Author: News Comunicação

Hospital Regional de Patos registra 165 atendimentos e mais seis cirurgias no final de semana

O balanço de atendimentos na Urgência e Emergência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), neste final de semana (30/07 a 01/08), contabilizou o atendimento de 165 pessoas. O plantão de maior movimento foi o de domingo, quando 62 pessoas deram entrada na unidade, seguido do de sábado, quando outras 61 pessoas foram atendidas. Entre as 18h e a meia noite da sexta-feira, outras 42 pessoas deram entrada no hospital. Neste período, a unidade que integra a rede estadual de saúde, realizou também seis cirurgias, sendo duas Ortopédicas, outras duas Vasculares e mais duas cirurgias gerais. Comparando os dados deste final de semana com o passado, a unidade registrou um aumento de 7% nos atendimentos gerais e uma queda de 27% nos atendimentos por acidente de trânsito.

Das 165 pessoas que foram atendidas na Urgência e Emergência da unidade, 22 foram vítimas de acidentes de trânsito sendo a quase totalidade de pessoas (21) que se envolveram em acidentes com motos. A cidade de Patos teve o maior número de vítimas, com 13 casos no total, mas o hospital também atendeu pacientes acidentados vindos das cidades de Santa Teresinha, Vista Serrana, Boa Ventura, São Bento, Catingueira, Aguiar e Conceição. Dos 22 acidentados, seis deles precisaram permanecer internados para cuidados posteriores após o atendimento.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos neste final de semana foram de pacientes com queda da própria altura, dor abdominal, acidentes com animal peçonhento ou raivosos, entorse ou torção, dor no peito, sintomas de síndrome gripal, dor pélvica, contusão diversa/pancada, dor renal, hipertensão, rebaixamento da consciência/desmaio, náusea e vômito, dor de cabeça e na coluna, entre outros motivos.

Em live produtores de cana reforçam necessidade da união da classe em prol da aprovação de PL e do recebimento justo do CBios

Em uma live realizada na manhã desta segunda-feira (02), representantes de entidades de classe de produtores de cana-de-açúcar reforçaram a importância da aprovação do Projeto de Lei 3149/2020, que regulamenta a situação dos produtores em relação ao recebimento de créditos de carbono (CBios), do RenovaBio e da união da classe produtiva para inserção da categoria neste pagamento. O PL já tramita na Comissão de Agricultura da Câmara Federal e será pauta de uma audiência pública, nos próximos dias, em Brasília. O presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, e o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, participaram do debate remoto.

“As usinas vieram com a proposta de só pagar 60% descontados as despesas, o que não tem nenhum cabimento, e a gente recusou essa proposta e vamos trabalhar e defender esse Projeto de Lei que coloca o produtor dentro da legislação”, disse Alexandre. Ele lembrou que na última reunião da Câmara Setorial, o representante da Única, que é a entidade mais forte em nível nacional, que reúne as principais indústrias do país, colocou que só aceitaria sentar para negociar no Grupo se a classe produtiva abrisse mão do PL. “Isso está fora de cogitação e não tem cabimento, pois as usinas estão dentro da Lei, o fornecedor de cana ainda não, daí ser importante a aprovação deste projeto para regularizar a situação dos produtores de cana no Renovabio”, reforçou o dirigente da Feplana.

Para Alexandre, o setor tem que conversar e se entender, mas da forma como está não pode continuar. “Inclusive, essa situação está repercutindo no mercado internacional e o próprio ministro Paulo Guedes já disse que o Renovabio parece uma ‘Bolsa Usineiro’”, destacou o dirigente da Feplana, lembrando que é preciso, no entanto, fazer justiça já que há usinas que estão pagando 100% do CBios ao produtor. “Há uma usina em Goiás que já paga o que é direito do produtor, a Coaf também já pagou aos seus cooperados, a Agrocan e Coaf Sul vai fazer o mesmo, então por que as outras usinas não podem pagar?”, questionou Alexandre. Ele ressaltou ainda que os produtores têm que permanecer unidos e não entregar nenhuma documentação referente ao CBios às indústrias.

