Author: News Comunicação
Complexo Regional de Patos tem ambulância de suporte avançado para pacientes com Covid-19
O Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC), e os hospitais de referência da região para casos de pacientes suspeitos ou confirmados de Covid-19. ganhou um reforço importante de apoio ao atendimento destes pacientes. Trata-se de uma ambulância de suporte avançado, que não é ligada ao núcleo de regulação dos hospitais que tratam dos casos de Covid, mas, à Central Estadual de Regulação. A base funcionará 24h, com médico, enfermeiro e condutor e servirá para atender os hospitais da região em casos de necessidade de transferências Inter hospitalar.
Segundo a diretora geral do Complexo, Liliane Sena, o serviço da ambulância terá um suporte logístico da unidade, uma vez que todos os suprimentos, além da alimentação dos profissionais que integram as equipes de trabalho ficarão sob a responsabilidade do Complexo de Patos. “Ela não é uma ambulância nossa é uma base conectada a Central de Regulação que poderá ser acionada por nós e pelas outras unidades quando houver necessidade”, reitera a diretora.
- A ambulância de suporte avançado dará suporte aos pacientes suspeitos ou confirmados de Covid-19
Lideranças canavieiras nacionais debatem o enfrentamento da atual conjuntura e a realidade do setor diante dos desafios que se apresentam
Na próxima sexta-feira (05), representantes de várias entidades ligadas ao setor sucroenergético nacional participam de uma live, às 18h30, para debater os cenários atual e futuro do setor. A transmissão, que será acessada pelos canais do @sistema FAEG, é uma promoção da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), SENAR, Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG) e Sindicato Rural de Goiás. A mediação do evento será feita pelo Coordenador Técnico do IFAG, Alexandro Santos.
O presidente da Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da CNA, Ênio Fernandes, o presidente da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), Gustavo Rattes, o presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Andrade e o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais serão os debatedores da live.
Para José Inácio esse debate sobre a atual conjuntura do setor canavieiro é oportuno e importante. “Vivemos um cenário adverso, sob o qual ninguém sabe ao certo quais serão as repercussões e precisamos, mais que nunca, estar unidos e coesos para juntos conseguirmos fortalecer o setor que é um dos pilares mais importante da economia nacional e fundamental para o desenvolvimento do país”, disse o dirigente da Unida e da Asplan.
PL que obriga operadoras de saúde a autorizar atendimento aos usuários que estejam com suspeita ou diagnóstico de Covid no tempo de carência é aprovado
Em sessão de votação remota realizada na manhã desta quarta-feira (03), os deputados paraibanos aprovaram, por unanimidade, o Projeto de Lei 1.658/2020, de autoria do deputado estadual Jeová Campos, que obriga as operadoras de saúde a atender os segurados de planos de saúde, que estejam com suspeita ou com diagnóstico positivo de contaminação por COVID-19, mesmo que eles não tenham cumprido o período de carência dos contratos. Na prática, o PL proíbe a recusa de atendimento ou prestação de serviços, por parte das operadoras de planos de saúde, durante a vigência de carência contratual, aos usuários. A matéria agora segue para apreciação do governador João Azevêdo.
Embora seja matéria de competência legislativa concorrente da União e dos Estados, segundo o autor da propositura, diante da excepcionalíssima situação de pandemia, essa competência não prevalece. “Cabe aqui salientar que o Supremo Tribunal Federal (STF) já entendeu pela constitucionalidade de lei estadual que determinava obrigações às operadoras de saúde, afastando assim a ideia de que seja uma relação contratual que deva ser regulada, exclusivamente, pela União”, explica Jeová, que é também advogado.
O parlamentar lembra que a proposta diz respeito apenas aos serviços relacionados com o quadro de saúde apresentado em razão da contaminação pelo coronavírus. “Neste momento de calamidade pública, a rapidez no atendimento será fundamental para salvarmos vidas e considerando que estamos em uma situação extraordinária, é razoável que as cláusulas contratuais dos planos de saúde sejam também flexibilizadas com o objetivo de garantir o atendimento para esses pacientes. É necessário que tais empresas, dada a situação que estamos enfrentando, não deixem de atender pessoas contaminadas pelo vírus e aquelas que possuem condições clínicas, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, que as tornam consideradas como casos suspeitos ou prováveis de contágio pelo COVID”, reforça Jeová. O Projeto ainda impõe multa de 100 (cem) UFR-PB, em caso de descumprimento da lei, valor que será destinado ao Fundo Estadual de Saúde.
