Asplan

Muito justa e merecida à homenagem da Câmara Federal a Manoel Júnior afirma presidente da Asplan Foto: Câmara dos Deputados

“Todas as homenagens que fizerem ao ex-deputado federal e ex-prefeito de Pedras de Fogo, Manoel Júnior, pelo desempenho dele na função de cargos públicos que exerceu, será sempre justa e merecida. Como político, ele sempre pautou sua conduta com muita altivez e era um gestor público competente e íntegro, de forma que essa homenagem que a Câmara dos Deputados faz a ele é mais que merecida”, disse hoje (10), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O dirigente canavieiro se refere à outorga da Medalha Mérito Legislativo 2023 destinada in memorian para Manoel Júnior pela Câmara Federal. A solenidade de entrega está marcada para o próximo dia 6 de dezembro, às 10h, em sessão especial no Plenário Ulysses Guimarães, em Brasília. Manoel Júnior faleceu no dia 28 de fevereiro deste ano, por complicações de um câncer. Na época, ele era prefeito do município de Pedras de Fogo, município localizado no litoral sul da Paraíba.

José Inácio lembra que Manoel Júnior sempre foi um grande parceiro do setor produtivo, especialmente, do setor canavieiro com o qual mantinha estreitos laços até porque era integrante de uma família produtora de cana. “Manoel Júnior era um profundo conhecedor de nossa realidade e necessidades e sempre se colocou prestativo e solidário às causas canavieiras e na defesa de nosso setor. Ele faz muita falta, não apenas pelo olhar que tinha com o mundo canavieiro, mas, como amigo, conselheiro, pai de família, gestor público, e essa homenagem é muito justa. Fiquei feliz em saber que a Câmara terá esse reconhecimento”, afirmou José Inácio.

A Medalha Mérito Legislativo 2023 é destinada a autoridades, personalidades, instituições ou entidades – tanto nacionais quanto estrangeiras – que tenham contribuído de forma significativa para o fortalecimento do Poder Legislativo ou com o Brasil. Este ano serão homenageados também os ministros do STF, Alexandre de Moraes e André Mendonça, o governador de Minas Gerais Romeu Zema, o ex-prefeito de Recife Geraldo Júlio e os deputados constituintes Miro Teixeira e Gonzaga Patriota, entre outras personalidades.

Manoel Júnior será homenageado in memorim pela Câmara dos Deputados

Asplan promove palestra para orientar associados sobre importância do georreferenciamento de propriedades

Existe prazo para fazer o georreferenciamento de propriedades rurais no Brasil, mas, alguns donos de imóveis ainda não atentaram para a necessidade de se adequar a Lei Federal nº 10.267/2001. E foi justamente para orientar melhor os produtores canavieiros paraibanos sobre esse assunto e outros correlatos que a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) promoveu, nesta quarta-feira (8), uma palestra com o Tabelião do 2º Tabelionato de Notas de Santa Rita e Doutorando em Direito Constitucional, Yuri Amorim da Cunha. O advogado e assessor jurídico da Asplan, José Lindomar Júnior também participou do evento.

Em sua abordagem o palestrante lembrou que existe um princípio no registro de imóveis que é denominado ‘especialidade objetiva’ e que a partir dele, a matrícula e o título do imóvel deve estar descrito de forma que ele possa ser identificado, caracterizado e localizado. Contudo, explicou Yuri, infelizmente isso não ocorre como deveria em boa parte das propriedades. “Os sistemas de medição de antigamente não eram tão precisos como agora e a maior parte das matrículas foram elaboradas sem a devida técnica por isso o Governo Federal editou a Lei 10.267/2001”, explicou ele.

Segundo Yuri, tal iniciativa teve o objetivo de aprimorar o sistema jurídico e cadastral brasileiro e quem não se adequar a atual realidade e realizar o georreferenciamento de sua propriedade terá problemas que passam pela impossibilidade de transferir o imóvel, seja por venda ou doação, por exemplo. E há prazo para essa adequação. Para imóveis entre 25 e 100 HA, a data limite é o próximo dia 20 de novembro. Já para os abaixo de 25 HA, o prazo se estende até 20 de novembro de 2025.

