Author: News Comunicação
Presidente da Asplan pede que Banco do Nordeste reveja política de acesso ao crédito ao produtor
O acesso ao crédito seja para ampliação da lavoura, investimento em equipamentos e novos projetos ou mesmo para aquisição de insumos nem sempre é fácil para o produtor rural. E a questão não é a falta de disponibilidade de recursos pelas instituições financeiras, mas as exigências que muitas vezes dificulta o acesso do produtor a bancos que praticam juros e taxas menores. “O Banco do Nordeste, por exemplo, tem taxas muito atrativas para investimentos, em média de 4,5% ao ano, enquanto outras instituições, a exemplo do Banco do Brasil e Bradesco que praticam entre 6,5% a 12%, não têm taxas tão atrativas, mas terminam emprestando mais porque o acesso ao crédito é mais facilitado”, destaca o presidente da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio. Recentemente, ele participou de uma vídeo-reunião com representantes do Banco do Nordeste e solicitou que a instituição reveja sua política de acesso a financiamentos.
Durante a reunião online, que debateu a expansão dos financiamentos para o setor de cana-de-açúcar, José Inácio lembrou que um dos maiores custos do produtor é com energia elétrica e que o Banco do Nordeste tem recursos direcionados para investimentos em energia solar, porém o produtor não com segue ter acesso. “A energia é o principal insumo para manter o processo de irrigação tão necessário e essencial para a produtividade da cultura canavieira na região Nordeste e, neste contexto, a energia solar se coloca como uma ótima oportunidade de redução de custos e desenvolvimento do setor, mas o investimento inicial é muito grande e se o produtor não tem acesso aos recursos não consegue avançar neste sentido”, disse José Inácio, lembrando que fora do horário da tarifa verde fica praticamente inviável o uso da energia convencional ou mesmo do óleo diesel para irrigação pelo alto custo que esses insumos representam no custo final da operação.
O presidente da Asplan reiterou que não adianta o Banco do Nordeste ter ótimas taxas, menores que as praticadas por outros bancos, se o produtor não consegue ter acesso aos financiamentos. “O Banco do Nordeste tem disponibilidade de recursos e taxas menores, mas os recursos não chegam na ponta, então o produtor fica sem outra alternativa que não recorrer a outras instituições que praticam taxas maiores”, reiterou ele. “O BB e o Bradesco, por exemplo, têm taxas maiores e financiam mais. Há algo eu precisa ser revisto pelos técnicos do Banco do Nordeste”, disse José Inácio. Os representantes da instituição se comprometeram a identificar onde está esse gargalo e retomar contato com a Asplan que representa, atualmente, cerca de 1.500 associados, entre pequenos, médios e grandes produtores canavieiros. “Nós temos interesse no crédito e o Banco do Nordeste tem as melhores taxas. Fica apenas faltando esse acesso ao banco”, disse José Inácio, adiantado que a conversa começa a surtir efeito, tanto 10 produtores canavieiros já vão pleitear junto ao banco o acesso aos financiamentos.
- Presidente da Asplan, José Inácio durante o vídeo debate
Censo de ocupação de leitos Covid do Complexo de Patos comprova evolução da doença e aumento de internações
Um estudo comparativo e evolutivo realizado pelo setor de isolamento Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), entre os dias 21 de Abril e 05 de Maio, demonstra que houve aumento de casos da doença e, consequentemente, do número de internações na unidade nos últimos 15 dias. Enquanto no dia 21/04 a taxa de ocupação do setor Covid era de 32%, no dia 05 de Maio esse percentual mais que dobrou, chegando a 66% em relação aos leitos totais destinados aos pacientes com coronavírus. Nesta quinta-feira (06), dos 32 leitos de UTI Covid, 25 estavam ocupados, o equivalente a uma taxa de 78%, enquanto que dos 32 leitos de Enfermaria Covid, 15 tinham pacientes, correspondendo a 47% da capacidade da unidade.
