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Presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool e da Unida pede investigação e repudia incêndios criminosos em São Paulo

Os incêndios criminosos ocorridos em áreas de cana-de-açúcar nos últimos dias em São Paulo, na opinião do presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool e da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida), Pedro Campos Neto, precisam ser investigados e esclarecidos e as pessoas responsáveis deverão responder pelos seus atos em todas as esferas criminais.

“As queimadas em canaviais que facilitam o corte da cana são estudadas, planejadas, acompanhadas de perto e não fogem ao controle de quem as provoca, portanto, isso que aconteceu no interior de São Paulo foge completamente dos procedimentos técnicos adotados para queima de canaviais”, esclarece o dirigente canavieiro.

Pedro Campos Neto lembra que quando há queima controlada de canaviais há todo um preparo para ela ser realizada. “O solo é molhado ao redor de toda a área, na chamada linha fria. O fogo é sempre ateado em oposição à direção do vento para garantir que se espalhe devagar. É feito um comunicado aos vizinhos do dia da queima, assim como aos órgãos responsáveis, há todo um estudo prévio do terreno (declividade, tamanho da área a ser queimada, teor de umidade do solo, etc”, explica Pedro.

            “Foi muito estranho esses incêndios aconteceram de forma simultânea em lugares distintos”, reitera Pedro Campos Neto, destacando que o número de focos de incêndio registrados em agosto no Estado de São Paulo é o maior para qualquer mês nas cidades paulistas desde 1998, quando os registros começaram a ser computados pelo Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os 23 dias de agosto, por exemplo, somam 3.175 ocorrências, o que é quase o dobro do que foi registrado ao longo dos 12 meses do ano passado no Estado (1.666).

O dirigente canavieiro também elogiou as iniciativas do governador do Estado, Tarcísio de Freitas, que decretou situação de emergência por 180 dias nos municípios afetados com os incêndios e montou um gabinete de crise e um posto avançado de emergência em Ribeirão Preto.

Presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool e da Unida, Pedro Campos Neto
Pedro Campos Neto repudiou incêndios em São Paulo e pede investigação e punição dos culpados

61ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool debate conjuntura do setor sucroalcooleiro brasileiro

A 61ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool que aconteceu em Brasília, nesta quarta-feira (21), teve como tema central a conjuntura do setor sucroalcooleiro do país. A condução dos trabalhos foi feita pelo atual presidente da Câmara, Pedro Campos Neto, que foi auxiliado pelo secretário da Câmara, Marcos Fernandes. Bastante prestigiada, a reunião teve a participação do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), do consultor Guilherme Piscino, além de representantes de entidades ligadas ao setor de todas as regiões produtoras de cana-de-açúcar.

Sobre a avaliação da colheita da safra 24/25 de cana no Centro-Sul, um dos assuntos abordados na reunião, o presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool lembrou que o Centro-Sul vem passado por um momento de estiagem muito longo e isso deve impactar na safra da região. “As canas colhidas no final da safra passada não desenvolveram, até agora foram moídas as canas melhores e agora começam a colher a cana mais fraca, que foi colhida no final da safra passada. Diante deste quadro, São Paulo deve ter uma redução de safra em torno de 10% a 15% em relação à safra anterior. Já o Nordeste deve manter a produção, mesmo com a parada das chuvas mais cedo”, disse Pedro Campos Neto.

