Asplan

Presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool vai solicitar audiência com o ministro do MAPA para tratar de temas diversos

Entre as deliberações da primeira reunião da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA), realizada nesta quarta-feira (12), em Brasília, está a decisão de marcar uma audiência com o ministro Carlos Henrique Fávaro para tratar, entre outros temas, sobre a irrigação em barragens. Segundo o presidente da Câmara, Pedro Campos Neto, essa é uma questão importante para o setor produtivo canavieiro, especialmente, no Nordeste que vem sofrendo com a redução das precipitações nos últimos meses.
“Foi uma reunião muito boa, dinâmica, proveitosa e que discutimos vários temas, inclusive, a questão da irrigação que vamos levar para debater com o ministro Carlos Fávaro, com apoio técnico do Sr. Afrânio César, presidente da câmara temática de Agricultura Sustentável do ministério”, afirmou Pedro, lembrando que o pedido de audiência com o ministro será feito logo, mas que a data da reunião dependerá da agenda de Fávaro. “Na data que o ministro marcar, estaremos lá”, disse Pedro.
Sobre a previsão do tempo feita durante a reunião pelo representante do Inmet, segundo Pedro, a perspectiva é que o tempo se mantenha estável atéabril, dentro da normalidade para o período. “Em função da presença do fenômeno La Nina de baixa intensidade, o que não interfere muito no clima, a previsão é de estabilidade climática”, destacou Pedro.
Sobre PL 715/23, que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais, de autoria do deputado Zé Vitor, ficou esclarecido que o PL está tramitando no Senado, ainda na primeira comissão da Casa. “Como é uma matéria muito importante para o setor, vamos acompanhar de perto essa tramitação e, se for o caso, até trabalhar para pedir urgência na tramitação da mesma”, afirmou Pedro, lembrando que a NR-15, que estabelece as atividades que devem ser consideradas insalubres, gerando direito ao adicional de insalubridade aos trabalhadores, também foi outro assunto colocado em análise durante a reunião e que precisa também de uma atenção especial do setor, pois gerará impactos na atividade produtiva.

Pedro Campos Neto (centro) conduziu a reunião
Paulo Leal, Pedro Campos Neto e Rogério
Pedro Campos Neto, Paulo Lal, da Feplana, Luiz Henrique e Rogério participaram da reunião
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA
Reunião da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool aconteceu nesta quarta-feira (12), em Brasília

Primeira reunião do ano da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA acontece no dia 12 de fevereiro

Ações de garantias contra adversidades climáticas, Royalty sobre cultivares e PL 715/23, que dispõe sobre a compatibilidade entre o contrato de trabalho por safra e a condição de titular de benefícios sociais, estão entre as pautas da primeira reunião deste ano da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA). O presidente da Câmara, Pedro Campos Neto confirmou a realização da reunião para essa quarta-feira (12), em Brasília, na sede do Ministério, a partir das 14h.
De acordo com a programação, o presidente fará a abertura, em seguida a secretaria dará alguns avisos. O Presidente da CT Agricultura Sustentável, Afrânio César, fala em seguida sobre o tema ‘Ações de garantias contra adversidades climáticas’. Depois, um representante do Inmet falará sobre ‘⁠Panorama do clima no Brasil’. Na sequência, Luís Gustavo, do MAPA, abordará o tema ‘Royalty sobre cultivares’ e o deputado federal Zé Vitor discorrerá sobre a tramitação do PL 715/23. Encerrando a pauta, Rodrigo Hugueney, da CNA, vai falar sobre a NR 15, que estabelece as atividades que devem ser consideradas insalubres, gerando direito ao adicional de insalubridade aos trabalhadores.
Segundo o presidente da Câmara, a pauta reflete a diversidade de temas de interesse da cadeia produtiva, desde os produtores até os industriais. “São assuntos importantes, atuais e que estão na ordem do dia de quem vive o setor sucroenergético, por isso trouxemos esses temas para discussão na primeira reunião do ano”, afirmou Pedro Campos Neto, que também é presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar (Unida) e Vice-Presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

Membros da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool voltam a se reunir nesta quarta-feira (12)
Pedro Campos Neto, presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA, estará em Brasília nesta quarta-feira (12)

STJ redefine porte de imóveis rurais excluindo reservas legais do cálculo e presidente da Asplan elogia decisão

