Asplan

Presidente da Unida será um dos homenageados no MasterCana Norte & Nordeste 2024

O presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida) e vice-presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Pedro Campos Neto será um dos homenageados da edição deste ano do MasterCana Norte & Nordeste 2024, na categoria “MAIS INFLUENTES DO SETOR”. O evento será realizado no dia 5 de dezembro em Recife (PE) e reunirá líderes, empresas e especialistas do setor de bioenergia para destacar avanços e práticas sustentáveis que impulsionam o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste.
O convite para ser homenageado foi feito na semana passada e destaca a influência de Pedro Campos Neto no setor, na região Norte/Nordeste. Neto e filho de produtor canavieiro, Pedro, que também é Presidente da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool do MAPA, representa a terceira geração de plantadores de cana da família e tem despontado como uma jovem liderança no segmento produtivo do Nordeste.
“Fiquei bastante honrado em receber o convite para ser homenageado porque sei da seriedade do MasterCana e atribui esse reconhecimento ao trabalho que venho desenvolvendo na defesa da classe produtiva, da valorização do etanol, da expansão dos biocombustíveis e de energias renováveis e de projetos de sustentabilidade que fortalecem a transição energética e a economia de baixo carbono em nosso país”, disse Pedro.
Pedro Campos Neto será um dos homenageados deste ano

1º Seminário Sobre a História das Engenharias e Agronomia Paraibana debateu temas importantes e homenageou profissionais de destaque