Outro tema debatido na reunião foi a Reforma Tributária. O Dr. Guilherme Piscino discorreu sobre o assunto, detalhando como os novos impostos serão cobrados e como as mudanças irão impactar a cadeia de combustíveis, especialmente, do etanol. Houve ainda a participação do deputado federal por São Paulo, Arnaldo Jardim, relator do Projeto de Lei nº 528/2020, conhecido como Combustível do Futuro, que atualizou os presentes sobre a tramitação da matéria que já foi aprovada na Câmara e está sendo apreciada agora no Senado, através da palestra “Combustível do Futuro e transição energética”.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7596) e (ADI 7617), que questionam a Política Nacional de Biocombustíveis – o Programa Renovabio, também foi pauta da reunião da Câmara Setorial. A ação requer a inconstitucionalidade do Programa Renovabio, com a sua descontinuidade, bem como, concessão de liminar para suspensão imediata das metas do Programa. Atualmente, a ação tem como relator o Ministro Nunes Marques e se encontra conclusa com o ministro para análise. “A ADI 7596 vai de encontro a Política Nacional e Biocombustíveis, estabelecida com a Lei Federal 13.576/2017, que se constitui num grande marco regulatório brasileiro, dentro da agenda de transição energética, climática de sustentabilidade, uma vez que visa o fortalecimento da comercialização e uso dos biocombustíveis, com metas de descarbonização e precisamos estar atentos para se contrapor as ações que questionem esses avanços do Renovabio. Já a ADI 7617 é ainda mais descabida e merece todo o nosso repúdio”, reiterou Pedro Campos Neto.

O presidente da Câmara avaliou a reunião como muito positiva, dinâmica e produtiva com boa participação presencial e online. A próxima reunião acontece em outubro.

Reunião da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool debateu conjuntura do setor sucroalcooleiro nacional
Reunião da Câmara Setorial aconteceu neste dia 21, em Brasília
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial, e Marcos Fernandes, secretário
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial, e representantes do setor sucroalcooleiro do Brasil
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial, conduziu os trabalhos durante a reunião
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial é também presidente da UNIDA e vice-presidente da Asplan

Paraíba concede isenção para os veículos elétricos e esquece os movidos a etanol e isso é um equívoco afirma presidente da Asplan

A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou, por unanimidade, essa semana, o projeto de autoria do Governo da Paraíba que traz modificações na cobrança do IPVA – Imposto sobre a propriedade de veículos automotores. O projeto aprovado na ALPB prevê a isenção do IPVA de carros movidos por motor elétrico no estado da Paraíba. A  medida foi uma modificação da lei 11.007 de 2017, que dispõe sobre o  IPVA e dá outras providências para adequá-la à legislação federal. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, no entanto, afirma que a medida é  lastimável uma vez que se o argumento é beneficiar o meio ambiente, quem deveria ser isento são os veículos movidos a Etanol e não os elétricos.

“Qual o sentido desta medida de isentar veículos elétricos do IPVA e deixar de fora os que utilizam o Etanol que é um combustível limpo, renovável e de larga produção no Nordeste e no Brasil?”, questiona o dirigente canavieiro. Para José Inácio, essa iniciativa que beneficia os veículos elétricos e não os veículos movidos a etanol, não encontra sustentação naquilo que se defende enquanto metas do futuro para humanidade que tem a preservação ambiental, a partir de fontes renováveis e sustentáveis, como objetivo maior.

O dirigente canavieiro lembra que numa comparação entre os empregos e renda que a energia elétrica gera na Paraíba, atualmente, e o que o etanol gera de postos de trabalho no Estado, a isenção do IPVA de carros movidos a álcool ganha ainda mais consistência, indo além do benefício ao meio ambiente. “A produção local de etanol gera algo próximo de 150 mil empregos diretos e indiretos na Paraíba e colocam a economia de mais de 40 municípios paraibanos para se movimentar com a renda gerada pela atividade, desde a porteira das propriedades até os tanques de combustíveis dos veículos, portanto, isso, por si só, já deveria ser mais bem analisado pelo Poder Executivo paraibano” afirma José Inácio

Ele lembra que a produção de energia a partir da cana-de-açúcar e do milho vem expandindo opções de uso desde os veículos com tecnologia de ponta produzidos no Brasil, inclusive, no Nordeste com reflexo na Paraíba através da empresa Stellantis, que produz veículos bicombustíveis e, agora, os híbridos de etanol, gerando empregos e renda na região e, principalmente, em João Pessoa e nas mais de 10 cidades da fronteira paraibana.

