Author: News Comunicação

Complexo de Patos realiza testagem rápida para Covid-19 de todos os seus profissionais

Todos os profissionais que atuam no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, exceto os que já positivaram para o Covid-19, deverão se submeter ao teste rápido que detecta os níveis de IgG e IgM. A testagem em massa de profissionais da unidade começou nesta quarta-feira (01) e deve se estender até o próximo dia 17, quando todos os 799 profissionais do Complexo tiverem feito o teste.

Os exames estão sendo realizado pelo Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica e é direcionado para as equipes diurnas e noturnas, obedecendo um calendário setorial, a fim de evitar aglomerações e filas no procedimento. Neste primeiro dia de aplicação dos testes foram convocados a comparecer os profissionais que atuam no setor de compras, cozinha, higienização, manutenção, classificação de risco, área verde e os médicos plantonistas do dia.

A diretora geral da unidade, Liliane Sena, explica que o objetivo da testagem em massa é identificar novos focos de transmissão da Covid-19 entre os trabalhadores e assim assegurar uma melhor assistência preventiva para os profissionais do Complexo e ainda mais segurança para a população assistida. Ela reitera que a testagem rápida é direcionada para àqueles que não positivaram para o Covid. “Fizemos um agendamento por setor de maneira a evitar aglomeração e longa espera e será feito de acordo com quem está de plantão no momento para que o profissional não precise sair de casa para fazer o teste. Devido a quantidade de profissionais que temos, a previsão é que a gente leve de 10 a 15 dias para testar todos, incluindo os efetivos que só vêm ao hospital uma vez na semana”, afirma Liliane.

O teste em massa não será rotina na unidade. “É importante salientar que seguimos orientação da Secretaria de Saúde, realizado a testagem em massa em um único momento. Depois, ficaremos testando apenas os sintomáticos respiratórios como já vínhamos fazendo”, destaca Liliane. Os exames estão sendo realizados no local onde funcionava o antigo Guarda volume da unidade, durante o dia, das 14h às 19h, e com a equipe noturna, das 19h às 23h. Psicólogos, Assistentes Sociais, Farmacêuticos, Nutricionistas, Fisioterapeutas e Técnicos de Imobilização serão testados nos dias de plantão, enquanto que os profissionais do setor Covid farão o teste no próprio setor de isolamento, junto ao serviço de epidemiologia.

Complexo Regional de Patos registra aumento nos atendimentos de vítimas de acidentes em junho

Obalanço de atividades do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) relativo ao período do dia 1 a 30 de junho, no que diz respeito aos serviços de urgência e emergência de vítimas de acidentes de trânsito registrou sensível aumento nos atendimentos em relação ao mês de maio. Foram 200 atendimentos em junho contra 174 ocorrências em maio.

Dos 200 atendimentos de registros de acidentes em junho, 172 foram de vítimas que se envolveram em acidentes com motos. Os acidentes com bicicleta registraram 15 ocorrências, ficando em segundo lugar em atendimentos, seguido de acidentes de automóvel, com nove casos e ainda houve quatro atropelamentos. No mês de junho, não teve registro de atendimento de acidente com veículo de tração animal.

Os dados referentes a atendimentos com vítimas de violência em junho totalizaram 24 casos, sendo 11 por ferimentos causados por arma branca, nove ocorrências de agressão física e quatro pessoas feridas por armas de fogo.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca que o aumento, embora sensível, nos atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito, já mostra os reflexos do relaxamento das medidas de isolamento. “A diminuição da circulação de pessoas nas ruas e também nas estradas, de fato, teve destacada interferência nos dados de maio, e da mesma forma, a flexibilização já reflete nos dados de nossa porta de entrada, com um aumento de 26 casos de um mês para o outro de vítimas de acidentes de trânsito”, afirma a diretora.

Hospitais privados poderão atender usuários que estejam com suspeita ou com diagnóstico de Covid-19 mesmo no tempo de carência dos planos

Graças a uma iniciativa do deputado estadual Jeová Campos os usuários de planos de saúde na Paraíba não mais precisarão se preocupar com o período de cumprimento de carência de seus contratos em relação a atendimentos quando houver suspeita ou comprovação de contágio do Covid-19. Aprovado pelos deputados no último dia 03 de junho, durante sessão remota da ALPB, o Projeto de Lei 1.658/2020 que proíbe a recusa de atendimento ou prestação de serviços, por parte das operadoras de planos de saúde, durante a vigência de carência contratual, aos usuários que estejam com suspeita ou com diagnóstico positivo de contaminação por COVID-19, foi promulgada pelo presidente da ALPB, Adriano Galdino e agora é a Lei 11.716-2020. A publicação está na edição do Diário Oficial desta quarta-feira (01).