O 1º Seminário Sobre a História das Engenharias e Agronomia Paraibana (HEAP) realizado no auditório da Asplan, e que aconteceu nesta quinta-feira (21) e sexta-feira (22), teve palestras e homenagens. No primeiro dia de atividades o Engenheiro Civil, Argemiro de Brito, falou sobre o cálculo estrutural da Torre da TV Cabo Branco, um ícone da engenharia paraibana, cujos cálculos foram feitos por ele, que também assina outros projetos estruturais de obras da capital paraibana, a exemplo da Rodoviária de João Pessoa e do Ronaldão. O também Engenheiro Civil José Reinaldo Lima, responsável pelas obras da rodoviária, falou em seguida sobre as dificuldades e resoluções encontradas para viabilizar a solidez do empreendimento rodoviário.
Na parta de tarde, a Professora Dra. e pesquisadora, Gabriella Cavalcanti falou dos desafios da pesquisa para obtenção de pó de cactos para uso como aditivos em concreto e argamassa, explicando toda a metodologia utilizada para transformar a babosa da planta em pó. E o ex-secretário municipal de João Pessoa e professor Joácio Morais abordou a problemática do desperdício de material de construção e do surgimento de usinas de beneficiamento destes materiais.
A abertura do evento contou com a participação do presidente do CREA, Renan Guimarães, da Representante do Confea, Giucélia Figueiredo e do Diretor Técnico da Asplan, Neto Siqueira, que representou o presidente da Associação, José Inácio de Morais, que só pôde comparecer ao evento no final da manhã. O idealizador do 1º HEAP, Engenheiro Ricardo Lombardi conduziu os trabalhos e as entrevistas/homenagens aos palestrantes nos dois dias do evento.
Em sua fala, o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destacou a importância das profissões de Engenharia e Agronomia e se dirigiu aos futuros profissionais da área com mensagens de otimismo em relação às oportunidades no mercado de trabalho. “O bom profissional, aquele que atua numa área onde ele se identifica, sempre encontra formas de desenvolver o seu talento. A questão é perseverar e acreditar. Há campo de trabalho nas áreas de Engenharia e Agronomia e o Brasil dá show também nestas áreas. Além disso, quem estuda e persevera, não falta emprego”, disse ele.
Nesta sexta-feira (22), no segundo dia do seminário, o especialista em Geoprocessamento da Asplan, Thybério Luna Freire falou sobre a evolução do uso da geotecnologia no agronegócio. A Asplan, explicou Thybério, começou a mapear áreas com GPS em 2005 e de lá para cá evoluiu esse trabalho de geoprocessamento com a aquisição de drones e outros programas. O primeiro drone da associação tem capacidade para mapear 50 hectares por voo. Já o segundo equipamento, que é bem mais sofisticado e detém melhores recursos tecnológicos, faz de 120 a 130 hectares por voo. Cada voo demora, em média, 15 minutos. Thibério falou da evolução do trabalho de geoprocessamento enaltecendo que a tecnologia facilitou e agilizou o levantamento dos dados e que o mercado de trabalho tem muitas oportunidades porque ainda há pouca mão de obra especializada.
Em seguida, o Eng. Agrônomo Gabriel Petelinkar, do Sistema Faepa/Senar, abordou A evolução do modelo de atendimento ao produtor rural no Brasil fazendo um contraponto entre os processos de atendimento ao homem do campo executado no passado com o trabalho de extensão rural realizado atualmente que visa à orientação do produtor, com objetivo de viabilizar o negócio e gerar lucro para quem atua na área rural.
E a última palestra do evento foi feita pelo Eng. Agrônomo e Mestre em Gestão Ambiental. Anderson Fontes, que abordou a questão da Arborização urbana nos municípios paraibanos e o papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das árvores nestes municípios. Com a apresentação de fotografias, o palestrante foi discorrendo sobre o comportamento das administrações públicas no direcionamento da arborização de espaços urbanos, dando exemplo de cidades do interior e da capital, João Pessoa. Em sua fala, ele enalteceu a importância da participação de agrônomos nestes projetos, dado os conhecimentos técnicos destes profissionais.
O 1º HEAP teve como apoiadores, além da Asplan a empresa RL2 Construções, Assessoria e Consultoria de Engenharia, a Rebrite (Reciclagem de Material de Construção), a Maccaferri, o Confea – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o Coopcon Paraíba, a Brascon, a Hoop Eyewear, o Treinamento Engenheiros do Futuro, o Mundo das Tintas e a Sente Mente – Clínica Integrada. O idealizador do 1º HEAP, Engenheiro Ricardo Lombardi, avaliou o evento como muito positivo. “Foi um primeiro evento, que avaliamos como muito positivo, onde debatemos temas importantes e homenageamos profissionais de destaque. Sinto que plantamos uma boa semente”, finalizou ele, agradecendo o apoio dos parceiros, especialmente, a Asplan, sem os quais o evento não seria realizado com tanta magnitude.
Engenheiro Agrônomo, Gabriel Petelinkar, do Sistema FaepaSenar e o agronômo da Asplan, Luis Augusto que atuou como mediador
Ricardo Lombardi, Thybério Luna e Luis Augusto, da Asplan
Thybério Luna, da Asplan, falou sobre a evolução do uso da geotecnologia no agronegócio
Ricardo Lombardi, Thybério Luna e Luis Augusto
Ricardo Lombardi foi o organizador e produtor do evento
Ex-secretário Joácio Morais foi um dos palestrantes do evento
Presidente do CREA, Renan Guimarães prestigiou abertura do Seminário
Engenheira Giucélia Figueiredo representou o Confea na abertura do Seminário
O Engenheiro Civil, José Reinaldo Lima foi um dos palestrantes e também homenageado
O presidente da Asplan, José Inácio participou do primeiro dia do evento
Abertura do Seminário na quinta-feira
Engenheiro Argemiro de Brito, o projetista da Torre da TV Cabo Branco
A professora Dra. e Pesquisadora, Gabriella Cavalcanti
O diretor do Departamento Técnico da Asplan, Neto Siqueira prestigiou o evento

Dirigentes da Asplan prestigiam inauguração de novo empreendimento do Grupo Olho D’água em Pedras de Fogo