- PL é uma iniciativa do deputado Jeová Campos
Governo admite prorrogar pagamento do auxílio emergencial mas deputado Jeová Campos reitera importância de manter valor
O ministro da Economia Paulo Guedes já admitiu publicamente a possibilidade de estender a concessão do auxílio emergencial de R$ 600,00, voltado principalmente a trabalhadores informais, por mais um ou dois meses. Ontem (02), o presidente Bolsonaro também se manifestou favorável a ampliação do benefício que, incialmente, foi concedido para os meses de abril, maio e junho. Em sessão remota da ALPB na manhã desta quarta-feira (03), o presidente da Assembleia, Adriano Galdino comentou a notícia e lembrou que a sugestão de ampliação do auxílio partiu de uma iniciativa do deputado Jeová Campos, posteriormente, abraçada pela mesa da ALPB e que, a partir daí e de forma pioneira em nível nacional, ecoou para o restante do país, chegando ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto.
Contudo, ao tomar conhecimento das declarações de Bolsonaro sobre a possibilidade de prorrogar o pagamento, o deputado Jeová Campos manifestou preocupação com duas questões: a primeira é sobre a manutenção do valor pago e a outra pelo prazo de vigência do pagamento. “Ao que me consta, o ministro Paulo Guedes quer reduzir o valor para R$ 200,00, aliás, esse montante era defendido por ele desde o princípio, e só foi aumentado por pressão do Congresso e da sociedade civil. Minha outra preocupação é sobre o prazo, pois, entendemos que mais dois meses não serão suficientes para reequilibrar a situação dos trabalhadores informais”, reforçou o parlamentar, lembrando que a proposta levada pela ALPB é de que o auxílio seja mantido até 31 de dezembro deste ano.
O deputado Adriano Galdino disse em seu pronunciamento que vai emitir uma nota em nome dos deputados paraibanos parabenizando o ministro Paulo Guedes e o Presidente da República, Jair Bolsonaro. No entanto, mesmo entendendo que o gesto de acatar a solicitação de ampliação do pagamento, o deputado Jeová Campos pediu para retirar seu nome da nota, justificando que não vai parabenizar um governo que massacra trabalhadores, suprime direitos, que incita a violência, que discrimina pessoas, que promove a discórdia e o preconceito, etc. “Presidente, retire meu nome desta nota. Não vou assiná-la”, reforçou Jeová, finalizando que essa prorrogação não é nenhum favor do governo Bolsonaro, nem muito menos do ministro Guedes. “Essa atitude é inevitável diante das atuais circunstâncias, os valores não devem ser alterados e esse pagamento, sem redução, deve perdurar até 31 de dezembro e não apena mais dois meses”, finaliza Jeová.
O auxílio emergencial é direcionado a trabalhadores informais e outros segmentos durante a pandemia para compensar a perda de renda causada pelas medidas de contenção do coronavírus.
- Deputado Jeová Campos defende manutenção do valor e pagamento até dezembro
Complexo Regional de Patos registra queda nos atendimentos de vítimas de acidentes em maio
O balanço de atividades do Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) relativo ao período do dia 01 a 31 de maio, no que diz respeito aos serviços de Urgência e Emergência de vítimas de acidentes de trânsito registrou queda nos atendimentos de maio em relação a abril. Mesmo com um dia a mais, o mês de maio teve 35 acidentes a menos que abril, registrando 174 ocorrências, enquanto o mês anterior teve 209. Essa diminuição dos casos é reflexo das medidas de isolamento social que diminuiu a circulação de pessoas nas ruas e estradas e, consequentemente, o número de acidentes.
Referência para 86 municípios do sertão do estado, o Complexo continua mesmo com a redução dos casos recebendo um grande número de acidentados por motocicletas, liderando nesta modalidade de acidente os atendimentos na urgência e emergência da unidade. Dos 174 registros de acidentes em maio, 149 foram de vítimas que se envolveram em acidentes com motos. Os acidentes com automóvel e bicicleta registraram 11 ocorrências cada um e ainda houveram dois atendimentos por atropelamento e um com veículo de tração animal.
