Asplan
Asplan promove alegria da criançada do assentamento Águas Turvas com distribuição de ovos de chocolate
As 25 crianças que moram no assentamento Águas Turvas, em Santa Rita, tiveram um motivo a mais para comemorar a Páscoa deste ano. É que elas receberam ovos de Páscoa doados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A entrega das guloseimas, que teve também direito a bolo confeitado, aconteceu no último dia 6, na sede da escola que funciona na localidade.
O Diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, foi quem fez a entrega dos ovos às professoras da escola. “Observamos que as crianças do assentamento nunca recebiam ovos de Páscoa e resolvemos, este ano, tornar isso possível. Foi um gesto de empatia para tornar o dia destas crianças mais alegre”, afirma ele, lembrando que o assentamento faz divisa com a Fazenda Maracanã, de propriedade de seu pai, Raimundo Nonato, que também apoiou a ação e colaborou com ela.



Asplan promove palestra sobre Inteligência Emocional para funcionários e associados
O ato de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles denomina-se Inteligência Emocional. Embora isso seja extremamente importante para uma vida mais saudável do ponto de vista de equilíbrio emocional, estudos mostram que apenas 5% da população mundial procura conhecer a si próprio, descobrir suas dores e enfrentar seus problemas pessoais. E foi justamente para abordar a importância deste processo de autoconhecimento que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) promoveu, nesta sexta-feira (14), para funcionários e associados a palestra motivacional ‘Inteligência Emocional’, com a Psicóloga e Analista Comportamental, Anne Régis.
Em sua abordagem, a palestrante lembrou que cabe a cada indivíduo buscar reconhecer-se a si próprio, identificar as dores emocionais e buscar caminhos para resolver os problemas emocionais. “Ninguém muda ninguém, mas, a partir de nossas próprias mudanças, nos podemos impactar o outro e promover também mudanças em outras pessoas”, destacou ela. Ainda sobre mudanças, Anne lembrou que o sucesso ou fracasso de uma pessoa não está apenas nas oportunidades, mas, sobretudo, na forma como se busca alcançar objetivos de vida.
Neste aspecto, ela lembrou que os valores e as crenças aprendidos na primeira infância e adolescência, inevitavelmente, impactam na vida adulta, reforçando a importância de pais e responsáveis na condução da educação de crianças e adolescentes. “O que você acredita que possa fazer, que tem condições de alcançar faz parte de um conjunto de aprendizado e isso vai impactar suas decisões e atitudes no futuro. Os pais interferem diretamente na formação das crenças e valores dos filhos, por isso é tão importante essa base na formação de uma pessoa. Pessoas de sucesso, via de regra, tiveram esse processo de orientação e educação fortalecidos na infância”, reiterou ela, lembrando que isso não é condição para a felicidade, equilíbrio emocional, nem realização pessoal, mas, um importante alicerce.
Lembrando a citação de Carl Gustav Jung, psiquiatra, psicoterapeuta suíço e fundador da psicologia analítica – ‘Enquanto você não se tornar consciente, seu subconsciente governará sua vida e você chamará isso de destino’ – Anne reforçou que o destino de cada um não é predeterminado pelas circunstâncias, mas, pelas atitudes diante dos desafios, problemas e dores que a vida nos impõe. “A gente pode ser o que quiser, mas, para ter equilíbrio emocional e também sucesso na vida, antes a gente precisa conhecer-se, saber onde é a dor e buscar formas de solucionar as lacunas, curar-se, amar-se, acreditar em si próprio e no potencial que cada um de nós tem”, disse Anne que também deu um testemunho de como ela própria deu uma guinada em sua vida ao curar-se de dores e dissabores após participar da jornada de imersão Vida Plena, com um dos mais renomados palestrantes brasileiros, o Polozi. “Essa experiência foi uma virada de chave em minha vida”, finalizou Anne.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembrou que essa atividade está inserida nas ações da entidade que buscam motivar seus colaboradores e associados. “Estar bem consigo próprio é muito importante e a inteligência emocional é uma das formas da gente conseguir isso”, finalizou o dirigente canavieiro.