O primeiro e segundo vice-presidentes da Asplan, Pedro Campos Neto e Raimundo Nonato, respectivamente, prestigiaram a inauguração da nova fábrica de açúcar do Grupo Olho D’água, em Pedras de Fogo (PB). O Governador da Paraíba, João Azevedo também esteve presente à solenidade, junto a outras autoridades. Na construção do novo empreendimento foram investidos mais de R$ 150 milhões. A nova unidade fabril gerará 203 empregos diretos.
“É um empreendimento extraordinário, propulsor de progresso, desenvolvimento, geração de emprego e renda e que fortalece o mercado da cana-de-açúcar na Paraíba. Nossos parabéns aos dirigentes do Grupo que acreditam e investem no setor sucroenergético”, afirmou Raimundo Nonato.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais também foi convidado, mas não pôde comparecer por causa de uma indisposição. “Não pude prestigiar esse momento, mas, deixo aqui o registro da seriedade e solidez do Grupo Olho D’Água que atua a mais de 100 anos no mercado sucroenergético sempre investindo e ampliando negócios. Para nós, produtores de cana, dispor de mais um empreendimento no setor é motivo de muita alegria. Parabenizo todos os empresários do Grupo desejando que essa nova fábrica seja um novo marco de sucesso nos negócios”, afirmou José Inácio.
“Essa fábrica é de suma importância para a região. O Grupo Olho D’água, que tem 104 anos de fundação, sempre atuou com seriedade e honestidade, e eu tenho muito orgulho de ser fornecedor deles, já na terceira geração familiar, já que meu pai e meu avô também forneceram cana para o Grupo. Essa fábrica é mais um marco de sucesso que atrai novos investimento, progresso e desenvolvimento não apenas para a região e a Paraíba, mas para o Nordeste”, afirmou Pedro Campos Neto.
O grupo Olho d’Água atua na produção de açúcar, etanol, aguardente, energia e diversos tipos de álcool. Além da Giasa, o grupo tem mais duas usinas: a Central Olho D’Água, em Camutanga (PE), e a Comvap, no município de União, no Piauí. A Usina Central Olho D’Água completou 104 anos de atuação. A nova fábrica possui uma capacidade de moagem de 320 toneladas de cana-de-açúcar por hora, totalizando 1,4 milhão de toneladas por safra. A expectativa é que a planta produza 2,8 milhões de sacos de açúcar e 16,8 milhões de litros de álcool por safra, aproveitando o mel residual da cana para a produção de etanol.
Raimundo Nonato, Pedro Campos Neto e Neto Siqueira e outros convidados
O evento de inauguração da fábrica foi bastante prestigiado
Raimundo Nonato destacou importância do empreendimento do Grupo Olho D’água
Neto Siqueira, Raimundo Nonato, o senador Efraim Filho e um convidado
Raimundo Nonato, vice-presidente da Asplan, com o governador da Paraíba, João Azevêdo
Momento do descerramento da fita de inauguração com empresários do Grupo e Governador João Azevêdo
Governador João Azevêdo falou da importância do novo empreendimento

Presidente da Unida participa de inauguração de nova fábrica do Grupo Olho D’água e destaca importância do empreendimento

O presidente da Unida, Pedro Campos Neto, prestigiou a inauguração da nova fábrica de açúcar da Giasa, nesta sexta-feira (22). Instalada na Fazenda Ibura, no município de Pedras de Fogo (PB), a nova planta pertencente ao grupo Olho D’Água que com o novo empreendimento diversifica sua produção para atender tanto ao mercado interno quanto à exportação. “É um empreendimento que traz progresso, desenvolvimento, gera empregos e movimenta de forma muito positiva e efetiva a cadeia produtiva de cana-de-açúcar e a economia da Paraíba”, afirmou o dirigente canavieiro.
Segundo informações divulgadas pelo Grupo, a nova fábrica possui uma capacidade de moagem de 320 toneladas de cana-de-açúcar por hora, totalizando 1,4 milhão de toneladas/safra. A expectativa é que a planta produza 2,8 milhões de sacos de açúcar e 16,8 milhões de litros de álcool/safra, aproveitando o mel residual da cana para a produção de etanol.
O presidente do grupo Olho d’Água, Gilberto Tavares de Melo, afirmou que a inauguração da unidade na Paraíba representa um momento de flexibilidade produtiva para a empresa. “Nós passamos a atuar de uma forma ainda mais competitiva, com a produção de açúcar e etanol, utilizando a inovação, novas tecnologias, reforçando o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável dentro do papel estratégico do Nordeste para o crescimento do Brasil”, falou o empresário.
“Essa fábrica é de suma importância para a região. O Grupo Olho D’água, que tem 104 anos de fundação, sempre atuou com seriedade e honestidade, e eu tenho muito orgulho de ser fornecedor deles, já na terceira geração familiar, já que meu pai e meu avô também forneceram cana para o Grupo. Essa fábrica é mais um marco de sucesso que atrai novos investimentos, progresso e desenvolvimento não apenas para a região e a Paraíba, mas para o Nordeste”, finalizou o presidente da Unida, Pedro Campos Neto.
Fotos Governador: Secom/PB
Pedro Campos Neto e convidados prestigiaram a inauguração da nova fábrica do Grupo Olho D’água
Momento do descerramento da fita de inauguração com empresários do Grupo e Governador João Azevêdo
Governador João Azevêdo falou da importância do novo empreendimento
Deputado George Morais, Alexandre Lima, Senador Efraim Filho, Bruno Tavares de Melo e Pedro Campos Neto
Raimundo Nonato, Pedro Campos Neto e Neto Siqueira e outros convidados
O evento de inauguração da fábrica foi bastante prestigiado
Ex-deputado Silvio Costa, Senador Efraim Filho, Renato Cunha, George Morais e Pedro Campos Neto

