Author: News Comunicação

Diretor do AZ visita Geo Tambaú e conversa com alunos sobre nova metodologia exclusiva na Paraíba de ensino/aprendizagem

Imagine uma metodologia de ensino/aprendizagem que engaja e motiva os estudantes desenvolvendo neles o gosto pelos estudos, os estimula a ter uma rotina mais eficaz de revisão de conteúdo e atividades e, consequentemente, atinge uma alta performance acadêmica. Esse método existe e foi utilizado, de maneira pioneira na Paraíba, no ano passado, com alunos das 3ª series do Ensino Médio do colégio Geo Tambaú. E foi para falar desta metodologia, que a partir de 2020 está disponível para todos os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do EM do Geo Tambaú, que o diretor do AZ, Felipe Sundin, visitou nesta quinta-feira (23) as turmas do 6º, 7º, 8º e 9º ano e conversou com alunos sobre essa nova metodologia já utilizada em outras 46 escolas no Brasil e, com exclusividade, em João Pessoa pelo colégio Geo Tambaú.

Durante sua passagem pelas salas de aula, acompanhado da coordenadora do Fundamental II, Maria dos Milagres, Felipe conversou com os alunos e buscou informações sobre as primeiras impressões do novo material que alia o livro físico (quatro volumes/ano, além do livro de Inglês e Filosofia) a uma plataforma digital de conteúdo amplo com todas as disciplinas, que disponibiliza vários recursos, entre eles, 40 mil vídeos aulas e uma infinidade de exercícios e atividades. “A proposta do AZ é tornar o estudo mais dinâmico e interessante e dar mais autonomia ao aluno que pode estabelecer com o método uma rotina mais eficaz de estudos, utilizando também uma plataforma digital com um conteúdo muito amplo de todas as disciplinas”, destaca o diretor que gostou do que ouviu dos estudantes essa manhã.

Entre outras observações positivas, os estudantes declararam que o material AZ é ‘mais fácil de estudar, é mais bonito graficamente, mais moderno, tem um conteúdo mais interessante e que ele é mais prático, completo e organizado’. “Gostei muito desse feedback inicial. É logico que os alunos estão começando a utilizar o material agora e que, portanto, essas primeiras impressões ainda são muito superficiais, mas, elas nos dão um norte positivo da receptividade deles e isso já é um pontapé inicial que nos anima”, afirma Felipe.

O diretor geral do Geo Tambaú, Danilo Abdala, que se reuniu antes do início das visitas com Felipe, lembra que todo o material AZ está em sintonia com o que preconiza a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que o método é o que há de mais moderno e atual em termos de metodologia pedagógica. “O AZ oferece uma infinidade de possibilidades de aprendizado, tem um conteúdo fantástico, ferramentas que interagem com o aluno e os estimula a gostar de estudar e, sobretudo, é uma metodologia que ressignifica tanto a prática do professor em sala de aula, quanto o aprendizado do aluno que passa a ser protagonista de seu próprio aprendizado”, reitera Danilo. Ele lembra que o conteúdo AZ pode ser acessado com login e senha pelos professores e alunos e também pelos pais ou responsáveis.

O estudante Petly do Egito, do 7º ano, não perdeu tempo e de posse de seu login e senha já acessou o conteúdo do aplicativo e até viu alguns vídeos aulas. “Eu gostei. Tem bastante coisa para ver e os vídeos não são tão longos e são bem interessantes”, disse ele. O aluno Felipe Vieira, do 8º ano, filho da professora de Matemática Viviane, disse que o material tanto ajuda alunos quanto professores. “Eu gostei bastante e minha mãe que é professora daqui também. Então ele ajuda a todos, alunos e também professores”, afirmou o aluno, que gostou de encontrar os exercícios do livro físico também na plataforma digital, com a vantagem de no aplicativo ele ter explicações sobre a metodologia de resolução dos desafios propostos nas atividades. O aluno Samuel Targino, do 6º ano, foi outro que elogiou o AZ. “O livro é muito bom e o aplicativo também é importante”, disse ela ao diretor do AZ, mostrando o livro físico com exercícios já feitos até a página 36, de forma adiantada, além da solicitação do professor.