“Estou muito feliz de poder dar minha contribuição no sentido de facilitar a vida das pessoas neste momento tão delicado e conturbado que estamos passando. E o objetivo deste PL foi justamente esse”, destacou o parlamentar tão logo tomou conhecimento da promulgação da matéria. Jeová explica que embora seja matéria da competência legislativa concorrente da União e dos Estados, diante da excepcionalíssima situação de pandemia, a recusa das operadoras de planos de saúde em atender seus consumidores/usuários contaminados ou com suspeita de COVID-19, dentro dos limites dos serviços contratados, mesmo no período de carência, é mais que oportuna e necessária.

O deputado que é também advogado salienta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já entendeu pela constitucionalidade de lei estadual que determinava obrigações às operadoras de saúde, afastando assim a ideia de que seja uma relação contratual que deva ser regulada, exclusivamente, pela União. Jeová lembra ainda que a proposta diz respeito apenas aos serviços relacionados com o quadro de saúde apresentado em razão da contaminação pelo coronavírus. “Neste momento de calamidade pública, a rapidez no atendimento será fundamental para salvarmos vidas e considerando que estamos em uma situação extraordinária, é razoável que as cláusulas contratuais dos planos de saúde sejam flexibilizadas com o objetivo de garantir o atendimento para esses pacientes”, justifica ele lembrando, no entanto, que a referida Lei se reporta apenas a casos suspeitos ou confirmados de Covid-19.

Para Jeová, é mais que necessário que tais empresas, dada a situação que o país está enfrentando, não deixem de atender pessoas contaminadas pelo vírus e aquelas que possuem condições clínicas, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, que as tornam consideradas como casos suspeitos ou prováveis de contágio pelo COVID. O Plano que descumprir a Lei pagará multa de 100 (cem) UFR-PB. A Lei também determina que o valor da multa deverá ser destinado ao Fundo Estadual de Saúde.

Bem-vindo ao novo normal

Com o comércio retomando lentamente a sua atividade, me pus a pensar que tipo de consumidor as marcas e negócios estão reencontrando. Que mundo é e será esse, com profusão de máscaras, álcool-gel, cancelas especiais, tapetes sanitizantes, câmeras com infravermelho, distanciamento seguro entre os clientes e olhares enviesados para quem espirra de forma exagerada.
Acima de tudo, qual mentalidade adotou “novo consumidor” ou “o consumidor do Novo Normal”.
Por sua combinação poderosa de receios, a pandemia do novo coronavírus se mostra diferente de todas as crises anteriores. Ela nos amedronta pela fraqueza da nossa saúde pública, pela transmissibilidade do vírus, pela roleta russa que ele nos impõe, pela imprevisibilidade do tempo que a pandemia irá durar, pelo medo de não pagarmos as contas, de vermos nossos negócios morrerem e por imaginarmos como será a próxima.
Essas profundas mudanças de valores e mentalidades redefiniram hábitos e influenciaram comportamentos.

Se ficou claro que estamos em barcos diferentes, apesar de navegarmos na mesma tempestade, e é nítido que há gente que nem barco tem, cooperar, se adaptar, inovar e se reinventar são premissas básicas para não sucumbir.

Enquanto algumas marcas fazem o óbvio exercício de se questionar em como podem gerar valor para este novo consumidor, outras ainda pensam e agem em padrões pré-pandêmicos — e essa atitude cobrará seu preço.

10 mudanças

Impactado por mais de 90 dias em confinamento, convivendo com a infoxicação (escrevi sobre nesta mesma coluna, semanas atrás) e tendo as emoções massacradas pela rotina diária absolutamente modificada, o consumidor do Novo Normal já consome de maneira diferenciada produtos, serviços, notícias, conteúdos e pessoas.
Está mais criterioso, cuidadoso, digital, coerente, questionador, econômico, voltado para a família e menos tolerante a cold calls e ao “consumir por consumir”.