Em artigo para o portal de Tião Lucena, o produtor canavieiro Rômulo Montenegro, que foi secretário da Agropecuária e Pesca do Governo do Estado, afirma que se é para dar um tratamento tributário benéfico para veículos que o façam com coerência e proporcionalidade. “É preciso levar em conta aquilo que possa contribuir com a realidade da Paraíba, com as oportunidades de emprego que possam garantir, como menor dano ao meio ambiente, de fato com o retorno que possa assegurar aos paraibanos, jamais embalados por uma receita pronta e encomendada, vinda de cima para baixo, totalmente destoante das necessidades do nosso povo e da nossa gente”, escreveu Rômulo.

Tanto Rômulo, quanto José Inácio, este último representando uma cadeia produtiva de mais de 1600 associados, e o setor que mais emprega no campo na Paraíba, esperam que o Governo do Estado da Paraíba reveja esse projeto de lei de sua autoria que garantiu benefícios aos carros elétricos em detrimento do ecossistema de produção do etanol paraibano. “Diga-se de passagem, nosso setor tem colocado a Paraíba no pódio da produção da região, assumindo o segundo lugar na produção nordestina de Etanol e isso, por si só, já deveria ter chamado atenção do governo”, finaliza José Inácio.

José Inácio, presidente da Asplan, destaca importância do governo da Paraíba ter um olhar mais atento a questão do Etanol

Paraíba concede isenção para os veículos elétricos e esquece os movidos a etanol e isso é um equívoco afirma presidente da Asplan

A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou, por unanimidade, essa semana, o projeto de autoria do Governo da Paraíba que traz modificações na cobrança do IPVA – Imposto sobre a propriedade de veículos automotores. O projeto aprovado na ALPB prevê a isenção do IPVA de carros movidos por motor elétrico no estado da Paraíba. A  medida foi uma modificação da lei 11.007 de 2017, que dispõe sobre o  IPVA e dá outras providências para adequá-la à legislação federal. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, no entanto, afirma que a medida é  lastimável uma vez que se o argumento é beneficiar o meio ambiente, quem deveria ser isento são os veículos movidos a Etanol e não os elétricos.

“Qual o sentido desta medida de isentar veículos elétricos do IPVA e deixar de fora os que utilizam o Etanol que é um combustível limpo, renovável e de larga produção no Nordeste e no Brasil?”, questiona o dirigente canavieiro. Para José Inácio, essa iniciativa que beneficia os veículos elétricos e não os veículos movidos a etanol, não encontra sustentação naquilo que se defende enquanto metas do futuro para humanidade que tem a preservação ambiental, a partir de fontes renováveis e sustentáveis, como objetivo maior.

O dirigente canavieiro lembra que numa comparação entre os empregos e renda que a energia elétrica gera na Paraíba, atualmente, e o que o etanol gera de postos de trabalho no Estado, a isenção do IPVA de carros movidos a álcool ganha ainda mais consistência, indo além do benefício ao meio ambiente. “A produção local de etanol gera algo próximo de 150 mil empregos diretos e indiretos na Paraíba e colocam a economia de mais de 40 municípios paraibanos para se movimentar com a renda gerada pela atividade, desde a porteira das propriedades até os tanques de combustíveis dos veículos, portanto, isso, por si só, já deveria ser mais bem analisado pelo Poder Executivo paraibano” afirma José Inácio

Ele lembra que a produção de energia a partir da cana-de-açúcar e do milho vem expandindo opções de uso desde os veículos com tecnologia de ponta produzidos no Brasil, inclusive, no Nordeste com reflexo na Paraíba através da empresa Stellantis, que produz veículos bicombustíveis e, agora, os híbridos de etanol, gerando empregos e renda na região e, principalmente, em João Pessoa e nas mais de 10 cidades da fronteira paraibana.

Em artigo para o portal de Tião Lucena, o produtor canavieiro Rômulo Montenegro, que foi secretário da Agropecuária e Pesca do Governo do Estado, afirma que se é para dar um tratamento tributário benéfico para veículos que o façam com coerência e proporcionalidade. “É preciso levar em conta aquilo que possa contribuir com a realidade da Paraíba, com as oportunidades de emprego que possam garantir, como menor dano ao meio ambiente, de fato com o retorno que possa assegurar aos paraibanos, jamais embalados por uma receita pronta e encomendada, vinda de cima para baixo, totalmente destoante das necessidades do nosso povo e da nossa gente”, escreveu Rômulo.