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais considerou oportuna, positiva e necessária à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), prolatada no Agravo do Recurso Especial 2.480.456, que determinou a exclusão das áreas de preservação ambiental do cálculo total do imóvel rural. “Isso representa um importante avanço para o setor produtivo, pois a correta classificação do porte das propriedades rurais desempenha um papel fundamental na valorização das terras”, disse ele.
Segundo José Inácio, a decisão também atende uma antiga reivindicação do setor produtivo que sempre questionou a inclusão das áreas de preservação no cálculo total das propriedades. “Esse anterior entendimento aumentava o porte do imóvel e resultava na exclusão de diversas pequenas propriedades das proteções legais de impenhorabilidade e também impactava na elevação da carga tributária porque o cálculo era feito sobre toda a área, usada para fins produtivos ou não”, explica o dirigente canavieiro, cuja associação é formada, em sua imensa maioria, por pequenos produtores que serão beneficiados diretamente com essa medida.
José Inácio lembra que a decisão do STJ surgiu a partir de um caso específico, no qual um produtor de uma pequena propriedade no Paraná buscava o reconhecimento da impenhorabilidade de seu imóvel, que em decisão de instâncias inferiores levava em consideração para efeito de cálculo do tamanho da propriedade também as reservas legais, desqualificando a área como de pequena propriedade e, portanto, tornando-a passível de penhora. “O STJ ao rever esse caso agiu corretamente tendo o entendimento de que esse cálculo de tamanho deveria incluir apenas a área efetivamente aproveitável e destinada à produção e atividades econômicas, afinal, não se produz em reservas porque como o próprio nome já diz são reservas e, portanto, áreas intocáveis” finalizou José Inácio.
Decisão do STJ redefine porte de imóveis rurais excluindo reservas legais
José Inácio destaca importância da decisão principalmente para os pequenos produtores

Asplan contabilizou mais de cinco mil atendimentos no setor de Assistência Social e ampliou serviços em 2023

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) não se diferencia apenas como uma entidade de classe que representa uma das culturas mais importantes do Estado. A Asplan, que existe há mais de 60 anos, também é destaque na Assistência Social aos seus associados, funcionários e familiares. Tanto que em 2023, a entidade contabilizou 5014 atendimentos, sendo 3512 no Departamento Médico e Ocupacional. e 1502 no Departamento de Odontologia. Os dados são referentes ao período de janeiro a dezembro do ano passado.
Os serviços médicos incluíram a realização de 2.400 atendimentos Clínico/Ocupacional, sendo 538 realizados na sede da entidade, em João Pessoa, e outros 1853 no campo, em propriedades de associados, além de outros nove procedimentos clínicos. O departamento que é coordenado pelo Médico do Trabalho, Dr. Tarcísio Campos, também ampliou serviços sendo responsável pela realização de 598 exames laboratoriais, 108 atividades de enfermagem, 27 Raios-X, 143 testes de acuidade visual, além de 236 exames de audiometria. Computando todos os serviços, o Departamento contabiliza 3512 atendimentos
No Departamento de Odontologia, a dentista Wilma Dantas, junto com o colega José Jadelson Filho, realizaram 1502 atendimentos em 706 pacientes, entre associados, seus dependentes, além de funcionários da entidade. O dentista José Jadelson começou a atuar no Departamento em março, com atendimentos as sextas-feiras e aos sábados. Entre os serviços executados destacam-se Restauração de Resina Foto, Tartarectomia, Aplicação de Flúor, entre outros.
Os procedimentos de Enfermagem que totalizaram 108 correspondem a curativos, medição de pressão, entre outros e são oferecidos pela Asplan no período da manhã, de segunda a quinta-feira, das 8h às 12h. Os serviços médicos, incluindo exames admissional, demissional, periódicos, são feitos tanto na sede da Asplan, quanto na propriedade dos associados com agendamento prévio.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, destaca que a manutenção e ampliação dos serviços do Departamento de Assistência Social reforça o compromisso da entidade com a saúde e bem estar de seus associados funcionários e dependentes. “Enquanto muitas associações cortaram benefícios, a Asplan segue ampliando seus serviços, tanto que ultrapassamos a marca dos cinco mil atendimentos no Departamento de Assistência Social no ano passado. Em 2023, contratamos mais um dentista e ampliamos nossa assistência e isso a gente só consegue em parceria com nossos associados, que nos apoiam e contribuem para manter a Asplan cada vez mais forte”, finaliza o dirigente.
Um dos atendimento de assistência social realizados na sede da Asplan, em João Pessoa
Os atendimentos médicos acontecem na sede da Asplan (foto) e também na sede dos associados por agendamento
O serviço de odontologia da Asplan contabilizou mais de 1.200 atendimentos em 2024
O Médico do Trabalho, Dr. Tarcísio Campos em um dos atendimentos fora do prèdio sede da Asplan
Em 2024, o departamento médico realizou mais de dois mil atendimentos
Um dos atendimentos na Estação de Camaratuba mantida pela Asplan
O setor odontológico atende associados, seus dependentes e funcionários, além de funcionários da Asplan
Os serviços de assistência social são um benefício que a Asplan disponibiliza para seus associados e dependentes
O atendimento odontológico acontece no prédio sede, em João Pessoa, de segunda a sábado
A Asplan mantém serviços médicos e odontológicos com profissionais de seu próprio quadro
O médico do trabalho, Tarcísio Campos, em um dos atendimentos na sede de associado
Um dos atendimentos odontológios realizados em 2024 em consultório próprio da Asplan