Nesta quinta-feira à tarde, o diretor do AZ se reuniu com os coordenadores do colégio para alinhar questões técnicas e aprofundar a nova metodologia de ensino e na manhã desta sexta-feira (24) ele vai conversar com os alunos do Ensino Médio sobre quais são as impressões deles neste início de ano. “Esse material do AZ que está sendo utilizado pelo Geo Tambaú é pioneiro e a escola é a única na Paraíba que dispõe de nosso método, de forma que os alunos do Geo Tambaú estão tendo um diferencial exclusivo e uma plataforma única que alia conteúdo e tecnologia em favor do aprendizado”, finalizou Felipe Sundin, lembrando que a estudante paraibana Damirys de Fátima Maciel, aluna Geo Tambaú, que foi nota 1000 no Enem, utilizou o método AZ ano passado.

Jeová Campos acha legítima greve dos servidores da Dataprev e diz que defender o órgão é uma questão de soberania nacional

Os servidores da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) na Paraíba decidiram parar suas atividades, a partir desta quinta-feira (23), em função do desmonte da instituição previsto com o programa de desligamento voluntário que ‘maquia’ a demissão em massa proposta pelo Governo Federal. O deputado estadual Jeová Campos (PSB) acostou-se ao movimento dos servidores, que segue orientação nacional, e é contra a privatização da instituição. “O Governo não pode entregar de “mão beijada” uma tecnologia usada nos programas estratégicos e sociais do governo ao capital estrangeiro. Isso fere a nossa soberania até”. Disse o parlamentar.

“Já existe um programa de desligamento voluntário imposto aos servidores em todo o país. Isso tudo para sucatear e privatizar a Dataprev, que processa o pagamento mensal de cerca de 35 milhões de benefícios previdenciários. A instituição possui bens indisponíveis e indispensáveis ao país que é o cadastro de todo o seu povo. Entregar esses dados nas mãos de empresas privadas, para fazer o que bem entenderem, é um crime contra o Brasil”, disse o parlamentar. Jeová, inclusive, no início de janeiro ingressou com duas representações, uma delas endereçada ao Procurador Chefe da República na Paraíba e outra, ao Procurador Chefe do Trabalho, para que os órgãos intervenham judicialmente para impedir o processo de privatização da Dataprev.

Na Paraíba, existem 200 servidores públicos federais na Dataprev e eles seguem uma orientação nacional pela greve, bem como denunciam o fechamento de 20 unidades do órgão em todo o país. A Dataprev fornece soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação e responde pela gestão de dados da Previdência, do INSS e outros programas que são desenvolvidos para a execução de políticas sociais do Estado Brasileiro. “A greve é legítima e oportuna. Não vamos entregar tudo isso facilmente. É uma questão de soberania nacional”, concluiu Jeová, se acostando ao movimento paredista dos profissionais da Dataprev.

IFPB, prefeituras e Asplan se unem em projeto para revitalização de APPs da Bacia do Rio Gramame

A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) está empenhada na revitalização das Áreas de Preservação Permanente (APPs), Matas Ciliares e nascentes da Bacia do Rio Gramame. Nesta terça-feira (21) um grupo de trabalho formado pela direção do campus de Pedras de Fogo do Instituto Federal da Paraíba – IFPB, pelas prefeituras de Pedras de Fogo e de Juripiranga, Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Seman-JP) e Asplan, reuniu-se no IFPB de Pedras de Fogo para tratar de parcerias que visem à preservação do Meio Ambiente e à Educação Ambiental de todo o Litoral Sul da Paraíba, região de grande influência da cultura da cana-de-açúcar. A Asplan agora é parceira do IFPB em um projeto piloto de recuperação das APPs na Bacia do Rio Gramame e fomentará ações para condução da produção de compostagem e plantio de mudas nativas nas propriedades de fornecedores de cana ligados à Associação. O único desafio agora é recuperar as áreas invadidas, que são o ponto de tensão e também de partida de todo o projeto.

