Author: News Comunicação

Urban Weekend com test drive do novo Evoque e aula de gastronomia com o chef Onildo Rocha

Evento acontece neste sábado (02), na sede da concessionária Jaguar/Land Rover, na estrada de Cabedelo,  das 10h às 15h

 

Os clientes da concessionária Rota Premium PB, representantes das marcas Jaguar/Land Rover na Paraíba, vão viver uma experiência inusitada neste sábado (02): a de ver o chef Onildo Rocha em plena atividade, ministrando uma aula de gastronomia e depois poderão degustar das delícias que serão preparadas. Antes, porém, quem estiver por lá, vai poder testar o novo Range Rover Evoque, o carro mais premiado da história da marca britânica. O Urban Weekend começa às 10h, com o test drive, e a partir das 11h30 até às 15h, Onildo mostrará o seu talento para um grupo seleto de convidados.

Chef do Roccia Cozinha Contemporânea, Onildo prima por uma gastronomia criativa que funde em suas receitas, de sabores inusitados, ingredientes diversos com ícones da culinária paraibana. Suas receitas sempre tem toques especiais. “Vamos fazer uma incursão onde a excelência gastronômica se revelará de várias formas. Essa ação expressa a nossa forma de se relacionar com os clientes que vai além da venda e pós-venda de veículos Jaguar Land Rover”, afirma a gerente geral da Rota Premium PB, Mônica Paiva.  Não foi à toa que a concessionária da Paraíba foi eleita, ano passado, a melhor do país.

Sobre o Evoque 2016

O mais desejado modelo, campeão de vendas e ganhador de mais de 160 prêmios conquistados ao redor do mundo, desde que foi lançado em 2011, o Range Rover Evoque 2016 vai estar à disposição dos clientes Rota Premium, que durante o Urban Weekend poderão testar os diferenciais deste modelo que agrada homens e mulheres, das mais variadas faixas etrárias. Com um conjunto de faróis traseiro e dianteiro completamente redesenhados, outras rodas, novo para-choque e grades frontais, além de novas opções de cores de carroceria que podem combinar com teto de cores distintas e ainda mais robusto e arrojado, o novo Evoque está disponível no mercado brasileiro nas versões SE, SE Dynamic, HSE e a top de linha a HSE Dynamic.

Paraibanos dizem não ao golpe em ato político/cultural que contou com a participação do governador que fez discurso contundente a favor da democracia

Deputado estadual Jeová Campos participou da manifestação ao lado de políticos, militantes, líderes sindicais e representantes da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais

 

           

O ato político/cultural contra o golpe, em defesa do Estado Democrático de Direito e em apoio a permanência da presidenta Dilma Rousseff realizado nesta quinta-feira (31), em João Pessoa, que teve sua culminância em frente ao Paraíba Palace Shopping, no Ponto de Cem Réis, reuniu milhares de pessoas. Com bandeiras do Brasil,  de entidades e movimentos sociais, com fotos da presidenta Dilma e cartazes com dizeres de ‘Não vai ter golpe’, ‘Fora Cunha’, ‘Retroceder jamais’ entre outros, os paraibanos mostraram que não apoiam a tentativa golpista de destituir uma presidente eleita com 54 milhões de votos.

“Foi uma manifestação linda, com uma expressiva participação de representantes de movimentos culturais, artistas e cantores. Saio daqui com as esperanças renovadas de que a sociedade e essa parcela que representa o movimento cultural paraibano está reagindo contra esse golpe”, afirmou Jeová que destacou o discurso do governador Ricardo Coutinho, em defesa da democracia, como um dos pontos mais expressivos da manifestação deste simbólico 31 de março quando se completou 52 anos do golpe militar de 1964.

Em seu discurso, lembra Jeová, o governador foi enfático na defesa da democracia e do Estado Democrático de Direito. “Estou aqui defendendo ademocracia, o respeito à vontade soberana do povo e na luta pela estabilidade

econômica do País. Impeachment é quando se tem crime de responsabilidade e não é o caso. Não vai ter golpe”, disse o governador.