Em estudo recente, a McKinsey & Company listou as 10 mudanças de comportamento de consumo esperadas para o Novo normal. São elas:

1. O digital será onipresente

2. O consumo será repensado

3. A fidelidade e a infidelidade caminharão juntas

4. O consumo será mais seguro

5. Qualidade de vida é o que interessa

6. O Novo Normal será caseiro

7. E mais confortável também

8. Sustentabilidade será critério determinante

9. Propósito importa, sim

10. Metrópoles estão menos valorizadas

Segundo a McKinsey, “empresas resilientes” se sustentam em três 3Rs, simultaneamente, para não ceder à crise:
Retornar: quando elas gerenciam o período de crise e endereçam oportunidades para uma retomada mais saudável e rentável.

Reimaginar: como será o Novo Normal.

As mudanças de comportamento vieram para ficar e marcas e negócios precisam ter clareza de suas promessas e propostas de valor.

Quem aspira seduzir e reter o “novo consumidor” terá de prestar contas de suas atitudes e valores.

“Entender para atender”, definitivamente, deu lugar ao “acolher para atender”.

Why You Shouldn’t Mix Ibuprofen And Alcohol

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As a result, there’s a decrease in blood flow to the kidneys, which can affect how they filter out other substances, including alcohol. Some combination medications, such as cold medicines, headache https://sober-house.org/ medicines, and prescription pain relievers, contain ibuprofen. Therefore, it is important to read the labels on all medications before taking them to avoid exceeding the safe amount of ibuprofen.

Ibuprofen and Alcohol: Is the Combination Safe? – Verywell Health

Ibuprofen and Alcohol: Is the Combination Safe?.

Posted: Mon, 26 Sep 2022 07:00:00 GMT [source]

A person should swallow the tablet whole and not chew or crush it. Additionally, kidneys release hormones aiding blood pressure regulation and affecting other organs. Damage to the eco sober house cost kidneys creates a chain reaction that can lead to many other issues. Ibuprofen and alcohol can both cause drowsiness because each substance induces physical and mental relaxation.

Is it Safe to Mix Ibuprofen and Alcohol?

Instead, she advises rehydrating your body with water and plenty of electrolytes as treatment options for a hangover. And Dr. Lembke says it is better to just avoid drinking to the point of needing a painkiller altogether. Acetaminophen (better known under by the brand name Tylenol), for example, is well-known for its potential to cause liver damage. And, the risk of damage increases when the two are mixed, according to the Food and Drug Administration (FDA).

The drugs can trigger a condition that decreases the correct amniotic fluid volume and incur other complications. Additionally, blood flow may reduce, and a vital cardiac blood vessel may close early and risk the life and health of the fetus. However, people are notoriously bad at judging how much alcohol they’ve had and their level of intoxication. Since a typical side effect of alcohol use is impaired judgment and lower inhibitions, extra effort and care to avoid mixing stiff drinks and OTC drugs are the safest course. People don’t generally set out to abuse the combination because, unlike mixing alcohol with Xanax or Adderall, there are no desirable side effects from taking ibuprofen and alcohol together. Ibuprofen is a common pain reliever used for everything from headaches to strained muscles.

  • This goes for immediately post-imbibing, too, when you’re trying to preemptively treat the hangover-induced headache you know will hit in the A.M.
  • Small amounts taken together on rare occasions are generally safe.
  • This can lead to the onset of acute kidney injury (AKI), also known as acute renal failure.
  • If you struggle with AUD and any mental illness (AMI), it’s vital to seek comprehensive co-occurring disorder treatment.

Someone who takes ibuprofen daily for several months is at a greater risk of symptoms than someone who takes it only on occasion. All are signs of an alcohol-related injury or a potentially dangerous drug-drug interaction. You can also reduce the risk of side effects by eating a snack or small meal after combining ibuprofen and alcohol. However, this isn’t guaranteed to work every time or at all, so it’s still best to avoid the combination altogether.

How long should you wait before taking Advil after drinking alcohol?

Over 30 million prescriptions of NSAIDs (non-steroidal anti-inflammatory drugs) are issued every year. Considering that these drugs are available without a prescription as over the counter (OTC) drugs, their use will be astronomical. With the increasing use of NSAIDs, their adverse effects are drawing attention. Especially, stomach bleeding, kidney toxicity, liver toxicity, and neurological toxicity are reported as common. Ibuprofen, one of the extensively used NSAIDs along with aspirin, can also induce liver toxicity, but few studies are addressing this point.

