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O setor produtivo paraibano está muito bem representado com Tovar na ALPB e Efraim Filho no Senado afirma presidente da Asplan
A inclusão dos produtores no Renovabio, que pode ser conquistada com a aprovação do Projeto de Lei 3149/2020, que tramita na Câmara dos Deputados, e a aprovação no Senado do projeto que regulamenta os direitos originários indígenas sobre suas terras – o PL 2.903/2023 -, o chamado Marco Temporal, são duas pautas que têm impactos diretos no setor produtivo e ter representantes nas casas legislativas que tenham um olhar atento sobre essas questões é um grande alívio para quem trabalha no segmento. “Contar com o deputado estadual Tovar Correia Lima e o senador Efraim Filho é um privilégio, pois ambos conhecem a importância do setor produtivo e o quanto é crucial fazer a defesa de pautas que impactam no setor. Na Paraíba, estamos muito bem representados”, afirma o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.
O dirigente canavieiro se refere, especialmente, a iniciativa do deputado Tovar que apresentou um requerimento na sessão plenária desta quarta-feira (27), solicitando ao coordenador da bancada federal paraibana, Damião Feliciano, e ao deputado Rodrigo de Castro, presidente da Comissão de Minas e Energia na Câmara, que ajudem na celeridade da apreciação do Projeto de Lei 3149/2020. A matéria, em tramitação há três anos na Câmara Federal, inclui os produtores no Renovabio, possibilitando que eles recebam CBIOs.
A aprovação do projeto contemplaria os produtores paraibanos a receber, somente na atual safra, cerca de R$ 12 milhões. Atualmente, apenas as indústrias são contempladas com o pagamento dos Créditos de Carbono. O PL é, inclusive, de autoria do paraibano Efraim Filho, então deputado federal e hoje senador. O requerimento de Tovar foi aprovado pelos deputados estaduais paraibanos. “A aprovação desse projeto de forma célere é uma questão de justiça e, por isso, vamos continuar atuando junto com a Asplan e os produtores para que o setor não seja mais penalizado”, disse Tovar na ocasião.
Ainda sobre a atuação do deputado Tovar, José Inácio lembra que, recentemente, a participação e articulação dele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da ALPB, foram fundamentais para que a ALPB não apreciasse um PL que proibia a pulverização aérea na Paraíba, o que seria um retrocesso. “Se isso passasse e fosse aprovado, por exemplo, nem a pulverização aérea de insumos biológicos poderia ser feita. Além disso, muito mais importante que discutir a proibição é entender as necessidades e vantagens de algumas práticas agrícolas sem as quais os alimentos não chegariam à mesa das pessoas”, disse José Inácio.
Sobre o senador Efraim Filho, o presidente da Asplan, reitera que desde que ele era deputado federal sempre defendeu os pleitos do setor e ajudou na aprovação de diversas matérias de interesse do segmento produtivo, além de ter uma atuação destacada em ações importantes para o setor. “Na questão do Marco Temporal, o senador repete sua conduta em defesa do segmento produtivo, já que ele foi um dos 43 senadores que votou favorável a aprovação do PL 2.903/2023, que devolve a segurança jurídica do campo no Brasil, já que hoje há um sentimento de insegurança e desconforto no meio rural, por conta da indefinição do limite para demarcação”, afirmou José Inácio. O PL aprovado em sessão plenária do Senado nesta quarta-feira (27) segue agora para a sanção da Presidência da República. “Contar com parlamentares que conhecem a realidade do campo, do setor produtivo e que têm responsabilidade com o crescimento e desenvolvimento do Brasil é um grande diferencial”, finalizou José Inácio.



Aprovação do PL do Marco Temporal no Senado devolve a segurança jurídica para quem produz no Brasil afirma presidente da Asplan
“Com a aprovação do projeto que regulamenta os direitos originários indígenas sobre suas terras – o PL 2.903/2023 – todo o segmento produtivo nacional volta a ficar aliviado”, afirmou nesta quinta-feira (28), o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. Segundo ele, a aprovação da matéria devolve a segurança jurídica do campo no Brasil. “Ela leva segurança e paz ao campo, preservando ao mesmo tempo os direitos povos originários e de quem investe no campo e produz no país”, reitera o dirigente canavieiro.