Os dados referentes a atendimentos com vítimas de violência em maio totalizaram 36 casos, sendo 19 de agressões físicas diversas, 14 por ferimentos causados por arma branca e mais três ocorrências com vítimas de arma de fogo. Neste caso, comparando os dados de abril com maio, também houve redução com menos três ocorrências.
A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca que a redução nos atendimentos de vítimas de acidentes de trânsito, de fato, coincidem com as medidas de isolamento social adotadas na Paraíba e que a tendência é que em junho os números também se mostrem reduzidos em função das medidas de combate a pandemia que ainda estão em vigor. “A diminuição da circulação de pessoas nas ruas e também nas estradas, de fato, teve destacada interferência nestes dados de maio”, reitera Liliane. A diretora do Complexo, que também é referência para casos de Covid-19, aproveita e faz um lembrete a população. “É preciso manter o isolamento social para diminuirmos os casos de contágio da Covid-19 e com isso, de quebra, ainda reduzimos os casos de acidentes”, finaliza ela.
Não podemos deixar de plantar e renovar os canaviais mesmo na atual conjuntura adverte o dirigente canavieiro e produtor José Inácio
A cultura canavieira no Nordeste que, nos últimos sete anos enfrentou momentos difíceis, principalmente, em relação a remuneração paga pela matéria-prima e que tinha boas perspectivas de soerguimento na atual safra, se deparou com as implicações da pandemia, o que ampliou a crise já vivenciada pelo setor nos últimos anos. Mas, mesmo em meio a esse cenário, o produtor canavieiro não pode abrir mão de plantar e renovar seu canavial. Essa ressalva foi reforçada na noite desta segunda-feira (01), pelo presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, em live promovida pela FMC Agrícola com representantes do segmento canavieiro de várias regiões do país.
No início de sua participação na live, José Inácio lembrou que a média de produtividade do produtor nordestino em relação ao do Sudeste sempre foi menor. “A média histórica, por hectare, aqui na região é de 50 toneladas por hectare, enquanto que no Sudeste essa média histórica fica entre 85 e 90 toneladas. Mas, temos conseguindo aumentar essa produtividade para 70 toneladas e temos experiências exitosas com irrigação na região, a exemplo da Japungu, que chega a 110 toneladas”, destacou José Inácio.
Ele também reiterou que o produtor nordestino não está tendo uma remuneração a altura de seu investimento e que estava com uma grande perspectiva de começar a reverter esse quadro negativo na atual safra, mas que a pandemia frustrou essa expectativa. Contudo, ele reforçou a necessidade do produtor não deixar de fazer a renovação de seu canavial. “O ideal é renovar 16.66% da área a cada ano e mesmo em meio a essa crise, não devemos deixar de fazer isso sob pena de no ano que vem o canavial está ainda mais comprometido e necessitar de um investimento ainda maior”, disse ele, lembrando que o produtor precisa diminuir custos, rever processos, eliminar as deficiências, mas não deixar, em nenhuma hipótese, de plantar.
Além de José Inácio, participaram da live promovida pela FMC, Haroldo Torres, da Pecege, Caio Carbonari, da FCA/Unesp e Evandro Piedade, da Associação de Piracicaba. “A dinâmica dos herbicidas no ambiente” foi tema de uma das palestras da live que teve como temática central “Cenário atual e oportunidades para os fornecedores de cana-de-açúcar”. Durante a transmissão, as apresentações reforçaram a importância do uso correto da tecnologia disponível e dos produtos usados na lavoura com vistas a melhoria da produtividade nos canaviais. A live foi encerrada com uma apresentação do programa Gennesis, da FMC, sobre manejo integrado da cana e com a apresentação da campanha institucional de comunicação da FMC que parte do conceito ‘Onde tem cana tem energia’, destacando a importância do universo canavieiro.
- O presidente da Asplan, José Inácio, participou da live da FMC
A prorrogação do pagamento do auxílio emergencial precisa ser feita e não podemos permitir que os valores sejam alterados diz Jeová
Depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia disse no plenário, na semana passada, que acha “muito difícil” o auxílio emergencial pago a trabalhadores durante a pandemia não ser prorrogado, a dúvida recai agora sobre se os valores serão mantidos nesta prorrogação. Para o deputado estadual paraibano, Jeová Campos, que foi autor de um Projeto que, pioneiramente, levantou essa questão em nível nacional, a prorrogação é inevitável diante das circunstâncias e os valores não devem ser alterados. “Defendemos o pagamento sem redução e até 31 de dezembro”, afirma Jeová.
