Author: administrador
Setor de nutrição do Complexo de Patos ganha novos equipamentos que agizilam serviço e melhoram dinâmica do preparo de alimentos
O Setor de Nutrição do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) acaba de ganhar novos equipamentos que aperfeiçoaram o serviço e produção de alimentos, com ganhos de tempo e qualidade no preparo das refeições. Trata-se de um descascador industrial de alho, outro de batatas, além de um multi processador de alimentos. A construção da câmera fria, que vai permitir o armazenamento e condicionamento de uma maior quantidade de alimentos, também já começou. “Esses equipamentos ajudaram muito no nosso dia a dia, otimizaram o serviço e produção de alimentos, inclusive, com ganho na qualidade no preparo das refeições”, destaca o Nutricionista e Coordenador do Serviço de Nutrição do hospital, Thiago Viana.
Para se ter ideia do ganho de tempo no serviço, o nutricionista lembra que o setor usa cerca de dois a três quilos de alho por dia e descascar manualmente o alimento levava muito tempo. “Descascar alho não é uma tarefa fácil e todos os dias a quantidade que consumimos demandava muito tempo e necessitava do trabalho de duas profissionais, durante cerca de duas horas, por dia. Com o descascador industrial conseguimos preparar a quantidade de alho que usamos durante a semana, em apenas uma hora, e com apenas um operador”, afirma Thiago.
Ele disse ainda que com os novos equipamentos, o preparo de saladas, frutas, verduras se tornou muito mais célere, se ganhando não apenas no tempo de preparo, mas também em qualidade de produção o que dá um ganho significativo para a unidade que produz 1600 refeições/dia. Thiago também destaca que essas melhorias resultam em mais qualidade na produção de refeições, segurança alimentar e também economia ao serviço como um todo.
Sobre a construção da câmera fria, Thiago disse que ela trará um ganho significativo na logística, acondicionamento e armazenamento de estoque. “Com a câmera fria ampliaremos nossa capacidade de armazenamento, num espaço com temperatura controlada e melhor dimensionamento dos alimentos. Hoje, os alimentos refrigerados ficam em freezeres que têm limitação de acondicionamento, o que requer toda uma logística de manutenção de estoque que com a câmera fria será bem mais amplo”, afirma Thiago, agradecendo o empenho da Direção Geral e do Setor de Compras na aquisição dos equipamentos e construção da câmera fria.
O diretor geral do Complexo, Francisco Guedes, lembra que as melhorias no setor começaram com a mudança da terceirização para autogestão, há dois anos, e que continuam com outras ações, a exemplo da aquisição destes novos equipamentos e construção da câmera fria. “A autogestão permitiu que o hospital otimizasse custos, melhorasse a qualidade das refeições e ainda fizesse novos investimentos como esse de agora que trousse ganhos significativos para a equipe e também na melhoria do preparo das refeições”, diz o diretor.
Dinâmica da nutrição
Atualmente, são servidas seis refeições todos os dias para os pacientes do Complexo, mais 150 refeições/dia para os pacientes do setor de Hemodiálise, de segunda a sábado, que são os dias de realização do serviço. Também são servidas três refeições para acompanhantes. Fora disso, os funcionários plantonistas noturno ainda têm três refeições, assim como os plantonistas diurnos. Os pacientes do Complexo têm o desjejum (7h), a colação (9h), almoço (12h), lanche (15h), jantar (18h) e ceia (21h). Funcionários têm cinco refeições/dia, a saber: desjejum (8h às 9h), almoço (11h às 12h30), lanche (15h às 16h), jantar (20h às 21h) e ceia (23 às 24h). Os acompanhantes têm o desjejum às 7h, o almoço de 12h30 às 13h e o jantar das 19h às 20h.
E para dar conta de tantas refeições diariamente, a equipe de Nutrição do Complexo é composta pelos nutricionistas Thiago Viana, Cristiane Oliveira, Elaine Penha, Janaína Dantas, Raquel Marques, Juliana Nóbrega, Luciana Wanderley e Marcos Sousa. A equipe de apoio e cozinha é formada por dois cozinheiros plantonistas, um cortador de carnes, quatro auxiliares de cozinha, dois copeiros para funcionários, seis copeiros de pacientes, dois auxiliares de serviços gerais e quatro sondaristas.