Does Running Have an Alcohol Problem? – Runner’s World

Does Running Have an Alcohol Problem?.

Posted: Wed, 21 Dec 2022 08:00:00 GMT [source]

If you’re a healthy person who accidentally mixes ibuprofen and alcohol, you’ll likely be fine. People who drink heavily or who take ibuprofen frequently are at increased risk for negative interactions between the two, says Conroy. The risk is even greater for people who drink more than three drinks a day while also taking ibuprofen. “Taking occasional ibuprofen to relieve pain with a small amount of alcohol on a full stomach, isn’t likely to cause any problems,” says Giulia Guerrini, a pharmacist at Medino.

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That brings us to the end of our look into whether you can take Advil and drink alcohol as well as if you’ve got a hangover the next day. This is especially the case if you have a history of stomach ulcers or bleeding disorders. Many medications cannot be combined with alcohol and may cause serious side effects when taken at the same time as alcohol.

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Similar risks are also prevalent in people having more than three drinks a day and taking Ibuprofen to get rid of hangovers. According to experts, you are least likely to encounter any problem if you occasionally have Ibuprofen on a full stomach with a small amount of alcohol. But, the problem happens when you have the medication with alcohol on an empty stomach. The simple reason being Ibuprofen, when mixed with alcohol, may cause numerous side effects. Some of these include kidney diseases, digestive tract, and stomach irritation. Ibuprofen is an over-the-counter medication that belongs to a class of drugs called nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) and is typically used to treat mild pain or inflammation.

The Dangers of Mixing Ibuprofen with Alcohol

The hepatotoxicity and synergy between the two substances were analyzed using quantitative data (cell viability), as well as qualitative data (cell morphology and histologic analysis). Furthermore, to understand the mechanism underlying, oxidative stress was evaluated by measuring hydrogen peroxide generation with a fluorescent dye, DCF-DA under a fluorescence microscope. Gene expression for antioxidant enzymes was evaluated with quantitative reverse transcription-PCR (qPCR). As such, mixing ibuprofen and alcohol is a recipe for raising the risk of gastrointestinal ulcers and bleeding even more. The consequences of this interaction only get worse with prolonged use of ibuprofen with alcohol. Ibuprofen (Advil) is a non-steroidal anti-inflammatory drug (NSAID).

People have been using alcohol to manage pain for thousands of years. Ancient Egyptians and Greeks used beer and wine to treat a variety of medical ailments, including childbirth pain, wounds and headaches. It is intended for general informational purposes and is not meant to be a substitute for professional medical advice, diagnosis, or treatment. Always seek the advice of your physician or other qualified health provider with any questions you may have regarding a medical condition. If you think you may have a medical emergency, immediately call your physician or dial 911. Alcohol is one of the toxins that the kidneys work to get rid of.

How to take ibuprofen safely

If someone drinks alcohol faster than their body can process it, their blood alcohol level will continue to rise. In other words, it’s fairly safe to occasionally take a low dose of ibuprofen, acetaminophen, or naproxen if you’ve had a small amount of alcohol. However, because of the potential for long-term consequences, it is still prudent to avoid mixing painkillers with alcohol, Drs. If you only occasionally take ibuprofen and accidentally have a drink around the same time, you typically don’t need to worry about experiencing side effects. Still, it’s best to avoid combining the medication with alcohol.

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But there’s one that’s particularly relevant when it comes to taking Advil with alcohol. Advil and alcohol don’t technically “interact” with one another. However, that doesn’t mean there aren’t any dangers when taking this drug with alcohol. So, with the science out the way, let’s take a closer look at whether these medicines are good to take for a hangover. If you’re asking these questions, then chances are you’ve had a few too many at happy hour but aren’t sure whether you can mix Advil with alcohol.

Substances

Thus, if you have both simultaneously, it may make you feel sleepier. The end result will be difficulty in concentrating on serious matters at hand. However, if you’ve got no medical history and don’t drink regularly, taking a couple of Advil when hungover is unlikely to cause any problems. Aside from drinking less alcohol, making sure you keep well hydrated and eating before going out is key. By the time you wake up hungover, the alcohol levels in your bloodstream should be close to zero. Obviously, if you wake up drunk, then that’s a different story.

