Author: News Comunicação
Seminários sobre o Paraíba Rural Sustentável são um sucesso e dão o norte para uma política de agricultura familiar que projetará a PB
“Eu não tenho dúvidas que esse exitoso programa ‘PB Rural Sustentável’, que desenha um novo olhar e norte sobre as políticas públicas da Paraíba para o setor de Agricultura Familiar, projetará o nosso Estado de forma muito especial nos próximos anos”, disse hoje (05), o deputado estadual Jeová Campos, após participar do Seminário em Catolé do Rocha. Essa semana, o parlamentar que é presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, direcionou sua agenda para os debates que aconteceram em Cajazeiras, Sousa e em Catolé do Rocha.
“Estamos dando sequência a um trabalho executado pela Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, a partir do qual percorremos vários municípios da Paraíba, colhendo informações e sugestões com os agricultores, que agora começam a ser debatidas nestes seminários para serem, oportunamente, colocadas em prática com apoio do Governo, por meio de investimentos do Cooperar”, destaca Jeová Campos.
Entusiasmado com a adesão e participação dos agricultores nos debates, principalmente, com o que ocorreu hoje (05), em Catolé do Rocha, o parlamentar enaltece a iniciativa do atual governo em promover o desenvolvimento da Agricultura Familiar no Estado e seu entusiasmo com essa causa. “Estou convencido que essa bandeira da Agricultura Familiar será a principal razão de meu mandato nos próximos anos porque eu sinto no olhar dos agricultores uma sensação de esperança muito grande de que dias muito melhores virão. Tenho certeza também que o setor projetará a Paraíba de forma diferenciada nos próximos anos”, disse o deputado, parabenizando o governador João Azevedo pelo Programa.
Jeová lembra que as ações do programa ‘PB Rural Sustentável’, executado pelo Governo do Estado, por meio do Projeto Cooperar, vinculado à Secretaria de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds), pretende beneficiar entre 2019 e 2023, 44.600 famílias de agricultores da zona rural do Estado, com investimentos da ordem de US$ 80 milhões, sendo US$ 50 milhões oriundos do empréstimo do Banco Mundial, e US$ 30 milhões da contrapartida do Governo do Estado da Paraíba e das Comunidades.
- Deputado Jeová Campos durante participação no seminário de Catolé do Rocha
- Jeová no Seminário em Sousa junto com o secretário Luiz Couto
- Os agricultores prestigiaram as atividades dos seminários
- Público do seminário em Cajazeiras
- Seminário realizado em Cajazeiras
- Um público expressivo e qualificado participou do seminário em Catolé nesta quinta-feira
Deputado Jeová, que já foi paciente do Laureano, agradece ao governador pelo anúncio de repasse de recursos ao Hospital
O deputado estadual Jeová Campos (PSB), que já foi paciente do Hospital Napoleão Laureano, parabenizou o Governador da Paraíba, João Azevedo, pelo anúncio do repasse de R$ 4,2 milhões, por ano, para o Hospital por meio de um convênio com a Secretaria de Estado da Saúde. O parlamentar, que esteve reunido com a direção do Hospital, na semana passada, foi um articulador com o governo do estado na busca de uma alternativa para ajudar a unidade de saúde que passa por grandes dificuldades, principalmente, para manter o tratamento de cerca de 500 pacientes quimioterápicos no estado.
“Ainda durante a reunião com a direção do Laureano, eu telefonei para o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, e pedi a ele que intercedesse junto ao governador para buscar uma alterativa da SES ajudar a unidade e para minha grata surpresa e para a felicidade de milhares de pessoas que precisam de tratamento contra o câncer, fui informado que o governador autorizou a formalização de um convênio que assegurará um repasse mensal à unidade”, destaca o parlamentar.
Ainda segundo o deputado, o Laureano tem uma demanda que é de 94% de pacientes do Sistema Único de Saúde realizando milhares de procedimentos como exames e tratamentos, sendo que a tabela do SUS não é reajustada há dez anos. “Isso também precisa ser revisto, porque todos os medicamentos oncológicos são importados, pagos em dólar e com a tabela congelada há tanto tempo, o hospital não tem como arcar com esse custo sozinho”, reitera Jeová, lembrando que embora a legislação que disciplina os hospitais filantrópicos determine que a unidade só precisaria destinar seus serviços a 60% de pacientes do SUS, esse percentual no Laureano é muito maior. “Não existe outro hospital como o Laureano para atender aos doentes oncológicos no estado, então não há outra saída a não ser absorver essa demanda”, explica ele.