Representantes do Banco do Brasil apresentam detalhes do Plano Safra 2023/2024 para produtores canavieiros em evento na Asplan
Com R$ 240 bilhões alocados do Plano Safra para temporada 2023/2024, volume 27% superior ao disponibilizado na safra passada, o Banco do Brasil deve manter sua posição de ser a instituição que mais destina recursos do crédito rural para o produtor brasileiro. E de olho no filão da maior e mais importante cultura do Estado, nesta quinta-feira (6), representantes do banco apresentaram para produtores de cana-de-açúcar paraibanos informações sobre a disponibilidade destes recursos, taxas, prazos e outros detalhes. O evento aconteceu na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), em João Pessoa. O Plano Safra 2023/2024 vai disponibilizar no total R$ 364,2 bilhões destinados para o financiamento da agricultura e da pecuária no país.
O Superintendente Comercial de Varejo João Pessoa, Paulo Marinho Júnior, abriu o evento expondo a disponibilidade de recursos e diferenciais do Banco do Brasil, destacando as vantagens e objetivos da instituição em fomentar o agronegócio brasileiro, lembrando que o volume disponibilizado este ano é recorde. “Estamos aqui para um momento de diálogo, para ver o que o setor necessita e asseguro que não faltarão recursos para o setor neste Plano Safra”, disse ele. Ele lembrou que no plano anterior, o BB realizou 590 mil operações, com um volume de recursos de R$ 188 bilhões.
Em seguida, o Gerente de Negócios Super Nordeste, Ruan Henrique Lemos, apresentou o detalhamento dos recursos. Dos R$ 240 bilhões do BB, R$ 139 bilhões serão destinados à agricultura empresarial, R$ 53 bilhões para a cadeia de valor agro e R$ 48 bilhões para a agricultura familiar e médio produtor. Para custeio o banco destinou R$ 121 bilhões, para investimentos R$ 42 bilhões, R$ 24 bilhões para comercialização e industrialização e ainda R$ 53 bilhões para títulos, crédito agroindustrial e giro. Segundo ele, os recursos estão com taxas mais atrativas, inclusive, com redução em toda a linha do Pronaf. Para o segmento canavieiro, Ruan disse que o Moderagro, que oferece carência de dois anos, prazo de 10 anos e limites de R$ 880 mil a R$ 2,64 milhões por beneficiário, é uma excelente modalidade. A taxa é de 10,5% a.a.
E foi, justamente, em relação à taxa de juros, que o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, inicialmente se manifestou. Na opinião dele, elas ainda estão altas para a atividade produtiva, principalmente, a canavieira que gira apenas uma vez ao ano. Outra observação do dirigente canavieiro foi sobre a necessidade de a instituição ver uma forma de regionalizar as propostas, uma vez que o Brasil é um país continental e há uma enorme diversidade de realidades e também de sazonalidade de culturas. Ele também abordou a pouca disponibilidade dos recursos obrigatórios, cujas taxas são mais atrativas.
José Inácio reconheceu, no entanto, a agilidade do banco e disposição de investir no segmento produtivo. “O Bando do Brasil tem recursos, tem representantes com boa vontade de atender nossas necessidades e, neste Plano Safra, até reduziu algumas taxas, mas é preciso criar uma modalidade especial para o Nordeste, para que a gente possa ter acesso aos recursos obrigatórios, que têm taxas mais atrativas, ou se criar linhas mais acessíveis, a exemplo das do FNE que, infelizmente, são muito difíceis de serem conseguidas. A burocracia e excesso de exigências são muito grandes para ter acesso aos recursos do Fundo”, afirmou José Inácio.
O Gerente de Relacionamento Agro, Jucelino Coutinho, lembrou da importância do produtor ter um cadastro bem feito e contar com uma assistência técnica, destacando que isso faz uma diferença enorme na agilização dos processos. “Já tivemos operações que foram iniciadas e finalizadas numa manhã. O Banco tem interesse em fomentar o segmento e tem recursos para tanto, mas, é preciso que o produtor preencha os requisitos da operação e saiba aproveitar as oportunidades como agora, quando se tem uma modalidade de investimento para compra de tratores com 100% de financiamento. Para que esperar a próxima safra se não haverá garantia de ter essa mesma facilidade”, reforçou Jucelino.