Tanto Rômulo, quanto José Inácio, este último representando uma cadeia produtiva de mais de 1600 associados, e o setor que mais emprega no campo na Paraíba, esperam que o Governo do Estado da Paraíba reveja esse projeto de lei de sua autoria que garantiu benefícios aos carros elétricos em detrimento do ecossistema de produção do etanol paraibano. “Diga-se de passagem, nosso setor tem colocado a Paraíba no pódio da produção da região, assumindo o segundo lugar na produção nordestina de Etanol e isso, por si só, já deveria ter chamado atenção do governo”, finaliza José Inácio.

José Inácio, presidente da Asplan, destaca importância do governo da Paraíba ter um olhar mais atento a questão do Etanol

Representantes de associações de AL, PE e PB prestigiam lançamento da safra 24/25 no RN

O lançamento da safra 24/25 no Rio Grande do Norte realizado na noite desta quarta-feira (14), durante um evento, em um restaurante em Natal, não apenas reuniu expressivo grupo de associados locais, mas, também representantes de associações de outros estados, a exemplo de Pernambuco, Alagoas e Paraíba. O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida), Pedro Campos Neto também esteve presente. O evento foi promovido pela entidade do RN, com apoio da Magnun Tires. O momento teve palestras sobre gestão inteligente de pneus e pagamento de CBios para fornecedores de cana, além de homenagens a personalidades e industriais do setor sucroenergético. O CEO da Magnum Tires, Paulo Vieira, prestigiou o momento.

 “Eventos como esse só são possíveis graças ao empenho e dedicação de todos os nossos associados e parceiros e é com essa união que seguimos firmes, superando desafios e impulsionando o crescimento de nossa atividade. Seguiremos juntos a mais uma safra de sucesso”, destacou o presidente da Asplan/RN, Hermano Neto, afirmando que a entidade já conta com mais de 300 associados.

O presidente da Unida, Pedro Campos Neto, enalteceu a importância do soerguimento da associação do Rio Grande do Norte e reforçou a necessidade de associados e industriais permanecerem unidos em prol do desenvolvimento do setor. “Essa união é imprescindível para o fortalecimento da atividade canavieira não apenas no Rio Grande do Norte, mas em todo o Nordeste”, disse Pedro que, na ocasião, teve um vídeo dele divulgado falando da satisfação de utilizar os pneus da Magnun Tires. “Estou satisfeito com os produtos da marca. Há quatro anos uso os pneus deles em toda a linha rodoviária e vou começar a usar também na linha agrícola de minha frota. É uma parceria muito positiva”, disse o produtor canavieiro, que também enalteceu o sucesso do evento. “Quero parabenizar Hermano pelo prestigiado e organizado lançamento de safra o que reforça sua liderança no setor”, disse Pedro Neto.

O presidente da COAF, Alexandre Lima, também elogiou o lançamento da safra do RN. “Nunca vi um evento da associação do Rio Grande do Norte tão prestigiado como esse. Isso demonstra que o trabalho que está sendo realizado aqui pela Associação está tendo o devido reconhecimento de seus associados e do próprio setor”, disse ele.

As homenagens foram ao empresário Eduardo Monteiro, do Grupo EQM, ao também empresário Arlindo Farias, do Grupo Farias, ao Presidente da FAERN, José Vieira, ao secretário de Agricultura do RN, Guilherme Saldanha e aos deputado federal, Benes Leocádio (que foi representado na ocasião por um assessor) e o deputado estadual do RN, Hermano Morais, que apoiam o setor produtivo em diversas pautas e tiveram destacada atuação na defesa da inclusão dos produtores no Renovabio e consequente pagamento de CBios. Todos enalteceram a importância do setor produtivo e a importância de fortalecer o setor que emprega, gera renda, produz combustível limpo e gera divisas para o país.

Diego Paludo, especialista em pneus, foi quem ministrou a palestra sobre a fabricação dos pneus Magnum e Petterson Felipe, da Pecege, abordou a questão do acordo feito entre produtores e industriais para que os fornecedores pudessem ser incluídos no Renovabio e poderem receber pelos Créditos de Carbono. No final do evento, todos se confraternizaram durante um jantar.