Seca nas regiões produtoras de cana do Nordeste preocupa com perdas de até 30% e impactos negativos na atual e próxima safra

A baixa precipitação de chuvas nas regiões produtoras de cana do Nordeste tem comprometido a atual safra e preocupado os produtores que, em algumas regiões, já contabilizam até cerca de 30% de redução na produção. Segundo estimativa da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida) a média geral de redução da região por causa da seca está em torno de 15% a 20%.
E essa situação, segundo o presidente da Unida, Pedro Campos Neto, já começa a impactar na próxima safra. “Os produtores que não têm condições de irrigar a socaria para a planta nascer está comprometendo a produção futura porque a cana não está brotando e isso já vai impactar negativamente na próxima safra”, afirma o dirigente canavieiro. De acordo com ele, a esperança de melhoria deste cenário são as previsões de chuvas já a partir da segunda quinzena de janeiro. “Vamos aguardar e pedir a Deus que mande chuva”, reitera Pedro.
Ainda segundo o presidente, a Unida vai convocar os presidentes das entidades associadas para uma reunião emergencial para debater a situação e definirem ações a serem tomadas de forma conjunta. “Vamos analisar os dados de cada estado e ver o que a gente pode fazer para minimizar essa perda e garantir melhores resultados para a próxima safra”, disse Pedro Campos Neto. A reunião esta marcada para a terça-feira (21), em Recife (PE). A Unida representa as associações de produtores de cana-de-açúcar dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
Presidente da Unida, Pedro Campos Neto, está preocupado com a seca e já convocou reunião para debater assunto

É um vitória para o setor produtivo afirma presidente da Unida sobre inclusão dos produtores de cana-de-açúcar no Renovabio

“A inclusão dos produtores de cana-de-açúcar no Renovabio é uma grande conquista e vitória do setor produtivo que passa a ter direito de ter sua participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização (CBios)”, afirma o presidente da União Nordestina dos Plantadores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto. Ele faz referência a Lei 15.082/24 que garante ao produtor de cana-de-açúcar destinada à produção de biocombustível a participação nas receitas de CBios. Antes da sanção da Lei a remuneração era exclusiva das usinas produtoras de etanol.
O dirigente canavieiro lembra que o apoio de várias entidades foi fundamental para que o acordo fosse fechado com as usinas, assim como o papel de grande articulador do autor do Projeto de Lei 3149/20 que deu origem a Lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “É o momento de comemorar essa grande conquista, mas, também de agradecer o apoio e parceria que tivemos da Feplana, Unica, CNA, BioEnergiaBrasil, SindaçúcarAL, Sindaçúcar PE e Sindálcool, além do apoio do Senador da República, Efraim Filho, que sempre defendeu esse nosso pleito, sendo o autor do PL e relator da matéria no Senado”, afirmou Pedro Campos Neto.
Além de incluir os produtores no Renovabio, a nova lei também reforça a regulação do setor com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas de descarbonização estabelecidas. O não cumprimento das metas passa a ser tipificado como crime ambiental e a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual. A legislação ainda revoga a autorização dada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em casos de reincidência de descumprimento das metas.
De acordo com a lei, os produtores de cana-de-açúcar deverão receber parcelas de, no mínimo, 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir do processamento da cana entregue por eles às usinas. Quando o agricultor fornecer à indústria os dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além desses 60%, ele deverá receber 85% da receita adicional sobre a diferença de créditos, já descontados os custos de emissão. Já os produtores das demais matérias-primas de biocombustíveis, como soja e milho, usados para a produção de biodiesel e etanol, respectivamente, poderão negociar a parcela de remuneração no âmbito privado.
Com informações da Agência Câmara de Notícias.
Os produtores de cana foram inseridos no Renovabio graças a Lei 15.082 (1)
Pedro Campos Neto, presidente da Unida, destaca importância da inclusão dos produtores no Renovabio