O palestrante lembrou ainda que a realização do georreferenciamento é importante para descrever melhor o imóvel, fornecendo mais subsídios na matrícula imobiliária para que tanto proprietários como terceiros tenham mais certeza e confiança em eventuais negociações, seja em transferência do imóvel ou dando ele em garantia de alguma negociação. Ele também enfatizou o fato de que sem o georreferenciamento e a certificação pelo INCRA, o proprietário não poderá, após o prazo estabelecido por lei, alienar a propriedade. Durante a palestra, Yuri ainda falou sobre a documentação necessária, os erros mais comuns que são cometidos e discorreu sobre direito de propriedade, lembrando que a legislação brasileira exige que o imóvel deva ser usado com a finalidade de atender ao fim social.

A associada Ana Cláudia Tavares foi uma das que participou da palestra e elogiou a iniciativa do Departamento Técnico e Jurídico da Asplan em promover esses esclarecimentos. “Foi muito esclarecedora a palestra e todas as colocações, pois todos os pontos abordados são questões importantes para produtores rurais e as orientações dadas sobre regularização de imóveis rurais também foram muito oportunas, principalmente, para quem ainda precisa se adequar a legislação ou está tendo dificuldades em fazê-lo, como nós de Santa Rita em função de problemas que enfrentamos com o cartório local”, disse ela.

Yuri Amorim da Cunha foi o palestrante do evento
O assessor Jurídico da Asplan, José Lindomar também participou do evento
A asssociada Ana Claudia Tavares falou da importância dos temas debatidos na palestra
A palestra aconteceu no mini auditório da Asplan

Presidente da Unida faz palestra durante a V Jornada de Agronomia da Facene/Famene

O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida) e vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Pedro Tavares Campos Neto foi o palestrante da noite desta quarta-feira (8), da V Jornada de Agronomia da Facene/Famene, de João Pessoa. A partir do tema ‘Eficiência energética e redução das emissões de gases de efeito estufa”, ele focou na importância da Política Nacional de Biocombustíveis – Renovabio e o futuro do mercado de CBIOs.

Antes de abordar o tema central de sua palestra, Pedro Neto fez uma breve explanação sobre a história da Asplan e os serviços que ela presta aos produtores de cana associados e, em seguida, falou sobre o RenovaBio, lembrando que a política foi criada a partir da Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017. “A Lei, nada mais é que a gente tentar substituir combustível fóssil ampliando a produção e o uso de biocombustíveis na matriz energética brasileira”, explicou Pedro Neto, destacando que ela é uma importante contribuição para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris, em 2015, que estabeleceu a necessidade da redução de emissões de CO² em 37%.

Lembrando que o Renovabio é o maior Programa de descarbonização do mundo, Pedro Neto, reiterou que o Brasil com o Renovabio se propõe a promover uma adequada expansão dos biocombustíveis na matriz energética brasileira, com ênfase na regularidade do abastecimento de combustíveis, trocando os fósseis, que são finitos e poluidores, por biocombustíveis. Em seguida, ele fez explanações sobre Renovacalc Nota de Eficiência, Geração de CBIOs, Mercado/Bolsa e valor do CBIO. Ele lembrou os vários fatores que impactam na nota final do CBIOs da usina e do produtor. “As distribuidoras é quem compram o CBIOs, mas, ele também está no mercado, na bolsa de valores, qualquer empresa que polui pode comprar o CBIOs, que nada mais é que um crédito de carbono”, explicou ele.

Sobre as metas do Programa, ele lembrou que a deste ano de compra de CBIOs pelas distribuidoras que atuam no Brasil é de 37 milhões e que a meta é baseada nas vendas de combustível fóssil de cada empresa, no ano anterior. “Quem mais vende gasolina e diesel, terá que compensar comprando mais CBIOS ou vendendo mais etanol”, disse Pedro Neto, reiterando que, atualmente, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) estabelece metas nacionais de descarbonização para um período de dez anos, segundo definições do Decreto nº 9.888, de 27 de junho de 2019.

Ele explicou ainda que para calcular o CBIOs tem que ser preenchida a Renovacalc, que é uma calculadora que analisa todas as suas compras e as origens dela. “Por exemplo, a gente tem que informar a quantidade de óleo diesel que se consumiu ao produzir a safra. A quantidade de energia elétrica consumida. A fonte do adubo e a média de produção de tonelada de cana por hectare são alguns dos itens levados em consideração. Portanto, para eu produzir mais CBIOs, eu tenho que produzir melhor, com mais eficiência, e usando uma quantidade menor possível de produtos de origem fóssil”, disse ele.

