Author: News Comunicação
Complexo de Patos agora integra o Projeto Reestruturação de Hospitais Públicos e reforça o combate à Covid-19
Desde 2009, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, por meio do PROADI-SUS, contribui com a gestão de hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) com o projeto Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP). Entre as ações está a sistematização de processos assistenciais, administrativos e gerenciais, a fim de reduzir os riscos aos pacientes, familiares e colaboradores e promover melhorias à assistência, seguindo os princípios do Programa Nacional de Segurança do Paciente, do Ministério da Saúde. E, a partir desta quinta-feira (10), o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) se integra a esse Projeto, com a realização da primeira teleconferência de boas-vindas.
“Em tempos de pandemia da COVID-19, qualquer suporte que nos permita prestar uma melhor assistência, com foco em gestão e segurança aos pacientes suspeitos ou confirmados da COVID-19, é muito bem-vindo”, destaca o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, lembrando que o Projeto agregará para a unidade um conjunto de ações que fortalecerão o processo contínuo de melhoria que já está em andamento na unidade desde o ano passado, incluindo ai videoconferências semanais para as equipes de saúde específicas em área multiprofissional, com foco no coronavírus.
Sobre o Projeto
O Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP) é uma ação de intervenção e de instrumentalização em gestão em saúde que desde 2009 desenvolve ações para fortalecer e fomentar melhorias nos processos assistenciais, administrativos e gerenciais dos hospitais do SUS, com enfoque na avaliação e no monitoramento contínuo de processos, na redução de custos e no gerenciamento consciente de recursos humanos e materiais, consequentemente contribui para a padronização de rotina e a redução de riscos aos pacientes, aos familiares e trabalhadores da saúde.O projeto já contempla outros 56 hospitais públicos no país, localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, áreas onde o número de casos de Covid cresceu muito nos últimos dias.
- Além das capacitações, o projeto contempla outras ações
- As teleconferências fazem parte do escopo de trabalho do Projeto
- Diretoria geral e clínica da unidade participou da primeira teleconferência
- O projeto reforça as ações de combate a pandemia na unidade
- Profissionais de vários setores participam do Projeto
- Profissionais do Complexo durante a primeira atividade do Projeto
CHRDJC muda fluxo interno de transporte de pacientes Covid que necessitam realizar exames no Centro de Imagem da unidade
Com a crescente demanda de pacientes do setor Covid, muitos dos quais necessitam realizar exames de imagem para diagnóstico e controle da doença, a direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) resolveu mudar o fluxo interno de transporte destes pacientes das enfermarias do isolamento para o Centro de Imagem (CDI), onde está instalado os equipamentos, inclusive, o Tomógrafo da unidade. Com a alteração, ao invés dos pacientes do isolamento se dirigirem ao CDI pelo corredor central, agora eles circulam por um corredor interno, que dá acesso a uma porta reservada para as salas de exame. A mudança do fluxo só foi possível agora graças à ampliação do setor Covid.
Outra mudança implantada, essa semana, para ampliar a proteção dos demais pacientes, foi a restrição dos exames do Tomógrafo, exclusivamente, aos casos de urgência, emergência e dos pacientes Covid. “Com o alto fluxo de exames de rotina eletivos, por mais que a gente higienizasse o ambiente adequadamente, ainda corríamos o risco de, num dado momento, abrimos espaço para uma contaminação. Então, decidimos suspender, temporariamente esses exames que podem esperar e, enquanto os casos de Covid estiverem em alta, os exames eletivos estarão suspensos”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
Ainda segundo Francisco, essa mudança de fluxo de pacientes com coronavírus para realização de exames só foi possível em função da ampliação do isolamento Covid. “Com a ampliação das enfermarias, o espaço destinado para o setor cresceu, o que nos permitiu criar uma espécie de corredor interno no hospital, quase exclusivo para ao trânsito destes pacientes, onde não transitam pacientes com outras enfermidades”, afirma Francisco, lembrando que antes disso acontecer, os pacientes Covid que eram levados pelos maqueiros para a realização de exames fora do isolamento, usavam máscaras, não ficavam transitando e nem esperavam para fazer exames e ainda obedeciam aos protocolos de distanciamento seguro. “Era um fluxo que não oferecia riscos, mas com a mudança temos agora um fluxo melhor ainda”, finaliza Francisco.