“A solução para o produtor não é uma acordo, mas uma legislação que regulamente a inserção dele no recebimento de CBios”, reforçou o presidente da Unida e da Asplan, José Inácio de Morais. “Ou o fornecedor recebe 100% do que é seu por direito, descontados as despesas, ou é melhor não receber. Aceitar 20 ou 30% não é justo. Vamos ter paciência, não vamos radicalizar, mas não podemos abrir mão do que é nosso. Nós queremos, exclusivamente, o que é nosso por direito. Se esperamos até agora, vamos esperar a Lei”, afirmou José Inácio.

José Inácio reiterou ainda que o CBios é a contemplação do Renovabio no que se refere aos biocombustíveis, mas há também a questão do crédito de carbono. “Nós temos uma demanda grande neste aspecto, que é um negócio de muito futuro, já que toda cana é passível de venda de crédito de carbono e nós temos também que lutar para ganhar com isso, pois o ganho na venda da matéria-prima não se encerra, nem se limita ao ATR. O Renovabio se refere aos biocombustíveis, mas há outras questões a serem inseridas no computo geral dos ganhos do produtor”, falou José Inácio, lembrando que tudo tem que ser justo e dividido entre produtor e indústria.

Foi reforçada na live a orientação de que o fornecedor não libere nenhuma documentação sobre o CAR para as indústrias enquanto esse impasse não for solucionado. “As usinas estão pedindo a documentação, mas a orientação das entidades de classe é que o produtor não entregue a documentação”, disse Alexandre, lembrando que isso não prejudicará em nenhum aspecto o produtor, já que esse tipo de informação é inerente à cana própria e não diz respeito à indústria.

Para José Inácio, o melhor caminho é o do entendimento. “É preciso prevalecer o bom senso e a justiça entre produtores e industriais. Há um direito evidente e justo de recebimento do CBios proporcional à entrega da matéria-prima, então o que está faltando é a apenas regulamentar isso. E nós precisamos ter isso definido em lei para que a parceria volte a imperar entre a cadeia produtiva e a industrial, isso porque parceria, como a própria palavra já diz, é um caminho de mão dupla, onde todos ganham o justo, ninguém querendo tirar uma coisa que é do outro. Esperamos que os usineiros nos procurem antes da audiência pública, que acontecerá nos próximos dias, em Brasília, para debater essa questão com uma proposta justa. Estamos com a consciência tranquila que estarmos defendendo um direito que é nosso de receber o equivalente em CBios pela cana destinada às indústrias, descontada as devidas despesas”, finalizou José Inácio.

Além da Feplana, Unida e Asplan, as entidades CNA, OCB, Aprosoja, ABCZ, Abrapalma, Orplana e Abramilho assinam o manifesto conjunto que defende a destinação justa de ganho referente ao CBios proporcional à matéria-prima entregue as indústrias, descontadas as despesas.

Presidente da Asplan participa de encontro com dirigente do Banco do Nordeste e solicita melhor acesso ao crédito

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, que representa uma entidade que congrega mais de 1.600 produtores de cana-de-açúcar, muitos dos quais clientes do Banco do Nordeste, foi um dos convidados de um encontro na última sexta-feira (30), com o presidente do Banco, Romildo Rolim. Durante o encontro, que aconteceu em João Pessoa e contou com a participação de representantes de vários segmentos econômicos da região, José Inácio elogiou a iniciativa da instituição em se modernizar tecnologicamente, em criar soluções para mais investimentos na região, mas, lembrou que é preciso que o banco desburocratize o acesso ao crédito.

“Toda empresa que se preze, na atualidade, precisa de inovação tecnológica, e neste aspecto, pela explanação que vi hoje dos representantes do Banco do Nordeste, inclusive do presidente da instituição, o banco está cada vez mais moderno, mas para o produtor muito mais importante que inovação tecnológica é ter revisto, por exemplo, algumas questões do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), que é o principal instrumento financeiro da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) desde 1990, mas, continua até hoje com muita burocracia. Para facilitar o acesso ao crédito isso precisaria ser também objeto de análise e mudanças”, sugeriu José Inácio na ocasião.