Segundo o Diretor Técnico da Asplan, Neto Siqueira, o projeto uniu o útil ao agradável porque os fornecedores de cana precisavam fazer essa revitalização, mas também queriam orientação e aval técnico de um órgão federal, a exemplo do IFPB. “Em 2020 esse será um dos pilares da Asplan, que é a educação ambiental e a revitalização dessas áreas. Vislumbramos, na reunião, essa restauração através dessa parceria que também inclui prefeituras que precisam dar um destino ao seu lixo orgânico e estão focadas na coleta seletiva e na produção de compostagem de grande qualidade para ser utilizada no plantio das mudas nas APPs”, comentou Neto.

As localidades da Bacia do Rio Gramame que serão revitalizadas foram apontadas em um estudo da Universidade Federal da Paraíba – UFPB no final do ano de 2018. A pesquisa foi encomendada pela Cagepa e Asplan e outras entidades que foram alertadas pelo Ministério Público Federal – MPF. “Fomos movidos por uma ação do MPF. Na época ficamos surpresos e propomos um estudo que foi feito pela UFPB. O MPF apontava os produtores de cana e as indústrias da região como os principais poluidores do Rio. No entanto, o diagnóstico da UFPB mostrou que não há resíduos de agrotóxicos nas águas e nem nas margens ou nascentes. O que retirou o peso da responsabilidade da poluição dos produtores de cana e colocou nas indústrias, visto que havia metais pesados presentes do Rio”, explicou o diretor técnico da Asplan.

Ainda assim, os produtores fornecedores de cana ligados à Asplan vão fazer a recomposição de suas APP’s, áreas destruídas, na realidade, por invasores de terras que se fixaram nas localidades e hoje produzem macaxeira, batata, e outras culturas de subsistência. “Temos um problema sério que são as invasões. E temos muitas. Só em uma fazenda tem 18 invasões. Eles, os invasores, entendem que área de APP não é de proprietário, é de governo, e invadem e destroem”, explicou o diretor técnico da Asplan, Neto Siqueira, salientando que no projeto que o IFPB está formulando, o primeiro ponto a ser revitalizado serão as áreas que ainda não foram invadidas.

“Vamos reflorestar, repovoando com a ajuda dos órgãos, que vão nos mostrar qual é a vegetação certa, do clima certo e, depois, quando a Justiça se pronunciar a respeito das áreas invadidas, também faremos a revitalização dessas áreas após elas sejam desocupadas.

O projeto: compostagem, mudas, plantio, recomposição

O projeto de revitalização das APPs da Bacia do Rio Gramame consiste no plantio de mudas nativas conforme o atual Código Florestal. Para isso, o IFPB aglutinou interesses e reuniu prefeituras também da região no projeto. Elas entrarão fornecendo o lixo orgânico para a produção de compostagem a ser usada nas APPs e o IFPB com o projeto e os estudantes que fabricarão esse adubo orgânico. “Vamos pegar o resíduo orgânico da poda, do resto de feira, etc, para fazer a compostagem que será usada para resgate de APP, mata ciliar. E já temos o projeto ‘Seu resíduo me alimenta’, que trabalha com a produção de adubo orgânico e a educação ambiental”, explicou o Diretor Geral do campus do IFPB de Pedras de Fogo, Frederico Campos.

Além das prefeituras, também foi convidada a participar a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Seman-JP), que fornecerá as primeiras mudas para o projeto. Essas mudas, por essa vez, serão cultivadas no Parque Ecológico Silvio Milanez, localizado na cidade de Pedras de Fogo. “Lá os estudantes bolsistas conduzirão a compostagem e o cultivo das mudas que serão plantadas nas APPs”, salientou o diretor do IFPB de Pedras de Fogo, Frederico Campos.

O secretário da Seman, Anderson Fontes, destacou durante a reunião que o Parque será um instrumento importante para a conscientização da importância do lixo entre as pessoas da cidade. “O parque se torna aproveitável porque a realidade é que não se tem onde comprar adubo orgânico, bem como o próprio lixo orgânico para a produção da compostagem. Mas, quando se acha o caminho a própria população produz para você, bem como as associações”, disse Anderson.