 

 

Governo do Estado acata solicitação da Asplan e altera portaria autorizando associações de classe a emitir declaração para seus associados

Portaria diz respeito à inscrição de produtores rurais no Cadastro de Contribuintes do ICMS-CCIMS. Decisão de alteração da Portaria foi publicada no DO, do último dia 28

 

O produtor rural canavieiro que não fizer sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS-CCIMS, até o dia 31 de julho, ficará impedido de receber o pagamento pela cana fornecida à indústria. Acontece que para efetivação da inscrição, os produtores precisam apresentar, entre outros documentos, uma declaração emitida pelos sindicatos que representam a categoria ou pela FAEPA. Com o objetivo de agilizar a emissão deste documento e atender de forma mais eficaz seus 2.800 associados, a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), solicitou a Secretaria de Estado da Receita que fosse alterada a portaria Nº 014/GSF, de 03 de março de 1998. O pleito foi atendido pelo governo, publicado no Diário Oficial da última segunda-feira (28) e entrou em vigor na mesma data.

“A burocracia para efetivação da inscrição é grande e exige vários documentos, entre os quais, a declaração do Sindicato ou da Faepa, mas, com essa alteração na Portaria, a Asplan ou qualquer outra associação de classe passa a poder também emitir a declaração para seus associados, o que vai agilizar a inscrição já que o documento sai de imediato”, argumenta o contador da Asplan, Aderaldo Júnior. A alteração na Portaria, segundo Aderaldo, aconteceu no artigo 1º, inciso V, que passou a vigorar com a seguinte redação: comprovante de filiação por federação, associação ou sindicato da categoria. Ainda segundo o contador, após 31 de julho,  as unidades industriais ficam impossibilitadas de procederem com o pagamento para o produtor que não estiver com a sua inscrição em dia.

Também para facilitar o processo de inscrição no ICMS-CCIMS, a Asplan montou um plantão para dar as devidas orientações ao produtor no sentido de facilitar todo o processo. “Todas as dúvidas em relação a esse procedimento determinado peloart. 1º da Portaria nº 014/GSF, de 3 de março de 1998, que passou a vigorar com outra redação, e até o preenchimento do formulário, nos disponibilizamos neste plantão”, afirma a gerente administrativa da Asplan, Kiony Vieira. O plantão funciona de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio dia e das 13h às 17h, no primeiro andar do prédio sede da entidade, que fica na Rua Rodrigues de Aquino, 267, Centro. O serviço não tem nenhum ônus para o produtor associado.

Apenas 17,34% de proprietários de imóveis rurais na Paraíba realizaram o cadastramento do CAR

Prazo para aderir ao CAR termina no dia 05 de maio. Ministra Kátia Abreu já sinalizou para a necessidade de ampliar o prazo, mas até agora a data está mantida

 

 

Os proprietários de imóveis rurais do Nordeste continuam enfrentando dificuldades no processo de adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), cujo prazo final termina no próximo dia 5 de maio. Os dados mais recentes divulgados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão do Ministério do Meio Ambiente, indicam que o pior desempenho está registrado no estado de Pernambuco, com apenas 13,6% de adesão. Em seguida aparece Alagoas (15,64%), Paraíba (17,34%) e Bahia (25,44%). Os números gerais, incluindo os 26 estados da Federação, além do Distrito Federal, contabilizam 67,6% de adesão. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, defende a prorrogação do prazo de inscrição no CAR por mais um ano.

As dificuldades operacionais enfrentadas pelos produtores rurais, especialmente dos pequenos proprietários, dizem respeito a aspectos técnicos, relativos ao Código Florestal, e a lentidão do acesso à internet, especialmente nas cidades de pequeno e médio porte do interior do país. Diante deste quadro, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforça o alerta aos produtores rurais com passivo ambiental que, não aderindo ao CAR até o dia 5 de maio, poderão enfrentar problemas.

A legislação estabelece algumas penalidades, a principal delas é a proibição do acesso ao crédito a partir de maio de 2017. Isso se os produtores não cumprirem as normas de proteção da vegetação nativa em Áreas de Proteção Permanente (APPs); de Reserva Legal (RL); e nas Áreas de Uso Restrito (AUR).