Asplan começa ação de plantio de mudas em APPs que vai possibilitar restauração da Mata Atlântica em propriedades rurais paraibanas
Restaurar a flora com o objetivo de preservar a fauna e os recursos hídricos de propriedades rurais dentro do bioma de Mata Atlântica proporcionando melhor qualidade de vida para as pessoas e um reequilíbrio desta floresta tropical em áreas de vários municípios paraibanos. Essa é a proposta da parceria firmada entre a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e a empresa Eco Ocelot, que é representante na Paraíba da Organização Nacional Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. O projeto piloto começou a ser executado nesta terça-feira (08), dentro do mês que se comemora o meio ambiente, com o plantio de mudas de espécies nativas em 7,5 hectares da Fazenda Santa Fé, localizada no entorno da bacia Gramame/Mamoaba, no município de Pedras de Fogo e, na próxima semana, o projeto prossegue com o plantio de outras mudas em mais 7,5 hectares da Fazenda Santa Inês, no município de Mamaguape. O projeto inicial prevê o plantio em 25 hectares, em cinco propriedades paraibanas, localizadas nos municípios de Mamanguape, Alhandra, Pedras de Fogo e Santa Rita.
De acordo com o Engenheiro Ambiental, Antônio Campos de Lacerda, que coordena o projeto na Paraíba há mais de 10 anos, os levantamentos nas áreas onde estão sendo iniciados os trabalhos de restauração, em conjunto com a Asplan, foram feitos em outubro do ano passado, em seguida, houve a ação de preparação das mudas e sementes e agora acontece o plantio. “Estudamos as áreas e elaboramos os projetos de restauração destes ecossistemas para não apenas devolver as espécies florestais, mas também a fauna, os recursos hídricos e todos os serviços da natureza”, destaca ele. Nesta etapa serão plantados mudas nativas típicas do bioma Mata Atlântica, entre elas, Ipês, Jatobá, Ingá, Trapiá, Paineira, Genipapo, Canafístula, entre outras.
O geógrafo Rogério Ferreira, da Eco Ocelot, lembra que esse trabalho de restauração traz benefícios não apenas para a natureza e o meio ambiente, como também para as pessoas. “Ao restaurar uma área de Mata Atlântica nós não apenas melhoramos a flora e fauna do local, mas, sobretudo a qualidade de vida de todo o ecossistema, porque a partir daí há mais regularidade de chuvas, melhor controle de pragas, diminuição de doenças, melhoria do ar que se respira, enfim, há uma série de ganhos com um trabalho deste que vai além da própria natureza recuperada, impactando diretamente na melhoria do ambiente da propriedade e da qualidade de vida das pessoas que também se beneficiam”, reitera ele.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, reitera que ao firmar uma parceria com esse objetivo a Associação reforça seu compromisso com o Meio Ambiente e na melhoria da qualidade de vida das pessoas. “Preservar o meio ambiente é um ato importante não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nela que estão os recursos naturais necessários para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar. E ao contribuir para preservar a Mata Atlântica, nosso principal bioma na região, com esse projeto estamos reforçando nosso compromisso com o Meio Ambiente, afinal, como produtores rurais também temos que ter essa responsabilidade com a natureza e essa é uma das formas que damos nossa contribuição”, destaca José Inácio.
O dirigente da Asplan lembra que embora o projeto, atualmente, seja pioneiro em cinco propriedades, a idéia é expandir essa restauração de áreas de Mata Atlântica para todos os associados da entidade. “Já autorizei o pessoal da Eco Ocelot a fazer um projeto macro que possa contemplar todos os nossos mais de 1.500 associados”, afirma José Inácio.