“A prorrogação já é consenso, inclusive, do próprio governo federal que não pode ignorar os efeitos da pandemia, principalmente, em relação aos trabalhadores que ficaram impossibilitados de exercerem suas atividades e ficaram sem nenhuma renda. O auxílio deve ser pago até 31 de dezembro, com os mesmos valores pagos nestes primeiros 90 dias”, destaca o parlamentar, lembrando que a manutenção dos R$ 600,00 além de ajudar os beneficiados com o auxílio, contribui para ativar e aquecer a economia através do consumo, neste momento de crise.
O auxílio emergencial é direcionado a trabalhadores informais e outros segmentos durante a pandemia para compensar a perda de renda causada pelas medidas de contenção do coronavírus. A política foi planejada para durar três meses, o custo deve ficar por volta de R$ 151,5 bilhões. O governo fala em estender o benefício, mas com o valor do Bolsa Família, que é de R$ 191,86, em média. “Esse valor não vai ajudar o trabalhador informal a se manter, não promoverá o reaquecimento da economia, enfim, não podemos admitir que essa importante ajuda neste momento em que vivemos, vire apenas uma esmola”, destacou Jeová.
- Deputado Jeová Campos defende pagamento do auxílio emergencial até dezembro, nos mesmos valores
Profissionais do Complexo Hospitalar de Patos afastados por causa do Covid voltam à ativa e falam da experiência que vivenciaram
Referência para o atendimento de casos de coronavírus no sertão paraibano, o Complexo Hospitalar Regional Dep. Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) tem uma equipe de mais de 150 profissionais envolvidos diretamente no atendimento de pacientes com suspeita ou comprovação da doença no isolamento Covid. Como em todas as unidades de saúde que atendem pacientes com coronavírus, os profissionais principalmente os da linha de frente da assistência, por mais cuidados preventivos que tenham, incluindo o uso de EPI’s, estão mais vulneráveis a contrair a doença. No caso do Complexo, atualmente, 43 profissionais, sendo 31 deles já com testagem positiva para Covid-19 e outros 12 com suspeita da doença, foram afastados de suas atividades e estão em isolamento domiciliar. Alguns destes profissionais ainda se recuperam em casa e outros já superaram a doença, cumpriram o isolamento social e voltaram à ativa para ajudar outras pessoas a se recuperarem. No total, o Complexo tem 713 funcionários.
É o caso do Técnico de Enfermagem Edigleuson Medeiros, 27 anos, que trabalha no Complexo há três anos e seis meses. Antes, lotado na área Vermelha, ele não hesitou em aceitar o convite da direção para atuar na UTI Covid. “Eles precisavam de profissionais com experiência em urgência e eu tinha essa experiência e, além disso, minha missão é salvar vidas, por isso, não hesitei em aceitar a proposta de mudar de local de atuação”, conta o profissional, que fez três testes rápidos para poder detectar a doença que começou a se manifestar através de tosses e sintomas de uma gripe comum.
“No começo pensei que era sintoma de uma rinite alérgica apenas”, diz Edigleuson, que teve apenas sintomas leves, mas, mesmo assim permaneceu em isolamento social em casa e afastado de suas funções durante 14 dias. “Permaneci no quarto, isolado, na casa de meus pais onde moro e durante todo esse período recebi toda a assistência da direção e colegas do Hospital, que ligavam com frequência para saber como eu estava”, destaca ele, que voltou ao trabalho no último dia 25. Segundo Edigleuson, o medo de contrair a doença já passou, haja vista que ele, em tese, está imunizado, mas, ele lamenta um certo olhar atravessado das pessoas. “Há sim um certo preconceito com quem teve a doença. Lógico que as pessoas têm medo de contrair o vírus, mas, tendo os cuidados necessários, esse risco é reduzido”, diz ele, lembrando que após os 14 dias não há mais risco do contágio.