Hospital de Patos implanta projeto para facilitar comunicação de pacientes de UTI

Muitas vezes a internação hospitalar, somada às características e particularidades de cada indivíduo dificulta e até limita a comunicação do paciente com os profissionais que cuidam dele num ambiente hospitalar. E foi partindo desta realidade e para ajudar os pacientes a expressar suas necessidades com mais facilidade, que um grupo multidisciplinar de estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) se uniu para produzir ‘Cartões de Comunicação Alternativa’ que tenham essa finalidade de facilitar o diálogo entre equipe e paciente. E, essa semana, esse projeto foi implantado nas UTI’s Convencional e Covid do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC).

A ideia de trazer esse projeto para a unidade foi da coordenadora de Psicologia do hospital, Pryscila Guedes. “A limitação e até o impedimento da fala causado durante a internação hospitalar, em alguns casos, associado às questões pessoais de cada indivíduo, dificultam a comunicação no ambiente hospitalar e foi pensando em facilitar esse processo que resolvemos adotar aqui os Cartões de Comunicação Alternativa”, explica a psicóloga.

Os cartões reúnem um conjunto de pedidos, expressões, sentimentos e respostas dos pacientes, por meio de símbolos gráficos, que lhes permitem expressar suas necessidades apenas ao escolher uma figura. Pryscila lembra que além de facilitar a comunicação, o uso dos cartões é mais uma forma de humanizar o tratamento e acolhimento dos pacientes da unidade, especialmente, àqueles mais vulneráveis que ficam internos em UTI’s.

Os cartões que estão sendo usados no hospital de Patos têm imagens prontas de determinadas situações, tipo se está sentido dor, se quer trocar a fralda, se quer dormir, se está tudo bem, se quer entrar em contato com a família, bastando apenas apontar para figura. “Há também os quadros com letras que o paciente pode formar frases e também uma escala de dor e onde ela está localizada. Basta que o paciente aponte para a figura para se estabelecer a comunicação”, explica a psicóloga, destacando que os cartões foram distribuídos essa semana nas UTIs e foi esclarecido como melhor utilizá-los.

“Essa ação, apesar de simples, tem uma importância singular já que ajuda no processo de reestabilização da saúde dos pacientes, na medida em que facilita a comunicação com as pessoas que cuidam dele e contribui de forma decisiva para aqueles pacientes com dificuldade de fala e de escrita. Em pacientes intubados, inclusive, essa forma de comunicação diminui o estresse”, reforça a Coordenadora das UTIs, Lorena Maria, lembrando que esses cartões estão disponíveis para serem utilizados por todos os profissionais que lidam com o paciente, sejam eles médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, etc.

“Há estudos que apontam que o paciente que é acolhido em ambiente hospitalar e tem condições de melhor expressar seus desejos e anseios, tem mais chances de resgatar sua saúde e receber alta hospitalar mais prontamente e ao melhorar essa comunicação entre equipe e paciente estamos também melhorando nosso serviço e humanizando ainda mais nosso atendimento”, destaca a diretora técnica do Complexo, Dra. Jaqueline Andrade, parabenizando a equipe de Psicologia da unidade pela iniciativa.

E os pacientes já estão fazendo uso do cartão, que o diga a Sra. Maria Marluce Pontes Silva, que está internada há 30 dias, na UTI 2, leito 2, do setor de isolamento Covid, que já aderiu ao uso do cartão para se comunicar.

Projeto reconhece compromisso de profissionais que contribuem com a melhoria de indicadores e serviços em empresas de transporte

Contribuir com a preservação do meio ambiente, ter capacitação contínua, evoluir profissionalmente, ajudar no aumento da segurança e conforto dos passageiros de ônibus e promover uma economia de combustível. Esses são os pilares do projeto multissetorial do Grupo A. Cândido ‘Operador Sustentável’, que é desenvolvido em empresas de transporte público urbano e metropolitano na Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. E os profissionais que mais se destacam dentro dos objetivos do Projeto são reconhecidos e premiados a cada semestre. Na semana passada, os 20 operadores que mais se destacaram nas empresas de ônibus Unitrans e os 10 profissionais que apresentaram melhores resultados pela Santa Maria foram homenageados pelas empresas.