Video com depoimento de Pedro Neto sobre a qualidade dos produtos Magnum
O CEO da Magnum Tires, Paulo Vieira e dirigentes canavieiros da Paraíba e Pernambuco
Representantes da Magnum Tires e de associações do RN,PB e PE
Petterson Felipe, da Pecege, explicou detalhes do pagamento do CBios
Pedro Neto, Fernando Rabelo e José Inácio
Hermano Neto e representantres de associações da PB e AL
Fornecedores de cana do RN,PB,PE e AL prestigiaram o evento da Asplan RN

Lançamento da safra 24/25 no RN foi bem prestigiado e incluiu palestras, homenagens e participação da Magnum Tires

O lançamento da safra 24/25 no Rio Grande do Norte evidenciou o quanto a Associação dos Plantadores de Cana do Rio Grande do Norte (Asplan/RN) se fortaleceu na gestão do atual presidente Hermano Neto. O evento que marcou o lançamento, realizado na noite desta quarta-feira (14), em um restaurante de Natal, foi bem prestigiado e diversificado. Promovido pela entidade, com apoio da Magnun Tires, o momento teve palestras sobre gestão inteligente de pneus e pagamento de CBios para fornecedores de cana, além de homenagens a personalidades e industriais do setor sucroenergético. O CEO da Magnum Tires, Paulo Vieira, prestigiou o momento.

“Eventos como esse só são possíveis graças ao empenho e dedicação de todos os nossos associados e parceiros e é com essa união que seguimos firmes, superando desafios e impulsionando o crescimento de nossa atividade. Seguiremos juntos a mais uma safra de sucesso”, destacou o presidente da Asplan/RN, Hermano Neto, afirmando que a entidade já conta com mais de 300 associados.

O presidente da Asplan/PB, José Inácio de Morais, falou na ocasião. Ele destacou a importância do fortalecimento da associação do Rio Grande do Norte, a necessidade do estado dispor de mais uma indústria e reiterou que a união dos produtores e a parceria saudável com as indústrias é o caminho para o fortalecimento da classe e do segmento canavieiro. “Estamos no mesmo barco e produtores e industriais precisam andar unidos, pois sem união a gente não chega a nenhum lugar. No Nordeste não existe usina sem fornecedor de cana. No Sul é normal a usina plantar tudo, concentrar renda, aqui não. E aqui no Rio Grande do Norte nós precisamos de mais uma usina. Não sei quem vai assumir essa missão de ampliar o setor industrial aqui, mas, isso é necessário”, destacou José Inácio, pedindo uma salva de palmas para a recuperação da associação do Rio Grande do Norte.

O vice-presidente da Asplan/PB e presidente da União dos Produtores de Cana do Nordeste (Unida), Pedro Campos Neto, presente ao evento, reforçou a satisfação de utilizar os pneus da Magnun Tires com a exibição de um depoimento gravado em vídeo. “Estou satisfeito com os produtos da marca. Há quatro anos uso os pneus deles em toda a linha rodoviária e vou começar a usar também na linha agrícola de minha frota. É uma parceria muito positiva”, disse o produtor canavieiro. Ele ainda enalteceu o sucesso do evento. “Quero parabenizar Hermano pelo sucesso deste lançamento de safra o que  reforça sua liderança no setor”, disse Pedro Neto.

O presidente da COAF, Alexandre Lima, também elogiou o lançamento da safra do RN. “Nunca vi um evento da associação do Rio Grande do Norte tão prestigiado como esse. Isso demonstra que o trabalho que está sendo realizado aqui pela Associação está tendo o devido reconhecimento de seus associados e do próprio setor”, disse ele.

As homenagens foram ao empresário Eduardo Monteiro, do Grupo EQM, ao também empresário Arlindo Farias, do Grupo Farias, ao Presidente da FAERN, José Vieira, ao secretário de Agricultura do RN, Guilherme Saldanha e aos deputado federal, Benes Leocádio (que foi representado na ocasião por um assessor) e o deputado estadual do RN, Hermano Morais, que apoiam o setor produtivo em diversas pautas e tiveram destacada atuação na defesa da inclusão dos produtores no Renovabio e consequente pagamento de CBios. Todos enalteceram a importância do setor produtivo e a importância de fortalecer o setor que emprega, gera renda, produz combustível limpo e gera divisas para o país.