O prefeito de Juripiranga, Paulo Dália, ressaltou que a situação das pequenas cidades e de seus lixos é premente e que o projeto é uma solução que deve ser duradoura. “O MPF pressiona e o que precisa ser feito é criar uma área piloto em que se faça tudo o que deve ser feito. Temos uma série de mudas e podemos produzir sua própria compostagem. A ideia é incentivar o comercio de resíduos e depois vamos montar uma unidade de triagem para talvez instalar uma fábrica de adubo orgânico”, contou o prefeito. Ele adiantou que para uma boa condução do projeto, porém, é preciso capacitar pessoal. “A educação é fundamental para saber o que se fazer com esse resíduo, capacitando para trabalhar”, frisou Paulo.

A preocupação com a educação ambiental e a capacitação também é preocupação do prefeito de Pedras de Fogo, Dedé Romão. “A gente está com essa preocupação da importância da separação do lixo. Estamos fazendo um trabalho pesado de conscientização. É um desafio, mas a prefeitura tem feito tudo que está ao seu alcance. Distribuímos baldes na feira, damos EPI. Queremos um projeto que dure. Não adianta a gente pensar num projeto que ele dure apenas alguns meses”, disse ele, agradecendo a parceria da Asplan. “Fico feliz com a presença dos produtores de cana para buscar saídas para ter soluções que aprimorem essa problemática do lixo e, além disso, ajudar a recuperar o meio ambiente”, disse Dedé, que foi à reunião acompanhado da coordenadora de Educação Ambiental de Pedras de Fogo, Josineide Macedo.

Agora, o próximo passo é em direção a selecionar o pessoal capacitado para atuar na compostagem no Parque Ecológico de Pedras de Fogo. O projeto ‘Seu resíduo me alimenta’, de estudantes do IFPB é o carro-chefe da captação dos resíduos para a compostagem. A Semam de João Pessoa fornecerá as primeiras mudas e os produtores de cana, através da Asplan, mostraram interesse em adquirir o restante da compostagem que não for utilizada na adubação das mudas que irão para as APPs.

GEO Tambaú recebeu novatos e veteranos no retorno às aulas com atividades diferenciadas

às aulas com atividades diferenciadas

Integrar os alunos novatos, acolher os veteranos e ter a certeza de que todos tenham um primeiro dia de aula agradável e cheio de expectativas positivas. Esse é o grande desafio de toda escola no início de um novo ano letivo e o GEO Tambaú deu uma atenção especial a esse momento. Nesta terça-feira (21) foi o dia em que todos os alunos, da Educação Infantil à 2ª Série do Ensino Médio, iniciaram sua jornada 2020 e o clima foi de total acolhimento. Em cada turma, uma atividade diferente, uma dinâmica, apresentação de equipe pedagógica e de professores, aquela palavra amiga de coordenação e direção da escola sobre os novos desafios e objetivos a serem alcançados ao longo do ano letivo.

Na turminha do 5º Ano do Fundamental, por exemplo, os alunos experimentaram uma dinâmica integradora em que, divididos em grupos de meninos contra meninas, eles tiveram o desafio de juntos – cada um conduzindo um cordão, colocar uma caneta dentro de uma garrafa. Alunos novatos e veteranos unidos por um objetivo comum. A alegria e o aprendizado sobre a importância do trabalho coletivo e em grupo marcaram o dia dos pequenos.

Os 6º anos, que acabam de passar pela transição de Fundamental – Anos iniciais para Fundamental – Anos finais, foram recepcionados pela coordenadora Milagres Saldanha, que conversou com os alunos sobre essa nova etapa da vida e apresentou a equipe de apoio do Fundamental II. Na oportunidade, os estudantes também receberam um brinde de boas-vindas (um marca livro e um chocolate) com os dizeres: “Bem-vindo (a)! Sem o esforço da busca é impossível a alegria do encontro!”.

Já os alunos dos 7º anos ficaram entretidos no auditório do GEO criando um aplicativo no celular durante uma aula especial com os professores de Matemática. As turmas do Infantil também tiveram dinâmicas e outras saíram para conhecer o ambiente escolar nos seus mais variados detalhes.