Ao dividir por tipo de leito (UTI ou Enfermaria), a taxa de ocupação de leitos de UTI quase duplicou, saindo de 44% no dia 21/04, para 84% nesta quarta-feira (05). A ocupação de leitos de Enfermaria Covid também subiu, mais que duplicando o percentual, embora em menor proporção que os de terapia intensiva, saindo de 23% no início do estudo para 47% de taxa de ocupação neste 05 de Maio.
Neste período, a maior taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid foram nos dias 02 e 05 de Maio, quando se atingiu 84%. No período, a menor taxa ocorreu no dia 22/04, com 38% de ocupação. Em relação às Enfermarias, a menor taxa foi no dia 23 de Abril, com 16% de ocupação e a maior foram nos dias 27 e 29, quando se atingiu 59%.
“Não chegamos a colapsar em nenhum momento, nem a ter filas de espera por leitos, até porque quando estivemos próximo disto acontecer abrimos cinco leitos de UTI e mais 12 de Enfermaria no Noaldo Leite que nos deram um suporte importante, mas estamos observando nas duas últimas semanas uma curva ascendente de casos, principalmente, de pacientes que necessitam de cuidados intensivos, fato que está nos preocupando muito”, destaca o diretor geral do Complexo Francisco Guedes.
Além das novas variantes do vírus, ainda mais agressivos que os anteriores, Francisco acha que a população começou a afrouxar as medidas de proteção o que resultou no aumento de casos. “Estávamos com a ocupação de leitos caindo, mas, observamos que essa situação mudou nas duas últimas semanas, o que nos deixa preocupados e atribuímos isso a flexibilização das medidas restritivas e também ao relaxamento das pessoas que passaram a sair mais, aglomerar mais e isso é tudo o que a doença precisa para ampliar o número de contaminados”, afirmou Francisco, solicitando apoio da população para que faça a sua parte no combate a proliferação da doença.

Jeová Campos defende que enquanto não tiver vacina para todos os deputados e funcionários da ALPB as sessões continuem sendo remotas
“Essa discussão é imprudente, sem razoabilidade alguma e não tem cabimento na atual conjuntura. Enquanto não tiver vacina para todos e no caso da ALPB não é apenas para os deputados, mas para todos os servidores e funcionários, isso é inconcebível”, disse hoje (04) o deputado estadual Jeová Campos referindo-se a fala do colega Cabo Gilberto que, mais uma vez, solicitou ao presidente da Casa a volta das sessões presencias da Assembleia Legislativa. Adriano Galdino discordou da sugestão, alegando que o plenário da ALPB é um ambiente fechado e, portanto, não seguro para realização de sessões em tempos de pandemia. O deputado Anísio Maia também se manifestou na sessão contra a solicitação do Cabo Gilberto. Para o parlamentar petista esse tipo de postura condiz com a política genocida que encontra no presidente Bolsonaro sua maior referência.
O deputado Jeová propôs a Mesa Diretora que na próxima sessão os parlamentares votem para decidir sobre o assunto em definitivo. “Eu observo que o deputado Cabo Gilberto toda semana traz esse debate para as sessões, mas enquanto não tiver todo mundo vacinado não tem como voltar às sessões presenciais. Eu sugiro que a gente acaba com essa cantilena esgotando esse assunto para acabar com essa discussão que não passa de um posicionamento imprudente”, disse o parlamentar, questionando a postura do colega que não defende o isolamento social, nem o uso da máscara. Jeová lembrou que os trabalhos legislativos não estão prejudicados e estão sendo realizados a contento de forma remota.
Jeová ainda sugeriu ao Cabo Gilberto que use do prestígio que tem junto com o Presidente da República a orientá-lo a mudar de postura. “Porque você não pede a Bolsonaro para deixar de brigar com a China, para deixar de falar besteiras, como fez em sala reservada como fez Paulo Guedes, e criar um ambiente diplomático em que possibilite o Butantã a produzir mais vacinas?”, disse Jeová complementando que “enquanto não tiver vacina, não se pode aglomerar nem na ALPB, nem em lugar nenhum”, destacou Jeová que já tomou a primeira dose por se enquadrar em grupo prioritário, em função de ter tido um câncer e ter problemas cardíacos.