“Como o que está valendo é a data do dia 05 de maio, é bom os produtores se apressarem porque se o prazo não for novamente ampliado, os que não aderirem, ficarão prejudicados”, destaca o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, reforçando aos associados que quem tiver dificuldades pode solicitar ajuda do Departamento Técnico da entidades, de segunda a sexta-feira, no prédio sede, em João Pessoa.

Criado pela Lei do Código Florestal, o CAR é um sistema eletrônico que integra as informações das propriedades rurais e será a base de dados para o controle e monitoramento do uso da terra e combate ao desmatamento no Brasil.No sistema, os produtores devem informar os dados cadastrais e a localização georreferenciada das áreas de Preservação Permanente, de Reserva Legal e de Uso Restrito.

Deputado Jeová Campos prestigia filiação de novos integrantes do PSB e afirma que nomes fortalecem legenda no Estado

Prefeitos e vereadores de vários municípios paraibanos assinaram, na manhã desta quinta-feira (31) a ficha de filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Entre os prefeitos que agora integram a legenda estão Audiberg Alves de Carvalho, mais conhecido como Berguim, que deixa o PTB, Gemilton Souza da Silva, de São Bento que sai do PR e o ex-prefeito de Boa Ventura, Dudu Pinto, que sai do PSDB e já vai disputar as próximas eleições pela legenda do governador Ricardo Coutinho.

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) prestigiou a solenidade de filiação dos novos integrantes do partido e disse que os companheiros socialistas vão fortalecer a legenda. “O PSB tem conseguido atrair bons nomes para a legenda e grandes lideranças políticas de várias localidades do estado que se inspiram no projeto político do governador Ricardo Coutinho, que tem conseguido implantar na Paraíba um ritmo de trabalho, obras e ações que recolocaram o nosso estado no caminho do desenvolvimento e progresso”, afirma Jeová.

Jeová Campos faz apelo aos deputados para que façam um esforço conjunto para participar das sessões legislativas

Para o parlamentar a ausência dos parlamentares só aumenta o descrédito da classe política . Mesmo apelo já foi feito diversas vezes pelo presidente da ALPB

 

            “Eu não quero ofender qualquer companheiro ou companheira que compõem esse plenário. O que eu entendo é que nós devemos fazer um esforço conjunto para que esse plenário funcione para votar matérias importantes e relevantes. Pela sexta vez, um projeto de resolução de minha autoria entrou na ordem do dia mas não pôde ser votado pela falta de quórum e isso me preocupa. Quando eu vejo o plenário, em horário de expediente normal, com apenas dez deputados de 36, eu penso que isso termina colaborando para aumentar o descrédito com classe política”, disse Jeová Campos durante o pequeno expediente na ALPB, durante sessão na manhã desta quinta-feira (31). Esse mesmo apelo tem sido feito reiteradas vezes pelo presidente da ALPB, Adriano Galdino.

O parlamentar lembrou que os deputados são muito bem pagos para exercer suas funções. “Eu sou pago para isso e muito bem pago e não escondo isso de ninguém. Qualquer deputado aqui recebe salários bem acima da média da sociedade paraibana e penso que todos nós temos o dever de estar neste plenário participando das sessões”, disse Jeová. O Projeto de Resolução de Jeová que já entrou seis vezes na Ordem do Dia e não consegue o quórum de 24 deputados para ser apreciado  é a concessão da medalha Presidente Epitácio Pessoa ao desembargador Siro Darlan de Oliveiro, natural de Cajazeiras.

 

Jeová Campos critica afirmações de Miguel Reale Júnior e disse que ele não faz jus ao nome do grande jurista que foi seu pai

Para o parlamentar, Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, fez um discurso  antijurídico e fora de ordem

           

O deputado Jeová Campos (PSB) aproveitou o pequeno expediente na ALPB na manhã desta quinta-feira (31) e fez duras críticas às colocações do Sr. Miguel Reale Júnior, que deu depoimento, na noite desta quarta-feira (30), na Comissão que conduz o impeachment da presidente Dilma na Câmara, e disse que em nenhum momento ele fez uma fala científica do ponto de vista jurídico. “Lamentei profundamente ver o filho do grande jurista Miguel Reale, de imenso saber jurídico e inteligência, do qual sou discípulo, fazer um depoimento tão antijurídico, tão fora de ordem. Seu pai deve ter estremecido no túmulo ontem à noite”, disse Jeová.