“Estou muito agradecido ao Governador por ter ouvido e sido sensível com esse pedido de socorro do Laureano e sei que falo em nome de diversas famílias que tem alguém parente doente e que estava com seu tratamento suspenso por falta de medicamento. Esse gesto é um alento de esperança para às pessoas que recebem um diagnóstico de câncer e precisam lutar para vencer a doença e encontram no Laureano um excelente aliado”, destaca Jeová.
Segundo informações divulgadas pelo governo, o convênio com repasse de R$ 350 mil por mês será assinado nos próximos dias em solenidade no Hospital Napoleão Laureano. Além de interceder junto ao secretário de saúde do estado, Jeová também sugeriu, em discurso na ALPB, na semana passada, que as Prefeituras e a sociedade como um todo devem ajudar o hospital. Como medida emergencial de apoio ao Laureano, ele pediu que os prefeitos paraibanos também ajudem no tratamento dos pacientes encaminhados pelos municípios para a instituição. “Afinal, qual dos 223 municípios não mandam pacientes para o Laureano? É preciso convocar a todos para esse momento. É muito duro você ter um diagnóstico de câncer e não ter tratamento. Todos podem contribuir com uma pequena participação no custeio das despesas dos medicamentos dos pacientes encaminhados para o Laureano e os prefeitos também”, finaliza Jeová.
- Deputado Jeová Campos parabenzou o gvernador João Azevêdo pela ajuda ao Hospital Napoleão Laureano
Jeová participa do Ciclo de Seminários do projeto ‘PB Sustentável’ em Cajazeiras
Com o objetivo de deixar os produtores rurais da Paraíba a par do que o Governo do Estado pretende fazer para alavancar o setor rural, através do projeto “PB Sustentável”, o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, Jeová Campos, esteve em Cajazeiras na manhã desta terça-feira (03), em mais uma edição do Ciclo de Seminários de Divulgação e Informações do projeto. O plano é investir R$ 320 milhões, sendo R$ 200 milhões do Banco Mundial e R$ 120 milhões com contrapartida do Governo do Estado e das comunidades, para a implantação de abastecimento de água completo, com perfuração de poços, abastecimento de água simplificado (poços e cisternas); dentre outras ações, melhorando a convivência de cerca de 165 mil pessoas com as vulnerabilidades climáticas do estado.
O encontro com diversos agricultores da região polarizada por Cajazeiras aconteceu no auditório do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e reuniu também além de Jeová Campos, autoridades como o ex-deputado federal e secretário de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido, Luiz Couto, e o coordenador do projeto Cooperar, Omar Gama. O projeto PB Sustentável é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds) e do Projeto Cooperar.
Segundo informações do Governo do Estado, o projeto pretende contemplar 222 municípios paraibanos da zona rural ou que vivam em pequenos aglomerados urbanos com até 2,5 mil habitantes dando, primeiro, acesso a melhores condições de vida e dignidade aos agricultores familiares do Estado, proporcionando-lhes, por exemplo, o acesso primordial à água potável para uso em casa, na agricultura e na pecuária. Outra forma de investimento será no apoio às Alianças Produtivas através de Associações e Cooperativas de produção, na gestão e acesso a mercados.
A ideia do Ciclo de Seminários é apresentar a proposta do estado para os produtores rurais. Nesta quarta-feira o evento será realizado em Sousa e depois em Catolé do Rocha. Para o deputado Jeová Campos, o projeto é uma realização importante para o estado, que precisava ter esse olhar diferenciado para o produtor rural familiar. “Já percorri vários municípios paraibanos colhendo informações e esses encontros são muito importantes para que o estado possa articular seus projetos conforme o que cada um necessita. Aqui estamos articulando essa relação do estado com os produtores através de cooperativas e associações. Levando as informações para que eles possam se credenciar no projeto e avançar com sua produção”, comentou o parlamentar.