- Deputado Jeová Campos defende que sessões da ALPB continuem de forma remota até que todos estejam vacinados
PL aprovado pela ALPB assegura atendimento prioritário às pessoas com visão monocular nos estabelecimentos públicos e privados da PB
Se dependesse apenas dos deputados estaduais da Paraíba, as pessoas com visão monocular já teriam a partir de hoje, assegurado à prioridade de atendimento nos estabelecimentos públicos e privados no Estado da Paraíba. É que na sessão remota desta terça-feira (04), os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei nº 1.936/20, de autoria de Jeová Campos, que propõe esse atendimento especial.
De acordo com a proposta, que segue agora para aprovação ou não do governador, “fica assegurado o atendimento prioritário às pessoas com visão monocular pelos estabelecimentos públicos e privados sediados no Estado da Paraíba, cujo símbolo da pessoa com visão monocular deverá ser utilizado nas placas indicativas de atendimento prioritário para as pessoas portadoras de necessidades especiais”.
A proposta determina ainda que para se beneficiar da Lei é preciso se enquadrar no perfil de pessoa com visão monocular que é aquela que apresenta cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica, assim como as pessoas de baixa visão, com acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica, os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.
O deputado explica que para fazer jus ao atendimento prioritário à pessoa com visão monocular deverá apresentar qualquer documento firmado por profissional médico que ateste esta deficiência. A propositura ainda determina que o descumprimento da lei sujeitará ao infrator a imposição de multa no valor equivalente a 50 (cinquenta) UFR-PB vigente na data da aplicação da penalidade, e no caso de reincidência o valor da penalidade será aplicado em dobro, além de outras sanções previstas na legislação vigente.
- PL é de autoria do deputado Jeová Campos
Complexo de Patos recebe novos equipamentos da SES
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) recebeu, nesta segunda-feira (03), da Secretaria de Saúde Estadual (SES), 24 novas camas hospitalares, 20 bombas de infusão, um carro de bisturi e seis monitores. Os equipamentos, segundo a direção da unidade, serão instalados logo após o processo de tombamento no patrimônio. As camas serão destinadas às Enfermarias em substituição de outras já muito usadas e os demais itens para diversos espaços.
“Esses itens possibilitarão melhorar, ainda mais, o cotidiano da unidade e, consequentemente, a qualidade de atendimento aos nossos pacientes”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, agradecendo a equipe da SES, na pessoa do secretário Dr. Geraldo Medeiros e, especialmente, a equipe do Núcleo de Assistência Hospitalar (NAH) que tem se mostrado sensível às demandas do hospital, tanto em relação às necessidades da pandemia e dos pacientes com Covid, como todos os demais serviços da unidade.
- As novas camas hospitalares serão destinadas às enfermarias
- Os equipamentos chegaram nesta segunda-feira
- Os novos itens já estão no Complexo
- Os novos itens serão incorporados ao patrimônio da unidade
A Carta aberta a Paulo Guedes da Nathalí Macedo é um soco na cara, na hipocrisia e maldade de Paulo Guedes afirma Jeová Campos
“Como ampliar o horizonte e mudar o destino do filho do pobre senão pela Educação? De tantos milhares de brasileiros que não nasceram em berço esplêndido, que são filhos de trabalhadores que sobrevivem com baixa renda e não podem pagar escolas, nem universidades particulares para que seus filhos tenham a oportunidade de mudar de vida? Ao ler a carta de Nathalí me identifiquei em cada expressão de indignação e o soco na cara e na hipocrisia e maldade de Paulo Guedes que ela deu muito me representa”, disse hoje (03), o deputado estadual Jeová Campos.