Asplan participa de evento Abril Verde e confirma seu protagonismo na defesa da saúde e segurança de seus trabalhadores e associados
Com 65 anos de atividades ininterruptas, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) muito antes da criação do Abril Verde já se preocupava com a segurança no ambiente de trabalho, seja no dia a dia no campo ou na sede de sua entidade, em João Pessoa. E essa postura da Associação foi reforçada na última quarta-feira (12) durante a realização do evento ‘Abril Verde e a Bionergia na Paraíba’ promovido pelo Sindalcool, com apoio da Asplan e do Senar e que foi realizado na sede da entidade canavieira, em João Pessoa.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, falou na abertura e destacou que essa questão sempre foi tratada como prioridade, desde muito antes da instituição do Abril Verde, em 2003. “Há muitos anos que o setor produtivo canavieiro da Paraíba tem um olhar especial na questão da segurança e saúde do trabalhador e até mesmo os pequenos produtores, que sempre enfrentaram mais dificuldades para se adequar as normas, sempre contaram com nossa ajuda neste aspecto”, disse o dirigente canavieiro, lembrando, especialmente, dos pequenos produtores do brejo que cultivam cana como meio de sobrevivência.
José Inácio lembrou também que as indústrias são co-responsáveis neste processo de assegurar segurança no campo, tanto que elas não podem receber a cana do fornecedor se ele não estiver adequado às leis e normas vigentes. “É importante que toda a cadeia produtiva esteja cumprindo o seu papel de assegurar segurança e saúde para o trabalhador”, afirmou ele, reiterando os avanços neste aspecto de saúde e segurança para o cortador de cana, inclusive, no tocante a remuneração. O presidemte da Asplan fez ainda uma ressalva sobre sua preocupação com o impacto da mecanização no campo. “É inevitável que a mecanização impacte no mercado de trabalho reduzindo os postos de trabalho e gerando desemprego e isso me preocupa”, disse ele.
Durante o evento, a equipe que atua no Departamento de Assistência Social e Saúde Ocupacional da Asplan, que inclui um Médico do Trabalho (Dr. Tarcísio Campos), um Engenheiro de Segurança (Alfredo Nogueira Neto) e um Técnico de Segurança do Trabalho (Natanael Leal), dois dentistas (Dra.Wilma Dantas e Dr. Jadelson Filho) e uma equipe de técnicos e auxiliares falou sobre suas atribuições e a importância desta assistência para os produtores, seus familiares, seus trabalhadores e ainda para os profissionais da Asplan. Foi ainda apresentados números de atendimentos dos últimos três anos do departamento, tanto na área de Medicina Ocupacional, quando do setor Odontológico, que tiveram, respectivamente, 9.331 atendimentos e 4.150, nos anos de 2020, 2021 e 2022.
Dr. Tarcísio abordou os benefícios da saúde ocupacional para as empresas, os desafios da implementação da saúde ocupacional e o papel da Asplan na promoção da saúde ocupacional do segmento produtivo canavieiro. Alfredo lembrou a importância da aquisição de um programa específico de gestão em saúde e segurança do trabaho que atende as exigências do eSocial e da formação de uma equipe específica para assegurar o cadastro dos CAEPF e CNPJ dos associados da Asplan no SGG, o envio dos eventos, além da elaboração de PCMSO, PGRTR e LTCAT. Natanael lembrou que há mais de 30 anos a Asplan mantém um serviço especializado de saúde e segurança do trabalho que incluia e ainda inclui visitas em propriedades, elaboração de check list e retorno para ver o cumprimento das orientações e que, desde 2005, esse trabalho foi reforçado com a NR-31.