Asplan apoia evento que debate história das Engenhariase Agronomia paraibana

Nos próximos dias 21 e 22, profissionais, estudantes e público interessado irão debater a história das Engenharias e da Agronomia paraibana. O objetivo é preparar futuros profissionais destas áreas para os desafios que virão, mostrando o que foi feito no passado como referência de melhorias para o futuro. O 1º Seminário Sobre a História das Engenharias e Agronomia Paraibana (HEAP) será realizado no auditório da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), uma das patrocinadoras do evento, em João Pessoa. As inscrições podem ser feitas pelo link https://asplanpb.com.br/heap/Para associados da Asplan a inscrição é gratuita.
De acordo com a programação, na manhã do primeiro dia será debatido no Módulo 1 – Projetos, o Cálculo estrutural da torre da TV Cabo Branco, com o  Eng. Civil Argemiro de Brito Franca, às 8h.  O Módulo 02 – Obras Estruturantes vai focar na construção da Rodoviária de João Pessoa, suas dificuldades e soluções, com o Eng. Civil José Reinaldo Lima, às 10 h. À tarde, o Módulo 03 – Pesquisas Acadêmicas traz o debate sobre a Obtenção do pó de Cactos para uso como aditivos em concretos e argamassas, com a  Eng. Dra. Gabriella Cavalcante, às 14h e no Módulo 04 – Resíduos. O enfoque será Material de construção: do desperdício ao surgimento de usinas de beneficiamento com o Eng. Prof. Joácio Morais, às 16h.
Horário: 16h00
 No segundo dia do seminário, noo Módulo 05 – Empresa Agrícola debaterá Os bastidores do desenvolvimento da empresa Frutas Doce Mel, com o Eng. Agrônomo Márcio Lima da Silva, a partir das 8h. Em seguida, no Módulo 06 – Agronomia e a Urbanização, será debatido a Arborização urbana nos municípios paraibanos e o papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das árvores nestes municípios, com o Eng. Agrônomo e Mestre em Gestão Ambiental. Anderson Fontes, a partir das 10h. Na parte da tarde, o Módulo 07 – Assistência Técnica debate A evolução do modelo de atendimento ao produtor rural no Brasil, com o Eng. Agrônomo Gabriel Petelinkar, às 14h. Em seguida, no Módulo 08 – Geoprocessamento, será visto a Evolução do uso de geotecnologia no agronegócio, com o especialista em Geoprocessamento da Asplan, Thybério Luna Freire, às 16h.
Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, que é engenheiro agrônomo, o 1º HEAP é uma excelente oportunidade de atualizar conhecimentos. “A expectativa é que a gente debata o que foi feito, valorizando o passado, mas de olho no que o futuro exigirá de nós para melhorarmos ainda mais o campo de atuação destes profissionais”, afirmou o dirigente canavieiro.
Além da Asplan apoiam o Seminário a empresa RL2 Construções, Assessoria e Consultoria de Engenharia, a Rebrite (Reciclagem de Material de Construção), a Maccaferri, o Confea – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o Coopcon Paraíba, a Brascon, a Hoop Eyewear, o Treinamento Engenheiros do Futuro, o Mundo das Tintas e a Sente Mente – Clínica Integrada.
José Inácio, presidente da Asplan