Agora é Lei: produtores de cana-de-açúcar têm direito ao pagamento de créditos de carbono

Já está em vigor a Lei 15.082/24 que garante ao produtor de cana-de-açúcar destinada à produção de biocombustível a participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização (CBios). Antes da sanção da Lei a remuneração era exclusiva das usinas produtoras de etanol. A nova norma altera a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) para incluir os produtores independentes. “É uma vitória merecida que repara uma injustiça com os produtores que há mais de cinco anos viam lutando para serem incluídos no Renovabio”, afirma o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.
O dirigente canavieiro lembra que a Lei 15.082/24 teve origem no PL 3149/20, de autoria do então deputado e atual senador paraibano Efraim Filho. “Efraim, como a gente diz aqui, cabeceou e chutou para o gol, pois foi o autor do Projeto de Lei, defendeu sua aprovação na Câmara no Senado e também foi relator da matéria no Senado. Ele nos deu uma ajuda imensurável, participou de várias reuniões e foi fundamental para obtermos êxito nesse nosso pleito”, afirmou José Inácio. Em função de sua atuação parlamentar, o senador paraibano foi homenageado pela Asplan, em dezembro passado, recebendo o Prêmio Canasplan que é destinado a políticos e personalidades que se destacam na defesa do setor produtivo.
Além de incluir os produtores no Renovabio, a nova lei também reforça a regulação do setor com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas de descarbonização estabelecidas. O não cumprimento das metas passa a ser tipificado como crime ambiental e a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual. A legislação ainda revoga a autorização dada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em casos de reincidência de descumprimento das metas.
De acordo com a lei, sancionada com dois vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os produtores de cana-de-açúcar deverão receber parcelas de, no mínimo, 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir do processamento da cana entregue por eles às usinas. Quando o agricultor fornecer à indústria os dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além desses 60%, ele deverá receber 85% da receita adicional sobre a diferença de créditos, já descontados os custos de emissão. Já os produtores das demais matérias-primas de biocombustíveis, como soja e milho, usados para a produção de biodiesel e etanol, respectivamente, poderão negociar a parcela de remuneração no âmbito privado.
Os vetos recaíram sobre uma medida que permitia a tomada de créditos de contribuições tributárias pelas distribuidoras na aquisição dos CBios. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento observaram que o texto vetado “equipara os créditos de descarbonização a insumos para os distribuidores a fim de gerar créditos para compensação no processo de não cumulatividade de tributos federais”. Segundo o Executivo, “o preceito contraria o interesse público” e é inconstitucional por criar “renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário e financeiro”. O outro veto também foi pedido pelo Ministério da Fazenda ao trecho que equipara os CBios aos demais valores mobiliários.
Com informações da Agência Câmara de Notícias.
Os produtores de cana foram inseridos no Renovabio graças a Lei 15.082
Presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra importância da inclusão dos produtores de cana no Renovabio

Asplan realiza primeira edição do Prêmio Canasplan e homenageia o dirigente canavieiro Alexandre Lima e o Senador Efraim Filho