Segundo Pedro Neto, na parte industrial, um fator importante é o rendimento da indústria, “Se ela produzir abaixo da média, ela será penalizada, ou seja, vai gerar menos CBIOs, consequentemente, menos renda”, explicou ele, lembrando que apenas a cana-de-açúcar direcionada para produção de etanol gera CBIOs.

Nas suas considerações finais, Pedro Neto lembrou que há um projeto em tramitação no Congresso Nacional, de autoria do ex-deputado federal paraibano e atual senador, Efraim Filho, que inclui os produtores canavieiros no Renovabio. “La atrás, quando foi votada a Lei, esqueceram de incluir os produtores no Programa. E com isso, só quem está participando do Programa, atualmente, são as usinas e a gente quer participar e temos direito, porque o etanol é também feito com nossa cana”, explicou Pedro Neto. O PL, que está na 2ª comissão da Câmara dos Deputados e está próximo de ser votado em plenário, propõe uma participação de 80% para o fornecedor e 20% para a indústria, isso a partir dos CBIOs gerados a partir da cana do fornecedor, já descontando as despesas de registro, escrituração, imposto de renda, e outras despesas que venham a surgir para gerar os créditos, ou seja, 80% e 20% do líquido.

Pedro Neto lembrou ainda que se o Brasil quiser reduzir o nível de emissões, terá que aumentar a participação dos biocombustíveis na matriz energética, enfatizou que haverá competição entre os biocombustíveis e que terá mais espaço quem for mais eficiente e que é preciso que o produtor seja cada vez mais organizado da ‘porteira para dentro’ para reduzir custos e que o mercado de CBIOs é um futuro bem promissor.

Presidente da Unida, Pedro Neto fez palestra durante a V Jornada de Agronomia da FaceneFamene

Unida elege nova diretoria executiva que vai atuar no triênio 2023/2025 tendo Pedro Neto como presidente

O atual vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Pedro Tavares Campos Neto foi eleito, nesta segunda-feira (30), presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida). A nova Diretoria Executiva da entidade, que vai atuar no triênio 2023/2025, também tem outros integrantes da Asplan, a exemplo do diretor tesoureiro, Neto Siqueira, que é o atual diretor do DETEC da Asplan e José Inácio, atual presidente da Asplan, que passou a integrar o Conselho Fiscal como suplente. A nova diretoria tem representatividade dos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

A eleição ocorreu na sede da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), em Recife, com a presença de representantes de entidades associadas de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe e Paraíba. O presidente da AFCP, Alexandre Lima, conduziu a reunião. Na ocasião, ele agradeceu a atuação de José Inácio que foi presidente da Unida por dois mandatos e disse que o setor agradece a atuação dele neste período e que continuará contando com sua colaboração na defesa das causas do setor.

José Inácio, por sua vez, lembrou que já deu sua contribuição para a Unida como presidente por dois mandatos consecutivos e confirmou que continuará dando suporte à entidade. “Essa nova geração representada por Pedro Neto, Neto Siqueira e tantos outros precisa começar a comandar nossas entidades, afinal, os veteranos não são eternos e é preciso renovar os quadros para que novos nomes surjam para defender nossas bandeiras e lutar pelo setor”, disse José Inácio que, recentemente, foi reconduzido para mais um mandato como presidente da Asplan.

O presidente eleito, Pedro Neto é de uma família que já planta cana há mais de cinco gerações e se orgulha de vivenciar esse cotidiano em meio aos canaviais e as riquezas que advém do cultivo da cana-de-açúcar. “Sou da quinta geração da família que planta cana. Nasci, cresci e vou continuar perto da cana enquanto Deus quiser. Há 20 anos frequento os órgãos de classe e há 10 participo de diretorias. Sou pernambucano de nascimento e paraibano de coração e planto cana nos dois estados e sou um apaixonado pela cultura e suas potencialidades”, destacou Pedro.

Como dirigente da Unida, ele disse que vai continuar defendendo a bandeira do setor canavieiro e do agronegócio, lembrando que essa bandeira não tem cor partidária. “Nossa bandeira é a cana-de-açúcar. Eu sempre defendi que as associações e entidades de classe não devam ter partidos políticos porque independente de quem está no poder, o que a gente tem que defender são os interesses do setor produtivo porque isso é o que é importante e vital para todos nós”, reiterou Pedro Neto, que também agradeceu a confiança em seu nome. “Saibam que a Unida terá um nordestino determinado defendendo os nossos interesses em Brasília ou em qualquer lugar que eu me fizer presente”, finalizou ele.

