a ser ainda mais resolutiva e nos apoiar em outras ações”, disse o secretário, reiterando que “quando a polícia é acionada, ela resolve”. Jean Nunes reforçou ainda a necessidade do registro oficial das ocorrências que é o que baliza e norteia as ações policiais.

José Inácio, presidente da Asplan, entidade que primeiro manifestou o desejo de buscar soluções conjuntas para a problemática dos crimes e aumento da violência na zona rural, falou da importância de contar com as forças de segurança pública no reestabelecimento da tranquilidade do homem do campo. “O medo tomou conta da gente, mas não podemos cruzar os braços e temos que buscar o apoio das forças de segurança para resolver esse problema, até porque isso é uma prerrogativa exclusiva da polícia, e é isso que estamos fazendo aqui. Discutindo formas de ajuda mútua para que possamos reestabelecer a tranquilidade no meio rural”, reiterou José Inácio.

A produtora canavieira, Simone Rangel, reforçou a importância de ações mais efetivas da polícia no segmento rural e lamentou a benevolência da legislação com criminosos. “Enquanto a polícia prende, a justiça solta. Nós não podemos viver a mercê da bandidagem, somos trabalhadores e trabalhamos duramente. Ser produtor não é fácil e ainda ter que lidar com essa situação de violência no campo é terrível, mas confiamos nas forças de segurança e estamos aqui na tentativa de unir esforços para termos mais assertividade e pro atividade nesta questão do combate à criminalidade”, disse ela.

O coronel da PM, Anderson Benevides, também presente ao encontro, destacou a importância desta união de forças entre o poder público e a iniciativa privada. “Quando a rede de contatos entre a polícia e a sociedade, neste caso, os produtores rurais e industriais, acontece de forma mais efetiva e colaborativa, a rede protetiva se fortalece e se expande”, destacou ele. A mesma referência foi feita pelo Delegado Geral da Polícia Civil, André Rabelo. “O Estado precisa da iniciativa privada e vice-versa e a união de forças só tende a fortalecer as ações de combate à criminalidade”, destacou ele.

O coronel Paiva Neto, comandante do Corpo de Bombeiros da Paraíba, destacou a importância da colaboração dos produtores na questão do combate as queimadas criminosas. “Quando começamos a trabalhar de forma conjunta, a partir das informações dos produtores, tivemos mais assertividade no combate aos incêndios criminosos, isso vale também em relação à questão dos assaltos e roubos, pois é também a partir dos relatos e das informações passadas, que a gente age de forma mais direcionada”, afirmou ele, lembrando que isso vale também no combate aos roubos de transformadores, fios e outros equipamentos na zona rural.

O representante das indústrias sucroenergéticas paraibanas, Gilvan Cavalcanti, diretor da Miriri, destacou que é preciso reforçar as ações de segurança pública para dar mais tranquilidade à comunidade que atua nas indústrias sucroenergéticas locais. “Nós, por exemplo, representamos um contingente de cerca de 1.700 trabalhadores, de cerca de seis mil pessoas, que habitam uns cinco municípios e precisamos ter mais tranquilidade para trabalhar e transitar. Penso que ao aproximarmos nossas ações e unirmos nossas forças, principalmente, usando a inteligência, combateremos de forma mais efetiva a violência e a criminalidade no campo”, reforçou Gilvan.

O diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, alertou para pontos críticos de acontecimento de assaltos no entorno da bacia hidrográfica. (Gramame, Mumbaba e Mamuaba), lembrando que e necessário que as forças de segurança tenham atenção especial, principalmente, de 5ª a domingo, quando acontece maior fluxo de pessoas naquela localidade para os banhos. O vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, externou sua felicidade de, pela primeira vez na história da Paraíba, a Asplan estar recebendo tantas autoridades de Segurança Pública, de uma só vez. “Estou muito feliz de identificar aqui representantes do poder público compromissados com a sociedade civil e dispostos a cumprirem seu papel de combate à criminalidade”, disse Nonato, que externou ainda a esperança de voltar a ter tranquilidade de permanecer em sua propriedade. “Hoje, não tenho mais coragem de ficar em minha propriedade, infelizmente”, disse ele.