Vale lembrar que os interessados em participar do “Paraíba Rural Sustentável” devem estar lotados em uma entidade legalmente constituída há pelo menos dois anos; a entidade deverá estar adimplente com o Cooperar e outros órgãos; o beneficiário deve pertencer formalmente ao quadro de sócios da entidade; e também pertencerem a comunidades rurais ou aglomerados urbanos com até 2,5 mil habitantes. O projeto dará prioridade às comunidades indígenas, quilombolas; comunidades com maior número de famílias chefiadas por mulheres; comunidades com dificuldades de acesso à água; comunidades que tenham deficiência de água em quantidade e/ou qualidade, entre outros critérios.
- Agricultores da região de Cajazeiras prestigiaram o ciclo de debates
- Secretário Luiz Couto e deputado Jeová Campos no ciclo de debates em Cajazeiras
Deputados da PB, PE e RN têm agenda em Brasília no próximo dia 10 para tratar do tema Transposição do Rio São Francisco
O ato SOS Transposição realizado em Monteiro, neste domingo (01), não ficou marcado apenas pelas manifestações pró conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, nem da reativação dos serviços do Eixo Leste, nem tão pouco à críticas à inercia do governo federal em relação ao projeto. Os deputados que integram a Frente Interestadual da Água, que congrega parlamentares da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, se reuniram e definiram uma agenda para o próximo dia 10, em Brasília.
Além do deputado estadual Jeová Campos (PSB), presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, participaram da reunião, o deputado estadual por Pernambuco, Antônio Fernandes (PSC), que preside a Frente de PE, e o parlamentar do Rio Grande do Norte, Chico do PT, que preside a Frente Paramentar das Águas do RN. “Definimos que no próximo dia 10 iremos à Brasília para mobilizar as bancadas federais dos estados do Nordeste pela conclusão das obras do Eixo Norte, paralisadas desde a saída da ex-presidente Dilma, e ainda pela retomada das ações que asseguram a chegada das águas no Eixo Leste”, disse Jeová.
Na avaliação do parlamentar paraibano, o ato realizado em Monteiro foi muito positivo. “Não tivemos um público tão numeroso quanto ao ato anterior que contou com a presença de Lula e de diversas caravanas, mas, já esperávamos isso, em função da desmobilização das pessoas e entidades tão fragilizadas com os cortes realizados pelo governo federal em várias áreas, mas tivemos um bom debate de ideias que nos animou bastante a continuar nesta luta pela Transposição e em defesa dos interesses do povo nordestino”, destaca Jeová.
O evento de Monteiro contou com a participação do ex-prefeito de São Paulo e ex-candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, que fez duras críticas a maneira como Bolsonaro trata o Nordeste e conduz os destinos do país, e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, além do senador Veneziano Vital (PSB) e dos deputados federais Gervásio Maia (PSB) e Damião Feliciano (PDT). Prefeitos e vereadores de vários municípios também prestigiaram o ato, além de populares.
- Ato em Monteiro reuniu pessoas da PB, PE, RN e Ceará
- Deputado Chico do PT, Antônio Fernandes e Jeová Campos
- Deputado Jeová Campos e militantes
- Deputados Chico do PT, Antônio Fernandes e Jeová Campos estarão em Brasília, no próximo dia 10
- Deputados da PB, RN e PE presentes ao ato em Monteiro
- Jeová Campos durante o ato em Monteiro
- Jeová Campos e populares no ato em Monteiro
- Os deputados da PB, PE# e RN presentes ao ato em Monteiro
Alunas do colégio GEO vencem fase estadual da Olimpíada Brasileira de Geografia e vão representar a Paraíba na etapa nacional
Três alunas do 1º Ano do Colégio GEO Tambaú são as atuais campeãs paraibanas da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG). O resultado da OBG foi publicado na última sexta-feira (30) e essa foi a primeira vez que o GEO participou de uma Olímpia de Geografia. A competição, inclusive, rendeu um total de 25 alunos medalhistas na fase estadual para o GEO em suas duas unidades (Tambaú e Sul), sendo seis medalhas de ouro, 11 de prata e oito de bronze. No pódio da Paraíba, a equipe de meninas do 1º Ano conseguiu a maior nota entre as medalhas de ouro e está, conforme informações da organização da competição, entre as 27 melhores notas do país, por isso, elas também receberam o direito de representar a Paraíba na fase nacional, que acontecerá em outubro, no campus da Unicamp, em Campinas (SP). A fase Internacional acontece em Istambul, na Turquia.