O parlamentar, que é filho de agricultores, fala com conhecimento de causa, pois, a exemplo de Nathalí também mudou seu destino pela Educação. “Eu nasci num sítio, trabalhei na roça, morei boa parte da vida no sertão paraibano, na cidade de Cajazeiras, venho de uma família humilde, durante anos fui vendedor de alho em feira livre, sempre estudei em escola pública, passei no vestibular para a UFCG, me formei em Direito, depois passei num concurso da UFCG para professor do Campus de Sousa e estou em meu terceiro mandado como deputado estadual. Se não fossem meus estudos, minha formação, onde e como eu estaria hoje?”, questiona Jeová.
Para o deputado, a carta de Nathalí é um grito de revolta e indignação que precisa ecoar nos quatro cantos do país. “É impossível não ler essa carta e não se sensibilizar pelo relato e não se indignar com a postura de Paulo Guedes e dos representantes deste governo que ele serve, porque essa realidade de necessitar do FIES e de outros programas de bolsa para ter acesso ao estudo superior é de milhares de brasileiros, que sem esses programas jamais poderiam nem sonhar com um diploma de nível superior”, destaca Jeová, lembrando como bem colocou na sua carta que o FIES não é uma doação, mas um empréstimo que será pago após a formatura. “Por fim, quero parabenizar a Nathalí e em seu nome os brasileiros que conseguiram superar a pobreza e ampliar os horizontes graças à Educação, especialmente, àqueles que não apoiam esse governo genocida, preconceituoso, discriminatório e desumano”, finalizou Jeová.
Eis a íntegra do texto:
Carta aberta a Paulo Guedes (da filha do porteiro)
Publicado por Nathalí Macedo – 30 de abril de 2021
Costumo me arrepender sempre que clico em manchetes com seu nome. Já tive que ler que funcionários públicos são parasitas, que “todo mundo agora quer viver até 100 anos”, que “as pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer” (alô, agronegócio, já almoçou?) – a única certeza do brasileiro, neste momento, é que o senhor e o seu presidente jamais perderão a oportunidade de ficarem calados.
Aliás, de todos os absurdos que o senhor – surpreendentemente ou não, um dos nomes mais importantes do desgoverno Bolsonaro – já bostejou, o mais recente é também o que mais fala sobre o Brasil, o que melhor desenha o ódio de classes que deu base ao bolsonarismo com o qual o senhor contribui e do qual se beneficia. “FIES bancou universidade até pro filho do porteiro que zerou o vestibular”.
Uma primeira consideração a ser feita neste ponto é que o FIES não “banca” universidade pra ninguém. É um sistema de financiamento. Com juros e parcelas a perder de vista. Após a formatura, o estudante leva um diploma e uma dívida imensa com o Estado.
Em um país decente, com educação pública de qualidade e políticas públicas sérias para a juventude, o FIES seria obsoleto, senhor Ministro.
Já no Brasil das desigualdades, é, pra muita gente, o único caminho para a universidade. No Brasil da educação básica defasada e do ensino médio boicotado – em que o filho do porteiro tem que se esforçar dez vezes mais do que o filho do ministro pra entrar na universidade pública – é necessário que estudantes se endividem se quiserem um diploma (que de forma alguma, como o senhor deve saber, garante um emprego ou uma sobrevivência digna no Brasil de Bolsonaro).
Eu era a filha do porteiro. Do moto-taxista (no nordeste não tem motoboy, tem moto-taxista), para ser mais específica. Lá em 2011, quando passei no vestibular com bolsa 50% pelo ProUni, eu trabalhava pra pagar a metade do meu cursinho pré-vestibular. A outra metade o meu pai pagava, com o dinheiro que ganhava nas corridas – de dois em dois reais.
Quando fui aprovada, não tínhamos dinheiro pra pagar a outra metade da mensalidade, que não era coberta pela bolsa. Se não existisse o FIES, senhor Ministro, eu não estaria no doutorado aos 26 anos.