            A nova Diretoria Executiva da Unida ficou assim definida:

Diretor Superintendente – Pedro Tavares Campos Neto

Vice-Diretor Superintendente- Edgar Antunes

Diretor Tesoureiro- Neto Siqueira

Diretor Secretário- Paulo Giovani

Diretor Técnico – Gerson Carneiro Leão

Conselho fiscal – 3 efetivos – Gerson Carneiro Leão, Hermano Augusto de

Almeida Neto e Alexandre Araújo de Morais Andrade Lima.

1º Suplente – José Inácio de Morais Andrade

Presidente da Asplan, José Inácio continua na diretoria executiva da Unida, no Conselho Fiscal
Representantes da nova diretoria executiva da Unida
A eleição da nova diretoria executiva da Unida aconteceu em Recife, na sede da AFCP
O novo presidente da Unida, Pedro Tavares Campos Neto

Ação de recolhimento de embalagens plásticas usadas em Itapororoca consegue arrecadar 850 kg em apenas um dia

Nesta quinta-feira (26) aconteceu mais um dia de ação de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Desta vez, a arrecadação aconteceu no posto de Itapororoca quando os produtores descartaram corretamente 850 kg, o equivalente a 0,85 tonelada de embalagens, de variados tamanhos e materiais. Na ação anterior, realizada em Pedras de Fogo, no último dia 18, a ação de descarte atingiu 1,8 tonelada o equivalente a 1.831.2 kg. Somando os dois descartes, chega-se a um montante de 2,681.2 kg.

            Em Itapororoca a arrecadação ficou assim distribuída: 1.044 unidades de embalagens plásticas rígidas de 1 litro, 436 unidades de 5 litros,  118 unidades de 10 litros, 198 unidades de  20 litros, além de 270 kg de embalagens de papelão e mais 110 kg de embalagens flexíveis.

            Já em Pedras de Fogo, foram recolhidas 2.503 unidades de embalagens plásticas rígidas, sendo 548 unidades de 1 litro, 872 unidades de 5 litros,  31,6 kg de embalagens de 10 litros, 1004 unidades de  20 litros, além de 215 kg de embalagens de papelão e mais 180 kg de embalagens flexíveis.

A logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas permite que recipientes utilizados tenham uma destinação correta após o uso, evitando a contaminação de solo, mananciais e rios. Ambas as arrecadações foram destinada a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN).

Para o diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, ações deste tipo devem sempre acontecer para facilitar o descarte correto por parte dos produtores. “É muito bom quando a gente tem esse tipo de ação que facilita nossa logística de descarte”, disse ele, lembrando que a legislação exige que esse descarte seja feito de forma correta, o que evita a contaminação de solo, mananciais e rios. “A legislação proíbe que se queime, enterre ou se jogue em lixo comum essas embalagens e a gente sabe que o produtor só pode guardar recipientes vazios até um ano e que depois deste prazo, obrigatoriamente, tem que fazer a logística reversa, então, é muito bom quando há a disponibilidade destes postos de coleta”, finalizou ele.

A ação tanto do dia 18, quanto essa do dia 26, foi denominada Recolhimento Itinerante e além do apoio da Asplan, teve a participação da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE) e do Governo do Estado, através a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).

Em Pedras de Fogo foram arrecadadas 1,8 tonelada de embalagens num único dia de ação coletora
A arrecadação no posto de Itapororoca atingiu 850kg de descarte
Toda a arrecadação seguiu para a ARPAN
Essa foi a segunda ação de recolhimento de embalagens em outubro
Os responsáveis pela arrecadação em Itapororoca
Foram recolhidos 1044 embalagens de unidades plásticas rígidas, além de 270 kg de embalagens de papelão e 110 kg de outros

Associados da Asplan são homenageados durante evento promovido pela Yara Brasil em João Pessoa

O evento promovido pela Yara Brasil, na noite da quinta-feira (25), em um restaurante de João Pessoa, foi muito além de um encontro de ampliação de conhecimentos. Isto porque, além da palestra do Engenheiro Agrônomo, Hugo Amorim Rodrigues, sobre “Manejo do manganês nos tabuleiros da Paraíba e Rio Grande do Norte” e participações de representantes da empresa, o evento se desdobrou em homenagens a clientes e produtores, se transformando também num grande congraçamento. Entre os homenageados destacaram-se diretores e associados da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e o consultor Benon Barreto, que aos 87 anos continua na ativa, inclusive, trabalhando uma fórmula líquida própria de NPK que, segundo ele, será seu último legado para o setor produtivo canavieiro.