O secretário de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Joaquim Hugo Vieira Carneiro, presente ao evento, destacou a importância dos investimentos no setor produtivo e reiterou que o Governo da Paraíba tem um olhar atento sobre todas as cadeias produtivas, independente do segmento e porte. “Para nós, não importa se é pequeno ou grande, porque tudo é agronegócio, e nós estamos atuando em várias frentes para impulsionar o setor em nosso estado, com um olhar plural, com várias ações e atividades, porque onde estiver um agricultor, seja com uma enxada ou com um trator, a gente deve estar junto”, disse o secretário. Quem também prestigiou o evento foi o Superintendente do Senar Paraíba, Sérgio Martins.
Além do Superintendente Comercial de Varejo João Pessoa, Paulo Marinho de Aguiar Júnior e do Gerente de Negócios Super Nordeste, Ruan Henrique Nunes Lemos, e do Gerente de Relacionamento Agro, Jucelino da Silva Coutinho, participaram do evento na Asplan o Superintendente Comercial Pessoa Física Nordeste,Vinícios Silveira, o Assessor de Agronegócios, Paulo Cesar Medeiros de Carvalho, e os Gerentes Gerais, Alexandre Nascimento da Silva, Júlia Narzina Azevedo de Lucena e Ana Karla do Rozario Camara. Na ocasião, foi anunciado que duas carretas agro estarão na Paraíba, em outubro, para realização de Circuitos de Negócios e Treinamentos Agro.










Banco do Brasil faz apresentação das linhas de crédito para o Plano Safra 2023/2024 para produtores canavieiros da Paraíba
Representantes do Banco do Brasil vão apresentar, nesta quinta-feira (06), aos produtores que atuam no setor canavieiro da Paraíba, as linhas de crédito disponíveis para o Plano Safra 2023/2024. A iniciativa partiu da instituição e teve o apoio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A apresentação acontecerá no auditório da entidade canavieira, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro, em João Pessoa. O evento é também aberto e qualquer produtor interessado no assunto, mesmo que de outra cultura.
O Presidente da Aplan, José Inácio, explica que a apresentação é importante, já que o Banco do Brasil é a instituição financeira que mais disponibiliza recursos para o setor. “O BB é o principal parceiro do agronegócio no país, inclusive, é executor do Plano Safra, respondendo pela maior parte de todo o recurso que é destinado ao produtor rural no Crédito Rural, então essa explanação será importante e interessante para todos nós”, afirma José Inácio.
O presidente da Asplan lembra, inclusive, que os produtores paraibanos já contam, desde o último dia 1º, com uma agência especializada, a primeira com a carteira Estilo Agro da Paraíba. A agência fica na Rua Fernando Luiz Henrique dos Santos, no Jardim Oceania, em João Pessoa e funciona, das 10h às 16, tendo como Gerente de Relacionamento Agro, Jucelino Coutinho.


Empresas de ônibus promovem treinamento com motoristas para reforçar a importância da empatia com pessoas com deficiência
De acordo com a publicação “Pessoas com deficiência e as desigualdades sociais no Brasil”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no ano passado, a Paraíba tem 10,7% da população com dois anos ou mais de idade com alguma deficiência. E é, justamente, para esta parcela da população que as empresas de transporte de passageiros voltam agora sua atenção para reforçar nos motoristas a importância de ter empatia com esse público. O programa de treinamento ‘Condutores de Acessibilidade” começou nesta terça-feira (03) e vai contemplar todos os operadores que atuam nas linhas metropolitanas da Grande João Pessoa, nas cidades de Bayuex, Cabedelo, Santa Rita e nas linhas urbanas da capital. A abertura da capacitação aconteceu na garagem da Unitrans com a presença de representantes do DER, FUNAD, do Gabinete da deputada Cida Ramos, Sintur, Ministério Público e Casa de Apoio Helena Holanda.