Na época, fizemos o financiamento para o primeiro semestre, e eu estudei ainda mais pra conseguir uma bolsa integral pelo ProUni no semestre seguinte. Graças a ele, a partir do segundo período eu já não precisava me endividar pra estudar. Tive meu curso completamente patrocinado pelo governo responsável por colocar os filhos do porteiro na universidade, um governo que investe em seus jovens. Depois disso, pude enfim ter condições de entrar em uma universidade pública para o mestrado.
É isso que te preocupa – não só a você, mas a toda a classe média que odeia pobre: nós, os pobres, estamos na universidade, muitas vezes fazendo pesquisas contra seu governo. O problema de vocês com o PT nunca foi a corrupção. A gente sabe: sempre foi ódio de classes.
Nós já sabíamos quando vocês comiam picanha em frente à FIESP. Quando lançou o premiado “Que Horas Ela Volta?”, Ana Muylaert também sabia. E adivinha? Não foi Jéssica que zerou o vestibular. Foi Fabinho, o filho dos ricaços. Poderia facilmente ser filho do ministro: esses meninos brancos que tiveram tudo e nunca precisaram desenvolver as próprias habilidades – e, em razão disso, ficaram burros. Acontece.
Também não me surpreende, do mesmo modo, que o senhor não conheça o cinema nacional, ou que ele nada lhe diga, e é por isso que o senhor não vai pegar a referência, mas eu lanço mesmo assim: problema dos Fabinhos, a gente sempre soube, são as Jéssicas – que entram na universidade apesar dos pesares, sem estrutura pra estudar, enfrentando a pobreza todo dia, e depois pegam o mesmo avião que eles para a Disney (na verdade, os que estudam bastante escolhem destinos menos fúteis, mas ainda cruzam com os ricos no aeroporto).
Essa realidade, aliás, parece parte de um passado distante – bons tempos em que tínhamos um presidente. Hoje, graças ao senhor e seu amo, ninguém mais vai à Disney. Ou a lugar nenhum: nenhum país abre fronteiras pra brasileiro sob o desgoverno Bolsonaro.Parabéns aos envolvidos.
O senhor não se contentou em escrever seu nome na história como inimigo do Brasil e um dos mentores do período mais nefasto do século: faz questão de se consagrar também como aquele que compete com o presidente e seus filhos pelo Oscar na categoria “falar bosta”.
Fique à vontade para compor seu mural de absurdos, mas, na próxima vez que o senhor pensar em dizer que o filho do pobre zera o vestibular, veja o filme de Ana Muylaert ou simplesmente consulte o currículo lattes dos seus companheiros de governo, com informações falsas, plágios e pesquisas irrelevantes.
Por ora, não podemos fazer muita coisa contra o governo genocida que o senhor integra. Mas ainda podemos dizer – ou escrever – em alto e bom som: burrice não é coisa de pobre. É a especialidade principal do bolsonarismo.
Revoltosamente,
Nathalí.
- Deputado Jeová Campos elogia carta endereçada a Paulo Guedes
Mês de Segurança do Paciente é encerrado no Complexo de Patos com várias ações
A campanha Abril Pela Segurança do Paciente, criada para que as instituições de saúde revisassem estratégias e ações que busquem aumentar a Segurança do Paciente, ganhou este ano a adesão do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC). A unidade, durante todo o mês de abril, realizou várias ações reforçando condutas e debatendo a importância de ter uma atenção mais que especial com o paciente. As atividades foram encerradas nesta quinta-feira (29), com o lançamento de uma ação de arrecadação de materiais de higiene pessoal e roupas para pacientes e acompanhantes em situação de vulnerabilidade social, com corte de cabelo para os pacientes nas enfermarias e um momento de louvor e congraçamento respeitando as normas vigentes de não aglomeração e distanciamento seguro.
A programação, que acontecia desde o dia 1º de Abril, incluiu rodas de conversas com acompanhantes, pacientes e profissionais, campanhas internas a exemplo da “Adorno Zero” e palestras com temas diversos, tais como, “Seis metas internacionais de segurança do paciente”, “Importância do Uso de EPI’s”, “Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos”, “Reduzir risco de queda e lesão por pressão”, “Pneumonia e mudança de decúbito, fatores de risco e estratégias para a prevencão” e “Higienização das mãos para prevenir infecção”.