A OBG é uma olimpíada científica para estudantes das escolas públicas e particulares do Brasil, desde o 9° ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio que, divididas em equipes de três pessoas, submetem-se às provas, neste caso, elaboradas pela Unicamp. O GEO, segundo o professor de Geografia, Carlos Campos, nunca havia inscrito alunos para a competição, que também ficou desativada durante três anos em função da falta de recursos destinados à Olimpíada. “Quando eu soube que havia retornado, lancei a proposta para os alunos e começamos a trabalhar nisso”, comentou o professor, destacando que a OBG tem três etapas até a nacional, com provas online. “Na nacional, além da prova, também vai ter um desafio para as equipes, mas as meninas, embora muito novas, estão bem preparadas”, disse.
As alunas Bruna Camilly, Danielly Satyro e Letícia Marques, ficaram muito alegres com a conquista “Não esperávamos ser a melhor equipe dentre as que levaram ouro. Foi uma surpresa abrir meu e-mail naquela sexta-feira e encontrar o convite da OBG para a fase nacional”, comentou Danielly, sendo acompanhada pelas amigas Bruna e Letícia. “Ficamos impressionadas porque na nossa escola mesmo tínhamos concorrentes muito bons do 3º Ano. Tem equipe que ficou com uma diferença de apenas cinco pontos. Isso é pouco demais diante de um universo de 1.500 pontos da prova inteira”, ressaltou Letícia.
Para a etapa nacional elas não escondem o segredo da preparação. “Muita dedicação. Estudamos sempre em biblioteca, sempre em busca do que não encontramos respostas e, por isso, temos uma expectativa muito boa para a fase nacional, embora vamos concorrer com as melhores equipes do país e ainda temos que encarar o desafio que nem sabemos”, concluiu Bruna, que foi a responsável por unir o grupo.
O professor Carlos Campos afirmou que em todas as etapas, as avaliações sempre abordaram toda a Geografia: econômica, humana, física, geopolítica, rompendo com o dualismo geografia física x geografia humana que deve estar expressa nas metodologias de ensino e aprendizagem contidas na formação desses estudantes. Neste caso, a grande surpresa para todos foi realmente o destaque de uma equipe do 1º Ano. “Elas tem apenas 15 anos e estão lidando com questões que tiveram que ir atrás, lógico, sempre com o meu apoio que estou aqui para orientá-las, mas são conteúdos que, por exemplo, elas ainda não viram em sala de aula. São meninas dedicadas, interessadas e esforçadas, além de muito inteligentes. Isso me deixa muito feliz porque mostra que elas podem ir muito além do que imaginam”, avaliou Carlos Campos.
A fase nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia vai acontecer na sede da Unicamp, em Campinas, nos dias 18 19 e 20 de outubro. As provas da OBG são realizadas em quatro fases, sendo três online e uma final presencial: 1ª e 2ª fases com 20 questões objetivas cada e a 3ª fase com apenas 10 problemas de múltipla escolha. A colocação final é dada com base no número total de acertos nas três fases iniciais, sendo definidos os dois times finalistas de cada estado ( 01 escola particular e 01 escola pública) para a quarta etapa do torneio, para a qual seguem as alunas do GEO em outubro, representando a Paraíba.
- As alunas do 1º ano do Geo ficaram em primeiro lugar e vão para a fase nacional da OBG
- Danielly, Letícia e Bruna com o professor Carlos Campos, de Geografia.
Pais e filhos do GEO Tambaú vivem momentos inesquecíveis com sessão exclusiva de ‘O Pequeno Príncipe’
Pais e filhos do Colégio GEO Tambaú tiveram um encontro especial, nesta sexta-feira (30), com o enredo de um dos livros mais traduzidos no mundo: “O Pequeno Príncipe”, obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry. A história ganhou uma adaptação especial para os palcos produzida pelo Grupo VemArt, de Fortaleza, exclusiva, em Homenagem aos pais dos alunos. A iniciativa fez parte do projeto “Dia da Família II” que chegou ao seu fim agora em agosto.
Na abertura do evento, o diretor do GEO Sul, o professor Roberto de Oliveira, parabenizou a todos os pais pelo seu empenho em ser sempre o melhor e pediu que cada filho se dirigisse ao seu pai e dissesse: “Tu me tornas eternamente responsável por me amar”. Foi uma forma de introduzir e adiantar as lições que a peça iria apresentar a todos. Por último, ele apresentou o novo diretor do GEO Tambaú, Danilo Abdala, que se colocou à disposição de cada pai e mãe do GEO. “Sou educador e pai, então, conheço bem as dúvidas e angustias de vocês. Chego para agregar e conto com vocês nesta jornada”, comentou o dirigente.