Asplan participa da primeira reunião do Projeto Cultivo Limpo

O Projeto Cultivo Limpo, que estuda o uso de defensivos agrícolas, com o objetivo de orientar agricultores paraibanos sobre o uso responsável de agrotóxicos, além de divulgar alternativas sustentáveis e boas práticas ambientais, é uma parceria do Ministério Público Estadual, com a UFPB (Universidade Federal da Paraíba), EMPAER (Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária), ARPAN (Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste), ASPLAN (Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba) e IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). E, nesta quinta-feira (7), aconteceu a primeira reunião envolvendo os participantes do Projeto, na sede do Centro Social Gilberto Valério, em Alhandra (PB).
O Engenheiro de Segurança do Trabalho da Asplan, Alfredo Nogueira Neto, que representou a entidade canavieira na reunião, destaca a importância do Projeto. “Essa pesquisa de uma professora da UFPB que estuda o uso de agrotóxicos na agricultura é muito importante para reforçar a importância das boas-práticas no cultivo, independente de qual cultura, para conscientizar os agricultores, principalmente os familiares sobre o manejo correto de defensivos”, destaca Alfredo, lembrando que na cultura canavieira da Paraíba esse manejo já é feito de forma técnica, responsável e correta, tanto pelos pequenos, médios e grandes produtores.
Durante essa primeira reunião, os participantes receberam informações sobre culturas alternativas ao uso de agrotóxicos, uso e importância de  EPIs e orientações sobre métodos para melhorar a produtividade agrícola.

Primeira reunião do Projeto Cultivo Limpo, que tem o apoio da Asplan, aconteceu em Alhandra
O Projeto Cultivo Limpo conta com o apoio de diversas instutuições, entre elas a Asplan
Asplan participou da primeira reunião do Projeto Cultivo LImpo com o Engenheiro de Segurança do Trabalho, Alfredo Nogueira Neto

PL do Renovabio aprovado na Câmara simboliza a reparação de uma injustiça com os produtores canavieiros brasileiros

“Esperamos mais de cinco anos para que essa injustiça fosse reparada e agora, com a aprovação deste PL hoje, o sentimento é de que começamos verdadeiramente a concretizar isso”. Essa afirmação do presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, faz referência à aprovação do Projeto de Lei 3.149, que inclui os produtores de matéria-prima no pagamento de CBios, do Renovabio. O PL, de autoria do então Deputado Federal e hoje Senador da República pela Paraíba, Efraim Filho,foi votado e aprovado em sessão na Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (30), com substitutivo do relator, deputado Benes Leocádio (União-RN). A matéria agora segue para apreciação no Senado e de lá para sanção presidencial.
José Inácio lembra que o recebimento dos CBios pelos produtores é algo reconhecidamente legítimo, mas, que precisa ser regulamentado formalmente para que os produtores tenham acesso a sua parte no pagamento dos créditos de carbono negociados pelas indústrias. “Um Programa que leva em consideração a relação entre a eficiência energética e a redução das emissões de gases de efeito estufa não poderia, jamais, deixar de fora os produtores de matéria-prima que é à base dos biocombustíveis, mas, mesmo sendo um pleito legítimo e tendo formalizado o acordo com os industriais, a gente precisa regulamentar esse direito e é isso que está sendo feito com esse PL”, ressalta o dirigente da Asplan.
Deputados aprovaram o PL por unanimidade
Sessão Plenária da Câmara que aprovou PL aconteceu nesta quarta-feira (30)
José Inácio lembra importância da aprovação do PL que repara uma injustiça com o produtor

PL que assegura pagamento de CBios a produtores é aprovado na Câmara e segue agora para Senado