Todas as atividades foram realizadas em conjunto pelo CCIH, Núcleo da Segurança do Trabalho em conjunto com o Serviço Social da unidade, envolvendo também todas as coordenações de setores e a direção Administrativa, Técnica e Geral do Complexo. “Foi um mês de muitas atividades e reforço de ações e condutas importantes no que diz respeito ao trato com o paciente. Toda instituição de saúde deve ter um olhar especial e se preocupar com a qualidade e segurança da assistência ao paciente e ao reforçarmos isso não apenas em Abril, mas neste mês com mais ênfase, estamos nos aperfeiçoando enquanto instituição. Nós não podemos esquecer que a segurança do paciente é um componente essencial da qualidade do cuidado a ele prestado”, destacou a Diretora Técnica do Complexo, Dra. Jaqueline Andrade.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, participou do encerramento das atividades e reforçou a importância de tudo o que foi revisto durante a campanha ‘Abril Pela Segurança do Paciente’. “Nós não podemos negligenciar quando o assunto é vidas humanas e aqui no Complexo lidamos com isso cotidianamente. Então, quanto mais capacitados e comprometidos estivermos com as nossas ações, mais segurança teremos ao executar nossas atividades”, disse Francisco, agradecendo o engajamento dos profissionais nas ações e a condução das atividades pelas equipes de todos os setores, especialmente, do CCIH, do Núcleo da Segurança do Trabalho e do Serviço Social da unidade.
- A ação também foi direcionada para acompanhantes dos pacientes
- A campanha foi encerrada com um louvor
- Acompanhantes de pacientes também participaram das atividades
- As ações foram realizadas de29 de abril
- O diretor geral, Francisco Guedes prticipou do encerramento da campanha
- O encerramento da campanha aconteceu nesta quinta-feira
- O lançamento da ação de arrecadação de alimentos marcou o encerramento das atividades
- Os locais da ação variavam de acordo com o setor da uniade
- Todos os dias teve atividades em setores diversos
Esse 1º de Maio não pode ser de comemoração tem que ser de resistência afirma deputado Jeová Campos
Em meio a um cenário que registra a morte de 400 mil brasileiros na pandemia, com um índice de desemprego alarmante, com muitas empresas fechadas e falidas, comércio de mal a pior e uma economia que não favorece os trabalhadores não há muito o que comemorar neste 1º de Maio, disse hoje (30), o deputado estadual, Jeová Campos. “Os trabalhadores não têm nada a comemorar neste 1º de Maio, as lágrimas fez um rio de sofrimento com tantas mortes por covid, os trabalhadores da periferia perderam seus empregos e a esperança, os do pequeno comércio viram as empresas fecharem e também perderam sua fonte de renda durante essa pandemia, portanto, o momento não é de comemoração, mas de resistência a tudo isso que esse (des) governo federal promoveu”, desabafou o parlamentar.
Na opinião de Jeová, o genocídio provocado pelo governo Bolsonaro só pode ser comparado à mortandade dos povos indígenas, em 1500. “Bolsonaro tem que ser colocado para fora porque o Brasil não aguenta mais tantas mortes, desemprego, fome, falta de vacina e um presidente que só fala e manda o povo andar armado. Fora Bolsonaro tem que ser o grito de guerra neste 1º de Maio”, afirmou o parlamentar paraibano, que denominou o atual governo federal de ‘irresponsável, desastrado e desumano’.