O convite da sessão exclusiva de “O Pequeno Príncipe” foi direcionado aos alunos do Geozinho (Ensino Infantil e Fundamental I) e teve o objetivo de trabalhar lições relativas aos valores humanos, assim como a famosa frase da obra ‘Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas’. Antes de o grupo VemArt ganhar o palco, porém, a Coordenadora da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Railda Azevedo, agradeceu a todos pela presença e chamou as crianças para darem as boas-vindas aos seus pais com exposições de música e de teatro.
Nessas apresentações, os pequenos destacaram temas que também foram tratados na peça como a importância do carinho, da amizade, dos laços afetivos na família. A primeira foi uma encenação do Ensino Fundamental onde as crianças falaram da importância do abraço. Na ocasião, o Ensino Infantil cantou a música “Cativar”, d’O Pequeno Príncipe. Por fim, foi a vez da aluna Lílian Gabriela e a professora Michele arrancar aplausos do público ao apresentarem a música “Trevo de quatro folhas” de Ana Vitória e Tiago Iorc.
Após as exposições dos alunos, as luzes foram apagadas e a equipe VemArt entrou em cena com seu texto, figurino e cenário. Encenaram o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem salientou que a necessidade de cativar uns aos outros, mas que só se pode exigir do outro aquilo que ele pode dar.
A peça trouxe um mundo de fantasia com sua estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades exemplo disso foi a reação dos pais após o espetáculo.
Bruno Wanderley, pai de Júlia, do 1º Ano, e Davi, do Infantil III, afirmou que a escolha da peça foi extremamente acertada. “A peça é acolhedora, nos transmite uma mensagem de resgate de nossa humanidade, nos dá lições que temos que ensiná-las a nossos filhos para que eles possam ser felizes dando valor às relações, ao afeto à família”, comentou.
O pai de Caio, do 5º Ano, e de Daniel, do Infantil V, Thiago Queiroga, elogiou a iniciativa do GEO. “Foi muito bom vim aqui e ter esse momento com meus filhos. Foi muito bonito. E outros pais, como Anderson Rangel, pai João Gabriel, do 4º Ano, também compartilharam a mesma opinião. “Foi muito bacana a ação do GEO. Trouxe minha esposa, mãe também”, frisou ele.
- A aluna Lilian Gabriela e a professora Michele durante sua apresentação
- A coordenadora Railda Azevedo falou da felicidade do Geo em receber as famílias no evento
- A homenagem aconteceu no Teatro Paulo Pontes
- Aluno do Fundamental I leram um texto falando sobre a importância do abraço
- Anderson Ragel, com o filho João Gabriel, a esposa Aretusa, a sogra, sua mãe e outro filho
- Bruno Wanderley, com os filhos Julia e Davi
- Momento interação pais e filhos
- O diretor do Geo Tambaú, Danilo Abdala, se apresentou aos pais
- Os diretores do Geo Tambaú, Roberto, e Sul, Danilo
- Os filhos homenagearam os pais
- Os launos do Infatil cantaram a música ‘Cativar’
- Os pais prestigiaram a homenagem
- Professor Roberto Oliveira abriu a homenagem
- Thiago Queiroga e os filhos Caio e Daniel
Com o aumento da cota para importação do etanol dos EUA as indústrias brasileiras sofrerão um grande revés avalia presidente da Unida e Asplan
O governo brasileiro aceitou um pedido dos Estados Unidos para elevar o volume de etanol dentro de uma cota livre da cobrança de tarifa de importação. O prazo da atual cota, de 600 milhões de litros anuais, expirou no último sábado (31) e o presidente Jair Bolsonaro decidiu elevar para 750 milhões de litros por ano essa importação sem cobrança. “Com essa decisão, a indústria brasileira sofrerá novo revés”, destaca o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.