O Projeto surgiu na empresa Santa Maria Transportes e fretamento LTDA, em 2013, com outro nome. A partir de 2019, o projeto se expandiu para todas as empresas de transporte público urbano e metropolitano do Grupo A. Cândido na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Este ano, o projeto foi implantado nas garagens da Transnacional Locações na Paraíba – João Pessoa e em Pernambuco – Jaboatão e Goiana. As empresas de Natal e Fortaleza serão contempladas, em breve.

O Analista de Planejamento e Coordenador do Projeto, Lucas de Souza, explica que o ‘Operador Sustentável’ é devolvido através de treinamentos e capacitações da operação, manutenção e administrativo, na busca de melhorias de processos internos e externos, especialmente, buscando o aperfeiçoamento da condução inteligente dos motoristas. “O projeto busca a melhoria dos indicadores e serviços e conta com o envolvimento e todos os setores da empresa, a exemplo da operação, manutenção, tráfego, gerência, Rh, estatística, digitação, CCO, diretoria, instrutores, entre outros”, explica Lucas.

Segundo ele, os operadores são acompanhados quinzenalmente pela equipe interna com relação aos resultados e acompanhados por instrutores capacitados. O resultado mensurável dos operadores vem do abastecimento diário feito nas garagens. “Os operadores que atingem o objetivo no mês são reconhecidos por meio de cartão de reconhecimento. E existe uma premiação diferenciada a cada semestre para os TOPS 10 de cada empresa nesse período”, destaca Lucas. Ele lembra que ao reduzir o consumo de combustível, a empresa também reduz a emissão de poluentes e ao ter uma melhor dirigibilidade, o motorista aumenta a segurança e conforto dos passageiros.

“Esse é um projeto que não impacta apenas no âmbito da empresa, mas atinge também o nosso público e o meio ambiente, pois ao evitar freadas e arrancadas bruscas, curvas acentuadas, o operador torna a viagem mais tranquila e agradável. Ao reduzir o consumo de óleo diesel e de pneus, reduzimos também as emissões e descartes no meio ambiente”, reforça a diretora da Unitrans, Lorena Dantas.

Produtores cobram do Governo do Estado promessa de melhorar estradas e pontes de municípios por onde escoa produção agrícola

O projeto de construção de quatro pontes e do asfaltamento da PB 016, que liga a BR 101 até o distrito de Odilândia, passando por Cicerolândia e os serviços de terraplanagem das estradas vicinais de Santa Rita, situadas no entorno da Bacia do Gramame, por onde escoa boa parte da produção agrícola do município, foram promessas de campanha do atual governador João Azevedo, ainda quando era candidato às eleições de 2018. Mas, passados mais da metade do mandato, produtores ainda aguardam as obras prometidas na campanha.

Na época, lembra o diretor técnico da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira, o governador, então secretário de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, se reuniu na sede do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), e prometeu executar as obras caso fosse eleito. Neto lembra que a melhoria da infraestrutura das estradas de Santa Rita é de fundamental importância. “Essas vias são utilizadas para o escoamento da produção agrícola, no deslocamento dos habitantes das localidades e dos trabalhadores que lá atuam, no transporte de água mineral, já que a região tem grandes fontes, além da areia que é utilizada pela construção civil e indústrias cerâmicas”, afirma ele.

“O governo estadual prometeu realizar serviços de terraplanagem, mas ainda não fez e as estradas vicinais continuam com más condições de tráfego, com muitos buracos e pontes precárias, que vêm sendo recuperadas, de forma amadora e voluntária, pela comunidade local”, diz Neto. Ele lembra que outra ação que ainda não saiu do campo das intenções e promessas é a restauração e adequação da rodovia PB-016, que liga a BR 101 a BR 230, no segmento entre a BR-230 e Odilândia e a pavimentação do trecho restante até a BR-101 com chegada na interseção para o Conde. Essa ação, inclusive, consta no primeiro parágrafo, da página 42, do Plano de Governo de João Azevedo para seu mandato de 2019-2022. “Sabemos que o governador João Azevedo tem feito muitas estradas e recuperado outras, mas, infelizmente, essa obra tão importante para a região de Santa Rita ainda não foi realizada”, finaliza o diretor do Detec da Asplan, Neto Siqueira.