Ao final da manhã, as 1ª e 2ª Séries do Ensino Médio (que iniciaram suas aulas nesta terça-feira, diferente das 3ª Séries que já estão tendo aula desde a semana passada), foram recebidas no auditório pelo coordenador André Luiz. Na ocasião, ele deu as boas-vindas aos novatos e veteranos e falou sobre alguns projetos do GEO que podem dar apoio para os alunos em seus estudos. André também falou dos resultados e o último ENEM, em especial sobre a aluna GEO nota 1.000 na redação. “Ela conseguiu 200 pontos, ou seja, nota máxima, nos 5 quesitos exigidos pela banca e vamos trabalhar tudo isso com vocês”, garantiu o coordenador.

Para encerrar o diretor do GEO Tambaú, Danilo Abdala, também deixou suas palavras de acolhimento do novo Ensino Médio. Além de apresentar os conteúdos e projetos pedagógicos que serão trabalhados durante o ano letivo, o diretor também lembrou que as turmas terão á disposição o melhor material didático do país. “O material AZ é excelente e vocês estão muito bem assistidos com essa equipe de professores que o GEO tem e, não à toa, temos uma aluna nota máxima na redação. Isso nada mais do que o arcabouço que ela formou e, lógico, a técnica que ele desenvolveu, para vencer esse desafio. Então, vamos juntos”, afirmou o diretor, confiante no planejamento feito e na retomada do calendário escolar e no potencial da escola de fazer diferente em relação ao crescimento dos seus alunos.

Damirys de Fatima Machado Maciel, aluna do GEO Tambaú teve nota 1000 na Redação do Enem

Segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas – INEP, a estudante paraibana Damirys de Fatima Machado Maciel, 16 anos, aluna do GEO Tambaú, obteve nota máxima na redação da edição 2019, do Exame Nacional do ensino Médio (ENEM). “A avaliação com nota 1000 da nossa aluna respalda o nosso papel enquanto escola e nos deixa muito felizes”, destaca o diretor geral do GEO Tambaú, Danilo Abdala.

Damirys ficou surpresa com a colocação. Mas, as notas que a aluna sempre obteve no GEO, onde estuda desde a 1ª série do Ensino Médio, já eram um prenúncio de que ela se sairia muito bem em qualquer avaliação. Ela foi 1º lugar no 1º, 2º, 3º e 4º bimestres do prêmio Chaplin quando cursou a 1ª Série do EM, em 2017, e repetiu as avaliações no ano seguinte, quando cursou a 2ª Série. O Chaplin é um programa de avaliação e reconhecimento do Colégio GEO que premia alunos com alta performance de notas com bolsas de estudo.

Com um tema muito específico – “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” – Damirys conseguiu obter a nota máxima na redação defendendo o acesso a sétima arte como essencial para o crescimento das pessoas e uma ação muito importante para a sociedade contemporânea. “Eu gosto de estudar e acho importante ter foco nos estudos e desta forma os resultados chegam naturalmente. O método AZ de estudos do GEO e outros recursos disponibilizados pelo colégio também fez muita diferença nessa conquista”, afirma Damirys que pretende cursar Jornalismo.

Para o diretor do GEO Tambaú, Danilo Abdala, ter uma aluna nota 1000 e tantos outros alunos com performances tão boas no Enem e em outros concursos só atesta a excelência e diferenciais do GEO neste processo de aprendizado. “Lógico que o esforço individual conta muito numa situação desta como o Enem, mas, se o estudante tem um aporte como o que damos aqui no GEO as conquistas ficam, com certeza, até mais fáceis”, afirma o diretor parabenizando a aluna Damyres e os demais estudantes da escola pelos excelentes resultados.

Jeová acredita que a implantação do Juiz de Garantia pode impulsionar a reformulação do Direito Processual Penal

No final de 2019 o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei 13.964/19, originária do PL do pacote anticrime, que torna a legislação penal e processual penal mais rigorosos, obrigando os tribunais a implantar juízes de garantia. Mesmo suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado estadual Jeová Campos (PSB) coloca-se a favor do debate sobre a necessidade de juízes de garantia. Para ele, o Direito Processual Penal precisa ser reformulado, mas sem vieses politico, econômico ou partidário.

“O Brasil hoje faz um bom debate sobre os juízes de garantia e precisa formar seu sistema penal, processual penal e, mais ainda, precisamos encontrar o Direto como próprio direito. Não é possível que o Direito seja instrumentalizado a serviço da economia, da política ou dos partidos políticos, o que é mais grave ainda. É preciso que o Direito seja a ciência que rege o comportamento e a estrutura do Estado, que estabeleça o ser e o não ser, o dever ser e aquilo que é libertário. O Direito não pode estar aprisionado”, comentou o deputado.