O dirigente canavieiro e presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Andrade Lima e o senador Efraim Filho (União Brasil-PB) foram os homenageados da primeira edição do Prêmio Canasplan – Destaques do Setor, realizado na quinta-feira (19), em João Pessoa. Promovido pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), o prêmio é um reconhecimento a personalidades que são importantes para o setor e que se destacam em sua área de atuação contribuindo para o desenvolvimento e fortalecimento da cultura canavieira. O Canasplan será anual.
A solenidade foi iniciada com a execução do hino nacional, seguida da apresentação de um vídeo institucional sobre a história de 67 anos de fundação da Asplan com foco nos serviços prestados ao produtor de cana paraibano. Em seguida, o presidente da Associação, José Inácio de Moras, fez uma saudação a todos os presentes, destacando a importância desta iniciativa de realizar o Canasplan. “Fazer agricultura no Nordeste nunca foi fácil, nem será fácil nunca. Tanta seca, tanta crise, tanta mudança em políticas, mas a gente faz isso há 500 anos e vamos continuar fazendo porque o cultivo da cana é uma tradição que passa de geração em geração e aqui no Nordeste não temos muita opção. Roda, roda, roda e a cana sempre se mantém de pé, resistindo, mesmo sem o regulamento do IAA e nós estamos aqui hoje, agradecendo a Deus, mas seguindo em frente e essa premiação reforça a força de nossa resistência”, disse ele.
Sobre o prêmio, ele reforçou que é uma forma de agradecer personalidades que se destacam com sua atuação no fortalecimento do setor. “Nós temos muito a agradecer ao senador Efraim que já esteve junto com a gente em variadas batalhas, foi o autor do projeto que incluiu os produtores no Renovabio quando era deputado, foi o relator do PL no senado e bateu o escanteio e chutou para o gol possibilitando que o produtor tenha sua remuneração justa. Sobre Alexandre, ele fez muito e continua fazendo pelo setor. É um abnegado, um apaixonado pelo que faz e quase um irresponsável. Há dez anos, ele pegou um dinheiro coma família, um valor significante, para reabrir uma usina, na Mata Norte de PE, em Timbaúba, e graças a Deus, a Cruangi hoje é um sucesso, assim como é as demais cooperativas que vieram depois dela. E nós temos muito o que agradecer a ele. Iniciamos essa premiação com dois grandes nomes”, disse ele, lembrando da importante participação do fornecedor de cana no Nordeste. “Aqui, toda usina sabe que a contribuição do produtor é imensa e vai continuar imensa. Em Goiás e Minas é outra realidade”, afirmou José Inácio.
O dirigente da Asplan lembrou ainda do atual momento vivido pela Paraíba que, segundo ele, é a bola da vez não apenas no Turismo. “A Paraíba hoje tem grande força no cenário nacional. Além dos três senadores com boa representatividade e um Efraim que é craque, é escutado e respeitado, daqui uns dias o deputado Hugo Mota, também paraibano, será presidente da Câmara Federal, os presidentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, também são paraibanos, o presidente do TCU idem, então temos que aproveitar esse momento, com essa força política para corrigir distorções, a exemplo da dificuldade para embarcar mercadorias via o porto de Cabedelo por causa de seu baixo calado, o que impede um grande navio de entrar em nosso porto, ver como facilitar o acesso do produtor ao crédito do BNB, entre outras demandas”, afirmou ele.
Palestra
Em seguida, o presidente da Datagro e um dos maiores especialistas do setor Sucroenergético, Dr. Plínio Nastari fez uma palestra sobre perspectivas do setor. Segundo ele, 23/24 foi um ano de condição diferenciada, com safra recorde, mas em 24/25, por conta de precipitação abaixo da média histórica, a partir de novembro de 23, trouxe uma condição agronômica diferente, seguida de um período seco, que provocou incêndios na região Centro/Sul. No Nordeste também com chuvas abaixo da média histórica, fazendo com que a segunda metade da safra ficasse aquém do que se esperaria, sendo compensado com rendimento industrial mais elevado.
“Em 24/25 tivemos no Cento/Sul, especialmente em Minas e Goiás, um fenômeno novo que é a síndrome da Murcha do Colmo, que diminuiu a qualidade da matéria-prima, provocando menor pureza da cana. Foi uma safra cheia de desafios, mas com preços mais elevados tanto de açúcar que atingiram níveis recordes, como de preço de etanol 20 a 25% maiores que os do ano passado”, disse ele, lembrando que nesses últimos dias perdemos a faixa de consolidação de preços no mercado de Nova Iorque, mas que estão próximos do que se verificou em agosto e começo de setembro deste ano. “Agora, o mercado é dominado pelas incertezas a respeito do que vai acontecer quando Trump assumir nos EUA em função da guerra comercial que ele pretende implementar, com correção de taxas de juros”, afirmou.