José Inácio agradeceu o empenho e voto favorável do senador paraibano, Efraim Filho. “Mais uma vez, em nome do setor canavieiro, venho agradecer o empenho em defesa de nossos interesses, que também são interesses do país. Toda nação democrata precisa de regras claras para sua segurança e crescimento, que é o caso do marco temporal. Obrigado mais uma vez, que o bom senso e a justiça prevaleçam sempre e conte sempre com o apoio do nosso setor”, disse ele.
O PL que segue agora para sanção da Presidência da República foi aprovado em sessão plenária do Senado nesta quarta-feira (27), por 43 votos a favor e 21 contrários. A matéria foi aprovada na manhã do mesmo dia pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e enviada ao Plenário, onde foi aprovado um requerimento para o texto tramitar em regime de urgência, o que aconteceu e culminou com a aprovação.
Entre os principais pontos, o texto só permite demarcar novos territórios indígenas nos espaços que estavam ocupados por povos originários em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. Essa tese jurídica ficou conhecida como marco temporal para demarcação de terras indígenas. O projeto também prevê a exploração econômica das terras indígenas, inclusive em cooperação ou com contratação de não indígenas. A celebração de contratos nesses casos dependerá da aprovação da comunidade, da manutenção da posse da terra e da garantia de que as atividades realizadas gerem benefício para toda essa comunidade.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que não houve, por parte da Presidência da Casa, nenhum “açodamento” para apressar a votação. O presidente ainda defendeu que o Congresso Nacional se posicione sobre questões importantes para o país. Pacheco reafirmou seu respeito a todos os setores, negou que a aprovação do projeto seja um enfrentamento ao STF e pediu foco na conciliação e no respeito entre os Poderes. “Não há sentimento revanchista com a Suprema Corte. Sempre defendi a autonomia do Judiciário e o valor do STF. Mas não podemos nos omitir do nosso dever: legislar”, declarou Pacheco.

Hospital de Patos lembra importância do Setembro Amarelo com palestra, debate e visita a pacientes
O Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), de Patos, unidade integrante da rede de saúde do Governo da Paraíba, está trabalhando a temática do Setembro Amarelo com ações como palestras e diálogos dentro do hospital. Nesta terça-feira (26), o serviço realizou, em parceria com alunos do curso de Psicologia da Unifip, uma agenda que incluiu visitas a pacientes, explanação e debates sobre saúde mental. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que quase 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo. No Brasil, esse número vai para aproximadamente 13 mil. Diante disso, é importante o debate sobre Saúde Mental que é evidenciado durante o Setembro Amarelo.
De acordo com o diretor do CHRDJC, Francisco Guedes, é preciso atuar na prevenção e debater sobre a importância de como ajudar alguém que está passando por algum sofrimento psicológico que pode acarretar o suicídio. “Principalmente orientar sobre como e onde procurar ajuda. A doença mental tem tratamento, controle e com o devido acompanhamento, as pessoas podem reacender a vontade de viver”, pontuou.
A ação foi dividida em dois momentos: um de abordagem e debate que foi realizado na recepção do Hospital do Bem para pacientes que estavam na espera do atendimento, acompanhantes e funcionários da unidade; e outro, por meio de visita às enfermarias.
Para a aluna da Unifip Bianca Sousa, o intuito da agenda foi conscientizar e enfatizar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, que muitas pessoas ainda deixam de lado. “Conversamos com pacientes, brincamos e tentamos levar um pouco de alívio e felicidade em um momento tão difícil de suas vidas. Queremos agradecer a toda a equipe do hospital por nos receber e acolher tão bem, foi uma experiência maravilhosa e ficaremos felizes em voltar outras vezes”, destacou.
O Sr. Napoleão Martins de Oliveira, da cidade de São Bento, recebeu a visita das alunas da universidade e disse que a abordagem lhe ensinou várias coisas boas. “Tudo o que elas disseram foi sensacional, bom e verdadeiro e achei muito importante conversar sobre isso”, disse ele. A Sra. Geralda Ferreira, esposa do paciente Francisco Coelho Ferreira, elogiou a ação e destacou a necessidade de se falar mais sobre saúde mental. “Essa atividade trouxe muitas palavras bonitas, muito conforto e debateu um tema muito importante”, afirmou ela, que também elogiou o serviço. “A equipe aqui é muito boa. Todos estão de parabéns”, reforçou ela.