A expectativa do setor, segundo José Inácio, era de que o governo federal acabasse em definitivo com a cota ou mantivesse o acordo nos níveis atuais, fortalecendo, assim, a indústria nacional. “Mas não foi isso que aconteceu. Nós sabemos que o aumento da cota para importação de etanol sem tarifa é uma forma do governo brasileiro fortalecer a parceria Brasil-Estados Unidos aos olhos do presidente Donald Trump e também uma forma de agradecer simbolicamente às manifestações feitas pelo presidente americano em defesa da soberania brasileira quanto ao controle das queimadas na Amazônia, mas, nosso presidente não pode esquecer de que ao ampliar essa cota ele está, automaticamente, fragilizando a indústria nacional, geradora de emprego e renda no país, especialmente, no Nordeste, onde o setor sucroenergético ocupa destacado papel econômico”, afirma José Inácio.
Atualmente, os volumes de importação do etanol americano que ultrapassam o limite pagam uma tarifa de 20% – sem a cota, todos os envios do biocombustível ao Brasil passam a estar sujeitos à taxa. Em março, durante visita à Casa Branca, Bolsonaro já havia atendido a outro pleito americano na área agrícola: a liberação de uma cota de 750 mil toneladas anuais de trigo para entrada no Brasil sem tarifa. Como no caso do etanol, o benefício vale para todos os países que tenham a intenção de fornecer ao mercado brasileiro, mas os EUA são o único com condições de mercado de aproveitar imediatamente à cota.
O dirigente da Unida lembra que a cota para importação de etanol livre de tarifa foi criada pelo governo brasileiro, em 2017, como uma forma de atender a um pleito das usinas da região Norte-Nordeste. “Nosso biocombustível perdia espaço de mercado frente ao grande volume importado dos Estados Unidos. O que vai voltar a ocorrer com esse aumento do volume de importação com subsidio”, reitera José Inácio. Para ele, o livre mercado proposto pelos americanos tem que ser uma via de mão dupla. “Eles pedem para zerar as cotas da alíquota de importação de etanol e que tal se eles fizessem o mesmo com o açúcar brasileiro?”, sugere José Inácio.
Segundo divulgou a Imprensa, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já se manifestou favorável a renovação da cota, por até um ano, mas queria discutir contrapartidas com os americanos. Em conversa com o secretário do Departamento de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, a ministra pediu que Washington aceite comprar mais açúcar do Brasil, dobrando a atual cota de 150 mil toneladas anuais de açúcar destinada ao Brasil.
Para o consultor da Unida, Gregório Maranhão, a decisão do governo brasileiro significa uma derrota para a indústria nacional. “A decisão de aceitar essa renovação com a ampliação da cota, sem contra partida do aumento da cota de exportação de açúcar, é muito prejudicial para o país, especialmente, para o Nordeste”, afirma Gregório, lembrando que o Brasil já foi exportador de mais do triplo da cota atual de açúcar para o mercado preferencial Norte Americano até o início dos anos oitenta.
Gregório Maranhão lembra que a performance da produção de etanol a partir de milho, não gerando bagaço a exemplo da cana- de-açúcar, para alimentação energética do processamento industrial, de certa forma compromete o etanol resultante como combustível limpo e renovável. “Vale salientar que o processamento a partir do milho requer combustível fóssil derivado de petróleo – pneus triturados e/ou fuel oil. De qualquer forma é altamente prejudicial ao Brasil permitir o ingresso de etanol americano no nosso mercado com esse subsídio”, atesta ele.
Ainda segundo Gregório, a posição dos EUA na produção de etanol, a partir de milho, não é das melhores e o Brasil precisa ter cuidado, pois o eventual aumento na importação de etanol americano pode complicar, e muito, a situação da indústria nacional. “Se diminuirmos o mercado para absorção do etanol nacional, a única saída para nós, seria aumentar a produção de açúcar cujo preço de mercado já se encontra deprimido por excesso de oferta”, avalia o consultor da Unida.
Ele sugere como alterativa o Brasil exportar mel rico ( high test mollaces ) para o mercado americano como matéria-prima substituta ou complementar ao milho na produção de etanol. “Pelo alto teor de açúcar (75%), o mel rico entendido pela legislação brasileira, como se açúcar fosse, permite obter até 450 litros de etanol por tonelada processado, contra 300 litros a partir de melaço (mel pobre com 58% de ART). Se for viável, como já foi no passado, a ideia seria ampliar a cota de exportação de açúcar para os EUA sob a forma de Mel Rico, capturando 75% do preço do açúcar no mercado Americano”, sugere o consultor da Unida.