Jeová chama atenção para a gravidade das mudanças propostas pelo novo marco regulatório das águas e pede que a PB debata mais o tema
“Esse novo marco regulatório das águas proposto pelo Governo Federal é uma covardia com os brasileiros, especialmente, os mais humildes, ele é também uma sacanagem com estados e municípios. É preciso rever, de fato, esse novo marco regulatório, pois ele é nocivo à sociedade e beneficia apenas o mercado financeiro. Água é um direito fundamental a pessoa humana e esse tema tem que merecer da Paraíba um grande debate”, disse hoje (08), durante sessão remota da ALPB, o deputado Jeová Campos. Na ocasião, o parlamentar sugeriu que se faça uma audiência pública com todos os agentes envolvidos com essa temática para aprofundar essa discussão, cuja decisão vai impactar diretamente na vida das pessoas.
Essa política do ministro da Economia, Paulo Guedes, que não tem compromisso com o povo e só pensa no mercado financeiro, segundo Jeová, quer transformar a água em mercadoria. “É preciso derrotar essa política que quer transformar um direito mínimo e fundamental da pessoa humana, que é ter acesso a água, transformando esse bem universal em mercadoria. É necessário e urgente derrotar esses financistas que só pensam no lucro em detrimento da população brasileira”, reforça Jeová.
Ele lembra que o PL que cria as chamadas Regionais de Águas e Esgoto da Paraíba quebra os princípios dos contratos de programa sociais, onde o estado atua como indutor de desenvolvimento. “A Lei Federal que definiu novo marco regulatório sobre esse tema quebra questões fundamentais dos princípios constitucionais e a Assembleia da Paraíba precisa se dedicar mais profundamente a esse tema”, reiterou o parlamentar, lembrando que pesquisadores paraibanos fizeram um estudo sobre essa temática que merece uma leitura aprofundada.
“Um dos fatos mais graves deste novo marco regulatório e não mais tratar a água como direito humano garantido e apenas como serviço regulado, a exemplo de outros serviços, como a energia, que é outro desastre que permite que as empresas concessionárias façam o que bem entenderem em detrimento dos interesses da população”, reforçou Jeová, destacando que “é preciso rever, de fato, esse marco regulatório, pois ele é nocivo à sociedade e beneficia apenas o mercado financeiro”.
- Jeová critica novo marco regulatório que quer transformar água em mercadoria
Jeová chama atenção para a gravidade das mudanças propostas pelo novo marco regulatório das águas e pede que a PB debata mais o tema
“Esse novo marco regulatório das águas proposto pelo Governo Federal é uma covardia com os brasileiros, especialmente, os mais humildes, ele é também uma sacanagem com estados e municípios. É preciso rever, de fato, esse novo marco regulatório, pois ele é nocivo à sociedade e beneficia apenas o mercado financeiro. Água é um direito fundamental a pessoa humana e esse tema tem que merecer da Paraíba um grande debate”, disse hoje (08), durante sessão remota da ALPB, o deputado Jeová Campos. Na ocasião, o parlamentar sugeriu que se faça uma audiência pública com todos os agentes envolvidos com essa temática para aprofundar essa discussão, cuja decisão vai impactar diretamente na vida das pessoas.
Essa política do ministro da Economia, Paulo Guedes, que não tem compromisso com o povo e só pensa no mercado financeiro, segundo Jeová, quer transformar a água em mercadoria. “É preciso derrotar essa política que quer transformar um direito mínimo e fundamental da pessoa humana, que é ter acesso a água, transformando esse bem universal em mercadoria. É necessário e urgente derrotar esses financistas que só pensam no lucro em detrimento da população brasileira”, reforça Jeová.