  • When you decide to have Ibuprofen, you must read the label carefully because the drug is suitable for dealing with headaches and other physical pains.
  • According to one study, people who took large doses were three times more likely to experience bleeding in the digestive system than people who didn’t take painkillers.
  • Alcohol can stay in your system for up to 24 hours, so you should wait for at least one day before taking ibuprofen.
  • If you or a loved one is struggling with substance use disorder, it can feel lonely.
  • Someone who mixes alcohol and ibuprofen might increase the risk of kidney damage.

Many people enjoy a nice cold beer or glass of wine after a long day at work or when socializing with family and friends. At the same time, many folks turn to over-the-counter medications to deal with common ailments. What may come as a surprise is that mixing alcohol with everyday medications can be very risky, even deadly. Ibuprofen, and other NSAIDs, reduce the production of prostaglandins, which help control blood flow to the kidney.

Drugs like ibuprofen are the safest when taken for a short period since long-term ibuprofen use isn’t as safe or beneficial as other more vital medicines for pain management. For long time treatment, doctors will usually offer alternatives that are safer to take often. It is also essential to carefully read medication labels as ibuprofen is common in many headaches, colds, and prescription medicines.

São João é comemorado com alegria e humanização com pacientes e acompanhantes do Hospital do Bem de Patos

No Hospital do Bem, de Patos, a tristeza não faz morada e o que impera é a alegria, a esperança, o amor, a empatia e, sobretudo, a humanização. E foi a partir dessa vivência cotidiana de que a rotina da unidade vai muito além dos medicamentos prescritos, das consultas realizadas, dos tratamentos e cirurgias realizadas que, no começo da manhã desta quinta-feira (25), pacientes, colaboradores e acompanhantes foram surpreendidos com uma comemoração junina, com direito até a decoração temática. A ação, denominada ‘Arraiá do Bem’ teve café da manhã com comidas típicas ao som de xote, xaxado e baião, foi realizada no hall da unidade que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro e surpreendeu os pacientes que chegavam para consultas ou sessões de quimioterapia.

Sem abraços e nenhum contato físico, com cuidados especiais no preparo e distribuição das iguarias juninas (todas foram embaladas e separadas individualmente), mantendo o distanciamento, o evento contou com a participação da diretora geral do Complexo, Liliane Sena, que enalteceu a importância da iniciativa. “Esse é um momento de muita alegria, um momento de humanização, onde comemoramos um festejo genuinamente nordestino, que remonta às nossas raízes culturais, então puder proporcionar esse momento, mesmo de forma atípica, para nossos pacientes e seus acompanhantes é muito gratificante”, disse Liliane.

A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, participou do Arraiá do Bem e destacou a importância dessa ação na acolhida dos pacientes. “Essa ação foi excelente porque quebrou um pouco do clima que ronda um hospital oncológico. Foi um momento que mesmo mantendo todos os procedimentos preconizados durante esse período de pandemia e mesmo impedidos de terem um contato mais próximo, os pacientes tiveram um momento de integração com música, um café da manhã, se tornando um momento ímpar de descontração e também de comemoração de uma festa muito importante para os nordestinos, reascendendo esperança e alegria, questão cruciais para quem passa por um tratamento contra o câncer”, destacou a médica.

A paciente Nascycleide Valéria dos Santos, de Patos, que faz tratamento no Hospital do Bem contra um câncer de mama, falou de sua alegria ao chegar na unidade na manhã desta quinta-feira e se deparar com um acolhimento tão especial. “Eu gostei demais, fui muito bem recebida. Aqui todo mundo é acolhido do mesmo jeito, não há diferença de tratamento e eu só tenho a agradecer a Deus por dispor de um hospital tão bom como esse, com profissionais tão carinhosos e competentes”, disse ela. Jamilly Nunes Sousa, acompanhante da paciente Maria Moura Nunes, da cidade de Pombal, que se trata de um câncer de mama, destacou a surpresa que teve ao chegar no hospital e ser calorosamente recepcionada. “Foi bem divertido, gostei bastante, nem imaginava isso tudo. Foi animado, diferente. O Hospital do Bem não é só uma unidade que recebe pacientes para tratamento, ele acolhe de forma muito especial todos que vêm aqui”, disse ela.