Mais adiante, Jeová explica que no Brasil se implantou um Direto instrumentalizado à serviço de uma ideia. “Hoje, o Direito está servindo à política, ao combate à corrupção e isso está quebrando empresas. Está aí a Odebrecht, 240 mil empregados e 180 mil já foram demitidos. Não se preserva a empresa. Ao invés de punir quem faz o delito, infelizmente está quebrando quem gera emprego”, ressaltou o parlamentar.

Jeová concluiu dizendo que tem esperanças de que o Juiz de Garantia traga a efetivação da Justiça. “Espero que o Juiz da Garantia possa fazer uma reformulação do nosso Direito Processual Penal. Tenho muita esperança de que o sistema processual penal se reformule. Estamos ainda na herança ainda da Era Vargas. É preciso que institutos novos sejam construídos a partir da constituição democrática de direito”, afirmou o deputado.

Vale lembrar que o Juiz de Garantia é uma distinção entre os magistrados que atuam na fase inicial dos processos e os que decidem no final. Ele atuará na etapa pré-processual, por exemplo, de uma fase de investigação da Polícia Federal. Ele avaliará o cabimento ou não de medidas cautelares – uma busca e apreensão, bloqueio de bens, quebra de sigilo telefônico, etc.

Jeová parabeniza FAFIC pelos seus 50 anos de existência

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) se pronunciou neste último sábado (18) parabenizando os 50 anos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras- FAFIC. Em suas redes sociais, o parlamentar lembrou da participação de diversas personalidades que trabalharam para a implantação da faculdade e da própria Universidade Federal em Cajazeiras e fizeram da cidade uma referência em Educação.

“Uma historia que merece ser escrita em livros, mas tem que ser escrita na memória da população de cajazeiras, do povo do sertão e da Paraíba. Dom Zacarias Moura, e sem dúvida o grande reitor, o grande reitor de todo esse projeto, o nosso Monsenhor Luís Gualberto de Andrade”, disse Jeová.

Para ele o nome do Padre Gualberto está intimamente ligado à educação em Cajazeiras. “Não é possível falar de universidade federal em Cajazeiras se não fosse a intervenção de nosso monsenhor Luís Gualberto de Andrade. É em nome dele que eu quero saudar a todos, em especial à direção da diocese, hoje representada pelo nosso Dom Francisco Sales, mas tantos outros que tiveram capacidade como Dom Zacarias, Dom Matias, Padre Raimundo, Padre Antônio, mas quantos padres não se dedicaram para que a FAFIC fosse o núcleo do pensamento educacional, da construção de uma Cajazeiras, de uma região movida pelo saber?”, explicou o parlamentar.

Jeová finalizou seu vídeo citando o fundador da cidade, o padre Inácio de Souza Rolim e sua paixão pela educação, que o motivou a construir o primeiro colégio nos sertões paraibanos. “Padre Inácio Rolim vive. Vive e se faz presente com essa grande obra que é a FAFIC. Inspirada em toda sua capacidade de pensar a ciência, a filosofia e as letras”, concluiu.

Asplan participará de reunião que tratará na revitalização das matas ciliares dos rios Gramame e Abiaí degradadas por invasores

A qualidade das águas das bacias hidrográficas dos rios Gramame e Abiaí, no Litoral Sul da Paraíba tem sido objeto de preocupação de diversos órgãos e comunidade científica no estado há mais de 30 anos. Um estudo realizado em janeiro de 2017, por exemplo, revisou as pesquisas anteriores e estabeleceu, que até 2020, “as prioridades para o período serão iniciativas para frear a crise hídrica”. A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba – Asplan participou de um grupo que custeou as pesquisas junto a órgãos e empresas como Cagepa Coteminas e Giasa que identificou características dos recursos hídricos e das matas ciliares dos rios Gramame e Abiaí e nesta terça-feira (21), na sede do Instituto Federal da Paraíba – IFPB, em João Pessoa, acontecerá uma reunião para debater encaminhamentos e ações para revitalização desses espaços.