O evento, que foi coordenado e conduzido pelo Presidente Executivo do Sindalcool, Edmundo Barbosa, contou ainda com uma demosntração de ginástica laboral feita pela equipe da Japungu, com uma apresentação do Superintendente Adjunto do Senar, Gabriel Petelinkar, que falou sobre a importância e atuação da entidade e uma palestra com a Gestora de Pessoas da Tabu, Ticiana Moura, sobre reflexões em torno do trabalho consciente. “O ideal é que façamos um trabalho seguro dentro da empresa se preocupando não apenas com nós, mas com todos que estão em nosso entorno. O trabalho consciente prescinde de uma atitude empática uns com os outros”, reforçou Ticiana. Teve ainda uma apresentação cultural com um grupo folclórico de Itapororoca.
Sobre o Abril Verde
Foi criado em 2003 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e oficializado no Brasil dois anos depois em lei, com o objetivo de conscientizar empregadores e empregados sobre a importância da segurança no ambiente de trabalho.










Asplan firma convênio com Policlínica e amplia assistência de saúde para associados, funcionários e seus dependentes
Um convênio que já está em vigor, desde o último dia 15 de março, vai possibilitar que produtores canavieiros ligados à Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), seus funcionários e dependentes tenham mais assistência em saúde. Trata-se do convênio firmado entre a entidade canavieira e a Policlínica Central da Saúde Ltda. Graças a ele, além de ter acesso a Exames Clínicos com maior comodidade, há agora a opção de exames de Medicina do Trabalho. Para os exames clínicos, os beneficiários do contrato têm agora à comodidade de dispor de um espaço próprio para entrega e coleta dos exames no prédio sede da Associação, em João Pessoa.
O atendimento do posto de serviço, que funciona no anexo do prédio sede, acontece de segunda a sexta-feira das 7h às 16h, e aos sábados, das 7h às 11h. De acordo com o contrato, a coleta de material é realizada pela equipe do laboratório e em casos de atendimentos a mais de 15 pessoas, o funcionário poderá se deslocar, inclusive, para outros municípios para realização de coletas in loco. Neste caso, as despesas de deslocamento correm por conta da Asplan, mesmo essa coleta acontecendo na propriedade do produtor.
A Gerente Administrativa da Asplan, Kiony Vieira, reitera que em casos de coletas de grupo nas propriedades não há cobrança extra de coleta em domicílio, pois a Asplan arca com todos os custos e que a Asplan já disponibilizava esse serviço de exames clínicos em laboratório conveniado, mas, agora, ampliou essa assistência com um posto de coleta no prédio sede. Ainda de acordo com o contrato, o resultado dos exames deve ser entregue no prazo de 72 horas, excetuando exames que precisem de mais tempo para ficar prontos, sendo os resultados entregues de forma eletrônica (internet) ou por meio impresso.
O Presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que esse é mais um serviço que a Asplan traz para beneficiar seus associados, funcionários e dependentes. “Já temos um departamento de assistência e saúde com prestação de serviços ambulatoriais e odontológicos que, em 2022, realizou mais de cinco mil atendimentos e serviços, e agora firmamos esse convênio com o laboratório para facilitar, ainda mais, o acesso a exames clínicos e de Medicina do Trabalho”, destaca ele, lembrando ainda que, recentemente, a Asplan criou um departamento próprio de atendimento para dar suporte ao associado na adequação das normas do eSocial. “Sempre estamos atentos a melhorias que impactem positivamente na vida de nossos associados, afinal existimos, com esse propósito”, finaliza José Inácio.
A lista de Exames Clínicos que integram o convênio incluem 33 tipos, entre os quais está Hemograma, Glicemia, Parasitológico, Colesterol, Creatinina, TSH, Ácido Úrico, Ácido Fólico, Hepatites diversas, Insulina, Beta HSG, Ferritina. Já a lista de exames relacionados à Medicina do Trabalho são mais 26 tipos, entre eles, Acuidade Visual, Audiometria, Eletrocardiograma, Avaliação Psicológica, RX, PCMSO, Teste de Romberg (equilíbrio) e Consulta Clínica do Trabalho.