Equipe do Médicos Sem Fronteiras se despede do Complexo de Patos mas deixa um legado que será perpetuado

“Desenvolvemos um trabalho incrível, multiprofissional, que foi realizado tanto pelos integrantes do MSF, quanto pela equipe do Complexo de Patos, com muita sabedoria, entrega, dedicação e planejamento, que culminou em ações de acolhimento e práticas que se concretizaram na mudança da realidade para muito melhor, já que conseguimos, de forma conjunta, construir ações que, efetivamente, resultaram na queda da mortalidade de pacientes. Conseguimos com esse trabalho no Complexo intervir junto a vidas e isso foi muito fantástico, já que tivemos vários casos de extubação, de alta de UTI para a enfermaria e depois ver esse paciente voltar para casa foi muito impactante. Como resultado de tudo isso, podemos usar a expressão ‘Semente plantada’, pois sei que o que a gente começou aqui vai ser realmente perpetuado, pois a equipe do Complexo abraçou as orientações como uma causa muito importante, são pessoas comprometidas e que construíram junto com a gente as ações propostas. Dessa missão, o mais fantástico além dos resultados, foi ver o comprometimento da equipe da unidade e constatar que o MSF se retira daqui, mas as ações serão perpetuadas”.

Depoimento de Gabriela Valente, enfermeira, que integrou a equipe do MSF que atuou no Complexo de Patos, e em nome de sua equipe do Médicos Sem Fronteiras.

Levar cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Essa é a principal missão dos profissionais que integram as equipes do Médicos Sem Fronteiras (MSF). Nos últimos 32 dias, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) teve o privilégio de contar com o apoio de uma equipe multiprofissional formada por integrantes desta organização humanitária internacional. Durante esse período, a equipe do MSF junto com os colaboradores do hospital desenvolveu muitas atividades e ações no setor de isolamento Covid, com destaque para a evolução dos pacientes, a implantação de novos protocolos, o que resultou no crescimento dos casos de extubação de pacientes Covid, no aumento de altas do setor e da queda da mortalidade. Nesta quarta-feira (28), os trabalhos foram encerrados com uma reunião de avaliação.

“Foram trinta e dois dias de muito trabalho e dedicação o que fortaleceu sobremaneira a atuação multiprofissional de nossos colaboradores, resultando num atendimento ainda melhor aos nossos pacientes e na melhoria de nossa prestação de serviço, inclusive, com a adoção e implantação de novos protocolos”, destaca a diretora técnica do Complexo Dra. Jaquelline Andrade, lembrando que os protocolos e ações continuarão a ser desenvolvidos pela equipe da unidade.

“De nossa parte, temos uma imensa gratidão por esse trabalho que muito nos auxiliou na atual conjuntura de pandemia, agregando valor a nossa atuação junto aos nossos pacientes do setor de isolamento Covid. Além de agradecer a dedicação e atuação dos MSF, também queremos registrar a importância da doação que eles fizeram para a nossa unidade de vários itens e equipamentos que farão a diferença no dia a dia do Complexo. Gratidão e muito obrigado são palavras que definem nosso sentimento agora”, reforçou o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

Numa lista de 20 itens que foram doados pela equipe do MSF ao Complexo de Patos destaca-se a doação de 22 oxímetros, 400 máscaras cirúrgicas, 1 PNI, um cabo de monitoração cardíaca de cinco vias, 45 dispenseres de álcool, 50 lixeiras de 50 litros, 10 termômetros eletrônicos, três estetoscópios e dois oxímetros de pulso, entre outros itens. “Esses itens servirão de suporte para implantação de algumas ações nas UTIs Covid”, explica Francisco, lembrando que além de médicos, a equipe do MSF era composta por outros profissionais da área de saúde, a exemplo de fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.

Sobre o MSF

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), além de levar cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias, a exemplo da pandemia do Covid, também tem como missão chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos. A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60,k em Biafra, na Nigéria. Enquanto socorriam vítimas em meio a uma guerra civil brutal, os profissionais perceberam as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos, que faziam com que muitos se calassem, ainda que diante de situações gritantes. MSF surge, então, como uma organização humanitária que associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento de seus pacientes, dando visibilidade a realidades que não podem permanecer negligenciadas. Em 1999, MSF recebeu o prêmio Nobel da Paz.