Ele lembra que o PL que cria as chamadas Regionais de Águas e Esgoto da Paraíba quebra os princípios dos contratos de programa sociais, onde o estado atua como indutor de desenvolvimento. “A Lei Federal que definiu novo marco regulatório sobre esse tema quebra questões fundamentais dos princípios constitucionais e a Assembleia da Paraíba precisa se dedicar mais profundamente a esse tema”, reiterou o parlamentar, lembrando que pesquisadores paraibanos fizeram um estudo sobre essa temática que merece uma leitura aprofundada.
“Um dos fatos mais graves deste novo marco regulatório e não mais tratar a água como direito humano garantido e apenas como serviço regulado, a exemplo de outros serviços, como a energia, que é outro desastre que permite que as empresas concessionárias façam o que bem entenderem em detrimento dos interesses da população”, reforçou Jeová, destacando que “é preciso rever, de fato, esse marco regulatório, pois ele é nocivo à sociedade e beneficia apenas o mercado financeiro”.
- Jeová critica novo marco regulatório que quer transformar água em mercadoria
Jeová vai participar da comissão que debaterá o que está ocorrendo com a assessoria técnica do Governo sobre vetos à PLs de iniciativa dos deputados
“Há 15 dias, projeto de nossa autoria, que propunha um debate interdisciplinar sobre a legislação do trânsito nas escolas paraibanas foi vetado e a ALPB manteve o veto. Hoje, estamos apreciando veto a outro projeto de Educação, que também não cria despesas, e que sugere uma atividade pedagógica sobre um tema que hoje domina o mundo, que é a questão do mercado financeiro. E isso tem se tornado recorrente aqui. É fato que o parlamento paraibano está tendo um problema com a assessoria técnica do Governo em relação aos Projetos de Lei de iniciativa dos deputados”, disse hoje (08), o deputado Jeová Campos. Para ele é preciso debater esse assunto junto ao governo para se encontrar uma nova sistematização e tratamento para os PLs de autoria dos deputados. O presidente da ALPB, Adriano Galdino, sugeriu então a formação de uma comissão para debater o assunto e Jeová já adiantou que fará parte dela.
O parlamentar avalia que está havendo uma má vontade na avaliação das propostas dos deputados e até uma intromissão do Governo na atuação do legislativo. “Ai eu fico me perguntando. Nós estamos sendo deputados para quê? Se for apenas para chancelar matérias do governo a gente aprova e pronto, mas não vamos mais chamar essa Casa de parlamento que tem por iniciativa e prerrogativa, exclusiva, a criação de leis. A criação da lei não é do executivo, o executivo executa, o parlamento é quem cria e vota as leis. A iniciativa primordial do parlamentar não está sendo respeitada na Paraíba”, reiterou Jeová.
Sobre o PL cujo veto estava sendo apreciado na sessão de hoje, de autoria do deputado Chió, Jeová destacou que era um tema importante e relevante. “Você não permitir que não se possa dialogar sobre essa temática do mercado financeiro nas escolas paraibanas, preparando melhor os jovens para o futuro, é uma decisão, no mínimo, inconsequente. Que escolas são essas que se negam a ofertar noções de finanças no âmbito escolar e educação no trânsito para seus alunos? Eu não estou compreendendo”, disse ele.
O presidente da ALPB, Adriano Galdino, já autorizou a formação da Comissão, abrindo espaço para os parlamentares que desejassem participar da mesma pudesse fazer suas inscrições e adiantou que esse debate é antigo e que há, inclusive, uma matéria tramitando no Congresso, para mudar a Constituição, que possibilita aumentar as prerrogativas dos deputados estaduais, mas, segundo ele, a proposta está ‘adormecida’.
- Deputado Jeová já se inscreveu para integrar a comissão
Hospital de Patos registra queda de 18% nos atendimentos do final de semana
O plantão do último final de semana da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) atesta que foram realizados 116 atendimentos, entre às 18h da sexta-feira (04) e a meia noite deste domingo (06). Comparando os dados deste final de semana (04 a 06) com os do passado (28 a 30), houve uma queda de 18% em relação aos atendimentos gerais e também de 52% em relação aos acidentes de trânsito. O plantão de maior movimento foi o do sábado, quando deram entrada na unidade 59 pacientes. No domingo foram atendidas mais 43 pessoas e no dia 04, das 18h até meia noite, outras 14 pessoas receberam cuidados diversos no Complexo. Neste período foram realizadas 19 cirurgias.