A Segurança Pública deve se aprimorar para combater a bandidagem e a PRF está de parabéns pelo Sinal Agro diz presidente da Asplan

“Os agricultores brasileiros ganharam um forte aliado que amplia a segurança no campo e ajuda no combate a criminalidade, especialmente, no tocante a furtos e roubos de animais e maquinário agrícola e a PRF está de parabéns pela iniciativa de combate a bandidagem que muito nos auxiliará nesta questão de segurança, que é uma questão crucial para quem vive e trabalha no campo”, disse hoje (25) o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro, que representa cerca de 1.800 produtores paraibanos, refere-se a o novo sistema de registro de furtos e roubos de animais e maquinário agrícola lançado, recentemente, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Trata-se do ‘Sinal Agro’.

Em nota divulgada na Imprensa, a PRF explica que o ‘objetivo do novo sistema é agilizar a comunicação de abigeato, que é o furto de animais do campo como bovinos e equinos, e também o roubo e furto de maquinários e defensivos agrícolas, que têm alto valor agregado’. E para acessar o ‘Sinal Agro’, basta que o produtor rural faça o registro na página da PRF na internet e clique no ícone correspondente, seguindo o passo a passo determinado pelo site. Após receber a comunicação, a PRF vai analisar e validar a ocorrência que será disparada para todos os celulares de policiais em operação naquela localidade, num raio de ação de até 200 km do local que ocorreu o fato. O serviço funciona 24 horas por dia e no futuro será integrado a sistemas em funcionamento dos estados para garantir o aumento da cobertura de atendimento.

Mas, o dirigente da Asplan, lembra que o registro no sistema ‘Sinal Agro’ não substitui o boletim de ocorrência que deverá ser emitido pela Polícia Civil. “Além de acionar o sistema que a PRF lançou, o produtor deve também fazer o registro na Polícia Civil, já que o ‘Sinal Agro’ serve apenas para os patrulheiros da instituição”, destaca José Inácio, reforçando que quando se faz o registro na PC o informe fica disponível para todas as forças de segurança pública fazerem a consulta, o que amplia as possibilidades de identificação e apreensão dos itens roubados e de quem praticou o delito.

Na nota da PRF, a instituição alerta ainda que, em caso de falsa comunicação por meio do sistema, o cidadão que o fizer poderá incorrer em crime previsto no Artigo 340 do Código Penal, e está sujeito a pena de detenção, de um a seis meses, ou multa. Quem não tiver acesso a Internet, pode fazer o registro por telefone pelo número de emergência da PRF, o 191.

Conab prevê queda de 9,5% na produção de cana-de-açúcar no Brasil mas percentual na Paraíba pode chegar até a 30%

O 2º levantamento da Safra 2021/22, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), prevê uma estimativa de queda no volume de produção de cana-de-açúcar no Brasil em 9,5%. Mas, essa queda deve ser ainda mais acentuada na Paraíba devido à baixa precipitação de chuvas nos meses de junho e julho. Estimativa da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) aponta que esse decréscimo pode oscilar entre 25% a 30% o que dá uma estimativa de produção de cerca de cinco milhões de toneladas nesta safra.

O diretor da Asplan, Pedro Neto, lembra que a baixa precipitação pluviométrica nos meses que, tradicionalmente, são mais favoráveis, é a principal razão dessa queda na produção canavieira paraibana. “Historicamente, nos meses de junho e julho chove até cerca de 600 milímetros e, este ano, na região que mais choveu no estado atingiu cerca de 200 milímetros”, disse o produtor.

Ele lembra que para agravar ainda mais a situação, apenas 30% dos produtores canavieiros locais dispõe de irrigação. “Esse percentual de produtores com irrigação de salvação tem que aumentar para se prevenir, justamente, uma situação como essa e para que não tenhamos uma oscilação tão grande de safra por causa da escassez de chuvas”, reitera Pedro Neto.

O levantamento da Conab estima uma expectativa nacional de colheita de 592 milhões de toneladas, representando um volume de cerca de 62 milhões de toneladas de matéria-prima a menos em relação à safra 2020/21. Os efeitos climáticos adversos da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras e as baixas temperaturas registradas em junho e julho estão entre as causas da redução, que incluem ainda episódios de geadas em algumas áreas de produção, sobretudo nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. No 1º levantamento realizado pela Conab em maio, os números já mostravam queda percentual de 4% na cana em relação à safra anterior.