Nadador paraibano Daniel Azevedo ganha medalha de ouro no Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil

O nadador paraibano Daniel Azevedo Macena Gomes voltou a competir e subir ao pódio nesta quarta-feira (28) como ganhador da prova dos 100m Costas do Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil de Natação Arthur Sampaio Carepa, que está sendo disputado em Recife, no Parque Aquático Santos Dumont. Além de conquistar a medalha de ouro em sua reestréia nas piscinas depois de um longo período sem competir por causa da suspensão dos torneios em função da pandemia do Covid, Daniel venceu com o tempo de 59,90, baixando seu melhor tempo nesta modalidade em oito milésimos de segundos. Daniel é um dos atletas contemplados com o programa ‘Bolsa Esporte’ do Governo do Estado da Paraíba.

“Estou muito feliz porque essa prova marcou o meu retorno às competições que estavam suspensas desde o ano passado e ainda mais porque além de vencer a prova ainda consegui baixar meu tempo de 59.98 para 59,90”, disse Daniel que se prepara agora para disputar os 200 Costas nesta quinta-feira (29). Além dos 200 Costas, Daniel também vai disputar os 200 Medley e 100 Peito, totalizando sua participação em quatro provas do Campeonato Brasileiro de Inverno Juvenil de Natação Arthur Sampaio Carepa, que acontece de 28 a 31 de julho e reúne atletas do país inteiro.

“Me preparei bastante neste tempo em que as provas foram suspensas e fiquei pouco tempo sem treinar nesta pandemia e nos últimos dias até dobrei meu tempo de treino para esse campeonato e estrear com vitória fez toda a diferença, pois entrarei na piscina amanhã e nas demais provas ainda mais confiante”, disse Daniel que integra a equipe do Acqua R1, é orientado pelo treinador Stephano Vieira, que o acompanha nos treinos que acontecem na piscina do Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa.

E parece que o atleta paraibano, que desponta no cenário brasileiro de natação como um dos grandes nomes da atualidade, continua com sua marca registrada que é não deixar de subir ao pódio em todas as competições que participa. “Sempre busco dar o meu melhor e a redução de oito milésimos de segundos no meu tempo na prova de hoje simboliza esse esforço de sempre me superar”, finalizou Daniel.

What is Applied Overhead?

If your overhead rate is 20%, the business spends 20% of its revenue on producing a good or providing services. Total the monthly overhead costs to calculate the aggregate overhead cost. Overhead cost is the sum of indirect materials, labor, and expenses

Understanding applied overhead is fundamental for effective cost management and informed decision-making within any organization. Under this method the entire amount of over or under applied overhead is transferred to cost of goods sold. At the end of a period, if manufacturing overhead account shows a debit balance, it means the overhead is under-applied. Since indirect costs cannot be directly traced to specific items, they need to be allocated using a systematic method. Thus management allocates the costs based on the total number of machine hours required to produce the specific engines.

Applied costs are credited during the work as it takes place, or when the shoe company actually sends the payment to the power company. Direct materials encompass the raw materials and components that directly contribute to the production of goods. Efficient supply chain management plays a crucial role in controlling manufacturing costs. Overheads allocated per machine hour help companies understand how efficiently their machinery contributes to the cost of production.

Distinguishing Overhead from Direct Costs

Different manufacturing and service environments require distinct costing methodologies to accurately capture and allocate costs. This section examines how overhead is applied in different costing systems, specifically job order costing and process costing. The underapplied or overapplied overhead is directly adjusted to the Cost of Goods Sold (COGS) account. When underapplied or overapplied overhead exists, it must be disposed of at the end of the accounting period. If applied overhead is not equal to actual overhead, then a variance exists. The core of variance analysis lies in the comparison of applied overhead and actual overhead.