Atualizaçãodo RenovaBio é debatida durante seminário e assembleia da Feplana e é pautaprioritária das entidades do setor em 2023
A Lei Nacional de Biocombustíveis, conhecida por RenovaBio, foi criada em 2017 com foco na contribuição da preservação do meio ambiente, valorização dos biocombustíveis e no fortalecimento de uma economia sustentável, mas, até agora e passados quase seis anos, os créditos de descarbonização (CBios), ainda são exclusivos para o setor industrial, deixando de fora o segmento produtivo que é quem mais contribui com o resgate de carbono no campo. Essa questão, que é crucial para os produtores canavieiros, foi tema de debate tanto na assembleia da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil, quanto no seminário da Feplana, ambos realizados no último dia 29, em Brasília.
E um dos participantes dos eventos promovidos pela Federação, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, reiterou que essa pauta de atualização da Lei é crucial para o setor e deve ser mesmo tratada como prioridade. “Já passou do tempo de se reparar essa injustiça com os produtores. Como uma Lei que trata da redução de emissão de carbono na atmosfera pode deixar de fora deste recebimento de CBios, justamente, o segmento que mais contribuiu com essa captura de carbono que somos nós que estamos no campo”, afirma José Inácio. Para ele, a inclusão dos produtores nos créditos de descarbonização além de justa, é urgente. O presidente da Asplan participou dos eventos em Brasília acompanhado dos dois vice-presidentes da entidade paraibana, Raimundo Nonato e Pedro Neto.
O presidente da Feplana, Paulo Leal, afirmou que a entidade vem trabalhando nisso por meio do Congresso Nacional e lembrou que desde 2020 tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 3149), de autoria do então Deputado Federal paraibano, Efraim Filho, atual Senador da República. Atualmente, a matéria está na Comissão de Minas e Energia sob relatoria do deputado Benes Leocádio (União-RN), o qual já sinalizou ser favorável à garantia de, pelo menos, 80% de CBios ao produtor proporcional à biomassa fornecida.
Durante a Assembleia e no Seminário da Feplana, os representantes de associações canavieiras reforçaram que a pauta do Renovabio na reversão desta injustiça com os produtores é um ponto central este ano. “Estamos conscientes de que o PL precisa sair do papel e se tornar lei para fazer justiça com quem produz a matéria-prima do nosso biocombustíveis limpo”, disse Paulo Leal nas duas ocasiões.






Asplan convoca produtores para apresentar documentação e receber restituição de ação coletiva ganha contra cobrança do Salário Educação
A ação coletiva movida por produtores canavieiros paraibanos contra a União, que questionava a cobrança indevida referente ao Salário Educação de produtores rurais sobre pessoa física, foi ganha e agora a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está convocando seus associados para apresentarem a documentação que possibilitará o pagamento da restituição de valores pagos indevidamente. O advogado, Jeferson da Rocha, da Felisberto Córdova Advogados, que é o escritório que acompanha a ação em vários locais, inclusive na Paraíba, estima que seja devolvido aos produtores canavieiros paraibanos algo em torno de R$ 8 a R$ 10 milhões.
“Nós estávamos trabalhando desde 2009 nesta ação do Salário Educação, que foi a primeira ação coletiva ajuizada no Nordeste e que, apesar de todos os percalços de lentidão na Justiça, entrou em fase de liquidação de sentença em 2021 e agora ganhamos a ação, o que propiciará esse ressarcimento do que foi pago indevidamente”, reiterou o advogado. Para restituição dos valores pagos, o associado tem que se dirigir à Asplan e apresentar uma procuração em favor da banca de advogados da ação, cópia de CPF, RG ou CNH, comprovante de residência e cópia de matrículas do Cadastro Específico do INSS (CEI), caso tenha mais de uma registrada no mesmo CPF.
Segundo Jeferson da Rocha, a Fazenda Nacional deve seguir na Paraíba, o exemplo de Alagoas, Pernambuco e Sergipe, onde já foi firmada uma conciliação. “É a Fazenda quem apresenta os cálculos e ai não há discussão sobre os valores, porque são montantes que a própria Receita já apresenta”, esclareceu o advogado, adiantando que em Alagoas já foram devolvidos mais de R$ 15 milhões em precatórios. Em Pernambuco, a estimativa segundo o advogado é que seja em torno de R$ 10 a 15 milhões também. “Aqui na Paraíba, a ação é muito boa, pois pegamos um período de indébito muito bom, e estimamos que entre R$ 8 e 10 milhões que serão devolvidos aos produtores a título de cobrança indevida do salário educação que vai retornar para quem de direito”, afirmou ele.