O evento foi aberto pelo representante da Yara, Damião Souza, que deu as boas-vindas aos convidados e falou sobre a programação. Em seguida, Hugo Amorim proferiu uma palestra sobre a importância do manejo correto do manganês, a partir de um estudo realizado na Usina Monte Alegre, na Paraíba, que comprovou que esse manejo correto impacta diretamente na melhoria da produtividade. O Engenheiro Agrônomo da Yara, Edwwin Assunção, falou sem seguida sobre as características e benefícios do Yara Mantrac e Ênio Meneses, Técnico Comercial da Yara, encerrou as apresentações dando detalhes comerciais dos produtos da empresa.

As homenagens aconteceram logo em seguida, sendo o consultor Benon Barreto  o primeiro a receber o troféu de reconhecimento profissional que seria, posteriormente, entregue a vários presentes, sendo boa parte deles representantes do setor canavieiro da Paraíba e Pernambuco. Em seu agradecimento, Benon destacou a longa trajetória no setor produtivo. “Essa homenagem tem muitos kilometros rodados, mais precisamente, 70 anos de cana e representa os meus 87 anos de idade. Já recebi muitas homenagens, mas a cada uma delas vamos reconhecendo o epílogo da vida. Hoje estou com baixa visão, mas muito alegre porque olho para trás e me orgulho da caminhada e ainda não parei, pois estou produzindo o que considero meu último legado para o setor que é uma fórmula de adubação líquida de NPK”, disse ele, que também discorreu sobre as dificuldades e desafios de se produzir cana em tabuleiros costeiros da Paraíba e Rio Grande do Norte.

O segundo vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato Siqueira, também foi um dos homenageados da noite e um dos poucos a discursar. “Estamos honrados e privilegiados em estar aqui, num evento e congraçamento promovido pela Yara, uma empresa que não se preocupa apenas em vender os seus produtos, mas, tem uma preocupação de alimentar o mundo e ao mesmo tempo preservar o planeta e isso coincide também com a nossa preocupação de produzir respeitando o meio ambiente e natureza. O agronegócio brasileiro está em sintonia com essa visão de mercado que tem a Yara”, disse Nonato que é cliente da empresa há mais de dez anos e usa os produtos Yara nas suas propriedades localizadas em Santa Rita, Alhandra e Conde.

O primeiro vice-diretor Administrativo/Financeiro da Asplan, Carlos Heim, também foi homenageado na noite. Cliente da Yara há quase dez anos, ele destaca a qualidade, eficiência, a entrega correta, entre outros diferenciais da empresa, como fatores preponderantes na decisão de compra de produtos Yara. “Eles são muito corretos, fazem a entrega no prazo acordado, a carga chega lacrada, nunca recebi produto com sacaria danificada,  e apesar de não ter ainda um estudo específico para mesurar resultados, já percebi melhoria na produtividade de meu canavial com uso do Mantrac nas propriedades de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo”, disse Carlos que estima esse aumento em, pelo menos, 5%.

O Diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, e o Engenheiro Agrônomo da Asplan, Luis Augusto, também foram homenageados no evento, assim como a Vice-Diretora Secretária da Asplan, Ana Cláudia Santana de Andrade Tavares, o Conselheiro Fiscal da Asplan, Antônio Celso de Morais Andrade Neto, e os associados Domingos Sávio, Gutemberg Morais Andrade, Adriano de Barros Marques, Rodrigo Coutinho, Antônio Coutinho e Adriano Marques.