Em nenhum momento, segundo o deputado, durante seu depoimento, Miguel Reale Júnior, disse qual foi o crime de responsabilidade praticado pela presidenta Dilma Rousseff e só falou de superávit fiscal. “Ele parecia um banqueiro falando e como jurista, autor do projeto de impeachment, teria o dever de dizer qual foi o fato criminoso praticado por Dilma. Aprendi com Miguel Reale pai, que o fato é a razão de ser do Direito e que o Direito nasce do fato e ao fato se destina. Quais são os fatos que estão imputando a presidente para pedirem seu afastamento?”, questionou o parlamentar.

Jeová lembrou ainda que o segundo mandato de Dilma começou em janeiro de 2015 e as contas da presidente da república, referente ao ano de 2015, nem sequer foram apreciadas pelo TCU. “O mandato que começou em 2011 terminou em 2014. O mandato que a presidente exerce agora começou em 1º de janeiro de 2015. Qual a prática criminosa que justifique tirá-la da presidência? Eu fico aqui me perguntando. Qual é a razão se não for um golpe?”, disse Jeová, lembrando os 52 anos do golpe militar de 1964, que aconteceu no dia 31 de março. O deputado encerrou seu discurso convidando a população para participar do ato político/cultural que será realizado na tarde desta quarta-feira, em João Pessoa, contra o golpe e em defesa do Estado Democrático de Direito.

 

Jeová Campos convoca população para participar de ato político/cultural em defesa da democracia

Nesta quinta-feira (31), data em que o golpe militar de 1964 completa 52 anos, a população brasileira novamente ocupará as ruas do país em um Dia Nacional de Mobilização, em defesa da democracia, do Estado Democrático de Direito e da Constituição. Várias cidades da Paraíba, incluindo João Pessoa, farão um ato político/cultural contra a tentativa de golpe. Na capital, a manifestação está marcada para começar às 15h, com concentração nas proximidades do viaduto Damásio Franca, de onde os participantes seguirão em passeata até o Ponto de Cem Réis, onde haverá apresentações culturais e discursos, a partir das 18h.

“Estarei participando do movimento para dizer que não aceito golpe, para dizer com clareza que não aceito retrocesso, para dizer com firmeza que não é normal querer depor uma presidente sem que ela tenha praticado qualquer crime. Os golpistas querem justificar que a Constituição prevê o impeachment, e isso é verdade que tem, mas é preciso que a presidente tenha cometido um crime. Esse crime tem que estar definido em Lei. Não há crime sem Lei, nem pena sem a prévia combinação legal. Esse é um preceito do direito penal no mundo inteiro. Ai eu pergunto aos paladinos do golpe qual foi o crime que Dilma cometeu?”, questionou Jeová durante discurso na manhã desta quarta-feira (30) na ALPB.

O deputado voltou a criticar a postura da OAB, que segundo ele agiu de forma vergonhosa e descarada. “A OAB acha que é fundamento para o impeachment a nomeação de Lula. E o princípio da inocência, como fica? Até agora Lula não foi condenado em nenhum processo que o impeça de assumir um cargo de comissão que pode ser nomeado e exonerado a qualquer tempo. Por que a OAB se posiciona desta forma? Lamentavelmente, para minha tristeza, a Ordem está servindo novamente ao golpe como fez em 64. E neste momento a OAB não representa a advocacia que tem um compromisso com a ordem jurídica, com o direito positivo e com a interpretação da norma jurídica. O advogado nada mais é do que um interprete da norma, um operador em função da própria norma e o que a OAB está fazendo, lamentavelmente, é se esconder atrás de forças ocultas da sociedade brasileira e aqui fica o não e o repúdio do advogado Jeová Campos”, finalizou o parlamentar durante discurso no grande expediente.