De acordo com ele, o crédito de precatórios pode ser comercializado. “Muitos produtores tem vendido seus créditos para antecipar o valor, com deságio de até 20% e há ainda a possibilidade de compensação de tributos federais que também é interessante”, explicou Dr. Jeferson. O presidente da Asplan, José Inácio Morais, lembrou a importância do órgão de classe na defesa dos direitos de seus associados. “Nada se consegue sem a representação de uma entidade forte e quanto mais unidade, mais teremos forças. Essa ação ajuizada pela Asplan, e que agora teve êxito, só reforça a importância de uma entidade forte, atuando na defesa do produtor”, afirmou o dirigente canavieiro.
José Inácio lembra ainda que essa ação coletiva da Paraíba foi movida por 1.554 associados da Asplan e que a entidade já formaliza uma nova ação que deve reunir 688 associados que, à época da primeira ainda não faziam parte da Associação. Segundo Dr. Jeferson esse novo grupo deve aproveitar a interrupção do prazo prescricional numa ação coletiva ajuizada pelo Sindicato de Pernambuco. “Esse é um fato novo para que nós possamos buscar um indébito igual ao da primeira ação. Dos últimos cinco anos é certo que dá, mas queremos retroagir, nesta nova ação, até 2004/2005”, pondera Dr. Jeferson.
O advogado da Asplan, Lindomar Soares, que acompanha a ação em nível local, adianta que o entendimento para julgar indevida a cobrança está respaldado no fato de que a atividade do empregador rural não se enquadra no conceito de empresa para fins de incidência da contribuição ao Salário Educação na Constituição Federal. “A cobrança de pessoa física é, portanto, inexigível”, esclareceu Lindomar. A tributação do Salário Educação está prevista na Lei 9.424/96.


Asplan amplia atendimento odontológico para sextas e sábados com contratação de mais um dentista
Não há nenhuma novidade em a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN) disponibilizar o serviço de atendimento odontológico aos seus associados e dependentes. Isso já é feito há muitos anos e com muita competência pela dentista Dra. Wilma Dantas. A novidade agora é que esse serviço será ampliado, graças à contratação de mais um odontólogo. Trata-se do Dr. José Jadelson Filho que passa a dividir os atendimentos odontológicos no consultório da sede da Associação com Dra. Wilma, atendendo às sextas e sábados. Os atendimentos começaram no último dia 17. Dra. Wilma continuará a atender de segunda a quinta, nos mesmos horários.
Formado em 2020 pela UEPB e fazendo um curso de especialização em Endodontia, no Instituto Odontológicos das Américas (IOA), que será concluído no ano que vem, Dr. José Jadelson já acumula experiência na profissão como dentista generalista, pois desde sua formação é responsável pelos atendimentos da UBS de Mamanguape, onde tem agenda de segunda a quinta-feira. Vale lembrar que um dos estágios curriculares dele foi feito no consultório da Asplan, em 2018. Os horários de atendimento serão as sextas, das 7h às 13h, e aos sábados, das 7h ao meio dia. Todos os atendimentos precisam ser agendados anteriormente, excetuando as urgências que, por ventura, aconteçam nestes intervalos.
“Com a contratação de Jadelson, a gente conseguiu ampliar os atendimentos odontológicos para mais dois dias da semana e assim atender mais pacientes, inclusive, aos sábados, que era uma reivindicação de nossos associados”, destaca a Gerente Administrativa da Asplan, Kiony Vieira, lembrando que, recentemente, a entidade fez uma parceria com a Policlínica Central que também vai beneficiar os produtores associados e suas famílias com mais possibilidades de atendimentos na área de saúde.