  • The allocation base is a measure that links the overhead costs to your products.
  • Indirect costs are necessary expenditures that aren’t directly related to the production or purchase of goods.
  • Under these frameworks, applied overhead is included in the financial statements of a business.
  • Knowing how to calculate applied overhead helps in setting prices and controlling production costs.
  • The implication of underapplied overhead is that the cost of goods sold may be understated, leading to an overstatement of profit.
  • Cost accounting is a specialized branch of accounting focused on tracking, analyzing, and reporting all costs incurred by an organization.

Overhead Costs

Similarly, the number of engineering change orders could drive costs in the engineering department. A cost driver is a factor that directly influences the cost of an activity. This cost would then be used to value both completed units and work-in-process inventory. These costs are then divided by the number of equivalent units produced to determine the average cost per unit. This detailed tracking allows management to monitor the total cost of each job and make informed pricing and profitability decisions. In a job order costing system, overhead is tracked using a job cost sheet or a similar document for each individual job.

  • This ensures that each project bears its fair share of overhead costs.
  • The depreciation on the office building wouldn’t be added to overhead costs because it has no direct or indirect involvement in the production of the product.
  • Examples include metals, plastics, electronic components, and any other materials that are integral to the final product’s composition.
  • The overhead absorption rate is calculated to include the overhead in the cost of production of goods and services.
  • It’s important to note that while total fixed overhead remains constant, the fixed overhead cost per unit decreases as production volume increases.
  • This knowledge allows the company to accurately price its products and manage expenses.

What happens if applied overhead doesn’t equal actual overhead?

They establish and maintain internal controls to safeguard the reliability of overhead data. This involves meticulous data collection, analysis, and the consistent application of chosen allocation methods. This section delves into the specific responsibilities of key personnel involved in overhead management, highlighting the importance of their collective contribution. Understanding these roles and fostering effective collaboration is essential for optimizing resource utilization and enhancing overall organizational performance. Service industries should also focus on developing clear and well-documented allocation methods. Allocating overhead to projects requires careful consideration of the specific resources consumed by each project.

The overhead should have been 1,000 but the amount applied was actually 900. Accordingly this leaves a debit balance on the account of 100 which represents under applied overhead. In this case the amount of 900 has been debited to the work in process for the job at the predetermined rate.

While applying overhead using a single predetermined rate can be simple, it may not accurately reflect the consumption of overhead resources in more complex environments. The application of overhead to work-in-process inventory requires specific journal entries to properly reflect the cost flow. Selecting the right cost driver ensures that overhead is allocated fairly and accurately. We will also consider how to select an appropriate cost driver to ensure accurate allocation. These insights can help management to optimize processes and control costs.

Overapplied overhead means you applied more overhead than actually incurred. Applied overhead is the estimated amount of overhead allocated to products or jobs based on a predetermined rate. Actual overhead is the real, incurred cost of indirect expenses. Changes in overhead costs or sales prices can significantly affect the accuracy of CVP predictions. To achieve a higher target profit, a company must generate sufficient revenue to cover both variable costs and fixed overhead, plus the desired profit amount.

The Importance of Selecting Appropriate Cost Drivers

Alternatively, a service-based company, ABC Consulting, uses the calculator to distribute $150,000 in overhead across 15,000 project hours, resulting in a $10 overhead rate per hour. By applying this tool, organizations can ensure that each product or service is assigned its fair share of overhead, promoting accurate cost analysis and financial reporting. By utilizing this calculator, you can determine the appropriate overhead rate to apply, which helps in budgeting, cost control, and financial analysis. The predetermined overhead rate is crucial; it’s used to apply overhead throughout the year.

First calculate your predetermined overhead rate using estimates and LABEL YOUR ANSWER! We are given activity for direct labor hours and for machine hours. Our rate is $18.00 per direct labor hour. The job used 45 direct labor hours and 30 machine hours. For each direct labor hour worked, we will add $6.25 of overhead to the job.

Features like digital receipt scanning and mileage tracking make tracking your overhead costs even easier. Divide the total overhead cost by the monthly labor cost and multiply by 100 to express it as a percentage. To measure the efficiency with which business resources are being utilized, calculate the overhead operating income formula cost as a percentage of labor cost. To calculate the proportion of overhead costs compared to sales, divide the monthly overhead cost by monthly sales, and multiply by 100.