Esse estudo, feito por uma equipe de profissionais mestres e doutores das áreas de química, ciências biológicas e geografia da Universidade Federal da Paraíba- UFPB, com a colaboração de outros de profissionais técnicos da SUDEMA, concluiu que os rios vêm recebendo efluentes de diversas atividades industriais e até mesmo esgoto sanitário, sem qualquer tipo de tratamento e isentou os produtores de serem causadores de poluição na área. Além disso, o estudo identificou o uso incorreto do solo às margens dos rios, sendo feito por pessoas que ocuparam indevidamente as áreas e degredaram as principais Áreas de Preservação Permanente (APPs) que agora precisam de restauração.

Antes, acreditava-se que, em função de a área onde se localiza a Bacia do Rio Gramame-Mamuaba ter grande predomínio da cultura da cana-de-açúcar, que seriam os produtores de cana um dos responsáveis pelas atividades mal conduzidas que envolvem ocupação e uso do solo e que levaram a um processo de remobilização e contaminação do sedimento/solo próximo aos rios. No entanto, foi observado que as margens ou as APPs foram invadidas por outras pessoas que degradaram a floresta ciliar que protege as margens dos referidos rios. A reunião desta terça-feira é justamente para tratar da retirada dessas pessoas e do início da reposição ciliar.

“É preciso que comecemos logo esse processo de recomposição, mas, para tanto, é preciso que antes as áreas sejam desocupadas”, comentou o presidente da Asplan, José Inácio, preocupado com a resolução do problema, tendo em vista que as metas foram colocadas para serem cumpridas até o ano de 2020. “Já foi feito o estudo, observou-se que o produtor de cana não é responsável diretamente pela poluição e lixiviação dos rios, mas sim grupos de ocupantes ilegais que se estabeleceram nos locais. Mesmo assim, com a retirada dessas pessoas, os donos das propriedades farão o reflorestamento ciliar de das margens”, explicou José Inácio.

Vale dizer que a área de drenagem da bacia do Gramame é de aproximadamente 589,1 km e o seu principal curso de água é o rio Gramame, com extensão aproximada de 54 km, tendo seus principais afluentes os rios Mumbaba e Mamuaba. Também localizada no litoral sul do estado da Paraíba, a bacia hidrográfica do rio Abiaí possui uma área de drenagem de aproximadamente 449,5 km2, e limita-se a Norte com a bacia do rio Gramame, a Sul e Oeste com o estado de Pernambuco e a Leste com o Oceano Atlântico. O rio Abiaí, principal curso da bacia, possui uma extensão de 28km.

Dentre os apontamentos do estudo, dividido em três partes: Ocupação do Solo – caracterização física e química da água e do sedimento; Fitoplanton do reservatório com ênfase nas cianobactérias; e Estudo do Uso e Ocupação do Solo. O estudo destacou que o prejuízo que a contaminação do rio causou às comunidades ribeirinhas é incomensurável e que precisa de ação reparadora urgente. A grande quantidade de material orgânico lançado através dos efluentes tem sido motivo também de desoxigenação das águas, tornando o ambiente impróprio para a vida aquática. Além disso, as indústrias ali instaladas ainda continuam a despejar seus metais, especialmente Ferro e Alumínio nos rios.

Em resumo as não conformidades dizem respeito, principalmente, ao Oxigênio Dissolvido e concentrações de alguns metais como Alumínio, Ferro, Cobre, Manganês e Chumbo. Além destes parâmetros, há que citar a Turbidez e Coliformes Fecais encontrados nas águas. Este último causado pela ocupação urbana com geração de esgoto doméstico.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, os dados obtidos sobre a qualidade química das águas são suficientes para auxiliar os órgãos competentes na reavaliação do atual quadro. “A Asplan e os produtores de cana em geral sempre estiveram à disposição dos órgãos para tratar da questão que não é simples, até devido á grande ocupação urbana e industrial da região”, destacou o dirigente, confiante que a reunião determinará as próximas ações do grupo de trabalho.