A experiência da Assistente Social e Reguladora do Complexo, Keyla de Medeiros Montenegro e de seu esposo, o Chefe da Comissão de Licitação da unidade, Vinícius Santos da Cruz, ambos contaminados pelo vírus, foi um pouco mais traumática, mas, também teve um final feliz. Keyla desenvolveu a forma leve da doença, e seu esposo a forma mais grave, tanto que ele precisou ser internado, passou sete dias no isolamento Covid, não chegou a ser intubado, mas, precisava constantemente de oxigênio. Keyla e Vinícius receberam o diagnóstico positivo no dia 07/05, mas como estavam com sintomas já tinham se afastado de suas atividades no dia 04. Ficaram em casa, em isolamento, mas, no dia 11 Vinícius teve agravamento de seu quadro clínico e precisou ser internado, tendo alta no último dia 17. Ambos voltaram as suas atividades no último dia 24.
“Depois desta experiência, aprendemos que temos que viver um dia de cada vez, sendo gratos por cada detalhe. A vida é curta e não sabemos o que seremos daqui um minuto no futuro, então que tenhamos mais amor ao próximo, tenhamos mais empatia também, e acima de tudo fé que Deus sempre está ao nosso lado e nunca nos desampara”, destaca Keyla, lembrando que ambos voltaram ainda mais fortalecidos depois dessa situação vivenciada pelo casal. “Voltamos mais fortes para continuarmos o nosso serviço no Complexo, que é a nossa segunda casa”, diz ela, agradecendo e parabenizando todos os funcionários envolvidos nessa grande batalha pela vida na unidade, seja no atendimento dos pacientes com Covid ou para todas os demais atendimentos.
Segundo relatório do setor de Recursos Humanos do Complexo, há profissionais afastados de várias categorias, tais como, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, recepcionistas, auxiliares administrativos e de serviços gerais e ainda uma copeira. A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, explica que a rotina do hospital e os serviços presados não sofreram alteração com esses afastamentos porque as escalas são refeitas e reprogramadas. “Como já prevíamos algo nessa linha de contágio por causa das experiências vividas em outras unidades de saúde não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, onde se sabe da vulnerabilidade dos profissionais da linha de frente, nos antecipamos em elaborar um plano de trabalho no qual a ausência de alguns profissionais não interferisse, nem comprometesse a rotina da unidade”, explica Liliane.
Nestes casos, os profissionais afastados ficam em isolamento domiciliar por, no mínimo, 14 dias, como preconiza as normas do Ministério da Saúde e só voltam as atividades após os sintomas da doença desaparecerem. “Já temos vários profissionais que voltaram a suas atividades normais após o período de tratamento e isolamento”, destaca a diretora.
- O Técnico de Enfermagem Edigleuson Medeiros já voltou a trabalhar
- Keyla e Vinícius já se recuperara e já estão de volta aos seus postos de trabalho
Gratificação de produtividade para servidores de saúde afastados é bem merecida afirma deputado Jeová Campos
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão remota da última quarta-feira (27), o Projeto de Lei (PL) 1.746/2020, de autoria do deputado Nabor Wanderley, que garante aos profissionais de saúde da rede pública estadual e que atuam no enfrentamento direto ao coronavírus (Covid-19) o repasse da gratificação de produtividade quando afastados de suas atividades em decorrência da contaminação pela doença. O deputado Jeová Campos disse, na ocasião, que essa iniciativa era um excelente reconhecimento aos profissionais que estão na linha de frente de combate nesta pandemia.
“Nesse momento tão delicado, esses profissionais que são as principais forças de trabalho no combate a essa pandemia, provocada pelo coronavírus, se arriscam pelo bem estar de toda a população e é muito oportuna essa gratificação, afinal, eles estão lidando diretamente com os pacientes com suspeitas e confirmados colocando em risco de contaminação a própria vida e de suas famílias”, afirmou o parlamentar.
Para o parlamentar, esses servidores são as pessoas que mais precisam nesse momento, pois eles adoeceram justamente enquanto tentam salvar vidas. “Foi uma merecida conquista de todos os profissionais de Saúde, verdadeiros heróis que lidam diretamente com pessoas que estão com suspeitas da doença e com pacientes já confirmados com a Covid-19. Nada mais justo que sejam beneficiados, destacadamente, inclusive porque muitos que já foram contaminados pela covid-19 por causa justamente do exercício profissional”, ressaltou Jeová.