A coordenadora do Serviço Social do Complexo, Suênia Mota, que também participou da atividade, reiterou a importância de as pessoas debaterem a temática suicídio sem preconceitos ou julgamentos. “Essa não é uma questão que deva ser tratada com superficialidade, dada à complexidade que envolve um suicídio ou tentativa de suicídio, principalmente porque toda morte é uma tragédia para a família, amigos e colegas e desta forma é mais ainda”, finalizou.










Asplan lembra que encerra nesta sexta-feira prazo para envio da DITR/2023
A próxima sexta-feira, dia 29 de Setembro, é o prazo final para envio a Receita Federal da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural 2023. O alerta é da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) e vale para todos os donos de imóveis rurais, sejam eles pessoa física ou jurídica proprietária, titular do domínio útil ou possuidora de qualquer título, inclusive a usufrutuária, de imóvel rural.
O valor mínimo do imposto é R$ 10. Valores inferiores a R$ 100,00 devem ser pagos em quota única até o dia 29 de setembro de 2023. Valor superior a R$ 100,00 pode ser pago em até quatro quotas, mas cada quota deve ter valor igual ou superior a R$ 50. A primeira parcela deverá ser paga até 29 de setembro.
A DITR deve ser enviada por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR (Programa ITR 2023), que está disponível no site da Receita Federal. Além disso, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão da declaração. . Quem não enviar a DITR até o dia 29/09, pagará multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido. O contribuinte cujo imóvel rural já esteja inscrito no Cadastro Ambiental Rural (CAR) deve informar na DITR 2023 o respectivo número do recibo de inscrição.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, lembra que o Departamento Técnico (DETEC) da entidade está à disposição dos associados que tenham alguma dúvida ou dificuldade em preencher a Declaração nesta reta final de prazo. “A entrega da declaração é obrigatória, portanto todos os nossos associados que sejam donos de imóveis rurais precisam declarar e caso ainda haja dúvidas, o nosso DETEC está à disposição para ajudar”, reitera o dirigente canavieiro. O DETEC fica no primeiro andar do prédio sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro, em João Pessoa.


Asplan prestigia posse de nova diretoria da Aspeca e incentiva entidade a expandir a venda de cachaça produzida na Paraíba
A Paraíba é produtora de grandes marcas de cachaça, reconhecida nacional e internacionalmente, e ainda tem um mercado grandioso para ser conquistado e é, justamente, focando nesta expansão que a nova diretoria da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique – Aspeca assumiu a gestão da entidade. Em solenidade bastante concorrida, realizada nesta quinta-feira (21), em João Pessoa, o ex-deputado federal, André Amaral Filho tomou posse como presidente. O evento contou com a presença do senador Efraim Filho, do Presidente da Cooperativa dos Associados da Asplan e diretor secretário da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, Fernando Rabelo Filho, além de empresários do setor e convidados.
“A Paraíba é um dos maiores produtores de cachaça de alambique do país, com excelentes produtos, e o setor canavieiro é um dos que mais emprega no estado. Então temos grandes marcas de cachaça e matéria-prima em abundância, o que nos coloca em situação privilegiada. Com essa nova diretoria, a expectativa é que busquemos ampliar esse mercado, expandindo os negócios em nível nacional e internacional e a Asplan, enquanto entidade maior do setor em nível local, apoia essa expansão”, destaca Fernando Rabelo Filho. Para ele, União e Unidade deverão ser palavras-chave desta nova gestão e mola propulsora de expansão de um vasto mercado ainda a explorar e conquistar.
O novo presidente da Aspeca é o ex-deputado federal e empresário André Amaral Filho, proprietário do Engenho Don Amaral, em Alagoa Grande, onde é produzida a cachaça Monarca. Em sua posse, ele reiterou que vai buscar o fortalecimento da marca ‘Cachaças da Paraíba’, além de buscar junto às instituições financeiras novas linhas de crédito para que os empresários do setor possam investir na modernização dos engenhos. A exemplo do que disse o representante da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), André Amaral Filho também destacou a importância da união entre os produtores. “É preciso estar unidos para avançarmos mais”, disse ele.