Em relação aos atendimentos por acidentes de trânsito, o hospital registrou a entrada de 13 pessoas, sendo nove delas acidentadas com motos, duas com bicicletas, uma por veículos de tração animal e outra vítima de atropelamento. Das 13 pessoas atendidas por causa de acidentes de trânsito, quatro delas precisaram ficar internadas na unidade para cuidados posteriores. A maior parte dos acidentados era da cidade de Patos, com seis pacientes no total, inclusive a vítima de atropelamento e do acidente com bicicleta. O paciente que se envolveu com acidente com veículo de tração animal é da cidade de Ibiara.
Na emergência e urgência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, dor abdominal, queda da própria altura, acidente com animal peçonhento, dor no peito, edema, desorientação, dor no tórax, dor de cabeça, dor na coluna, entre outros motivos.
Das 19 cirurgias realizadas, a maior parte foi de procedimentos Oncológicos, com oito cirurgias, seguida de sete Cirurgias Geral, duas Vascular, uma Ortopédica e outra BucoMaxilar.
- Complexo de Patos atendeu 116 pessoas neste final de semana
Hospital de Patos reforma bloco cirúrgico e cirurgias são realizadas na sede da Ginecam
As cirurgias do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, estão acontecendo, a partir desta segunda-feira (7), na sede da Ginecam. A mudança temporária se dá em função do início da reforma do bloco cirúrgico da unidade. Nesse domingo (6), funcionários de vários setores do hospital passaram todo o dia desmontando, transportando e montando equipamentos da unidade para que nesta segunda-feira já pudesse ser feita a primeira cirurgia no novo local.
“Antes da mudança, todos os detalhes foram pensados de forma minuciosa para que não houvesse nenhuma intercorrência, nem comprometimento de nenhuma ordem no fluxo de nossos serviços”, enfatiza o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, agradecendo à força-tarefa dos profissionais neste domingo, que possibilitou que tudo ficasse pronto nesta segunda-feira, quando foi realizada a primeira cirurgia ortopédica de uma fratura no antebraço direito de uma paciente de 31 anos.O ortopedista Waerson Souza e o anestesista Tavio Leal foram os responsáveis pelo procedimento.
A coordenadora de Regulação em Saúde do Complexo, Lidiane Nascimento, explica como se dará o novo fluxo. “Os pacientes que chegarem à nossa porta de entrada, seja via regulação ou demanda espontânea, serão acolhidos e passarão por uma avaliação dos nossos plantonistas. A partir desta avaliação e da necessidade de exames complementares, nós teremos uma equipe de transporte 24h, com médicos e enfermeiras, que estarão transferindo esse paciente para a Ginecam se ele necessitar de algum procedimento cirúrgico”, destaca Lidiane, lembrando que, paralelamente a essa conduta, uma equipe da unidade já estará avisando à equipe da Ginecam que esse paciente está sendo transferido. “Ao chegar à Ginecam, a sala e equipe já estará pronta para realizar o procedimento”, enfatiza Lidiane. As equipes médicas e de enfermagem e suporte ficarão de plantão tanto na sede da Ginecam, quanto na unidade. “O fluxo é que definirá essa questão”, observa Lidiane.
Ainda segundo ela, após a realização do procedimento, o paciente ficará em observação numa sala de estabilização e, somente após o período de observação necessário a cada caso e com absoluta segurança, o paciente será removido para o seu leito no Complexo. Lidiane destaca que, além das ambulâncias para o transporte dos pacientes 24h, todos os dias da semana, o Complexo ainda dispõe de dois veículos que ficarão exclusivos, um para o transporte de material sujo e o outro para o transporte de material limpo. Além disso, todos os dias, uma equipe da Farmácia do Complexo visitará a Ginecam para repor os insumos e medicamentos necessários aos procedimentos. A coordenadora do bloco cirúrgico passa a dar expediente na sede da Ginecam para dar todo o suporte necessário aos procedimentos enquanto durar o processo de reforma do bloco cirúrgico do hospital, que tem previsão de três meses.