A Diretora Administrativa da Unitrans, Lorena Dantas, fez a abertura do momento, reiterando a importância do trabalho dos operadores que trabalham com um público plural e que precisam ter um olhar ainda mais atento às necessidades especiais dos passageiros com deficiência. “Precisamos ter esse olhar de empatia e acolhimento entendendo que esse público requer de nós um cuidado e atenção especial. Por vezes, a gente sai de casa num dia não muito legal, mas, é preciso entender que quem lida com um público tão heterogêneo como o nosso precisa ter o dom de saber tratar e respeitar as pessoas do jeito que elas merecem e como todos gostariam de ser tratados”, disse Lorena.
O Promotor de Justiça, Gualberto Bezerra, presente ao evento enfatizou a necessidade do olhar para o outro e reiterou que isso é uma prática de interação social fundamental. “Precisamos olhar nos olhos do outro e enxergar seus desejos, traduzindo nessa interação o que a gente sente. E a gente deve sentir que o ser humano é único, mas que todos somos diferentes e, portanto, temos necessidades distintas. Empatia é ter o reconhecimento de igualdade no outro. Ter sabedoria em respeitar o próximo. Todos somos importantes. E, neste contexto, esse olhar das empresas de transporte com as pessoas com deficiência é bastante elogiável e necessário”, disse o representante do Ministério Público.
O Assessor Jurídico do Grupo A. Cândido, Marcos Neto, lembrou que ao longo dos anos as empresas de transporte acompanharam a evolução do serviço propondo melhorias que impactassem diretamente no público do segmento e que esse olhar empático com as pessoas deficientes sempre ocupou lugar de destaque neste processo. “Essa necessidade de se colocar no lugar do outro a gente sempre teve. E entender as necessidades especiais de nossos clientes mostra o quanto o olhar das empresas foi ampliado e também a nossa capacidade de empatia social que, no caso do Grupo A. Cândido, sempre teve a concepção de transportar com qualidade pessoas para seus mais variados destinos, nas suas mais diversas necessidades, da melh0or forma possível”, disse o advogado.
A Psicóloga do Sintur, Herla Albuquerque, falou em seguida abordando a questão do atendimento e empatia com os passageiros deficientes. “Às vezes, a gente não sabe lidar com as pessoas deficientes e, neste contexto, precisamos falar de empatia e isso se traduz em ações do tipo, não faça aos outro o que não gostaria de fizessem com você, aja naturalmente, olhem para o outro sem julgamentos, tratem com humanidade e sempre perguntem se o passageiro precisa de ajuda”, destacou ela. O Diretor Institucional do Sintur/JP, Isaac Moreira, lembrou que o treinamento de hoje faz parte do cronograma de capacitação dos operadores. “Não estamos aqui com essa ação por causa da obrigatoriedade da Lei, mas, para reforçar a necessidade do respeito e empatia com esse público especial”, destacou Isaac, lembrando que toda a frota urbana da capital já é adaptada e equipada para o bom atendimento às pessoas com deficiência e que o treinamento dos operadores reforça o respeito das empresas com esse público específico.
A Presidente da Casa de Apoio Helena Holanda, Helena Holanda, também falou da importância deste acolhimento no sistema de transporte. “A inclusão é uma ação cotidiana e eu digo que as empresas têm esse olhar. Nós entendemos a posição do motorista, que não é uma profissão fácil, mas, se não é feliz no seu trabalho pede demissão porque não custa nada parar mais próximo de uma pessoa cega para facilitar seu embarque, esperar um tempo maior para a subida ou descida de um deficiente físico do ônibus e não é nada demais perguntar se a pessoa precisa de ajuda e se dispor a ajudar”, disse Helena.
A Gestora da Empregabilidade da FUNAD, Mércia Morais, falou que essa ação das empresas é muito importante para a sociedade. “É preciso entender que é imprescindível respeitar os deficientes porque isso tem a ver com a dignidade da pessoa, com o direito dela ir e vir em segurança e treinar o material humano é fundamental, pois quem conduz o ônibus é o motorista e é preciso que esse respeito com a pessoa com deficiência seja sempre lembrando e priorizado”, afirmou Mércia.