Raimundo Nonato, segundo vice-presidente da Asplan, foi um dos homenageados
Raimundo Nonato elogiou a iniciativa da Yara e destacou compromisso da empresa com o planeta
O troféu que foi entregue aos homenageados
O evento aconteceu em um restaurantee de João Pessoa
O engenheiro agrônomo, Hugo Guimarães foi o palestrante do evento
O engenheiro agrônomo da Asplan, Luis Augusto também ffoi homenageado
O diretor do Detec da Asplan, Neto Siqueira foi homenageado
O associado Domingos Sávio foi um dos homenageados
O associado Adriano de Barros também recebeu troféu
Neto Siqueira e Domingos Sávio da Asplan também foram homenageados
Benon Barreto também foi homenageado durante o evento da Yara
Antônio Celso Morais também foi homenageado
Ana Cláudia Tavares, associadad e diretora da Asplan, foi a única mulher homenageada
Ana Claudia Tavares a única mulher homenageada dedicou o troféu a todas as mulheres presentes
A associada e diretora da Asplan, Ana Cláudia Tavares prestigiou o evento

AESA promoverá curso sobre dimensionamento de irrigação e Asplan recomenda inscrição de seus associados

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba – AESA vai realizar um Curso de Capacitação, no dia 30 de outubro, sobre ‘DIMEN-SIONAMENTO DE PEQUENAS IRRIGAÇÕES’. O treinamento, que será em formato virtual através da plataforma do Google Meet e transmitido pelo YouTube da AESA, será ministrado pelo Gerente Executivo de Operações de Mananciais da Agência, João Pedro Chaves. O diretor do Departamento Técnico da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira, afirma que é importante a participação dos produtores canavieiros. O curso será das 9 às 12 horas, com carga horária de três horas, e expedirá certificado para os participantes que assinarem a lista de presença.

“Esse curso é muito importante para que o produtor possa melhor dimensionar e reestruturar, se for o caso, seu sistema de irrigação. A gente sabe que quanto menos perda, maior é a lucratividade do negócio. Um kilowat hora, por exemplo, é caro, um litro de diesel também, então esse curso vai nos ajudar a dimensionar melhor a nossa área irrigada e, consequentemente, nos orientar a minimizar falhas e ter mais racionalidade  no processo de irrigação”, destaca Neto, lembrando que como o curso será online, o produtor pode participar do treinamento de sua casa ou propriedade, desde que esteja conectado a internet.

O conteúdo programático inclui Conceitos básicos de irrigação; Importância da irrigação em pequenas propriedades. Tipos de Sistemas de Irrigação;Apresentação e análise de sistemas de irrigação utilizados em pequenas áreas; Vantagens e desvantagens de cada tipo de sistema. Princípios de Dimensionamento; Necessidades hídricas das culturas; Coeficientes de uniformidade e eficiência do sistema; Cálculo da lâmina de irrigação;Componentes do Sistema de Irrigação;Seleção e dimensionamento de bombas e tubulações e Escolha adequada de emissores de água; Considerações ambientais no dimensionamento e Estratégias sustentáveis para o uso eficiente da água. O curso será ministrado através de aulas teóricas, estudos de caso, exercícios práticos e discussões em grupo, promovendo uma abordagem participativa para melhor assimilação dos conceitos. O público-alvo são agricultores, estudantes de agronomia e profissionais da área e público interessado em adquirir informações sobre o dimensionamento de sistemas de irrigação em pequenas propriedades.

As inscrições podem ser feitas até o meio-dia, do próximo dia 27, através do link

https://forms.gle/y1YDYjZccT276B1j7. Qualquer dúvida, o interessado pode entrar em contato, via e-mail, pelo eventos@aesa.pb.gov.br.

 

Neto Siqueira, diretor técnico da Asplan, lembra a importância dos associados participarem do curso da AESA

 

Ação de recolhimento de embalagens plásticas usadas consegue arrecadar 1,8 tonelada em apenas um dia

 Em apenas um dia de ação de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas, os produtores descartaram corretamente 1,8 tonelada de embalagens, de variados tamanhos e materiais, o equivalente a 1.831.2 kg. Os vasilhames e embalagens foram recolhidos nesta quarta-feira (18), durante a ação de descarte realizada com produtores da região do litoral sul da Paraíba, em Pedras de Fogo. No próximo dia 26, a mesma ação acontecerá em Itapororoca, num local próximo a base da Polícia Militar, nas imediações da entrada para Araçagi, na PB-057.

            Em Pedras de Fogo os produtores entregaram 2.503 unidades de embalagens plásticas rígidas, sendo 548 unidades de 1 litro, 872 unidades de 5 litros,  31,6 kg de embalagens de 10 litros, 1004 unidades de  20 litros, além de 215 kg de embalagens de papelão e mais 180 kg de embalagens flexíveis. A logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas permite que recipientes utilizados tenham uma destinação correta após o uso, evitando a contaminação de solo, mananciais e rios. A arrecadação foi destinada a Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN).