No Brasil, de acordo com Dr. Plínio, apesar das intempéries, a safra deve ser encerrada com uma moagem acima do que era esperado com cerca de 610 milhões de toneladas e uma produção de açúcar de cerca de 39 milhões de toneladas e uma produção recorde de etanol, que supera 33 milhões de litros. Neste final de safra, ele lembrou que houve uma decepção com o ATR e uma postergação de final de safra no Centro/Sul de 10 a 20 dias para frente, com algumas usinas encerrando apenas próximo do Natal.
Sobre exportação de açúcar, ele destacou que o país deve encerrar 24/25 com exportações acima de 35 milhões de toneladas, num crescimento robusto de 28,5% em comparação ao volume exportado no mesmo período do ano passado e com 60% de representatividade mundial de todos os tipos de açúcar, tendo como principais mercados a Indonésia, depois a China, Índia e Emirados Árabes. As vendas de açúcar no mercado doméstico também cresceram em relação a 2023, segundo Dr. Plínio, com o aumento de consumo.
Sobre o mercado de álcool, ele destacou a crescente produção de etanol de milho, com  projetos se espalhando Brasil afora, como Bahia, Maranhão, Tocantins, Rio Grande do Sul e capacidade de produção passando para 9,71 bilhões de litros por ano, o equivalente a 27,4% da oferta total de etanol estimada pela DATAGRO para a safra 24/25, dos quais 4,6 bilhões de litros pertencem à Inpasa (ou 13,0% da oferta nacional). Mas, segundo ele, o ritmo de expansão não para por aí. Há outras 11 usinas em construção e 18 projetos adicionais. Assim, espera-se que a produção de etanol de milho atinja 17,95 bilhões de litros até 2033, usando 43 milhões de toneladas de milho.
Na exportação, ele lembrou que o etanol brasileiro está perdendo espaço no mercado internacional para o etanol americano que atinge recorde de produção e de exportação. A Coreia do Sul é o maior destino do etanol brasileiro, segundo ele, com 708 milhões de litro. Reino Unido, Índia, Colômbia e Holanda têm dado preferência ao etanol norte-americano. Sobre a moagem de Cana no Nordeste, segundo o especialista, ficará muito próxima da safra anterior, com 59,5 milhões de toneladas, mas com um rendimento industrial bem maior que ano passado, com maior produção de açúcar e etanol. Perguntado como ele vê o futuro para o setor no Nordeste, ele foi enfático. “Há boas perspectivas, inclusive, com a inclusão da produção de etanol de milho”.
Premiação
O primeiro homenageado da noite foi o presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre Andrade Lima. “Eu estou gratificado até sem palavras por esse reconhecimento tão importante de uma entidade como a Asplan, coirmã da associação de Pernambuco, por esse trabalho que a gente se esforça para fazer com o único objetivo de melhorar a vida do fornecedor de cana e a gente tem que se dedicar muito para isso, inclusive, se afastando da família, mas um reconhecimento como esse nos estimula ainda mais para seguir na luta. Estou feliz e lisonjeado. Nessa vida a gente tem que ter um apoio da família, da diretoria, dos colegas e esse troféu aqui eu divido com todos vocês. Isso aqui dá mais energia para a gente”, disse Alexandre visivelmente emocionado, até pela surpresa de ser um dos homenageados, fato que só foi anunciado durante a solenidade. O certificado e o troféu foram entregues, respectivamente, pelo vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato e o diretor da Associação, Oscar de Gouvêa, que na ocasião, destacaram a atuação do homenageado em prol do setor.
Em seguida, o senador Efraim Filho, foi chamado ao palco para receber o certificado do presidente da Asplan, José Inácio, e o troféu do presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto. “Esse gesto, esse reconhecimento, aqui extrapola as fronteiras da Paraíba e reforça que tenho sido uma voz para questões importantes do setor e no debate dos grandes temas do Brasil. Eu vejo além da homenagem, muitos amigos e o estreitamento de laços que extrapolam uma ação política, temos hoje uma amizade que se consolida a cada reunião de trabalho, na tratativa de temas do setor produtivo. Eu defendo quem produz e tenho coragem de me posicionar porque defender quem você acredita é o melhor dos caminhos. Quem produz, quem rala, quem se esforça, merece ter um tratamento diferenciado, seja no agro ou noutros setores, a exemplo da desoneração da folha de pagamento, que é lei de minha autoria”, disse o senador.