Após as falas, foi realizada uma dinâmica onde os motoristas se colocaram no lugar de passageiros com deficiência motora e visual. O Motorista Aryon da Silva Alves, da Transnacional, vivenciou a experiência de entrar e sair do ônibus usando a plataforma elevatória como se fosse um cadeirante. “Confesso que não foi fácil. Experimentar essa dificuldade de entrar no ônibus numa cadeira de rodas, me fez ter outro olhar pelos cadeirantes e pessoas que usam muletas, por exemplo, porque a agilidade e velocidade deles não é a mesma, daí a importância da empatia”, disse ele. A mesma experiência foi vivenciada por outros operadores com vendas nos olhos. João Silva, motorista da PB Rio, usou uma venda para entrar e sair do ônibus. “É um a situação que a gente tem que vivenciar para se colocar no lugar do outro e, a partir daí, ver que as pessoas cegas precisam de um cuidado especial, tanto quanto os cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, não necessariamente deficientes, podendo ser idosos ou grávidas”, disse ele.










Banco do Brasil implanta primeira carteira Estilo Agro na Paraíba
Dados do IBGE atestam que em 2022 o agronegócio alcançou uma participação de 24,8% do PIB nacional, o equivalente a uma movimentação de R$ 2,5 trilhões. E um setor tão importante como esse merece atenção diferenciada. E foi partindo desta realidade, que o Banco do Brasil decidiu disponibilizar para os produtores paraibanos uma agência especializada, a primeira com a carteira Estilo Agro da Paraíba. A agência fica na Rua Fernando Luiz Henrique dos Santos, no Jardim Oceania, em João Pessoa e funciona, das 10h às 16h e, desde o dia 1º de Julho, disponibiliza mais essa carteira. O Gerente de Relacionamento Agro, Jucelino Coutinho, responde pelo serviço.
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, elogiou a iniciativa do banco. “O Banco do Brasil dá um passo a frente ao disponibilizar uma agência especializada em atender o agro na Paraíba. Isso ajudará muito na prospecção e formalização de novos contratos. Tenho certeza de que faremos bons negócios”, disse ele.
Jucelino lembra que o Banco do Brasil é o principal parceiro do agronegócio no país, inclusive, por ser executor do Plano Safra, respondendo pela maior parte de todo o recurso que é destinado ao produtor rural no Crédito Rural. “Com essa agência estamos nos aproximando do setor com o compromisso de atender com excelência os produtores, atendo-os em sua plenitude, trazendo as melhores soluções e customizando as vantagens para o produtor, oferecendo um atendimento personalizado. O banco volta a ser protagonista neste processo de atendimento ao produtor rural na Paraíba com a disponibilidade desta agência”, finaliza Jucelino, que é especialista em Agronegócio pela ESALQ-SP.
Projetos de custeio e investimento para safra 2023/2024 de cana-de-açúcar na Paraíba ultrapassam os R$ 17 milhões
A Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), por meio do Departamento Técnico (DETEC), elaborou 57 projetos agrícolas de custeio e investimentos para a safra 2023/2024, que juntos pleiteiam recursos às instituições financeiras na ordem de R$ 17.009.289,46 milhões. A elaboração de projetos técnico/financeiro para a aquisição de recursos direcionados ao custeio ou investimento para plantio de cana-de-açúcar na Paraíba é realizado anualmente para associados da entidade.
As propostas elaboradas, este ano, pelo DETEC totalizam 57 projetos, sendo 35 de custeio e 22 de investimento. Os recursos pleiteados foram direcionados para o Banco do Brasil (BB), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF) e Sicredi.
O Banco que mais recebeu propostas foi o BB, com 18 projetos de custeio de safra e 17 de investimento, totalizando 35 projetos. Ao Bradesco foram enviados 10 projetos de custeio. Para a CEF foram remetidos três projetos de custeio de safra, enquanto que para o BNB foi enviado dois projetos de investimento. Já para o Sicredi foram direcionados quatro projetos de custeio e três de investimento.
O serviço de elaboração dos projetos é feito pelo geotecnólogo da Asplan e responsável pelos projetos na entidade, Thybério Luna. “Com esse serviço nós oferecemos um suporte técnico-administrativo ao produtor para que ele possa, cada vez mais, investir e custear sua cultura melhorando sua produtividade”, afirma o Diretor Técnico do DETEC, Neto Siqueira.