O diretor do Departamento Técnico da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade parceira da ação, Neto Siqueira, lembra que o descarte incorreto de embalagens de defensivos agrícolas é ilegal e somente a logística reversa, respaldada na Lei federal nº 9.974 de junho de 2000, assegura a destinação correta dos recipientes após o uso. “Foi uma arrecadação muito boa, superamos o volume de embalagens arrecadadas em ações de anos anteriores”, destaca Neto.  Ele reitera que a legislação proíbe que se queime, enterre ou se jogue em lixo comum essas embalagens e que o produtor só pode guardar recipientes vazios até um ano e que depois deste prazo, obrigatoriamente, tem que fazer a logística reversa.

A ação deste dia 18, denominada Recolhimento Itinerante, além do apoio da Asplan, teve a participação da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE) e do Governo do Estado, através a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP).

Diretor técnico do Detec da Asplan, Neto Siqueira, lembra importância da destinação correta das embalagens
No proximo dia 26, a mesma ação de arrecadação de embalagens acontecerá em Itapororoca
Foram arrecadadas 1,8 tonelada de embalagens num único dia de ação coletora
O posto de coleta de Pedras de Fogo funcionou durante todo o dia 18
As embalagens arrecadadas serão destinadas a ARPAN

Asplan orienta como produtores com dívidas com a Energisa podem negociar débitos com descontos

A Energisa, em parceria com o governo federal, através do programa Desenrola Brasil, está disponibilizando negociações de débitos com a empresa com descontos e condições especiais. E a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está disponibilizando assessoria técnica para os associados poderem aproveitar esses descontos da melhor forma possível. “Tem o Programa e a gente disponibiliza a assessoria técnica, então o produtor que tem contas em atraso tem tudo para aproveitar essa oportunidade de colocar suas contas em dia”, destaca o presidente da entidade, José Inácio de Morais.

            Esse trabalho de orientação da Asplan é desenvolvido pela Consultora Michely Beserra, que foi contratada pela entidade para prestar serviços de orientação aos produtores canavieiros em todas as ações que envolvam energia. Neste caso específico, em relação a contas de energia elétrica, a consultora lembra que o primeiro passo é  verificar se a unidade consumidora está na lista dos contemplados do Programa. “Existem os critérios a serem obedecidos, tais como, a negativação do nome do Serasa, a unidade consumidora cadastrada no perfil de baixa renda e com débitos até R$ 5 mil”, explica ela, lembrando que foi disponibilizado um link do programa Desenrola o qual deverá ser consultado por CPF e, a partir daí, poder verificar se existe algum benefício e/ou desconto.

            Mas, mesmo sem preencher os requisitos do Programa, segundo Michely, há formas do produtor que tem débitos junto com a Energisa negociar, com vantagens, esse pagamento e voltar a ficar adimplente. “Já conversei com o pessoal da Energisa e eles nos informaram que a unidade consumidora que não estiver na lista do programa do governo, pode negociar o débito direto com a própria concessionária, com condições especiais de parcelamento e entradas acessíveis”, reiterou a consultora que pode ser contactada pelos associados da Asplan através do telefone (83) 99930-1753. “Caso haja necessidade do atendimento presencial, basta que o associado agende um horário com nossa consultora”, explica a gerente administrativa, destacando que esse é mais um serviço gratuito da entidade direcionado, exclusivamente, para os associados.

‘O Brasil, em particular o NE, tem uma oportunidade enorme com a Bionergia’ afirma presidente da Datagro durante palestra na UFPB

“É viável alavancar o aproveitamento energético da Biomassa, através de rotas adicionais de diversificação, a exemplo do Biogás, de pellets de bagaço, pela captura de CO² biogênico de fermentação alcoólica e o Brasil, em particular o Nordeste, tem uma oportunidade enorme com a Bioenergia, também pela vantagem da irradiação solar e logística, mas é importante que se faça investimento em irrigação e açudes para que se garanta a oferta regular de biomassa”. Essa afirmação foi feita, nesta segunda-feira (9), pelo presidente da Datagro, Dr. Plínio Nastari, durante uma palestra realizada no auditório da reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

O evento, promovido pelo Departamento de Tecnologia Sucroalcooleira do Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR) da UFPB, em parceria com o Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool), teve como tema central ‘Bioenergia, Etanol e Hidrogênio Verde’. Para o palestrante embora o Brasil tenha uma política de vanguarda que se destaca em nível mundial, que é o Renovabio, o país precisa dar mais estímulo ao setor privado, promover uma regulamentação de mercado e valorizar mais o CBIOs. “O Renovabio foi um passo muito importante e é modelo para o mundo, mas é preciso que haja um olhar mais atento para consolidação deste modelo de desenvolvimento sustentável”, disse Nastari.