 

Jeová Campos lembra tragédias da ditadura e diz que Brasil não pode voltar aos tempos da tortura e falta de liberdade

Parlamentar usou a tribuna da ALPB nesta quarta-feira (30) para defender o Estado Democrático de Direito, a governabilidade e a Constituição Federal

 

            “Amanhã, dia 31, se completa 52 anos de um dos piores momentos da história política deste país, o tempo das trevas, da escuridão, o tempo em que a Imprensa não podia falar, o tempo que a liberdade de pensamento era tolhida, o tempo que muitas vidas foram ceifadas, de tortura e mortes, quando as pessoas sequer tiveram o direito de sepultar seus entes queridos que foram torturados. E essa tragédia começou com esse mesmo discurso anticorrupção dos tempos atuais, com os mesmos interesses dos paladinos da moralidade de outrora”, disse Jeová Campos, durante o pequeno expediente desta quarta-feira (30).

Jeová fez uma retrospectiva histórica, fazendo um contraponto do que aconteceu com João Goulart comparando-o com a atual situação do país. “A mesma conjuntura que nós vivemos em 1964, quando João Goulart foi deposto, estamos vivenciando agora. João Goulart era um homem do povo. Quem é Lula, um homem do povo. Os algozes de hoje são aqueles mesmo que há oito anos viviam chamando Lula de ‘papai dos pobres’. Quantas vezes Veneziano Vital do Rego não ia atrás de Lula com aquelas cabeleiras se balançando para dizer a Lula que ele era o maior amor da vida dele. E hoje, Lula é um bandido que tem que estar preso preventivamente? Tem que estar preso sem o direito de se defender? Não pode exercer um cargo de destaque na República brasileira?”, questionou Jeová.

Para o parlamentar, o que está em jogo é a tentativa de derrubar um projeto político que redirecionou as ações governamentais em prol da maioria da população brasileira, especialmente os mais carentes que se contrapõe aos interesses de uma elite dominante. “O que está em jogo é um projeto contra outro. O projeto da elite que não quer mais dinheiro para o Bolsa Família, para o Minha Casa Minha Vida, é contra o Mais Médicos, o Pronatec, que discrimina ações voltadas para os negros, os quilombolas e as minorias. Esse governo que tirou 40 milhões de brasileiros da miséria não interessa a essa gente que defende o golpe”, declarou Jeová.

O parlamentar aproveitou para convidar a população para participar de um ato político/cultural, nesta quinta-feira (31), que vai reunir artistas em várias cidades paraibanas para se contrapor a esse movimento golpistas, que é contra a democracia, contra o Estado Democrático de Direito e contra os princípios fundamentais dos direitos das pessoas humanas, que é o direito de viver com decência.

Artur Filho afirma que onda contra corrupção no país não se configura golpe e diz que todos os políticos e partidos devem ser investigados

Parlamentar usou a tribuna da ALPB nesta quarta-feira (30) para se contrapor aos

 discursos que afirmavam que atos contra corrupção se configuram um golpe

 

            “Vejo muito desespero e incoerência dos defensores do atual governo federal, que alegam que o impeachment se constitui num golpe, inclusive, com contradições dos próprios aliados. Ciro Gomes, por exemplo, fez uma fala dizendo que “o PMDB anunciou o abandono do governo da presidente Dilma após cinco anos de fisiologia e roubalheira. Roubalheira em que governo? Ai eu pergunto, roubou com o consentimento de quem? Com o consentimento de Lula ou de FHC?”, disparou o parlamentar da tribuna da ALPB, durante o pequeno expediente, neta quarta-feira (30).

Segundo Artur Filho, para passar o país a limpo é preciso investigar todos, indistintamente. “Para passar o Brasil a limpo é preciso tirar o PT e que depois se tire o PMDB, o PSDB e os demais partidos que se envolveram em falcatruas e bote tudo na vala comum, mas é preciso investigar a fundo esses desmandos. A sociedade brasileira não aceita mais tanta roubalheira e impunidade”, disse o parlamentar.

Ainda segundo Artur, o argumento que o movimento contra corrupção se constitui em um golpe é falacioso. “O impeachment está previsto na constituição. Se valeu para Collor, porque não pode ser feito contra a presidente Dilma? Esse argumento reforça o desespero dos petistas e de quem apoia o atual governo que está mergulhado na corrupção”, finalizou Artur, lembrando que embora pense, neste aspecto, diferente do governador Ricardo Coutinho, ele faz parte da bancada do governo na ALPB.