Segundo Gregório, a operação em larga escala seria interessante para o produtor americano e para o produtor brasileiro. “Reduziríamos a oferta de açúcar (substituído pelo mel rico) e, consequentemente, forçaríamos para cima o mercado de açúcar por redução na oferta. Tudo isso são ideias para serem analisadas e discutidas oportunamente em fórum técnico”, reitera Gregório Maranhão.
Presidente da Unida e Asplan elogia iniciativa de Bolsonaro em mudar decreto e permitir queimadas fora da Amazônia
A publicação do decreto nº 9.992, de 28 de agosto, que proibia as queimadas em todo o País durante o período da seca causou um grande rebuliço no setor canavieiro do Nordeste. Isto porque se a proibição fosse mantida, ela inviabilizaria a colheita da cana-de-açúcar em regiões produtoras do Nordeste e comprometeria seriamente a safra 2019/2020 recentemente iniciada. Mas, a sensibilidade do presidente Bolsonaro e de sua equipe de governo, o fez rever a proibição e abrir uma exceção para tal prática agrícola fora da Amazônia Legal.
“Nosso presidente mostrou, mais uma vez, que quer ver o país progredindo e publicou novo decreto, em edição extra do Diário Oficial da última sexta-feira (30), permitindo a realização de queimadas em razão de práticas agrícolas, o que nos deu um alívio muito grande, pois se a decisão tivesse sido mantida seria um caos para os produtores de cana do Nordeste”, argumenta o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.
A decisão do presidente altera a medida que havia proibido a prática de queimadas por 60 dias em todo o território nacional. O novo decreto presidencial permite a realização de queimadas em razão de práticas agrícolas, fora da Amazônia Legal, quando imprescindíveis à realização da operação de colheita, desde que previamente autorizada pelo órgão ambiental estadual, o que se enquadra as lavouras de cana-de-açúcar do Nordeste, a maior parte das quais localizadas em áreas que não permite a mecanização em função da declividade e topografia dos terrenos.
Segundo o dirigente da Unida e da Asplan, se o decreto anterior fosse mantido, isso inviabilizaria a colheita da cana em regiões produtoras do Nordeste, justamente, no início da safra atual, causando prejuízos incalculáveis a uma região onde a cultura canavieira é uma das atividades econômicas mais expressivas. “Queremos agradecer não apenas ao presidente, mas a toda sua equipe, especialmente, representados pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que tem feito um trabalho brilhante à frente da Pasta, por reavaliar essa medida que é muito oportuna para a região Amazônica, mas que não é adequada para nossa região”, destaca José Inácio, lembrando que as queimadas realizadas para o corte da cana são todas programadas, cuidadosamente realizadas, acompanhadas pelos órgãos ambientais competentes e rigorosamente controladas.
- A queimada legal em canavial tem o fogo controldo
Produtores de cana da Paraíba prestigiam missa que marca abertura da safra 2019/2020 da COAF
O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, além de dirigentes da entidade paraibana, prestigiou a missa campal, realizada nesta quarta-feira (28), em Timbaúba (PE). A cerimônia marcou o início da moagem de cana-de-açúcar da antiga Usina Cruangi que, desde 2015, é administrada pela Cooperativa do Agronegócio dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar (Coaf). “Testemunhar o sucesso desta iniciativa, muito nos alegra, pois, a COAF está fazendo história, gerando emprego e renda, valorizando o produtor e contribuindo de maneira significativa com o setor canavieiro e o mercado sucroenergético do Nordeste”, destacou José Inácio. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara e outras autoridades também estiveram presentes.
A previsão da COAF, que fabrica etanol e cachaça, para a safra 2019/2020 é processar 780 mil toneladas de cana, fabricar cerca de 60 milhões de litro de etanol, além de 10 milhões de litros de aguardente, no período de setembro deste ano a março de 2020 quando está previsto o encerramento da moagem. A COAF é formada por um grupo de 800 fornecedores de cana que assumiu a antiga Cruangi, em 2015. De lá para cá, vem crescendo ano a ano.