“A reforma era necessária e urgente e pensamos muito em como proceder sem que houvesse interrupção de nossos serviços, garantindo a segurança de procedimentos e a melhor forma que encontramos foi esse convênio com a Ginecam”, reiterou Francisco, lembrando que todos os fluxos foram pensados em seus mínimos detalhes. “Montamos toda uma logística que vai nos permitir continuar com o mesmo ritmo de trabalho, atendendo a nossa demanda e assegurando a segurança dos procedimentos e, consequentemente, preservando os nossos pacientes, que é o mais importante”, finalizou Francisco, agradecendo o apoio de sua equipe na transferência dos equipamentos, na obediência aos fluxos definidos e também à direção do Hospital Noaldo Leite e à Polícia Militar, que deram um importante suporte na logística e ação desse domingo, cedendo viaturas para o transporte dos equipamentos.
- 1° cirurgia realizada nesta segunda na Ginecam foi ortopédica
- A desmontagem e montagem dos equipamentos ocorreu neste domingo
- A montagem dos equipamentos na sede da Gineecam
- A mudança ocorreu neste domingo
- A nova sala de cirurgia sendo preparada
- Muitos profissionais se envolveram na mudança para que nesta segunda-feira tudo estviesse pronto
- O mutirão envolveu profissionais de vários setores do Complexo
- O transporte de equipamentos contou com o apoio da Polícia Militar
- Os equipamentos do bloco sendo transportado
- Os equipamentos foram para a Ginecam onde serão realizados as cirurgias
- Profissionais de vários setores se envolveram na ação de mudança
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Complexo de Patos fecha semana com 100% de ocupação de leitos de UTI Covid e taxa de 85% nas enfermarias do isolamento
O boletim desta sexta-feira (04), referente à ocupação dos leitos de UTI e Enfermarias Covid no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) e no Hospital Infantil Noaldo leite, mostra uma situação preocupante. Desde a última segunda-feira e até hoje se mantém a taxa de ocupação de 100% dos leitos de UTI Covid e uma média de 80% a 95% de ocupação dos leitos de Enfermaria Clínica Covid. Nesta sexta-feira, a taxa de ocupação nas enfermarias do isolamento é de 85%.
“Há duas semanas que estamos vivenciando esse aumento de casos e uma procura pelos leitos de internamento Covid de pessoas que ficaram doentes e precisam do suporte do hospital, principalmente, de casos graves tanto que nossos leitos de UTI permanecem com a máxima ocupação desde segunda-feira”, afirma o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.
O boletim do setor de isolamento Covid atesta que 32 leitos de UTI Covid disponíveis no Complexo todos estão ocupados no dia de hoje. Em relação aos leitos de enfermaria Covid, no Complexo, dos 34 leitos, 28 estão com pacientes, enquanto que no Noaldo Leite, dos 12 leitos disponíveis, resta apenas uma vaga, já que há 11 pacientes internados com coronavírus.
“Esses dados, que se repetem em outras unidades de saúde referência para Covid na Paraíba, mostram que as pessoas não podem relaxar nas medidas preventivas, como o uso contínuo da máscara, a freqüência na higienização das mãos com álcool gel ou sabão e a não aglomeração. Essas são medidas simples, mas bastante eficazes no combate a pandemia e no controle da propagação do vírus”, finaliza Francisco Guedes.
- Complexo de Patos está com 100% de ocupação na UTI Covid desde segunda-feira
- Diretor geral do Complexo, Francisco Guedes está preocupado com o aumento de internações







