- Deputado Jeová Campos elogiou iniciativa do colega Nabor que mantém gratificação para profissionis de saúde
Produtores rurais da Paraíba passarão a contar com uma cooperativa para comprar insumos e produtos a preços mais acessíveis
- Logomarca da Cooperativa que começa a funcionar em junho
Comprar insumos e produtos agrícolas com valores mais acessíveis que os praticados no mercado e dispor de uma central de compras de peças e equipamentos e quem for cooperado ainda pode comprar com prazo. Essas são algumas das vantagens que os produtores rurais paraibanos, ligados ou não a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), passarão a ter com o início das atividades da Cooperativa dos Associados da Asplan (Coasplan), que vai começar a operar a partir da segunda quinzena de junho. A sede da Coasplan funcionará na avenida Francisco Marques da Fonseca, 294, no bairro Brasília, em Bayeux.
Entre os diferenciais ofertados pela Coasplan está a possibilidade do cliente comprar com prazo. “Mas, essa modalidade de aquisição de produtos e insumos só estará disponível para associados da Asplan, mediante o aval das usinas”, explica o presidente da Cooperativa, Fernando Rabelo Filho. Ele lembra, no entanto, que os preços mais competitivos e acessíveis da Coasplan é que será o grande diferencial da Cooperativa, que projeta responder pela movimentação de cerca de R$ 4 milhões/ano somente com a venda de herbicidas, estimulantes e cupinicidas. “Esse cálculo corresponde a 50% das vendas feitas a fornecedores, atualmente, levando-se em consideração uma área de 10 mil hectares”, explica Fernando, lembrando que somente os fornecedores de cana da Paraíba respondem por uma área de 20 mil hectares. Com outros produtos, a Coasplan projeta uma movimentação de mais R$ 1,5 milhão.
O presidente da Coasplan reitera que o grande objetivo da Cooperativa é baratear custos para os associados, cooperados e para o mercado em geral, permitindo que os investimentos necessários na produção sejam realizados com mais facilidade. “Como vamos comprar os produtos de forma cooperativada, teremos melhores condições de ter preços menores e mais atrativos”, ressalta o presidente da entidade que tem como vice-presidente, Pedro Tavares Neto.
A Central de Compras, que terá um funcionário à disposição dos clientes para fazer a cotação de peças e equipamentos, incluindo EPI’s, é outro diferencial da Coasplan. Basta para tanto, que o interessado diga qual é a necessidade de compra que a Cooperativa se encarregará de fazer as cotações e adquirir o produto sem custo adicional algum. “Esse é outro grande diferencial da Cooperativa que vai dar um importante suporte ao produtor na hora de comprar peças de reposição e outros itens ligados ao seu negócio”, destaca Fernando.
Para ter acesso a compra via Coasplan, o produtor não precisa ser associado da Asplan, mas para se tornar um cooperado, é preciso ser associado da entidade. “O interessado então precisa comprar uma cota parte, equivalente a R$ 100,00. A Cooperativa vai começar a atuar com 50 cotistas fundadores. Cada um deles comprou 10 cotas parte, o equivalente a R$ 1.000,00”, explica Fernando, reiterando que para ter acesso as compras via Cooperativa não é necessário ser cotista. “Agora, para ter direito a entrar na divisão de lucros da Coasplan, se houver dividendos, essa condição de cotista é imprescindível”, afirma ele.
“Esse é um sonho antigo da Asplan que, em breve, irá se concretizar. A Coasplan é, na realidade, um braço da Associação que vai atuar em paralelo a entidade com a função de atender não apenas os nossos associados, mas, todo o segmento que atua no setor primário da Paraíba com alguns diferenciais”, afirma o presidente da Asplan José Inácio de Morais, lembrando que a Coasplan não tem fins lucrativos e pode ser o projeto embrionário da formação de uma unidade industrial, caso haja algum acidente de percurso de fechamento de alguma indústria local, a exemplo do que correu em Pernambuco, com a COAF. “O foco é fortalecer o produtor, ajudá-lo a adquirir insumos e produtos de forma mais competitiva e para tanto precisamos do apoio da classe”, finaliza José Inácio.