Diego Paludo, especialista em pneus, foi quem ministrou a palestra sobre a fabricação dos pneus Magnum, enaltecendo a qualidade, tecnologia e diferenciais dos produtos da marca que é brasileira com padrão de fabricação internacional. “A gestão inteligente de pneus tem que levar em consideração processos bem definidos, ferramentas eficientes e pessoas bem treinadas. O melhor pneu  não é o que roda mais, nem o mais barato significa menos custos por km”, disse ele, lembrando que a Magnum Tires ajuda o cliente em todo o processo, desde a aquisição do produto até seu descarte.

Petterson Felipe, da Pecege, abordou a questão do acordo feito entre produtores e industriais para que os fornecedores pudessem ser incluídos no Renovabio e poderem receber pelos Créditos de Carbono. Ele falou sobre CBios, detalhes dos cálculos, das exigências para habilitação dos fornecedores receberem o pagamento e alertou para questões importantes sobre o tema. No final do evento, todos se confraternizaram durante um jantar.

Petterson Felipe, da Pecege, explicou detalhes do pagamento do CBios
Oscar Gouveia e José Inácio, da PB, deputado Hermano Morais, Hermano Neto e Eduardo Monteiro no evento de Natal
O industrial Eduardo Monteiro também foi homenageado durante o evento
O evento da AsplanRN foi muito prestigiado
Hermano Neto e representantres de associações da PB e AL
O CEO da Magnum Tires, Paulo Vieira e dirigentes canavieiros da Paraíba e Pernambuco
Neto Siqueira e Oscar Gouveia da AsplanPB
Deputado Hermano Morais foi homenageado

Demonstração de plantadeira de cana marca Dia de Campo no Engenho São José em Itambé

A manhã do último sábado (3) foi bem movimentada no Engenho São José, em Itambé (PE). É que a propriedade do produtor canavieiro e presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto, serviu de campo de demonstração do desempenho da plantadeira de cana recém-adquirida por ele numa parceria com a Visanorte, do Paraná.

O equipamento faz 100% da operação de plantio. “Ela sulca, semeia, coloca o adubo, os defensivos, o enraizador, os hormônios de crescimentos, bactérias, além de realizar a coberta”, explica Pedro Neto. A plantadeira trabalha com quatro homens fazendo a alimentação da cana e mais um profissional fazendo a retifica de cabeça.

“Hoje, com essa operação, a gente vai ter condição de plantar uma média de três hectares/dia, a depender do terreno”, destaca o dirigente canavieiro, lembrando que é importante fazer um bom preparo de solo.

Além da agilidade, Pedro Neto destaca que a máquina também tem a vantagem da economia de mão de obra. “Principalmente, em nossa região, quando a gente se depara com a dificuldade de encontrar mão de obra para o campo, com uma máquina dessa precisarei contar com o apoio de apenas sete homens para plantar um hectare, ao passo que se fosse um plantio manual, convencional, eu teria que ter entre 22 a 23 pessoas para fazer o mesmo plantio”, reitera ele.

O vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato, que esteve acompanhando o Dia de Campo, afirma que ficou impressionado com a dinâmica do equipamento e até já faz planos de adquirir o mesmo equipamento no próximo ano. “Gostei muito da máquina. Essa foi uma das apresentações de equipamento que mais me chamou atenção e pretendo investir na aquisição dela, pois a produtividade e a qualidade do serviço, do plantio, fica muito bom”, disse Nonato, lembrando que a máquina também define a profundidade e os espaços de plantio.