Produtores canavieiros paraibanos terão consultoria técnica sobre tempo e clima
A agricultura é uma atividade que depende de fatores climáticos, já que a mudança no clima pode afetar a produção agrícola de variadas formas. Portanto, conhecer antecipadamente as condições de tempo e clima influenciam na tomada de decisões mais efetivas e precisas, gerando resultados melhores na prática agrícola. E foi partindo deste contexto que o Departamento Técnico da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) formalizou uma parceria com o Doutor em Meteorologia, Alexandre Magno Teodósio de Medeiros, para que seus associados possam receber boletins meteorológicos regulares e assim melhor programarem suas ações no campo.
A consultoria, que começou a ser realizada a partir da segunda quinzena de março, prevê o monitoramento quinzenal e mensal das condições de tempo e clima sobre o Nordeste do Brasil, com ênfase nas mesorregiões do Agreste e da Mata Paraibana, além de avaliação das condições registradas e previstas. A consultoria prevê ainda a realização de palestras técnicas presenciais e/ou online a serem definidas oportunamente.
E o primeiro boletim com esses dados meteorológicos, com foco nas chuvas de março e previsão para a primeira quinzena de abril, já será divulgado na próxima semana. “Faremos rotineiramente o acompanhamento da evolução dos sistemas meteorológicos que influenciam no clima do Nordeste brasileiro, especialmente, nas áreas onde há predominância da cultura canavieira”, afirma o Dr. Alexandre de Medeiros. Ele explica que o estudo é feito em sintonia com os diversos órgãos mundiais de meteorologia e de acordo com a análise da modelagem numérica de tempo e clima das condições climáticas da região.
Ainda segundo o especialista, serão acompanhadas continuamente as condições climáticas Oceano-Atmosfera, desde a evolução da influência dos Oceanos Pacífico e Atlântico sobre o clima, como dos principais fenômenos que modulam o clima no Nordeste do Brasil, tais como, evolução do fenômeno ENOS (El Niño Oscilação Sul – Fenômeno que reflete o aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico, dando sequência ao um fenômeno El Niño ou La Niña), variações intrassazonais (mudanças do clima induzidas por eventos transientes), a exemplo das oscilações de Madden & Julian e dos sistemas sinóticos que atuam ao longo da estação chuvosa no Nordeste do Brasil, sendo analisadas as condições que modelam o clima global e regional sobre a influência dos Oceanos Atlântico e Pacífico e as previsões climáticas dos principais modelos, tanto em nível nacional, quanto internacional.
O Diretor do DETEC da Asplan, Neto Siqueira, explica que os associados terão acesso a boletins quinzenais e mensais. “Nos boletins quinzenais teremos a evolução dos sistemas meteorológicos atuantes na região, balanço geral das precipitações pluviométricas na região e previsões para o período quinzenal, o que dará aos nossos associados um aporte importante para a tomada de decisão local e previsão em curto prazo. Já nos informes mensais, teremos as perspectivas para a previsão para o trimestre com enfoque na evolução e atuação do fenômeno ENOS e as perspectivas climáticas elaboradas pelos principais modelos dos principais institutos meteorológicos mundiais. Isso nos ajudará bastante em termos de planejamento e condutas”, reitera Neto Siqueira.
Ainda de acordo com Neto, a consultoria prevê também a realização de apresentações técnicas de previsão de clima e tempo, tanto no formato online como presencial. “Neste caso, vamos incluir essa temática de tempo e clima nas nossas palestras técnicas”, reitera Neto.
Sobre o consultor
Alexandre Magno Teodósio de Medeiros é Doutor em Meteorologia, com mais de 28 anos de experiência comprovada na área de Meteorologia, Climatologia e Instrumentação Ambiental, integra a equipe da AESA Campina Grande, além de prestar consultoria e apoio na análise de previsão do tempo e clima de diversas empresas, inclusive do setor sucroalcooleiro, a exemplo da Miriri Alimentos e Bioenergia, Grupo Japungu Agroindustrial, além da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco – AFCP, dentre outras.