Ainda segundo o homenageado, poder impactar positivamente a vida das pessoas tem sido o principal foco de sua trajetória política. “Eu sei que através da Lei do CBios, que é de minha autoria, eu dei uma importante contribuição para os produtores. E essa conquista não foi fácil, foram inúmeras reuniões, que culminaram com um acordo firmado no meu gabinete. Mas, eu me inspirei numa frase de Marco Maciel que dizia mais ou menos assim: ‘Temos que procurar naquilo que nos une e não nos que no separa, o caminho de avançar. Se queremos viver numa democracia, superar as divergências é essencial e estamos condenadosa nos entender’. E eu sempre usei muito esse conselho. E no caso da construção deste acordo do CBios, o que une as indústrias aos produtores é muito maior que o que separa. E no final de tudo, acabamos unindo também as distribuidoras”, afirmou o senador que além de autor do PL, foi o relator do PL no Senado.
Nas suas considerações finais, o homenageado agradeceu o apoio da família, da esposa Carol que estava presente na solenidade, da sua equipe de trabalho, reiterou seu compromisso com o setor produtivo e desejou um feliz Natal a todos os presentes. “Onde quer que eu esteja, o agro terá as portas escancaradas. O agro gera emprego, gera renda, paga tributos e não pode ser renegado a um segundo plano”, finalizou ele. No final do evento, todos se confraternizaram durante um coquetel.
A solenidade aconteceuna sede da Associação, na capital paraibana e contou com a presença de produtores, industriais da Paraíba e de outros estados do Nordeste, a exemplo do empresário Eduardo Queiroz Monteiro, do Grupo EQM, Gilvan Celso, diretor da Miriri, José Bolivar Neto, da Japungu e Bruno Tavares de Mello, do Grupo Olho D’Água, além de representantes de entidades de classe, como Paulo Leal, da Feplana, Edgar Antunes, da Asplana, Hermano Augusto Neto, da Asplan-RN, o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha e Mário Borba, da CNA e Faepa, além de prefeitos de regiões produtoras de cana da Paraíba e dos deputados estaduais, Tovar Correia Lima e George Morais.
A mesa de autoridades formada apenas para a abertura do evento foi composta pelo presidente da Asplan, José Inácio de Morais, pelo presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto, pelo senador da República, Efraim Filho, pelos deputados estaduais Tovar Correia Lima e George Morais, pelo presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Paulo Sérgio Leal, pelo presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Alexandre de Andrade Lima, pelo diretor presidente da Usina Miriri, Gilvan Celso de Morais Sobrinho, pelo presidente do grupo EQM, Eduardo de Queiroz Monteiro, e ainda pelo diretor da Japungu, José Bolivar de Melo Neto, além do presidente do Sistema Faepa/Senar e representante da CNA, Mário Borba.
Primeira edição do Canasplan aconteceu no dia 19 de dezembro, em João Pessoa
Presidente da Asplan, José Inácio de Morais falou do bom momento da Paraíba
Diretores da Asplan com o presidente da Feplana, Paulo Leal
O evento foi encerrado com um coquetel
Renato Cunha, Alexandre Lima e empresário Eduardo Monteiro, do Grupo EQM
Industriais, produtores e dirigentes do setor produtivo prestigiaram a 1ª Canasplan
Dirigente da Asplan e da Unida e convidados
Renato Cunha, convidado e empresário Eduardo Monteiro
Autoridades e empresários do setor prestigiaram a Canasplan
Representantes do Senar, da Unoida e da AFCP
Associados da Asplan prestigiaram o evento
Pedro Campos Neto e José Inácio de Morais
As autoridades que compuseram a mesa de abertura do evento
Políticos, lideres do setor e convidados da 1ª Canasplan
Senador Efraim Filho e sua esposa Carol, com Pedro Campos Neto e José Inácio de Morais
Dr. Plínio Nastari, da Datagro, fez uma palestra sobre perspectivas do setor
O evento aconteceu no auditório master da Asplan, em João Pessoa
A solenidade começou com a execução do Hino Nacional
Raimundo Nonato e Oscar de Gouvêa entre o homenageado Alexandre Lima
Oscar de Gouvêa, diretor da Asplan, entregou o trófeu a Alexandre Lima
Alexandre Lima é presidente da AFCP e um líder do segmento canavieiro
A entrega do certificado foi feita pelo vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato
Alexandre Lima, um dos homenageados da Canasplan, agradeceu o recomhecimento
Pedro Campos Neto, senador Efraim Filho, e José Inácio de Morais
Pedro Campos Neto agredeceu o apoio dado pelo senador ao setor canavieiro
Pedro Campos Neto, presidente da Unida, entregou o trófeu ao senador Efraim Filho
Pedro Campos Neto e Efraim Filho
Presidente da Asplan, José Inácio entregou o certificado a Efraim Filho
Senador Efraim Filho foi um dos homenageados da primeira edição do Canasplan