Durante a solenidade de posse, o senador Efraim Morais Filho proferiu uma palestra sobre a Reforma Tributária, que propõe várias mudanças na arrecadação de tributos no país e que, atualmente, encontra-se no Senado para ser avaliada. Na condição de coordenador do grupo de trabalho sobre Reforma Tributária da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele falou com propriedade sobre o assunto. Na ocasião, o senador ainda lembrou que o setor produtivo canavieiro sempre se destacou com relevante contribuição para o desenvolvimento da Paraíba. “O setor canavieiro paraibano tem um papel importante não apenas no aspecto econômico, mas, social e trabalhista, pois é o que mais emprega no campo e representa a cultura agrícola mais forte do estado, a que resistiu a crises, períodos difíceis de seca e sempre se manteve de pé”, afirmou Efraim.



Produtores paraibanos vão deixar de receber na safra atual R$ 12 milhões de CBIOs porque ainda continuam de fora do Renovabio
A Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017, instituiu a Política Nacional de Bicombustíveis (RenovaBio) visando ampliar a produção e o uso de biocombustíveis na matriz energética brasileira. E, desde então, as indústrias sucroalcooleiras do Brasil vêm sendo remuneradas com Créditos de Carbono (CBIOs), mas, a classe produtiva, responsável pela maior parte do resgate do carbono no campo ainda não participa desta distribuição financeira. Estima-se que o setor industrial já tenha recebido cerca de R$ 6 bilhões neste período e que, somente na atual safra, os produtores paraibanos deixem de receber R$ 12 milhões equivalentes ao CBIOs que lhes pertenceria.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais já foi inúmeras vezes à Brasília, já participou de diversas reuniões com ministros e deputados federais junto com represententes da classe produtiva para solicitar celeridade na apreciação do Projeto de Lei 3149/2020, que prevê a inclusão dos produtores no programa de remuneração do CBIOs, mas, até agora o PL que tramita na Câmara dos Deputados há três anos, ainda está em apreciação na primeira, de cinco comissões da Casa. Atualmente, ele está sendo analisado na Comissão de Minas e Energia para, posteriormente, seguir para as comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.
“Até quando a gente vai esperar que essa injustiça seja reparada? E as perdas que a gente já teve pelo não recebimento do CBIOs nas últimas quatro safras? O que falta para que essa política que estimula a produção de biocombustíveis no país contemple o elo da cadeia produtiva que mais resgata carbono no campo? Esses são questionamentos que a gente faz e que até agora não receberam a devida atenção e resposta”, afirma José Inácio.
Ele lembra que o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, já se mostrou favorável à inclusão dos produtores na política nacional do Renovabio. O aceno do ministro à pauta da classe produtiva foi dado em maio, durante reunião com representantes da Organização das Associações de Produtores de Cana do Brasil (ORPLANA), em Brasília.
Em agosto, o deputado federal Benes Leocádio, relator da matéria que será apreciada na Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara Federal, se reuniu com representantes de associações de plantadores de cana-de-açúcar do Nordeste, em Natal (RN), e garantiu que seu relatório será favorável às reivindicações da categoria.
Segundo José Inácio, os próprios industriais, em sua grande maioria, não se opõem a repassar o percentual de CBIOs aos produtores, e algumas indústrias já pagam percentuais aos seus fornecedores de forma espontânea. “Mas, é preciso essa regulamentação em Lei porque o que a gente pleiteia não é favor, é algo que é de direito, justo e razoável e que precisa ser definido para todos, de forma igualitária. Nós não queremos nada de ninguém, apenas receber a parte que nos cabe dentro do Renovabio. O que não se pode admitir é continuarmos de fora deste rateio de CBIOs”, reitera o dirigente canavieiro.
José Inácio lembra que o cálculo do prejuízo dos produtores na atual safra leva em conta o volume estimado de cana produzido por eles ( algo em torno de 3 milhões de toneladas) multiplicado pelo valor de R$ 4,00 de CBIOs por tonelada de cana ( que seria a parte do produtor), o que daria um montante equivale a R$ 12 milhões. Ainda segundo José Inácio, na Paraíba, estão sendo prejudicados cerca de 1.600 produtores de porte grande, médio e pequeno, além de micros produtores, entre os quais se encontram assentados e indígenas. “Precisamos aprovar esse PL urgentemente, aliás, já passou da hora de aprovar essa matéria na Câmara”, finaliza José Inácio. O PL 3.149 é de autoria do atual senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que na época de criação do projeto era Deputado Federal.