Paraíba registra crescimento na produção e uso de bioinsumos na cultura canavieira
Otimizar o uso de produtos químicos, favorecer a segurança alimentar, a saúde do solo, estimular a biodiversidade, aumentar a rentabilidade da atividade agrícola e, sobretudo, controlar pragas de forma ecologicamente correta. Essas são algumas das vantagens de utilizar bioinsumos nas lavouras. E a Paraíba dá um bom exemplo neste sentido não apenas como referência no Nordeste na produção da Cotesia flavipes (vespas) e Metarhizium anisopliae (fungos), como vem registrando crescimento na produção e utilização destes bioinsumos nas plantações de cana-de-açúcar. Dados apresentados na última sexta-feira (10) pelo biólogo Roberto Balbino, Supervisor da Estação Experimental de Camaratuba, onde se produz os insumos, comprovam essa evolução. A Estação de Camaratuba é mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).
O Coordenador da Estação, Engenheiro Agrônomo, Luis Augusto, destaca que nos últimos nove anos, a produção da Cotesia flavipes (vespas) que combate a broca-comum (Diatraea spp) saltou de 115,824 copos/ano para uma produção média de 169,356 copos, com cada copo contendo, no mínimo, 1.500 indivíduos de Cotesia flavipes. “Já o crescimento de uso do bioinsumo passou de 29 mil hectares, em 2019, para 42 mil, em 2022”, reitera Luis, lembrado que a área de canavial tratada na Paraíba com a Cotesia Flavipes atingiu 24 mil hectares no ano passado, mas a produção local também foi responsável pela cobertura de 13 mil hectares nas lavouras canavieiras de Pernambuco e de mais 4 mil nos canaviais localizados no Rio Grande do Norte.
O biólogo Roberto Balbino destacou que a ampliação de produção e uso dos bioinsumos deve-se, sobretudo, a uma maior consciência do produtor rural dos benefícios do uso dos mesmos. “O uso de bioinsumos agrega valor à cultura porque há um controle natural das pragas e no caso do uso da Cotesia flavipes ela própria procura a praga e a elimina encerrando o ciclo do ataque da praga na planta”, explica Roberto, lembrando que o aumento de produção dos insumos se deu pelos investimentos da Asplan na melhoria das biofábricas mantidas na Estação que produzem os controladores que controlam a broca-comum (Diatraea spp) e a cigarrinha da Folha (Mahanarva posticata), neste caso controlado pelo fungo Metarhizium anisopliae.
Os controladores biológicos são distribuídos gratuitamente para os associados da Asplan e vendidos a preços acessíveis para o mercado. O Diretor do Departamento Técnico (DETEC) da Asplan, Neto Siqueira, explica que a entidade trabalha para expandir a produção. “Já fizemos várias melhorias na Estação, contratamos mais técnicos visando ampliar a produção de vespas, que acontece durante todo o ano, e também a de fungo que se concentra nos meses de março, abril, maio e junho. Além disso, disponibilizamos para nossos associados equipamentos para aplicação dos produtos e orientação técnica para o melhor uso deles”, explicou Neto. A Estação, atualmente, conta com uma equipe de 25 profissionais, que atuam sob a supervisão do biólogo Roberto Balbino.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembrou que outro importante avanço da Asplan foi resgatar os laços com as universidades, trazendo mais ciência e conhecimento para a Estação. “De uns cinco anos para cá estreitamos os laços com as universidades, fortalecendo uma parceria técnico/científica que amplia conhecimentos tanto para os alunos, como para nossos técnicos, melhorando a nossa produção de insumos biológicos e outras ações desenvolvidas na Estação”, disse o dirigente canavieiro. O professor da UFPB e Diretor do CCA do Campus de Areia, Manoel Bandeira, reforça a importância desta parceria entre a Academia e a Asplan. “O nosso curso de Agronomia é o mais antigo em funcionamento da UFPB e a cana-de-açúcar é o PIB agrícola mais importante da Paraíba, de forma que juntar nosso profundo conhecimento técnico com agricultura canavieira é muito importante tanto para a universidade, quanto para o setor agrícola”, destacou o professor.