O DETEC da Asplan funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h00 às 17h00, e fica localizado no prédio sede da entidade, na Rua Rodrigues de Aquino, 267, no Centro de João Pessoa.
Georreferenciamento
O Departamento Técnico da Asplan também realiza trabalhos de georreferenciamento nas propriedades dos associados da entidade e, este ano, já mediu uma área total de 7.913,85 há, totalizando 74 propriedades atendidas pelo serviço prestado de forma gratuita aos associados da entidade.



Hospital de Patos atendeu 202 pessoas na emergência e urgência e realizou 27 cirurgias no plantão do final de semana
Entre às 18h da última sexta-feira (30) e a meia noite deste domingo (2), o plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) registrou o atendimento a 202 pessoas e realizou 27 cirurgias, sendo a maior parte delas, 21 no total, de emergência e as outras seis eletivas. Foram 11 cirurgias ortopédicas, oito vasculares, sete gerais e uma oncológica.
O plantão de maior movimento foi o de sábado, quando 87 pessoas foram atendidas. No domingo foram mais 84 pacientes e no dia 30, entre às 18h e a meia noite, outras 31 pessoas passaram pela urgência e emergência da unidade.
Neste período, 29 pessoas deram entrada na unidade por causa de sinistros no trânsito, sendo a grande maioria delas – 28 pessoas – decorrentes de acidentes com motos e uma vítima de atropelamento. Dos acidentados, 16 pacientes eram de Patos, mas, o hospital atendeu ainda vítimas de sinistros das cidades de Curral Velho, Itaporanga, Malta, Teixeira, Paulista, Quixaba, santa Teresinha, São Bento, Tavares e Vista Serrana.
Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados, os demais principais motivos dos atendimentos neste final de semana foram de pacientes com quedas diversas, com queixa de dores, pancadas, sangramento, dispneia, hipertensão, torção, traumas, vômitos, entre outros sintomas.




Presidente da Asplan afirma que juros do Plano Safra continuam altos para setor canavieiro e recursos para equalização são insuficientes
Mesmo com valores recordes, algo em torno de R$ 364,2 bilhões, o novo Plano Safra só disponibilizou 1/5 dos R$ 25 bilhões requeridos pelo agronegócio para a equalização dos juros. O setor produtivo canavieiro, por exemplo, reforça que os juros ainda estão altos e estima que os recursos equalizados deverão acabar em tempo recorde. “Ano passado, esses recursos com taxas de juros menores acabaram em menos de dois meses e esse ano isso deve se repetir ou até ser ainda mais reduzido”, acredita o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. O dirigente canavieiro acompanhou o lançamento do Plano, em Brasília, e também reclamou dos juros altos.
José Inácio explica que o giro da cana-de-açúcar é anual, acontecendo apenas uma vez por ano e que diante desta realidade juros de 1,5% ao mês ainda ficam muito altos para o segmento. “O ideal é que a taxa oscilasse entre 5% e 8% ao ano, ao invés dos 12% propostos pelo Plano. Para a gente que só colhe uma vez ao ano, que só tem um resultado financeiro anual, esse patamar de juros é muito alto”, destaca José Inácio.
O dirigente canavieiro sugere, inclusive, que haja um olhar diferenciado para o setor e também defende a regionalização de ações. “Na elaboração destes Planos de apoio ao setor produtivo é preciso levar em consideração particularidades do segmento, tais como, as incertezas climáticas, política de preço, o prejuízo com pragas, com práticas de mercado que muitas vezes desestabilizam o negócio. Agricultura não é comércio e serviço que tem giro todo dia, por isso precisa de um olhar diferenciado do Governo”, defende ele, que acha que também deveriam ter Planos Safras por regiões. “Cada região tem sua particularidade e isso não é levado em consideração”, reforça ele, lembrando que é preciso que o governo aumente o volume de recursos equalizados, sob pena deles serem consumidos rapidamente e não serem suficientes para empréstimos a juros controlados.