Segundo o presidente da COAF, Alexandre Lima, a cooperativa trabalha na atual safra com uma expectativa bem positiva, incluindo novas fontes de renda com a venda de energia elétrica. Para tanto, a direção da COAF já está trabalhando junto a ANEEL para regularizar a situação de venda de energia, além de já realizar a venda do bagaço direcionada a alimentação animal. “Temos uma boa expectativa de safra, já que o inverno foi bem distribuído e aumentou a produtividade na região de forma considerável, além disso trabalhamos com uma extra safra porque compramos 220 mil toneladas de cana, aumentando nosso contingente de matéria-prima e deveremos bater recorde de safra esse ano, com a graça de Deus e muito trabalho”, destacou Alexandre.
O presidente da Unida lembra um outro ponto importante da Cooperativa para o setor canavieiro que é a melhoria na remuneração dos fornecedores. “A COAF se destaca como a melhor pagadora do preço da cana dentre as usinas de Pernambuco. Nos dois últimos anos, pagou a maior média de ATR (taxa de açúcar da cana) e isso, naturalmente, serve de referencial para as demais indústrias”, reitera José Inácio. O ATR é um dos indicadores principais para definição do valor que as usinas pagam aos fornecedores pela cana.
Privatizar a Dataprev e Serpro é mais um desatino deste governo entreguista que não mede as consequências de afundar esse país
A Dataprev é uma empresa pública, que fornece soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação para o aprimoramento e a execução de políticas sociais do Estado brasileiro e está presente na vida do cidadão brasileiro, provendo a tecnologia necessária para os programas estratégicos e sociais do governo. Entre outros serviços, processa o pagamento mensal de cerca de 34,5 milhões de benefícios previdenciários e é responsável pela aplicação on-line que faz a liberação de seguro-desemprego e em 2018, teve um faturamento de R$ 1,2 bilhão. Já o Serpro é a maior empresa pública de tecnologia da informação do mundo e há 50 anos, moderniza o Estado brasileiro com soluções estratégicas para o país.
“Mas, apesar de tudo isso, o Governo Federal anuncia que quer privatizar essas empresas, ai eu pergunto: Como uma empresa, criada desde 1974, que detém e processa todos os dados da Previdência Social, que presta serviço a Secretaria da Fazenda Nacional, que cuida dos bancos de dados de todos os segurados do Governo Federal e tem função estratégica, vai ser privatizada. Qual o interesse de privatizar uma empresa nacional que detém tecnologia de informação como o Serpro?”, indagou o deputado Jeová Campos (PSB) em discurso na tribuna da ALPB, na manhã desta quarta-feira (28).
O parlamentar lembrou que a privatização da Dataprev e do Serpro significa entregar os bancos de dados públicos ao capital estrangeiro. Não estamos falando de uma empresa que dá prejuízo, ao contrário, no caso da Dataprev ela teve um faturamento, somente em 2018, de um bilhão e meio de reais. Um único ano de faturamento”, disse Jeová. Para ele, entregar todo esse banco de dados público ao setor privado, aos banqueiros, aos interesses que não são do povo brasileiro, é um crime. “Nós não podemos aceitar isso”, reiterou Jeová, prestando solidariedade a todos os servidores da Dataprev e do Serpro.
“É preciso que essa Casa, brevemente, possa fazer um grande debate aqui contra a privatização da Dataprev, do Serpro, do Sistema Eletrobrás, porque já imaginou pegar o Rio São Francisco e entregar ao capital privado?”, indagou ele, enfatizado que privatizar essas empresas é um crime contra o Brasil e contra a Nação. “Privatizar essas empresas é uma tremenda covardia contra o povo brasileiro é expor o banco de dados das políticas públicas brasileiras. Isso é inaceitável e precisamos reagir”, reiterou o parlamentar.
Vale salientar, lembrou Jeová, que a Dataprev é uma empresa pública federal, vinculada ao Ministério da Economia, possui personalidade jurídica de direito privado, patrimônio próprio e autonomia administrativa e financeira, portanto, frisou o deputado, ela não depende e nem recebe recursos da União. “Ai, volto a perguntar: a quem interessa a privatização de uma empresa com esse perfil, superavitária e que não dá prejuízo ao país?”, disse Jeová. Ele próprio respondeu em seguida: “Somente a um governo entreguista que não mede as consequências de afundar esse país!”
- Deputado fez duras crítucas ao governo federal
- Deputado Jeová campos criticou privatização da Dataprev e Serpro











