Sobre a Estação de Camaratuba
Situada na BR 101, próximo à entrada para o município de Mataraca, a Estação Experimental de Camaratuba foi instalada em 1979, através de um convênio entre o já extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA)/Planalsucar e Asplan. Entretanto, desde 1989, a Associação assumiu a Estação e buscou novos parceiros para dar continuidade às pesquisas que vinham sendo desenvolvidas. A área possui dois laboratórios um de vespa e outro para produção de fungo. Dos 220 hectares, 80 deles é destinado para o cultivo de cana-semente de variedades promissoras e também uma área de plantação destinada à pesquisa agrícola e, em janeiro último, foi inaugurada uma estação de energia solar. Os demais 140 hectares constituem área de preservação ambiental, já que a Estação está localizada em meio a uma reserva de Mata Atlântica.









Asplan reúne convidados para comemorar o bom investimento no Projeto de Geração de Energia Solar instalado em Camaratuba
Funcionando desde janeiro último, o Projeto de Geração de Energia Solar da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) já mostra bons resultados. Com um sistema solar de 94 KWp e capacidade para geração mensal de 12400 kWh/mês, o equivalente a 149.643,50 kWh/ ano, o projeto implantado numa área da Estação de Camaratuba, em Mataraca, é composto por 185 módulos da marca Trina e 1 Inversor WEG. A Asplan investiu R$ 357, 6 mil na usina de geração de energia com a perspectiva de ter, em um ano, uma economia de quase metade do investimento e atingir em janeiro de 2024 a autossuficiência na geração de energia para manter o consumo da Estação e do prédio sede de entidade, localizado em João Pessoa. E para comemorar o sucesso do investimento, a diretoria realizou um evento na última sexta-feira (10), na Estação.
A diretora da Voltec Soluções em Energia, empresa responsável pelo projeto, Viviane Pedrosa, afirmou que a geração total acumulada, desde a energização do sistema, superou em 10% a estimativa que a empresa tinha para o mesmo período. O contrato da Asplan foi assinado em outubro de 2022, o sistema foi instalado em dezembro passado e a energização da usina solar foi concluída e entrou em operação em janeiro último.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destacou que a Associação ao implantar um projeto de energia solar, deu um passo importante na economia de energia e ainda se integrou a uma ação de sustentabilidade utilizando a radiação solar como fonte de geração de energia. “A Asplan é uma entidade que enxerga o futuro, investe em tecnologia e está sempre buscando soluções para suas mais variadas demandas e, neste caso, buscamos utilizar um recurso da natureza com vistas à redução de custos com energia em curto e médio prazos, com a grande vantagem de atingirmos 100% de compensação nos próximos 12 meses”, destacou o presidente.
Segundo Viviane, se a geração de energia da usina de Camaratuba superar as estimativas, a entidade poderá reconfigurar o sistema junto a Energisa e beneficiar mais locais além do prédio sede e da Estação. De acordo com o projeto, com a instalação das placas e geração solar da usina solar fotovoltaica, a Asplan terá uma economia mensal estimada em R$10.160,20 e R$ 123.725,25 no primeiro ano. “Lembrando que esses valores da economia serão maiores devido aos reajustes de tarifas de energia ao longo dos anos”, reitera Viviane, destacando que quando a Asplan atingir a autossuficiência de geração de energia deverá pagar apenas, mensalmente, a taxa de utilização da rede que, atualmente, é R$ 90,00 por unidade consumidora.
Além do presidente da Asplan, José Inácio participou da comemoração diretores, funcionários e associados da entidade, os profissionais da Estação, representantes da Associação do Rio Grande do Norte, da Voltec e de outras empresas ligadas à entidade. Durante o evento foi ainda apresentado um vídeo institucional sobre os 65 anos de atividades da Asplan, os avanços da Estação e divulgado novos projetos da entidade que acaba de adquirir um novo drone e planeja, em breve, instalar uma unidade de tratamento térmico de cana na Estação de Camaratuba.