For example, suppose a company has actual overhead costs of $120,000 and applied overhead of $100,000. For example, let’s revisit the previous scenario where the predetermined overhead rate is $20 per direct labor hour. The core of overhead application lies in allocating the estimated overhead costs to actual production.

Underapplied or overapplied overhead arises when the actual overhead costs incurred differ from the overhead costs that were applied to production. For example, if the predetermined overhead rate is $20 per direct labor hour, and a job requires 10 direct labor hours, $200 of overhead would be applied to that specific job. The overhead rate is a vital component of cost accounting, serving as the mechanism through which indirect costs are assigned to products or services. The occurrence of over or under-applied overhead is normal in manufacturing businesses because overhead is applied to work in process using a predetermined overhead rate. The allocation base can be factors such as direct labor hours, machine hours, units produced, or any other measure that relates to the incurrence of overhead costs. The applied overhead is calculated by multiplying the predetermined overhead rate (which is based on estimates) by the actual usage or consumption of the allocation base or cost driver for each cost object.

Since the total amount of machine-hours used in the accounting period was 7,200 hours, the company would apply $257,400 of overhead to the units produced in that period. For instance, a business may apply overhead to its products based on a standard overhead application rate of $35.75 per hour of machine & equipment time used. In short, overhead is any expense incurred to support the business while not being directly related to a specific product or service.

Manufacturing costs are influenced by various internal and external factors that can significantly impact the overall cost structure of a business. For engineers and plant managers, managing costs is as vital as ensuring manufacturing efficiency. Stay proactive, review your rates and methods regularly, and you’ll be on track for accurate costing and better business decisions. What is the difference between applied and actual overhead?

These steps ensure that overhead costs are accurately reflected in the cost of your products. This means that for every direct labor hour worked, $20 of overhead will be applied to the product or service. As production increases, variable overhead costs also increase, and vice versa.

Common cost drivers used in this sector include direct labor hours, machine hours, and material costs. By understanding and applying these techniques, businesses can more accurately allocate overhead costs, leading to better cost management and improved profitability. This entry increases the value of the work-in-process inventory, reflecting the overhead costs assigned to the products being manufactured. This means $60,000 of overhead costs will be applied to work-in-process inventory during the month. This is achieved using the predetermined overhead rate and the actual level of the cost driver.

Emergência e Urgência do Hospital de Patos realizou 154 atendimentos e 21 cirurgias neste final de semana

O plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) deste final de semana (23 a 25) registrou o atendimento de 154 pessoas. Entre às 18h da sexta-feira (23) até a meia noite deste domingo (25), a unidade realizou ainda 21 procedimentos cirúrgicos, sendo nove Oncológicos, sete de Cirurgia Geral, dois de Ortopedia e mais três de Vascular. Os plantões de sábado e domingo tiveram o mesmo quantitativo de atendimentos, com 65 pacientes em cada dia. Das 18h à meia noite da sexta-feira, mais 26 pessoas foram atendidas. Comparando esses dados com os do final de semana anterior, a unidade registrou uma queda de 12% nos atendimentos gerais e de 3% nos acidentes de moto em relação ao final de semana passado.

O relatório de gestão do Complexo apontou ainda que 30 pessoas deram entrada na unidade por causa de acidentes de trânsito, sendo 19 do sexo masculino e 11 do sexo feminino. Destes, 26 foram acidentados por motocicletas, duas pessoas com bicicleta e outras duas por automóvel. Dos acidentados, 14 são da cidade de Patos. Mas, houve registro de acidentados vindo das cidades de Condado, Teixeira, Cacimbas, Santana de Mangueira, Piancó, São Bento, Coremas, Vista Serrana, Desterro, Água Branca, Olho D´água e São José do Bonfim. Dos 30 pacientes vítimas de acidentes de trânsito, seis precisaram ficar internados para cuidados posteriores.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com dor abdominal, queda da própria altura, acidente com animal peçonhento, entorse ou torção, rebaixamento da consciência/desmaio, dormência/paralisia, contusão, desorientação, queda de nível, dificuldade de respirar, crise nervosa, entre outros motivos.