A coordenadora do setor de regulação do Hospital, Keyla Montenegro, participou da ação e elogiou a união de todos os colaboradores para proporcionar esse momento. “Mesmo diante do momento que estamos vivendo, nos reunimos para poder realizar o Arraiá do Bem. Tomando todos os cuidados, mantendo o distanciamento seguro, todo mundo de máscara, não deixamos de acolher nossos pacientes de maneira calorosa e não deixamos também passar em branco uma data tão significativa para todos nós”, disse Keyla. A Assistente Social, Suênia Santos também participou da organização do evento e enalteceu a alegria dos pacientes. “Em meio a essa pandemia, a gente percebe que os pacientes estão muito preocupados e essa iniciativa trouxe alegria e descontração o que é muito bom para melhorar o humor e astral das pessoas”, destacou Suênia.

A psicóloga Pryscila Guedes lembrou do simbolismo da festa junina e do quanto é importante essa comemoração. “Nossa cultura é muito calorosa, nós gostamos de nos cumprimentar com beijo e abraços e tudo isso está proibido neste momento de pandemia, de forma que uma comemoração como essa, mesmo com o distanciamento, proporcionou um momento de descontração e alegria, muito importantes para todo mundo, especialmente, para pacientes oncológicos”, finalizou Pryscila.

Água é um bem da população não uma mercadoria afirma Jeová Campos criticando possível privatização do setor no Brasil

O novo marco legal do saneamento básico no Brasil abre espaço para privatização dos serviços de tratamento de água e esgoto no país o que, na opinião do deputado estadual paraibano e presidente da Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da ALPB, Jeová Campos, vai dificultar o acesso universal da população aos serviços de tratamento de água e esgoto. “Água não é uma mercadoria, embora a população pague para utilizá-la. Ela é um bem essencial, um direito da população. Privatizar as empresas públicas de tratamento de água e esgoto no Brasil não vai resolver o problema do saneamento básico no país. Vai tornar a água e o serviço mais caros, além de disponibilizar um bem imensurável ao capital especulativo”, disse o parlamentar.

Jeová se pronunciou após tomar conhecimento da aprovação no Senado do Projeto de Lei 4162/2019 que trata sobre o novo marco legal do saneamento básico no Brasil. O PL foi aprovado por 65 votos contra 13. O PL 4162 veio da Câmara dos Deputados e recebeu, no Senado, mais de 80 emendas, mas nenhuma delas foi acatada por seu relator, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Apenas o Partido dos Trabalhadores orientou o voto contrário ao projeto. As demais legendas liberaram suas bancadas. “Uma matéria como essa tão importante para a sociedade brasileira, especialmente, os mais humildes, inclusive para a soberania nacional precisaria ser melhor debatida”, reitera o parlamentar paraibano.

O senador Rogério Carvalho (SE), líder do PT no Senado, apresentou questão de ordem logo após a leitura do relatório e defendeu que matéria tão importante para a saúde da população deveria ser melhor debatida, inclusive à luz do Brasil que surgirá após a pandemia da Covid-19. A votação registrou 61 votos contra a questão de ordem. “Sou a favor de um marco regulatório do saneamento e não me oponho ao investimento privado na área que é, inclusive, já utilizado. Mas, a nossa avaliação é de que este debate deveria ocorrer mais à frente, no pós-pandemia, quando se apresentaria o cenário claro de que marco regulatório nós vamos precisar para garantir que teremos a universalização do saneamento básico”, alertou o senador.

Com informações da assessoria do PT

Serviço de informações aos familiares de pacientes com Covid-19 tranquiliza parentes e ameniza saudade e ansiedade