Hospital de Coremas realiza mais de 280 atendimentos no plantão do final de semana
Entre a sexta-feira (15) e a meia-noite desse domingo (17), foram registrados 281 atendimentos no Hospital e Maternidade Estevam Marinho, unidade pertencente à rede de saúde do Governo da Paraíba no município de Coremas. Na urgência, aconteceram 127 casos, sendo os de pacientes com queixa de dores o de maior demanda, seguida de pessoas com síndromes gripais. No ambulatório, foram outros 154 atendimentos.
O que chamou atenção da equipe foi o número de casos de pessoas atendidas com crise nervosa. Foram 12 pacientes com essa demanda, que foi a terceira maior causa de procura do serviço de urgência no plantão do final de semana. Mas o hospital atendeu ainda casos de amigdalite, cefaleia, retirada de corpo estranho, desmaio, diarreia, dificuldade ao urinar, dispneia, fratura, crise hipertensiva, intoxicação, mal estar, queda, alergia, sangramento, vômito e ainda três pessoas que se acidentaram com moto.
Na urgência, o plantão de maior movimento foi o de domingo (17), quando foram atendidas 46 pessoas. Na sexta-feira (15), foram mais 44, e no sábado (16), outras 37 pessoas deram entrada no hospital. Já no ambulatório, o dia de maior atendimento foi a sexta, com 54 pacientes; no sábado, foram mais 48; e no domingo, foram 52 consultas. Quatro pessoas precisaram ser internadas para cuidados posteriores
O Hospital e Maternidade Estevam Marinho funciona de portas abertas para a demanda que surgir dentro do espectro de assistência ofertada pelo hospital, que é urgência e emergência de baixa complexidade, clinica médica e maternidade, além do Opera Paraíba, com cirurgias de catarata.



Equipe de Nutrição do Hospital de Coremas atualiza POP e aperfeiçoa preparo de refeições para pacientes, acompanhantes e funcionários
Uma alimentação saudável, equilibrada e preparada com um alto padrão de qualidade tem um impacto significativo no âmbito hospitalar, porque ajuda no processo de recuperação dos pacientes. E é com esse foco, de melhorar ainda mais a qualidade das refeições ofertadas todos os dias para os pacientes, que o Hospital e Maternidade Estevam Marinho, de Coremas, realiza atualizações periódicas e treinamentos frequentes com a equipe de nutrição. Nesta sexta-feira (15), a unidade ofertou uma qualificação sobre a atualização do Programa Operacional Padrão (POP), com foco na ‘Manipulação de Alimentos’.
Ministrado pela nutricionista Ires Silva, a capacitação abordou a manipulação adequada dos alimentos, reviu processos de higienização de frutas e verduras e também revisou a postura dos profissionais que preparam as refeições na questão do não uso de adornos, na correta higiene das mãos e na necessidade do uso de uniformes e adereços entre outros tópicos. “A atualização do POP é de grande importância para o âmbito hospitalar porque quando ele é exercido de forma eficaz promove uma alimentação com qualidade e acelera o processo de recuperação do paciente”, explica a nutricionista.
A profissional lembra regras simples de manipulação e limpeza de alimentos que podem ser seguidas por todos, tais como, usar uma solução clorada ou álcool 70° para remover ou reduzir os níveis de microrganismos e guardar utensílios e equipamentos em local apropriado, limpo e seco, protegido contra poeira e insetos.
O Hospital de Coremas é referência para urgência e emergência, clínica médica e maternidade e tem uma média de três mil atendimentos mês. A exemplo de todos os hospitais da rede estadual, a nutrição da unidade prepara refeições para pacientes, acompanhantes e também para funcionários plantonistas. Os pacientes têm seis refeições/dia, ou seja, desjejum (7h), almoço (11h), lanche (15h), jantar (18h) e ceia (20h). Os acompanhantes têm o desjejum às 7h, o almoço de 11h e o jantar às 18h. Funcionários, atualmente, têm quatro refeições/dia, a saber: desjejum (6h30 às 7h), almoço (11h30 às 13h), lanche (15h às 16h) e jantar (19h30 às 20h30).