De acordo com o palestrante, se prevê que a produção global de biocombustíveis deverá crescer dos atuais 130 bilhões de litros para 500 bilhões em 2030 e para 1,12 trilhão de litros, em 2050. “Há um reconhecimento já consolidado de que os objetivos do Acordo do Clima de Paris de limitação do aquecimento global só serão atingidos, de forma eficaz e com custos admissíveis, se a proporção da oferta de bioenergia crescer nesta proporção”, afirmou ele, lembrando que isso vale para o setor de transporte em terra, ar e mar.

Para Dr. Plínio, com práticas agrícolas modernas e regulações adequadas, haverá estímulo e investimentos na expansão de biocombustíveis. “Há uma perspectiva de expansão do etanol no mundo e existem mercados e oportunidades muito promissoras, não só para transporte em terra, mas também para produção de combustível sustentável da aviação e também para uso de biocombustível para substituição de bunker em navegação marítima, mas, é preciso que haja estímulo e investimentos. No Nordeste, por exemplo, ao invés de taxar o uso de águas, deveria existir um estímulo para construção de açudes porque isso garantirá a geração de oferta constante de matéria-prima”, pontuou ele.

Ainda segundo o presidente da Datagro, por ser uma região com grande irradiação solar, estrategicamente localizada, e que tem um enorme potencial de expansão da produção de biomassa de forma sustentável para fins energéticos, o Nordeste tem uma grande capacidade de crescimento. “Mas, mesmo com todas essas vantagens,  é preciso que sejam criadas regulamentações que estimulem o investimento privado para a expansão dessa produção na região”, reiterou Plínio Nastari.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que participou da palestra junto com diretores da entidade, reforçou o que o presidente da Datagro explanou durante a palestra. “Nosso setor tem muito a crescer com a produção de bioenergia, biocombustíveis, pois esse é um caminho sem volta. Há urgência em adotar práticas de  sustentabilidade. Esse é o único caminho para um mundo melhor para todos nós e não se trata apenas de equilíbrio do meio ambiente, é também uma questão econômica. A produção de etanol só tende a crescer e nós que produzimos matéria-prima também cresceremos junto”, destacou José Inácio, lembrando da explanação do presidente da Datagro que mostrou que entre 1975 e 2022, o etanol substituiu 3,54  bilhões de barris de gasolina.

Segundo Plínio Nastari, a partir de cálculos da Datagro, a gasolina substituída avaliada pelo seu preço no mercado mundial permitiu uma economia de divisas para o Brasil na ordem de US$ 296,42 bilhões, isso sem considerar o custo da dívida externa evitada ou de US$ 646,52 bilhões, considerando o custo da dívida externa evitada. Isso permitiu que o Brasil tivesse US$ 342,71 bilhões de reservas internacionais, em setembro deste ano. Ainda segundo estimativa da Datagro, no ritmo atual, todo ano, o Brasil vai substituir 164 milhões de barris e isso sem a necessidade de novos investimentos. “Isso porque é renovável, opera por fluxo e não por estoque”, disse Nastari que elencou outra vantagem do etanol que é a transversalidade com outros setores, a exemplo das indústrias de bens de capital, de petróleo e derivados, a química, a automobilística, de fertilizantes, de máquinas e suplementos e de distribuição de combustíveis.

Além de alunos, professores e convidados, assistiram à palestra a vice-reitora da UFPB, Liana Filgueira, o presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa, o deputado estadual Tovar Correia Lima, que representou a Assembleia Legislativa da Paraíba, o diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira, o primeiro vice-presidente da Asplan, Pedro Neto, o engenheiro agrônomo da Asplan, Luis Augusto e o produtor canavieiro, Domingos Sávio.

O presidente da Datagro, Plínio Nastari durante a palestra na UFPB
O presidente da Asplan, José Inácio e integrantes da Associação com o palestrante, Plinio Nastari
O evento aconteceu no auditório da reitoria da UFPB
O deputado estadual, Tovar Correia Lima representou a ALPB no evento