O Projeto de Lei 3.149, que repara a injustiça de deixar os produtores de matéria-prima de fora do pagamento de CBios, do Renovabio,foi votado e aprovado em sessão na Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (30). A matéria que foi aprovada com substitutivo do relator, deputado Benes Leocádio (União-RN), agora segue para apreciação no Senado e de lá para sanção presidencial.
Para o presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto essa vitória na Câmara reforça a sensação de justiça com a classe produtiva. “Há mais de cinco anos que a gente esperava essa reparação que agora, de fato, está começando a se concretizar e virar Lei”, reitera o dirigente canavieiro.
Pedro agradece aos parlamentares pela aprovação, lembrando do importante papel ao então deputado federal paraibano, Efraim Filho, hoje Senador da República que foi o autor do PL e da união de todos em prol deste objetivo. “Esse resultado de hoje mostra a importância da união da classe produtiva que se deu as mãos e conseguiu elaborar essa proposta, depois chegar a um acordo com os industriais e agora conquistar essa aprovação na Câmara. Ainda tem a apreciação no Senado e a sanção presidencial, mas, estamos confiantes que teremos igual respaldo dos senadores, até porque é um pleito legítimo e justo”, reitera Pedro Campos Neto.
O presidente da Unida complementa que a participação do produtor no recebimento de CBios será proporcional a biomassa entregue às usinas produtoras de etanol, conforme sua nota de eficiência energética-ambiental. “Para começar, no perfil agrícola padrão, a participação será de 60% das receitas geradas com a venda de créditos obtidos pela produção de biocombustível com a matéria-prima entregue pelo produtor, mas esse percentual pode ser ampliado caso o produtor forneça dados para a indústria poder fazer o preenchimento do perfil específico, o que gera uma nota de eficiência maior e, consequentemente, mais créditos”, esclarece Pedro Campos Neto, que também preside a Câmara Setorial do Açúcar e do álcool do Ministério da Agricultura (MAPA).

O Projeto de Lei 3.149, que repara a injustiça de deixar os produtores de matéria-prima de fora do pagamento de CBios, do Renovabio,foi votado e aprovado em sessão na Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (30). A matéria que foi aprovada com substitutivo do relator, deputado Benes Leocádio (União-RN), agora segue para apreciação no Senado e de lá para sanção presidencial.
Para o presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto essa vitória na Câmara reforça a sensação de justiça com a classe produtiva. “Há mais de cinco anos que a gente esperava essa reparação que agora, de fato, está começando a se concretizar e virar Lei”, reitera o dirigente canavieiro.
Pedro agradece aos parlamentares pela aprovação, lembrando do importante papel ao então deputado federal paraibano, Efraim Filho, hoje Senador da República que foi o autor do PL e da união de todos em prol deste objetivo. “Esse resultado de hoje mostra a importância da união da classe produtiva que se deu as mãos e conseguiu elaborar essa proposta, depois chegar a um acordo com os industriais e agora conquistar essa aprovação na Câmara. Ainda tem a apreciação no Senado e a sanção presidencial, mas, estamos confiantes que teremos igual respaldo dos senadores, até porque é um pleito legítimo e justo”, reitera Pedro Campos Neto.
O presidente da Unida complementa que a participação do produtor no recebimento de CBios será proporcional a biomassa entregue às usinas produtoras de etanol, conforme sua nota de eficiência energética-ambiental. “Para começar, no perfil agrícola padrão, a participação será de 60% das receitas geradas com a venda de créditos obtidos pela produção de biocombustível com a matéria-prima entregue pelo produtor, mas esse percentual pode ser ampliado caso o produtor forneça dados para a indústria poder fazer o preenchimento do perfil específico, o que gera uma nota de eficiência maior e, consequentemente, mais créditos”, esclarece Pedro Campos Neto, que também preside a Câmara Setorial do Açúcar e do álcool do Ministério da Agricultura (MAPA).
Deputados aprovaram o PL por unanimidade
Sessão Plenária da Câmara que aprovou PL aconteceu nesta quarta-feira (30)
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial e também presidente da UNIDA elogiou aprovação do Propjeto

Asplan comemora sucesso da operação de logística reversa de embalagens de Pedras de Fogo que recolheu três toneladas