Hospital de Catolé do Rocha debate temática do Setembro Amarelo com funcionários
O Hospital Dr. Américo Maia de Vasconcelos, em Catolé do Rocha, que integra a Rede Hospitalar da Paraíba, iniciou, nesta quarta-feira (13), uma série de debates com funcionários sobre o suicídio. A ação faz parte da campanha Setembro Amarelo e os diálogos ocorrerão de forma setorizada. O primeiro setor a participar da agenda foi a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A psicóloga da unidade, Andrea Freitas, reforça que o Setembro Amarelo é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio e destaca a importância de falar abertamente sobre o assunto com os funcionários. “Essa questão precisa ser abordada de forma direta e sem preconceitos. Estamos conscientizando nossa equipe a oferecer apoio às pessoas que enfrentam problemas emocionais e de eliminar o estigma associado à saúde mental”, destacou ela.
A Técnica de Enfermagem, Betânia Ribeiro, foi uma das profissionais que participou deste primeiro diálogo. Atuando no hospital há dois anos e há 16 prestando serviço na rede estadual de saúde, ela achou muito importante essa abordagem. “Nós trabalhamos num ambiente de muita tensão, lidando com vidas e achei muito interessante esse momento e também muito produtivo. Houve depoimentos, desabafos, enfim, tratar esse tema é muito importante e essa é a primeira vez que a gente aborda essa questão em nossa unidade, desta forma. Eu gostei muito”, afirma a profissional.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio, anualmente, no mundo. No Brasil, em média, 38 pessoas tiram a própria vida todos os dias. A ação de conscientização, que tem apoio da direção geral do hospital, acontecerá até o final do mês. “Muito mais que números, são vidas que poderiam ser salvas com um diálogo, uma ajuda, um acolhimento. O suicídio tornou-se um problema de saúde pública e quanto mais a gente abordar esse assunto sem preconceitos, mais a gente pode ajudar as pessoas”, afirma a diretora geral do hospital, Jaqueline de Andrade.




Dirigentes da Asplan se reúnem com os deputados Hugo Motta e Danielle do Vale para debater ações do setor produtivo da Paraíba
Tentar agilizar na Câmara Federal a votação do Projeto de Lei 3.149 que assegura o pagamento de CBios para produtores da matéria-prima de biocombustíveis, agendar uma reunião com o governador João Azevedo para rever a diferença de alíquota na compra de produtos agrícolas fora do estado e sobre o melhor aproveitamento das águas do canal Acauã-Araçagi. Esses foram alguns dos pontos de pauta de uma reunião realizada nesta segunda-feira (4), na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. O presidente da entidade, José Inácio de Morais e diretores da entidade se reuniram com o deputado federal, Hugo Motta e com a deputada estadual, Danielle do Vale.
“Foi um encontro produtivo, onde expomos para os parlamentares questões importantes para o desenvolvimento do setor agrícola paraibano, especialmente, o canavieiro e debatemos formas de melhorar a atividade produtiva”, afirma o presidente da Asplan que estava acompanhado do vice-presidente da Associação, Pedro Neto, e do diretor da entidade, Fernandinho Rabelo. O presidente do Sindicato dos Agricultores de Mamanguape, Zé João, também participou do encontro, além do esposo da deputada Danielle do Vale, Thiago Paiva.
“Vamos contribuir lutando na Câmara Federal e com Governo do Estado em busca de melhorias para os produtores que vivem do setor agrícola na Paraíba. Essa questão do CBios, por exemplo, é muito importante e o setor canavieiro pode contar com meu apoio na Câmara Federal para que ele seja votado o mais breve possível”, disse Hugo Mota.
“Debatemos sobre benefícios fiscais, regularização de barragens e o reaproveitamento das águas do canal Acauã-Araçagi, entre outras pautas importantes para o setor produtivo. Estamos comprometidos em impulsionar o desenvolvimento da nossa região e fortalecer o setor agrícola. Foi defendendo também essa bandeira que cheguei a ALPB”, reiterou a deputada.
Para o vice-presidente da Asplan, contar com o apoio de políticos que conhecem a realidade do setor e que têm compromisso com o produtor paraibano é muito importante. “A gente sabe da importância destes apoios para que as ações aconteçam e se transformem em ações concretas de melhoria na atividade agrícola, seja em nível local, regional ou nacional”, finalizou Pedro Neto.