A pesquisa para o 2º levantamento mostra que no Nordeste, houve redução de 1,9% na área a ser colhida, mas o aumento de 4,2% na produtividade média deverá resultar em uma produção de 49,5 milhões de toneladas, 2,2% a mais que na safra passada. Na Região Norte, a tendência é de manutenção da área a ser colhida e crescimento de 7,5% de matéria prima, totalizando 3,7 milhões de toneladas.

Na Região Sudeste, principal produtora do país, houve redução de 6,6% na área a ser colhida, totalizando cinco milhões de hectares, e decréscimo de 13,3% na produção, estimada em 371,5 milhões de toneladas. Já o Centro-Oeste, com área semelhante à colhida na última safra, tem volume previsto em 135,4 milhões de toneladas, 3,2% menor que a obtida na safra anterior. No Sul, a pequena elevação de 0,2% na área cultivada não garantiu aumento na produção total, que pode chegar a 31,9 milhões de toneladas, com redução de 6,7% em comparação com o ciclo passado, devido à redução na produtividade.

Os dados completos sobre o 2° Levantamento da Safra 2021/22 de cana-de-açúcar e as condições de mercado deste produto podem ser conferidas no Boletim de Safra da Cana-de-Açúcar. Outras informações sobre os efeitos do clima nas safras são disponibilizadas regularmente nas edições do Monitoramento de Geadas e no Boletim de Monitoramento Agrícola da Conab.

Fonte: Conab e DP

Produtores rurais pedem reforço na segurança da zona rural do litoral Sul da Paraíba e de Santa Rita por causa dos assaltos e roubos

O aumento de assaltos, roubos, furtos e até sequestros, este ano, na região de Alhandra e Pedras de Fogo e em áreas próximas e adjacentes da Bacia do Rio Gramame, além de Santa Rita, está preocupando e deixando aflitos os produtores rurais e moradores daquela região. Isto porque não há policiamento suficiente e o aparato da segurança pública naquela região quase inexiste. Só há um posto policial, assim mesmo com funcionamento precário, em Odilândia, com pouco efetivo, para atender todo o entorno da Bacia do Rio Gramame. No último sábado (14), por exemplo, um assalto com requintes de crueldade foi praticado contra trabalhadores da fazenda Imbiribeira, que foram amarrados, agredidos fisicamente e abandonados num canavial. O veiculo – um Fiat Strada – tomado pelos assaltantes e pertencente ao produtor canavieiro Oscar Barreto só foi localizado um dia depois, amassado e com vários itens faltando.

A Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), inclusive, está enviando comunicados à Polícia Militar e as demais autoridades de Segurança Pública solicitando um reforço no policiamento da região e mais patrulhamento. “Enquanto os homens de bem e trabalhadores estão em suas casas acuados e com medo, os bandidos estão agindo livremente, já que sabem que não há um aparato de segurança pública que os detenha. Da forma como estamos hoje, a bandidagem está fazendo o que bem entende”, lamenta o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro lembra que os produtores estão com medo até de transitar pelas estradas vicinais que dão acesso às suas propriedades por causa das frequentes tocaias e assaltos e também não estão tranquilos quando estão em casa, pois os assaltos e roubos à residências também aumentaram este ano.

No assalto aos trabalhadores da fazenda Imbiribeira, ocorrido em plena luz do dia, por volta das seis da manhã, na zona rural do município de Pedras de Fogo, os seis homens não apenas tomaram o veículo, como bateram nas vítimas, com socos e coronhadas, fizeram tortura psicológica ameaçando matá-las e as amarraram e abandonaram no canavial. “Aquela região está muito perigosa. No caso do assalto aos nossos funcionários foram seis homens, que também assaltaram outras pessoas que passaram pela estrada. Graças a Deus, eles não foram mortos, mas a gente tem notícia que isso já ocorreu, além de sequestros e roubos a residências”, afirma o filho do proprietário do carro roubado, Rafael Barreto.