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) comemorou o resultado da operação de logística reversa das embalagens de agrotóxicos realizada no último dia 24 de outubro, num posto de coleta instalado na entrada da cidade de Pedras de Fogo, que recolheu 4.122 embalagens plásticas, o equivalente a três toneladas de material. A associação foi uma das entidades que apoiou a ação que respeita o que determina à Lei Federal nº 9.974, de junho de 2000, que dispõe sobre a logística reversa de embalagens de agrotóxicos.
Das 4.122 embalagens recolhidas, 1.387 eram de embalagens rígidas de 1 litro, 1.127 eram de 5 litros, 309 unidades eram de embalagens de 10 litros e 1.299 foram de recipientes de 20 litros. A coleta incluiu ainda 637 kg de papelão e 371 kg de embalagens flexíveis. Vale salientar que todas as embalagens recolhidas passaram antes pela tríplice lavagem.
“A logistica reversa tem sido uma ferramenta importante para a redução de resíduos dispostos de forma inadequada no meio ambiente e essa adesão a operação em Pedras de Fogo reforça o compromisso do produtor rural, especialmente, o produtor canavieiro em preservar o meio ambiente descartando corretamente os recipientes”, destaca o presidente da Asplan, José Inácio de Morais.
O coordenador do Departamento Técnico da Asplan, o engenheiro agrônomo Luís Augusto, lembra da importância da disponibilidade destes postos de coleta para a destinação adequada das embalagens e destaca que no próximo dia 21 de novembro, haverá nova operação de recolhimento, desta vez, em Itapororoca. O posto de arrecadação será no terreno que fica ao lado da Ladeira da Roseira, na saída para Mamanguape, na PB 057. A arrecadação acontecerá das 8h até às 15h.
Além do apoio da Asplan, a ação tanto de Pedras de Fogo, quanto a de Mamanguape, conta com a participação da Associação dos Revendedores de Produtos Agropecuários do Nordeste (ARPAN), Federação Nacional das Associações de Centrais e Afins (FENACE), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP) do Governo da Paraíba.

A ação de coleta aconteceu no último dia 24 de outubro, em Pedras de Fogo
Foram recolhidas 4.122 embalagens na ação de coleta de Pedras de Fogo
Na ação de coleta de embalagens de Pedras de Fogo foram recolhidas três toneladas de material
No proximo dia 21 de novembro a mesma ação acontecerá em Itapororoca
Presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra importância do descarte correto de embalagens e reitera o compromisso dos produtores

Fiscalização da matéria-prima de associados da Asplan nas usinas completa 90 dias diuturnos e consecutivos

O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às usinas paraibanas está prestes a completar 90 dias consecutivos e diuturnos. Isto porque o trabalho desenvolvido pelos 19 agentes contratados este ano acontece 24h desde o início e até o final da safra. Os trabalhos da fiscalização na atual safra (2024/2025) começaram no dia 22 de julho e devem acontecer até fevereiro ou março de 2025, data prevista para o final da moagem.

“A análise da matéria-prima usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e nós acompanhamos todo o processo, desde a pesagem da cana do associado até a análise no laboratório da usina para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue, até porque dizemos hoje que não vendemos mais a cana, mas o seu teor de sacarose”, explica o diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Neto Siqueira, setor responsável pela coordenação dos trabalhos em campo da fiscalização. Ele lembra que a Asplan também colhe amostras que são analisadas no laboratório própria da entidade, que funciona no prédio sede, localizado em João Pessoa.

O trabalho de fiscalização da matéria-prima acontece simultaneamente, nas oito indústrias paraibanas, em regime de 24h, em turnos de trabalho que variam de uma unidade para outra. Dos 19 agentes, 17 deles atuam nas usinas, um atua como coletor das amostras e outro faz as análises no laboratório próprio. Antes de atuarem nas usinas todos os agentes receberam treinamento. Os novatos participaram de uma capacitação na sede da Asplan e os fiscais veteranos apenas reviram os procedimentos fiscalizatórios.

Na Paraíba, três indústrias fabricam álcool e açúcar (Miriri, Monte Alegre e Giasa), uma fabrica açúcar (Agroval) e três produzem só álcool (Tabu, Japungu e Pemel). A Paraíba detém a terceira maior produção de cana-de-açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Em produção, a Paraíba só fica atrás de Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. Atualmente, entre 50% e 60% da matéria-prima paraibana é oriunda de lavouras próprias ou arrendadas pelas indústrias, sendo o restante produzido pelos fornecedores de cana ligados a Asplan que contabilizam cerca de 1.400 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores.

A fiscalização atua 24h durante todo o período da safra
Os fiscais verificam todas as etapas de avaliação da matéria-prima dos associados nas usinas
A fiscalização acontece nas oito indústrias da Paraíba, simultaneamente, 24h durante toda a safra
A análise da qualidade da matéria-prima também é fiscalizada pelos agentes
A fiscalização também acompanha o processo de pesagem
Com a fiscalização os produtores de cana recebem o valor correto pela matéria-prima