Paraíba tem aumento de produção e fecha safra 2022/2023 com um volume de 7,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar produzidas
Fechada a safra 2022/2023, a Paraíba comemora um aumento significativo no volume de produção de cana-de-açúcar, com um total de 7.429.674,490 toneladas de cana. Deste volume total, 3.971.093,051 são de cana cultivada por produtores ligados a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). A atual safra também foi superior a safra passada (2021/2022), com um volume de 5.687.959 toneladas, e maior que as de 2020/2021 (6.080.490) e 2019/2020 (6.059.540). A Paraíba é o terceiro maior produtor de cana do Nordeste, sendo Alagoas e Pernambuco os estados que mais produzem.
“Essa safra foi marcada pelo aumento do preço da tonelada de cana e por boas chuvas, de forma que o resultado foi bem positivo com um patamar de produção maior que as três safras anteriores”, afirma o presidente da Asplan, José Inácio de Morais. Ele lembra que a destinação de cana produzida na Paraíba para usinas de PE e RN não estão contabilizadas como safra na Paraíba, o que evidencia que a produção no Estado pode ter sido um pouco maior que esses dados apresentados.
Do volume de 3.971.093,051 de toneladas de cana cultivada por produtores ligados a Asplan, 66,71% são oriundas de grandes produtores, 11,60% de médios, 15,49% de pequenos e 6,19% de micro produtores. Entende-se como grandes àqueles que produzem acima de 10 mil toneladas, médios os que produzem entre 5 mil e 10 mil, pequenos os que cultivam de 1 mil até 5 mil toneladas e micros os que atingem até 1 mil tonelada.
A safra da Paraíba junta a produção de cana de fornecedores ligados à Asplan à cana própria e de acionistas das sete indústrias em atividade no Estado que são a Monte Alegre, Agroval, Japungu, Giasa, Tabu, Miriri e Pemel. Todas as sete unidades industriais moeram cana de fornecedores paraibanos nesta safra. A atual safra começou em julho do ano passado e foi encerrada em maio último, mas os dados consolidados só foram divulgados recentemente.






Hospital de Patos tem prescrição de medicamento 100% eletrônica para toda a unidade o que garante maior segurança para pacientes
A prescrição 100% eletrônica para medicamentos, padronizada no hospital inteiro, já é uma realidade no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC). Isso, graças ao projeto do Hospital Oswaldo Cruz de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP)- pelo PROADI-SUS do Ministério da Saúde, que também trabalhou os processos da cadeia medicamentosa da unidade. Nesta quinta-feira (29), a Farmacêutica Tatiana Francelino, representante do Hospital Oswaldo Cruz, fez um a visita técnica no hospital e identificou avanços nos processos e fluxos da cadeia medicamentosa.
“Agora, vamos seguir com a implantação do protocolo de sepse e a dispensação rápida do antimicrobiano para que o paciente tenha ainda mais segurança de receber todos os cuidados no tempo certo. No geral, foi muito positiva a evolução que vimos aqui no Hospital Regional de Patos na nossa visita. Fiquei muito feliz com os avanços”, disse Tatiana.
A farmacêutica explica que a prescrição eletrônica para 100% dos pacientes, padronizadas no hospital inteiro, permite uma assistência mais segura e evita erros como ilegibilidade ou falta de informações. “Também constatamos na visita que os medicamentos de alta vigilância estão todos identificados, sinalizando os riscos para os profissionais de Enfermagem, o que proporciona uma administração ainda mais segura desses medicamentos”, complementou Tatiana Francelino.
A Responsável Técnica da Enfermagem do Hospital, Josineide Ramalho, reitera a importância do projeto nos processos de melhoria contínua da unidade. “Todos os avanços do projeto foram imprescindíveis na melhoria da assistência prestada aos nossos pacientes, impactando diretamente na agilidade dos processos da assistência, gerando uma resposta mais ágil, eficiente e humanizada, o que caracteriza a missão de nossa instituição, além de aperfeiçoar os fluxos de trabalho, gerando mais satisfação e dando mais segurança à equipe”, destaca Josineide. Além destas melhorias, ela lembra que com esse projeto o hospital conseguiu avançar com outros protocolos em áreas como a Urgência e Emergência, Bloco Cirúrgico e ainda nas UTIs.