Presidente da Asplan participa de live sobre inclusão de produtores no recebimento de CBios e diz que Lei é fundamental para que isso ocorra

Há quase três safras, que os produtores brasileiros, especialmente, os de cana-de-açúcar, pleiteiam a justa parte que lhes é devida no pagamento do Crédito Financeiro de Descarbonização (CBios) criado pelo RenovaBio. E o setor produtivo quer regulamentar esse pagamento, através de um Projeto de Lei (3149/2020), que tramita na Comissão de Agricultura da Câmara Federal. Nesta quinta-feira (12), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, participou de mais uma live com representantes do setor e do Ministério da Agricultura (MAPA), para avaliar como o mercado está se comportando em relação a isso. “Até agora só há pagamentos pontuais e na base de acordos caso a caso e nós queremos regulamentar esse processo para tornar efetivo esse pagamento”, destacou José Inácio na ocasião.

Durante a live, foi abordada a necessidade de realização de uma Audiência Pública na Câmara, com a participação de representantes do Governo Federal, das indústrias e das entidades de classe dos produtores para tratar sobre o tema. Mas, antes da realização deste momento, ficou acordado que no próximo dia 19, às 15h, haverá outro encontro online para ver se haverá uma nova proposta das indústrias sobre o percentual a ser pago aos produtores. “O entendimento é sempre o melhor caminho quando há impasses a serem resolvidos, mas, é preciso deixar claro que é importante regulamentar essa questão e formalizar esse acordo em Lei”, argumenta José Inácio que também é presidente da União Nordestina de Plantadores de Cana (Unida).

O dirigente canavieiro destaca que já tem indústrias pagando R$ 3,50 por crédito de CBios por tonelada de cana, mas que isso não está sendo uma prática na maior parte das usinas do país. “Pela proposta que estamos recebendo, ficaríamos com apenas 60% do líquido o que não é justo, uma vez que o maior processo de sequestro de Carbono é no campo, ou seja, no fundo agrícola”, destaca José Inácio, lembrando que os produtores concordam em descontar as despesas, mas a partir da fixação de 100% dos ganhos da indústria referentes ao CBios. Ele lembra ainda que, na Paraíba, usinas e destilarias estão dando cerca de R$ 35,00 de ajuda de custo para o produtor, mas se recusando a instituir o pagamento do CBios como algo permanente.

“Nós defendemos uma legislação que regulamente a situação do fornecedor de forma clara e que não deixe margem a dúvidas no que deve ser pago ao fornecedor”, destaca José Inácio. Para ele, na atual conjuntura, infelizmente, não existe outra maneira de inserir os produtores no recebimento do CBios que não criando essa legislação. “O que a Lei determinar que deva pagar, seja lá quanto for, eles terão que cumprir e o pagamento se dará de forma igualitária para o pequeno, o médio ou o grande produtor de cana. Eu volto a dizer, nós queremos somente o que é nosso. O fato é que essa situação é muito ruim para o setor e da forma como está, atualmente, o produtor está perdendo”, afirma José Inácio.

Asplan arrecada e doa 100 cestas especiais para a campanha ‘Estrada Solidária’ da PRF

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) não apenas aderiu à campanha nacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF) ‘Estrada Solidária’ como colaborou de forma significativa para o sucesso da ação. A entidade, que representa os produtores canavieiros da Paraíba, arrecadou e doou 100 cestas especiais com alimentos diversos. Os donativos arrecadados foram entregues na sede da PRF, em João Pessoa, no último sábado (7), pelo supervisor da Associação, José Altemar Serafim.

Cada cesta doada pela Asplan continha 5 pacotes de fubá, 2 kg de arroz, 2 kg de açúcar, 4 pacotes de macarrão, 2 kg de feijão, 1 kg de farinha e 1 pacote de café. Os donativos foram doados por associados, colaboradores e visitantes do prédio. Mas, além deste público, houve a doação do diretor da AR 19 Certificadora Digital, Elvis Camargo, que fez a doação de dez cestas. Os itens foram arrecadados e ficaram num estande montado na portaria da entrada da Asplan, no térreo do prédio sede, até a entrega dos itens na sede da PRF.

“Ficamos muito felizes em poder dar essa significativa contribuição para a campanha da PRF e de exercitar, mais uma vez, a nossa responsabilidade social, pois entendemos que ao ajudar o próximo estamos também dando nossa parcela de contribuição para um mundo mais fraterno”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.

Segundo divulgação da PRF, ao todo 36 entidades serão beneficiadas com a Campanha deste ano, que pretende levar alimentos para mesa daquelas pessoas que mais precisam, já que todos os alimentos arrecadados serão entregues a instituições beneficentes que prestam auxílio para pessoas em situações de vulnerabilidade.