Unida e Asplan prestigiam posse do novo presidente do TCU em Brasília

A União Nordestina dos Produtores de Cana (UNIDA) e a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (ASPLAN) foram representadas nesta quarta-feira (11), em Brasília, na cerimônia de posse dos ministros Vital do Rêgo e Jorge Oliveira, eleitos para os cargos de presidente e vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), respectivamente, pelo presidente da UNIDA, Pedro Campos Neto, e pelo diretor da ASPLAN, Fernando Rabelo Filho. Vital do Rêgo é natural de Campina Grande, formado em Medicina e Direito e já exerceu diversos mandatos eletivos. Ele está no TCU desde 2014.
Pedro Neto enalteceu o protagonismo da Paraíba em ter a oportunidade de ocupar um cargo tão importante como a presidência do TCU. “A solenidade de posse de Vital praticamente parou Brasília e foi bastante prestigiada. Eram tantas autoridades presentes, de tantas instâncias do poder, que dava a dimensão da importância da instituição. A Paraíba está muito bem representada”, disse ele ao cumprimentar o ministro que assume o mandato de um ano, a partir de 1º de janeiro de 2025, com a possibilidade de reeleição por igual período.
“Desejamos muito sucesso para o novo ministro. Ele tem bastante experiência, é preparado e deverá ter um mandato exitoso e com certeza dará uma grande contribuição para o bom andamento da gestão pública, a exemplo do que já fez quando ocupou cargos eletivos como vereador, deputado estadual e federal e senador”, reiterou Fernando Rabelo Filho.
Em seu pronunciamento, o ministro reiterou o compromisso de cumprir a missão do TCU, em especial, no sentido de promover sua autonomia e independência. “Estou animado e motivado com a oportunidade de contribuir para construção de uma Casa cada vez mais eficiente, justa e democrática e vamos continuar em ferramentas que  aprimorem a análise de dados, automatize os processos e aumente a eficiência de trabalho dos nossos servidores”, disse ele.
Pedro Campos Neto, Vital do Rêgo e Fernando Rabelo Filho na posse do ministro no TCU
O ministro Vita do Rêgo assume a presidência do TCU a partir do dia 1º de janeiro para um mandato de um ano
Fernando Rabelo, Pedro Campos Neto e Léo Quintans da Associação Paraibana do Minisério Público
Fernando Rabelo Filho, Pedro Campos Neto e Mario Borba, da CNA

Dirigentes da UNIDA são premiados na Edição 2024

A premiação do Master Cana Nordeste 2024 reuniu, na noite da última quinta-feira (5), no restaurante Spettus Premium, em Recife, industriais, produtores de cana e convidados numa solenidade bastante prestigiada. Entre os homenageados, na Categoria ‘Mais Influentes do Setor’, estavam o Presidente da União Nordestina de Produtores de Cana (Unida), Pedro Campos Neto, e o Vice-presidente da Unida, Edgar Antunes. Eles receberam os troféus do CEO da ProCana Brasil, Josias Messias.
Na edição deste ano, foram entregues 69 troféus para as categorias: Liderança Política do Ano; Os Mais Influentes da História; Mulheres mais Influentes; Os Mais Influentes do Setor; Top Marcas e Usina/Destilaria do Ano.
Pedro Campos Neto, que além de ser Presidente da Unida, preside a Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e é Vice-presidente da ASPLAN, dedicou o prêmio a todos os fornecedores de cana do Nordeste. “Fiquei muito honrado com a lembrança do meu nome, mas esse prêmio não é somente meu. Quero dedicá-lo a todos os fornecedores de cana que integram o setor produtivo canavieiro da região. Temos os mesmos sonhos e ideais e eu os defendo em nome de todos os produtores canavieiros não só do Nordeste, mas, do Brasil, portanto, esse prêmio é de todos nós”, disse Pedro que estava, na ocasião, acompanhado de sua esposa, a arquiteta Juliane Morais Campos.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana de Alagoas (Asplana-AL) e vice-presidente da Unida, Edgar Antunes, disse que foi uma honra receber a premiação.  “Estamos reunindo todo o setor do Norte-Nordeste para sermos agraciados com o Prêmio MasterCana que condecora as lideranças do setor, as pessoas que colocam o setor realmente para frente no Nordeste”, destacou Edgar em entrevista a Folha de Pernambuco.
O Master Cana Nordeste, que é promovido pela ProCana Brasil, é a maior premiação voltada para o setor sucroenergético e conta com apoio de diversos patrocinadores. O objetivo da premiação é reconhecer o mérito de personalidades, empresas, políticos e instituições que se destacam, em suas áreas de atuação, com projetos inovadores e sustentáveis, que investem em aprimoramento tecnológico e se destacam socioeconomicamente no setor bioenergético.
Pedro Campos Neto e Josias Messias, promotor do Master Cana
Pedro Campos Neto, presidente da Unida e Edgar Antunes, vice-presidente da Unida
Pedro Campos Neto no monento em que recebeu o trófeu como liderança influente do setor
Pedro Campos Neto foi bastante parabenizado
Pedro Campos Neto é uma jovem liderança do setor que vem se destacando em nível nacional
Pedro Campos Neto e um casal de fornecedores de cana da Paraíba
Pedro Campos Neto é neto e filho de produtor canavieiro, preside a UNida e a Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA
Pedro Campos Neto e a esposa, Juliane Morais Campos
Josias Messias, CEO da ProCana Brasil
A solenidade de premiação do Master Cana Nordeste aconteceu no dia 5, em Recife
Edgar Antunes (AL), Deputado Federal Cabo Gilberto e Pedro Campos Neto
Edgar Antunes (Asplana), Pedro Campos Neto e Alexandre Lima (AFCP)