Produtor canavieiro e presidente da Unida, Pedro Neto
Pedro Neto e Raimundo Nonato
Participantes do Dia de Campo em Itambé
O momento de reabeastecimento da cana para plantio no equipamento
Convidados do Dia de Campo observando a demonstração da plantadeira
A plandeira de cana em operação
A máquina trabalha com quatro homens
A demonstração aconteceu em terras do Engenho São José

Representante do Bradesco faz apresentação de linhas disponíveis do Plano Safra para associados da Asplan

Linhas de custeio, com recursos obrigatórios, e de investimentos para financiamento das lavouras de cana-de-açúcar para manutenção e até ampliação de áreas, além de linhas de BNDES. Esse foi o foco de um encontro realizado nesta segunda-feira (29), com produtores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e o Engenheiro Agrônomo da Plataforma Agro Recife do Bradesco, Diego Cardoso.

“Para aquisição de máquinas, implementos agrícolas, sistemas de irrigação essa linha de crédito do BNDES é muito indicada, enfim, tudo que for investimento a longo prazo”, disse Diego que também falou da CPR, uma cédula de produto rural, que é um recurso de adiantamento de receita. “Esse é um tipo de recurso que o cliente, o produtor pode usar de várias formas dentro da fazenda sem obrigatoriedade de comprovação de usabilidade deste recurso, então ele fica com o recurso disponível para usar livremente, de acordo com a necessidade”, explicou Diego, lembrando as  vantagens desta linha, cujo prazo é de até cinco anos, podendo ser pagamento trimestral, anual, semestral, único final, de acordo com o enquadramento do cliente.

Ainda sobre a CPR, Diego lembrou que a linha é isenta de IOF, tem flexibilização na utilização do recurso, tem taxa diferenciada, podendo ser usado até para comprar novas propriedades além de outros fins.

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, abriu o encontro, realizado na sede da entidade, em João Pessoa, destacando a relevância do setor para a economia local, regional e nacional e reiterou o importante papel do crédito rural no desenvolvimento da agricultura. “Nós somos o carro-chefe que vem salvando o país, nós somos a locomotiva do Brasil, mas precisamos de ‘combustível’ que é o  crédito rural, ele é fundamental para o setor produtivo”, destacou o dirigente canavieiro.

José Inácio fez uma breve retrospectiva sobre o crédito no Brasil, destacando o pioneirismo do Banco do Brasil, os recursos subsidiados do BNB que, segundo ele, têm a menores taxas, mas muitas restrições de acesso e a felicidade do setor de poder contar com a diversidade de instituições fomentando o agronegócio, a exemplo do Bradesco. “É salutar ter várias instituições no mercado, com diversas opções de crédito que mesmo com taxas similares, têm diferenciais de atuação”, disse ele.

Apresentação aconteceu no auditório da Asplan
Diego Cardoso apresentou as linhas de crédito disponíveis no Bradesco para o segmento produtivo
Diego Cardoso, do Bradesco, com dirigentes e associados da Asplan
José Inácio, presidente da Asplan, falou da importância da disponibilidade de crédito para o produtor

Presidente da Unida prestigia solenidade dos 80 anos da AFCP

O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-açúcar (Unida), Pedro Campos Neto prestigiou a solenidade de abertura da safra 24/25 de Pernambuco e da comemoração dos 80 anos da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP). A solenidade aconteceu na noite desta segunda-feira (29), na sede da associação pernambucana e contou com a participação de diversas personalidades do setor sucroenergético, além de uma palestra com Dr. Plinio Nastari, sobre cenário atual e perspectivas para o setor.

Pedro Campos Neto integrou a mesa de autoridades junto com o presidente da AFCP, Alexandre Lima, o presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha, Eduardo Monteiro, do Grupo EQM, Paulo Leal, presidente da Feplana, o deputado estadual,  Antônio Morais e o deputado federal, Coronel Meira, além do presidente do Sindicape, Gérson Carneiro Leão.  “Foi uma noite de valorização da cultura canavieira, de reconhecimento a pessoas importantes para o setor e onde tivemos a oportunidade de escutar Dr. Plínio Nastari, que sempre nos dá uma aula sobre o mercado e perspectivas, nos encorajando a plantar, cuidar e tratar de cana e crescer cada vez mais”, afirmou Pedro Campos Neto.

Na ocasião, o atual presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, e os ex-presidentes da entidade canavieira paraibana, Raimundo Nonato Siqueira e Oscar Gouveia foram homenageados.