- O trabalhador não tem o que comemorar neste 1º de Maio, afirma Jeová Campos
Deputado Jeová Campos conhece futura reserva ecológica de natureza permanente em Olho d’água
Coincidentemente, na data em que se comemora o Dia Nacional em Defesa da Caatinga, o deputado estadual e presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da ALPB, Jeová Campos foi conhecer a futura reserva ecológica de natureza permanente de Olho D’água das Onças, no município de Picuí. O convite para conhecer a futura reserva partiu do também deputado Buba Germano, que está à frente da coordenação dos trabalhos para oficializar esse espaço ecológico. “Essa reserva retrata bem as espécies nativas, da fauna e da flora do bioma Caatinga e vai ser um espaço importante de preservação do meio ambiente”, destacou Jeová.
O deputado que fez breve fala durante a sessão legislativa remota desta quarta-feira pela manhã aproveitou a oportunidade para convidar os demais parlamentares e o público em geral para acompanharem, logo mais, a partir das 16h, uma sessão especial da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente, transmitida direto de Picuí, que vai abordar a importância desta iniciativa de criação desta reserva ecológica.
“A defesa do meio ambiente, das espécies da fauna e flora, deve ser uma pauta permanente de todas as pessoas que se preocupam com o futuro do planeta, com o clima, com a natureza, com a vida. É preciso que cada um faça sua parte, pois essa questão ambiental diz respeito a todos, sem distinção”, argumentou Jeová, lembrando que a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte do seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta.
- Deputado Buba Germano é um dos coordenadores do projeto de criação da reserva
- Deputado estadual Jeová Campos falou sobre a impotância da preservação da caatinga
- Deputado Jeová Campos foi ver in loco a futura reserva ecológica
- Deputados Jeová Campos e Buba Germano na visita a futura reserva
Pão de Saora agora é patrimônio cultural e imaterial da Paraíba
Nada como um pão fresco à mesa do café da manhã para começar bem o dia. Melhor ainda se for o tradicional e delicioso “Pão de Saora”, que os habitantes de Cajazeiras e região apreciam desde meados do século passado e que, desde o ano passado também está disponível para o mercado de João Pessoa. Mas, a novidade é saber que esse saboroso alimento é, a partir de agora, considerado patrimônio cultural e imaterial da Paraíba. Lei neste sentido foi publicada na edição desta quarta-feira (28) do Diário Oficial do Estado. A Lei 11.916/2021 é fruto de uma propositura do deputado estadual Jeová Campos, através do PL 2.590/2021.
O parlamentar lembra que o ‘Pão de Saora’ foi idealizado pelo Sr. Severino Cabral dos Santos, conhecido como “Seu Saora”, em meados do Século XX, na cidade de Cajazeiras. “Essa iguaria é conhecida e saboreada por consumidores fiéis de Cajazeiras e outras cidades do Alto Sertão Paraibano e até outros estados e mesmo após o falecimento do criador do pão, seus familiares continuaram a tradição do fabrico dos pães”, destaca o deputado.
Paraibano nascido em Teixeira, em 19 de outubro de 1918 e falecido em 2004, aos 86 anos, em Cajazeiras, Seu Saora, diante das dificuldades enfrentadas ao longo da vida, teve a feliz ideia de fabricar pães caseiros de forma artesanal com a ajuda da família. “Em sua fórmula simples e sem segredos, os pães de Saora, como ficaram conhecidos e adquiriram fama, eram e ainda são produzidos sem qualquer produto químico o que os diferencia pelo sabor e qualidade”, reitera Jeová, destacando que esse pão é a garantia de um alimento saudável e nutritivo como, aliás, deve ser aquele que é considerado o primeiro e mais sagrado alimento do nosso dia a dia.
O pão que há décadas é feito em Cajazeiras pode ser encontrado também em João Pessoa nas versões salgado e doce, graças à iniciativa de uma das netas de Seu Saora, a enfermeira Jana Samara, satisfazendo os inúmeros cajazeirenses residentes na capital que há muito desejavam adquirir o produto e os pessoesnses que passaram a ter disponível essa iguaria com mais facilidades.
- O pão de Saora, que agora é patromônio imaterial da Paraíba, não usa produtos químicos