Alunos novatos do GEO foram recebidos nesta segunda-feira na quadra da escola para apresentação da escola e equipe

Uma recepção calorosa para o início do ano letivo de 2020. Foi dessa forma que os alunos novatos do GEO Sul do 6º ano até a 2ª Série do Ensino Médio foram recepcionados na manhã desta segunda-feira (20). Os novos alunos receberam as boas-vindas na quadra da escola e também foram apresentados a todos os professores, coordenadores e supervisores que os acompanharão durante o ano. Nesta segunda-feira também foram iniciadas as aulas de toda a Educação Infantil e também do Ensino Fundamental – anos iniciais. Na terça-feira (21) retornam os alunos veteranos do 6º ano do Fundamental à 2ª Série do Ensino Médio. No Geo Tambaú todos voltam às aulas amanhã.

Logo que chegaram à escola, os alunos do Fundamental – anos finais sentaram-se nas cadeiras colocadas na quadra para que recebessem as palavras do diretor do GEO Sul, Roberto de Oliveira, “Quero aqui dar as boas-vindas a todos vocês e dizer que esse será o melhor ano letivo de suas vidas”, disse ele, passando o microfone a cada um dos professores que se apresentaram e falaram da disciplina que ministrarão em 2020. Regras como horários de entrada e saída, portões a serem utilizados por pais e alunos e detalhes do regimento interno da escola também foram repassados aos novos alunos.

Em seguida todos os alunos foram encaminhados para suas salas. Mas, não sem antes passarem em um corredor de professores que vibraram com a passagem dos estudantes. No primeiro dia de aula todos os novatos dos 6º, 7º anos até a 2ª Série do EM ficaram juntos para se conhecerem melhor. Entre uma aula e outra, professores também se uniram para trabalhar algumas dinâmicas com os novatos. Uma delas foi com o 8º ano na quadra do GEO, onde, cada aluno posicionado em fileiras, avançou e falou seu nome.

Para o professor Roberto, esse ano de 2020 será realmente diferente, tendo em vista os treinamentos pelos quais os professores passaram durante o planejamento pedagógico e também em função do foco da escola para este novo ano letivo. “Esse será o ano das melhores entregas. Entrega pedagógica total. Nos treinamentos que tivemos deixamos claro que nosso foco era no processo de aprendizagem do nosso aluno e também de entrega. Esse é o nosso norte em 2020: melhores entregas”, explicou o diretor do GEO.

Aneel suspende recadastramento para manter descontos na energia elétrica para irrigação e produtor pode respirar mais tranquilo

Uma boa notícia para o produtor rural veio essa semana, de Brasília. Isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) atendeu a uma demanda da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e manteve os descontos nas tarifas de energia elétrica para irrigação e aquicultura no período de 21h às 6h. Em novembro ultimo, a Aneel havia emitido uma recomendação às concessionárias de energia elétrica para que aplicassem prazo diferenciado de recadastramento dos produtores rurais para a obtenção de benefícios tarifários. Agora, a agência suspendeu o processo de recadastramento tendo em vista que prejudicava a produção irrigada e a aquicultura do país, já com seus custos altos.

Na Paraíba, segundo a Energisa, em 2019, haviam sido convocados 53 mil clientes, de 71 cidades do sertão do estado, dentre elas, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Patos, Pombal, Princesa Isabel, Sousa, Teixeira, Queimadas e Massaranduba para que procurassem uma agência de atendimento para realizarem seu recadastramento. O prazo foi até o dia 20 de novembro de 2019, tendo, a Aneel, emitido recomendação para que se ampliasse o prazo no mês de novembro e, agora em 2020, decidiu pela suspensão da obrigação de recadastramento para obtenção do benefício.

Para o presidente da Associação dos Produtores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, essa foi a decisão mais acertada que a Aneel poderia ter tomado porque muitos produtores seriam penalizados com seus benefícios suspensos até que ele fosse renovado com o recadastramento. “Caso o consumidor não atendesse à convocação para a atualização de seu cadastro durante o prazo, ele não teria direito de atualizar os dados posteriormente e perdia o benefício. Então, o produtor agora pode fazer isso espontaneamente, sem angustia, apresentando sua documentação como o licenciamento ambiental e a outorga do direito de uso de recursos hídricos”, disse o dirigente da Asplan.