     Imagina ficar sem poder ver alguém querido que está doente num hospital e em isolamento. Só o fato de supor essa situação, já dá um frio na barriga, imagina ter que encarar esse momento. Isso é o que está acontecendo com os parentes de pacientes diagnosticados com a Covid-19 e que precisam se internar para tratar da doença. Altamente contagiosa, a Covid-19 requer um isolamento rígido, por isso os doentes, inclusive idosos e crianças, não podem ter acompanhantes enquanto se tratam. Para atenuar essa angustia, o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, implantou um setor específico para cuidar desta questão: a Unidade de Comunicação Familiar (UCF).
E é justamente o serviço da UCF que está amenizando a saudade e a angústia da família do aposentado Hilton Martins Medeiros, de 75 anos, que desde o último dia 15, está sob os cuidados da equipe do isolamento Covid, do Hospital de Patos. A filha do paciente, a Sra. Idelvita Medeiros Santos, já falou com o pai em vídeo chamada e elogiou a iniciativa do hospital. “É um serviço ótimo, porque a gente não pode visitar, ficar perto, acompanhar, não pode ver, enfim, essa vídeo chamada tranquilizou todo mundo e foi muito bom poder não apenas conversar com meu pai, mas, também vê-lo e ter a certeza de que ele está sendo bem tratado”, disse Idelvita elogiando a iniciativa do hospital.
A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, reforça que a implantação do serviço na unidade melhorou o fluxo de informações entre a instituição e os familiares dos pacientes. “Com a criação e implantação da UCF, nós conseguimos aperfeiçoar essa rotina de repasse de informações para os familiares dos pacientes com Covid-19 e temos recebido muitos elogios pela iniciativa”, diz Liliane, lembrado que o serviço é restrito aos pacientes do isolamento, porque todos os demais ficam com acompanhantes. Ela ressalta ainda que as vídeo chamadas não são rotina da UCF, mas, que, eventualmente, as transmissões poderão ser feitas, caso a caso.
Antes da implantação da UCF, as informações do quadro e evolução dos pacientes eram repassadas de maneira presencial, pelo médico do setor Covid, que em determinado horário do dia cumpria essa rotina de forma individual com os familiares dos pacientes. Mas, essa sistemática sofria reiteradas mudanças, porque em alguns momentos marcados, o médico tinha que atender uma intercorrência, atrasava e não tinha a regularidade que a unidade pretendia estabelecer. Além disso, os familiares de pacientes que não moram em Patos também ficavam com dificuldades de estar na unidade no horário marcado para poder participar deste momento diariamente.
A UCF funciona de domingo a domingo, com plantões diurnos, com a disponibilidade de um profissional plantonista que fica, exclusivamente, com essa missão de levantar o histórico e quadro clínico de cada paciente, através de seu boletim médico, e ligar para as famílias e passar as informações mais atualizadas sobre a situação do paciente. Quando o paciente tem condições de falar, é feito a vídeo chamada, como foi o caso do Sr. Hilton, nesta segunda-feira (22), que permanece internado e se recuperando numa enfermaria do isolamento Covid.

 

Sr. Hilton durante vídeo chamada com sua filha na última segunda-feira
Sr. Hilton durante vídeo chamada com sua filha na última segunda-feira

 

 

É preciso ampliar o prazo de pagamento do auxílio emergencial e manter o valor de R$ 600 afirma Jeová Campos

“Justamente quando o povo mais precisa, no momento em que a pandemia se alastra pelo país, que contabilizamos mais de 50 mil mortos e mais de 1 milhão de infectados, no momento em que sair às ruas atrás de renda pode significar ficar doente, Bolsonaro diz que não vai manter o pagamento do auxílio emergencial e nem vai assegurar os R$ 600, isso é desumano. Há recursos e o Governo Federal não vai quebrar por isso”, disse hoje (23), o deputado estadual Jeová Campos. Para o parlamentar, muito mais importante que destinar R$ 1,3 trilhão aos bancos, seria ajudar os brasileiros que se encontram em situação difícil nessa pandemia.

Defensor da manutenção do pagamento do auxílio emergencial até dezembro, nos mesmo valores das três primeiras parcelas, Jeová apela para que os Congressistas não cedam a pressão do presidente que já anunciou que não manterá o pagamento no mesmo valor. “Bolsonaro já disse que quer negociar com o Congresso um novo valor para a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Ele diz que a manutenção da ajuda no valor atual de R$ 600 não será possível, mas, há condições do governo manter esse valor e ampliar o prazo de pagamento. O que falta é prioridade e eu espero que os congressistas não cedam às pressões do presidente”, reitera o parlamentar paraibano.

Jeová lembra que há necessidade de ampliar o prazo de pagamento do auxílio por que haverá um período de transição entre o choque do isolamento e a efetiva retomada da atividade. “As coisas não voltarão ao normal de uma hora para outra. O mercado de trabalho costuma ser o último a reagir em momentos de crise e desta vez não será diferente”, argumenta Jeová.

A bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou o Projeto de Lei 2283/20 que aumenta para um ano o período de concessão do auxílio e prevê que, após esse prazo, a concessão do benefício poderá ser prorrogada novamente por ato do Poder Executivo.​ Os deputados do PT alegam que o período de três meses previsto para o pagamento do auxílio não é suficiente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com ironia à declaração de Bolsonaro sobre o Governo Federal não ter condições de pagar o auxílio no mesmo valor, lembrando que o governo não viu problema em abrir os cofres públicos para agradar o sistema financeiro e dar dinheiro aos bancos. “O mesmo governo que não viu nenhum problema no Banco Central distribuir R$ 1,2 trilhão para resolver o problema da liquidez do sistema financeiro, agora diz que não tem como pagar duas parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial, que custa apenas R$ 50 bilhões por mês”, disse Lula.

Deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre Transposição pedirão audiência ao ministro do Desenvolvimento Regional

Em live realizada na noite desta segunda-feira (22), deputados de quatro estados do Nordeste, que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre a Transposição, decidiram que vão pedir uma audiência ao Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A sugestão da audiência foi do deputado estadual paraibano, Jeová Campos, que junto com seus colegas do Ceará, Guilherme Landim (PDT/CE). Do Rio Grande do Norte, Francisco do PT (PT/RN) e de Pernambuco, Antonio Fernando (PSC/PE), debateram por mais de uma hora a importância da conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco e a manutenção das obras já conclusas, mas, que necessitam de manutenção e recursos para, efetivamente, cumprir seu papel de levar recursos hídricos, desenvolvimento e progresso para as comunidades nordestinas.

“Além de cobrarmos a conclusão das obras do Eixo Norte, precisamos pressionar o Governo Federal no sentido dele assumir a manutenção das obras e o custo dessa água pós-transposição. A União Federal tem que custear o preço dessa água que é muito alto. Só assim teremos a garantia de que as Vilas Produtivas cumprirão seu papel social e econômico”, disse Jeová em uma de suas participações na live. O parlamentar destacou que projetos que utilizem os recursos solar e eólico também podem ser agregados para viabilizar o custo com o bombeamento da água da Transposição. “É preciso garantir essa água para a produção e essa conta não pode recair em cima dos Estados, nem muito menos dos produtores. A União precisa garantir essa água”, argumentou Jeová.

A audiência, segundo o parlamentar paraibano, será solicitada, mas precisará esperar o momento oportuno devido a pandemia. “Nós sabemos que o momento não permite esse tipo de encontro, mas assim que houver segurança para debatermos presencialmente com o ministro essa questão, estaremos em Brasília”, disse Jeová, que recebeu o apoio dos demais deputados que integram a Frente Parlamentar Interestadual sobre a Transposição. Antes disso, porém, os deputados combinaram de manterem contatos remotos para atualizar informações dos quatro estados e debaterem pautas ligadas a essa temática que sirvam de subsídio para essa audiência em Brasília e para os próximos encontros na Paraíba ou no Rio Grande do Norte, já que já aconteceram momentos no Ceará e em Pernambuco.

Ainda segundo Jeová, a Paraíba, atualmente, se encontra numa posição privilegiada em relação aos demais estados beneficiados com a obra da Transposição, já que as águas já chegaram ao Estado e os recursos hídricos disponíveis para o próximo período são satisfatórios, mas, ainda há questões que precisam ser resolvidas e concluídas. “Inclusive, neste aspecto, quero anunciar aqui que o Canal Caiçara- Engenheiro Ávidos já está sendo construído e que, brevemente, essa canal vai levar água para Açú, no Rio Grande do Norte”, anunciou Jeová. Pouco tempo antes, no início da live, o deputado Francisco do PT tinha dito que o RN, infelizmente, não teve ainda o prazer de receber as águas da Transposição.

Na avaliação do deputado Jeová Campos, que foi presidente da Frente Parlamentar da Água na ALPB e um dos articuladores para formação da Frente Interestadual, o debate virtual foi extremamente positivo. “Apesar de ter entrado na live atrasado, por problemas técnicos, eu estava acompanhando o debate desde o início e a avaliação que eu faço, além do conteúdo discutido, é que a retomada dessa pauta é importante, ainda mais por estarmos unidos e fortalecidos nesta luta que não é só da Paraíba, de Pernambuco, do Ceará ou do Rio Grande do Norte. Essa é uma causa coletiva, do povo nordestino, um clamor social da região que tem nas águas da Transposição a redenção do Nordeste. A união das assembleias legislativas fortalece essa cobrança pela conclusão de uma obra fundamental para resolutividade do problema da escassez hídrica no Nordeste brasileiro”, finalizou Jeová.