O anfitrião do evento e presidente da AFCP, Alexandre Lima, falou da satisfação de estar a frente da entidade numa data tão importante como essa e destacou a união da classe como fator preponderante para o sucesso das ações da entidade. “Chegamos aos 80 anos com uma história de lutas e conquistas em prol do produtor de cana pernambucano, fortalecendo a cultura canavieira e valorizando os nossos associados com serviços, sempre na defesa de seus interesses. Esperamos outros 80 anos pela frente”, disse ele.

Solenidade de 80 anos da AFCP foi bem prestigiada
Solenidade aconteceu no auditório da AFCP em Recife
Representantes de entidades canavieiras
Pedro Campos Neto, presidente da Unida
Pedro Campos Neto da Unida integrou a mesa de honra da solenidade
José Inácio, presidente da Asplan, foi homenageado
Dr. Plinio Nastari, da Datagro, fez uma palestra sobre perspectivas do setor
Alexandre Lima, presidente da AFCP e anfitrião do evento

Presidente e ex-presidentes da Asplan são homenageados durante solenidade dos 80 anos da AFCP

 O atual presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, e os ex-presidentes da entidade canavieira paraibana, Raimundo Nonato Siqueira e Oscar Gouveia foram homenageados durante solenidade de abertura da safra 24/25 de Pernambuco e da comemoração dos 80 anos da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP). A solenidade aconteceu na noite desta segunda-feira (29), na sede da associação pernambucana e contou com a participação de diversas personalidades do setor sucroenergético, além de uma palestra com Dr. Plinio Nastari, sobre cenário atual e perspectivas para o setor.

José Inácio, Raimundo Nonato e Oscar Gouveia agradeceram a homenagem e enalteceram os laços que unem as associações de produtores do Nordeste. “Nós não competimos, nós nos completamos porque os interesses são os mesmos e os objetivos também, ou seja, produzir cana cada vez mais e melhor”, disse José Inácio. “Estou muito honrado com essa homenagem”, destacou Oscar Gouveia. “Ser homenageado pela associação de Pernambuco numa data tão importante me traz uma alegria ímpar”, afirmou Raimundo Nonato.

O presidente da União Nordestina de Produtores de Cana – Unida, Pedro Campos Neto, participou da solenidade e integrou a mesa de autoridades junto com o presidente da AFCP, Alexandre Lima, o presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha, Eduardo Monteiro, do Grupo EQM, Paulo Leal, presidente da Feplana, o deputado estadual,  Antônio Morais e o deputado federal, Coronel Meira, além do presidente do Sindicape, Gérson Carneiro Leão.  “Foi uma noite de valorização da cultura canavieira, de reconhecimento a pessoas importantes para o setor e onde tivemos a oportunidade de escutar Dr. Plínio Nastari, que sempre nos dá uma aula sobre o mercado e perspectivas, nos encorajando a plantar, cuidar e tratar de cana e crescer cada vez mais”, afirmou Pedro Campos Neto.

O anfitrião do evento e presidente da AFCP, Alexandre Lima, falou da satisfação de estar a frente da entidade numa data tão importante como essa e destacou a união da classe como fator preponderante para o sucesso das ações da entidade. “Chegamos aos 80 anos com uma história de lutas e conquistas em prol do produtor de cana pernambucano, fortalecendo a cultura canavieira e valorizando os nossos associados com serviços, sempre na defesa de seus interesses. Esperamos outros 80 anos pela frente”, disse ele.

Solenidade aconteceu no auditório da AFCP em Recife
Solenidade de 80 anos da AFCP foi bem prestigiada
Representantes de entidades canavieiras
Raimundo Nonato, atual vice-presidente da Asplan e ex-presidente foi homenageado
Raimundo Nonato sendo homenaegado
Oscar Gouveia, da Asplan, foi homenageado
José Inácio, presidente da Asplan, foi homenageado
Dr. Plinio Nastari, da Datagro, fez uma palestra sobre perspectivas do setor
Alexandre Lima, presidente da AFCP e anfitrião do evento